Atenção: liminar da APEOESP não foi cassada!

25/01/2012 at 03:27 85 comentários

Decisão que favorece a SEE é provisória e não cassa a nossa liminar

Circula uma informação inverídica, aparentemente incentivada por fontes da Secretaria Estadual da Educação, de que a liminar da APEOESP teria sido cassada.

A liminar da APEOESP continua em vigor e não pode mais ser cassada. Nem mesmo a SEE procura cassar a liminar porque isto não é mais possível. Apenas o julgamento do mérito da ação, se for desfavorável a nós, poderá fazê-lo. O que a SEE tenta demonstrar é justamente que a resolução 8 cumpre a liminar.

O que ocorreu é que a SEE conseguiu uma liminar (decisão provisória) que evita o cancelamento da atribuição de aulas partindo da hipótese de que a resolução poderia cumprir a liminar. Mas a confirmação ou não desta hipótese ficou para segunda-feira na reunião do pleno do TJSP.

Assim, professores, desconfiem dessas informações e procurem ler os textos publicados no site da APEOESP (www.apeoesp.org.br) e aqui no blog.

Ingressem com mandado de segurança individual pela aplicação da lei do piso. Vocês estarão dando uma grande contribuição à nossa luta.

Temos convicções e um profundo compromisso com a valorização dos professores e com a qualidade do ensino. Mais que disputas aritméticas, é isto que nos move.

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Professores devem ingressar com mandados de segurança individuais Matéria da Folha de S. Paulo contém incorreções

85 Comentários Add your own

  • 1. Prof Renato  |  25/01/2012 às 07:36

    Sabe o que vai acontecer segunda-feira dia 30?, a liminar sera derrubada, com o argumento que é prejudicial para o inicio do ano letivo e que os alunos serão prejudicados.
    como falei anteriormente, vcs do sindicato acham que venceu, mais uma luta e outra derrota.
    PS- AGORA VCS VÃO FALAR QUE EU ESTOU FELIZ, QUE FAÇO PARTE DO GOVERNO, ETC, ACONTECE QUE EU PENSO E OBSERVO AS COISAS E NÃO SOU ILUDIDOS COM VCS QUE REALMENTE FAZEM PARTE DO GOVERNO

    Responder
    • 2. apeoesp  |  25/01/2012 às 11:08

      Prezado professor Renato,
      É lamentável sua insistência em tentar desmobilizar os professores. Publico seus comentários para que nossos colegas vejam porque vale a pena lutar. Entre outras coisas porque não podemos aceitar que algumas pessoas, que pertencem à nossa categoria, como você, trabalhem contra ela no momento em que mais precisamos de união e mobilização.
      A luta não acabou. No judicário ainda não foi dada a palavra final. E ainda temos as ruas para lutar.
      Mas vamos continuar lutando, apesar de opiniões como a sua. E vamos continuar porque temos compromisso com a valorização da nossa profissão e com a qualidade do ensino nas escolas públicas.
      Bebel

      Responder
    • 3. kellysouzap  |  25/01/2012 às 13:06

      Prof Renato:

      É lamentável perceber que existem “educadores” com uma linha de pensamento tão pequena como a sua. Não é uma questão de ilusão e sim de ter o direito de, ao menos, tentar lutar por algo que acreditamos ser o melhor caminho e que é um direito nosso. Prejudicial são pessoas que partilham da mesma opinão que a sua!

      Responder
    • 4. Dejair  |  27/01/2012 às 13:40

      A realidade dos fatos, é que professor parece ter na sua realidade um mundo onde ele é igual a qualquer outro profissional. A real, é que somos formadores de profissionais, fato este que já nos diferencia de outras categorias. De governo a sindicatos, somos nós que os produzimos e o não estar contente com a atual situação só nos pode levar a fatores dramáticos como uma paralização geral por tempo indeterminado e sem a preocupação se haverá demissões, fato este que não ocorrerá pois este governo ou qualquer outro não terá peças de reposição. Você não irá morrer de fome se seus vencimentos forem cancelados, isto porquê você já é um morto de fome na política do governo. Mas ai vem o velho chavão, e os aluno coitados?. Eles não querem ser coitados, querem pessoas de bem com a vida e com a profissão. Vamos parar, mais parar mesmo, independente de sindicatos ou sindicalistas e voltar quando esta fase do brincar de negociações tiver um final de valorização ao super profissional que somos. Vamos dar um forte exemplo aos outros Estados e entramos para história.

      Responder
  • 5. profmayumi  |  25/01/2012 às 09:07

    Não somos trabalhadores horistas e, mesmo que o fôssemos, os minutos quebrados desses trabalhadores são arredondados.

    Vamos lutar por nossos direitos! As regras de nossa jornada são estabelecidas pela Lei 836/97, nossas HTPCs e HTPLs são estabelecidas em hora relógio! A manobra do Governo em fracionar a aula com alunos os obrigou a fracionar todo o resto para a conta fechar! Está errado! Aumentou-se a jornada e a lei 836 não foi revogada!

    Responder
    • 6. apeoesp  |  25/01/2012 às 11:05

      Prezada professora Mayumi,
      Muito obrigada pela sua contribuição. Vanmos continuar lutando.
      Você pode contribuir para esta luta. Ingresse com mandado de segurança individual e incentive mais colegas a fazê-lo.
      Bebel

      Responder
  • 7. sonia  |  25/01/2012 às 09:25

    Indignação, esta é a palavra para expressar o que eu sinto. Tá vendo a SEE está tendo tempo para pensar como agir e prevalecer o que nosso digníssimo governador quer e pode ter certeza que ele vai falar inverdades na mídia, vai dizer que os alunos estão prejudicados se for cancelada a atribuição, etc.Agora, não compreendo, como assim reunião no TJ para saber se esta hipótese é verdadeira ou não, se como vcs informaram, não cabe ao governo mais recurso? E ainda na segunda-feira? O mínimo que deve acontecer é o juiz cancelar a atribuição, prorrogar o início das aulas e advertir o governador, se isto não acontecer (sou uma pessoa otimista) é a prova de que a ditadura reina no Estado mais desenvolvido da nação e que ou a apeoesp foi ingênua ou tem alguma coisa inexplicável nesta história.

    Responder
    • 8. apeoesp  |  25/01/2012 às 11:04

      Prezada professora Sonia,
      Há duas questões judiciais em curso. Uma, a liminar da APEOESP, determina que a SEE cumpra a lei do piso e é de novembro, antes da resolução 8. Esta liminar acata o entendimento da APEOESP sobre a composição da jornada do piso.
      Outra, o recurso do Estado (que não é contra a liminar da APEOESP, que não pode mais ser derrubada) que afirma que a resolução 8 atende ao que diz a liminar. Isto será julgado na segunda-feira.
      Tudo o que você disse ainda pode acontecer na segunda-feira. Teria que voltar a atribuição e lutamos por isto. E a justiça também pode entender que a resolução 8 cumpre a liminar. Ainda vamos decidir que forma de luta usaremos.
      Você pode contribuir para esta luta. Ingresse com mandado de segurança individual e incentive mais colegas a fazê-lo.
      Bebel

      Responder
  • 9. Teresa  |  25/01/2012 às 10:47

    COLEGAS:
    SOBRE A DECISÃO JUDICIAL DE SEGUNDA (30/01/2012) A RESPEITO DA JORNADA DOS PROFESSORES PAULISTAS: COM CERTEZA TEMOS NO JUDICIÁRIO GRANDES PROFISSIONAIS QUE ENTRARÃO PARA A HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO BRASILEIRA COMO CORRESPONSÁVEIS POR MELHORIAS NO ENSINO PÚBLICO PAULISTA DECORRENTES DO ATENDIMENTO DE NECESSIDADES BÁSICAS DE SEUS EDUCADORES !

    Responder
    • 10. apeoesp  |  25/01/2012 às 10:58

      Prezada professora Teresa,
      Obrigada pela sua análise.
      Você pode contribuir para esta luta. Ingresse com mandado de segurança individual e incentive mais colegas a fazê-lo.
      Bebel

      Responder
  • 11. Marcial Antonio  |  25/01/2012 às 14:54

    EDUCAÇÃO não é somente uma questão aritmética onde 1 + 1 = 2. EDUCAÇÃO é um complexo COMPLEXO de outras verdades também, ou seja: 1 + 1 = 1, basta ocorrer uma fusão; 1 + 1 = 0, basta ocorrer uma eliminação bilateral; 1 + 1 = 3 ou mais, basta ocorrer uma fecundação/geração múltipla. Assim sendo, nós professores não podemos concordar com os mandos e com os desmandos aritméticos do governo, pois a sua verdade não é absoluta. Agora, em termos jurídicos (também sou advogado): a LIDE (litígio – confronto judicial) realmente, AINDA, não findou – a nossa possibilidade de êxito é justificada por uma questão de PLENA JUSTIÇA. Por fim, em caso específico, agradeço o comprometimento de todos os envolvidos, em especial o comprometimento exaustivo da Presidenta Maria Izabel Azevedo Noronha (APEOESP).

    Responder
    • 12. apeoesp  |  26/01/2012 às 02:48

      Prezado professor Marcial,
      Muito obvrigada pelas suas palavras, pelo seu apoio e pela sua lúcida análise. Ela contribui para a nossa luta.
      Bebel

      Responder
    • 13. cristiano  |  26/01/2012 às 13:10

      Não é preciso ter estudo, ou entender de leis para perceber que o Estado manipula quem ele quer, e faz o que quer. Infelizmente não existe JUSTIÇA, e a corda sempre vai estourar no lado mais fraco, em se falando do professor, bota fraco nisso.

      Responder
      • 14. Marcial Antonio  |  27/01/2012 às 23:38

        Realmente professor, não é preciso ter estudo ou entender de leis para perceber que o Estado manipula (somente quem aceita passivamente a manipulação). Contudo, o Estado manipula porque tem o poder (além de estudar e de conhecer, também, as lacunas provenientes das leis). Agora, JUSTIÇA é uma abstração onde cada qual a incorpora de maneira peculiar e; FORÇA é uma manifestação imposta e ocasionada pela demonstração de fraqueza de outrem.

  • 15. Geraldo Rondelli  |  25/01/2012 às 15:03

    Bebel,Tendo em vista que os especialistas em cálculos matemáticos da SEE não têm experiência em Educação aqui vão alguns dados concretos sobre a realidade dos professores, que tem causado graves prejuízos para a Educação: um professor que está contratado por 40 horas se vier a desenvolver suas atividades com alunos durante 32 aulas tendo, em média, 500 alunos, irá dispor, segundo os cálculos da SEE, de 13 horas relógio por semana para atividades extra sala, sendo que três serão para trabalhos coletivos e dez para: preparar aulas, corrigir trabalhos e provas, fazer registros em diários, atender alunos e pais individualmente. Será que algum desses senhores já tiveram essa experiência? Claro que não! Assim sendo, falta-lhes ouvir quem realmente conhece e vivencia essa realidade. Na verdade caso venha prevalecer essa falcatrua, expressa na resolução de sexta feira, a atual situação de exploração do trabalho do professor vai continuar a mesma. Continuaremos impossibilitados de um adequado acompanhamento dos alunos e levando trabalhos para casa, inclusive nos finais de semana e feriados, como acontece atualmente com a grande maioria dos professores. É importante frisar que esta é uma situação que tem contribuindo para o adoecimento dos professores e a perda de qualidade do ensino. A SEE fez uma simulação de mudança para se justificar diante da Justiça e da opinião pública mas, pelo que temos visto até o presente momento a partir da Justiça, mediante o empenho da APEOESP, esse engodo pernicioso não deverá prevalecer pois, se assim acontecer, será a perpetuação do estado caótico em que está afundada a Educação do Estado de São Paulo.

    Responder
    • 16. apeoesp  |  26/01/2012 às 02:42

      Prezado professor Geraldo,
      Muito obrigada. Suas palavras são valiosas e elucidativas. Espero que o máximo de professores e outros segmentos sociais leiam o seu comentário.
      Bebel

      Responder
  • 17. Leandro  |  25/01/2012 às 15:21

    De acordo com a RE 10 alterada pela 20/01/2011 sobre os projetos de pasta- os professores ex L admitidos em 2010 no programa escola da familia poderão ser reconduzidos?

    Responder
    • 18. apeoesp  |  26/01/2012 às 02:40

      Prezado professor Leandro,
      Sim, poderão ser reconduzidos.
      Bebel

      Responder
  • 19. Henrique  |  25/01/2012 às 15:38

    Nossa gente a

    LEI COMPLEMENTAR Nº 836, DE 30 DE DEZEMBRO DE 1997, foi tratorada.

    (Nesse link: http://decentrosul.edunet.sp.gov.br/Lei%20complementar%20836_30_dez_97.pdf)

    Artigo 10

    § 1º – A hora de trabalho terá a duração de 60 (sessenta) minutos,
    dentre os quais 50 (cinqüenta) minutos serão dedicados à tarefa de ministrar aula.

    Até detalha a jornada básica:

    “I – Jornada Básica de Trabalho Docente, composta por:
    a) 25 (vinte e cinco) horas em atividades com alunos;
    b) 5 (cinco) horas de trabalho pedagógico, das quais 2 (duas) na
    escola, em atividades coletivas, e 3 (três) em local de livre escolha pelo docente;”

    É bem intendível:

    30 h = 25 ativ c/ alunos (1 aula de 60 mim = 50 mim com alunos + 10 min atividades ligadas à docência) + 2 htpc + 3 htple

    Vale a pena nós lermos a lei.

    Assim, vale uma pergunta: Seriamos nós, “OS FORA DA LEI”?

    Foi derrubada esta lei?

    Esta valendo?

    Responder
    • 20. Henrique  |  25/01/2012 às 19:33

      Ou seja a proposta de 2/3 em de aula e 1/3 de trabalhos pedagógicos devem se basear nessas leis.

      Conforme a APEOESP e outro (s) sindicatos propuseram e ja foi compreeendida como a legalmente correta sem aritméticas inesperadas!!!

      Responder
    • 21. apeoesp  |  26/01/2012 às 02:29

      Prezado professor Henrique,
      Está valendo. Esta é uma das flagrantes falhas da SEE: criar jornada por resolução desrespeitando uma lei.Isto não existe e o TJSP tem que ter consciência disto. Vamos levar esta questão claramente na segunda feira, entre tantos outros argumentos.
      Bebel

      Responder
  • 22. LAILA  |  25/01/2012 às 15:54

    É MUITO TRISTE E DESANIMADOR PERCEBER O DESCASO COM QUE SOMOS TRATADOS PELO GOVERNO DE SÃO PAULO. DEPOIS, AINDA SAEM POR AÍ DIZENDO DAS MELHORIAS QUE FAZEM COM O ENSINO PÚBLICO….. SÓ NÓS, PROFESSORES, SABEMOS DA TRISTE REALIDADE DA EDUCAÇAO EM NOSSO ESTADO.

    Responder
  • 23. Mary Ferreira  |  25/01/2012 às 16:11

    Bebel….isso pq o Geraldo e o Serra queriam ser PRESIDENTES DA REPÚBLICA…..imagine só se tivessem ganho?
    O BRASIL está DECADENTE…………aqui é a TERRA de NINGUÉM………..é uma POUCA VERGONHA o PSDB não CUMPRIR uma LIMINAR e ainda POR CIMA querer MANOBRAR hipóteses sem NEXO….e o povo BRASILEIRO ainda INSISTE em VOTAR neste PARTIDO !!! Como pode? CERTAMENTE até o pessoal do jurídico está sendo ROUBADO por eles……….pois é a única EXPLICAÇÃO que tenho para que haja esta BOLA DE NEVE…!!!!

    Responder
  • 24. Prof silvio  |  25/01/2012 às 16:18

    Colegas, a liminar nao foi cassada, ela morreu e será enterrada na segunda-feira junto de nossas esperanças.

    Responder
    • 25. apeoesp  |  26/01/2012 às 02:17

      Prezado professor Silvio,
      Lamento o seu comentário. A quem serve as suas palavras. Certamente não aos professores estaduais. Talvez ao governo do Estado.
      Bebel

      Responder
    • 26. Marcos  |  26/01/2012 às 10:50

      Com certeza você não é educador….. Pois se assim fosse não falaria isso contra nós….

      Você deve ser um professor e somente isso!!!!

      Bebel Vamos a Luta!!!! Parabéns Bebel pela garra!!!

      Marcos

      Responder
  • 27. Ronaldo  |  25/01/2012 às 16:34

    Greve só quando estivermos perto das eleições? É isso?

    Me engana que eu gosto!

    VITÓÓÓÓÓÓÓÓÓÓÓÓÓÓÓÓÓÓÓÓÓÓRIA!!!!

    da Catiguria!

    Responder
    • 28. apeoesp  |  26/01/2012 às 02:14

      Prezado professor Ronaldo,
      Greve, quando a categoria assim decidir. O ano letivo ainda nem começou.
      Lamento que você faça ironias neste momento em que nossa categoria necessita estar unida em torno das nossas reivinidcações. É uma postura que só ajuda ao governo estadual. Mas isto não nos abala, porque nossa luta é maior.
      Bebel

      Responder
  • 29. Gentil Gonçales Filho  |  25/01/2012 às 16:58

    Prezada professora Bebel:

    Tem o nosso apoio nesta luta pela melhoria das condições de trabalho da categoria dos professores do ensino público de são Paulo.

    Responder
    • 30. apeoesp  |  26/01/2012 às 02:01

      Prezado companheiro Gentil,
      Muito obrigada pelo apoio.
      Bebel

      Responder
  • 31. Antonio Carlos Rodrigues  |  25/01/2012 às 18:04

    Sou do interior, já fiz as duas ações citadas pela APEOESP, que agora recomenda que entremos com liminar individual. Pergunto: qual é o valor das custas para se fazer isso? Onde devemos entrar com a liminar, no fórum de nossa comarca ou na que o sindicato deu entrada?

    Grato

    Antonio Carlos

    Responder
    • 32. apeoesp  |  26/01/2012 às 01:49

      Prezado professor Antonio Carlos,
      A ação deve ser movida por meio do departamento jurídico da APEOESP. Procure a sua subsede.
      As custas são mínimas, como tem sido praticadas pela APEOESP para seus associados, mas a causa é crucial para toda a nossa categoria.
      Bebel

      Responder
  • 33. Juliana  |  25/01/2012 às 18:38

    Bebel o sindicato está chamando os professores para mobilização no dia 30/01?
    Precisamos ir até o TJ para pressionar e marcar posição no julgamento da liminar!
    Aguardo resposta, abçs.

    Responder
    • 34. apeoesp  |  25/01/2012 às 19:34

      Prezada professora Juliana,
      Ainda vamos ponderar esta questão. Temos que pesar o que pode ajudar e o que pode prejudicar a nossa causa.
      Bebel

      Responder
  • 35. Renata  |  25/01/2012 às 19:01

    Bebel, acredito no sindicato!!!!!!!! vamos vencer essea batalha…
    Preciso tirar uma dúvida, as aulas de matemática no período diurno continuam cinco ( 5 ) ou aumentou para seis ( 6 )
    Obrigada…..

    Responder
    • 36. apeoesp  |  25/01/2012 às 19:13

      Prezada professora Renata,
      Obrigada.
      No ensino médio continuam 5 aulas de matemática em cada série.
      Bebel

      Responder
  • 37. JU  |  25/01/2012 às 19:46

    Estamos cansados de tanta palhaçada por parte de ambos! Por que a APEOESP não incentiva uma greve branca, em que os professores dariam as aulas normalmente mas NÃO ENTREGARIAM AS NOTAS bimestrais???? Há alguma lei que proíbe isso? Se sim, qual? Esta seria uma maneira dos pais cobrarem nossos políticos, teríamos mais força!

    Responder
    • 38. apeoesp  |  26/01/2012 às 01:53

      Prezada professora Ju,
      O que você se refere como palhaçada é uma luta histórica dos professores brasileiros por valorização profissional e por qualidade de ensino. Como comparar a postura do sindicato, que busca a aplicação correta de uma lei federal, com a do governo, que usou de todos os artifícios possíveis para não aplicá-la. O governo só editou uma resolução pressionado por uma medida judicial que lhe deu 72 horas de prazo para fazê-lo. Neste momento estamos empenhados numa luta jurídica na qual já obtivemos avanços importantes e que vem merecendo cobertura da imprensa pelo menos desde novembro. Esta é a nossa prioridade. Depois veremos outras formas de luta, que também são válidas e necessárias.
      Bebel

      Responder
    • 39. rodneymanso  |  26/01/2012 às 15:22

      Professora concordo com a Sra. e acredito que se a classe realmente se mobiliza-se isso seria o começo de uma luz no final do tunel.

      Responder
  • 40. SILMARA PAULA DOS SANTOS  |  26/01/2012 às 12:10

    PREZADA mARIA Izabel, eu confio em seus argumentos em 30-01. Eu acho que o Geraldo pegou o telefone e ligou para esse juiz que é a favor da SEE. Poderiamos pedir a quebra de sigilo telefonico do GERALDO, DO Herman e e seus assesores diretos, sim de todos.

    Responder
  • 41. profmayumi  |  26/01/2012 às 12:45

    Prezados senhores,
    Na pior das hipóteses, se entenderem que a jornada do professor deva ser calculada em horas corridas, isso vai gerar outros desdobramentos, pois ao fracionarem as horas com alunos, fracionaram as HTPCs e as HTPLs, portanto, o cálculo de faltas precisará ser revisto também, além de outros. NÃO deveremos aceitar o desconto de FALTA DIA em hipótese alguma. Deveremos exigir desconto somente das aulas não trabalhadas! Atualmente, se um professor tem apenas uma aula na segunda-feira e falta, tem desconto, inclusive do sábado e domingo! Com o aumento da jornada de horas livres, mesmo que fracionadas, a falta-dia não faz sentido! Estou errada?

    Responder
  • 42. cristiano  |  26/01/2012 às 13:25

    Penso seriamente em buscar outra profissão pois ainda terei um infarto de tanto nervoso que sinto desse governo. O meu mísero salário dá só para pagar as minhas míseras contas, e mesmo assim eu tenho que entrar de vez qdo no especial do banco. Moro no interior e perto da minha escola.
    Agora eu imagino um professor que more em São Paulo, tenha que pegar conduções, que pague aluguel, e tenha um custo de vida alto, tenha mais de um filho. Estes vivem, com toda certeza uma situação financeira dificilima, e tenho certeza que qualquer operario da industria ganha mais do que ele que estudou.

    Responder
    • 43. apeoesp  |  27/01/2012 às 14:43

      Prezado professor Cristiano,
      Obviamente, cada um sabe de sua situação concreta, mas eu acredito na persistência da luta para que as coisas possam mudar.
      Bebel

      Responder
  • 44. Paty  |  26/01/2012 às 14:14

    Todos falam das horas que temos que trabalhar e simplesmente esqueceu das categorias divididas e que até agora ninguém fez nada, sei também que vou ouvir que temos que ir a luta! Mas a verdade para que serve o sindicato? Nós professores oque fazer para termos nossos direitos perdidos de volta? Eu sou professora cat O quando estou com aulas atribuidas e como eventual sou cat S como pode uma professora ter duas portarias e aparanda por duas leis diferentes?
    Alguém pode me responder como possso ter os meus direiotos de volta por que o estado ele quer tirar tudo mas devolver aquilo que era nosso ele não quer, então pergunto Bebel oque vcs fizeram para nós ir em assebleia e fazer acordo como aquele que vcs fizeram em que o professor L teria o direito de estabilidade até 2011 eu não quero esse tipo de luta para mim so serve para nada!
    Eu estrou me cansando fui a luta fiz greve e oque aconteceu nada por fim perdi todod os meus direitos e nem posso participar da atribuição sem antes começar as aulas preciso trabalhar pago contas assim como todos vcs.
    Obrigada.

    Responder
    • 45. apeoesp  |  27/01/2012 às 14:36

      Prezada professora Paty,
      Não vou dizer para irmos à luta e sim para continuarmos lutando, pois ela começou há muito tempo.
      Começamos a lutar pelos professores da categoria L desde quando foi criada a lei 1010, em 2007. Conseguimos que estes professores não fossem remetidos ao INSS já naquela ocasião e, em 2009, com a lei 1093 (que não conseguimos impedir que fosse aprovada) conseguimos que pudessem ficar mais dois anos, até final de 2011. Em 2011, quando deveríamos ter feito uma grande pressão para que nao fosse executada o previsto na lei 1093 (o desligamento) não houve comparecimento tão expressiva nas diversas assembleias que convocamos em frente à SEE, o que diminuiu nossa força. Em todo este período, a APEOESP deu toda a assistência aos professores que desejaram iongressar com processo para terem os mesmos direitos da categoria F. Sem falar da nossa greve de 2010. Foram 35 dias de luta onde a revogação da lei 1093 era um dos pontos centrais. Certamente você deve ter participado desta greve.
      A permanência dos professores L por mais dois anos não foi acordo, foi conquista. A não ser que você considere que teria sido melhor ter sido dispensada em 2009.
      Espero que você dirija sua indignação ao verdadeiro culpado por esta situação, que é o governo. Não contra o sindicato que luta pela categoria.
      Este é o papel do sindicato: representar, negociar e organizar as lutas dos professsores.
      Bebel

      Responder
  • 46. marta  |  26/01/2012 às 15:30

    BEBEL, ATÉ QUE DIA TEREMOS QUE CUMPRIR A QUARENTENA????????? PARA OS PROFESSORES REPROVADOS ELA TBM SE APLICA???

    Responder
    • 47. apeoesp  |  27/01/2012 às 14:22

      Prezada professora Marta,
      A quarentena conta a partir da extinção do contrato. A duração é de 40 dias.
      Bebel

      Responder
  • 48. Mauro Sala  |  26/01/2012 às 15:34

    Com a desocupação violenta de 1500 famílias do bairro do Pinheirinho (e quando falo 1500 famílias, falo de 1500 mães e suas crianças!), o governo estadual mostra uma radicalização brutal à direita. Ele aboliu mesmo os “consensos” em torno do estado de direito e da democracia burguesa, lançando mão de uma ação unilateral e violenta, desrespeitando até uma liminar da justiça federal suspendendo por 15 dias a reintegração da área, já que as partes envolvidas pretendiam chegar a um acordo sobre o destino dela. Com(o) um trator passou por cima de mais de 6000 pessoas derrubando suas casas… lembram do drama humano vivido pela população de Petrópolis após as chuvas de janeiro retrasado? ou do drama dos mineiros diante das davastações que as chuvas os impuseram esse ano? ou dos haitianos diante da devastação de um terremoto? ou dos japoneses frente a fúria de um tsunami? O governo paulista os recriou com uma canetada e mais 2000 PMs. 1500 casas devastadas e 1500 famílias sem lar pela vontade do governo estadual!!!
    O governo paulista radicalizou, e o governo federal simplesmente assistiu!
    Parece-me que as “regras do jogo” foram todas elas abolidas. Não me espanta esse governo ignorar a lei nacional do piso do magistério e também própria demanda por uma educação pública de qualidade. Não é isso que está no projeto dessa direita cada vez mais raivosa…
    A dura lição desse fim de semana deve ser aprendida por todos nós! Devemos saber que nossos inimigos são fortes, bem treinados e bem armados. Mas somos muitos mais!
    A “justiça” que julgou a desapropriação do bairro do Pinheirinho é a que vai julgar o “mérito” de nossa questão também! Por isso não podemos pensar que independente da decisão ela será JUSTA! As manobras do governo podem torcer as leis mas não farão delas justas.
    Com a ação na USP, na cracolândia e no Pinheirinho não resta mais dúvida de que estamos lidando com um governo fascista. Nossa luta será dura, o governo nos responderá com a pura violência. Mas somos muitos e teremos que sermos fortes também. Pois pouco valerá sermos professores se deixamos o fascismo vencer, se deixarmos matarem o futuro. “NÃO, NÃO PASSARÁ!!!”

    “Pisa ligeiro, pisa ligeiro.
    Se não podem com a formiga, não ataquem o formigueiro!”

    Responder
  • 49. Rosangela  |  26/01/2012 às 15:35

    Eu nao estou mais aguentando esta angustia de saber como vai ficar,eu sou categoria F nao passei na prova e vou ter que esperar todos pegar pra depois eu pegar ,e vou ter que ir na escola nesses dias e ficar como eventual depois de 10 anos de carreira é uma humilhação mesmo e vcs nao fizeram nada contra esta prova.Estou indignada.

    Responder
    • 50. apeoesp  |  27/01/2012 às 14:21

      Prezada professora Rosangela,
      A crítica é boa quando nos faz avançar. Mas você está dirigindo sua indignação para o alvo errado.
      Você não pode afirmar que não fizemos nada contra a prova. Nós lutamos contra esta prova desde 2008, quando a então secretária Maria Helena Guimaraes de Castro a criou, por decreto. Conseguimos barrar a prova na justiça e a secretária caiu. O novo secretário, Paulo Renato, instituiu a prova por lei, o que tornou impossível revogá-la na justiça. Na nossa greve de 35 dias de 2010, da qual você deve ter participado ativamente, uma dos pontos centrais era o fim desta prova. Ingressamos com variados instrumentos jurídicos para que a prova não seja critério para classificação e em todos os nossos movimentos o fim da prova está presente.
      Tudo está documentado. Veja no nosso site (www.apeoesp.org.br) e pesquise neste blog.
      Bebel

      Responder
  • 51. Flávio Alexandre Camargo Mancini  |  26/01/2012 às 15:43

    Se por um desastre, o governo do Estado de São Paulo ganhar, não abrirá precedentes para os estados e municípios que já cumprem a lei do Piso? O que ocorrerá é uma demissão em massa de professores, pois terão que aumentar sua carga de aulas?

    Responder
    • 52. apeoesp  |  27/01/2012 às 14:13

      Prezado professor Flávio Alexandre,
      Os entes federados são indendentes e têm autonomia administrativa. Não há efeito vinculante. O contrário também pode ser verdadeiro: se há estados e municípios que já cumprem a lei corretamente, São Paulo também pode fazê-lo.
      Bebel

      Responder
  • 53. Jailson Alves Ferreira  |  26/01/2012 às 16:33

    Ainda acredito na justiça deste país, mesmo sabendo das desigualdades e descaso das autoridades quando o assunto somos nós professores. Só espero de coração que todos nós professores, apeoesp e td mais, não deixe que o governo passe por cima dos nossos direitos. O minimo que devemos fazer é greve, caso seja, mesmo confirmado esta falta de respeito. Uma greve antes de iniciar o ano letivo, ai eu quero ver se o Sr.Governador não acataria a lei nacional do piso salarial dos professores. Ou seria ilegal?
    Vamos lutar pessoal está na hora de mudarmos está situação…a educação precisa de nós!!!

    Responder
  • 54. marcos  |  26/01/2012 às 16:57

    É UM ABSURDO PROFESSORES DA CATEGORIA L SER DESLIGADO DA REDE ,E MESMO ASSIM TER QUE DEVOLVER O SALARIO DO MES DE JANEIRO E AINDA FICAR SEM FÉRIAS . ONDE JA VIU UMA PESSOA TRABALHAR COM ESSAS CONDIÇÕES. CADE APEOESP UM SINDICATO TAO GRANDE E NAO CONSEGUE FAZER NADA PARA IMPEDIR ESSES ABSURDOS ..

    Responder
    • 55. apeoesp  |  27/01/2012 às 02:29

      Prezado professor Marcos,
      Para criticar é preciso, primeiro, se informar. A APEOESP já conquistou liminar para que não haja devolução do dinheiro. Segundo, o departamento jurídico da APEOESP está ajuizando ações individuais para o pagamento das férias, visto que não houve ainda liminar favorável.
      Bebel

      Responder
  • 56. Izildinha Sonia de Carvalho Rossi  |  26/01/2012 às 17:15

    Vcs da Apeoesp precisam lutar para que a atribuição seja invalidada e volte o sistema anterior. A jornada Básica caindo para 24 aulas me prejudicou muito; por favor não desistam essa liminar tem que valer , ela nao tinha o prazo de 48 horas?Qual foi a posi~ção do Juiz depois que o prazo se esgotou nesta quinta -feira?

    o setor juridico de Apeoesp não pode desistir é preciso lutar e mão abrir mão dos nossos direitos.

    Prof.ª Zizi

    Responder
  • 57. Izildinha Sonia de Carvalho Rossi  |  26/01/2012 às 17:20

    Vcs da Apeoesp nao podem desistira é preciso anular essa atribuição, pois, essa jornada basica que caiu para 24 aulas e não mais 25 prejudicou muita gente. não desistam.

    Profª Zizi

    Responder
  • 58. Alessandro Lino Netto  |  26/01/2012 às 18:50

    Eu gostaria de pertencer ao corpo jurídico da Apeoesp.Será a consagração dos advogados na segunda.O Estado não respeitou a lei Complementar 836 ao criar a hora relógio em sala de aula.A Constituição foi violada,pois a aritmética usada é inconstitucional.E tem um agravante:no direito constitucional,o Estado federado pode complementar uma lei federal sob o argumento de viabilizar a administração desde que essa complementação não seja contraditória ferindo a norma geral constitucional. Aqui não trata-se de uma norma geral esperando complementação,trata-se de uma lei federal que contempla uma categoria específica,com contornos específicos e já em pleno vigor. Se eu sei disso, imagine os juízes.

    Vitória certa Bebel,vai por mim.

    Como dizem os alunos: “Tamo Junto”

    Alessandro

    Responder
    • 59. apeoesp  |  27/01/2012 às 02:18

      Prezado professor Alessandro,
      Muito obrigada pela sua contribuição. Precisamos disso: cada vez mais ânimo, argumentos e disposição para lutarmos até o fim.
      Bebel

      Responder
  • 60. Professora Vanessa  |  26/01/2012 às 19:50

    Eles têm medo de faltar professores para essas aulas, pois ninguém quer mais ganhar salário de fome. Sobraram bolsas do PROUNI nos cursos de licenciatura. Outra coisa, eles não podem esquecer que pra chegarem onde estão, todos tiveram que passar pelas mãos de um PROFESSOR.

    Responder
  • 61. Sonia Maria  |  26/01/2012 às 22:32

    Bebel,
    Minha dúvida agora é: se meu mandado de segurança for deferido também o que devo fazer? Há algum procedimento? Minha jornada ficará diferente dos outros professores da escola?

    Responder
    • 62. apeoesp  |  27/01/2012 às 01:36

      Prezada professora Sonia Maria,
      Sim. Deve retornar à escola e exigir o cumprimento da liminar. Com o acúmulo de liminares terão que dar uma solução global.
      Bebel

      Responder
  • 63. Mônica dos Anjos  |  26/01/2012 às 23:22

    O Padula, esta divulgando que a chamada de peb II sera entre junho a agosto de 2012, não sei de mais nada!!

    Responder
    • 64. apeoesp  |  27/01/2012 às 01:29

      Prezada professora Monica,
      É possível, pois a posse só poderá se dar em 2013.
      Bebel

      Responder
  • 65. Juliana  |  27/01/2012 às 01:52

    Bebel, há um grupo de professores se organizando para acompanhar o julgamento da liminar no dia 30.01.
    A Apeoesp não pode se omitir diante de uma mobilização desejada e organizada pela base!
    Sabemos que a categoria em sua maioria não participa ativamente e não acredita na capacidade de enfrentamento do sindicato. A reversão desse quadro de apatia deve ser questão de primeira importância.
    Você respondeu em minha última postagem que o sindicato está estudando acolher essa movimentação prevista para 30.01. Em que pé está essa conversa?

    Responder
    • 66. apeoesp  |  27/01/2012 às 13:19

      Prezada professora Juliana,
      O sindicato não fará uma manifestação organizada para pressionar o judiciário. Nossa relação direta é com o executivo e a natureza dessa relação é um tipo determinado, pois o governo é nosso patrão. Com o judiciário, a relação institucional é outra. Não podemos fazer movimentos que possam prejudicar a nossa causa.
      Bebel

      Responder
      • 67. Juliana  |  27/01/2012 às 16:26

        Bebel
        Não entendo. Por que uma manifestação pacífica na frente do TJ iria prejudicar a luta?

      • 68. apeoesp  |  28/01/2012 às 03:31

        Prezada professora Juliana,
        Porque a decisão está nas mãos de desembagadores, os quais podem interpretar qualquer ato como pressão indevida. Devemos evitar tudo que possa prejudicar nossa causa.
        Ninguém está impedido de comparecer à praça; apenas não estamos convocando uma manifestação.
        Bebel

  • 69. Guta  |  27/01/2012 às 12:35

    Esse governo do Estado de São Paulo é uma verdadeira vergonha….será que eles não percebem que cada vez mais conseguem DESMOTIVAR os professores e que isso vai refletir dentro das salas de aulas????? vamos começar o ano extremamente desmotivados,,,, massacrados….e ainda dizem que a educação é prioridade….
    Bebel… acredito e muito na Apeoesp e parabéns por tudo….

    Responder
    • 70. apeoesp  |  27/01/2012 às 13:11

      Prezada professora Guta,
      Muito obrigada pelo apoio.
      Bebel

      Responder
  • 71. ENIO ROMEU DOS SANTOS  |  27/01/2012 às 15:39

    Prezada Maria iZABEL, gostaria de saber como ´ e a personalidade do SR, Pádula. È UMA PESSOA LEGAL? educada? Maldosa? SÁTIRA? CONVERSA NUMA BOA? EXTREMAMENTE SECO NAS PALAVRAS? AGUARDO RESPOSTA.

    Responder
    • 72. apeoesp  |  28/01/2012 às 03:37

      Prezado professor Enio,
      Lamento. Não vou fazer este tipo de análise.
      Bebel

      Responder
  • 73. Maurício de Jesus  |  27/01/2012 às 16:27

    Oi Bebel, boa tarde!

    Bebel você sabe quando será publicada a lista dos professores não aprovados na prova do OFA? Como o pessoal da educação demora para publicar as listas de classificação.

    Grato!

    Responder
    • 74. apeoesp  |  28/01/2012 às 03:30

      Prezado professor Maurício,
      Somente após a atribuição inicial.
      Bebel

      Responder
  • 75. Marcelo  |  27/01/2012 às 17:21

    Vejo vários Professores reclamando do sindicato, e acho até que eles têm esse direito, mas não podemos esquecer que a luta é de todos nós, pois toda vez somos chamados para uma manifestação ou assembleia, quantos de nós comparecemos? E em uma greve então? Preferimos ficar vendo os nossos colegas apanharem pela televisão e ficarmos bem tranquilos na nossa covardia.
    Lembro, da ultima greve, onde vários Professores não a fizeram por que iam ficar sem bônus, sem licença premio e etc.
    O Sindicato sozinho realmente não pode fazer nada, pois esta na hora de tirarmos a bun#@@ do sofá e irmos à luta.
    Vamos todos entrar com Mandado de segurança já.
    Não adianta ficarmos só indignados com o Sindicato, temos também que fazer nossa parte.

    Responder
  • 76. prof: Vagner  |  28/01/2012 às 12:16

    Bebel, o governo estadual conseguiu com que a Justiça Estadual, concedesse liminar ao seu recurso para impedir a anulação do processo de atribuição de aulas, por que a apeoesp imediatamente não entrou com algum outro recurço (ou só o estado consegue recursos de ultima hr) para que a atribuição fosse anulada? a apeoesp não esta sendo lenta demais em suas ações?
    o estado foi agil e conseguiu dentro das 48 hrs dar um olé no sindicato e marcar mais um gol, se a apeoesp perde mais esse jogo contra o estado vai ficar feio em Bebel para vç e para o sindicato que vai ter sua imagem arranhada.

    Responder
    • 77. apeoesp  |  28/01/2012 às 20:34

      Prezado professor Vagner,
      Não estamos sendo lentos. Estamos atuando em várias frentes jurídicas e há ações nossas passíveis de decisão.
      A elogiada agilidade do governo não impediu que ganhássemos a liminar em novembro, que o governo perdesse seu recurso em dezembro e que fosse obrigado a publicar uma resolução improvisada porque o TJ atendeu a um pedido nosso e deu 72 horas de prazo para isto.
      Não podemos perder de vista de que lado estamos.
      Em que elogios rasgados ao governo e só críticas ao sindicato contribuem para a nossa luta?
      Bebel

      Responder
  • 78. Ana  |  28/01/2012 às 19:26

    Prezada Profª Bebel,

    Por favor, sou da extinta categoria L, quais documentos preciso apresentar no dia da atribuição? Obrigada.

    Responder
    • 79. apeoesp  |  28/01/2012 às 19:43

      Prezada professora Ana,
      Não é necessário apresentar documentos, pois você já possui prontuário.
      Bebel

      Responder
  • 80. Élida  |  28/01/2012 às 23:47

    Sabe o que eu acho, Bebel? Se o governo insiste em continuar inflexivel quanto a diminuição do horário de trabalho do professor, então que pague a diferença no qual o professor está trabalhando a mais. Isto seria então o justo. Se o governo alega que vai ter que contratar mais professores e não tem professor e como a justiça deu como causa ganha, então as aulas a mais que o professor está dando por causa da ausência de professores terão que ser pagas. Você concorda. Agora se o governo alegar que não tem dinheiro, então a conversa é outra, pois DINHEIRO TEM E MUITO! e isso todos sabemos. Aí entra a questão de prioridades, não é verdade.
    Élida

    Responder
    • 81. Clara  |  30/01/2012 às 23:22

      Não concordo! Dinheiro é importante, mas dignidade é mais! Parem de se vender!

      Responder
  • 82. Laercio Pestana  |  03/02/2012 às 11:19

    sobre o recurso de segurança individual de professores:

    entrei em contato com a unidade de taboão da serra onde está

    localizada a diretoria da minha escola, fui informado que depois de

    protocolar na minha escola, o documento deveria ficar comigo:

    Qual é o efeito desse recurso a nivel oficial?

    Responder
    • 83. apeoesp  |  03/02/2012 às 11:32

      Prezado professor Laercio,
      A informação da Subsede não está correta. O mandado de segurança deve ser feito por meio do advogado da APEOESP na subsede.
      Bebel

      Responder
  • 84. Laercio Pestana  |  03/02/2012 às 11:29

    tenho uma colega professora que tem aula atribuida na prefeitura de s. paulo e também no estado.

    segundo ela o salario do professor entre a prefeitura de s. paulo e

    o estado está em um mil real R$1000,00 .

    dinheiro não é dignidade mas o continente europeu está correndo

    atrás.

    Responder
  • 85. Laercio Pestana  |  03/02/2012 às 11:37

    professor Renato assim como muitos professores que eu conheço

    prefere não participar dos movimentos que é tipico da categoria

    isso já faz muito tempo .

    Entendo que todos os profissionais soubessem que obrigariamente

    dentro da função do magistério ela é politica.

    mesmo que seja de uma forma negatva vc está inserido nesse

    procedimento educacional……..

    Responder

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