Matéria da Folha de S. Paulo contém incorreções

25/01/2012 at 14:41 63 comentários

APEOESP solicita retificação

A matéria “SP derruba alteração em jornada de professor”, publicada hoje, 25/01, assinada pelo repórter Fábio Takahashi, contém incorreções.

Ao repórter, que me entrevistou por telefone, declarei que faríamos greve para que a Secretaria da Educação cumpra a lei do piso, após nova decisão favorável do TJ. Não declarei que iriamos à greve contra uma decisão judicial, pois sei do papel, alcance e limites de cada instituição.

Poderemos ir à greve, inclusive, em relação a outras ações da Secretaria da Educação que prejudicam a nossa categoria.

Por outro lado, a liminar concedida ao governo pelo desembargador Antonio Celso Aguilar Cortez é, pela própria definição, provisória. Ela não resolve, ainda, o mérito da questão. Ainda assim, o título da matéria diz que alteração na jornada do professor foi “derrubada”,  o que é contraditório com o trecho do texto que informa que o mérito ainda não foi julgado.

Com isso, dá a entender que a medida liminar concedida em novembro à ação movida pela APEOESP e confirmada em dezembro, teria sido cassada. Na realidade, o que o governo ganhou foi a chance de tentar convencer o Tribunal, quando o mérito da questão for discutido, na segunda-feira, de  que a Resolução SE 8, publicada em 20/01, estaria, supostamente, cumprindo a liminar da APEOESP. A liminar, portanto, continua em vigor.

A APEOESP enviou carta à Folha de S. Paulo para que essas questões sejam esclarecidas.

Maria Izabel Azevedo Noronha – Bebel
Presidenta da APEOESP

A CARTA FOI PUBLICADA NA EDIÇÃO DA FOLHA DE S. PAULO DO DIA 28/01 ALÉM DE UMA RETIFICAÇÃO NA SEÇÃO ERRAMOS DO JORNAL:

Educação

A reportagem “SP derruba alteração em jornada de professor” (“Cotidiano”, 25/1) contém uma grave incorreção. Declarei ao repórter que faríamos greve para que a Secretaria da Educação cumpra a Lei do Piso, após decisão favorável do Tribunal de Justiça. Não declarei que iria à greve contra uma decisão judicial, pois conheço o papel, o alcance e os limites de cada instituição.

Por outro lado, não descartei movimento de greve também contra outras ações da Secretaria da Educação que prejudicam a nossa categoria.

MARIA IZABEL AZEVEDO NORONHA, presidente da Apeoesp – Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo (São Paulo, SP)

ERRAMOS:

COTIDIANO (25.JAN, PÁG. C9) Por erro da Redação, a declaração da presidente da Apeoesp, Maria Izabel Noronha, publicada na reportagem “SP derruba alteração em jornada de professor”, deu a entender que ela prometeu greve contra decisão judicial. Na verdade, a greve pode ser feita contra a Secretaria da Educação.

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Atenção: liminar da APEOESP não foi cassada! Primeira liminar de mandado de segurança individual foi deferida

63 Comentários Add your own

  • 1. Rubens  |  25/01/2012 às 14:50

    Bebel, no despacho do Juiz diz: … efeito SUSPENSIVO/ATIVO. Que peninha mesmo a folha não sabe o que isso significa, talvez se assim o soubesse não teria publicado tamanha …. deixem eles completarem. Iremos ter êxito na proxima segunda feira.

    Responder
    • 2. Aparecido Cy  |  26/01/2012 às 14:01

      Me entristece perceber que as ações contra a SEE no tocante a lei do piso tenham que ser individuais, já que a questão é COLETIVA e se refere a UMA CATEGORIA e não apenas a um ou outro profissional.
      A apeoesp pode mudar essa questão?
      Saudações.
      Aparecido

      Responder
      • 3. apeoesp  |  27/01/2012 às 14:38

        Prezado professor Aparecido,
        Sugiro que leia os textos que tenho postado sobre o assunto. A ação coletiva já existe e já conquistou liminar.
        As ações individuais são necessárias por se articularem com a ação coletiva e preservarem os direitos de cada professor que com ela ingressar.
        Bebel

  • 4. Roberto  |  25/01/2012 às 14:56

    Olá Maria Isabel!
    Declarei apoio a vcs dias há alguns dias neste veículo de comunicação, mas vejo que pelo andamento das coisas vcs ainda estão muito mal preparados de alguns pontos de vista!
    Por exemplo: não vi nada em mídia?! por que vcs não “compraram” um tempo para ter a ajuda da população!
    Outra coisa vcs tem que se concentrarem em argumento válidos para reverter a situação, pois até agora somente a liminar do ultimo Juiz (que mandou cumprir em 48h) teve argumentos válidos!
    pedir a nós que entremos com medidas individuais não vai adiantar pois estamos descrentes dos sindicatos, vcs precisam ganhar este causa para nós voltarmos a ter confiança a vcs… do contrário vc não conseguirá nada e sairá desta luta mais desmoralizada e sem apoio.

    Pense nisso!

    estou do seu lado!

    O professor já trabalha de mais e não tem tempo pra ficar indo a policia ou outro lugar que seja… pra isso vcs existem, pra lutar por nosso interesses, certo!

    grato!

    Roberto

    Responder
    • 5. apeoesp  |  26/01/2012 às 02:44

      Prezado professor Robedrto,
      Obrigada. Vamos refletir sobre suas ponderações e sugestões para o melhor encaminhamento da nossa luta.
      Bebel

      Responder
      • 6. orlando  |  26/01/2012 às 17:08

        ola bebel, o governo PSDB tenta extingui a classe de professores, isto é lamentável, mais continuaremos lutando.
        Me diga uma coisa existe alguma ação para garantir que os professores categoria L continuem na situação anterior ou não.

      • 7. apeoesp  |  27/01/2012 às 02:26

        Prezado professor Orlando,
        O espírito é este mesmo.
        Existe ação individual para fique com os mesmos direitos dos professores da categoria F. Procure o departamento jurídico da APEOESP.
        Bebel

  • 8. Maricell  |  25/01/2012 às 14:57

    Maria Izabel, boa tarde!
    Com esse tipo de imprensa que sabemos ser extremamente tendenciosa, penso que a única forma seria responder por escrito às perguntas desses tais jornalistas, com cópia, protocolada e o carimbo: “confere com o original” . Esse tipo de imprensa sempre distorceu o que é falado pelo sindicato, com a finalidade de colocar nosso sindicato como de pouca credibilidade e jogar pérolas ao governo. E continuarão sempre nos colocando contra a população e, principalmente, contra os pais de nossos alunos.

    Responder
  • 9. regina  |  25/01/2012 às 15:14

    Boa tarde. Quais as chances de ganharmos nesta luta contra o poderoso chefão?

    Responder
    • 10. apeoesp  |  26/01/2012 às 02:36

      Prezada professora Regina,
      Estamos confiantes porque temos argumentos, temos estudos, temos uma liminar favorável e também a posição do Ministério Público a nosso favor.
      Você pode contribuir para esta luta ingressando com mandado de segurança individual e incentivando outros colegas a fazê-lo.
      Bebel

      Responder
  • 11. Junior  |  25/01/2012 às 15:25

    É sempre assim: estes meios de comunicação (Folha, TV Globo, Veja, etc.) omitem a verdade em relação à realidade da educação paulista, estampando notícias de que estaria tudo “lindo, maravilhoso”, quando, na verdade, estes órgãos deveriam estar do nosso lado, denunciando e divulgando as falcatruas e medidas mirabolantes da SEESP para manter o baixo nível da qualidade da educação. Mas, neste país, o dinheiro impera e compra tudo, até mesmo o caráter de jornalistas. É uma vergonha este país.
    Mas, vamos continuar na luta. Vamos à greve, caso a SEESP não cumpra a jornada do piso de forma correta! Herman e Padula estão sub-estimando nossa inteligência e capacidade de organização. Chega de palhaçada, merecemos respeito! Quero é GREVE e vamos vencer esta batalha!

    Responder
    • 12. apeoesp  |  26/01/2012 às 02:30

      Prezado professor Junior,
      Uma greve não está descartada se a SEE continuar insistindo em atacar nossos direitos. As instâncias do sindicato discutirão esta questão.
      Bebel

      Responder
  • 13. Heitor  |  25/01/2012 às 15:45

    Bel e colegas,
    Essa questão precisa ser bem divulgada pois pode induzir a categoria ao erro e à desmobilização. As subsedes têm que passar as informações corretas. Circulam informações de que a liminar teria sido cassada não só na Folha Tucana de São Paulo, mas em outros lugares em que isso não era de se esperar…

    “Com isso, dá a entender que a medida liminar concedida em novembro à ação movida pela APEOESP e confirmada em dezembro, teria sido cassada. Na realidade, o que o governo ganhou foi a chance de tentar convencer o Tribunal, quando o mérito da questão for discutido, na segunda-feira, de que a Resolução SE 8, publicada em 20/01, estaria, supostamente, cumprindo a liminar da APEOESP…”

    Responder
  • 14. Edson Ferreira  |  25/01/2012 às 16:06

    Bebel desculpe-me a franqueza mas não espere outro resultado na segunda-feira a não ser a manutenção da resolução da SEE, POIS O RELATOR DO PROCESSO QUE ACATOU O RECURSO DO GOVERNO JÁ SE MANIFESTOU FAVORAVEL A RESOLUÇÃO. eSTOU CERTO? A COMPOSIÇÃO É FEITA DE TRÊS DESEMBARGADORES – O RELATOR MAIS DOS, JUIZES QUE NORMALMENTE VOTAM COM O RELATOR. OU ESTOU ERRADO. ABRAÇOS

    Responder
    • 15. apeoesp  |  26/01/2012 às 02:23

      Prezado professor Edson,
      Evidentemente, a questão está colocada. Mas teremos a oportunidade de argumentar perante os juízes e estabelecer o contraditório, mostrando as manobras aritméticas da SEE. Estamos confiantes, apesar das dificuldades. Lembrando ainda que o mérito da nossa ação ainda não foi julgado e ele é divergente do entendimento deste desembargador.
      Bebel

      Responder
  • 16. flavio eduardo mazetto  |  25/01/2012 às 16:07

    Gostaria apenas de entender o trecho abaixo do agravo de instrumento (numero 2, paragrafo 2 – que começa com “Tenho, à primeira vista…”.
    Isto significa que o tal de Antonio Celso entende, no que se refere ao mérito, que a forma da Resolução 8 atende à questão do 1/3?
    Não quero interromper a luta, muito pelo contrario, até boletim de ocorrência fizemos aqui na cidade, estamos organizando para entrar contra estas medidas arbitrárias. todavia, precisamos entender que rumo as coisas estão tomando, pois parece que o tal relator já se definiu favorável ao governo.
    Quero dizer mais. Nunca se tratou de uma questão matemática e sim politica e desfavorável à educação publica. Penso que devemos sim pensar em estratégias de enfrentamento, inclusive LEMBRANDO que este ano é ELEITORAL….
    flavio

    Responder
    • 17. apeoesp  |  26/01/2012 às 02:20

      Prezado professor Flávio,
      Sim, devemos ter consciência das dificuldades da nossa luta, mas ela tem que continuar.Nossos argumentos são fortes, temos decisões judiciais e o Ministério Público a nosso favor e confiamos na vitória.
      Você pode contribuir para esta luta ingressando com mandado de segurança individual e incentivando colegas a fazê-lo também.
      Bebel

      Responder
  • 18. educador  |  25/01/2012 às 16:24

    Olá Maria Isabel.Ontem no jornal nacional teve uma matéria falando sobre os supersalários dos desembargadores. Agora nós professores temos que ganhar esta merreca e infelizmente dá impressão que estamos mendigando dinheiro.É um absurdo. Eles ganham e agente?
    link
    http://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2012/01/desembargadores-do-tj-rj-ganham-supersalarios-de-ate-r-600-mil.html

    Pra formar um país temos que ter bons professores, felizes, bem remunerados e com poucas aulas.
    Tem também outra reportagem da globo que fala sobre a importância dos professores para a formação dos alunos.
    Link
    http://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2012/01/aluno-com-bons-professores-ganha-mais-no-mercado-de-trabalho-no-futuro.html

    Veja as reportagens.
    Abraços

    Educador

    Responder
  • 19. CLÁUDIA  |  25/01/2012 às 16:25

    Querida Bebel, como será a atribuição das aulas de recuperação intensiva de acordo com a nova resolução? Pois, sou categoria F e na minha sede há apenas 12 aulas para mim , terei que esperar terminar todo o processo da atribuição para que sejam atribuídas essas aulas da recuperação?

    Grata

    Responder
    • 20. apeoesp  |  26/01/2012 às 02:15

      Prezada professora Cláudia,
      O procedimento, como tantas outras questões sob responsbilidade da SEE, ainda não está claro. As escolhas se iniciam após a atribuição inicial.
      Bebel

      Responder
  • 21. Sebastião Miguel  |  25/01/2012 às 17:30

    Pressionar o Tribunal de Justiça: apoiar os que são a favor da lei do piso na íntegra
    25 janeiro 2012 por Sebastião Miguel | Editar

    Algumas comunidades estão se mobilizando, a fim de apoiarmos os juízes que são a favor da liminar que nos dá o direito de permanecer apenas 26 aulas dentro da sala, por uma jornada de 40 h/aulas semanais. Haverá um debate no tribunal que discutirá as duas jornadas a impetrada pela Apeoesp e com total apoio do professorado paulista e a do secretário e governador numa conta absurda que todos nós já sabemos qual é. Não deveremos medir esforços para tentar mobilizar a categoria. Não começou as aulas ainda, por isso é muito importante que seja agora, pois na segunda-feira (30) é o dia D, ou seja, sairá a decisão de uma ou de outra jornada. Lembrando que nesta luta é muito importante a participação de todos – não há discriminação de categorias. Entretanto, vale salientar que somos responsáveis, em muitos casos, pelas atitudes autoritárias do governo. Não podemos deixar que ele desacredite de nossa luta e que estamos satisfeito com sua gestão.

    Professores, esta mesma postagem vou publicar no site da Apeoesp – o acesso deverá atingir nossos objetivos. Não podemos apenas ficar lastimando aqui nossos descontentamento. Reuniremos em grupos e vamos juntos marcar presença no dia 30. O que me deixa intrigado é que neste dia haverá atribuição para os candidatos à contratação e isso pode prejudicar a manifestação, mesmo assim vamos fazer essa ideia circular pelos meios de comunicação que temos em mãos: orkut, blogs, sites, diretórios de jornais, boca a boca, qualquer artifício neste momento é válido.

    Estamos todos indignados com tal situação da lei do piso e não podemos deixar o mal se alatrar ainda mais.

    Assim, contamos com o apoio de todos que estão fazendo parte desse espaço democrático que é o “professor temporário”

    Abraços.

    Responder
    • 22. apeoesp  |  26/01/2012 às 01:57

      Prezado professor Sebastião,
      Devemos discutir com muito discernimento o que contribui ou não para um julgamento favorável à nossa causa. Devemos ponderar com clareza de que forma uma “presssão” como esta sobre os juizes poderia resultar em um bom julgamento. Há táticas que se aplicam a determinadas circunstãncias e podem não se aplicar a outras. Vamos examinar com cuidado esta situação.
      Bebel

      Responder
      • 23. Sebastião Miguel  |  26/01/2012 às 11:26

        A senhora tem razão Bebel. precisamos agir com cautelas, e o que poderíamos fazer para reverter a posição dogoverno?
        A truculência dele só com manifestações.

      • 24. apeoesp  |  27/01/2012 às 14:48

        Prezado professor Sebastião,
        A faremos, professor, no momento oportuno.
        Bebel

  • 25. SILMARA PAULA DOS SANTOS  |  25/01/2012 às 18:05

    Prezada MARIA Izabel. peça espaço nos jornais para ser entrevistada para esclarecer aos pais de alunos sobre a jornada, mesmo sabendo que o testa de FERRO DO PÁDULA também poderá ocorrer o mesmo. oBRIGADO,

    Responder
    • 26. apeoesp  |  25/01/2012 às 19:45

      Prezada professora Silmara,
      Estamos nos movimentando neste sentido.
      Bebel

      Responder
  • 27. Fabiano  |  25/01/2012 às 19:09

    A Folha de S. Paulo? Hiii, já sabemos quais os interesses desta também, e estão bem longe de se a favor dos professores. Pode mandar quantas cartas quiser para eles presidenta, eles irão fazer o que bem entender.

    Quanto à atribuição, sabemos que será uma luta quase que perdida. E isto porque o Governo sabe jogar este jogo bem melhor do que nós; pois ele usa de toda sua influência e “poder” para isto, e o faz há 16 anos e com êxito. Sabemos que juízes são seres humanos, e falar que eles são imparciais em suas interpretações seria muita inocência (haja vista o que temos visto nestes escândalos que surgem cada vez mais no Judiciário brasileiro).

    Por isso não adianta pedir para nossa categoria não desistir ou não desanimar se estamos há 16 anos sofrendo. Não estamos assim só por causa desta luta pontual. Quem dera nosso problema fosse apenas perder esta disputa, e nossos salários tivessem sido reajustados (36%), nossa categoria não fosse mais separada por letras, nosso vale refeição fosse decente, se tivéssemos segurança para trabalhar, se o modelo pedagógico fosse outro, se tivéssemos tempo para preparar nossas aulas, se tivéssemos um bom plano de carreira, se não tivéssemos que nos submeter a avaliações anuais ridículas depois de já sermos concursados, se não existisse bonificação por mérito avaliativo, etc., etc., etc.

    Nosso desanimo presidenta vem há 16 anos. E isto porque continuamos lutando contra um adversário que é MUITO MELHOR nas aramas que utiliza, enquanto nossas melhores armas – QUE são PARALISAÇÃO, GREVE, PALANQUE, IR À MÍDIA, USAR A INTERNET, ENVIAR OS REPRESENTANTES NAS ESCOLAS ,ETC., não temos utilizado com eficácia.

    Nossa melhor arma presidenta, com todo respeito, não é sentar na mesma mesa com o secretário ou com o governador tomar café, apertar as mãos e ouvir que vão “pensar” em nossas propostas. Desde a última reunião que o Sindicato teve com o secretário, muitos de nós já havíamos alertado que NADA melhoraria para o nosso lado.

    Não é porque o Alckmin, diferente do Serra, sentou para nos ouvir que isto significaria que faria o que pedimos. O Alckmin é MUITOOO melhor do que o Serra nisto, pois ele consegue enganar com um sorriso e aperto de mão, enquanto o Serra batia a porta em nossa cara. O pior inimigo é aquele que engana e não o que enfrenta. Sendo assim, não temos que sentar para negociar exigências de 16 anos de PSDB. Não temos mais que tentar convencê-los de nada, não temos mais que tomar café com eles; temos que ir À LUTA e só parar quando o último professor estiver caído. Temos que criar uma REVOLUÇÃO no Estado de São Paulo já mais vista na História. Devemos abrir mão do nosso conforto, do nosso gabinete, das nossas salas de aula, do nosso computador, das nossas casas e irmos lá lutar doa a quem doer. Se tivermos que ir contra tudo e todos, iremos. Se para a população nos apoiar antes precisarmos “sangrar” para mostrar a realidade para ela, assim o faremos.

    Chega de discurso bonito, chega de recurso judicial, chega de fazer politicagem, chega de café’s. É isto que a categoria tem quisto presidenta, mesmo que desanimada. Precisamos de uma voz que motive à LUTA e não motivação provisória. Precisamos pelo menos de UMA VITÓRIA consistente que nos faça crer outra vez em nossa categoria. Precisamos de alguma coisa de fato palpável. Precisamos ver algo de fato mudar. Este é o meu desespero e desejo.

    abçs

    Responder
    • 28. apeoesp  |  25/01/2012 às 19:22

      Prezado professor Fabiano,
      Não estamos fazendo politicagem nem confraternizando com o governo. Iniciamos e terminamos o ano passado com assembleias, atos, mobilizações e, também, com luta judicial e na Assembleia Legislativa. O sindicato utiliza todas as formas de luta, cada qual em seu momento. Como realizar manifestações massivas entre Natal, ano novo, férias e recesso?
      A mobilização deve ser construida por todos. É preciso começar pelo engajamento de todos na luta que estamos desenvolvendo neste momento.
      Bebel

      Responder
      • 29. Fabiano  |  26/01/2012 às 23:20

        Estarei nele presidenta, estarei nele; e aguardando ansiosamente como isto será organizado pelo Sindicato. Vamos INFERNIZAR a vida do PSDB assim como eles têm feito nos últimos 16 anos.

        Abçs

      • 30. apeoesp  |  27/01/2012 às 01:30

        Prezado professor Fabiano,
        O sindicato não está convocando uma manifestação no tribunal. Devemos ponderar como nossas atitudes podem ajudar ou atrapalhar nossa causa.
        Bebel

    • 31. Fabiano  |  31/01/2012 às 03:46

      Pelo jeito não fazer nada não nos levou a ganhar, pelo menos não neste momento. E já sei, também não iremos paralisar porque você ainda irão fazer reunião para ver qual a melhor medida a ser tomada, certo?

      Enquanto isto… aqui estamos nós!
      E depois as críticas que são feitas o Sindicato, representado por sua pessoa, acha que são críticas sem fundamento algum, de professores como nós que estamos contra o Sindicato ou coisa do tipo. Não estamos contra Sindicato, estamos contra esta morosidade, esta resiliência, esta mornidão, esta forma de luta política. Não dá presidenta, eu sei que a sra nem os representantes do Sindicato irão mudar só por causa desta minha posição, mas devo expressar-me e dizer que do jeito que você estão fazendo há 16 anos NÃO DÁ. Mudem a forma de lutar pelo amor de Deus!!!!!!!!!! Se é de fato este o desejo verdadeiro de vocês que aí estão.

      Responder
      • 32. apeoesp  |  31/01/2012 às 08:40

        Przeado professor Fabiano,
        Não entendo o que quer dizer com não fazer nada. Esta discussão só acontece porque o sindicato agiu, ou você acha que o governo soltaria alguma resolução se não tivesse sido intimado pela justiça.
        A decisão foi favorável ao recurso do governo, mas ainda não há sentença final da ação.
        Po oturo lado, nesta semana haverá reuniões de diretoria e CER para decidir sobre os rumos do movimento.
        Bebel

  • 33. antonio da silva  |  25/01/2012 às 19:16

    Não há o que questionar. Já tentei um comentário mais detalhado mas fui literalmente apagado.
    Não importa.
    Lembram-se da 836/97, quando queríamos redução da jornada sem prejuízos no salário? “Eramos chamados de loucos. E agora?
    A Lei 836/97 é bem clara: Hora Salário 60′ , Hora Aula com aluno, 50′.
    Desta vez, Alckimin esta correto.
    Beijos, Bebel………………..

    Responder
    • 34. apeoesp  |  25/01/2012 às 19:28

      Prezado professor Antonio,
      O governador Aklckmin não está correto. Nãop basta somar horas e minutos e jogá-los para cá e para lá para cá para dizer que está cumprindo a lei do piso. A lei visa garantir que haja o número de aulas equivalente a 66,7% da jornada e os restantes 33,3%, no mínimo, destinados a atividades extra-classes. Não se pode raciocinar com os professores saindo de uma sala para outra a cada 50 minutos como se fossem teletransportados, sem um minuto para ir ao banheiro ou conversar com um aluno. São 26 aulas, correspondentes a 26 horas, considerando todos os deslocamentos necessários. O restante do tempo tem que ser dividido entre HTPC e HTPL nas proporções existentes.
      Bebel

      Responder
      • 35. Willian  |  26/01/2012 às 12:45

        Uma coisa que não entendi é esses 10 min. Em todas as escolas que conheço não existe tempo entre uma aula e outra. São 3 aulas de 50 min (7;00 as 9:30h) + 20 min (intervalo) + 3 aulas de 50 min (9:50 as 12:20h). NUNCA tivemos 10 min para ir ao banheiro, atender alunos, ou qualquer outra coisa. Isso nunca existiu e mesmo se existisse, imaginem os alunos em troca de aula demorando 10 min para entrar, não seriam 10 min seriam pelo menos 20 min (com boa vontade) pois eles ficam passeando e bagunçando. Basta olhar a volta do intervalo o caos que é a escola, todos os dias a mesma briga para entrarem nas classes, se sentarem, se acalmarem, etc… Isso sem falar na falta de inspetores para organizar. Totalmente inviável. Seria ótimo, porém, não funcionaria sem que a escola tivesse estrutura para isso. Da forma que as escolaas se organizam (em total abandono, fazendo ‘”o que dá”) sem chance de sucesso. Funciona melhor 26 aulas normais com alunos, HPTC’s e HTPL’s para se fazer o que deve com calma e tempo.

  • 36. Marisa Martins  |  25/01/2012 às 19:37

    Maria Izabel
    Pelo que entendi até aqui, é que o governo deu um golpe de mestre transformando aulas/ horas em aulas minutos ( alterando LC 836/97) e o que poderemos vir a ganhar na segunda -feira será apenas os 10 ou 15 minutos do intervalo, certo?

    Responder
    • 37. apeoesp  |  25/01/2012 às 19:40

      Prezada professora Marisa,
      O golpe não foi de mestre. Uma resolução não pode alterar uma lei. Ainda há muito questionamento a ser feito. Na segunda feira poderemos ganhar 7 horas semanais de diferença com o que propõe o Estado, para que nossas aulas possam ter mais qualidade e para que possamos ser mais valorizados profissionalmente.
      Você pode apoiar a nossa luta ingressando com mandado de segurança individual e incentivando outros professores a também fazê-lo.
      Bebel

      Responder
  • 38. jane  |  26/01/2012 às 00:53

    Por favor Bebel me tira uma dúvida hoje eu passei na minha escola e pedi para consultar a minha pontuação consta 6,377e 35 na nota da prova e 915 dias trabalhados gostaria de saber se somando esse pontos não ultrapassa 40 pontos como não posso mais entrar com recurso oque posso fazer ou realmente está correto pois sou contratada.

    Responder
    • 39. apeoesp  |  28/01/2012 às 00:02

      Prezada professora Jane,
      Me desculpe pela demora, mas nem sempre tenho condições de responder publicar todos os comentários, que estão na média de um por minuto aqui no blog.
      Você só poderia somar o tempo de serviço à nota da prova, até o limite de 8 pontos, se tivesse mais de 5 anos de efetivo exercício na rede estadual de ensino.
      Bebel

      Responder
  • 40. Simone Ponci  |  26/01/2012 às 09:42

    Bebel, já preenchi o mandato, onde entrego?

    Responder
    • 41. apeoesp  |  27/01/2012 às 14:49

      Prezada professor Simone,
      Na subsede da APEOESP.
      Bebel

      Responder
  • 42. Rebeka Gonçalves Dias  |  26/01/2012 às 11:51

    Prezados

    Nosso governo não se importa com a qualidade da educação e tenta, em vão, ter mais tempo para continuar com sua política de sucateamento do ensino público. O estado mais populaso do Brasil não pode deixar isso acontecer. Toda população tem o dever de se manifestar pelo ensino público de qualidade.

    Obrigada,

    Rebeka

    Responder
  • 43. Daniela  |  26/01/2012 às 11:56

    Prezada Maria Izabel

    Parabéns pela sua luta em favor da nossa categoria. Parabenizo também ao juiz que nos concedeu a liminar. No entanto, há uma dúvida que me deixou intrigrado: o governo pode aumentar a nossa jornada de 40 horas /aula para 48 horas/aula e ainda assim nos pagar o mesmo salário?

    Luiz

    Responder
    • 44. apeoesp  |  26/01/2012 às 12:16

      Prezada professora Daniela,
      Obrigada. Essa é uma das questões que estamos questionando na resolução da SEE.
      Você pode contribuir para esta luta, ingressando com mandado de segurança individual e incentivando outros professores a fazê-lo.
      Bebel

      Responder
  • 45. Claudio Galeote Rentas  |  26/01/2012 às 12:22

    Olá, bom dia.
    A lei do piso é Federal, portanto deve seguir as resoluções no âmbito nacional. Se for aceita essa medida de São Paulo, isso deverá repercutir em todo país, instaurando o caus na educação, pois todos os estados e municipios seguirão a mesma tendência. Penso que deve-se mostrar como essa Lei é tratada em alguns estados para melhor informar nossa população, pois o que é dito na mídia se torna uma verdade absoluta, e nós professores, como sempre seremos os culpados pelos fatos ocorridos, por exemplo se houver a greve.
    Obrigado.
    Prof. Claudio

    Responder
  • 46. João  |  26/01/2012 às 13:12

    Oi Bebel

    Ainda não desanimamos!!! Enquanto a palavra final não for dita ainda há esperança.

    Há boatos de que o governo usará a desculpa de atraso no início das aulas para barrar a suspensão da atribuição de aulas. Não permitam tal argumento. Tenho certeza de que os professores preferem perder o recesso de julho (15 dias férias + 15 dias recesso) e só gozar dos 15 dias das férias e ter a jornada extra classe pra sempre. Não deixem que usem esse argumento tal como fizeram em 2010.

    Obrigada e estamos na vigia.

    Responder
    • 47. apeoesp  |  27/01/2012 às 14:44

      Prezado professor João,
      Que ótimo. Temos muito pelo que lutar.
      Vamos considerar seu argumento.
      Bebel

      Responder
  • 48. Lúcia  |  26/01/2012 às 13:42

    No twitter do Padula,está um link sobre o governador do RS que até 2014, não cumprirá a lei do piso… infelizmente este sujeito, está feliz e debochado, pq sabe o poder que esse cretinos do partido têm.
    Pra mim particularmente, é altamente incoerente o que o tal desembargador fez com a nossa liminar, dado um texto claro e coerente que ressaltava entre outros o que demosntraria caso eles recorressem à instância superior: ” ameaça séria à República enquanto Estado Democrático de Direito.”
    Infelismente e concomitante, é o caso do Pinheirinho e a resposta da justiça a favor dos canalhas!
    Acho que é por isso a descrença do professor!

    Responder
  • 49. Sonia Maria0  |  26/01/2012 às 15:52

    Srª Presidente,
    Um dos meus medos é que, como as aulas começam no dia 1º de fevereiro, mesmo que consigamos vencer, eles aleguem que não há mais tempo para mudar nada este ano e empurrem para 2013, como normalmente fazer…
    O certo seria que as atribuições fossem refeitas a qualquer momento, mesmo estando já em aulas, pois isto já devia ter sido aplicado desde 2008… Se alguém alegar que os alunos serão prejudicados, devemos atribuir esse prejuízo ao governo! Que se aplique imediatamente!
    Corremos esse risco de que a solução para tudo fique para 2013?

    Responder
    • 50. apeoesp  |  27/01/2012 às 14:11

      Prezada professora Sonia Maria,
      O risco é inerente à vida, mas acredito que temos condições de reverter o processo pois o semestre letivo está apenas começando.
      Bebel

      Responder
  • 51. dirceu  |  26/01/2012 às 16:59

    (retirei o comentário abaixo de um site de noticias evangélicas) notem como o professor é considerado….

    “Ainda não sei porque ainda leio seus comentários….IGNORANTE.. É apenas um professor de história…coitado…..passar bem……”

    Responder
  • 52. Prof. Airton  |  26/01/2012 às 17:25

    Bebel,

    E quanto ao vale-refeição/alimentação? Será que vamos aceitar novamente R$ 4,00 diários ? Já faz muitos anos que não há reajuste e além disso o pagamento é feito com base em uma fórmula complicada que exclui grande parte dos professores. Vamos reivindicar o reajuste do vale-refeição/alimentação para R$ 20,00 diários multiplicados por 22 (vinte e dois) dias úteis mensais!

    Prof. Airton

    Responder
    • 53. apeoesp  |  26/01/2012 às 18:01

      Prezado professor Airton,
      Sim. O reajuste do vale alimentação está e vai permanecer na nossa pauta de reivindicações. O assunto é gerido pela Secretaria de Gestão Pública e há um movimento de todos os sindicatos de servidores estaduais para que haja este reajuste.
      Bebel

      Responder
  • 54. Jr.  |  26/01/2012 às 18:31

    A FSP publicando incorreções não me surpreende. Este veículo de comunicação é useiro e vezeiro neste tipo de ação.

    Responder
  • 55. clarice rodrigues de lima  |  26/01/2012 às 18:39

    Bel,
    preciso saber como esta processo de categoria L para mudar para categoria F
    Visto que trabalho na rede desde 1989

    Profº Clarice Rodrigues de Lima

    Responder
    • 56. apeoesp  |  27/01/2012 às 02:19

      Prezada professora Clarice,
      Esta informação é obtida junto ao departamento jurídico da APEOESP.
      Bebel

      Responder
  • 57. wagner santos  |  26/01/2012 às 19:17

    É lamentável que ainda nós professores, que teoricamente seriamos politizados , ainda não consigamos nos unir e defender com consistência os nossos e os interesses da educação dos nossos jovens. A cada dia nossa profissão fica precarizada nas mãos de quem não entende nada ou não tem mínimo interesse de resolve-los. Surgem por isso políticos com teorias mirabolantes,observemos a nova do Mercadante, o mesmo desconhece os estágios que o futuro professor é submetido antes de entrar em sala, e por ai vai, de erro em erro “pagamos o pato”.

    Responder
  • 58. Paulo Roberto Lizas  |  26/01/2012 às 20:42

    O fato é que ganhando ou não,todos nós professores e funcionários públicos temos uma obrigação, para fazer valer o jogo democrático.
    Defenestrar, extinguir, erradicar, com uma campanha política forte a sigla do PSDB e de seus aliados da administração do Estado de São Paulo, assim como o resto do Brasil fez nas últimas eleições presidenciais, receberam NÃO na primeira e um NÃO na segunda.,
    APEOESP por gentileza divulgue a lista dos deputados que votaram favoravelmente à lei que instiui as categorias F,L e O, a pova idiota para atribuição e outras perversidades.
    Queremos alertam o maior número de eleitores contra esses inimigos dos professores.
    Não precisamos de violência e sim de estratégias para tirar esses péssimos políticos de nossa vida.

    Paulo

    Responder
  • 59. Juliana  |  27/01/2012 às 12:12

    Maria Izabel
    Eu concordo com o professor Roberto quando ele diz que vcs precisam ir à mídia, ou como se diz popularmente BOTAR A BOCA NO MUNDO, pois a população só sabe o que a mídia leva até ela ou seja, que professor reclama de barriga cheia, que é rico, que só pensa em greve! entre outros.
    Mas não sabem o quanto sofremos com as injustiças do governo.Um exemplo é o que fizeram com a categoria L e O que ficamos sem receber um centavo no mês de janeiro.
    Vamos Bebel procure principalmente a TV e fale em nosso nome o que acontece verdadeiramente, pois, é assim que conseguiremos o apoio da população brasileira!!!!!!!!!!!!!!!!!

    Responder
    • 60. apeoesp  |  27/01/2012 às 13:15

      Prezada professora Juliana,
      A APEOESP está constantemente em contato com a mídia e a alimenta o tempo todo com nossas posições e informações. A tv não nos dá espaço não por não a procurarmos, mas por interesses.
      Bebel

      Responder
  • 61. Paulo Roberto Lizas  |  27/01/2012 às 16:06

    Professores, precisamos criar um movimento democrático que nos permita lutar contra o maior dos males que nos aflige, os metalúrgicos o fizeram em pleno governo militar, por que nós não podemos?
    Existe uma máxima de que na extinta URSS, quando famílias que eram obrigadas a conviver na mesma casa, reclamavam sobre isso ao governo, obtinham como resposta, a companhia de um bode, então voltavam a reclamar e o governo generosamente retirava o animal da casa, as famílias ficavam aliviadas e agradeciam aos seus governantes.
    Essa situação é similar a ter 200 dias de interstício, reclamar e no fim ficar com 40 dias (quarentena)sem poder trabalhar.-Muito obrigado, Doutor!
    A ecologia está em voga, o homem tem que aprender a respeitar o planeta e principalmente permitir que as outras criaturas vivam bem em seu habitat natural, vai daí, que não devemos ter aves em cativeiro e também não é bom que elas fiquem em nossos muros,porque mesmo involuntariamente podem trazer malefícios a nossa saúde !
    Em outubro deste ano e em 2014, temos de aderir à campanha:
    TIRE ESSA AVE DE CIMA DO MURO

    Responder
  • 62. Thiago Biselli  |  07/02/2012 às 01:16

    Bebel, A Justiça manteve provisoriamente a resolução 8 sobre jornada. Agora como fica ? Quando será a ordem judicial definitiva ?

    Responder
    • 63. apeoesp  |  07/02/2012 às 01:38

      Prezado professor Thiago,
      O julgamento deve ocorrer brevemente e temos ainda várias possibilidades jurídicas.
      Bebel

      Responder

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