Secretário utiliza página da SEE para atacar a APEOESP

27/01/2012 at 21:23 77 comentários

O Secretário Estadual da Educação, Herman Voorwald, publicou na página da Secretaria na Internet, nesta sexta-feira, 27 de janeiro, uma auto-entrevista na qual procura desqualificar a luta da APEOESP pela aplicação da composição da jornada docente prevista na lei 11.738/08 e exaltar seus supostos feitos à frente da SEE.

Há um aspecto legal que estamos examinando. Pode um Secretário de Estado utilizar um espaço sob sua responsabilidade para fazer proselitismo contra entidades com as quais a secretaria que dirige está em litígio judicial? Pode o Secretário ilustrar esta auto-entrevista com uma foto sua? Isto não configura auto-promoção? O principal, porém, é que a auto-entrevista do Secretário contém afirmações que não podem ficar sem contestação.

Primeiro, ele diz que São Paulo (leia-se o governo do PSDB) não havia contestado o limite máximo de 2/3 de aulas previsto na lei do piso no Supremo Tribunal Federal. Trata-se de uma meia verdade, pois foi amplamente noticiado que o Governo de São Paulo, na gestão de José Serra, juntamente com os estados de Minas Gerais, Tocantins, Roraima e o Distrito Federal, incentivou e apoiou a iniciativa dos governos do Ceará, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Mato Grosso do Sul e Paraná de contestar a lei 11.738/08, por meio de Ação Direta de Inconstitucionalidade. A ADIN foi derrotada no STF.

Depois ele diz que tomou a iniciativa de chamar as entidades ao diálogo no início de sua gestão antes mesmo que isto fosse solicitado. Não é verdade. A APEOESP protocolou um longo documento no qual solicitava uma audiência com o secretário já no dia 3 de janeiro de2011. Areunião ocorreu no dia 6 de janeiro de 2011. Naquele momento, o Sr Voorwald tentou se mostrar receptivo e afeto ao diálogo. Ao longo do tempo a máscara foi caindo.

O Secretário diz que foi surpreendido com a ação judicial da APEOESP, que ganhou liminar no mês de novembro, quando, segundo ele, ainda tinha “semanas” de prazo para publicar uma resolução. Esta frase evidencia o caráter autoritário deste Secretário e como ele desconhece a realidade dos professores e das escolas estaduais. Há meses vínhamos solicitando a ele e a outros membros da SEE uma conversa sobre o assunto. A Secretaria apenas protelava. Adivinhávamos que poderia acontecer o que de fato houve: a secretaria tenta ludibriar os professores, o judiciário e a opinião pública com manobras aritméticas. Como o Secretário pode imaginar que os professores pudessem esperar estas “semanas” sem ter nenhuma clareza sobre como seria sua jornada de trabalho em 2012?

O Secretário diz que seu foco é pedagógico e para ele esse tema nunca se restringiu a números sobre horas de trabalho. Ora, a SEE nada mais fez, com a resolução 8, que contrapor números à qualidade de ensino; contrapor números à valorização do professor; contrapor números à exigência de uma lei que demandou décadas de lutas dos professores para que possam ter condições de preparar e qualificar melhor suas aulas em benefício dos alunos das escolas públicas.

Para explorar suposta contradição da APEOESP, o Sr. Voorwald remonta a um episódio ocorrido em 2006, quando a SEE decidiu por resolução extinguir os intervalos entre aulas previstos na lei complementar 836/97, para que pudesse ampliar o número de aulas. Ora, naquele momento não estava em discussão de uma lei da importância e alcance da lei 11.738/08. Hoje não estamos discutindo o destino destes intervalos, mas cobrando a correta implementação da lei, de acordo com sua concepção pedagógica. Quem, então, sobrepõe os números às questões pedagógicas?

O Secretário diz que pretendia discutir a composição da jornada de trabalho no primeiro semestre de 2012. Além de ser um recurso protelatório, o fato é que isto nunca nos foi dito.  De uma forma que considero desleal e provocativa, o Secretário termina sua auto-entrevista fazendo uma avaliação sobre a atual direção do nosso sindicato que, até então, enquanto teve a intenção de posar de negociador, não havia verbalizado. Este tipo de postura não nos intimida e não nos intimidará, mas diminui a sua figura como autoridade educacional.

Respeito as minorias, mas posso discordar dos métodos que alguns grupos utilizam. O Secretário sabe que minha forma de atuar não é a mesma desses grupos e deve lembrar-se de que minha postura evitou um confronto desagradável na audiência pública do dia 30 de novembro na Assembleia Legislativa, quando os ânimos de ambas as partes estavam exaltados.

Por outro lado, minha autoridade como representante de minha categoria profissional não é fruto do acaso, nem me foi dada, mas resulta de um mandato sindical que me foi conferido e reafirmado por três vezes, pelo voto direto dos professores. Esta história tem que ser respeitada.

O Secretário tem um grave problema: ele pretende gerir os problemas de uma secretaria complexa como a SEE, impondo a agenda, escolhendo a dedo seus interlocutores e querendo tocar sozinho o tambor. Mas, na área da educação, todos tocam o tambor juntos. Por exemplo, ele diz que há diálogo e negociação, mas não é bem isso que se passa na comissão paritária da carreira.

Esperávamos que São Paulo pudesse ter um Secretário da Educação à altura de seus problemas educacionais, da grandeza de sua rede de ensino e dos desafios que estão postos. Infelizmente, temos apenas “mais um” Secretário, igual a tantos outros que já passaram pelo cargo.  E nós conhecemos e enfrentamos, junto com os professores e a comunidade escolar, outros secretários autoritários.

Maria Izabel Azevedo Noronha – Presidenta da APEOESP

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Primeira liminar de mandado de segurança individual foi deferida A aritmética da Secretaria da Educação e o mundo real

77 Comentários Add your own

  • 1. Luciana  |  27/01/2012 às 21:35

    Com todo respeito Bebel, a APEOESP “espera” demais.

    Responder
    • 2. apeoesp  |  28/01/2012 às 03:13

      Prezada professora Luciana,
      Você tem o direito de manifestar sua opinião, mas discordo frontalmente dela.
      Bebel

      Responder
      • 3. suraya caram  |  28/01/2012 às 13:57

        (Continuando , perdoe-me , mas tive um problema com o computador!)
        …pois nunca temos por lá representantes em número suficiente que possam se sobrepor à bancada governista quando necessitamos na hora , por exemplo , da votação de uma lei quenos possa prejudicar. Outro fator preponderante : onde estão os professores quando é necessária a paralisação ou a mobilização ?Por amarga experiência própria , mobilizar os colegas para se engajarem na luta é desgastante , estressante e , por vezes decepcionante. Mantê-los nela , então , nem se fala…Como vê não é o sindicato que espera , somos nós que não nos movemos…é , portanto, injusto jogar a culpa no sindicato…

    • 4. suraya caram  |  28/01/2012 às 13:43

      Prezada Luciana,

      Com todo respeito tbém. , eu lhe diria que o sindicato faz a parte dele . Quem não faz o dever de casa somos nós mesmos a começar pelas escolhas políticas de muitos de nós que inacreditavelmente ainda elegem PSDB e coligações de forma que a composição da bancada de Deputados na ALESP sempre , ao longo desses últimos quase 20 anos nos coloca em desvantagem , pois nunca temos por lá representantes em número suficiente que possam se sobrepor à bancada governista quando necessitamos na hora , por exemplo , da votação de uma lei que
      nos possa prejudicarpor amarga experiência própria , que qua

      Responder
    • 5. Paulo Cezar dos Santos  |  28/01/2012 às 19:17

      Professora, penso que não é a APEOESP que espera demais, pelo contrario penso que a nossa categoria que espera demais da APEOESP, ficando de braços cruzados achando que nosso sindicato não presta….. precisamos parar de criticar e agir, pois as coisas estão do jeito que estão, porque nós permitimos , pois nós somos o Sindicato, sem nosso apoio as lutas do sindicato se tornam mais dificeis … No dia da atribuição 23/01 , ouvi uma prefessora efetiva dizer assim : por isso me desfiliei da APEOESP , pq nunca consegue , e por isso nunca participei de greves pra quê ? não adianta nada vou ficar pagando pra n ão fazerem nada…. Então daí da vc perceber pq a Luta do nosso sindicato muitas é mais demorada e dificil, e mesmo quantas conquistas não temos tido ? E infelizmente essa professora , também é beneficiada pelas nossas conquistas e olha que pagamos e participamos das lutas que acabam beneficiando até estes “Professores” mente pequena…..

      Responder
  • 6. ericleslealEricles  |  27/01/2012 às 22:10

    O imbróglio da liminar “cassada” continua. O secretário da Educação até agora apenas discursou fazendo encontros regionais com as DEs e algumas entidades da categoria do magistério para na “calada da noite” dar o bote. Estamos cientes agora de que é apenas mais um do PSDB a negociar liminares com desembargadores que são nomeados pelo governador de Estado.Assim fica fácil cassar liminar. Vamos ver o que vai acontecer na segunda-feira no TJ.De antemão não se surpreendam se a justiça votar a favor do governo. Valeu!

    Responder
  • 7. José Carlos  |  27/01/2012 às 22:14

    Observo que na liminar solicitada pela Professora da Praia Grande há uma incoerência na justificativa, não brigamos para termos que cumprir 1/3 de 40 horas, e sim para termos que cumprir 1/3 da jornada de 40 horas-aulas (50 minutos cada hora aula). Neste imbróglio, vejo que a astúcia do Governo do Estado esta ancorada no fato de que falta conceituação do que seja hora-aula, sempre recebi por horas-aulas, e aulas de 50 minutos ou 45 minutos, inclusive é documento fundamental o próprio demonstrativo de pagamento, que deixa claro que não recebemos por hora e sim por aulas, e que nossa jornada chamada de 40 horas sempre foi uma jornada de no máximo de 2000 minutos e não de 2400 conforme citado na resolução, tanto que esse tempo equivale a 33 horas e 1/3 de uma hora, portanto, esta ocorrendo uma redução de salário ou uma ampliação da carga horária com o mesmo salário. Ainda não levei em conta peculiaridades especificas de nossa jornada, não considerando que no período noturno essa hora-aula é de 45 minutos.

    Responder
    • 8. apeoesp  |  28/01/2012 às 03:12

      Prezado professor José Carlos,
      A aplicação correta da lei do piso é de 26 aulas, em 26 horas, ficando o restante para atividades extraclasses. Em cada uma das 26 horas destinadas a aulas, 50 minutos devem ser para interação com alunos e o restante para atividades relacionadas a à aula. Quanto ao pagamento, há controvérsias, pois o estado afirma que o pagamento é feito por hora-trabalho, ou seja, paga pelas 40 horas.
      Bebel

      Responder
      • 9. Paulo Cezar dos Santos  |  28/01/2012 às 19:21

        Bebel , em relação ao pagar hora aula /ou hora relogio simples nos holeriths está expresso em aulas , en tão não há duvida quedeles nos paga por aulas e não por hora

      • 10. apeoesp  |  28/01/2012 às 19:46

        Prezado professor Paulo Cezar,
        Estamos examinando esta questão, porque a lei 836 fala em hora-trabalho de 60 minutos e o holerite não tem o mesmo valor jurídico.
        Bebel

  • 11. Rubens  |  27/01/2012 às 22:28

    Parabéns Bebel! Gostei muito respondeu na íntegra. Nem digo mais nada desse senhor viu.

    Abraços.

    Responder
    • 12. apeoesp  |  28/01/2012 às 00:06

      Prezado professor Rubens,
      Obrigada.
      Bebel

      Responder
  • 13. fabio nobre  |  27/01/2012 às 22:32

    Dialogo não funciona com o PSDB.

    Se eu engolir mais esse “Sapo” que já estava ganho, vai ser duro.

    Maquiavel neles

    “os fins justificam os meios”

    Use os “recursos” nas pessoas certas, que ganhamos a causa.

    Responder
  • 14. Benedito  |  27/01/2012 às 22:32

    Essa auto -entrevista assinala duas coisas: a primeira é uma orientação aos juízes que irão julgar o caso; a segunda não se chuta cachorro morto, com toda a certeza a coisa para ele não está fácil.È hora do contra ataque , matéria paga em vários jornais explicando o que é a lei do Piso , e quantas vezes eles perderam e recorreram mostrando que desde o início não se tinha interesse por parte da secretaria em obedecer uma Lei federal, bem como a fala de uma autoridade tanto jurídica quanto educação sobre a importância da lei do Piso para a qualidade de ensino no Brasil e nos Estado de São Paulo.
    Benedito

    Responder
    • 15. Cristina  |  28/01/2012 às 13:46

      Também desconfio da “intenção” e do momento em que foi veiculado a auto-entrevista. É pena, mas uma realidade, desconfiarmos da insenção dos magistrados.

      Responder
  • 16. Prof. Pedro (Diadema)  |  27/01/2012 às 22:33

    Professora Maria Izabel Noronha!
    “Gato escaldado tem medo de água fria”. Este ditado muito proferido no NE Brasileiro represente o que escrevi em outros comentários a respeito de Sr, cuja cabeça funciona ao seu instinto ” Engenheiro” e nunca educador.
    A truculencia deste Sr, ficou evidente nas chamadas reuniões de polos em 2011, pois mudou todo conteúdo das reuniões para escrever o que era de seu interece e os professores (a maioria) acreditaram nas suas mentiras.
    Quando eu afirmo em meus comentários que devemos denunciar em todos os meios de comunicação como a educação é tratada por este governo e sua cambada agora acho que tenho razão ou não?
    Foi ridículo o que ele postou e falou, o ridículo e elogio para este Sr.
    Simplismente ele nos chama de incompetentes, vagabundos e aproveitadores esta é a verdade.
    O seu capanga (Sr. Padula), afirma em seu Twitter que em fevereiro o Sr. Hermam volta aos polos e vai visitar escolas. Devemos fazer uma máscara deste Sr. com nariz de palhaço e fazer prosença de protesto onde este Sr. estiver.
    Abraço.
    Prof. Pedro (Diadema).

    Responder
  • 17. ENIO ROMEU DOS SANTOS  |  27/01/2012 às 22:58

    prezada Maria iZABEL, ESTE já tem seus dias contados, na proxima greve derrubamos o autoritário.

    Responder
  • 18. Débora  |  27/01/2012 às 23:00

    Olá Bebel!Não é de se espantar que o PSDB é bom em retórica, como o senhor governador, porém, são todas baseadas em falácias.Não sejamos ingênuos, vamos usar o argumentos do secretário contra ele mesmo.Disponibilize esta auto entrevista aos que nos vão defender judicialmente na segunda feira.Vamos preparar a nossa defesa diante dos discursos falaciosos e contraditórios deles. Procure usar exemplos: qualidade não se conjuga com menor tempo de preparação das aulas…faça os magistrados se sentirem em uma sala de aula lotada, com baixos salários, sem tempo e recursos para se atualizarem, etc…
    Sejamos ágeis pois o discurso dos mesmos em defesa da decadência da educação paulista está dada.
    Um abraço e boa sorte a todos nós!
    Obrigado por lutar e não desistir de nós educadores.

    Responder
    • 19. apeoesp  |  28/01/2012 às 00:04

      Prezada professora Débora,
      Obrigada pelo apoio. A luta é de todos.
      Bebel

      Responder
  • 20. morgause25  |  27/01/2012 às 23:12

    Cara Bebel!!!
    Parabéns pela garra e disposição de sempre continuar de pé e lutando para “acertar o que está defeituoso e aparar arestar” entre as entidades quando preciso. É de representantes assim, com coragem, caráter e bom senso que esta categoria necessita…e muito.
    Agora, quanto as palavras do “Sr. Secretário”, causa-me um certo asco imaginar até aonde ainda irão as mentiras do Governo…Será mesmo que Eles acreditam que podem dizer o que bem quiserem, sem sequer supor que seu, por assim dizer, adversário (APEOESP), tem e pode comprovar a não veracidade de tais afirmações? É horrível dizer, mas este Senhor e seus comparsas não merecem outro lugar que não a cadeia.
    Força!!!!
    Obrigada!!!

    Responder
    • 21. apeoesp  |  27/01/2012 às 23:59

      Prezada professora Morgause,
      Muito obrigada pelas palavras e pelo apoio. Esta luta é de todos n´so.

      Responder
  • 22. Wanderley José  |  27/01/2012 às 23:16

    O secretario da educação brincou de ser democrático “chamou” os professores para bater um papo e depois desqualifica a Apeoesp.

    Ainda vamos falar com o psdb?
    O ESTADO DE SÃO PAULO NÃO MERECE O NOSSO TRABALHO!

    Responder
  • 23. emerson  |  27/01/2012 às 23:24

    BEBEL votei em voce para me representar e votarei de novo eu nao votei nele para ser meu secretario … parabens pela sua atitute e vamos a luta

    Responder
    • 24. apeoesp  |  27/01/2012 às 23:55

      Prezado professor Emerson,
      Obrigada. Vanmos lutar ainda mais para vencer esta e as outras lutas.
      Bebel

      Responder
  • 25. Lidia Eliane  |  27/01/2012 às 23:54

    Olá Maria Isabel!

    Sempre me causou estranheza o fato
    do Sr Governador e do Sr Secretário,
    por diversas vezes se referir aos
    professores de forma desrespeitosa e
    o sindicato não se posicionar de forma
    a combater essas atitudes deselegantes
    por parte deles.

    Nesse contexto não sei se cabe um processo,
    mas quando eles extrapolam, não é o caso
    de entrar com um processo por danos morais?
    Ainda mais em uma profissão em que é
    essencial que possamos contar com o respeito
    e o credito das comunidades na qual
    trabalhamos?

    Responder
    • 26. apeoesp  |  27/01/2012 às 23:56

      Prezada professora Lidia,
      Obrigada. Nem sempre o caminho da justiça é cristalino como gostaríamos que fosse.
      Bebel

      Responder
  • 27. Bruno  |  28/01/2012 às 00:21

    O professor que ama a carreira.

    Trabalhei dois anos como (cat f), fui “rebaixado” para “L” fiquei mais uns três anos assim, preocupado, inseguro, pensativo, mas persistindo…
    Entre esses intervalos de anos letivos, prestando provas , mostrando que sou capaz, tirando notas quase máximas e sabem o que obtive como prêmio ? Fui rebaixado a categoria “o” (leia-se tapa buracos é assim que milhares de professores nesta condição se sentem).
    Mas nunca desisto! repito tenho vinte e cinco anos , julgu-me competente para desenvolver qualquer atividade que jovens da minha idade vislumbram , pelo glamour , salário e status.
    Mas eu não , prestei concurso e fui aprovado, pósposto a isso tive que me submeter a um curso preparatório ( com uma avaliação no final, sempre sendo avaliado! rs) vi muitos caírem pelo caminho , muitos desistirem pelas salas dos professores, e eu , rs , agora estou sendo provado novamente ! prêmio pela garra e empenho , rs um período probatório de três anos pela frente.
    Por isso que muitos professores desistem de dar boas aulas , ter mais paciência com os alunos, se afastam constantemente , arriscando suas vidas em escolas violentas ( assim como já fui ameaçado diversas veses ).
    Mas eu não desisto ! é como se você tivesse que se esforçar muito, muito e muito para não sair do lugar!
    Por isso que não vemos mais bons profissionais ,jovens , na educação ávidos para construir conhecimento.
    Mas eu não desisto , eu trabalho por amor, sou um romântico e acredito que podemos lutar.
    Isabel sua paciência e o carinho com que responde a todos esses comentários espanta-me , nunca desista da sua luta.

    Desabafo de um jovem professor!

    Responder
    • 28. apeoesp  |  28/01/2012 às 02:58

      Prezado professor Bruno,
      Obrigada.
      Entendo seu desafabo e também admiro sua persistência. Não podemos ceder aos que não têm nenhum compromisso com a educação. Lutando, chegaremos à vitória.
      Bebel

      Responder
  • 29. fabio nobre  |  28/01/2012 às 00:30

    veja como seus próprios olhos como e tratado o golpe militar de 64.

    http://www1.folha.uol.com.br/poder/1040541-governo-de-sp-trata-golpe-militar-como-revolucao-em-site-oficial.shtml

    Estamos em guerra, desculpe, mas as armas tem que ser outras.

    “$” em quem precisar.

    Responder
  • 30. carlos  |  28/01/2012 às 00:45

    Bebel, firme em nosso propósito. Temos de ter cabeça fria , mas sem perder a nossa auto estima. Temos que endurecer sim mas sem perder a ternura jamais. a fala desse senhor parece ja ser um suspiro de condenado que ja viu que vai perder.O mais triste a constatar Bebel é que o estado de sao paulo não quer estabecer alei do piso, não por que não tem dinheiro , mas por que é uma lei federal. O mesmo ocorreu com a cracolandia: quando perceberam q o govewrno federal ia intervir, fizeram aquelas atrocidadeds. No pimheirinho a msm coisa. São uns fanaticos que perderam anoçao das coisas. força e luta, vamos avante.

    Responder
    • 31. apeoesp  |  28/01/2012 às 02:53

      Prezado professor Carlos,
      Muito obrigada pelo apoio e pela sua análise.
      Bebel

      Responder
  • 32. Marcela  |  28/01/2012 às 00:54

    A máscara já caiu, porém, dá para perceber que ele está preocupado é com o próprio tombo q está por vir…….Fora maionese!!!

    Responder
  • 33. Celina  |  28/01/2012 às 01:04

    Bebel

    Na 2ª feira, se decidirem pelas 26 aulas, o Governo poderá recorrer impendindo nova atribuição ou a mesma acontece imediatamente?
    Agradeço e parabéns pela luta!

    Responder
    • 34. apeoesp  |  28/01/2012 às 02:51

      Prezada professora Celina,
      Se os desembargadores decidirem que a resolução não cumpre a liminar, não restará mais alternativa ao governo. Terá que providenciar outra atribuição de aulas com base no que estabelece a liminar.
      Bebel

      Responder
  • 35. DaniLopes  |  28/01/2012 às 01:25

    Incrível como entra e sai secretários da Educação e tudo continua na mesma!! Esse último parecia a luz no fim do túnel, e conseguiu dar esperanças a muitos de nós! Juro que até eu, que sou incrédula, acreditei em dias melhores! Sabedores do que temos em mãos, só podemos é lutar cada vez mais! Temos de vencer pelo cansaço!!!!!!

    Responder
  • 36. silvia miranda  |  28/01/2012 às 01:57

    Bebel boa noite

    Gostaria de saber com mais detalhe como vai ser essa reunião (audiência) e quem irá participar, quem poderá falar (somente os advogados? ou quem e para quem?) e que horas isso irá acontecer e onde? Terá alguém atualizando o site para podermos acompanhar? Vai ter algum encontro de professores na Sé?
    Estou rezando para que a justiça seja feita e que Deus ilumine a boca e principalmente o coração dos envolvidos nessa reunião.
    Se for possível explicar o que exatamente irá acontecer na 2ª feira eu agradeço.
    Independente do resultado parabéns.

    Responder
    • 37. apeoesp  |  28/01/2012 às 02:46

      Prezada professora Silvia,
      A sessão é entre os desembargadores e somente eles e os advogados podem falar.
      Não está previsto encontro de professores na Sé.
      Vamos manter as informações atualizadas ou divulgar o resultado assim que possível.
      Bebel

      Responder
      • 38. JOÃO MARIANO "URGENTE"  |  28/01/2012 às 11:37

        bebel,gostaria de saber sobre as correlatas e as aulas e projetos que irão para atribuição depois de esgotadas as aulas,pois as correlatas não iriam só no final de toda a atribuição ou entendi errado,e com rferencia ao mes de fevereiro e 1/3 de feria q eu era L e cai p O,não tenho direito nenhum?

      • 39. apeoesp  |  28/01/2012 às 12:12

        Prezado professor João,
        As correlatas são atribuídas no processo inicial.
        Quanto às férias e demais direitos você protocolar requerimento na UE solicitando seu pagamento, aguardar a resposta e, depois, ingressar com mandado de segurança por meio do departamento jurídico da APEOESP para pleitear este pagamento.
        Bebel

  • 40. Cristina  |  28/01/2012 às 04:02

    Bebel
    PArabéns, estaamos com vc, eu sua equipe, confio em vcs,parabéns, continue assim , obrigada pelo q fazem pro nós
    beijos

    Responder
    • 41. apeoesp  |  28/01/2012 às 12:04

      Prezada professora Cristina,
      Muito obrigada pelo apoio.
      Bebel

      Responder
  • 42. Paula  |  28/01/2012 às 04:39

    Bebel Boa Noite!
    Tenho algumas dúvidas…
    Sou Categoria O… desde 18/01/2010 à 21/12/2011
    Nosso contrato é de 12 meses? Foi cancelado antes… Por isso não temos direito a receber o mês de janeiro por causa da quarentena… Mais isso esta correto, se o contrato é valido por 12 meses? No ano de 2011 começei como eventual e no mês de junho atribui aulas… tenho direito ao bônus? Os professores que fizeram o requerimento para receber as férias…conseguiram? Já conversei com o juridico da apeoesp e me orientaram a fazer um requerimento e entregar na diretoria. Tem um modelo específico?
    São dúvidas que a diretoria de ensino não consegui sanar.
    Obrigada pela sua atenção!

    Responder
    • 43. apeoesp  |  28/01/2012 às 12:01

      Prezada professora Paulo,
      Seu contrato durou mais de 12 meses, pois se iniciou em 2010 e foi prorrogado até o final de 2011.
      Você deve procurar a sua subsede para retirar o modelo de requerimento para solicitar o pagamento das férias. Esta providência é necessária antes de eventual ação judicial.
      Bebel

      Responder
  • 44. Renato  |  28/01/2012 às 04:51

    Como tenho acompanhado toda a tentativa de se manter um diálogo respeitoso entre o sindicato e o secretário por parte da APEOESP, sei que o que está colocado nesse texto é realmente verídico. A máscara caiu mais uma vez. PSDB é PSDB. Eles não colocariam no cargo um gestor de boa índole e conhecedor da situação lastimável em que se encontra a Educação Paulista.
    O trecho que melhor representa esse Sr. Voorwald é esse: “evidencia o caráter autoritário deste Secretário e como ele desconhece a realidade dos professores e das escolas estaduais”.
    Parabéns pelo texto; está preciso como sempre, e mostra a nítida diferença de princípios entre a NOSSA presidenta e o secretário…DELES. São como água e óleo: não se misturam. Ainda bem!!!

    Responder
    • 45. apeoesp  |  28/01/2012 às 11:58

      Prezado professor Renato,
      Muito obrigada.
      Bebel

      Responder
  • 46. Pedro Cavalieri  |  28/01/2012 às 10:11

    Querida Bebel… Ontem 27/01/2012 fiquei na atribuição da cat “O” das 8:00 da manhã as 19:00 todos categorias “F” foram atendidos e quando iniciou-se a chamada da cat “O” não havia mais aulas! Eu passei e muito bem na “provinha” estava entre os primeiros a serem chamados… e agora??? Meu contrato teve inicio em 06/06/2011 tem duração de um ano , mas se eu não consegui pegar aulas agora não receberei em março será quebrado o contrato???Mnha D.E é em Carapicuiba e agora ??? por favor esclareça isso para mim como sempre o faz ante minhas dúvidas…Obrigada Bebel!!

    Responder
    • 47. apeoesp  |  28/01/2012 às 11:57

      Prezado professor Pedro,
      É preciso aguardar que se encerre a atribuição inicial e verificar novas aulas que possivelmente surgirão, inclusive em outras DREs. A atribuição de aulas tem sido sempre assim: um processo de disputa que causa muitas injustiças e problemas para muitos professores. A aplicação da jornada do piso ajudar a resolver inclusive este problema.
      Bebel

      Responder
    • 48. Sonia Maria  |  28/01/2012 às 14:51

      Por isso os OFAS de todas as categorias precisam apoiar que a Lei do Piso entre em vigor, em vez de não se informar de nada…
      Se reduzir as atividades com alunos para os efetivos, vai sobrar aulas em efeito cascata. Vai ter aula para todo mundo…!

      Responder
  • 49. VILMA  |  28/01/2012 às 11:33

    Cara Bebel,

    Registro minha indignação. Esse ano a atribuição dos efetivos em português, na minha escola, parecia um fusca tendo que colocar 20 pessoas dentro: uns sentados, outros, por cima da cabeça de uns…TINHA que acomodar a jornada de todos, pingados de aula em dois períodos, uma catástrofe!!! na complementação, tivemos de pegar substituições, coisa que raramente acontece, e NÃO tivemos a jornada completa. Não há leitura e atualidades mais, ficou muito dificil!
    E o pior, Não se fala em pedagógico…
    Como dar aulas de qualidade nesse esquema???
    Exaustão….
    Mais fácil fazer como muitos: tirar licença médica e ficar em casa…
    Desculpe o desabafo, mas esse será um dos piores anos a enfrentar.

    Abraços

    Responder
  • 50. Cristiane  |  28/01/2012 às 11:50

    Bebel, caso consigamos vencer para aqueles professores que já têm suas aulas atribuídas o que acontecerá? Terão que largar as aulas que ultrapassaram as 26? Se estão em duas escolas qual terá que desistir? As aulas livres ou em substituição? Muita confusão, desculpe, mas ficamos sem saber o que fazer. Obrigada.

    Responder
    • 51. apeoesp  |  29/01/2012 às 12:18

      Prezada professora Cristiane,
      A atribuição terá que ser refeita.
      Bebel

      Responder
  • 52. maria  |  28/01/2012 às 12:07

    NAO VAMOS COMEÇAR O ANO LETIVO GREVE JA TEM QUE JOGAR PARA GANHAR

    Responder
  • 53. Val  |  28/01/2012 às 12:23

    Caros professores e Bebel,

    fiquei sem palavras depois de ler a “entrevista”.
    Vamos continuar a luta!

    Abraços

    Responder
  • 54. Marcelo  |  28/01/2012 às 12:24

    Prezada Bebel-

    Até o ano passado(2011), estava como categoria I
    EVENTUAL, trabalhei o mes de dez, porém o meu pagamento referente a estas aulas não veio, a categoria I foi extinta no final do ano, é correto não recebermos estas aulas?
    Obrigado

    Responder
    • 55. apeoesp  |  29/01/2012 às 12:18

      Prezado professor Marcelo,
      Você deve receber por essas aulas. Protocole requerimento na escola cobrando este pagamento.
      Bebel

      Responder
  • 56. Érica  |  28/01/2012 às 12:30

    Lamentável aquela “entrevista” nosso “secretário”…Belas palavras, Bebel!!!!

    Responder
  • 57. silvana  |  28/01/2012 às 12:44

    Oi Bebel, ontem conversando com um representante da apeoesp na atribuição de aulas aqui na minha cidade, fiquei chocada com o que ele me disse. Segundo ele, visitando as escolas, pediram aos professores efetivos para que entrassem com mandado sobre a lei do piso e ele disseram que não entrariam para não haver outra atribuição, é revoltante, como as pessoas são, por estarem colocadas em seus serviços não pensam em seus colegas que ficaram sem aulas pela redução das mesmas e que isso beneficiariam a eles próprios também. Como podemos esperar vitória, se nossos próprios colegas se recusam a ajudar. Mas estou confiante e que consigamos a vitória, por nós e por esses egoístas também.

    Responder
  • 58. Anne  |  28/01/2012 às 13:36

    Sou efetiva e este ano tive que pegar 22 aulas na minha sede e depois ir para diretoria para pegar uma classe em outra escola para completar 24. Depois na carga suplementar tive que novamente ir na atribuição da diretoria para pegar mais 8 classes em outra escola. Completei 32 e estou em 3 escolas. O ano passado fiquei em 4 escolas.
    Quanto ao salário então , fiz minhas evoluções funcionais estou na categoria C vou entrar agora na D é a mesma coisa que eu recebia em 2006 a única diferença que em 2006 todas as minhas aulas eram numa escola só. Nós professores somos tratados como insignificantes e com indiferenças, falta o respeito e dignidade sendo que todos que hoje são alfabetizados e tem seus cargos teve seu ínicio com um professor. É muito fácil esquecer isso.
    Abraços

    Responder
  • 59. Vanessa  |  28/01/2012 às 13:51

    Bebel,
    Por favor, entre em contato com as diretorias de ensino e peça para que na próxima atribuição eles não façam mais isso: atender os professores da categoria ‘F’ e ‘O’ no mesmo dia. Os da categoria ‘O’ tiveram de esperar horas e horas até serem atendidos; uma tremenda falta de respeito.

    Responder
  • 60. izabel lopes  |  28/01/2012 às 14:19

    Bebel, bom dia

    Ontem 27/01/2012 estive na diretoria para atribuição de PEBI categoria L, agora O, na hora da chamada eu estava no banheiro e não ouvi chamar meu número, quando retornei ja havia chamado 50 pessoas, e na classificação eu era 34 pedi para subir mas a responsavel foi categoria e disse não, e que eu tinha que esperar todos os professores descerem para depois eu escolher, conclusão acabei sendo prejudicada pois o meu numero foi pulado como se eu não estivesse ali no momento. Diante desse fato ocorrido quando ela mandou eu subir para escolher ja não tinha mais aulas so substituição, fiquei muito indignada com o descaso da DE CENTRO SUL. Por favor peço a sua orientação urgente como proceder nesse caso ja que fui prejudicada.

    Responder
    • 61. apeoesp  |  29/01/2012 às 11:57

      Prezada professora Izabel,
      Procure o departamento jurídico da APEOESP na sua subsede ou pelo fone 11.33506214.
      Bebel

      Responder
  • 62. dirceu  |  28/01/2012 às 15:12

    ele usa uma tática: “o ataque é a melhor defesa”. como disse a Vilma no post 42…esse será um dos piores anos a enfrentar.
    Deus nos ajude.

    Responder
  • 63. Ana Paula  |  28/01/2012 às 17:14

    Prezada Bebel,
    Parabéns pelo seu desempenho e por suas lutas.
    O que eu gostaria de saber, sei que não tem nada haver, mas é que estou preocupada, é a respeito dos projetos, quando irão atribuir a sala de leitura? Por favor se puder me responder. Aguardo sua resposta
    ,

    Responder
    • 64. apeoesp  |  29/01/2012 às 11:23

      Prezada professora Ana Paula,
      Obrigada.
      Após a atribuição inicial. Verifique junto à sua DRE.
      Bebel

      Responder
  • 65. Luiz Carlos de Souza  |  28/01/2012 às 18:36

    É presidenta, o secretário é mais um dos facistas do atual governo. Assim como o anterior que nos agrediu no Morumbi. Parabéns pelo seu comentário.

    Responder
    • 66. apeoesp  |  28/01/2012 às 19:49

      Prezado professor Luiz Carlos,
      Muito obrigada.
      Bebel

      Responder
  • 67. Paulo Cezar dos Santos  |  28/01/2012 às 18:54

    Bebel no trecho fianal da entrevista o secretario para deixar escapar que realmente a justiça poderá fazer valer o entendimento da APEOESP sobre a lei do piso :
    Quais são as perspectivas da Secretaria após esses acontecimentos?

    Herman Voorwald — Nesta semana, tivemos uma atribuição de aulas tranqüila, na qual o magistério agiu com profissionalismo, mostrando mais uma vez que sua prioridade é o compromisso com a Educação. Ainda temos de aguardar por decisões da Justiça. Mas, aconteça o que acontecer, nada tirará esta gestão de seu foco nos dois objetivos maiores do programa Educação — Compromisso de São Paulo, que são tornar o ensino oferecido pelo Estado um dos melhores do mundo e fazer com que a carreira de professor seja uma das mais prestigiadas por nossos jovens. Manteremos o foco no diálogo e na qualidade. Nada tirará esta gestão do caminho que tomou desde o início, que é ouvir os próprios professores e servidores da Educação.

    Saiba mais:

    Assim passo a crer que com certeza o ministério publico que é composto por pessoas competentes, nos dará vitória , percebe-se a incerteza do secretario e aqui assumi que seu entedimento sobre a lei é irregular

    Parabéns APEOESP

    Responder
  • 68. Paulo Cezar dos Santos  |  28/01/2012 às 19:07

    Bebel varios municipios aplicaram a lei do piso , Barueri, Carapicuiba, Santana do Parnaiba , e outros pois tiveram o mesmo entedimento da APEOESP no que tange o cumprimento correto da Lei, e sendo municipios e agora o Estado que o Orgão maior diz que não tem dinheiro, será que os advogados não poderiam usar esses municipios como exemplo , para mostrar aos desembargadores que será que SEE está certa e os outros errados, porque segundo esse calculo louco da secretário todos nós estariamos errados ….

    Responder
    • 69. apeoesp  |  28/01/2012 às 19:47

      Prezado professor Paulo Cezar,
      Serão considerados em nossa argumentação.
      Bebel

      Responder
  • 70. marcos  |  28/01/2012 às 20:47

    categoria L ninguem faz nada para reverter essa contratação precaria

    Responder
    • 71. apeoesp  |  29/01/2012 às 11:17

      Prezado professor Marcos,
      Legalmente, nada mais há a fazer.
      Lutamos sem trégua desde 2007, quando a situação foi criada. Convocamos ininterruptamente a categoria a fazer pressão sobre a SEE no segundo semestre de 2011. Infelizmente a mobilização foi abaixo da necessária.
      Restam as ações inidividuais para que tenham os mesmos direitos da categoria F. Procure o departamento jurídico da APEOESP.
      Bebel

      Responder
  • 72. lia  |  28/01/2012 às 21:30

    “Manteremos o foco no diálogo e na qualidade’” frase do Secretário da Educação de São Paulo Herman Voorwald.
    Site da Secretaria da Educação do Estado de São Paulo. (27.01.2012).
    É muita cara de pau!

    Responder
  • 73. maria  |  28/01/2012 às 21:37

    Não existe respeito em atribuição de aulas, as pessoas que ali estão são antes de tudo “gente” e depois profissionais “formados”.
    TODOS, inclusive os responsáveis pela atribuição, são professores, e estes acham que são deuses do Olimpo. Vamos respeitar aqueles que estão em sala de aula e precisam trabalhar!

    Responder
  • 74. sandra  |  28/01/2012 às 23:39

    ola Bebel, boa noite,gostaria de saber como funciona o contrato do eventual na escola,entrei como eventual catg(o) no mes de agosto fiquei sabendo que meu contrato encerrou,e tenho que abrir nova portaria vc poderia me dar uma orientaçao,ja fiz a tal da provinha mas ñ alcancei pontuaçao,minha d e é em santos e me falaramque segunda feira começa a atribuiçao para categoria (o) posso participar?bjss prof Sandra

    Responder
    • 75. apeoesp  |  29/01/2012 às 11:08

      Prezada professora Sandra,
      Você devde ficar em contato com a escola. Poderão surgir oportunidades logo no início das aulas. Você poderá participar das atribuições de aulas ao longo do ano.
      Bebel

      Responder
  • 76. Silvio  |  31/01/2012 às 00:47

    Olá

    Infelizmente, amigas, amigos, a única forma de demonstrarmos a indignação da categoria e o desejo do atendimento das nossas lutas históricas é uma forte greve neste momento. “O ano letivo não começa!” E, assim, quem sabe, poderemos reencontrar a perdida esperança.

    A categoria não merece… As salas de aula continuam lotadas, não conseguimos melhorar a condição do número de alunos por classe; o valor pago depois de um mês de dedicado trabalho é medonho, sim, por volta de dois salários mínimos; não temos tempo para estudar, que absurdo, professores e professoras não podem buscar especialização e aperfeiçoamento, em meio a idas e vindas de uma sala a outra…

    Precisamos de mais motivos para o sindicato cooperar conosco na greve?

    Abraços,

    Silvio
    São José do Rio Preto/SP

    Responder
    • 77. apeoesp  |  31/01/2012 às 01:57

      Prezado professor Silvio,
      Concordo perfeitamente com o diagnóstico. Vamos, então, às soluções.
      Faremos uma greve, se necessário e possível. Uma greve não surge, ela tem que ser preparada e precisa dispor de condições para ocorrer. A primeira destas condições é uma categoria mobilizada e disposta a ir à greve, mas uma greve forte que não seja derrotada facilmente.
      Este é o movimento que precisamos construir, mas ele precisa ter professores trabalhando por ela em cada escola.
      Nesta semana há reunião de diretoria e de CER. Vamos discutir uma calendário de mobilizações que pode resultar em uma greve, se esta for a deliberação da maioria, calcada numa avaliação realista da nossa conjuntura.
      Bebel

      Responder

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