APEOESP não se curva e jamais se curvará!

02/03/2012 at 00:36 91 comentários

Todos que estão envolvidos com a questão educacional no estado de São Paulo leram, estarrecidos, o que os Srs. Secretário e Secretário Adjunto da Pasta da Educação fizeram publicar no site oficial da Secretaria, e que denominaram de “Carta aberta”. A despeito de ser um documento longo, cansativo e pouco esclarecedor, e que, portanto, não tem a importância que ditas autoridades pensam ter, merece que seja respondido, apenas porque a APEOESP respeita os professores, especialmente porque o Sindicato é o conjunto de todos os seus filiados. Pelo respeito a eles, e à verdade dos fatos, portanto, é que se rebaterá aquele documento.

O documento começa afirmando que haverá a retomada dos trabalhos da comissão paritária que está instalada para tratar principalmente da questão da evolução funcional, em virtude dos novos níveis que compõe a carreira. O Secretário também afirma que a política salarial do governo do estado acabou por gerar um acréscimo de 42,28% sobre o salário-base para o quadriênio de 2011 a 2014.

Em primeiro lugar, que relação guardam esses assuntos entre si? O que veio fazer os 42,28% no meio das explicações sobre a comissão paritária? Nada, porque uma coisa não se relaciona com a outra.

Na verdade, em primeiro lugar, especialmente quando se leva em conta o reajuste do Piso Salarial Profissional Nacional dos Professores divulgado pelo MEC, que foi de 22,22%, elevando seu valor nominal, de uma só vez, para R$ 1.451,00, a anunciada política salarial, que já era ruim passa a ser completamente insuficiente, inclusive porque o reajuste de 42,28% foi dividido ao longo de quatro anos. Em segundo lugar, a Comissão Paritária, que é anunciada como se fosse uma benesse do Governo, é na realidade fruto da nossa luta que fez com que a comissão constasse do artigo 25 da LC 836/97 (Plano de Carreira).

De um modo ou de outro, a comissão paritária só se instalou após duas audiências públicas sobre o reajuste promovidas na Comissão de Educação da Assembleia Legislativa, a pedido da APEOESP, momento em que cobramos as discussões sobre o tema da Carreira.

Nunca, em qualquer reunião que houve na comissão paritária, a despeito de expressos pedidos da APEOESP, através dos ofícios protocolados em 29/04/2011 e 01/11/2011, com resposta do primeiro datada de 06/06/2011, em que se afirma que não se implantaria a jornada do piso, o governo admitiu sequer discutir esta jornada, seja no âmbito da comissão paritária ou não.

Não se justifica o injustificável. Não é nem mesmo uma atitude democrática negar o que documento oficial da Secretaria afirma expressamente, porque o documento datado de 06/06/2011, enviado para APEOESP pelo Chefe de Gabinete da Secretaria, em resposta ao nosso requerimento de 29/04/2011, diz: “Diante do exposto, informado quanto à impossibilidade de se ignorar procedimentos administrativos, e de se adotar qualquer medida neste momento (…)” Assim, quem nos disse que não implantaria a jornada da Lei do Piso, e o fez de maneira expressa, foi o Governo. Quem nos empurrou para a discussão da questão na justiça foi o Governo, que, repetimos, se recusou a discutir a questão da jornada da lei do piso.

Dizer que neste momento só se pode cumprir as exigências mínimas da lei do piso não é, novamente, dizer a verdade sobre os fatos, porque, a Resolução 8/2012 não dá conta de cumprir nem mesmo a mínima proporção estabelecida na lei do piso entre jornada com alunos e extraclasse, que é de 2/3 e 1/3 da jornada respectivamente, além do que ela é absolutamente ilegal, pois fere a LC 836/97, além de ferir a própria Constituição Federal.

Em uma jornada de 40 aulas semanais, a proporção entre uma e outra deve ser de 26 aulas e 14 horas de atividades extraclasse:

Situação atual Nova situação
Jornada Com alunos HTPC HTPLE * Com alunos HTPC HTPLE *
Reduzida – 12 horas semanais 10 2 -.- 8 4 -.-
Inicial – 24 horas semanais 20 2 2 16 4 4
Básica – 30 horas semanais 25 2 3 20 4 6
Integral – 40 horas semanais 33 3 4 26 6 8
PEB I (**) Básica – 30 Horas semanais 25 2 3 20 4 6

*HTPL – Horário de Trabalho Pedagógico em Local de Livre Escolha (pode ser na escola, em casa ou outro local de livre escolha do docente)

Além disso, nunca houve qualquer sinalização da secretaria, em qualquer ocasião em que se manifestou sobre o assunto, mesmo nas audiências públicas promovidas pela Comissão de Educação da Assembleia Legislativa, de que eventual implantação da jornada da lei do piso, poderia se dar de forma paulatina.

Somos acusados de judicializar a questão da jornada da lei do piso. Ora, o que é que a APEOESP deveria fazer diante da reiterada relutância do Governo do Estado em cumprir a lei federal aprovada em 2008, diante também da expressa negativa da secretaria quando questionada sobre o assunto?

A APEOESP nunca se recusou a debater a jornada ou qualquer outro assunto referente à categoria. Ao contrário do que diz o secretário, o Sindicato não abriu mão do diálogo quando recorreu à Justiça, mas não poderia ter agido de outro modo, porque o Sindicato é responsável pela luta da categoria em torno de seus direitos. Usou e se utilizará de todos os instrumentos para atingir este objetivo: ora ocupará as praças, ora recorrerá à Justiça.

A “Carta aberta” é tão despropositada e revela uma aflição tão grande em desqualificar a legítima luta do Sindicato, que até mesmo argumentos que nunca sensibilizaram a categoria são novamente invocados. O argumento do “ano eleitoral” é uma sinfonia antiga que sempre escutamos. Esse tipo de declaração mostra que se esgotaram os argumentos do governo no que se refere ao tema tratado.

Estamos em um regime democrático e as eleições e disputas eleitorais são práticas constantes das democracias. Tentar desqualificar o Sindicato e as legítimas representações dos professores utilizando o argumento político-partidário é, portanto, demonstrar ignorância do processo democrático. Sob a ótica do secretário Herman, os professores e outras categorias não poderiam reivindicar nada, já que a cada dois anos temos eleições no nosso país e todos nós sabemos que a disputa eleitoral é praticamente contínua entre os partidos políticos. Submeter as lutas dos trabalhadores ao calendário eleitoral significaria, no limite, não realizar movimento algum, em momento algum, pois sempre estaremos “errados”.

Ademais, a APEOESP não sofre pressões internas ou externas. É um Sindicato que tem a democracia como seu método fundamental de ação. Qualquer filiado pode propor medidas, sugerir instrumentos de luta, que são debatidos nas instâncias internas, desde a escola até a Assembleia Estadual da categoria. Não há qualquer mecanismo de ação que seja fixado por “pressões externas”, como afirma o secretário.

Quanto ao mencionado programa “Educação – Compromisso de São Paulo”, a APEOESP não deseja que nada que seja para o benefício dos professores e da comunidade escolar em geral dê errado, muito pelo contrário, ocorre que nada disso ocorreu, e como a Secretaria da Educação mesmo afirma, os projetos são de longo prazo. Quantas gerações de alunos frequentarão escolas com professores desmotivados e mal pagos? Quantas gerações se perderão até que este projeto possa se concretizar?

Quando alega que a Secretaria da Educação não deu continuidade a seus programas devido à ação judicial da APEOESP pelo cumprimento da jornada dos professores e ao debate gerado por esta ação na imprensa, o secretário na verdade acaba por reconhecer a dimensão e importância da disputa movida pelo Sindicato que ele tenta desqualificar.

Assim como os mais diversos setores da sociedade, a APEOESP está empenhada em garantir as melhores condições de ensino e aprendizagem para professores e alunos da rede pública. A lei do piso salarial nacional e a jornada prevista contribuem efetivamente com a melhoria do ensino que todos os que estão efetivamente comprometidos com a Educação de qualidade tanto almejam.

Não cabe à Secretaria emitir opinião a respeito da correlação de forças internas ao Sindicato. Se, no entanto, a Secretaria entende que é legítimo esse modo de agir, também pode a APEOESP entender o mesmo sobre a correlação das forças políticas que integram a Secretaria e o próprio Governo do Estado. Se isso é verdade para a Secretaria, não há qualquer problema no fato da APEOESP analisar e emitir opinião sobre a força política, por exemplo, de coordenadores de áreas da Secretaria, assim como não há qualquer problema de se emitir opinião sobre a força política de ocupantes de cargos de alto escalão que usam das redes sociais para desqualificar a luta do Sindicato e dos professores, e que chegam mesmo a substituir o Secretário nos canais institucionais da pasta, especialmente para explicar a “engenharia matemática” com as quais pretende-se justificar que a Resolução 8/2012 cumpre a lei do piso.

A análise sobre a questão do que a “Carta aberta” chama de “Plano Externo” é, no mínimo equivocada. A negativa da secretaria em implantar a jornada da lei do piso, ao contrário de enfraquecer o Sindicato, o fortaleceu. A APEOESP está pautando a luta nacional pela sua implantação, não está sendo pautada por ninguém. A luta da APEOESP inaugurou a luta nacional. Depois de nossa ação judicial, o Mato Grosso do Sul foi palco de nova ação, assim como Minas Gerais, Piaui, Pará entre outros. No Estado de São Paulo a APEOESP está ajudando na discussão da implantação da jornada da lei do piso em diversos municípios, tais como Taboão da Serra, Cubatão e diversos outros, independentemente da matriz partidária do executivo municipal. A APEOESP está em perfeita harmonia e sintonia com sua base e com os professores de todo o País.

O secretário Herman tenta desinformar os professores e a população em geral quando afirma, em sua “Carta aberta”, que o Sindicato sofreu reveses na ofensiva judicial e que o Governo obteve decisões favoráveis à Resolução SE-8. Não conseguiu convencer os professores e a população em geral quando diz que são vitoriosos na justiça. Não é verdade. A APEOESP é detentora da única decisão de mérito que há no processo, que é uma sentença favorável ao seu mandado de segurança coletivo, assinada pelo Juiz Luis Fernando Camargo de Barros Vidal, da 3ª Vara da Fazenda Pública, mandando cumprir a lei de forma correta. O que a Secretaria da Educação tem conseguido é tão somente a concessão de despachos provisórios, protelatórios do cumprimento da sentença. A batalha jurídica ainda vai prosseguir, pois, estaremos nos tribunais superiores em Brasília (Superior Tribunal de Justiça e Supremo Tribunal Federal). Na verdade, todos esperam a decisão final desta batalha.

Todas as informações veiculadas pelos canais de informação do Sindicato, Jornal, Portal e Programa de TV, contém a reprodução das decisões judiciais e outros itens do processo, que também repassamos à imprensa quando solicitados. É uma campanha de informação da APEOESP em defesa de uma conquista histórica dos professores brasileiros.

Quem desinforma e omite é a Secretaria da Educação, que foi à imprensa afirmar, quando o Sindicato conquistou a primeira liminar favorável à Lei do Piso, que iria cumprir a decisão para, logo em seguida, recorrer ao Tribunal de Justiça. E perderam!

As decisões sobre os agravos de instrumento do governo, que ele chama de “reveses”, não questionam o mérito da ação vencida pela APEOESP, sequer foram publicadas ainda, portanto, a rigor, sequer possuem plena validade jurídica.

Quem tem algo a dizer, o diz de forma fácil, não fica inventando formas rebuscadas de afirmar o que quer demonstrar com a segurança que não tem.

A questão da dita “vitória” acerca da Resolução 18/2006 é explicada na carta por quem não tem história e nem memória das lutas travadas pelo magistério em nosso estado, e isso acaba por gerar uma visão distorcida do assunto.

Para quem construiu e viveu a história dos professores paulistas, é fácil entender o que essa Resolução significou. Em primeiro lugar a Resolução 18/2006 acabou por possibilitar que houvesse mais uma aula nos períodos diurno e noturno, o que atendia, evidentemente, o interesse do Governo do Estado e da categoria com a perspectiva de enriquecer o currículo dos alunos.

Revogue-se a Resolução em questão e veja se é possível existir 6 aulas no diurno e cinco no noturno. É um desafio que fazemos.

Em segundo lugar a questão dos dez minutos é disciplinada no parágrafo 1º do artigo 10 da LC 836/97. Ali a lei reconhece que aqueles dez minutos pertencem ao professor, não ao governo ou aos alunos. Esses dez minutos são destinados às necessidades do professor enquanto ser humano, que precisa realizar tarefas cotidianas relacionadas com suas necessidades físicas. Juridicamente estes dez minutos não se confundem com o tempo de trabalho dos HTP, sejam eles HTPL ou HTPC, porque a lei os divide. Tanto é assim, que o Governo mesmo disciplinou no Comunicado CENP, de 6-2-2009, que a hora de trabalho pedagógico é de 60 minutos.

Ora, se o comunicado é expresso neste sentido e se o parágrafo único do artigo 10 é expresso também em firmar a hora de trabalho em 50 minutos com alunos, é óbvio que um tipo de trabalho (interação com educandos), não se confunde com o outro tipo (atividades extraclasse).

Sendo assim, não é possível afirmar que os 10 minutos do parágrafo 1º do artigo 10 seja tempo de atividade extraclasse.

Como já se disse, estes 10 minutos pertencem aos professores, e como tal, eram e são disponíveis para negociação, que foi o que houve quando da publicação da Res. SE 18/2006. De um lado o governo precisava deste tempo para ampliar as aulas que seriam ministradas; de outro, os professores preferiam concentrar esses 10 minutos de cada aula, para o final do período letivo. Isso é perfeitamente possível e juridicamente perfeito.

A despeito deste fato, o Governo quer tergiversar e cria argumentos que buscam fantasiar a realidade dos fatos históricos relacionados ao assunto, buscando criar justificativa para o que não se pode justificar, ou seja, a não aplicação da lei do piso quando se aplica a Resolução 8/2012 para o caso.

O que o Governo não quer admitir é que a Resolução 8/2012 é ilegal, porque fere a LC 836/97 em seu artigo 10, já que cria jornada inexistente na lei, o que é inconstitucional.

Essa “Carta aberta” é, no fundo, um desrespeito à decisão judicial proferida pelo Dr. Luis Fernando Camargo de Barros Vidal, que, lembramos, é a única decisão de mérito que há até o presente momento, e é um documento técnico de brilhantismo ímpar, que corrobora todos os argumentos da APEOESP, inclusive utilizando-se da LDB para tanto.

A Secretaria quer fazer crer que a APEOESP enganou os professores quando da questão das 48 horas que foram concedidas para que o secretário cumprisse a liminar concedida à APEOESP. Na verdade, a liminar deveria ter sido cumprida sem que a APEOESP necessitasse pedir qualquer coisa ao Juiz, mas como a Secretaria não o fez, foi necessário que se peticionasse ao Juiz em duas ocasiões. Na segunda, o Juiz concedeu o derradeiro prazo de 48 horas para o cumprimento da liminar, sem que o secretário pudesse ser responsabilizado por não cumpri-la, ou seja, as 48 horas foram uma chance de que a liminar fosse cumprida sem qualquer penalização imposta ao secretário, apenas isso. Não há nesta questão, a dimensão que a Secretaria quer fazer crer que há.

A APEOESP quer declarar mais uma vez, como fará sempre que for preciso: confiamos na Justiça porque sabemos que estamos certos em nossa luta, contudo, não abrimos mão da luta nas ruas.

Ao contrário do que diz o secretário, diariamente os professores estão afluindo em nossas subsedes para ingressar com ações individuais sobre a jornada do piso, especialmente face aos resultados positivos que surgem em todo o estado em nossas ações. Ele também se esquece de dizer que na esmagadora maioria das ações há liminares favoráveis à APEOESP. Chegaremos até o final de março com milhares de ações judiciais aforadas por todo o estado.

Os professores, de fato, não são passivos diante das posições da Secretaria, especialmente agora com a questão da jornada da lei do piso, e prova disso, serão nossas massivas assembleias estaduais, inclusive por que não houve um único avanço nas relações de trabalho dos professores, que justificasse a ausência de nossos filiados às nossas convocações.

Haverá sim vitória, mas a vitória será da Lei do Piso e, em consequência, de uma luta histórica travada pela categoria em todo o país.

A Secretaria da Educação teve atitudes desrespeitosas com a Presidenta da APEOESP, a tal ponto, que na reunião chamada pelo Secretário para apresentar às entidades a minuta da Res. SE 8/2012, foi impedida qualquer manifestação ou debate sobre o assunto, limitando-se a uma apresentação matemática, pretensamente técnica, do que já havia sido decidido.

Tão tensa estavam as relações por conta de ter entendido o secretário que a questão lhe era pessoal, que a APEOESP cogitou, como ainda cogita, que as reuniões doravante marcadas da comissão paritária, não mais se realizem na Secretaria da Educação, mas sim em território neutro, como a Assembleia Legislativa, tutelada pelos deputados que compõe a Comissão de Educação daquela casa legislativa, porque assim, temos mais segurança de que seremos respeitados e não teremos cerceados nosso sagrado direito de nos manifestar.

Calúnia é um crime muito sério, que, em poucas palavras, significa afirmar que a APEOESP disse que alguém cometeu crime que não cometeu. A APEOESP nunca acusou qualquer membro da equipe da Secretaria da Educação de ter cometido qualquer crime. Vir a público afirmar que a APEOESP caluniou alguém e não mostrar quem foi caluniado e nem como, é uma atitude, no mínimo, desrespeitosa, no limite da irresponsabilidade.

Finalmente, desafio o secretário a abrir um procedimento de negociação para a implantação da jornada da lei do piso, nos termos da Constituição Federal, afirmado pelo STF, não nos termos da Res. 8/2012.

Não queríamos que a greve fosse o instrumento necessário para que o Governo cumprisse adequadamente a lei do piso salarial profissional nacional aprovada após um processo de luta histórica, mas se esse é o caminho de luta que tornará essa aspiração possível, não nos furtaremos em utilizá-lo.

Sabemos que a categoria pode ser sensível a um real calendário de negociações, do mesmo modo, sabemos que a categoria não se afastará de sua luta se isso se fizer necessário.

A APEOESP, ao contrário do que parece querer fazer crer o secretário, nunca desejou qualquer outra coisa que não o pleno diálogo com o Governo, mas um diálogo respeitoso, sério e verdadeiro. Nunca atacamos levianamente o Governo, nunca levamos qualquer questão de luta para a seara pessoal, nunca buscamos inviabilizar os canais de conversação entre a categoria, o Sindicato e a Secretaria. Estivemos em muitas audiências públicas em que, até mesmo, entendemos a posição do Secretário em determinados momentos. Ele, ao contrário, provocou nossa base, inclusive desprestigiando os professores e o legislativo paulista, quando na última audiência pública havida na Assembleia Legislativa para tratar do tema da jornada da lei do piso, enviou assessor de comunicações para falar em seu lugar, assessor esse que não detinha legitimidade política para lidar com professores que estão lutando por seus direitos, tornando aquela audiência um triste espetáculo.

Se o Secretário está tão seguro de que a Resolução 8/2012, de fato, cumpre as disposições da Lei do Piso, deveria ele mesmo ter ido à audiência.

O vento move moinhos, temos muito vento nos dias de hoje, assim como temos muitos moinhos que desejam se movimentar mas as vezes não entendem bem o porquê.

Nossa luta é digna, e os professores estão satisfeitos em entender que há um Sindicato que é capaz de unificá-los em torno de nossa causa.

A carta que cuidamos de responder não é o vento de nossos moinhos, mas é, sem dúvida, a brisa que chama este vento, porque ao atacar a APEOESP o Secretário acabou por atacar os professores, que não se calarão, e se movimentarão vindos de todo nosso estado para lotar nossas praças e ruas na luta em defesa de nossa causa.

Fica aqui um convite: desafio o Secretário a criar uma agenda permanente de negociação que dê conta de resolver a questão da qualidade de ensino através da valorização dos profissionais da educação.

Desafio ainda o Secretário a abrir um imediato processo de negociação especificamente sobre a questão da jornada do piso.

Cumprimentos,

Maria Izabel Azevedo Noronha

Presidenta da APEOESP

 


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Liminar de mandado de segurança individual afirma não ter valor legal a resolução SE 8 Carta enviada à Folha de S. Paulo em 01/03

91 Comentários Add your own

  • 1. Vilma  |  02/03/2012 às 01:37

    …obrigada pela luta por todos nós, Bebel…
    grande abraço

    Responder
  • 2. JANE REIS  |  02/03/2012 às 02:17

    e com relação a extinta categoria L Bebel…………….somos nada, nem férias tivemos direito a receber….isso não é justo…….são 14 anos dedicados a Educação, que País é esse??????????

    Responder
    • 3. apeoesp  |  02/03/2012 às 14:11

      Prezada professora Jane,
      Estão mesmo tentando acabar com a escola pública estadual e com a nossa categoria. Por isso nossa resposta tem que ser uma forte greve a partir do dia 14.
      Quanto às férias, você deve preencher um requerimento que está no APEOESP Urgente 14 (www.apeoesp.org.br). Se for indeferido ou não houver resposta, procure o departamento jurídico na subsede para ajuizar ação individual.
      Quanto ao pagamento, temos informação de que poderá sair folha suplementar no final de março.
      Bebel

      Responder
  • 4. Ricardo  |  02/03/2012 às 03:48

    Clara simples e direta. Parabéns Bebel pela resposta ao secretário que nos desrespeitou ao negar nosso direito.

    Responder
    • 5. apeoesp  |  02/03/2012 às 14:06

      Prezado professor Ricardo,
      Muito obrigada. Vamos dar uma resposta firme com uma forte greve a partir do dia 14.
      Bebel

      Responder
  • 6. fabricio  |  02/03/2012 às 04:18

    Bebel, parabéns a você e a APEOESP pela incansável luta pelos nossos direitos, não esmoreça frente a esse governo que manipula a verdade tentando passar uma imagem de bom moço na mídia e fazer o professorado de idiota. Ir a justiça é um direito de todos, querer impedir que os professores façam isso, através do seu sindicato, é quase uma ditadura. Só falta mandar a policia bater na gente novamente.

    Responder
    • 7. apeoesp  |  02/03/2012 às 14:05

      Prezado professor Fabrício,
      Muito obrigada pelo seu apoio. Temos que dar uma resposta firma a partir do dia 14 com uma forte greve.
      Bebel

      Responder
  • 8. Lurdes  |  02/03/2012 às 07:21

    Estou revoltada, esse cara acha que eu sou idiota. Eu gostaria que ele fosse homem e permitisse que nós professores respondessemos essa carta nojenta no site da educação, o cara me chama de idiota na cara dura. Isso é ditadura pura, isso é golpe, a resolução SE 8 é um AI 5 pós ditadura, eu estou muito assusta, estamos nas mãos da pior espécie de gente que existe. Ouvesse falar que o judiciário de SP está blindado e o pior é que tudo leva a crer que isso é verdade. O governo através da secretaria da educação está me afrontando. Não consigo parar de pensar na revolução francesa onde os que eram contra o povo acabaram na guilhotina! Chega desse governo, chega de secretários que recebem a secretaria como moeda em troca de favores. Para encostar alguém que não tem serventia alguma, fantoche do governo, quero ver um secretário da educação que tenha 30 anos de trabalho efetivos em sala de aula, com jornada de 40 horas em escolas normais na rede. Chega, chega eu não aguento mais esse pau de arara a que estamos expostos a quase 20 anos. Bebel gostaria de agradecer todo o seu empenho e peço que vc oriente as subsedes para fazer um trabalho intenso com relação a greve, pois na minha escola eles tb não apareceram, para que se possa colocar 210 mil professores nas ruas dia 16 e mostrar pra esse governo nefasto como estamos satisfeitos com sua política, não consigo nem dormir de tão revoltada que estou.

    Responder
  • 9. Prof Pedro (didema)  |  02/03/2012 às 10:21

    Professora Maria Izabel Noronha.
    Fazendo a leitura da carta aberta do Secretario da educação, fiquei estarrecido com tanta desfateza deste Sr. em relação aos professores e a APEOESP.
    A nossa luta tem história e este Sr. quer fazer história em cima da nossa história e da nossa luta!
    Este é o facista que faltava a este governo!
    Em outros cometários já havia falado do cretinismo que tem este Sr. com ares de rasga mortalha.
    Sua carta ficou ótima só falta agora levar aos meios de comunicação (rádio, jornais, e emissoras de TV) e chamar os professores a dá uma resposta aos Sr Hermam e Alkmim nas ruas.
    Vamos a luta, sem luta nãp há vitória….
    Grato
    Prof.Pedro (Diadema)

    Responder
    • 10. apeoesp  |  02/03/2012 às 14:04

      Prezado professor Pedro,
      Sim, vamos dar a máxima divulgação a este resposta. Muito obrigada. mas a verdadeira resposta será uma forte greve.
      Bebel

      Responder
  • 11. Fabio  |  02/03/2012 às 10:40

    Bebel, tente ver se os desembargadores que representam o Estado não estão nessa lista.

    http://www1.folha.uol.com.br/poder/1056015-tj-sp-reconhece-ter-pago-juros-em-dobro-a-desembargadores.shtml

    Responder
  • 12. Alexander  |  02/03/2012 às 12:11

    É isso aí!! Vamos dar um basta nas informações falsas que o Sr. Secretário disponibiliza para a imprensa. Temos como atingir uma grnade parte da população informando os pais de alunos do que está ocorrendo.

    Responder
    • 13. apeoesp  |  02/03/2012 às 13:55

      Prezado professor Alexander,
      É muito importante que todo professor e toda professora converse com seus alunos e com os pais para esclarecer o que vem ocorrendo.
      Bebel

      Responder
  • 14. Eduarda  |  02/03/2012 às 12:32

    Apoiada cara presidenta.

    Querida Bebel muitos professores não tiveram sua carga horária paga integralmente esse mês, por favor olhe por nós.

    Grata

    Responder
    • 15. apeoesp  |  02/03/2012 às 13:48

      Prezada professora Eduarda,
      Voce precisa protocolar requerimento cobrando a diferença. Caso seja indeferido, não haja resposta ou seja insatisfatória, procure o departamento jurídico.
      Bebel

      Responder
    • 16. apeoesp  |  02/03/2012 às 13:48

      Prezada professora Eduarda,
      Voce precisa protocolar requerimento cobrando a diferença. Caso seja indeferido, não haja resposta ou seja insatisfatória, procure o departamento jurídico.
      Bebel

      Responder
  • 17.  |  02/03/2012 às 12:39

    Sábias palavras minha COMPANHEIRA, não é de hoje que despotas como este secretário tenta marginalizar o sindicato. Eles querem desacreditar esta instituição, tão honrada e merecedora de respeito, e jogar uns colegas contra os outros dividindo a classe em categorias de contratação e vencimentos, pois quem tem resultados na prova de mérito ganha mais que aqueles que infelizmente não obtiveram sucesso. Isso faz com que uns se julguem melhor do que outros, uma vez que os mesmos desenvolvem as mesmas funções mas com salários diferntes. Fica a disputa na rede para ver quem é o melhor …e a educação continua a mesma sem progressos ( em relação aos planos do governo, pois há muitos colegas que contribuem bastante com o desenvolvimento da mesma, e por isso ainda estamos caminhanado). Sempre haverá aqueles que tentam barrar nossa luta mas, SOMOS brasileiros e não DESISTIMOS NUNCA, NUNCA NOS CURVAREMOS. Estou com vc minha companheira e amiga de luta.

    Responder
    • 18. apeoesp  |  02/03/2012 às 13:40

      Prezada professora Jo,
      Muito obrigada pelas suas palavras. Este momento é de estarmos mais unidos do que nunca na luta.
      Bebel

      Responder
  • 19. Jones Martins de Freitas  |  02/03/2012 às 13:45

    Isso aqui é demais pra mim..Nossssssssssssaaaaaaaaaa que texto. Espetacular…Bebel, isso faz todos pensarem, inclusive o Secretário sobre a força de nosso Sindicato,,Parabéns pela sua força, vc é fantástica!!!!!!!!!!!Vamos a luta!!!

    Deus está enviando uma comitiva de anjos com espadas desembainhadas de dois gumes!!! Acredita Bebel, que nós Evangélicos estamos em oração e Deus já falou que irá honrar os professores!!!!!

    Te amamos!!!

    Responder
    • 20. apeoesp  |  04/03/2012 às 15:48

      Prezado professor Jones,
      Muito obrigada pelas suas palavras. A luta é de todos nós.
      Bebel

      Responder
  • 21. Benedito  |  02/03/2012 às 15:06

    Senhora presidenta, gostaria de saber se a orientação , é só paralisar no dia 16 ,ou também nos demais dias? Explico, será que as subsedes estão trabalhando com a possibilidade dos três dias?È bom dar uma verificada se não tem subsede orientando a parar só na sexta dia 16.
    Benedito.

    Responder
    • 22. apeoesp  |  04/03/2012 às 15:47

      Prezado professor Benedito,
      A greve se inicia no dia 14 de março. Cada escola tem seu ritmo, mas a orientação é paralisar desde o primeiro dia.
      Bebel

      Responder
  • 23. renata  |  02/03/2012 às 15:51

    Bebel sei que o assunto é outro,mas não encontrei no blog um tópico sobre o que eu preciso esclarecer ,as atribuiçoes de aula clase para PBI nas unidades escolares tem que seguir que critério,a ordem da prova por classificação ou por outro meio,pois fui numa escola tinha uma professora do artigo 5 bem depois do número de todos e passou na frente esse artigo dos que não passaram na prova já não vem classificando o tempo e tudo que a pessoa tem direito,não entendi por que esta professora passou na frente alegando ter mais tempo de Estado,mas ela também é categoria o ,não deveria seguir de acordo com a classificação,por favor me respoda desde de já obrigada pela atenção.

    Responder
    • 24. apeoesp  |  04/03/2012 às 15:56

      Prezada professora Renata,
      A classificação para a atribuição de aulas combina a nota da prova, tempo de serviço e títulos, cada qual com pontuação específica. Pode ter sido este o caso. Sugiro, porém, que procure o departamento jurídico na sua subsede para melhor informação.
      Bebel

      Responder
  • 25. Eufrasia Maria  |  02/03/2012 às 19:16

    Ele fala tudo isso por que não é ele que dedicou vinte anos na educação, hoje sou extinta L e vejo que nós fomos esquecidos tanto de um lado como o outro só vejo falar em valorização dos professores e muita conversa e pouca ação, estou sendo prejudicada a cada ano que passa e sem emprego por causa dessa categoria que ele inventou sem olhar o tempo do professor na rede, isso sim, eu chamo de incompetência e falta de senso de justiça, gostaria Bebel que esse secretario da educação abrisse um canal de comunicação para ouvir a realidade de cada professor, aí sim ele pode ver o que é real e não sonho !!! Bebel não esqueça de nós , VAMOS A LUTA , abraços!!!

    Responder
  • 26. Emerson  |  02/03/2012 às 19:36

    Ola presidenta parabéns pelo artigo ….. a verdade é nossa… a luta é nossa e esta na hora dele cair

    Responder
    • 27. apeoesp  |  04/03/2012 às 15:46

      Prezado professor Emerson,
      Muito obrigada.
      Bebel

      Responder
  • 28. clarice  |  03/03/2012 às 01:22

    “Bebel”, acho que possa chamá-la assim, obrigada por incluir sempre os aposentados em sua luta, faço as minhas palavras a do colega Pedro na qual ele diz ” fiquei estarrecido com tanta desfateza deste Sr. em relação aos professores e a APEOESP”. é de guerreira como voce que nós nos espelhamos. Parabéns pela luta.

    Responder
    • 29. apeoesp  |  04/03/2012 às 15:35

      Prezada professora Clarice,
      Claro que pode chamar-me de Bebel. Muito obrigada pelas suas palavras. A luta é de todos nós.
      Bebel

      Responder
  • 30. Roberta  |  03/03/2012 às 01:29

    Bebel, todos representantes da APEOESP, e a todos educadores do estado de SP, parabéns pela luta! A carta aberta do secretário só deve servir de um impulso maior p/ continuar lutando e mostrar a ele quem realmente está preocupado c/ a qualidade da educação do nosso país. Td q ele falou só tem q nos fortalecer a continuar, a não desistir, e fazer muito barulho até q a sociedade desperte p/ o q está acontecendo, pois é ela quem está sendo lesada primeiramente e que a justiça possa realmente nos conceder o direito de trabalharmos digna e adequadamente.

    Responder
    • 31. apeoesp  |  04/03/2012 às 15:33

      Prezada professora Roberta,
      Muito obrigada pelas suas palavras.
      Bebel

      Responder
  • 32. Edmilson  |  03/03/2012 às 03:19

    Assim que saiu a alternativa da Secretária da Educação para (segunda ela) fazer cumprir a Lei do Piso me debrucei naquela engenharia matemática que a grosso modo bate perfeitamente com 1/3 das aulas extraclasse, mas também pesquisando notei que a Lei Complementar nº 836, de 30 de dezembro de 1997 no artigo 10 é composta de uma jornada semanal de trabalho do docente constituída de “horas” o que para qualquer um significa 60 minutos ou 1 hora e não de 50 minutos ou então reinventaram a hora relógio?! Podemos entender com isso que além de não cumprir a Lei do Piso também estam ferindo a própria Lei Complementar N.º 836 no seu artigo 10. E agora? Qual seria a resposta do senhor secretário da educação a esse respeito? Ou ele não aprendeu que 60 minutos não são 50 minutos?

    Responder
    • 33. apeoesp  |  04/03/2012 às 15:19

      Prezado professor Edmilson,
      Você entendeu corretamente. A Resolução 8 é ilegal e nos espanta que desembargadores possam concordar com ela. Por isso vamos levar a questão aos tribunais superiores, em Brasília, no momento devido.
      Bebel

      Responder
  • 34. claudia noronha  |  03/03/2012 às 12:33

    Parabéns Bebel!!!
    Sua carta deixa bem clara a diferença entre um bom professor e um engenheiro razoável, pois a carta do secretário foi um verdadeiro caos! misturou varios assuntos para tentar justificar o injustificável, Tentando nos fazer passar por idiotas, esse cara deveria ir pra Holanda!!!! Ja que ele não vai, pois já descobriu as vantagens de estar num governo como esse, vamos mostrar para ele como se luta de verdade! GREVE! Todos juntos, coesos, como nossa categoria deve ser!!! Sou professora, com muito orgulho, com muito amor! E ninguém vai me derrubar!!!
    Abraços

    Responder
    • 35. apeoesp  |  04/03/2012 às 15:16

      Prezada professora Cláudia,
      Muito obrigada. Vamos, sim, vencer esta luta.
      Bebel

      Responder
  • 36. Professor Silvio Silva ( cat f)  |  03/03/2012 às 12:33

    Ola Bebel, estou fora do tema mas oque aconteceu com os nossos pagamentos de março,estou todos faltando alguma parte, porfavorolhe por nos o que aconteceu, um abraço vamos pra cima deles dia 14,15 e 16.

    Responder
    • 37. apeoesp  |  04/03/2012 às 15:15

      Prezado professor Silvio Silva,
      Por favor, procure o departamento jurídico na sua subsede, com seu holerite, para que possa ser verificado o que ocorre. Vamos juntos vencer essa luta do piso e pelas demais reivindicações.
      Bebel

      Responder
  • 38. MOACIR COSTA  |  03/03/2012 às 12:38

    LINDO…………………..!

    CADE, ATITUDE REAL…………………….!

    SE ESCRITA TIVESSE ALGUMA COISA MONTEIRO LOBATO ESTARIA RICO .

    PRA VENCER O PSDB TEM QUE PARAR DE SER IGUAL O PSDB OU PSDB……………..TA NA HORA DE SE MOSTRAR..;…E SAIR DA CADEIRA…..!

    Responder
    • 39. apeoesp  |  04/03/2012 às 15:14

      Prezado professor Moacir,
      Tenho evitado publicar seus comentários grosseiros, bem como os de mais uma pessoa que insiste em usar este espaço para nos atacar.
      Publico desta vez para que os professores que lêeem este blog verifiquem que existem pessoas, que se dizem professores, que utilizam seu tempo não para nos ajudar a organizar a luta (como a greve que se iniciará em 14 de março e a assembleia estadual do dia 16 de março, às 14 horas, no Palácio dos Bandeirantes), mas para tentar nos intimidar e nos irritar. Creio, inclusive, que se trata da mesma pessoa, que ora se denomina Moacir, ora Hugo. Sei que, infelizmente, nas escolas, existem algumas poucas pessoas que também se comportam desta maneira, mas elas não impediram o avanço da nossa luta.
      Bebel

      Responder
  • 40. Hugo  |  03/03/2012 às 14:11

    mais um mes se foi e não estou vendo nenhuma mudança

    Responder
    • 41. apeoesp  |  04/03/2012 às 15:07

      Prezado professor Hugo,
      Nós é que vamos fazer a mudança, realizando uma grande greve a partir do dia 14 de março e uma grande assembleia estadual no dia 16 de março, às 14 horas, no Palácio dos Bandeirantes. Não podemos esperar para “ver” e, sim, fazer acontecer.
      Bebel

      Responder
  • 42. Cristiane  |  03/03/2012 às 14:41

    Acredito que devemos nos unir nacionalmente e mostrar ao Governo a nossa força, mas é nos unir coletivamente e por completo, a nossa categoria é desunida demais e quebra com isso a força que temos e que não é pouca.
    A sociedade precisa abrir os olhos, reconhecer e lutar conosco contra esses ditadores e detentores temporariamente do poder, somos a maioria e devemos fazer jus a isso.

    Responder
    • 43. apeoesp  |  04/03/2012 às 15:06

      Prezada professora Cristiane,
      Estamos unidos nacionalmente por meio da CNTE e vamos realizar uma grande e expressiva greve nos dias 14, 15 e 16 de março. Mas cada um tem que fazer a sua parte nas escolas, mobilizando para a greve e para a assembleia estadual do dia 16 de março, às 14 horas, no Palácio dos Bandeirantes.
      Bebel

      Responder
  • 44. renato  |  03/03/2012 às 15:53

    Cara presidenta da Apeoesp.
    A resposta dada ao secretário da educação/Alkimin DEVE ser APENAS o começo.
    Está claro que eles só entendem a organização e a luta.
    Sugiro a direção da apeoesp e suas subsedes que nos organizemos para fazer paralizações diárias, divididas por subsedes e interrompendo o transito em vias principais das cidades de são paulo, até que o governo , este sim se curve aos trabalhadores da educação…um trabalho de desgaste constante , contínuo e eficáz contra este governo amaldiçoadlo desde a época de covas.
    Acredito sim que APENAS A LUTA FAZ A LEI ( ser cumprida)
    Usemos o dinheiro do sindicato para constantemente mostrar a todos que este governo é canalha e só cumpre imediatamente a lei prá expulsar pobre de suas casas ( Pinheirinho).
    Abraços.
    Prof. Renato Ribeiro ( Santo André )

    Responder
    • 45. apeoesp  |  04/03/2012 às 14:59

      Prezado professor Renato,
      Agradeço sua colaboração, mas penso que devemos concentrar nossas energias, agora, em realizar uma grande greve a partir de 14 de março. Em 16 de março teremos assembleia estadual e, aí sim, discutiremos novas formas de luta, na hipótese da maioria não decidir pela continuidade do movimento de greve naquele momento.
      Bebel

      Responder
  • 46. solange maria pardo  |  03/03/2012 às 17:21

    Esse governo que nos manipular, temos mesmo é que lutar contra esse secretário, precisamos ser mais unidos e acreditar que a união faz a força.

    Responder
  • 47. Alfredo S. Fernandes  |  03/03/2012 às 20:01

    Total apoio presidenta,
    Professor categoria F com direito a sexta-parte, pois já possui os 4 quinquenios e que tem processo em andamento não pode pedir este adicional administrativamente, à não ser que desita do processo, muitas diretorias tem essa orientação, quem consegue administrativamente são poucos, há muita desinformação. Peço maiores esclarecimentos.
    Alfredo Fernandes

    Responder
    • 48. apeoesp  |  04/03/2012 às 14:49

      Prezado professor Alfredo,
      Peço que entre em contato com o departamento jurídico, na sua subsede ou pelo telefone 11.33506214 e vou solicitar ao departamento jurídico que elabore uma orientação geral.
      Bebel

      Responder
  • 49. ROSANA  |  03/03/2012 às 23:46

    OLÁ! BEBEL
    O DOCENTE COM EXERCÍCIO EM 01/02, TERIA QUE RECEBER O SALÁRIO EM MARÇO, ESTOU COM HORAS-AULAS DE LIBRAS E ALEGARAM QUE NÃO ENTROU MEU PAGAMENTO PORQUE O SISTEMA NÃO ESTAVA ACEITANDO 30 HORAS TERIA QUE SER MENOS.
    NA ESCOLA QUEM É O RESPONSÁVEL PELO PAGAMENTO DOS PROFESSORES?????É FEITO PELA SECRETÁRIA, MAS NÃOO SERIA DO DIRETOR TAL RESPONSABILIDADE?

    DIZEM QUE SÓ IREI RECEBER EM ABRIL? POR QUE?

    SERIA POR SER CATEGORIA “O” ESSE ATRASO EM MEU PAGAMENTO.

    COMO DEVO PROCEDER?

    GRATA!
    ROSANA

    Responder
    • 50. apeoesp  |  04/03/2012 às 14:46

      Prezada professora Rosana,
      O Estado alega problemas com as datas de digitação dos dados. Fomos informados de que haverá uma folha suplementar na segunda quinzena de março.
      Bebel

      Responder
  • 51. Sílvia  |  04/03/2012 às 01:14

    Boa Noite Bebel,

    Acabei de ler a sua resposta a carta do Secretário da Educação e quero parabenizá-la, Estou certa de que estou sendo representada, como professora, por um ótimo sindicato. Ficou claro que esse secretário é apenas mais um dos que veio para subtrair. Ele não é exceção. Por favor, continue forte na luta!

    Responder
    • 52. apeoesp  |  04/03/2012 às 14:41

      Prezada professora Silvia,
      Muito obrigada. Quanto maior o apoio e quanto mais professoras e professores trabalhando pela causa comum, mais fortes estaremos.
      Bebel

      Responder
  • 53. SILMARA PAULA DOS SANTOS  |  04/03/2012 às 12:14

    Professores paulistanos, onde o SERRRINHA estiver vamos panfletar!!!!!!!!

    Responder
  • 54. Roverson  |  04/03/2012 às 13:24

    Professora Jô e Bebel,

    Faço minhas suas palavras. Diversos colegas no chão da fábrica ratificam a falácia imposta pelo governo no que tange à metodologia de conquista mais antiga em termos de batalhas: “dividir para conquistar”.
    Há a necessidade iminente de orientação in loco dos colegas para a convocação da greve, pois efetivos ingressantes e a categoria “O” temem retaliações dadas as suas condições específicas.
    Creio que é o momento de os representantes destinarem todas as suas forças para os devidos esclarecimentos.

    Um abraço.

    Responder
  • 55. Paulo  |  04/03/2012 às 16:26

    Olá Bebel, parabéns pela sua luta e por não desitiur nunca. Grato.
    Uma informação: a Prefeitura de Guaratinguetá, cidade natal do Secretário da Educação, através da Secretaria da Educação, atribuiu suas aulas neste ano letivo cumprindo a lei do piso, 2/3 com alunos e 1/3 em atividades extra classe. Bem que ele deveria aprender com com a secretária da educação de guaratinguetá a interpretar as leis.
    RESOLUÇÃO N.º 002 de 01 de dezembro de 2011
    Dispõe sobre o processo de atribuição de classes, aulas e função ao pessoal do QM para 2012.
    A Secretária da Educação e Cultura de Guaratinguetá, no uso de suas atribuições, considerando o disposto no Parágrafo Único do art.97 da Lei 4.055 /2008, considerando o disposto na Lei n.º 11.738 de 16 de julho de 2008, resolve:
    § 1º – Para cumprimento do estabelecido no § 4º do Artigo 2º da Lei aqui tratada, a jornada de trabalho semanal dos docentes da Rede Municipal de Ensino, a partir do dia 01 de fevereiro de 2012 passa a ser a seguinte:
    1- PEB I e PEB II da Educação Infantil: jornada semanal de trinta horas (30h) das quais 20 horas para desempenho das atividades de interação com os educandos.
    2- PEB I do Ensino Fundamental séries iniciais de 1º ao 5º ano e PEB II da Educação Especial: jornada semanal de trinta e quatro horas e trinta minutos (34h30), das quais 23 (vinte e três) horas para desempenho das atividades de interação com os educandos.
    3- PEB II do Ensino Fundamental séries finais do 6º ao 9º ano:
    3.1- jornada semanal dos contratados de no máximo 39 (trinta e nove) horas/aulas, das quais 2/3 (dois terços) serão atribuídas para atividades de interação com os educandos, e 1/3 para desempenho de atividades extraclasse.
    3.2- jornada de trabalho semanal dos efetivos de no máximo 39 (trinta e nove) horas/aulas, das quais 2/3 (dois terços) serão atribuídas para atividades de interação com os educandos, e 1/3 para desempenho de atividades extraclasse , sendo o respectivo cargo constituído de no mínimo 20 (vinte) horas/aulas com eventual atribuição de no máximo 06 (seis) horas/aulas de Carga Suplementar.
    3
    4- Monitor de Creche: jornada semanal de 40 (quarenta) horas, das quais vinte e seis horas e quarenta minutos (26h40) para desempenho das atividades de interação com os educandos e o restante para desenvolvimento de atividades extraclasse.
    § 2º- Normas disciplinando a forma de cumprimento das horas aulas que deverão ser cumpridas pelos docentes e monitores de creche para desempenho de atividades extraclasse, serão editadas em Portaria a ser expedida pela Secretária da Educação.
    Abraços!

    Responder
    • 56. apeoesp  |  05/03/2012 às 03:54

      Prezado professor Paulo,
      Muito obrigada. De fato, há estados e muitos municípios que demonstram que é possível aplicar corretamente a jornada prevista na lei do piso.
      Bebel

      Responder
  • 57. sandra de souza cruz lopes  |  04/03/2012 às 17:43

    OLÁ BEBEL!!!
    ERA CAT. F E EFETIVEI-ME ESTE ANO.FIQUEI LONGE DA CIDADE EM QUE MORO E ESTOU OUVINDO BOATOS DE QUE NÃO PODEREI PARTICIPAR DO CONCURSO DE REMOÇÃO QUE SE ABRIRÁ DAQUI UNS DIAS ( TEM UMA VAGA AQUI NA MINHA CIDADE E OUTRA NA D.E). POR FAVOR INTERVENHA VIA JUDICIAL PARA VALER NOSSO DIREITOS . PARECE QUE ESTAMOS ANDANDO PARA TRÁS . A DITADURA VOLTOU?
    SOU DE PRESIDENTE EPITÁCIO E ESTAREI LÁ NA ASSEMBLÉIA DIA 16/03. BIJOS
    OBRIGADA
    SANDRA

    Responder
    • 58. apeoesp  |  05/03/2012 às 03:56

      Prezada professora Sandra,
      Já ingressamos com ação judicial, mas a liminar não alcançou os que estão em estágio probatório. Agora, deve ingressar com ação individual. Procure o departamento jurídico na sua subsede.
      Bebel

      Responder
  • 59. alfredo s. fernandes  |  05/03/2012 às 12:37

    Obrigado pela disponibilidade Bebel.
    Mais uma vez pela luta , com relação à sexta parte aos Ofas realmente precisa ser normatizado.
    Alfredo

    Responder
    • 60. apeoesp  |  06/03/2012 às 03:39

      Prezado professor Alfredo,
      Obrigada. Estamos trabalhando para que todas as questões sejam resolvidas.
      Bebel

      Responder
  • 61. Araraquara  |  05/03/2012 às 13:11

    Olá, Bebel!!!
    Por favor, como ficará o estorno das ferias da cat O. Irá ocorrer, ou o desconto é legal? Acho injusto o Estado não devolver nossos descontos exagerados. Obrigada.

    Responder
    • 62. apeoesp  |  06/03/2012 às 03:38

      Prezado professor Araraquara,
      Ingressamos com ação coletiva para que os estornos indevidos sejam cancelados.
      Bebel

      Responder
  • 63. jane  |  05/03/2012 às 23:05

    Professora Bebel agradeço enormemente tudo que tem feito pela nossa classe. Sou professora a 17 anos e não me lembro de confiar tanto numa liderança sindical como confio agora.Ainda que carvalhos tenham que ser vergados para que um desfecho positivo seja alcançado,fica para mim seu exemplo de presidente de coduta ilibada e capaz de nos fazer acreditar em melhores dias.
    Um abraço

    Responder
    • 64. apeoesp  |  06/03/2012 às 03:14

      Prezada professora Jane,
      Muito obrigada pelas suas palavras e pelo seu apoio. A luta é de todos nós e devemos canalizar toda a nossa energia para uma grande greve a partir do dia 14 de março e para uma assembleia muito representativa no dia 16 de março, às 14 horas, no Palácio dos Bandeirantes.
      Bebel

      Responder
  • 65. Edna  |  06/03/2012 às 03:01

    Bebel, o professor contratado, apesar de saber que essa é a única maneira de conserguirmos nossos direitos, está com muito medo de perder as aulas se fizer greve. Abraço.

    Responder
    • 66. apeoesp  |  07/03/2012 às 03:55

      Prezada professora Edna,
      Compreendo perfeitamente sua situsação e seu sentimento. Reflita e verifique junto à sua subsede ao representante de escola da APEOESP a melhor maneira de contribuir paras o movimento.
      Bebel

      Responder
  • 67. Hugo  |  06/03/2012 às 08:58

    GOSTARIA DE SABER POR QUE VCS CENSURAM OS COMENTARIOS QUE DISCORDAM DAS SUAS OPINIÕES OU ENTÃO CRITICAM VCS?
    VCS VIVEM FALANDO DE DITADURA, MAS PRATICAM A PIOR DITADURA DE TODAS A DITADURA INTELECTUAL.
    DEIXEM OS PROFESSORES PENSAREM POR FAVOR E PAREM DE CENSURAR OS COMENTARIOS CONTRARIOS A VCS

    Responder
    • 68. apeoesp  |  07/03/2012 às 03:53

      Prezado professor Hugo,
      Leia as regras para comentários do nosso blog. Aqui não publicamos comentários que visam enfraquecer o sindicato e a luta dos professores, o que seus textos têm feito insistentemente. Este espaço é para debater a educação, informar sobre os direitos dos professores e organizar suas lutas. Enquanto sua intenção for a de criticar o sindicato, apenas, poderá dispor de muitos outros espaços na internet, mas não deste.
      Bebel

      Responder
      • 69. Livia  |  11/03/2012 às 01:27

        esse hugo é muito chato, vive fazendo critica e comentarios pessimistas, mas ele tem razao em uma coisa vcs tem que dar liberdade para todos postarem as suas opinioes, para que possa haver um grande debate de ideias,desde que não tenham palavroes ou comentarios racista.
        Bebel pense a respeito disso até para que possamos contariar esses comentarios do professor Hugo

      • 70. apeoesp  |  12/03/2012 às 01:16

        Prezada professora Livia,
        Pelo grande volume de comentários no blog e pelo número de visitas (quase 1,5 milhão) você pode constatar que este blog é extremamente democrático e participativo. Grande número de cartas contém critícas à minha pessoa e à APEOESP e são publicadas e respondidas, assim como são publicadas cartas com opiniões, ideias, sugestões. Mas não daremos espaço para os que querem fazer campanha sistematica contra o nosso sindicato. Para estes há outros espaços na internet e também junto à SEE.
        Bebel

  • 71. luana  |  06/03/2012 às 11:39

    bebel
    sou professora estou com 32 aulas mas o horario nao esta compativel com os meu meios de transporte , precisaria deixar algumas salas … sou categoria o tenho esse direito? pro favor preciso desta resposta desde ja agradeço!

    Responder
    • 72. apeoesp  |  07/03/2012 às 03:47

      Prezada professora Luana,
      Por favor, entre em contato com o atendimento jurídico pelo telefone 33506214, expondo sua situação funcional (se efetivo, se temporário, a qual categoria pertence etc) para receber informações e orientações a respeito da sua situação.
      Bebel

      Responder
  • 73. Marcela  |  06/03/2012 às 17:46

    Bebel, sobre o concurso: sabemos q existem milhares de aulas livres, pq o estado ñ liberam essas aulas para os concursados? pq o Estado nunca ultrapassou os 120 mil do quadro efetivo? Pq eles trabalham sempre com as mesmas vagas efetivas? Só repondo exonerações, mortes e aposentadoria? Aqui na minha DE em Língua Portuguesa, são 45 profs Fs com aulas livres, é injusto para os q são O e passaram no concurso. Ñ estou questionando a estabilidade dos Fs, estou questionando o pq de muitas aulas livres ñ entrarem p a remoção e em contrapartida, O concurso chegar ao fim sem nos efetivarmos.

    Responder
    • 74. apeoesp  |  07/03/2012 às 03:33

      Prezada professora Marcela,
      Seus questionamentos são pertinentes e os temos feito à SEE. A grande questão é que não fornecem as respostas corretas e mantêm o mesmo tipo de política que nos levou à atual situação.
      Bebel

      Responder
      • 75. Marcela  |  07/03/2012 às 22:56

        Bebel, o q nós podemos fazer? Se o concurso ñ for prorrogado podemos pleitear essas vagas? Na justiça o estado será obrigado a mostrar os dados concretos ou ele pode tb manipular? Salvei as tabelas do DRHU lá consta a quantidade de efetivos e quantidade de ñ efetivos.
        Obrigada,

        Marcela.

      • 76. apeoesp  |  08/03/2012 às 14:04

        Prezada professora Marcela,
        Claro, vamos estudar as medidas a tomar de acordo com as medidas que o governo vier, ou não, a tomar. A justiça se pronuncia em cima de fatos concretos.
        Bebel

  • 77. Camila  |  07/03/2012 às 00:13

    KKKKKKKKKKKKKKKKKKK!
    Isso é piada, não é?
    A Apeoesp não tem feito outra coisa a não ser PERDER!
    Nossas férias foram divididas e a Lei do Piso ludibriada! E ficamos com caras de idiotas perante o governo!
    Parem de fazer um jogo de palavras para tentar nos iludir…! O governo ri da nossa cara!

    Responder
    • 78. apeoesp  |  07/03/2012 às 03:10

      Prezada professora Camila,
      Os professores organizaram seu sindicato para lutar por seus direitos e reivindicações. Somos professores como você.
      Não fazemos jogo de palavras, lutamos. Não perdemos a luta da lei do piso. Ao contrário, a sentença judicial nos é favorável, não ao governo. O governo vem conseguindo apenas medidas protelatórias que adiam a aplicação da sentença. Nós não estamos parados, vamos à greve, e vamos levar o caso a Brasília, aos tribunais superiores e vamos ganhar, se por acaso sofrermos um revés no TJSP.
      No caso das férias repartidas, o governo queria a volta dos professores no dia 16 de janeiro. É verdade, não conseguimos ainda a revogação da resolução 44, mas o retorno dos professores começou em 23 de janeiro e grande parte só precisou retornar após o dia 26 de janeiro.
      A sua alternativa, professora, qual é? Ficar esperando resultados e criticando o sindicato? Achamos melhor e mais produtivo lutar e se todos fizessem o mesmo, tenho a certeza de que o governo teria muito menos espaço para impor determinadas medidas. Temos grandes tarefas pela frente: parar as escolas estaduais em 14, 15 e 16 de março e realizar uma assembleia muito massiva no dia 16 de março no Palácio dos Bandeirantes. Que tal gastarmos nossas energias nessas tarefas?
      Bebel

      Responder
  • 79. fernanda  |  07/03/2012 às 11:37

    por favor gostaria de um esclarecimento. passei a ser categoria o e só tenho direito a duas abonadas, não sei se estou dizendo besteira mas sempre soube que estes dias,no caso seis, eram referentes aos dias 31 que não são pagos pelo governo. me desculpem se estiver enganada, mas acho que no minimo deveriamos ter direito ao mesmo número de abonadas que as demais categorias, Fernanda

    Responder
    • 80. apeoesp  |  07/03/2012 às 16:05

      Prezada professora Fernanda,
      Concordo com você e não apenas no caso das faltas abonadas. Lutamos muito contra a aprovação da lei 1093/09 e continuamos lutando pela sua revogação. Todos os professores têm que ter uma contratação digna e direitos iguais.
      Bebel

      Responder
  • 81. Paula  |  07/03/2012 às 12:05

    Ólá Bebel!
    Muito Obrigada por estar lutando por nós! Agora estaremos ao seu lado para lutarmos juntos!

    Ensinar
    é um exercício
    de imortalidade.
    De alguma forma
    continuamos a viver
    naqueles cujos olhos
    aprenderam a ver o mundo
    pela magia da nossa palavra.
    O professor, assim, não morre jamais.
    (Rubem Alves)

    Obrigada pela atenção!

    Responder
    • 82. apeoesp  |  07/03/2012 às 16:02

      Prezada professora Paula,
      Muito obrigada. Muito obrigada também por nos brindar com essas lindas palavras e verdadeiras palavras de Rubem Alves.
      Bebel

      Responder
  • 83. ALESSANDRO  |  07/03/2012 às 15:04

    Bebel a unica lei que o psdb conhece é o voto como o serra já perdeu para presidente vamos denovo votar contra ele para prefeito
    professor que votar serra em são paulo é burro, não gosto de comparar ao burro pois este animal não vota serra entendeu.

    Um abraço e continue a luta

    Responder
  • 84. Vanessa  |  07/03/2012 às 15:57

    Bebel,
    Professores da categoria F, PEB I, que ganhavam R$ 1400,00 aproximadamente, neste mês receberam R$ 1.100,00 (ao menos os professores da escola em que eu trabalho). Será por causa do Ler e escrever, que não existe mais? Mas esse desconto está bem alto.

    Responder
    • 85. apeoesp  |  08/03/2012 às 14:36

      Prezada professora Vanessa,
      Vamos buscar informações a respeito.
      Bebel

      Responder
  • 86. edna  |  07/03/2012 às 18:31

    Olá Bebe!
    Será que você pode dar uma resposta mais objetiva sobre o pagamento dos ex-Ls , agora O .Será que vamos mesmo receber na 2ª quinzena ou é balela da secretária da educação.A escola e a Diretoria alega que só teremos pagamento em abril. Por favor verifique pois as contas não espera ou se podemos entrar com um requerimento direto com a dirigente?
    Parabéns pela luta! Muito Obrigado.

    Responder
    • 87. apeoesp  |  08/03/2012 às 14:17

      Prezada professora Edna,
      Infelizmente, só podemos dar respostas objetivas sopbre assuntos sobre os quais temos pleno domínio. Neste caso, lidamos com as informações divulgadas pela Secretaria da Educação, e elas indicam que haverá folha suplementar na segunda quinzena de março.
      Neste caso, um mandado de segurança individual pode demorar mais que uma folha suplementar, mas se desejar pode fazê-lo.
      Bebel

      Responder
  • 88. Ricardo (@ricknats)  |  12/03/2012 às 14:17

    quando será a votação no supremo sobre a jornada docente que o governo não cumpriu

    Responder
    • 89. apeoesp  |  13/03/2012 às 03:45

      Prezado professor Ricardo,
      O processo ainda tramita no TJSP. Ainda não há data para que inicie tramitação em Brasília.
      Bebel

      Responder
  • 90. MARQUES  |  14/01/2014 às 12:02

    NOBRE , IMPOLUTA E GUERREIRA BEBEL…..SOU MORADOR DA CIDADE DE BEBEDOURO..E MINHA ESPOSA É PROFESSORA [ AFILIADA APEOESP ]TENHO 55 ANOS DE IDADE E DIVERSOS PROBLEMAS DE SAUDE .;.FAZIA TRATAMENTO DE SAUDE ATRAVES DESSE CONVENIO . POREM AO INICIAR O ANO 2014.FOI CANCELADO O REFERIDO CONVENIO COM HOSPITAL QUE ATENDIA TODOS OS PROFESSORES E FAMILIARES..E QUE TODOS DEVERIAM SER ATENDIDOS EM OUTRAS CIDADES …….[DOENTE TENDO QUE VIAJAR ] …O GOVERNO CONTINUA A DESCONTAR MENSALMENTE O VALOR DO CONVENIO NO PAGAMENTO DE MINHA ESPOSA . NAO DANDO A MINIMA PARA NOSSO BEM ESTAR ………….BEBEL O QUE APEOESP PODE FAZER PARA NOS AJUDAR POIS ESTAMOS ABANDONADOS POR TODOS [ ATÉ POR VOCES ] AJUDE NOS POR FAVOR ;;………GRATO .

    Responder
    • 91. apeoesp  |  19/01/2014 às 02:23

      Prezado senhor Marques,
      A APEOESP negociou com o governo que os professores da categoria O (suponho que seja esta a situação de sua esposa) tenham acesso ao IAMSPE. Ocorre que este direito só vai ser votado em 2014, em projeto que o governo enviará para a ALESP.
      De fato, o governo não se importa com os professores. A APEOESP não abandonou os professores. Este foi um dos pontos da nossa greve e negociamos com os secretários da Educação e da Gestão Pública a continuidade do atendimento.
      Bebel

      Responder

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