Reuniões de Representantes da APEOESP devem se realizar no dia 10/03 (sábado)

06/03/2012 at 09:27 42 comentários

A Secretaria Estadual da Educação informou à APEOESP a decisão de não publicar a a dispensa de ponto para as reuniões de representantes previstas para a data solicitada (6 de março). A decisão denota a preocupação do go­verno com a nossa mobilização para a greve que se inicia no dia 14 de março pela implantação da jornada do piso na rede estadual de ensino.

Entretanto, esta decisão não nos im­pedirá de continuar organizando e mobi­lizando nossa categoria na luta em defesa de nossos direitos. Assim, orientamos todas as subsedes a realizar as reuniões de RR no dia 10 de março, sábado. Os Boletins que deverão embasar os debates já foram distribuídos às regiões. Também já foi encaminhada a carta as­sinada pela presidenta da APEOESP em resposta às inverdades contidas em carta assinada pelo secretário da Educação e distribuída aos professores da rede. As reuniões devem ser um momento de organização das atividades da luta pela lei do piso, como a intensificação das visitas às escolas e as caravanas para a massiva assembleia es­tadual que realizaremos no 16 de março no Pa­lácio dos Bandeirantes, demonstrando a este governo que não nos curvaremos diante das tentativas de intimidar nosso movimento.

Mais do que nunca, é preciso envolver to­dos os professores nas atividades já apro­vadas pelo nosso Conselho de Represen­tantes (veja calendário de mobilização) e participar da greve nos dias 14, 15 e 16 de março em defesa da imediata aplicação da jornada do piso: 33% para atividades extraclasse; e do atendimento dos demais itens de nossa pauta de reivindicações.

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Justiça manda RS pagar piso a professores

42 Comentários Add your own

  • 1. Lilith  |  06/03/2012 às 12:28

    Olá Bebel!
    Parabéns pelo blog, sempre atualizado e respondendo a todos.

    Gostaria que me esclarecesse uma dúvida: tenho acúmulo de cargo há seis anos, e este ano a diretora da escola 1 mudou a data do HTPC, fazendo coincidir com a data da escola 2. Meu acumulo foi publicado, mas ela alega que eu tenho de fazer os HTPCs nos dias estabelecidos por ela no papel, mesmo havendo um terceiro dia de HTPC disponível na escola que eu poderia cumprir, ela insiste que eu tenho de cumprir no dia que coincide com a outra escola. Agora me responda: se eu sou efetiva nos dois cargos, a escola não tem o dever de fazer uma adequação de horário? Que lei eu devo pesquisar para me informar?
    me ajude, pois estou sendo ameaçada de ter de exonerar um cargo e ainda ter de devolver o dinheiro recebido.
    Obrigada!

    Responder
    • 2. apeoesp  |  07/03/2012 às 03:45

      Prezada professora Lilith,
      Muito obrigada.
      As escolas, sobretudo se forem ambas da mesma rede de ensino, têm o dever de ter bom senso para não prejudicar os professores. Sugiro que você entre em contato com o departamento jurídico na sua subsede para receber informações e orientações sobre esta situação e possíveis formas de resolver o problema.
      Bebel

      Responder
    • 3. Marcelo  |  04/01/2014 às 18:43

      Lilith, a resposta é não. A escola não tem o dever de adequar os horários para você. Seu acúmulo não garante este favorecimento. Não está previsto na lei. Como foi dito, ela tem que ter bom senso. Mas se isso atrapalhar a rotina escolar e dos demais professores, não houver um acordo amigável, você deverá, sim, exonerar um cargo. Você adquiriu uma concessão legal de acúmulo, não um direito o qual vise favorecimentos dentro de período, horários, etc.

      Responder
  • 4. Priscila  |  06/03/2012 às 15:00

    Cara Bebel,
    por mais que você diga – não sem razão – que não se pode esperar a mobilização para greve apenas dos diretamente envolvidos com o sindicato, a verdade é que a falta da presença pessoal da Apeoesp junto às escolas enfrequece qualquer tentativa de greve.
    Nunca vi nenhum membro do sindicato na escola em que leciono (Norte 1). Não há qualquer material distribuído aos professores.
    Eu só sei o que está acontecendo porque costumo ler o seu blog, mas a realidade é que não dá para tentar fazer uma greve apenas pela internet.
    A internet deve ser algo que some, não que substitua a atuação presencial dos membros do sindicato.
    Uma greve que é apenas comunicada pela internet não consegue criar um sentimento de realidade entre os professores.
    A presença da Apeoesp nas escolas dá uma sensação de confiança, por isso ela é fundamental.
    Por que vocês não aproveitam os dias de planejamento para visitarem de fato as escolas.

    Outra coisa, acho que a carta do dito secretário da educação aos professores merece uma resposta dos professores. Acho que deveria ser feito uma espécie de abaixo assinado, curto e grosso, dizendo que nós professores não concordamos com o que a carta diz, que nós sabemos sim fazer contas, que nós não nos sentimos enganados pela Apeoesp, muito pelo contrário. Depois deveríamos colar uma folha na outra e fazer uma ação em frente a secretaria de educação, algo como abraçar o prédio com as assinaturas.
    Precisamos também ser mais espertos nas manifestações de forma a ganhar a simpatia do público e da mídia. Vamos nos inspirar nas últimas mobilizações que ganharam destaque na mídia. Temos que ser criativos.

    abraços e sucesso
    Priscila

    Responder
    • 5. apeoesp  |  07/03/2012 às 03:40

      Prezada professora Priscila,
      De modo algum tirei a razão de suas palavras. Ao contrário, concordei com elas e orientamos as subsedes a intensificarem as visitas às escolas. Agradeço suas propostas. Vamos levá-las em consideração.
      Bebel

      Responder
    • 6. suraya caram  |  08/03/2012 às 01:11

      Prezada Priscila,

      Veja como a presença dos representantes do sindicato nas escolas não é suficiente para mobilizar os colegas…na minha escola somos 4 : dois Conselheiros e dois Representantes de Escola . Estamos juntos todos os dias , temos ótimo relacionamento com os colegas que são super abertos para nos ouvir…Nossa escola sempre adere aos movimentos . Desta vez , apesar da gravidade dos fatos , embora estejamos tentando fazer com que o grupo decida pela adesão à paralisação , não estamos tendo o retorno esperado… Cabe a nós esclarecer-lhes , mantê-los informados , mas a decisão é de cada um …não podemos entrar no íntimo deles e obrigá-los a participar.. Tudo é uma questão de amadurecimento… Diz o caipira: “vc deve levar o cavalo na beira do rio , mas não pode obrigá-lo a beber a água ” Assim , não se iluda pensando que se vcs tivessem a visita da Apeoesp tudo se resolveria como num passe de mágica… O movimento se constrói dia a dia , dialogando sempre , no debate entre nossos pares…
      vc pode contribuir consigo e com os colegas se vier fazer parte do grupo conosco. Seja representante na sua escola ! Inicie o trabalho! Faça a diferença! Precisamos de vc!
      Abraço,

      Responder
  • 7. marco antonio  |  06/03/2012 às 19:20

    Bebel gostaria de saber se o sindicato procurou o Ministério do Trabalho para explicar sobre a situação dos professores da categoria “O” não tem direito a praticamente a nada e trabalha como qualquer outro profissional é injusto o que o governo faz com os professores.abraços

    Responder
    • 8. apeoesp  |  07/03/2012 às 03:21

      Prezado professor Marco Antonio,
      Mais que isto, analisamos a constitucionalidade e legalidade desta lei. Infelizmente, o Estado tem autonomia para legislar sobre a adnministração pública e sobre o regime de contratação de seus servidores, desde que a legislação seja aprovada por maioria qualificada na Assembleia Legislativa e não contrarie ou conflite com legislação superior. Lutamos contra a aprovação desta lei e não conseguimos impedir, pois a ALESP tinha, e tem, maioria governista. Hoje lutamos pela sua revogação.
      Bebel

      Responder
  • 9. Prof. Clovis  |  06/03/2012 às 21:04

    Não podemos perder a oportunidade (no planejamento) de discutir com os companheiros e companheiras os ataques da elite contra os trabalhadores e os alunos das escolas públicas.

    Responder
  • 10. San  |  07/03/2012 às 10:21

    Cara Presidenta,
    Tenho uma dúvida sobre o planejamento que ocorrerá 7, 8 e 9. Na sexta feira não tenho aula e nem acúmulo, é obrigatória minha presença no planejamento da sexta feira por se tratar de convocação? Outra pergunta, mesmo se tratando de convocação trabalharei um dia sem receber?

    Grata,

    Responder
    • 11. apeoesp  |  08/03/2012 às 14:37

      Prezada professora San,
      Publiquei texto sobre este assunto no blog, na data de hoje, 8 de março.
      Bebel

      Responder
  • 12. mimi  |  07/03/2012 às 13:42

    bebel,aqui na zona norte de sp,ninguem fala em greve,as escolas nao sabem de nada,pois os representantes do sindicato nao visitam escolas,por isso aqui ninguem participara da greve.

    Responder
    • 13. apeoesp  |  07/03/2012 às 14:31

      Prezada professora Mimi,
      Estamos intensificando as visitas às escolas em todas as regiões. Por favor, entre em contato com a subsede Norte (veja telefone em wwww.apeoesp.org.br).
      Por outro lado, há um chamamento público à greve, que não atende a um desejo do sindicato, mas a uma necessidade da luta da nossa categoria pelas reivindicações de todos.
      Bebel

      Responder
  • 14. ALESSANDRO  |  07/03/2012 às 14:50

    Bomn dia Bebel concordo com a greve e tudo que o sindicato está fazendo mas quase não é falado sobre os cat Ex-L hoje O, sem perder o foco da lei do piso devemos nos prontificar contra o terror “Serra para prefeito” pois professor que votar serra na cidade de são paulo é burro, não gosto desta comparação pois nem oburro do pasto vota serra. devemos pedir que nossos amigos professores ou não vote serra até parentes que vote na cidade de são paulo, PSDB nunca mais e nem DEM.

    UM ABRAÇO BEBEL

    Responder
  • 15. Professor Readaptado  |  07/03/2012 às 16:25

    E veja que, se eu cumprir 29 aulas com alunos + 3 HTPCs + 12 HTPLs = 185 h/a, passa da minha jornada , o Estado so esta me pagando 180 h/a. Ao passo que, se eu cumprir 30 aulas com alunos + 3 HTPLs + 12 HTPCs = 190 h/s, realmente passa de 180 para 190, mas fica correto uma coisa, a mesma quantidade de aulas, 30 aulas + 3 HTPCs, enquanto que se eu cumprir 29 aulas + 3 HTPCs = 185 h/a, alem de sair perdendo 1 aula, aindo tenho que trabalhar 5 aulas de graça para o Estado. Não tem alguma coisa errada com minha situação e de todos os professores readaptados do Estado de São Paulo?

    Responder
    • 16. apeoesp  |  08/03/2012 às 14:35

      Prezado professor,
      Estamos analisando com calma suas duas mensagens para formular uma resposta.
      Bebel

      Responder
  • 17. Erika Rupero  |  07/03/2012 às 23:21

    Olá Bebel! Gostaria de saber sobre as faltas possíveis do professor cat O, sou O desde 2011 e já não tenho direito a uma falta se quer, isso não existe. Muitas vezes não estou disposta, já fui trabalhar até doente, mas mesmo assim tenho que ir pois corro o risco de perder o contrato. Essas mudanças só afetam quem esta entrando na rede ou entrou a pouco tempo.
    Façam mais por nós cat O, é desumano aceitar essas condições de trabalho.

    Responder
    • 18. apeoesp  |  08/03/2012 às 13:35

      Prezada professora Erika,
      Acredite, professora, nunca aceitamos essas condições de trabalho. Quando o projeto que mais tarde tornou-se a lei 1093/09 foi enviado à Assembleia Legislativa nos mobilizamos imediatamente, fomos à Assembleia, realizamos atos, vigílias, manifestações. Depois de aprovada a lei, estudamos todas as formas de questioná-la na justiça, mas, infelizmente, ela foi aprovada na ALESP com a maioria qualificada que é exigida. Porém, continuamos lutando contra ela, seja apoiando projetos de lei na ALESP pela sua revogação, seja colocando nas nossas campanhas a exigência de que seja revogada. A lei é injusta e restritiva quanto ao direito de faltas para os professores da categoria O.
      Quanto às faltas, transcrevo trechos do Decreto 54.682, de 13.8.2009, que Regulamenta a LC 1093:
      (…)
      Artigo 18 – O contratado que no prazo de vigência do contrato faltar ao serviço poderá requerer o abono ou a justificação da falta.
      § 1º – Para fins do disposto no “caput” deste artigo, deve o contratado apresentar requerimento por escrito no primeiro dia útil subsequente ao da ausência, para deliberação da autoridade competente.
      § 2º – As faltas abonadas, até o limite de 2 (duas), durante o período contratual, não excedendo a uma por mês, não implicarão em desconto da remuneração.
      § 3º – As faltas justificadas, até o limite de 3 (três), durante o período contratual, não excedendo a uma por mês, implicarão na perda da remuneração do dia.
      § 4º – As faltas abonadas e as consideradas justificadas, pela autoridade competente, não serão computadas para os fins do disposto no inciso IV do artigo 8º da Lei Complementar nº 1.093, de 16 de julho de 2009.
      § 5º – A ausência do contratado será considerada falta injustificada ao trabalho no caso da não apresentação do requerimento de que trata o §1º deste artigo.

      Artigo 19 – A falta não abonada ou não justificada será considerada injustificada, não podendo exceder a uma no período contratual, implicando na perda da remuneração.
      Parágrafo único – Ultrapassado o limite de que trata o “caput” deste artigo, as faltas injustificadas serão consideradas descumprimento de obrigação contratual por parte do contratado, sendo aplicável a extinção contratual nos termos do artigo 8º da Lei Complementar nº 1.093, de 16 de julho de 2009.

      Artigo 20 – No caso de faltas sucessivas, justificada e injustificada, os dias intercalados, os sábados, domingos, feriados e aqueles em que não haja expediente serão computados para efeito de desconto da remuneração.
      Artigo 21 – Poderá o contratado até 3 (três) vezes por mês, sem desconto da remuneração, entrar com atraso nunca superior a quinze minutos na unidade onde estiver em exercício, desde que compense o atraso no mesmo dia.

      Artigo 22 – O contratado perderá a totalidade da remuneração do dia quando comparecer ou retirar-se do serviço fora de horário, ressalvados o disposto no artigo 20 deste decreto e os casos de consulta médica ou tratamento de saúde previstos na Lei Complementar nº 1.041, de 14 de abril de 2008.

      Bebel

      Responder
  • 19. Miriam  |  07/03/2012 às 23:40

    Oi Bebel
    Parabéns pela luta e empenho de todos da APEOESP. Com certeza estamos fazendo a história da educação neste Estado.
    Não podemos depender exclusivamente das visitas da Apeoesp para mobilizar os colegas com relação a Greve e demais ações que devemos tomar. Acredito que falando e trazendo informações para dentro da escola, aos poucos vamos sensibiliar os colegas e provar que a luta é de todos, não apenas do Sindicato. Aproveitando a oportunidade gostaria de saber qual é o procedimento quando o mandado de segurança individual é deferido a nosso favor: devemos exigir de imediato do diretor da escola a alteração da jornada ou devemos aguardar a posição do Secretário de Educação? O que devemos fazer?
    Abraços.

    Responder
    • 20. apeoesp  |  08/03/2012 às 03:03

      Prezada professora Miriam,
      Muito obrigada pelas suas palavras e pelo seu apoio. É mesmo importante o empenho de todos.
      Quanto à sua pergunta, a liminar deve ser acatada de imediato pelo diretor da escola.
      Bebel

      Responder
  • 21. Celina  |  08/03/2012 às 01:14

    Bebel

    Muitos professores, Efetivos e OFAs, não receberam o pagamento total agora em março ( as aulas em substituição não foram pagas). Gostaríamos de saber se você tem alguma informação quando o restante será pago.
    Agradeço e aguardo resposta.

    Responder
    • 22. apeoesp  |  08/03/2012 às 02:09

      Prezada professora Celina,
      Haverá folha suplementar na segunda quinzena de março.
      Bebel

      Responder
  • 23. Cristiane Salvador  |  08/03/2012 às 02:39

    Bebel,
    Todo ano é a mesma coisa: a briga pelo dias de planejamento, onde vcs falam que não somos obrigados a ir em dia que não damos aulas. Mas como ficam as leis: LDB, LC 444/85, Parecer CEE 67/98 e o Decreto 39.931/95 que claramente falam que é nossa obrigação participar destes dias na escola. Outra coisa uma amiga da escola, no ano passado faltou, entrou com mandato de segurança e perdeu.O Juiz embasou-se em todas essas leis e também colocou que mesmo dando aulas em 4 dias por semana,para nossa vida funcional em nossa ficha cem coloca-se presença todos os dias, e não somente nos dias em que damos aula. , então devemos participar de todas as atividades que estão previstas no calendário.
    Realmente quem está certo??????? Minha amiga ficou com a falta.

    Responder
    • 24. apeoesp  |  08/03/2012 às 14:27

      Prezada professora Cristiane,
      Reproduzo, abaixo, texto que acabo de publicar no blog:
      Orientação sobre convocação para planejamento escolar

      A Secretaria de Legislação e Defesa dos Associados da APEOESP, após várias decisões judiciais favoráveis, reafirma orientações sobre convocação aos professores para trabalhar no Planejamento. Entendemos que a participação dos professores não é obrigatória, ainda que a atividade conste no calendário escolar.
      O professor, nos termos do artigo 10 da Lei Complementar 836/97, é admitido para lecio¬nar determinada jornada semanal de trabalho. Se, de segunda até sexta-feira, o docente cum¬prir a sua carga horária semanal, não há nada que o obrigue a estar presente na escola para cumprir mais do que a jornada dele obriga.
      Com isso, a Secretaria de Legislação reforça as seguintes orientações: o professor que rece¬ber falta por não comparecer ao Planejamento deve solicitar, através de requerimento, a reti¬rada dessa falta. Com o indeferimento, pode ingressar com mandado de segurança.
      No caso do comparecimento, o docente pode requisitar pagamento de serviço extraor¬dinário, em ação ordinária. Mais esclarecimentos podem ser obtidos na subsede mais próxima.
      Bebel

      Responder
  • 25. Jeferson Dias  |  09/03/2012 às 00:31

    Olá Bebel, sou ingressante, portanto é a primeira paralisação que possivelmente participarei. O que acontece comigo quanto a esses dias de greve? São computados como falta? E na minha escola, ninguém afirmou que irá parar. Até que ponto minha paralisação teria efeito?
    Parabéns e obrigado, principalmente pela luta de nossos direitos.

    Responder
    • 26. apeoesp  |  09/03/2012 às 03:31

      Prezado professor Jeferson,
      A primeira providência a ser tomada é comunicar a direção da sua escola de que você está aderindo à greve. O Estado, dependendo da força da greve ou não, poderá tentar descontar os dias de greve, mas estamos respaldados pela lei.
      Bebel

      Responder
  • 27. ANTONIO SÉRGIO FERREIRA  |  09/03/2012 às 19:42

    Olá Bebel.
    Para comunicar minha adesão à paralisação devo fazê-la por escrito? E caso a escola coloque eventual, como ficará essa falta?

    Responder
    • 28. apeoesp  |  10/03/2012 às 11:57

      Prezado professor Antonio Sérgio,
      Por favor, leia texto que publico hoje aqui no blog relativo à questão da greve.
      Bebel

      Responder
  • 29. Paulo  |  09/03/2012 às 19:47

    Bebel
    Não tenho dúvidas quanto a minha participação a paralisação nacional, mas gostaria de orientações referente a postura perante a unidade escolar, devo informar por escrito a direção?Estou em estagio probatório!

    Responder
    • 30. apeoesp  |  10/03/2012 às 11:55

      Prezado professor Paulo,
      Você pode comunicar à direção da escola, por escrito, sua adesão à greve, direito constitucional. Nenhum professor poderá ser punido em razão da greve. Leia texto que publico hoje aqui no blog.
      Bebel

      Responder
  • 31. Luciana  |  09/03/2012 às 20:04

    Olá Bebel, tudo bem?Eu entendo a lei aprovada pela Alesp em relação a extinta categoroa “L”.Gostaria de saber se não existe a remota possibilidade de mobilizarmos um abaixo assinado e tentar entrar na justiça? Pode ser que eu esteja falando besteira, pois sou leiga em assuntos jurídicos.Mais existe essa possibilidade?
    Abraços

    Responder
    • 32. apeoesp  |  10/03/2012 às 11:52

      Prezada professora Luciana,
      Não há caminho judicial neste caso. A justiça julga de acordo com a lei.
      Bebel

      Responder
  • 33. REGINA  |  09/03/2012 às 23:03

    BEBEL BOA NOITE!

    ATRIBUI AULAS EM 30/01 COMO PEB 1 ERA CAT F CAI PRA L E AGORA PARA O SÓ QUE Ñ RECEBI NENHUM CENTAVO DE PAGAMENTO FÉRIAS NADA O QUE FAÇO??? HOVERÁ ESSA FOLHA SUPLEMENTAR???

    Responder
    • 34. apeoesp  |  10/03/2012 às 11:46

      Prezada professora Regina,
      No site da APEOESP (www.apeoesp.org.br), concuslte o boletim APEOESP Urgente 14. Protocole o requerimento que lá se encontra na escola. Em caso de indeferimento ou resposta insatisfatória, ou mesmo se não houver resposta, procure o departamento jurídico na sua subsede.
      Sim, o governo anunciou folha suplementaer na segunda quinzena de março para pagamento dos salários.
      Bebel

      Responder
  • 35. REGINA  |  09/03/2012 às 23:38

    SE O PROFESSOR CAT O PARTICIPAR DA GREVE PODE TER SEU CONTRATO CANCELADO????

    Responder
    • 36. apeoesp  |  10/03/2012 às 11:42

      Prezada professora Regina,
      Não pode. A greve é direito constitucional. Veja texto que publico hoje no blog, elaborado pelo departamento jurídico.
      Bebel

      Responder
  • 37. Vanessa  |  10/03/2012 às 00:40

    Tem diretorias que estão afirmando que o pagamento dos professores será somente em junho.
    A categoria L já tem registro para que tanta burocracia.
    O que a Apeoesp pode fazer ? Trabalhamos e queremos receber ! Devemos também mostrar a imprensa o descaso com os professores, a falta de respeito para com as famílias. Desse jeito vai faltar professores para a alfabetização das futuras crianças.

    Responder
    • 38. apeoesp  |  10/03/2012 às 11:33

      Prezada professora Vanessa,
      O governo informou, inclusive pelos meios de comunicação, de que haverá folha suplementar na segunda quinzena deste mês. Por outro lado, você deve protocolar requerimento na escola cobrando o pagamernto. Se for indeferido ou a resposta for insatisfatória, procure o departamento jurídico na sua subsede.
      Bebel

      Responder
  • 39. Denis  |  16/03/2012 às 19:29

    Boa tarde Bebel,
    O diretor da escola em que trabalho quis me obrigar a fazer o planejamento deste ano no período da manhã, sendo que trabalho a noite e não tinha tempo disponível para fazê-lo. Comuniquei-o sobre o fato e ele me disse para assumir a falta. As perguntas em relação a este assunto são as seguintes: Ele pode fechar a escola os outros períodos e não me deixar trabalhar em me meu horário?Ele pode mudar o meu horário de trabalho ferindo o Art. 468 da CLT ( que diz que nos contratos individuais de trabalho só é lícita a alteração das respectivas condições por mútuo consentimento, e ainda assim desde que não resultem, direta ou indiretamente, prejuízos ao empregado, sob pena de nulidade da cláusula infringente desta garantia) já que sou da categoria O?
    Também não recebi nenhuma convocação por escrito desta mudança de horário, ele não deveria fazê-la?
    Desde já, muito obrigado.

    Responder
    • 40. apeoesp  |  17/03/2012 às 13:00

      Prezado professor Denis,
      O diretor só pode agir de acordo com a lei. Por favor, consulte o departamento jurídico na sua subsede, para informações mais detalhadas.
      Bebel

      Responder
  • 41. Denise Antonio  |  30/03/2012 às 00:54

    BOA NOITE BEBEL, ESTOU TRABALHANDO DESDE O DIA 01 DE FEVEREIRO COM AULAS ATRIBUIDAS E POR INCRIVEL QUE PAREÇA MEU PAGAMNETO DE ABRIL NÃO ESTA PROVISIONADO!!! O QUE DEVO FAZER !!! NA MINHA ESCOLA A SECRETÁRIA NÃO SABE DIZER NADA!!!! ESTOU TRABALHANDO “GRATUITAMENTE” A DOIS MESES!!!!!!!!!!

    Responder
    • 42. apeoesp  |  31/03/2012 às 04:40

      Prezada professora Denise,
      Protocole requerimento na escola exigindo a regularização do pagamento. É o primeiro passo para eventual ação judicial.
      Bebel

      Responder

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