APEOESP se reuniu com o Secretário da Educação no dia 9 de abril

11/04/2012 at 15:24 40 comentários

A diretoria da APEOESP, com a presença do presidente da CNTE, Roberto Franklin de Leão, reuniu-se nesta segunda-feira, 9 de abril, com o Secretário Estadual da Educação para tratar da implantação da jornada da lei do piso, salários, regula­rização de pagamentos, retirada das faltas da greve de 14, 15 e 16 de abril, pagamento dos dias parados e outros assuntos de interesse da categoria.

Implantação da jornadada lei do piso

Na reunião, o Secretário reafirmou que a questão da jornada do piso será discutida no âmbito da comissão pari­tária de gestão da carreira. De nossa parte, cobraremos o início desta discus­são o mais breve possível, já na reunião da comissão que haverá no próximo dia 16 de abril, segunda-feira.

Para nós, a composição da jornada docente prevista na lei 11.738/08 precisa ser implementada na rede es­tadual de ensino para que o professor possa ser valorizado efetivamente e ter todas as condições para ministrar aulas e realizar seu trabalho pedagó­gico com qualidade, com repercus­sões na melhoria da aprendizagem dos alunos.

Para tanto, a destinação de no mí­nimo 1/3 da jornada para as atividades extraclasse é fundamental para que o professor possa participar da formação continuada no próprio local de trabalho (nos HTPCs), realizar atividades rela­cionadas à tarefa de ministrar aulas, na própria escola e realizar atividades em local de livre escolha, como preparação de aulas, correção de provas e trabalhos e outras.

A jornada da lei do piso também se relaciona diretamente com os novos dispositivos de evolução pela via não acadêmica que vêm sendo discutidos no âmbito da comissão paritária, que deve privilegiar e valorizar, para fins de evolução na carreira, a atuação do pro­fessor no contexto do trabalho coletivo na escola. Assim, os HTPCs também ganham sentido na perspectiva dos projetos a serem desenvolvidos e da formação continuada dos professores, que se refletirão no seu percurso na carreira do Magistério.

Vamos continuar mobilizados, in­tensificando o diálogo com todos os professores, nas escolas e convocando toda a categoria para uma grande as­sembleia no dia 20 de abril, no Vão Li­vre do MASP, na Avenida Paulista, onde avaliaremos a situação e decidiremos a continuidade desta luta.

Lembramos que prossegue tam­bém nossa luta no judiciário, tanto no TJSP, quanto junto a órgãos do Poder Judiciárioem Brasília. Lembramosque está mantida a sentença judicial que determina a aplicação da jornada con­forme prevista na lei do piso, embora o Estado tenha conseguido suspender provisoriamente seus efeitos.

Faltas da greve e dispensa de professores da categoria “O”

A APEOESP reivindicou do Secre­tário da Educação o pagamento dos dias parados na greve de 14, 15 e 16 de março, mediante a reposição das aulas, bem como a retirada das faltas dos prontuários. O Secretário anotou a questão, comprometendo-se a mani­festar-se brevemente sobre a questão.

A APEOESP também levou ao conhecimento do Secretário que pro­fessores da categoria “O” que aderiram à greve estão sendo dispensados, numa atitude contraditória com a falta de pro­fessores na rede estadual de ensino. O Secretário comprometeu-se a analisar o problema e reverter esta medida.

Regularização dos pagamentos

Face às muitas reclamações de professores da categoria “O” que ainda não receberam nenhum salário neste ano, a APEOESP solicitou ao Secretá­rio que seja providenciada a imediata regularização desta situação, que vem causando graves transtornos aos pro­fessores e suas famílias.

Contagem de tempo para aposentadoria

A Diretoria da APEOESP também levou ao Secretário seu desacordo com a postura da SPPREV, que tem devolvido processos de aposentadoria dos professores para que seja feita a recontagem de tempo.

A SPREV está cometendo ilegali­dade ao mandar descontar licenças médicas e licenças-saúde. Este proce­dimento é determinado em lei apenas para verificar se a pessoa já atingiu os trinta anos de exercício e não para computar o tempo de serviço para a aposentadoria.

Também neste caso a SEE compro­meteu-se a averiguar a questão e tomar as providências cabíveis junto à SPPREV.

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Revisão dos valores da aposentadoria por invalidez APEOESP vai ingressar com Mandado de Segurança contra dispensa de professores da categoria “O”

40 Comentários Add your own

  • 1. Professor categoria "O" demitido  |  11/04/2012 às 15:33

    Olá Bebel,
    Hoje eu e mais 3 amigos professores categoria “O”, que estivemos os 3 dias em greve 14, 15 e 16 de março, fomos comunicados que nossos contratos estão sendo instintos, pois as 3 faltas caracterizam a rescisão contratual, a diretora informou que são ordens da diretoria de ensino, entrei em contato com a diretoria e ninguém sabe o que realmente vai acontecer, fui informado que não deveria nem entrar em sala de aula amanhã, depois de muita conversa com a diretora, ela pediu para que entremos em sala de aula amanhã e que até a tarde ela esperará resposta da diretoria, se nada for falado por eles, ela fará um documento com a rescisão de nossos contratos, o que fazer?, pois fiquei sabendo que em outras diretorias de ensino não está sendo assim.
    Minha diretoria de ensino é de Caieiras, aguardo retorno urgente!
    Obrigado!!!

    Responder
    • 2. apeoesp  |  11/04/2012 às 15:52

      Prezado professor categoria “O” demitido,
      O assunto foi tratado na reunião com o secretário da Educação. A perspectiva é de reverter esses casos de demissão.Procure o departamento jurídico na subsede para verificar que providência pode ser tomada de imediato.
      Bebel

      Responder
  • 3. Prof. Clovis  |  11/04/2012 às 17:16

    Quase um mês que estamos aguardando algo concreto. Novamente promessas, promessas, promessas…

    Responder
    • 4. apeoesp  |  12/04/2012 às 02:38

      Prezado professor Clóvis,
      A respostas concretas virão, seja da negociação, seja na via judicial. O impasse existe porque o governo se recusa a aplicar a lei. Nosso papel é forçá-lo a aplicar, seja pela via negociação (que pode admitir a progressividade de sua aplicação nos próximos dois anos) seja pela via judicial, que está em curso, mas pode demorar em função dos recursos protelatórios usados pelo Estado.
      Bebel

      Responder
    • 5. helio  |  12/04/2012 às 14:03

      Ah Bebel ele te enrolou de novo?

      Nao ia ter proposta por escrito? Muitos professores, como eu, estão decepcionados com a atuação do sindicato.

      Nao vamos dia 20 em sao paulo só pra te luvir de novo dar mais uma prazo pro governo pensar…

      Responder
      • 6. apeoesp  |  12/04/2012 às 17:53

        Prezado professor Helio,
        Acho que você não entendeu muito bem o que se passou. Vou explicar: a assembleia de 16 de março deliberou que exigiremos da SEE todas as propostas por escrito. Cumprindo a decisão da assembleia, solicitamos reunião com o secretário, apresentamos a pauta de reivindicações, com peso para a jornada do piso. Estamos em processo de pressão/negociação com a Secretaria. Como tantas outras que já fizemos, negociação é processo que não produz, necessariamente, resultados imediatos. Demanda paciência, várias reuniões, é um processo. Estamos trabalhando nisso.
        Entretanto, ninguém nos enrolou. Essa sua visão, que nos ofende despropositamente, desconsidera que não abrimos mão da ação judicial, que continua em trâmite e cuja sentença nos é favorável (o que ocorre é que a SEE tem conseguido protelar a execução, mas a sentença é nossa!). Também temos assembleia no dia 20 de abril e continuamos em movimento. Como já dissemos, vamos acionar a justiça no âmbito federal, assim que for legalmente possível. Se acha que estamos sendo enrolados, ou é porque é ingênuo ou porque gosta mais da SEE do que de seu próprio sindicato.
        O governo, professor, não precisa pensar mais nada. Eles já têm posição e se dispõem, no âmbito da comissão paritária a discutir uma saída. Não tem nada a ver com ser enrolado: conseguiremos mais ou menos avanços a depender da correlação de forças e da nossa mobilização.
        Compareça à reunião na sua escola, defenda suas posições, luta para que sejam aprovadas pelos professores. As decisões que encaminhamos são todas aprovadas em assembleias dos professores.
        Você tem o direito de se sentir decepcionado, mas mesmo para isso precisa ser leal e bem informado. Não pode torcer fatos apenas para atacar a direção sindical por não simpatizar com ela.
        Bebel

  • 7. Levi  |  11/04/2012 às 19:05

    E a questão da remoção, para os professores em estágio probatório? Não conversaram sobre isso também?

    Responder
    • 8. apeoesp  |  12/04/2012 às 02:35

      Prezado professor Levi,
      Este assunto não é novo, já foi conversado inúmeras vezes e o Estado não abre mão de sua posição. Logo o único caminho é a justiça.
      Bebel

      Responder
  • 9. Vilma  |  11/04/2012 às 22:04

    Cara Bebel,

    Espero que todas as nossas reivindicações, que são muitas, estejam listadas ao longo desses posts, para que se possa cobrar do sr. Hermann.
    E também cobrar dele as atitudes e decisões devidamente documentadas, pois palavras vão ao vento…
    No site da SEE, a declaração dele me pareceu meio suspeita, pois ele denota extrema receptividade por parte dos professores…
    será que o encontro foi assim mesmo?
    Abraços

    Responder
    • 10. apeoesp  |  12/04/2012 às 02:23

      Prezada professora Vilma,
      Cada qual pode interpretar um evento de acordo com seu ponto de vista. Nossa interpretação e nosso posicionamento estão expressos no texto que publiquei. Quanto às reivindicações, estamos trabalhando com aquelas que nossa assembleia de 16 de março definiu como prioridades, sem abrir mão de nenhuma outra.
      Bebel

      Responder
  • 11. Vanessa  |  11/04/2012 às 23:05

    Mas não foi discutido nada sobre a antiga categoria L agora O, pelos comentários anteriores da apeoesp os professores podiam fazer greve e agora está lutando para que não sejam demitidos?

    Responder
    • 12. apeoesp  |  12/04/2012 às 02:19

      Prezada professora Vanessa,
      Acredito que você não acompanhe este blog, o site da APEOESP e os boletins do sindicato. Há várias lutas em favor destes professores, na esfera judicial e na esfera sindical.
      Quanto à greve, creio que também deve reler as orientações que publicamos à época. Nós afirmamos, com toda a convicção, que os professores têm direito á greve, devendo comunicar esta situação ao diretor da escola. Se o Estado não reconhece este direito, está infringindo a Constituição e o Acórdão do STF que reconhece o direito de greve dos servidores públicos. Como tal está sujeito a processo judicial, que a APEOESP ajuizará.
      Bebel

      Responder
  • 13. andre poá  |  12/04/2012 às 01:01

    que patético essa situação, professor demitido por que fez greve! onde vamos chegar, nosso sindicato esta muito a quem das necessidades do professor de nosso estado. não acredito em mais nada, somos tratados feito gado, que vida de gado.

    Responder
    • 14. apeoesp  |  12/04/2012 às 02:06

      Prezado professor André,
      Não compreendo porque culpa o sindicato por uma medida autoritária tomada pelo governo. Ao pensar assim, você absolve o governo, que é o verdadeiro culpado. O sindicato está fazendo o seu papel, levando a questão ao governo e exigindo a revogação da medida. Também colocamos na pauta a questão do pagamento dos dias parados e retirada destas faltas.
      Bebel

      Responder
  • 15. Prof. josé  |  12/04/2012 às 01:39

    Bebel, nós professores queremos a jornada de 26 aulas agora!!Por favor, negocie e seja dura e intransigente com esta questão!
    Abraços, Prof. josé

    Responder
    • 16. apeoesp  |  12/04/2012 às 01:59

      Prezado professor José,
      Exigir a implantação imediata da composição da jornada com 26 aulas é o que já estamos fazendo, inclusive pela via judicial. A SEE não aceita implementar nestes termos. Não temos dúvidas de que venceremos a ação judicial, mas não sabemos dos prazos, pois o Estado recorre a diversos expedientes legais para adiar o fim do processo.
      Temos sido duros na mesa de negociação, mas negociar significa chegar em outros termos, garantindo que a lei seja aplicada de forma progressiva, por exemplo. Se tivermos uma assembleia muito grande em 20 de abril, em condições de realizar uma forte greve por tempo inderteminado ou outro tipo de movimento bastante forte, poderemos ser mais duros na mesa de negociação. Isto se chama correlação de forças. Por isso temos dito que temos que continuar mobilizados. Não basta aguardar o resultado das conversas, mas é preciso conversar com os colegas, mostrar a correção da nossa luta e prepará-los para o movimento.
      Bebel

      Responder
  • 17. Professor Silvio Silva  |  12/04/2012 às 03:13

    Estou cansado de tanta conversinha, esse secretino nao quer negociar nada, nós professores ainda vamos perder todos os direitos que nos foi concebidos um dia, se é que podemos chamar de benefício. esses encontros nao nos levam a nada, daqui a pouco eles lançam outro decreto pra fu… com a gente e afirmam que foi negociado com os professores que participaram desses encontros, francamente em apeoesp, me poupe.

    Responder
    • 18. apeoesp  |  12/04/2012 às 20:20

      Prezado professor Silvio,
      Vamos nos entender quanto ao seguinte: temos uma sentença judicial favorárvel que ainda não foi aplicada apenas porque a SEE tem conseguido protetá-la com recursos e adiamentos. Mais hora, menos hora, terá que ser cumprida.
      Segundo, estamos em tratativas nos meios judiciais de Brasília e assim que for legalmente possível vamos também impetrar ações junto ao STJ e STF. Ali o governo de SP tem menos chances ainda de ganhar.
      Terceiro, não recusamos nenhuma conversa ou espaço que possa contribuir para o atendimento das reinvidicações.
      temos assembleia marcada e temos mantido a mobilização da categoria, para a qual todo professor que deseja realmente que a luta seja vitoriosa deve colaborar. Não basta enviar comentários para criticar a APEOESP. Tem que ajudar a mobilizar.
      Quarto: você está fazendo uma confusão danada entre os encontros de polos, que são criações da SEE para fazer com que os professores apoiem suas medidas, com reuniões de negociação, às quais a diretoia da APEOESP comparece para defender as propostas, reivindicações e posições do sindicato.
      Há mais que conversinhas em andamento. Estamos em busca da aplicação da lei do piso no Estado de São Paulo.
      O sindicato precisa de apoio e disposição de luta de todos. Isto é que faz a diferença.
      Bebel

      Responder
  • 19. Poison (@love_apple_sp)  |  12/04/2012 às 08:47

    Bebel, li todos os comentários, mas sabe o que é que me dá vergonha ? É ver uma categoria de profissionais da educação que nem português direito saber usar….”instintos, a quem”, exigir algo ou reclamar!
    Como um professor, com faculdade, pode escrever que a APEOESP está “a quem” ? Vejo na minha escola professores falando “pra mim fazer”, “palavrão de baixo escalão” e por ai vai. Será que esse tipo de professor foi produto da progressão continuada ? Acho que alguns colegas ganham é muito pelo fazem, e a culpa disso é do estado que não qualifica tal profissional e que abre a porteira pra colocar qualquer um em sala de aula pra educar mais 40 quaisquer. Tem horas que vejo que não dá pra saber quem é aluno e quem é professor, só denota-se isso por causa da idade, mais nada!
    Mais uma vez, parabéns pelo trabalho, acredito no sindicato.
    Não acho que é com cara amarrada que as negociações têm que acontecer, como um professor sugeriu ao citar que o sindicado na reunião oferecia cara de recepctividade junto ao secretário. As pessoas confundem cordialidade entre pessoas com “facultruas”. Acredito sim na cordialidade, nas conversas respeitosas entre as partes, afinal são educadores que estão tratando do assunto não trogloditas! E sei que cada grupo: Governo e Sindicado, cada qual está do seu papel lutando pelos interesses, e acredito na força do nosso sindicato.
    Contunue lutando por nós, e nos informando aqui.
    Sei que pode demorar, mas chegaremos lá!
    Abraços!
    Att; Prof. de Geografia

    Responder
    • 20. apeoesp  |  12/04/2012 às 20:12

      Prezado professor Poison,
      Obrigada pelas suas palavras e pelo seu posicionamento.
      Bebel

      Responder
    • 21. Benedito  |  14/04/2012 às 15:52

      Obrigado nada!, Que essa professora aí vá criticar o governo e as faculdades formadoras de profissionais, e deixem os professores em paz, pois independente de algumas palavras escrita de forma coloquial, não prejudica em nada a comunicação.
      E se ela não sabe, há vários falares , cuja a própria Secretaria da Educação orienta os professores na hora de corrigir os alunos cuidado para não cometer preconceito linguístico.
      Dessa forma a estilística burguesa o parnasiansmo linguistico de alguns seres, contribui bem pouco, para a nossa luta salarial, a nossa luta pela jornada, ou quaisquer outra luta da categoria.
      Mais vale um professor ,falando errado e lutando pela educação do que mil sercretários e mil professores falando bem e escrevendo bem e no final ferrando toda a categoria.
      Chega de falso moralismo!
      Benedito

      Responder
    • 22. matéria desastre na educação  |  14/04/2012 às 23:10

      Sr (a) Poison, não acho que escrever errado ou usar a forma coloquial para se expressar seja algum problema, ainda mais quando a própria Secretaria da Educação admite os vários falares do povo , e ainda considera preconceito linguístico a correção no modo de falar do aluno.é verdade que temos que tomar cuidados na hora de digitar , ou escrever alguma coisa, mas isso de forma alguma nos impede de comunicar o que gostaríamos e nos fazermos entendidos na mensagem que queremos transmitir.Não penso que o parnasianismo linguístico. ou as normas padrão da fala e escrita serve para alguma coisa em se tratando de consciência e de luta.se realmente o falar correto , o escrever de acordo com as normas urbanas de prestígio como está nos caderninhos dos alunos resolvessem alguma coisa a educação no país seria outras, pois se não são os que tem um certo nível cultural que em várias situações recusam -se a mudar o status -quo, vejamos: o senhor Secretário
      da Educação homem da academia, qual é a contribuição dele para a Educação no estado? Divide as férias dos professores , não aplica a lei do piso, ao invés de diminuir alunos por sala , coloca dois professores no mesmo ambiente , enfim saber a pronúncia das letrinhas , as palavras , não garantem o bom caráter, e a competência de ninguém , mais vale um professor falando errado e lutando para melhorar a situação da educação no Estado de São Paulo, do que mil secretários , falando corretamente e fazendo as atrapalhadas que esses doutos senhores vem fazendo com a educação ao longo dos anos, aliás diga -se de passagem, os secretários que tem assumido a pasta da educação são , ora da USP, ora UNICAMP, e agora UNESP.
      Me parece que ser professor em uma boa Universidade garantiu a melhora na educação , garantiu antes porém que chegasse onde chegou, ao fundo poço, pois esses senhores servem a outros senhores e não ao povo.
      Benedito

      Responder
  • 23. Kirtty Brusiguello  |  12/04/2012 às 12:16

    Gostaria da sua ajuda!!!! Até o ano passado era categoria F, passei no concurso e me tornei efetiva este ano. No ano passado estava exercendo a função de professor mediadora, e junto a minha diretora fomos a diretoria de ensino saber como ficaria minha situação. A supervisora disse que por eu ter pego uma carga de aulas reduzida poderia continuar como mediadora, ingressei este ano, entrei 1 dia em exercício e voltei para a escola para continuar meu trabalho como mediadora. Depois de 2 meses como mediadora, recebi uma ligação da minha sede dizendo que não podia ser mediadora de acordo com a resolução e que deveria voltar para a escola o quanto antes, O que acontece é que eu fiquei com a carga reduzida de 10 aulas ganhando um salário de 560,00. Não peguei a suplementar pois disseram que se pegasse não poderia continuar na mediação. Agora eu lhe pergunto, como sobreviver com um salário de 560,00 se não tem mais aulas para completar minha jornada??? Se fui reconduzida e tive um trabalho satisfatório no ano de 2011 porque me efetivei não posso continuar desempenhando meu trabalho???? A comunidade precisa de mim!!!! Eu sei o quanto ajudei e quanto posso ajudar a minha comunidade!!! Já mandei diversos e-mails para tudo quanto foi lugar e não obtenho ajuda de ninguém. Gostaria que em um encontro com o secretário fosse comentado esse caso e que seja feita uma mudança nesta resolução, que quem foi reconduzido independente de ter se tornado efetivo ou não continue exercendo sua função. As escolas estão sem professor mediador por conta dessa resolução ridícula, que ao invés de ajudar está prejudicando as escolas e suas comunidades, e professores que como eu por incrível que pareça me efetivei, e estou trabalhando como eventual para aumentar um pouco minha renda, já que tenho uma filha de 5 anos para criar, a crio sozinha e jamais consegueria sustentá-la com um salário de 560,00.
    Muito, muito obrigada pela sua atenção.

    Responder
    • 24. apeoesp  |  13/04/2012 às 14:33

      Prezada professora Kirtty,
      Vamos analisar a sua situação e levar ao conhecimento do secretário.
      Bebel

      Responder
  • 25. maria  |  12/04/2012 às 14:28

    Bebel, perdi 2 quinquenios, evolução funcional, pois de L (apesar de estar no estado 23 anos) caí para O…..devo entrar com processo para tentar rever isso? Já estou com o processo de F para L mas até agora nada, está em grau de recurso……que fazer?

    Responder
    • 26. apeoesp  |  12/04/2012 às 17:33

      Prezada professora Maria,
      Sim, a SEE está cometendo uma ilegalidade atrás da outra. Procure o departamento jurídico na sua subsede.
      Bebel

      Responder
  • 27. Wagner  |  22/04/2012 às 02:52

    Bebel,
    Esta semana comentou-se novamente dentro da escola em que leciono, que as licenças médicas prejudicariam a contagem de tempo para a aposentadorias. Isto procede?
    Abraço

    Responder
    • 28. apeoesp  |  22/04/2012 às 19:46

      Prezado professor Wagner,
      Há textos sobre isto aqui no blog e no site da APEOESP. A SPPrev está cometendo ilegalidade, interpretando incorretamwente a lei federal. Temos reunião com a SPPrev no dia 26 de abril e estamos agindo também pela via judicial.
      Bebel

      Responder
  • 29. m  |  26/04/2012 às 00:56

    Olá!
    Mais uma da Secretaria de Educação…
    Trabalho na Escola de Tempo Integral e hoje fiquei sabendo que alunos e professores deverão deixar a escola até o meio do ano para que a escola possa ser reformada e deixar de atender o Ensino Fundamental para atender o Ensino Médio no Tempo Integral.
    Para onde irão os alunos???
    E os professsores???
    Não sabemos, o que sabemos é que nossos meninos e meninas precisam da escola e quanto aos professores… não sabemos o que irá acontecer…
    Os professores categoria O, que já tem uma contratação precária, não têm a mínima ideia do que isso pode ocasionar…Aliás, nenhum professor, efetivo ou ofa, sabe o que vai acontecer…E agora???

    Responder
    • 30. apeoesp  |  28/04/2012 às 12:42

      Prezada professora M,
      Pois é, continuam as políticas fragmentadas deste governo, que não conseguemn trazer melhorias efetivas para a educação e penalizam professores, alunos e funcionários.
      Bebel

      Responder
  • 31. maria  |  27/04/2012 às 22:23

    Olá!!!
    Eu gostaria de saber se vão chamar os outros professores que passaram no último concurso do estado de são paulo peb II, porque estão dizendo que haverá outro concurso…como nós ficamos???
    obrigada, Maria

    Responder
    • 32. apeoesp  |  28/04/2012 às 11:46

      Prezada professora Maria,
      Está prevista a convocação de 9 mil em junho. Lutamos para que todos sejam chamados antes de novo concurso.
      Bebel

      Responder
      • 33. maria  |  29/04/2012 às 01:45

        Olá,
        Espero que chamem os professores que passaram antes do novo concurso, afinal a quem interessa novos concursos???Muitos professores parassaram e estão aguardando novas chamadas…

      • 34. apeoesp  |  01/05/2012 às 02:23

        Prezada professora Maria,
        O governo afirma que realizará uma chamada em junho. Nossa luta é para que todos os aprovados sejam chamados.
        Bebel

  • 35. Cleyton Bracco  |  28/04/2012 às 12:58

    Saiu o holerite mês 5/2012 e está com 10% de desconto referente a 20/12 a 31/12 de 2011 dos professores EX-L, ou seja só faltam 90% para pagarmos ao governo, obs: há ainda um desconto referente a correção monetária pelo tempo em que o dinheiro ficou emnossa mão………………..

    Responder
    • 36. apeoesp  |  01/05/2012 às 03:11

      Prezado professor Clayton,
      Por favor, procure a subsede da APEOESP para ajuizamento de ação pela devolução do dinheiro.
      Bebel

      Responder
  • 37. Neuci de Fátima Pelle Ruberti  |  28/04/2012 às 16:07

    Há um ligeiro equívoco no texto da Apeosp: (Ilegalidade da SSPrev)
    Nessa hipótese, a SSPREV estaria correta em devolver os processos com base na interpretação do artigo 78 da Lei 10.261/68, ou seja proceder ao desconto dos dias de licença. A SSPREV está cometendo o equívoco por não prestar atenção no Art 81, inciso II da referida Lei no qual é contado o tempo de licença para tratamento de saúde para efeito de disponibilidade e aposentaria.
    Em novembro de 2011 saiu publicado no DOE a liquidação da minha aposentadoria especial, mas a Diretoria comunicou-me que a mesma será anulada e terei que compensar o tempo das licenças médicas. Como devo proceder para garantir o meu direito de publicação da aposentadoria?

    Responder
    • 38. apeoesp  |  01/05/2012 às 02:55

      Prezada professora Neuci,
      Não há equívoc. A SPPrev e a SEE estão interpretando a lei equivocadamente. Quanto ao seu caso, procure o departamento jurídico, na sua subsede, para orientações e procedimentos.
      Bebel

      Responder
  • 39. MARIA ALVES  |  27/08/2012 às 07:22

    BEBEL VOCÊS SABIAM DA NOVA DE NOSSA SECRETARIA DA EDUCAÇÃO.SAIU NO CPP UMA VÍDEO ONDE O PROFESSOR FALOU QUE AGORA O READAPTADO NÃO TEM DIREITO A APOSENTADORIA ESPECIAL.ESTÃO INDO COTRA UMA DECISSÃO DO SUPREMO QUE ATRAVÉS DA ADIM JÁ HAVIAM CONCEDIDOS 25 ANOS AO READAPTADO QUE NÃO ,SAÍU DO CONVÍVEO ESCOLAR..E AGORA NÃO É MAIS AGONIA ESTOU DESESPERADA,SE SÓ CUMPRIRIA MEU TEMPO (SEGUNDO OS DESCONTOS DE LICENÇA SAÚDE E FALTAS MÉDICAS)EM SETEMBRO DE 2013,MAS POSSUO 53 ANOS,´SO PODEREI ME APOSENTAR PELA COMUM AOS 55 ANOS DE IDADE OU SEJA PELA DEMORA E TUDO QUE ESTÃO INVENTANDO DE NOVIDADES QUE NOS É PREJUDICIAL,DEVEREI TRABALHAR ATÉ MEADOS DE 2015 POIS A DEMORA É LONGA.POR PIEDADE NOS AJUDEM A MIM E OUTROS EM SITUAÇÕES ATÉ PIORES…AÍ ESTOU TORTURADA COM TANTA MUDANÇAS.SE NÃO FOSSE TARDE PARA DESISTIA DA PROFISSÃO..ESTOU PASSADA COM TUDO ISSO””””””””””””””””””NOS SOCORRA””””””””””””””””””””””””””””””AGUARDO UMA PALAVRA TUA QUE FORTALECE .ME PERDOE SE A PERTUBO COM TANTA FREQUÊNCIA MAS COM QUEM DESABAFAR.PALAVRAS NÃO EXPRESSAM MINHA MAGOA.OBRIGADO POR TUDO TENHO VONTADE DE MORRER LITERALMENTE,ESTOU MAL…..

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    • 40. apeoesp  |  29/08/2012 às 13:56

      Prezada professora Maria Alves,]
      A APEOESP ingressou com açao coletiva contra a medida da SPPREV que está dificultando a aposentadoria especial do professor readaptado, a exemplo do fez com relação às aposentadorias especiais dos demais professores.
      Bebel

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