Professores aprovam calendário de mobilizações

21/04/2012 at 11:22 62 comentários

Continua a luta pela jornada do piso – reajuste salarial – em defesa dos professores da categoria O – aposentadoria – retirada das faltas da greve – e outras reivindicações

Em assembleia estadual realizada na tarde da sexta-feira, 20 de abril, na Avenida Paulista, os professores da rede estadual de ensino aprovaram as propostas encaminhadas pelo Conse­lho Estadual de Representantes (CER), que se reuniu na parte da manhã, deli­berando um calendário de atividades e mobilizações em continuidade à cam­panha salarial e educacional de 2012.

Este calendário prevê, entre outras iniciativas, a realização de Reunião de Representantes (RR) no dia 24 de maio e nova assembleia estadual no dia 15 de junho, na Praça de República.

O desenvolvimento do calendário aprovado tem o objetivo de esclarecer a categoria sobre os diversos eixos de luta da nossa campanha, entre os quais a questão da implantação da jornada do piso que continua ocupando lugar central. Também visa preparar as con­dições para uma grande assembleia no dia 15 de junho, que demonstre ao governo toda a força e disposição de luta da nossa categoria, pressionando-o pelo atendimento de todas as nossas reivindicações.

O calendário prevê nossa partici­pação, de 21 a 27 de abril, na Semana Nacional em Defesa e Promoção da Escola Pública. As subsedes devem programar atividades conforme os temas propostos no calendário (veja abaixo), inclusive audiências públicas nas Câmaras Municipais.

Também como parte do calendário, os professores participarão das ativida­des do 1º de maio organizadas pela Central Única dos Trabalhadores (CUT) no Vale do Anhangabaú, na Capital.

Jornada do piso

A assembleia decidiu que vamos continuar exigindo da SEE o cum­primento da jornada do piso, com a imediata abertura de negociações em relação à sua implantação. O assunto já foi pautado pela APEOESP na Co­missão Paritária de Gestão da Carreira. A Comissão, portanto, deve realizar essa discussão vinculada aos pontos da carreira que já estão sendo debati­dos, como, por exemplo, a evolução funcional pela via não acadêmica, cuja efetivação, nos novos moldes, não pode se desenvolver plenamente com a atual composição da jornada.

Ao mesmo tempo, está mantida a ação judicial, da qual temos sentença favorável. Nos próximos dias deve ser publicado o Acórdão da 10ª Câmara da Vara da Fazenda Pública do Tribunal de Justiça de SP. O atraso nesta publicação se deu pelo fato dos desembargadores desta Câmara terem utilizado lei já revogada para justificar a decisão de conceder efeito suspensivo da sentença ao governo.

Questionados pela APEOESP, retardaram a publicação para refa­zer o Acórdão. Com a publicação, poderemos ingressar com recurso para anular o efeito suspensivo e, concomitantemente, poderemos também ingressar com ação junto ao Superior Tribunal de Justiça, em Brasília. Dependendo do resultado no STJ, poderemos ainda recorrer ao Supremo Tribunal Federal.

Também estamos trabalhando junto ao Conselho Nacional de Justiça, em Brasília, para denunciar a atuação dos desembargadores da 10ª Câmara do TJSP, que têm favorecido o governo utilizando, inclusive, procedimentos ilegais.

Estamos confiantes na vitória, seja pela via da pressão e negociação com a SEE, por meio da Comissão Paritária, seja pela via judicial, que ainda nos oferece várias possibilidades, como já explicitamos.

No calendário aprovado, está pre­vista a realização de duas webconferên­cias no dia 14 de maio, segunda-feira, sobre a lei do piso (na parte da manhã) e sobre a carreira (na parte da tarde).

Será editado material específico sobre a carreira, tornando públicas as propostas definidas e discutidas até o momento no âmbito da Comissão Paritária sobre a carreira do magistério.

A assembleia também determinou que o Sindicato cobre do governo, após nossa vitória no STF, o pagamento pelos 20% a mais de aulas impostas aos professores pela Resolução 8.

Reajuste salarial

Os professores estão em luta para que o governo integralize o reajuste previsto para 2012 (10,2%), pois, pelo que consta na lei complementar 1.143/2011, 5% já correspondem à incorporação da GAM, objeto de lei anteriormente aprovada pela Assem­bleia Legislativa.

Segundo a SEE, o assunto já vem sendo tratado pelo governo, que poderá enviar um projeto de lei neste sentido até junho para a Alesp.

Mas queremos também a reposição da inflação deste ano e a reposição de todas as perdas salariais. Lembramos, ainda, que a lei 1143/11 prevê a exis­tência de um comissão paritária para discussão da política salarial, definindo reajustes necessários para repor perdas. Por isto, como parte da luta, a assem­bleia decidiu que solicitaremos à Alesp a realização de audiência pública para tratarmos da política salarial ainda no mês de maio.

Professores da categoria “O”

Os professores da categoria “O” são um segmento injustiçado e discriminado da nossa categoria, sobretudo aque­les com muitos anos de serviço, que pertenciam à categoria “L” e hoje não contam com direitos mínimos.

Diante desta situação, a assembleia deliberou que a APEOESP realize uma grande campanha em defesa destes professores – Deveres iguais, direitos iguais –, exigindo condições dignas de contratação e de trabalho e o fim da quarentena. Para tanto, devem ser confeccionados materiais específicos e deve também ser utilizada a mídia para divulgação.

Em relação aos professores da categoria “O” dispensados em razão da adesão à greve, a APEOESP vai utilizar todos os recursos jurídicos para defendê-los e recuperar seus postos de trabalho.

Retirada das faltas da greve

A APEOESP reafirma orientação aos professores da categoria “O” para que requeiram o direito a repor as faltas da greve, com a consequente retirada destas faltas de seus prontuários. O Sin­dicato está negociando com o governo a retirada das faltas, mediante reposição de aulas, de todos os professores que fizeram a greve.

Vamos também cobrar do governo o pagamento dos 10 dias de férias descontados em decorrência da greve de 2010, tendo em vista que as aulas foram repostas e as faltas retiradas dos prontuários dos professores. Esta luta inclui ação judicial.

Outros eixos e encaminhamentos aprovados na assembleia

 Contra o desconto de faltas médicas e licença saúde do cálculo do tempo para aposentadoria. Cobrar mais agilidade nos processos de apo­sentadorias: há reunião agendada entre a APEOESP e a SPPrev em 26 de abril.

 Esclarecer que o bônus exclui os aposentados. Exigir a extensão destes valores aos aposentados e a extinção desta política. Queremos reajuste salarial; não bônus.

 Reeditar cartilha, como encarte no Jornal da APEOESP, e as faixas sobre assédio moral.

 Levantar planos do governo para ampliar as escolas de ensino médio integral: agir antes da implementa­ção deste plano.

Calendário aprovado pela assembleia dos professores

 21 a 27 de abril – Semana Nacionalem Defesa e Promoção da Escola Pública

 1º de maio da CUT – Vale do Anhangabaú – Capital

 4, 5, 6 de maio – II Conferência Estadualde Mulheres da APEOESP Serra Negra

 14 de maio – Webconferências sobrea lei do piso e plano de carreira

 24 de maio – Reuniões de Representantes (RE/RA)

 Audiência Pública na Alesp sobrepolítica salarial ainda em maio.

 15 de junho – Assembleia Estadual– Praça da República – Capital

13ª Semana Nacional em Defesa e Promoção da Educação Pública

Programação

21/04

 Lançamento da Semana nas atividades comemorativas do Dia de Tiradentes.

22/04

 Panfletagem nas ruas, praças e prais sobre a campanha deste ano.

23/04

 Tema do dia para discussão nas escolas: Hora-aula atividade.

24/04

 Tema do dia para discussão nas escolas: Salário digno (PSPN).

25/04

 Audiências Públicas nas Câmaras Legislativas sobre Piso e Carreira.

26/04

 Temas do dia para discussão nas escolas: desenvolvimento na Carreira, Meritocracia e contra as Terceirizações na Educação.

27/04

 Tema do dia para discussão nas escolas: Financiamento da Educação, a repercussão da falta de recursos na saúde do trabalhador em educação e as condições de trabalho.

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Reflexões sobre o itinerário formativo como instrumento para a evolução pela via não acadêmica na carreira do magistério Professores categoria “O” que participaram da greve não podem ser dispensados

62 Comentários Add your own

  • 1. ANTONIO SÉRGIO FERREIRA  |  21/04/2012 às 13:36

    Olá, Bebel.
    Pelo desenrolar dos fatos, aquela história de que a secretaria se manifestaria por escrito a respeito da possibilidade de implantar a jornada da lei do piso paulatinamente até 2014, bem como revogar as ferias repartidas (foi isso que eles disseram às vésperas da penúltima assembleia lá no Morumbi, não foi??) era só para nos desmobilizar, afinal já estávamos em greve.
    Esse tipo de situação causa, cada vez mais, um sentimento de frustração que leva muitos a desistirem da luta sindical. Não estou culpando ninguém por isso; sei que é uma questão de conjuntura e que a luta sindical está misturada com a luta político/partidária; faz parte do sistema.
    Contudo, sinto que cada vez tenho menos argumentos para convencer meus companheiros de escola a aderirem às ações do sindicato. A vida de RE está cada vez mais difícil.

    Responder
    • 2. apeoesp  |  22/04/2012 às 19:58

      Prezado professor Antonio,
      Creio que você não registrou corretamnente o que foi dito na assembleia (e peço que consulte o texto depois publicado aqui no blog). O secretário não disse que apresentaria propostas por escrito. A assembleia foi que deliberou que cobrássemos do secretário a apresentação de propostas por escrito.
      O secretário havia dito e, por cobrança nossa, reafirmou em reunião com a APEOESP no dia 9 de abril que a jornada do piso seria discutida no âmbito da comissão paritária da carreira. Por iniciativa nossa, o assunto está pauta da comissão paritária, conforme a ata da eunião que ocorreu no dia 16 de abril, associado à discussão da evolução funcional.
      A greve, naquele momento, era de três dias, como expresso em todos os cartazes e boletins. Discutimos na assembleia se prolongaríamos a greve e a decisão foi de suspender. Em parte porque o secretário havia acenado com a possibilidade de negociar. Não houve nenhuma desmobilização. O que existe é que os professores não estão acorreendo em massa às assembleias, preferindo aguardar os resultados das conversações do sindicato, que não são fáceis. Tambémn temos ação na justiça, e temos todos os motivos para confiar na vitória, aqui no TJSP ou em Brasília.
      Estamos propondo que os professores se mantenham atentos, na escola, às próximas atividades da campanha e participem. Só teremos vitórias contra o governo se nos mobilizarmos. Não aderir não prejudica o sindicato, prejudica, sim, cada um dos professores.
      Bebel

      Responder
  • 3. Edilza  |  21/04/2012 às 22:11

    Está muito difícil conseguir alguma coisa, porque os professores da cat.O não param é isso que o Sr. governador queria acho que voltou a escravidão!

    Responder
    • 4. Prof. Clovis  |  24/04/2012 às 17:19

      E os outros pararam?

      Responder
      • 5. Edilza  |  28/04/2012 às 01:44

        Sim, na minha escola paramos alguns efetivos e alguns da cat F, e o Sr. parou!!

      • 6. Prof. Clovis  |  29/04/2012 às 11:51

        Sou efetivo, parei sim. Pararam efetivos, F e O

  • 7. Magali de Cássia Merenda  |  21/04/2012 às 23:41

    Parabéns Bebel pela luta e os esforços que sempre precisam estar presentes, pois esse governo nada concede de direito, se não houver pressão , ao exigirmos os nossos direitos trabalhistas e humanos. Um abraço. Prof. Magali

    Responder
    • 8. apeoesp  |  22/04/2012 às 19:50

      Prezada professora Magali,
      Obrigada. Precisamos estar todos juntos e mobilizados.
      Bebel

      Responder
  • 9. Rosa Maria  |  22/04/2012 às 01:52

    Boa noite!
    Gostaria de saber em qual lei está escrito que a licença saúde deve ser descontada para fins de aposentadoria?
    Obrigada

    Responder
    • 10. apeoesp  |  22/04/2012 às 19:48

      Prezada professora Rosa,
      Não está escrito. A SPPrev está agindo ilegalmente. Temos reunião no dia 26 com a SPPrev e estamos agindo judicialmente também contra esta arbitrariedade.
      Bebel

      Responder
  • 11. Wagner  |  22/04/2012 às 02:47

    Bebel, está acontecendo algo que tem me deixado bastante preocupado, que é o cescimento que o governo vem prometendo do número de escolas que vão exigir que os professores tenham dedicação exclusiva a uma única escola, proibindo o acúmulo de cargo, em troca de uma gratificação ridícula equivalente a 50% salario base. Todos sabemos que quem tem família e vive da profissão de professor é obrigado a acumular cargo em razão do baixíssimo salario que este governo paga aos seus professores. Nesta 6ªfeira fiquei sabendo que os diretores das escolas em que os alunos permanecem em período integrau na cidade de Santo André (21 escolas)foram comunicados, que suas escolas passarão a funcionar neste novo modelo,e que todos os seus professores se perderão seus vínculos com estas unidades, ficando no primeiro momento adidos, pois o período de inscrição para remoção já expirou, até que consigam uma nova sede para trabalhar . Precisamos de uma reação a altura contra mais esta violência que vem se abater sobre nós professores, incluindo aí uma campanha para que nenhum professor aceite se inscrever para estas unidades que exigem dedicação exclusiva em prol de nossa sobrevivência e da qualidade de vida que hoje com muito esforço damos a nossas familias. Gostaria de saber se algo a este respeito já esta sendo articulado.

    Responder
    • 12. apeoesp  |  14/05/2012 às 01:49

      Prezado professor Wagner,
      Somos contra esta política do governo de criar “ilhas de excelência” na rede estadual de ensino, obrigando os professores a fazerem esse tipo de opção. As condições de ensino devem ser ótimas em todas as escolas e um projeto não pode ser imposto desta forma, de cima para baixo, ignorando os direitos dos professores e também dos alunos. Estamos estudando medidas legais contra este projeto e organizando um encontro estadual para que possamos discutir uma reação forte contra esta imposição. O professor é concursado e escolhe uma escola. Tem o direito de nela permanecer.
      Bebel

      Responder
  • 13. Alex Santos  |  22/04/2012 às 17:59

    Bebel fiz conforme solicitado e justifiquei usando o modelo da APEOESP junto a secretaria da UE os dias 14,15, e 16 de março. Hoje recebi a resposta e foi indeferido o requerimento pelo diretor. a resposta foi: “Conforme orientação do DRHU, as faltas só poderão ser retiradas do livro ponto pela competência privativa do Exmo Senhor Governador do Estado. Sendo assim não é de competência da administração escolar regularizar essa situação…As faltas ficaram como injustificadas.
    Como ficaremos nessa situação onde alguns estão sendo demitidos?
    Como ficará a situação sobre o desconto ocorrido dos 15 dias de Dezembro no pagamento das férias dos categoria O?

    Responder
    • 14. apeoesp  |  22/04/2012 às 19:38

      Prezado professor Alex,
      Você precisa procurar imediatamente o departamento jurídico, munido da resposta do diretor da escola.
      Bebel

      Responder
  • 15. Maria Luiza dos Santos  |  22/04/2012 às 20:07

    Eu estava pensando em escrever sobre nós da antiga categoria “L” e que nos transformaram em “O” sem explicações. Eu, por exemplo, tinha já conquistado os 5 anos de trabalho, tenho Mestrado e Doutorado (15 pontos) tinha Iamspe, recebia férias e direito de ficar doente. Agora perdi tudo. Não tenho mais pontos de titulação ( O governo não quer professor capacitado?), perdi o iamspe, os vales refeição, o direito de falta médica e não recebi o salário de Janeiro e nem as férias. Como resolver isso tudo? Não temos mais estrutura para dar aulas, ainda mais sendo humilhados, desrespeitados, ouvindo palavrões e alunos dizendo “vai se aposentar sua velha!”.

    Responder
    • 16. apeoesp  |  25/04/2012 às 02:34

      Prezada professora Maria Luiza,
      Você tem toda a razão. O que fazem com os professores da categoria O é uma indignidade. Por isto a assembleia decidiu que faremos uma campanha em defesa deste segmento. Você deve procurar o departamento jurídico para que algo seja feito quanto aos direitos da carreira que perdeu. Em relação ao IAMSPE, estamos estudanto ação judicial para que seja recomposto o direito à utilização do instituto e há projeto de lei na ALESP no mesmo sentido.
      Bebel

      Responder
  • 17. Professora  |  22/04/2012 às 23:17

    Bebel, está colocado neste texto que após vitória no STF a APEOESP cobrará os 20% de aumento de jornada imposta pela resolução 8, não seria imposta pela LC 836/97? É nesta lei que está todo o problema da jornada que estamos enfrentando.

    Responder
    • 18. apeoesp  |  25/04/2012 às 02:36

      Prezada professora,
      Não é imposta pela LC 836/97. A resolução 8 interpretou de forma perversa a lei, contra os professores. A LC 836/97 não fala em jornada de trabalho de 48 aulas ou 48 horas-aula.
      Bebel

      Responder
  • 19. Alfredo Oliveira  |  23/04/2012 às 13:32

    Eu só quero saber quando o governo devolverá o que me foi descontado nas férias, sou Categoria O e esse valor descontado indevidamente esta fazendo falta.

    Responder
    • 20. apeoesp  |  25/04/2012 às 02:28

      Prezado professor Alfredo,
      Ganhamos liminar na ação judicial, mas o governo ainda tem recurso. A devolução se dará ao final do processo.
      Bebel

      Responder
  • 21. Mauro  |  23/04/2012 às 18:45

    Saiu na Agência Brasil a seguinte declaração: “A greve foi descartada. Acho que tem que ter essa maturidade. O governo ainda tem a justificativa de que a data-base [dos professores] é julho e qualquer coisa que se fizer antes disso pode antecipar um entendimento da sociedade de que o sindicato não está respeitando a própria legislação que trata da composição salarial”, argumentou a presidenta do Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo (Apeoesp), Maria Izabel Azevedo Noronha.

    Cara Presidenta, a senhora está errada!!!

    Pois a Lei estadual nº 12.391/06 de 23 de maio de 2006, que dispõe “sobre a revisão anual da remuneração dos servidores públicos da administração direta e das autarquias do Estado, e dá providências correlatas”, deixa bem claro no artigo 1º que:

    “E fixada em 1º de março de cada ano a data para fins de revisão da remuneração dos servidores públicos da administração direta e das autarquias do Estado, bem como dos Militares do Estado, nos termos do artigo 37, inciso X, da Constituição Federal.”

    Na verdade a lei que rejustará o salário dos professores em quatro anos é que é ilegal, pois que desrespeita sistematicamente a lei da data-base, é que 1 de março!!! ou essa lei foi revogada? e aliás, esse governo desrespeita a lei do piso desde 2009!!!

    O que precisamos mostrar é que é o governo Alkimin quem não respeita nem a LEI da data-base, nem a LEI do Piso!!!

    Responder
    • 22. apeoesp  |  25/04/2012 às 03:06

      Prezado professor Mauro,
      Há uma lei salarial em vigor e a assembleia decidiu que vai lutar pela integralização do reajuste de 2012 (do qual nos tiraram 5%, já previstos pela incorporação da GAM0. Entre ficar insistindo no discurso da data-base em 1º de março, que nunca foi cumprida, e lutar por um reajuste maior e pela negociação salarial prevista na lei 11.43/2011 (negociação que foi conquista nossa) os professores decidiram lutar pelo reajuste. Então, não estou errada, e sim aplicando a decisão da assembleia, instância de decisão do nosso sindicato.
      Bebel

      Responder
  • 23. Ana Marta dos Santos  |  24/04/2012 às 12:13

    Bom dia, Presidente Bebel!
    Li, logo acima, uma pergunta da professora Rosa Maria, pertinente a licença de saúde relacionada a aposentadoria. Segundo a secretária da minha escola, as aposentadorias enviadas estão voltando em função do desconto do tempo gasto com licenças de saúde e respectivamente o “pedágio! que deve ser pago até que se cumpram os 25 anos e assim, há professores que já passaram, e muito, dos 50anos e 25 de tempo. Ora, se o médico assinou a doença identificada pelo Cid, ´tal atitude revela uma contestação, aliás só está faltando obrigar o médico a cumprir o tempo que deu ao paciente….Ela até comentou sobre uma Lei de 1968, e que a própria não diz isso, mas o SPPREV começou a utilizar a Lei como ele quer. Isso é legal? Eu tenho 46 anos e vinte e tres de tempo. Já estarei pagando o tal pedágio em função da idade, porém não me imagino numa sala de aula depois dos 50 anos…..Outro fato relevante é como as licenças de saúde estão acontecendo aqui no interior. O professor tem que dirigir-se ‘a secretaria de escola para que o funcionário agente o protocolo do seu atestado. Temos 24 horas para protocolar esse atestado para depois vir a perícia médica de acordo com a agenda deles. Já vi professor com virose, passando mal com dores abdominais, vômito, diarreia, e outras doenças comuns a profissão, terem as mesmas 24h para protoclolar o atestado que, segundo a nossa secretaria, tem que ser feito pelo professor ,se ele não quiser perder os dias determinados pelo médico. Apesar de achar tudo isso rídículo porque ser professor não significa ser escravos, mas é o que estamos sendo, gostaria de saber se tudo isso procede e o que fazer em caso de uma aposentadoria que volte, ou mesmo de um atestado que eu, pessoalmente, não tenha condições de protocolar.
    Obrigada
    Profa Ana Marta
    Dourado -, SP

    Responder
    • 24. apeoesp  |  25/04/2012 às 03:10

      Prezada professora Ana,
      O procedimento da SPPrev é ilegal. Temos reunião com seu presidente no dia 26 e vamos cobrar que cumpram corretamente a lei. Você também pode recorrer ao departamento juridico na sua subsede para verificar se já pode entrar com algum recurso judicial.
      Bebel

      Responder
  • 25. sandra  |  24/04/2012 às 18:59

    OLÁ,BEBEL!
    GOSTARIA DE ESCLARECER UMA DÚVIDA:A DIRETORA DA U.E ONDE EU LECIONO DISSE EM HTPC QUE BLOQUEARIA O PAGAMENTO DO PROFESSORES QUE NÃO ENTREGARAM AS NOTAS DENTRO DO PRAZO ESTABELECIDO NO CALENDÁRIO ESCOLAR,OU SEJA, ANTES DO CONSELHO QUE FOI NO ÚLTIMO DIA 17/04.ELA PODERIA FAZER ISSO APARADA LEGALMENTE OU PODEMOS DIZER QUE ESSA SITUAÇÃO PODE SER CARACTERIZADA COMO ASSÉDIO MORAL?AGRADEÇO,APROVEITANDO A OPORTUNIDADE PARA DESEJAR-LHE FORÇA E CORAGEM PARA CONTINUAR COM A NOSSA LUTA,PORQUE GARRA NÃO LHE FALTA!!!ABRAÇOS.

    Responder
    • 26. apeoesp  |  25/04/2012 às 03:13

      Prezada professora Sandra,
      Muito obrigada pelo apoio. Estamos juntos na luta. Considero que está havendo abuso de autoridade da diretora. Por favor, procure o departamento jurídico na subsede para orientar-se sobre como agir neste caso.
      Bebel

      Responder
  • 27. rita de cassia domingues silva  |  24/04/2012 às 21:55

    Boa noite,
    Quero saber se a lei que “igualou” em direitos os professores da categoria F aos professores efetivos, igualou-os também em deveres. Pergunto isso pois acredito que exista proibição a efetivos fixarem lotação em unidades dirigidas por parentes até 2º grau. Essa probição é extensiva aos Fs?

    Responder
    • 28. apeoesp  |  25/04/2012 às 03:18

      Prezada professora Rita,
      Os professores da categoria F não foram igualados aos professores efetivos. Têm estabilidade, mas não são efetivos. Entretanto, há legislações que afetam todos os professores, independente de sua situação funcional. Consulte se este é o caso pelo telefone 11.33506214 ou no departamento jurídico na sua subsede.
      Bebel

      Responder
  • 29. Claudio  |  25/04/2012 às 01:26

    Gostaria de saber por que a situação dos que estão em estágio probatório e que não puderam participar do concurso de remoção, não está na pauta de reivindicações.
    E sobre a escolha das vagas antes do curso de formação, que contrariou o edital, como está?

    Responder
    • 30. apeoesp  |  28/04/2012 às 12:56

      Prezado professor Cláudio,
      O governo não aceita mudar este ponto. Apenas a via judicial, individual, é possível. Quanto ao edital, embora a justiça tenha nos dado parecer favorável, não houve tempo hábil para que fizesse efeito sobre a última escolha. Teremos que ingressar com nova ação, quando da nova escolha, desde que a SEE adote o mesmo procedimento.
      Bebel

      Responder
  • 31. Revoltado  |  26/04/2012 às 00:03

    Oi Bebel.Já escrevi aqui em seu blog em uma outra data e venho insistentemente tentando receber como aposentado e vejo que isso está muito longe ,talvez eu nem receba como.Fui aposentado o ano passado por invalidez ,o engraçado foi que eu era professor estadual ,municipal e da empresa privada,primeiro fui aposentado do estado(setembro 2011),isso no ano passado até agora venho recebendo meu último salário ,sem descontos,porém sou e não sou aposentado,digo que sou, mais não tenho como provar,pois no B.do Brasil me dizem que estou recebendo como servidor ativo e que lá eles não tem nada meu como aposentado.No início deste ano fui aposentado da empresa privada e o inss já me paga como aposentado no,logo depois veio a minha aposentadoria da prefeitura e também já recebo como.Veja o estado foi o primeiro a aposentar e até agora não resolveram minha e acredito que não seja pq o estado de São paulo seja grande ,pq o INSS atende o Brasil e consegue ser organizado(pelo menos neste sentido da Aposentadoria),ligo na SEE dizem que já enviaram meu processo ao SPPREV ,ao ligar no SPPREV nada conseguem me informar,fico triste com esta falta de respeito,tudo que está ligado ao Governo do Estado de SP é sempre difícil de se resolver,lembro que no período em que fiquei em licença saúde me descontavam direitos que não poderiam ter descontado,tive que entrar com processo e tive meus direitos garantidos através do mesmo,mais isso tá ficando cansativo,vejo que não é só no meu caso que fui aposentado pro invalidez,mais também nos casos das aposentadorias por tempo de serviço.Qdo ligo ao órgãos que tratam da aposentadoria o que me falam é “pq vc está reclamando?temos casos de professores que se aposentaram em 2009 e não recebem como aposentados”,querendo justificar que pelo fato de eu ter aposentado o ano passado, vou ter que aguardar uma eternidade para receber como aposentado.Vejo que o Governo não tem qq preocupação com o servidor público,qdo em licença são tratados como bichos,pq e parece que as licenças são concedidas de acordo com a vontade de quem as defere(sem ao menos ver o paciente),depois de aposentados precisam aguardar por anos para receberem como aposentados,sem contar que antes da lei o professor ficava recebendo seu último salário por anos e depois vinha a notícia de que a aposentadoria por invalidez não era integral e lá tinha o prof. que devolver dinheiro para os cofres públicos(qdo entrava com processo e ganhava,não),parece que tudo caminha contra o funcionário público,por isso vejo professores irem trabalhar arrastados,pq não se sentem valorizados,se sentem desrespeitados,acredito que assim,vai chegar uma certa hora em que ninguém mais vai querer seguir na carreira do magistério ou se seguir vai fazer dela uma segunda opção, como consequência teremos alunos mal alfabetizados,incapazes …mais uma vez estaremos do jeito que o governo quer, pq alunos mal alfabetizados são nas mãos deles eleitores fáceis de se manipular e conquistar seus votos.Queria muito que vc Bebel na sua reunião com a SPPREV fosse dura ,pq se aquele órgão continuar nos tratando desse jeito morreremos bem antes de receber aquilo que fazemos jus.Obrigado.

    Responder
    • 32. apeoesp  |  28/04/2012 às 12:45

      Prezado professor Revoltado,
      Fomos, sim, duros e insistentes em nossos pontos de vista e na cobrança para que as coisas sejam realizadas de forma a contemplar os direitos e necessidades dos professores aposentados e em vias de aposentar.
      Entretanto, continuam as divergências sobre a forma de calcular o tempo para a aposentadoria. Vamos recorrer à PGE e manter a ação judicial.
      Quanto ao seu caso, deve procurar o departamento jurídico da APEOESP, para verificar o que pode ser feito.
      Bebel

      Responder
  • 33. Prof. Alan  |  26/04/2012 às 13:34

    Olá bebel , parabéns pelo seu incansável trabalho. Sou categoria “o” e trabalho em uma escola que a Diretora está fazendo uma certa pressão em relação aos professores auxiliares,chegando até ser ríspida com todos . As Coordenadoras Pedagogicas estão assistindo as aulas. Estão exigindo que os professores tenham um Portifólio e um caderno com as aulas diárias de todos professores. E dizem ainda que as Supervisora virá para assistir as aulas. Será que temos que passar por tudo isso? Honestamente acredito que está existindo um abuso por parte da Direção da escola. Juridicamente tudo isso está correto ? . Lamento o fato de eu ser categoria “0” cheio de restrições em respeito aos meus direitos e tenho as mesmas obrigações que todos os professores de outra categoria. Receba meus protestos de estima e consideração. Grande abraço !

    Responder
    • 34. apeoesp  |  28/04/2012 às 12:40

      Prezado professor Alan,
      Muito obrigada pelas suas palavras.
      Você deve procurar o departamento jurídico na sua subsede, para que verifiquem se juridicamente este tipo de atitude pode ser considerado assédio moral. Pessoalmente, acredito que sim.
      A propósito, vamos reeditar a cartilha sobre assédio moral e retomar a campanha sobre o assunto.
      Bebel

      Responder
  • 35. Roberta  |  26/04/2012 às 15:23

    Bebel, haverá mesmo chamada dos professores aprovados do concurso neste primeiro semestre de 2012? O secretário anunciou ontem, 25/04 que fará novo concurso c/ novo edital, mas nem houve a chamada que ele disse q faria e tem muita gente aguardando, pois foi aprovado, está dentro do prazo do concurso e há vagas.

    Responder
    • 36. apeoesp  |  28/04/2012 às 12:20

      Prezada professora Roberta,
      Haverá nova chamada em junho.
      Bebel

      Responder
  • 37. Antonio Sérgio Ferreira  |  27/04/2012 às 02:02

    Olá, Bebel
    Gostaria de saber como obter informações sobre a ampliação das escolas de tempo integral. Trabalho em uma UE que tem somente ensino médio e há boatos sobre uma possível implantação da escola de tempo integral. Assim como todas as políticas do psdb, temos receio que essa possível mudança venha nos prejudicar, afinal, toda e qualquer mudança ocorre de cima para baixo sem nenhum tipo de discussão. Obrigado!!

    Responder
    • 38. apeoesp  |  28/04/2012 às 12:14

      Prezado professor Antonio Guerra,
      Vamos buscar mais informações sobre este assunto na próxima reunião com o secretário, pois o que sabemos é apenas baseado em boatos que circulam pela rede.
      Bebel

      Responder
  • 39. Renata  |  27/04/2012 às 16:45

    Só gostaria de saber o seguinte, por que os professores categoria O antigos L, estão com o pagamento descontado agora em Maio? Liguei na fazenda e me infomaram que estão descontando referente a Dezembro de 2011, pelo que eu saiba a APEOESP não ganhou uma liminar para não haver esses desconto? Eu sempre leio que a Apeoesp ganhou liminares de isso e daquilo, por acaso o sindicato só ganha na teoria? Porque na pratica não funciona, e agora em relação ao meu pagamento como fica???

    Responder
    • 40. apeoesp  |  28/04/2012 às 12:07

      Prezada professora Renata,
      Liminares e setenças judiciais funcionam, sim, mas o Estado utiliza seu direito de recorrer. Isto não pode ser debitado à APEOESP, pois não fazemos as leis. Ao contrário, lutamos contra parte delas, que nos prejudicam. Sobre o caso específico, procure o departamento jurídico na sua subsede ou ligue para 11.33506214.
      Bebel

      Responder
  • 41. Alessandro  |  27/04/2012 às 20:19

    Fiquei calado por vário meses, lendo lendo e lendo, e agora o que vejo, nada feito pelo professor, vamos calcular quantos anos estamo perdendo desse governo, vamos voltar para o passado, quais as nossas vitórias saláriais, nunca tivemossssssssssssss

    Vamos lembrar um aumento real, que foi marco da educação.

    Nunca Tivemos.

    O Sindicato tem que começar a pensar …em algo construtivo, sempre estive com vcs, mas será que vcs estiveram comigo ?

    me desculpa eu gosto da Apeoesp, mais quanto tempo terei que ter paciência , mais alguns anos …

    Vamos refletir

    Responder
    • 42. apeoesp  |  28/04/2012 às 11:56

      Prezado professor Alessandro,
      Parte do problema reside justamente aí. Se muitos professores, em vez de ficarem calados, lendo, lendo, lendo, se manifestassem mais, viessem mais nas atividades, participassem das assembleias, das passeatas, dos atos públicos, das vigílias na Assembleia Legislativa, quando há projetos de interesse da nossa categoria, talvez conseguíssemos mais avanços.
      Mas não é verdade que nada avançou. Não fosse a APEOESP e ainda teríamos gratificações no lugar de salário. Não fosse a APEOESP e não faltariam apenas cerca de 15% para repor nossas perdas de 1998 para cá, para podermos avançar para aumento real (e vamos conseguir). Não fosse a APEOESP e não haveria uma comissão paritária para discutir reajuste salarial, todos os anos, e que estamos exigindo que se reuna imediatamente. Não fosse a APEOESP e nossa carreira não estaria sendo rediscutida, abrindo novas possibilidades de evolução e promoção. Não fosse a APEOESP e não teríamos mais de 70 mil professores estáveis (categoria F). Não fosse a APEOESP e os professores da categoria O ainda teriam que ficar 200 dias fora da rede, antes de novo contrato.
      O senhor disse que esteve com o sindicato, mas o sindicato são professores em movimento, lutando pelos seus direitos.
      Bebel

      Responder
  • 43. ENIO ROMEU DOS SANTOS  |  28/04/2012 às 17:44

    Na escola em que trabalho em iTABERÁ-SP cogita- se fortemente em colocar cameras dentro da sala de aula. ISSO É LEGAL? O argumento é para conter a indisciplina dos alunos. SOMENTE EU FUI CONTRA!!!! QUERIA UMA OPINIÃO DA APEOESPE SOBRE O ASSUNTO!!!

    Responder
    • 44. apeoesp  |  01/05/2012 às 02:59

      Prezado professor Enio,
      Para nós, não são câmareras que irão resolver os problemas das escolas estaduais. É necessário haver medidas pedagógicas e educativas para isto. Mas não há legislação que impeça a colocação de câmeras.
      Bebel

      Responder
  • 45. Fatima Calixto  |  28/04/2012 às 21:44

    Estamos com mais um problema.A escola onde trabalho atende ensino médio e fund ll.Esta semana ficamos sabendo que no proximo ano ela se tornara escola de ensino medio integral e os professores efetivos que acumulam terão que entrar em remoção de 14 a 19 de maio.Estou a 16 anos nesta escola e agora sou obrigada a sair.A diretora disse que isso acontecera com 100 escolas.O que vc sabe sobre isso ?

    Responder
    • 46. apeoesp  |  01/05/2012 às 02:32

      Prezada professora Fátima,
      Sim, este programa está sendo executado pelo governo estadual. Entretanto, nenhum professor pode ser prejudicado em seus direitos. É preciso que a comunidade escolar se mobilize, se tive posição contrária ao projeto do governo. Para tanto, acione os representantes da APEOESP na escola ou procurem a subsede da APEOESP na região.
      Bebel

      Responder
  • 47. marciamandrade@hotmail.com  |  28/04/2012 às 21:54

    Bebel,
    Entrei na fazenda para ver o provisionado e verifiquei que foram descontados os dias de dezembro para os cat O que eram L. ( 17 a 31.12), e não bastasse isso. O meu 13o. não veio . Como devo proceder.

    Marcia

    Responder
    • 48. apeoesp  |  01/05/2012 às 02:42

      Prezada professora Marcia,
      Por favor, procure o departamento jurídico na subsede da APEOESP.
      Bebel

      Responder
  • 49. Maria Isabel  |  28/04/2012 às 23:17

    Boa noite.
    Bebel a apeoesp não tinha ganho uma liminar a favor dos ex-Ls para que não houvesse descontos nos salários dos dez dia de dezembro de 2011, porque então foi descontado tudo agora no pagamento de maio que está provisionado na fazenda se essa liminar existe como devo proceder, pois foi descontado mais ou menos R$ 670,00 do meu salário.
    Aguardo uma resposta.

    Responder
    • 50. apeoesp  |  01/05/2012 às 02:27

      Prezada professora Maria Isabel,
      A limninar é uma decisão provisória. O Estado conseguiu ganhar o recurso. Resta ainda a opção de ação individual para devolução do valor descontado. Procure o departamento jurídico na sua subsede.
      bebel

      Responder
  • 51. IvoneGomes  |  29/04/2012 às 21:40

    Sou ex categoria L gostaria de saber a respeito do pagamento das férias, pois até agora não recebi, oque devo fazer?

    Responder
    • 52. apeoesp  |  01/05/2012 às 01:42

      Prezada professora Ivone,
      Verifique no boletim APEOESP Urgente nº 14 (www.apeoesp.org.br), os procedimentos para reivindicar na justiça este pagamento.
      Bebel

      Responder
  • 53. Rita  |  29/04/2012 às 22:25

    Olá Bebel ,gostaria de saber como que está o processo da diferença do quinquenio.Obrigado.

    Responder
    • 54. apeoesp  |  01/05/2012 às 01:41

      Prezada professora Rita,
      É necessário ingressar com ação individual para recebimento de atrasados. Procure o departamento jurídico na sua subsede.
      Bebel

      Responder
  • 55. Adriana  |  30/04/2012 às 13:31

    Sr Bebel, Assim como meus amigos da antiga categoria” L” tive meu salário descontado esse mês,gostaria de saber até quando seremos lesados??…Cadê o pagamnto de nossas férias??..além de não ter recebido os meus direitos desistruturando toda a minha família, me senti desamparada até pelo meu sindicato que não esperou nem o mês de fevereiro terminar e mandou uma carta de cobrança de mensalidade dizendo que se não pagasse estaria fora do sindicato, e que de fato ocorreu..é lamentável essa falta de compreensão sabendo que estávamos sem salário!!..enfim, decepcionados com o governo todos nós estamos mas esperava mais do sindicato…

    Responder
    • 56. apeoesp  |  01/05/2012 às 00:56

      Prezada professora Adriana,
      Infelizmente, estamos sendo obrigados a recorrer à justiça para tentar evitar que o Estado continue lesando os professores. Entretanto, o Estado conseguiu derrubar nossa liminar a ação coletiva contra os descontos indevidos. A ação prossegue, mas ainda resta o caminha da ação individual. Procure o departamento jurídico na sua subsede.
      Bebel

      Responder
  • 57. Marcela  |  02/05/2012 às 01:44

    Mais uma vitória da catiguria…………170 reais descontados no meu salário e dizem q são 10 % do q eu devo, então devo 1700?

    Responder
    • 58. apeoesp  |  02/05/2012 às 02:56

      Prezada professora Marcela,
      Estamos lutando judicialmente contra os desmandos do governo. Fique claro, portanto, que é a atitude do governo que prejudica a nossa categoria. O sindicato faz sua parte, sempre agindo para preservar os direitos dos professores. Ironias não vão nos ajudar a resolver esse problema e toda a indignação, se for direcionada ao governo que nos prejudica e transformada em ação, quando somos chamados a lutar, é que pode produzir efeitos.
      Além da ação coletiva, há o caminho da ação individual para forçar o governo a devolver o dinheiro descontado. Se desejar, procure o departamento jurídico, na subsede.
      Bebel

      Responder
  • 59. Ana  |  03/05/2012 às 04:25

    Sra Bebel, estou ouvindo comentarios sobre concurso de PEB I para o 2 semestre, isso procede? Obrigada!

    Responder
    • 60. apeoesp  |  05/05/2012 às 13:22

      Prezada professora Ana,
      Não recebemos nenhuma informação oficial, mas é possível que ocorra, pois já decorreu bastante tempo desde o último.
      Bebel

      Responder
  • 61. CLAUDIA FREITAS  |  03/05/2012 às 13:44

    A última evolução que tivermos foi em 2007 e de acordo com a LEI COMPLEMENTAR Nº 1.143/2011, dispõe sobre a reclassificação de vencimentos e salários dos integrantes do Quadro do Magistério da Secretaria da Educação que alterou o Artigo 22 da Lei Complementar nº 836/1997 (Evolução Funcional). Todos os docente passam a ter direito a uma nova evolução. Como fica esta questão? Temos que cobrar mecanismos para isso!

    NOVA REDAÇÃO
    I – para as classes de Professor Educação Básica I e Professor Educação Básica II:
    a) do Nível I para o Nível II – 4 (quatro) anos;
    b) do Nível II para o Nível III – 4 (quatro) anos;
    c) do Nível III para o Nível IV – 5 (cinco) anos;
    d) do Nível IV para o Nível V – 5 (cinco) anos;
    e) do Nível V para o Nível VI – 4 (quatro) anos;
    f) do Nível VI para o Nível VII – 4 (quatro) anos;
    g) do Nível VII para o Nível VIII – 4 (quatro) anos

    Responder
    • 62. apeoesp  |  21/05/2012 às 14:02

      Cara Professora Claudia,
      Foi constituída uma Comissão Paritária para regulamentar a Evolução Funcional pela via não-acadêmica. Na Comissão Paritária estamos defendendo os direitos da categoria.
      Bebel

      Responder

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