Sobre a audiência pública com o secretário da Educação

25/05/2012 at 02:20 53 comentários

Durante audiência pública realizada na tarde desta quarta-feira, 23 de maio, na Comissão de Educação da Assembleia Legislativa, tive a oportunidade de cobrar do secretário da Educação, uma vez mais, a implantação da jornada do piso na rede estadual de ensino.

Defendi a jornada do piso como uma das condições necessárias para a valorização dos professores e para a melhoria da qualidade do ensino nas escolas estaduais. Também lembrei que esta questão foi pautada na comissão paritária de gestão da carreira por iniciativa da APEOESP e que o secretário havia concordado em discutir um calendário de implantação da lei naquela comissão. Chamei a atenção para o fato de que o nosso sindicato já obteve sentença favorável, embora o governo tenha conseguido o efeito suspensivo, protelando o cumprimento da lei.

Em resposta a este ponto, o secretário disse que cumprirá a decisão judicial final, qualquer que seja, mas confirmou que o assunto será objeto de negociação na comissão da carreira, que tem calendário de reuniões previsto até o final de junho.

Reajuste salarial

Assim como outros representantes do sindicato, cobrei também a complementação do reajuste previsto para 2012 (10,2%), tendo em vista que 5% do que constou na lei complementar 1143/2011 refere-se à incorporação da última parcela da GAM (março). É necessário, portanto, que estes 5% sejam concedidos na forma de reajuste para vigorar a partir de 1º de julho, integralizando os 10,2%. Também apresentei ao secretário os demais índices para a reposição de todas as perdas salariais: seria necessário, hoje, um reajuste total de 15% para repor todas essas perdas, desde fevereiro de 1998. Além disso, o sindicato reivindica aumento real de salários.

O secretário anotou as reivindicações e lembrou, corroborando o que foi afirmado pela presidenta da APEOESP, que existe uma comissão de negociação prevista na lei complementar 1143/2011.

Fórum Estadual de Educação

Outro ponto cobrado foi a estruturação do Fórum Estadual de Educação, para elaboração do Plano Estadual de Educação. Ela criticou a criação de uma comissão restrita do governo para discutir o PEE, principalmente tendo em vista que, em 2013, se iniciam as conferências municipais e estaduais de educação, preparatórias à II CONAE.

Ensino Médio de Tempo Integral

Sobre a criação das escolas de ensino médio de tempo integral, manifestei  a posição da entidade de que escola de qualidade tem que ser para todos e que um projeto como este não pode ser imposto de cima para baixo. É preciso que os alunos queiram e possam freqüentar a escola de tempo integral e que seus pais também queiram. E, também, que o projeto conte com a adesão dos professores.

Para discutir esta questão, formular propostas e organizar a luta, a APEOESP realizará no dia 16 de junho, sábado, a partir da 9h00, em local a ser definido, um Encontro Estadual sobre o Ensino Médio de Tempo Integral. O critério de participação é de um representante de cada escola de ensino médio. As subsedes devem recolher as inscrições e encaminhar para a sede central.

Formação igual, salário igual, direitos iguais

A situação dos professores da categoria O também fez parte das cobranças por mim formuladas. Mostrei toda a indignação de todos os professores e professoras com o fato de nossos colegas, que possuem igual formação e realizam o mesmo trabalho, serem contratados em condições tão precárias, bem distantes daquelas previstas na lei 500, pela qual o professor OFA só era desligado se não conseguisse aulas. Exigi, assim, que seja implementada uma forma de contratação decente de professores temporários.

Assim como outros representantes da APEOESP, que seguiram sua fala, também critiquei a prova seletiva para contratação destes professores, pois, depois de colar nos docentes o carimbo de “reprovados”, a SEE chama estes mesmos professores e outros que sequer participaram da prova para assumirem aulas, pois faltam professores na rede, devido aos baixos salários e carreira pouco atrativa.

Neste ponto o secretário limitou-se a responder que convocará em junho mais 9 mil concursados e realizará novos concursos para PEB II e PEB I ainda neste ano.

Finalmente, também cobrei o fim das férias repartidas, tendo em vista os transtornos causados neste ano e o direito de todos os professores a férias ininterruptas de 30 dias, no mês de janeiro.

Reposição e retirada das faltas da greve

O secretário foi cobrado quanto à retirada das faltas da greve dos prontuários e seu pagamento, mediante reposição.

Há um problema, em particular, que afeta os professores com jornada integral, que não conseguem repor aulas porque o sistema não admite número de aulas superior a 200 ao mês.

O secretário disse que o assunto está sendo estudado pela SEE e que manifestará uma posição brevemente.

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Audiência pública com o secretário da Educação nesta quarta-feira, 23/05 Maioria do Conselho Estadual de Educação de SP é vinculada ao setor privado

53 Comentários Add your own

  • 1. Vilma  |  25/05/2012 às 07:40

    Cara Bebel,
    Desejo que as negociações frutifiquem.

    Outro ponto é a contratação de professores para auxiliar em sala,
    a tal da recuperação durante as aulas.
    Já tive problemas com uma ontem, pois ela queria tirar os alunos
    da sala e eu não permiti, pois estava fazendo correções individuais
    de textos e, naquele momento, não seria oportuno. Fiz cumprir minha autonomia, mesmo ela e a coordenadora alegando que foi ordem da outra coordenadora.Os conflitos começaram…

    Se tivéssemos uma quantidade menor de alunos não precisaria
    desse desperdício de dinheiro numa ação que pouco vai recuperar quem quer que seja porque a defasagem, em muito casos, vem de longe…e enquanto o aluno estiver fora “recuperando”, vai perder o conteúdo daquele momento e continuará em defasagem.

    Dignidade para todos, cada um com suas salas, sua metodologia,
    em vez de colocar-nos em situação constrangedora.

    Abraços

    Responder
    • 2. apeoesp  |  25/05/2012 às 18:50

      Prezada professora Vilma,
      Concordo com você. É um absurdo mesmo colocar um outro professor na sala de aula. Estes conflitos tendem a acontecer mais vezes, infelizmente. Se a Secretaria dialogasse com quem vive o dia a dia do processo educativo, evitaria muitos erros.
      Bebel

      Responder
    • 3. Sebastião Miguel  |  31/05/2012 às 12:00

      Professora Vilma, alunos que não sabem ler e escrever dificilmente aprenderá conteúdos.

      Responder
      • 4. Lia  |  02/06/2012 às 22:23

        Os professores precisam aprender a dialogar. Tudo bem que jogaram os professores auxiliares na sala de aula sem uma preparação dos mesmos, mas antes de tudo DIÁLOGO. Sou professora auxiliar e no momento me sinto um pouco inútil, mas a medida que a professora vai trabalhando e eu me interando das atividades, procuro ajudá-la e ajudar os alunos.

      • 5. apeoesp  |  03/06/2012 às 15:59

        Prezada professora Lia,
        Nós, professores, sempre procurarmos trabalhar o melhor possível, nas condições mais adversas. Mas esta não deve ser a regra, isto não deveria ser normal. As políticas educacionais deveriam ser pensadas para os melhores resultados e não deveríamos aceitar que nos jogassem em sala de aula sem preparação. No caso dos professores auxiliares há um problema de fundo, que é um possível choque de autoridade na sala de aula entre o professor de cada disciplina e o professor auxiliar e, também, problemas de ritmos entre a classe e os alunos com os quais os professores auxiliares trabalharão dentro da sala. O ideal seria a recuperação continua realizada pelo próprio professor e a recuperação paralela, fora do horário. Concordo, finalmente, com você: o professor deve sempre dialogar e buscar os melhores resultados.
        Bebel

  • 6. Elsa  |  25/05/2012 às 13:04

    Gostaria de saber se depois de chamar mais 9000 professores e anunciar novo concurso, o governo vai caducar o concurso de 2010,ainda com quase 20 000 aprovados?

    Responder
    • 7. apeoesp  |  25/05/2012 às 19:03

      Prezada professora Elza,
      Nossa posição, que temos expressado junto ao Secretário da Educação, e pela qual lutaremos, é a de que devem ser convocados todos os professores aprovados no concurso, ainda que seja mnecessário prorrogar a validade.
      Por outro lado, queremos que haja mais concursos, para PEB I e PEB II, para efetivar o máximo possível de professores.
      devemos então combinar as duas questões, em termos de calendário, para que todos sejam beneficiados.
      Bebel

      Responder
    • 8. Lia  |  02/06/2012 às 22:40

      Olá!
      Passei no concurso e aguardo novas chamadas e enquanto isso padeço como “categoria O”. Muitos professores estão nessa situação, então pra que concurso agora? Só pra mostrar para a população que estão tomando as devidas providências para melhorar a educação? É só chamar os professores que passaram antes que os mesmos desistam da profissão, porque “categoria O” ninguém merece!!!

      Responder
      • 9. apeoesp  |  03/06/2012 às 16:00

        Prezada professora Lia,
        O governo anunciou que chamará 9 mil concursados em junho.Lutamos para que chamam os aprovados, antes de novos concursos que, no entanto, são necessários.
        Bebel

  • 10. Fátima  |  25/05/2012 às 16:15

    Boa tarde, Presidenta Izabel
    agradeço o empenho e espero que o governo enxergue logo o caos em que a educação está, na minha região está faltando muitos professores e os alunos ficam sem aula. Ninguém quer ganhar pouco e muitos professores da categoria “o” preferem trabalhar na prefeitura ou em outra profissão, que muitas vezes pagam até menos, mas não tem o estresse e o descaso que estamos vivenciando diariamente.
    Assisi ao vídeo do advogado Paulo Lemgruber e pelo o que ele disse ainda vai demorar para sair a decisão final do processo sobre a lei do piso (jornada).

    Responder
    • 11. apeoesp  |  25/05/2012 às 19:12

      Prezada professora Fátima,
      Nosso esforço é justamente para que se faça uma discussão séria sobre a educação no nosso estado e que sejam tomadas medidas igualmente sérias para sanar todos esses problemas. Queremos direitos iguais para todos os professores, de acordo com a sua formação e com o seu trabalho.
      Quanto à jornada do piso, hoje é impossível determinar se vai ou não demorar uma decisão.
      Bebel

      Responder
  • 12. ensinomedio3  |  25/05/2012 às 16:28

    reuniu, cobrou ,apresentou , solicitou, reivindicou, e depois qual a resposta, ou seja a resposta é uma nova reunião, e depois outra , mais outra e foi 2012 ,……..essa reivindicações já deviam ser de conhecimento do secretário a mais tempo através de documentos protocolados, resultado, não temos respostas e provavelmente não a teremos, literalmente estamos sendo enrolados……

    Responder
    • 13. apeoesp  |  25/05/2012 às 19:16

      Prezado(a) professor(a) ensinomedio3,
      Lamento não saber a quem estou respondendo, porém gostaria de esclarecer o óbvio: o sindicato existe mesmo para reunir, cobrar, apresentar, soliciotar e reivindicar. O governo deveria nos dar as respostas necessárias. Se não as dá, devemos ter a capacidade de pressioná-lo para que o faça. A pressão de uma categoria tem que ser ampla, massiva, unitária; do contrário não terá a força necessária. Acredito que vaticinar fracassos não nos ajuda em nada a alcançar nossos objetivos. Conversar com os colegas, mostrar a necessidade de todos nos unirmos, participando das assembleias e mobilizações, isto sim, pode ajudar.
      Bebel

      Responder
  • 14. alan  |  25/05/2012 às 17:23

    Boa tarde Bebel
    No papel e no discurso e na fala do secretario da educação difere da realidade. Sobre a implantação do “São Paulo Educação com Saúde”, com funcionários da Secretaria da Educação para auxiliar no trabalho de perícia médica, comentou que a medida tornou o procedimento mais rápido e com pessoas qualificadas a entender todo o processo de um professor. Pergunta os milhares de professores que foram convocados para reavaliações de suas licenças e readaptações, em clinicas particulares, pessoal mal preparados, falta de prontuário do servidor, somente constava o nome do servidor e o horário da perícia, o formulário da pericia foi preenchido com informações dos próprios servidores, o resultado da perícia , tem que aguarda publicação no DO. Absurdo!!!!!!!!!!!!!!!!. Não aguentei e escrevi novamente a minha indignação e a minha revolta com o descaso da SECRETARIA DA EDUCAÇÃO.
    Abraços

    Responder
    • 15. apeoesp  |  25/05/2012 às 19:19

      Prezado professor Alan,
      Infelizmente, o que você descreve é a realidade de muitos dos programas e projetos da SEE. São lançados com muito barulho na mídia, mas nem sempre correspondem ao que é anunciado. Queremos relações mais verdadeiras na rede estadual de ensino. Queremos ser ouvidos, queremos ter a possibilidade de influenciar, pois nós vivenciamos o dia a dia da educação pública no estado de São Paulo.
      Bebel

      Responder
  • 16. Professora  |  25/05/2012 às 18:21

    Bom, estou bastante desanimada com o resultado desta audiência, como tudo é difícil quando se trata da melhoria da vida da população! Se fosse pra votar aumento de salário de parlamentar ou fazer acordo que passa por cima de lei, como o das sacolinhas plásticas era rapidinho! Bebel, gostaria que vc me explicasse 2 coisas: como é esse negócio da terceirização da perícia, isso é legal? Quem me garante que o governo não vai pagar a terceirizada por licença negada? E como a SEE pode tomar pra si uma competência que não é dela? Pra facilitar a perícia ele poderia habilitar as padarias para tal, já que existe uma em cada esquina, afinal o governo não está fazendo diferente. Com relação ao reajuste de julho a APEOESP está pleiteando os 10 ou 5%, pois neste texto parece que esta se pleiteando os 5%! E mais reajuste que cubra nossas perdas salarias para início de conversa é algo em torno de 50%!
    Já com relação a nossa jornada pelo o que o advogado falou na web conferência podemos esquecer, pois pelo que ele mesmo falou a jornada é longa!
    Pra terminar gostaria de lhe perguntar, já que o jurídico não consegue responder se a orientação que está sendo repassada pela diretoria de ensino que as aulas de PA serão pagas só até 30 de novembro e se isso é legal, eu trabalhar o ano inteiro e na hora de receber as férias do que trabalhei o governo me dá um “pé na bunda”?

    Responder
    • 17. apeoesp  |  25/05/2012 às 19:28

      Prezada Professora,
      A luta dos professores pela sua valorização e pela qualidade do ensino é sempre difícil diante de governos que não se dispõem a nos ouvir e a negociar. Mas não podemos desanimar, pois se isto acontecer, aí não teremos mais nenhuma possibildiade de mudar a situação.
      Quanto à questão salarial, estamos reivindicando os 5% que devem integralizar o reajuste de 10,2% anunciado para 2012 (já que 5% correspondem à incorporação da GAM, já ocorrida em março) e os restantes 10% necessários a repor nossas perdas desde 1998. Reivindicávamos 36,84% no ano passado, mas o reajuse escalonado repõe parte dassas perdas. São estudos do DIEESE.
      Quanto ao fato de uma luta ser difícil, como a da jornada do piso, não é motivo para deixá-la de lado. A|o contrário, é motivo para redobrarmos o nosso esforço, pois quanto mais difícil a luta, mais empenho ela nos exige.
      Finalmente, quanto ao professor auxiliar, trata-se de uma função definida, com prazo determinado. O que o professor tem direito, na tese que nosso jurídico defende nos tribunais, é ao pagamento das férias proporcionais ao tempo trabalhado, enquanto o Estado insiste em pagar apenas se completados 12 meses de trabalho.
      Bebel

      Responder
  • 18. sergio  |  25/05/2012 às 19:36

    O que o professor Alan esta disse é a pura verdade.Na perícia em Campinas o médico nem leu o laudo médico do meu medico e nem leu o ofício do diretor da escola que levei muito menos outros documentos.Só me perguntou o que eu sentia em mais ou menos 3 minutos.Pediu para esperar publicar no DO.Fiquei decepcionado como muitos ficaram.O sindicato precisa saber o porque dessas convocações mesmo para pessoas readaptadas.Na minha opinião vai voltar para sala de aula muitos professores doentes.O que voce acha Bebel?Estamos preocupados e precisamos de uma posição do sindicato pois se esta faltando professor nas escolas não é por culpa nossa.

    Responder
    • 19. apeoesp  |  27/05/2012 às 13:24

      Prezado professor Sérgio,
      No próximo contato com a Secretaria da Educação, na semana que vem, vamos buscar mais informações osbre o assunto e reafirmar a posição do sindicato quanto à saúde dos professores. Por outro lado, todo professor que se sentir prejudicado deve procurar de imediato o departamento jurídico da APEOESP para recorrer.
      Bebel

      Responder
  • 20. Rubens  |  26/05/2012 às 17:39

    OLá Bebel, tudo bem? Ainda bem que temos você que sempre está na luta por nossa categoria, parabenizo e muito por isso. Achei produtiva essa audiência embora, o nosso secretário seja muito evazivo em suas palavras. Bebel solicito um esclarecimento sobre a prova de mérito a qual está causando uma enorme confusão. Veja bem, ao sancionar a Lei Complementar estadual 1.143, de 11-07-2011, estabeleceu que, não mais aferiria o percentual de 25% apenas aos melhores classificados de um total de 20% dos concorrentes, estabeleceu sim de que passaria a ser 10,5% a totodos os concorrentes que obtivessem a nota mínima para a faixa subsequente, entretanto, segundo a fala do secretário, estabeleceu que, não poderia ser apenas a prova para atribuir nota ao concorrente e que, outros critérios seriam divulgados. No edital de 2012, não menciona se será de 10,5% ou de 25% àqueles que lograrem êxito na prova. Diante desse fato, pergunto: 1)- Será o percentual de 10,5 ou de 25%?
    2)- Prevalecerá ainda nesse concurso a regra anterior?
    3)- Caso seja a regra atual, como ficará o outro critério mencionado pelo secretário?
    4)- Quem elaborará/aplicará a prova?
    5)- Se prevalecer a regra atual, não tirará o direito dos concorrentes de obterem os 25% posto que simplesmente estabelece a prova?

    Atente para o fato que sou rigorosamente contrario a prova mas não tem outra maneira se não for por esse caminha obter um aumento, claro que… se passar. Por favor estou esperando a resposta.

    Responder
    • 21. apeoesp  |  29/05/2012 às 01:41

      Prezado professor Rubens,
      A regra em vigor é a da lei 1143, ou seja, reajuste de 10,5% para todos que obtiverem nota igual ou superior ao índice mínimo (6,0). Os demais critérios são os existentes (assiduidade, permanência na mesma escola etc).
      Bebel

      Responder
  • 22. Adenilson  |  27/05/2012 às 14:16

    Este ano comecei a trabalhar na rede estadual como professor eventual. A escola me solicitou copias e originais de vários documentos para admissão. Forneci apesar de ter esquecido o que me disseram ser o mais importante, o atestado médico. Retornei e a escola me disse que não fornece contrato para professor eventual e novamente nao me solicitou o atestado. Perguntei a respeito do pagamento e me disseram que ele só é feito a cada dois meses. Esta correto o contratante não fornecer contrato? Receber a cada dois meses? Como vou fazer para comprovar sem contrato que trabalhei, dei aulas se por ventura eu não receber o pagamento? por que a escola não está exigindo atestado médico? Será que alegarao falta de documentos para nao me pagar ou pagar com grande atraso? Agradeço desde já pela sua atenção.
    ps: desconsidere a duplicação de mensagem caso tenha visto a primeira!

    Responder
    • 23. apeoesp  |  29/05/2012 às 01:39

      Prezado professor Adenilson,
      Não existe contratação para professor eventual. É o tipo de relação trabalhista mais precária que existe. Há anos lutamos para que haja uma melhor regulamentação desta função, para assegurar direitos, mas até o momento não obtivemos êxito. Nas discussões sobre o plano de carreira, novamente vamos tentar melhorar esta situação.
      Bebel

      Responder
  • 24. Jogeo  |  27/05/2012 às 20:29

    Presidente,

    para a evolução funcional via não acadêmica que consta no manual da Apeoesp, há o componente cursos que consta pontuação de 7 pontos para a carga horária de 90 a 179 horas.

    A dúvida é se somente cursos a partir de 90 horas é que valem para a evolução ou se a soma de cursos com cargas menores e que juntos totalizem pelo menos 90 horas também valem para evolução, por exemplo, 3 cursos de 30 horas cada.

    Grato.

    Responder
    • 25. apeoesp  |  29/05/2012 às 01:29

      Prezado professor Jogeo,
      A soma de pontos é válida para completar o total.
      Bebel

      Responder
  • 26. Rogério  |  28/05/2012 às 01:23

    Oi Bebel sobre o concurso de PEB I e PEB II ainda esse ano, ele disse quando seria publicado o Edital, vc acha que deve haver Concurso mesmo esse ano? Ele mencionou a quantidade de vagas? Ja que ele disse que a ultima chamada será de 9.000.

    Responder
    • 27. apeoesp  |  29/05/2012 às 01:26

      Prezado professor Rogério,
      O secretário não deu detalhes sobre os concursos.
      Bebel

      Responder
  • 28. Professora  |  28/05/2012 às 21:19

    Bebel, gostaria que vc me explicasse quanto a essa perícia terceirizada. Li um informativo da APEOESP na minha escola que a PGE concordou com o entendimento do SPPREV sobre o não cômputo da LS na aposentadoria? E o que a PGE tem haver com isso e diante disso eles devem estar no mesmo pacote dos desembargadores.

    Responder
    • 29. apeoesp  |  29/05/2012 às 01:16

      Prezada Professora,
      Não está escrito em boletim da APEOESP que a PGE concordou com a posição da SPPrev. A PGE ainda não deu o seu parecer, solicitado pela SPPrev e SEE.
      Bebel

      Responder
      • 30. professora  |  29/05/2012 às 12:08

        Bom, no boletim que está afixado em minha escola está sim escrito exatamenteo o que coloco aqui, e mais, o PGE é o representante do MPE, quem deveria estar solicitando parecer do MP era a APEOESP e não o SSPREV ou a SEE, muito esquisito isso, pois o Ministério Público está aí para defender a população de arbitrariedades cometidas pelos tentáculos do governo.

      • 31. apeoesp  |  30/05/2012 às 03:06

        Prezada professora,
        A PGE não é o mesmo que Ministério Público. É orgão interno do Estado, que fornece pareceres ao governo. Estamos na fase pré-judicial, administrativa, tentando resolver a questão junto aos órgãos do governo, mas já preparando a ação judicial. Sem esta tentativa de entendimento a ação judicial pode ser prejudicada.
        Bebel

  • 32. fernanda Antonia Simões fernandes  |  28/05/2012 às 22:26

    Boa noite! sou da categoria O e tive um desconto de 800 reais não sou associada e gostaria de saber se ainda posso entrar com ação para ter meu dinheiro de volta, e como devo proceder. obrigada professora Fernanda

    Responder
    • 33. apeoesp  |  29/05/2012 às 01:08

      Prezada professora Fernanda,
      Você pode ingressar com a ação. Procure o departamento jurídico na sua subsede.
      Bebel

      Responder
  • 34. Lais  |  29/05/2012 às 18:48

    A quantas anda a negociação sobre as faltas da greve? Sou categoria O, paralisei os três dias, como não haviam instruções sobre como proceder até o fechamento do mês, minha diretora orientou a justificativa e abonada das faltas, mas preciso que estas voltem pois nosso limite de faltas é ínfimo.
    obrigada.

    Responder
    • 35. apeoesp  |  29/05/2012 às 21:02

      Prezada Lais,
      O assunto está sob análise da Secretaria da Educação. Ainda não temos um retorno. Estamos insistindo por uma definição.
      Bebel

      Responder
  • 36. Alvaro  |  29/05/2012 às 23:13

    Já estamos chegando no final do mês e está ai novo mês, estamos sendo levado no banho maria e como vemos há anos. Vejam só, o aumento do vale coxinha demorou mais de uma década, agora pleitear um reajuste salarial de 15% que parece só vão dar 1/3 disso se DER, sendo que é de 1998. Como vi agora prá esse mês com outros colegas, que quem não é da APEOESP, veio de novo o desconto de DEZEMBRO e cadê o pagamento das férias. Agora lhes perguntos, onde está nossos direitos como trabalhador, profissional que somos. Estamos sendo tratados como peão, pois recebemos por hora e olha que tem muito trabalhador sem nenhuma formação recebendo até mais que nós professores. Queremos Formação igual, salário igual, direitos iguais, mas como conseguir isso, se nem o GOVERNO acata os mandatos do JUIZ, pois consegue arrumar brechas, só pra nos prejidicar. Tudo que precisamos são requerimentos, mandatos, ações e formulários prá obter direitos que são nossos. Olhem lá o nosso DESMOTIVO SALARIAL já está provissionado. CUIDADO PRÁ NÃO ASSUSTAR.

    Responder
    • 37. apeoesp  |  30/05/2012 às 02:13

      Prezado professor Álvaro,
      Sua indignação é totalmente justificável. Mas nossa indignação deve se transformar em movimento para mudar as coisas. A existência do sindicato não é garantia de que as coisas mudem rápido, mas é a garantia de que estamos lutando para mudá-las. Podemos não conseguir mudar tudo o que queremos, mas mesmo os estados mais poderosos um dia ruiram sob a força da mobilização do povo. Somos mais de 235 mil profissionais. Se nos unirmos, somos um força poderosa. Temos que acreditar nesta força, não como um dogma, como como expressão daquilo que somos e daquilo que fazsemo diariamente para que possamos viver numa situação bem diferente desta.
      Bebel

      Responder
      • 38. Marcela  |  31/05/2012 às 22:49

        Não somos 235 mil, esqueceu que somos fragmentados e que cada grupo luta por interesses diversos? O efetivo não está preocupado se os Fs que são obrigados a pegar aulas impostas, já os Fs não estão preocupados com os descontos e todas as mazelas que pertencem exclusivamente aos Os. E assim continua a babilônia…………..

      • 39. apeoesp  |  01/06/2012 às 03:01

        Prezada professora Marcela,
        Somos 235 mil, sim e o que você diz apenas evidencia que deveríamos fazer valer nosso número e nosso força nos unindo em torno de nossos interesses comuns. Evidentemente, é natural que, no que é específico de cada uma das “categorias” nas quais o governo dividiu nossa categoria, a parte prejudicada se preocupe e se mobilize em relação àquela questão específica. O que deve ser ressaltado é que, se cada um desses segmentos vier à praça pública, que seja para defender suas questões específicas, já seremos muitos milhares para pressionar a Secretaria da Educação e o governo a darem soluções para esses problemas.
        Bebel

  • 40. lia ines ribeiro da silva  |  30/05/2012 às 21:10

    Cara Bebel
    Depois de passar por todos os requisitos e esperar os 90 dias trabahando, minha aposentadoria nem foi para a ssprev. Levar o problema individualmente nao traz o resultado esperado por todos aqueles que cumpriram seus prazos e estão como eu atormentados se sai ou não a aposentadoria. Trabalhei por 26 anos como professora, fui readaptada , esperei os 55 anos(lei anterior) e agora ainda me vejo presa ao estado dependendo do quê? O que a apeoesp está conversando com secretário, procuradoria e outros meios? Obrigada Lia

    Responder
    • 41. apeoesp  |  01/06/2012 às 03:36

      Prezada professora Lia,
      Obviamente, a APEOESP está conversando com o Estado, em todos os níveis, é que os direitos dos professores sejam respeitados e que as aposentadorias sejam liberadas. Estamos preparando ação coletiva, mas esta tentativa de resolver a questão em diálogo direto com o governo é necessária, pois uma ação judicial coletiva pode demorar muito a produzir resultados. Em alguns casos uma ação individual pode ter resultados mais rápidos. A SEE, por meio da CGRH, diz que os problemas de demora se devem a questões de sistemas incompatíveis. O secretário da Educação, na audiência de 23/05, disse que este problema será resolvido no decorrer de junho.
      Bebel

      Responder
  • 42. Thais  |  31/05/2012 às 12:15

    Gostaria de saber se há alguma novidade quanto ao desconto que tive enquanto categoria O, referente ao final do mês de dezembro de 2011?
    Agradeço por toda a luta do sindicato!

    Responder
    • 43. apeoesp  |  01/06/2012 às 03:27

      Prezada professora Thais,
      É preciso saber se você fez o procedimento de procurar o advogado na subsede munida de seu holerite onde consta o desconto. É preciso fazê-lo para que o sindicato possa agir junto à justiça para que seja feito o estorno do dinheiro.
      Bebel

      Responder
  • 44. André Sayão  |  01/06/2012 às 13:19

    Cara Presidenta!
    Veja a reportagem sobre o “Ensino de tempo Integral!
    http://mural.blogfolha.uol.com.br/2012/05/31/alunos-de-escola-publica-decidem-nao-adedir-ao-projeto-de-ensino-medio-integral/
    Att, André Sayão.

    Responder
    • 45. apeoesp  |  03/06/2012 às 16:27

      Prezado professor André,
      Está de parabéns a comunidade da EE Costa Manso, assim estão de parabéns pais, alunos, professores e funcionários da EE Monsehor Jerônymo Gallo, de Piracicaba, onde tenho minha sede de frquência, por não aceitarem imposições. Todos queremos ensino de qualidade, e queremos construi-lo de forma dialogada, debatendo e buscando soluções para todos os problemas.
      Bebel

      Responder
      • 46. André Sayão  |  05/06/2012 às 00:54

        Cara Professora, Bebel!
        Realmente estão todos de parabéns! A comunidade escolar, através da atuação do Conselho de Escola depois de muitas manifestações decidiu por não aderir a “aventura”. A maioria de nós está cansada de todo ano passar por “experimentos educacionais” fadados ao fracasso. Deixamos claro durante todo o processo que não somos contra O Ensino de Tempo Integral, de forma alguma, somos contra a este projeto esdrúxulo da Secretaria de Educação que nada tem a ver com o mesmo. Não é possível que em pleno ano de 2012 os gestores da educação e do Estado ainda não entendam o que significam os princípios da constituição de 1988 e a da LDB. Alem disso já a muito tempo não é preciso passar por uma situação para saber que ela não atende aquilo a que ela se propõe e isso se aplica a tal projeto que beira ao amadorismo e a irresponsabilidade com a “coisa pública”. Nos parece que os gestores educacionais não se utilizam da história da educação e das demais áreas de estudo para saber que tais atitudes não darão certo e ainda vão além propondo novos absurdos como as remoções de professores. No que isso contribui para o ensino de qualidade? A QUEM ISSO ATENDE? Somente com uma visão “míope” de educação é que isso faz algum sentido. Não é com o desmonte da comunidade escolar que se irá oferecer um ensino de melhor qualidade. Aqui na escola somente a mobilização TOTAL dos alunos é que foi o fato principal do não aceite, pois a pressão, para falar de forma amena, foi intensa para a aprovação do Projeto. Como professores destes jovens nós professores da E.E. M. Costa Manso estamos orgulhosos da sua atuação participativa e democrática de forma cidadã, a final não é isso que se busca com a educação? Também somos solidários as demais Comunidades Escolares de S.P bem como aos pais, alunos, professores e funcionários da EE Monsehor Jerônymo Gallo, de Piracicaba, onde a Ditadura já a algum tempo se findou!
        Um forte Abraço, André Sayão.

      • 47. apeoesp  |  07/06/2012 às 13:30

        Prezado professor André,
        Uma gestão verdadeiramente democrática, tem que ter nos colegiados da escola, sobretudo no conselho de escola, seus fóruns de decisão.
        A escola não é do diretor ou diretora; a escola é da comunidade. Pais, professores, alunos, funcionários e gestores escolares é que devem decidir os rumos da escola, e têm toda a competência para isto.
        É hora das autoridades educacionais entenderem que a escola não é um mundo a parte, uma coisa de especialistas ou iluminados. A gestão escolar tem que ser apropriada, de forma democratica e organizada, por todos os que nela estudam e trabalham e os projetos e programas educacionais não podem ser impostos, mas tem que contar com a adesão de todos.
        No caso do ensino médio integral, pais e alunos tem que querer e tem que haver as condições objetivas para a sua implantação.
        A comunidade da EE Monsenhor Jeronymo Gallo, como a da EE Costa Manso, na capital, estão de parabéns,
        Bebel

  • 48. Silvia Miranda  |  04/06/2012 às 21:32

    Boa noite Bebel

    Estou esperando a resposta da minha pergunta e aproveito para acrescentar outra.
    O auxilio alimentação que recebemos é referente a presença de três meses atrás (vencimento 06/06 a presença é de Março) certo?
    Se estiver certo no mês de Agosto receberei referente a presença de Maio, só que nesse mês por causa do “grande” aumento que vou ter, vou ultrapassar o limite para receber o ticket. Minha pergunta é se eu terei ou não direito a receber? Se o referente pagamento é do mês de Maio, o cálculo básico não deveria ser também?
    Você tem a resolução que fala sobre isso, pois imagino que não será só o meu caso?

    Muito Obrigada pela atenção e espero não ficar tanto tempo aguardando moderação.

    34. Silvia Miranda | 29/05/2012 às 13:06

    O seu comentário está aguardando moderação.

    Bom dia Bebel
    Como devo proceder para ter evolução por cursos que fiz, solicitei na escola, via oral, em Janeiro e sei que até agora não fizeram nada. Os cursos tem prazo de validade para ser considerado? De quanto em quanto tempo posso pedir essa evolução?
    Bebel, se nós professores de educação básica I estamos ganhando por aula (antes só poderíamos trabalhar por 30h), não teríamos de ganhar como PEB II ou já ganhamos?
    Gostaria que você publicasse a tabela dos vencimentos de PEB I e PEB II.
    Obrigada e aguardo resposta.

    Responder
    • 49. apeoesp  |  09/06/2012 às 14:41

      Prezada professora Silvia,
      Peço desculpas pela demora. Esperava reunir todas as informações, mas ainda não foi possível. A semana mais curta, feriado e um série de outras atribuições dificultaram a tarefa. Espero na segunda-feira ter em mãos a tabela de vencimentos de PEB I e PEB II atualizada.
      O professor PEB I com formação em nível superior deve ter seus vencimentos equiparados ao inicial do PEB II.
      Quanto à evolução funcional pela via não acadêmica, a solicitação não pode ser oral. Você deve preencher formulário próprio e anexar os certificados. Solicite na secretaria da sua escola.
      Em relação ao auxílio-alimentação. Ele o valor vigente no mês é pago no próprio mês, como ocorreu em maio, quando houve o reajuste de R$ 4,00 para R$ 8,00, variando conforme a carga horária e a frequência, aí sim, apurada sobre 30 dias, parte do último e parte do penúltimo mês. Assim, pela lógica, só deixa de receber quando o ticket se referir ao mês em que houve o reajuste.
      Finalmente, além de lutarmos para que seja reajustado o valor do auxílio-alimentação, estamos lutando também para que seja modificado o atual limite de UFESPs, para que todos os professores o recebam.
      Bebel

      Responder
  • 50. Ivone  |  06/06/2012 às 00:05

    Bom dia presidente Bebel

    Entrei na justiça em 2010 para mudança de categoria, era F cai para L hoje sou NADA “O” tiraram tudo de nós hoje somos um resto de categoria humilhada e explorada pelo desmandos do governo e secretaria da educação. No dia 31/05/2012 saiu a conclusão de nossa luta INDEFERIDO segundo o juiz “foi uma mudança de lei” “resumidamente” achávamos que tivessem sido explicados nossos motivos eramos 18 professores com mais de 10 anos de estado e alguns com 15 e 20 anos não valeu de nada. Não tivemos uma defesa da forma que pensávamos mais incisiva e objetiva, se foi não foi eficaz como os advogados do estado. Estamos desolados com esse resultado esperamos por longos 2 anos e NADA só perda de tempo. E para piorar mais ainda no mesmo dia que estive na subsede aqui em Atibaia foi agendada uma consulta nesta mesma data com a advogada para poder entrar na justiça para voltar a ter direito há 2 quinquênios que tinha e também me tiraram, e que segundo você Bebel neste mesmo blog postei minha dúvida e segundo você teria direito de entrar na justiça pois tratava-se de direitos adquiridos a “advogada” daqui nem quis me dar ouvidos dizendo que era uma causa PERDIDA, acredita? Nem olhou meu documento que fiz na secretaria de minha escola pedindo explicações sobre a retirada do meu quinquênio. Eu estou indignada com a postura dessa advogada nem se quer tentar e fazer valer meus direitos. Sem comentários isso é um absurdo esse é o sindicato que deveria nos defender? O que mais pode tirar de nós categorias NADA.
    Este é o segundo que envio a você e não obtive resposta espero que você possa analisar e responder a este.

    Responder
    • 51. apeoesp  |  07/06/2012 às 12:58

      Prezada professor Ivone,
      O departamento jurídico da APEOESP é um dos maiores do Brasil e muito competente. São milhares de causas ganhas em favor dos professores. Porém, as decisões judiciais nem sempre são aquelas que atendem nossos argumentos e, do nosso ponto de vista, nem sempre são as mais justas. Entretanto, vamos sempre até o limite com todos os recursos que as leis nos permitem.
      A criação de “categorias” na rede estadual de ensino é um aviltamento da dignidade profissional de parte considerável dos professores, contratados em condições precaríssimas, como é o caso do professor da categoria “O”. Tão logo os professores foram divididos entre categoria “F” e “L”, tentamos uma ação coletiva, mas a justiça entendeu que somente seriam possíveis ações individuais. Desde então, temos ingressado com milhares de ações individuais, algumas com mais êxito que outras, pois tudo depende do juiz, da sua interpretação da lei.
      Nós, da APEOESP, temos nos empenhado muito para reverter estas injustiças. O resultado de um julgamente, a sentença do juiz, não significa o julgamento da capacidade ou do empenmho dos advogados e sim a interpretação que aquele juiz faz dos fatos e dos autos.
      O Estado criou esta situação. Por todos os meios tentamos revertê-la e ainda neste momento, estamos denunciando a situação dos professores da categoria “O” junto à Organização Internacional do Trabalho.
      Como sindicato, estamos cumprindo o nosso papel de defender os professores. Não podemos ser responsabilizados pelas sentenças proferidas pelos juízes. Há causas que ganhamos e há causas que perdemos. Infelizmente, isto é da natureza da disputa judicial.
      Bebel

      Responder
  • 52. Fernando  |  11/06/2012 às 13:28

    Bom dia Presidente Bebel,

    Tenho acompanhado as publicações e estou animado com as informações de que serão chamados mais 9 mil professores e que haverá novo concurso, fui aprovado neste ultimo e fui chamado na terceira tuma para matemática no interior em 2010, mas, como as informações divulgadas de forma pouco precisas, entendi que pela minha classificação não seria convocado naquele ano e de uma semana para outra lançaram nova chamada, só tomei conhecimanto no dia em que deveria me apresentar e para meu azar peguei 2h de trânsito parado na Fernão Dias por motivo de reforma do asfalto, conclusão, não consegui chegar a tempo, enfim, será que existe alguma possibilidade ser novamente convocado já que todos das lista de matemática do interior forma chamados? Devo enviar algum documento explicando meus motivos? o governo pode lançar Edital em ano de Eleições?

    Desde já abrigado.

    Responder
    • 53. apeoesp  |  16/06/2012 às 19:01

      Prezado professor Fernando,
      A possibilidade de nova convocação para quem já foi chamado é praticamente inexistente. Poderá, eventualmente, tentar por meio de ação judicial, mas é pouco provável que tenha êxito.
      Bebel

      Responder

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