Professores aprovam novos passos da campanha salarial e educacional

16/06/2012 at 18:43 45 comentários

Boletim APEOESP Urgente nº 51 – 15/06/2012

O Conselho Estadual de Representantes da APEOESP, reunido na manhã desta sexta-feira, 15 de junho, aprovou o calendário de continuidade da campanha salarial e educacional e encaminhamentos para as lutas dos professores. À tarde, reunidos na Praça da República, professores de todo o estado foram informados das decisões do CER que deverão ser encaminhadas em todas as regiões do Estado.

Os conselheiros estaduais aprovaram a realização de uma reunião extraordinária do CER para o dia 27 de julho, precedida de reunião da Diretoria Estadual Colegiada, ampliada, em data a ser definida entre junho e julho. Além disto, decidiram que a categoria irá acompanhar a tramitação de questões relativas à carreira do magistério ou reajuste salarial na Assembleia Legislativa, durante o mês de julho, caso haja atividade parlamentar.

Carreira

A carreira do magistério vem sendo discutida no âmbito da Comissão Paritária formada por governo e entidades do magistério, formulando propostas para a regulamentação dos novos níveis e faixas criadas pela lei complementar 1143/2011; para a evolução funcional pela via acadêmica; para evolução funcional pela via não-acadêmica; para a promoção na carreira.

Nos próximos dias será publicado um caderno contendo as posições da APEOESP, o histórico de todo o processo, as mudanças e inovações que vêm sendo discutidas e uma análise sobre a questão da carreira do magistério. Nossa perspectiva é a construção de uma carreira atrativa, que atenda aos interesses dos professores e das professoras.

Reajuste salarial

Com relação ao reajuste salarial, o CER aprovou a continuidade da luta pela reposição dos 36,74% relativos a nossas perdas desde março de 1998, considerando os reajustes já realizados. De imediato, queremos que o governo cumpra o reajuste de 10,2% a que temos direito em 2012, uma vez que computou indevidamente a incorporação da GAM, ocorrida em março, objeto de outra lei aprovada pela Alesp. Não abrimos mão, porém, da recuperação de todas as perdas e queremos também discutir aumento real dos nossos salários.

Jornada do piso

A implantação da jornada do piso continua a ser nossa principal luta neste momento. Em todas as oportunidades levamos esta questão à discussão com o secretário da Educação, insistindo na necessidade de que a lei do piso seja cumprida. Na audiência pública do dia 23 de maio na Assembleia Legislativa mais uma vez o secretário confirmou que o assunto será discutido na Comissão Paritária de Gestão da Carreira. Isto é coerente, pois várias das novas propostas que a comissão vem discutindo necessitam, para se concretizar, de mais tempo para as professores fora da sala de aula.

No âmbito do Tribunal de Justiça de São Paulo, a APEOESP ingressou com recurso contra a decisão da 10ª Câmara, que concedeu efeito suspensivo da sentença que conquistada por nós, beneficiando a Secretaria da Educação. Verificamos irregularidades nos procedimentos da 10ª Câmara e ingressamos com reclamação no Conselho Nacional de Justiça.

Também protocolamos recurso no Superior Tribunal de Justiça, em Brasília, e poderemos recorrer também ao Supremo Tribunal Federal.

Por iniciativa da presidente da APEOESP, professora Maria Izabel Noronha (Bebel), que é membro do Conselho Nacional de Educação, a Câmara de Educação Básica do CNE aprovou por unanimidade parecer que normatiza a aplicação da jornada do piso em todos os entes federados. Remetido ao Ministro da Educação, foi devolvido ao CNE para ajustes. A professora Bebel se reunirá na semana que vem com o Ministro para tratar deste assunto.

O CER aprovou encaminhamento ao MEC para que exija o cumprimento da lei do piso em todos os estados e municípios. Também foi aprovado encaminhamento à CNTE para que inclua a jornada do piso entre as lutas nacionais.

Finalmente, foi também aprovada moção de apoio aos professores do Amapá, em luta por reajuste salarial, uma vez que recebem salários 30 a 35% menores que o piso salarial profissional nacional.

Professores da categoria “O”

A Coordenadoria de Gestão de Recursos Humanos (antigo DRHU) informou que está colocando em dia o pagamento dos professores categoria “O”.

A APEOESP luta pela dignidade na contratação, condições de trabalho e direitos dos professores da categoria “O”, com base na premissa “formação igual, trabalho igual, salário igual”. Também luta para que todos os professores tenham direito ao atendimento do IAMSPE.

Retirada das faltas da greve

O Sindicato está negociando com a SEE a retirada das faltas, mediante reposição de aulas, de todos os professores que fizeram a greve. A APEOESP protocolou documento propondo a reposição nos moldes em que foi realizada em relação à greve de 2010, ou seja, todo professor pode repor até final do ano e receberá pelas aulas repostas. Feito o procedimento, as faltas serão retiradas dos prontuários. O secretário adjunto se mostrou receptivo à proposta e discutirá a operacionalização deste procedimento com a CGRH e a CGEB na segunda-feira, dia 18/06.

Ensino de tempo integral

Os conselheiros estaduais tomaram conhecimento, por informe da presidenta da entidade, de que a diretoria da APEOESP foi chamada à Secretaria da Educação para discutir com o secretário o projeto de ensino médio de tempo integral. Na ocasião a APEOESP criticou fortemente a tentativa de imposição da adesão de algumas escolas, apesar da rejeição da comunidade. Criticou também a remoção forçada de professores considerados “sem perfil” para o projeto e outras medidas autoritárias.

Para nós, só é possível implementar um projeto deste tipo se os pais e alunos quiserem e se não for aplicado contra os professores. O secretário então afirmou que o ensino de tempo integral só será implementado em escolas onde haja unanimidade pela adesão. Disse ainda que não será mais adotada a remoção ex officio de professores (ou seja, os professores efetivos poderão permanecer na escola) e não haverá avaliações periódicas, como queria a coordenadora do projeto.

Também foi definido pelo secretário que será iniciado experimentalmente projeto de escola de tempo integral híbrida, com ensino fundamental e médio.

O CER aprovou a proposta de que a APEOESP publique um documento com suas posições quanto ao ensino de tempo integral e uma análise sobre o programa do governo estadual. Este documento será a base para o debate no Encontro Estadual sobre o Ensino de Tempo Integral que realizaremos no dia 30 de junho. As inscrições, de um representante de cada escola de ensino médio, foram prorrogadas até o dia 25/06 e devem ser feitas através das subsedes.

Municipalização

O CER aprovou que a APEOESP proponha à SEE termo para implementação do regime de colaboração entre o Estado e os municípios para incorporar e garantir os direitos dos professores municipalizados.

Com o mesmo objetivo, agendar reunião com a comissão de municipalização da SEE.

Plano Nacional de Educação

Os professores foram informados de que a comissão especial da Câmara dos Deputados aprovou a destinação direta da ordem de 8% do PIB mais 50% dos recursos do pré-sal para a educação. Isto, hoje, corresponde a quase os 10% que vimos reivindicando. Entretanto, o CER aprovou continuidade da luta para que sejam destinados os 10% do PIB para a educação.

UNIFESP

Os professores aprovaram moção de repúdio à repressão policial e prisão de estudantes da UNIFESP de Guarulhos e apoio à luta por melhores condições de ensino-aprendizagem naquela universidade.

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SEE convoca 14700 aprovados no concurso de PEB II

45 Comentários Add your own

  • 1. nikinha  |  16/06/2012 às 22:30

    Nossa! essas reuniões tá semrpe na mesma , nao sai disso , marcar assembleia … reuniões e mais nada, nunca se cumpre a lei, esta chegando o fim do ano e nao mudou nada , quem tá desempregado, continua, e quem ta trabalhando, sorte dele.

    Responder
    • 2. apeoesp  |  17/06/2012 às 13:35

      Prezada professora Nikinha,
      Creio que você não leu com toda a atenção o boletim que reproduzimos. Há, sim, muita coisa acontecendo. O que ocorre é que o governo, que tem o poder na mão, pretende fazer as coisas de uma forma que discordamos. Cabe a nós lutarmos para que isto mude. Para isto, porém, precisamos de muito mais gente se movbilizando, comparecendo às assembleias e mobilizações, debatendo na escola e pressionando o Estado. Esperar, apenas, os resultados, não contribui para que as coisas se resolvam mais rapidamente a nosso favor.
      Bebel

      Responder
  • 3. JAIME AMARAL  |  18/06/2012 às 15:35

    O QUE ME FAZ TER MAIS FORÇAS SÃO OS COMPANHEIROS QUE NÃO ACREDITAM NA NOSSA CAUSA E OS BENEFICIOS QUE PODEMOS TER SE TIVER UNIÃO, DO COLETIVO E MUITOS SE ESQUECEM QUE A APEOESP ELA É MUITO BEM REPRESENTADA PELA NOSSA PRESIDENTE MAS PRECISAMOS DO GRUPO UNIDO PARA COMBATER ESTE GOVERNO,,,, ABRAÇOS…

    Responder
    • 4. Prof. Clovis  |  19/06/2012 às 21:52

      Companheiro Jaime, não vejo a hora do MALUF subir no caminhão em nossas assembléias para motivar a categoria.Concordo com você precisamos nos unir para combater o governo federal e tudo ligado a ele e o estadual também. Abraços

      Responder
  • 5. Sílvia B. O. Dorta  |  18/06/2012 às 22:38

    Olá, Bebel venho acompanhando este blog há muito tempo e quero que saiba que te admiro muito, você realmente tem demonstrado empenho e garra na luta em favor dos professores. Gostaria de tirar uma dúvida. Neste ano o dia do conselho de classe passou a ser letivo, ou seja de acordo com nossos diretores dia de aula com alunos. Isso quer dizer que ainda de acordo com eles o conselho seria feito nos HTPCs e ou no replanejamento. Isso é certo,? Sendo que o conselho é um dia ao meu ver de grande importância, pois são discutidos assuntos diretamente voltados a aprendizagem dos nossos alunos. Podem simplesmente encaixar esse dia onde eles quiserem? O que deveria realmente ser feito ? No calendário consta dia letivo e conselho de classe.
    Aguardo uma orientação.
    Obrigada

    Responder
    • 6. apeoesp  |  19/06/2012 às 21:37

      Prezada professora Silvia,
      Não podem. O artigo 15 da resolução SE 44/2011 especifica claramente a natureza da reunião do conselho de classe. Os HTPCs tem outra finalidade, assim como o replanejamento.
      Por favor, procure a subsede da APEOESP e solicite que intercedam junto à escola em relação a este problema.
      Bebel

      Responder
  • 7. Regina néri oliveira  |  19/06/2012 às 20:35

    Bebel, recebi semana passada o boletim da apeoesp e lá estava escrito que de acordo com a lei 836/97 a nossa jornada respeitando 1/3 ficaria assim: 26 aulas com alunos, 8 htpcs e 6 htpls, lá na sala dos professores por muito tempo ficou afixado no mural informativo da apeoesp, dizendo que nossa jornada seria 26 aulas 6 htpcs e 8 htpls, por que isso agora mudou? Coloquei essa situação para os professores da minha escola e eles ficaram pocessos, pois os que acumulam não vão mais conseguir faze-lo, pois teremos que cumprir 2h10m a mais para cumprir a mesma jornada. Estamos decepcionados, pois sentimos que implantar a jornada de 1/3 tornou-se questão de honra para a apeoesp, nem que seja para nos prejudicar. Pois estou lutando para dar ci~encia a todos os professores que conheço sobre o que será caso esta situação se concretize e decidimos nos unir e procurarmos um advogado para cobrar do governo os 20% a mais em nossa jornada que foi aumentada e não nos foi remunerada, questão esta que a apeoesp não está nem um pouco interessada em suscitar, se pelo menos vcs tivessem defendendo um número maior de htpls estariam ajudando a corrigir esta injustiça que nos foi feita. Gostararíamos que vc enquanto a presidente da apeoesp se posicionasse com relação a este assunto, pois eu e meus colegas somos assossiados e não estamos contentes com a atuação do sindicato.

    Responder
    • 8. apeoesp  |  23/06/2012 às 14:02

      Prezada professora Regina,
      Houve um engano na construção da tabela à qual você se refere.Pela proporcionalidade prevista na lei 836/97, a jornada integral deve, de fato, ter 6 HTPC e 8 HTPLE. Isto é o que defendemos, conforme expresso em materiais anteriores. Este engano nada tem a ver com mudanças de concepção, como você precipitadamente conclui. Você tira muitas conclusões baseadas, talvez, no preconceito contra o sindicato, pois bastaria ter alertado para o engano e esclareceríamos a questão. Quanto aos 20%, se você tiver a paciência de ler os materiais do sindicato e ver os diversos prograamas de TV que estão disponíveis no site da entidade, verá que nós já levantamos esta questão logo que saiu a resolução 8 e dissemos que vamos ingressar com ação judicial caso a jornada não seja implementada de forma correta. A questão está sub judice e vamos aguardar o desfecho para darmos novos passos. Agora, é claro que não podemos impedi-los de procurar um advogado particular, mas lamentamos que este seja o caminho escolhido.
      Bebel

      Responder
  • 9. Carlos  |  20/06/2012 às 06:04

    Oi Bebel tudo bem?Gostaria de dividir com vc algo que está me deixando muito triste,fui aposentado já tem 9 meses,minha vida funcional estava toda ok,a secretaria da escola entregou toda documentação na DE ,esperando que eles encaminhassem diretamente para SPPREV por se tratar de uma aposentadoria por Invalidez,pois bem,ligo quase todos os dias na DE e já não estou entendendo mais nada,segunda a moça que faz esta parte de aposentadoria,foi entregue tudo ao SPPREV ,porém teve que mandar oficio para que a aposentadoria voltasse para colocar mais documentos no processo,esta história já tem 9 meses,ligo no antigo DRHU e nada,ninguém sabe me dar qq informção,apenas me disseram que quem trata disso está em férias ou licença prêmio,o rapaz que me atendeu não sabia nada a respeito deste tipo de aposentadoria.Coincidentemente encontrei uma amiga que trabalho comigo e ela veio desabafar me dizendo que foi aposentada também a um ano e seis meses ela está aguardando receber como aposentada e nada de receber ….,a mesma história que estava faltando documento e que a diretoria de ensino não encaminhou ,temos noção que não somos os primeiros e nem seremos ,gostaria muito de saber pq ocorre isso,estou me sentindo humilhado no momento que eu mais preciso!Sou aposentado ,mais para o banco não,continuo sendo funcionário ativo,já não sei mais a quem recorrer, esta colega passou os dados dela para a Apeoesp e até agora nada(não estou culpando a Apeoesp pq sei que isso é culpa da SPPREV),eu resolvi não passar meus dados acreditando que já fossem resolver e pelo que vejo também não receberei como aposentado.O Sindicato precisa fazer algo urgente a respeito disso ,cobrar do Governo do Estado uma postura ,pois não dá para ficar esperando mais de um ano e meio no caso dela e no meu quase um ano para receber como aposentado e se investigarmos existe milhares de casos como o nosso,tudo que foi possível eu fiz ,liguei na Apeoesp,Drhu,Spprev,Diretoria de Ensino até para Nossa Senhora da Aparecida já pedi e nada …de verdade cansei quero que o mundo se exploda ,estou ficando cada vez mais doente e vejo que nada vai ser feito, peço do fundo do meu coração cobrem alguma atitude do Governo ,acredito se fossem eles que tivessem aposentando sairia do dia seguinte e pq conosco acontecesse isso?

    Responder
    • 10. apeoesp  |  23/06/2012 às 13:32

      Prezado professor Carlos,
      Entendo sua indignação. Estamos discutindo este assunto tanto com a SPPRev quanto com a SEE e um empurra o assunto para o outro. Na audiência pública com o secretário da Educação, em maio, ele disse que estes problemas seriam resolvidos até o final de junho. Na semana passada, na SEE, insistimos e disseram que estão solucionando problemas de sistema e está em fase final. Disseram também que há muitos documentos a serem digitalizados, pois o sistema da SPPrev é todo digital e nada é feito em papel. Acredite, estamos pressionando e insistindo muito nesta questão. Caso deseje maiores informações e orientações, ligue para 11.33506214 ou procure o departamento jurídico, na sua subsede. Se as conversações que estamos mantendo não surtirem efeito, ingressaremos com ação judicial.
      Bebel

      Responder
  • 11. Daniel Andreoti  |  20/06/2012 às 15:23

    Estou apavorado…
    Gostaria de saber se é verdade que a atribuição de aula vai acabar e agora somente teremos indicação de diretores mediante projetos feitos para a escola
    Aguardo resposta por favor

    Responder
    • 12. apeoesp  |  23/06/2012 às 13:22

      Prezado professor Daniel,
      Não há nenhum motivo para apavoramento. Isto não passa de boatos, pois seria ilegal.
      Bebel

      Responder
  • 13. Daniel Andreoti  |  20/06/2012 às 15:25

    Gostaria de saber se haverá prova para ACTs esse ano ?
    Tambem gostaria de saber se haverá concurso para professores de Lingua Inglesa?

    Responder
    • 14. apeoesp  |  23/06/2012 às 13:21

      Prezado professor Daniel,
      Haverá a prova dos ACTs, a não ser que o governo modifique a lei complementar 1093/09. Haverá concurso para PEB II, mas ainda não temos conhecimento das vagas disponíveis.
      Bebel

      Responder
  • 15. Prof. Pedro (Diadema)  |  20/06/2012 às 19:22

    Olá Professora Maria Izabel Noronha!
    Em janeiro deste ano, 1/3 das férias pagas, veio a metade de 1/3.
    Enviei um e-meio para SEE e como resposta foi ” pagaremos sobre o calendário atual”. pelo que entendi 1/3 de férias que vem agora em 19/07 terá como referencia janeiro a junho de 2012. O que ficou para trás ficou, foi o que eu entendi da resposta da SEE.
    Tem como checar se 1/3 de férias pago agora em julho vem integral ou dividido novemente, isto é metade de 1/3 das férias?
    Caso isto ocorra, o governo está dando calote nas férias dos professores.
    Grato
    Prof. Pedro (Diadema)

    Responder
    • 16. apeoesp  |  23/06/2012 às 13:16

      Prezado professor Pedro,
      A cada período de férias, os professores deve receber 1/3 sobre aquele valor. Agora, em julho, receberemos 1/3 sobre o valor correspondente aos 15 dias de férias.
      Bebel

      Responder
  • 17. Daniel  |  22/06/2012 às 00:38

    Olá,

    Sou professor efetivo em um escola que se tornará integral no ano que vem. Não pude pedir remoção por estar em período probatório e, de acordo com as resoluções desse projeto, não posso me inscrever para trabalhar nessa escola integral por não ter 3 anos de magistério completos até o fim do ano. Visto que a medida ‘ex officio’ não será mais aplicada, você acha que posso permanecer na minha escola mesmo assim? O que será feito dos efetivos que não tem 3 anos de magistério?

    Responder
    • 18. apeoesp  |  23/06/2012 às 12:44

      Prezado professor Daniel,
      Estamos aguardando que a SEE altere a lei, retirando a remoção ex officio. Entretanto, não terá efeito retroativo. A SEE diz que não tem como contornar o problema do estágio probatório. Procure o departamento jurídico, na sua subsede.
      Bebel

      Responder
  • 19. marlene dos santos ribeiro  |  24/06/2012 às 17:33

    Olá.
    Tenhodois cargos no Estado há seis anos e acho um absurdo os descontos que tenho nas minhas folhas de pagamento.Se sou ‘DUAS PESSOAS DIFERENTES” por que não recebo auxílio alimentação no segundo cargo no qual tenho apenas 10 aulas????
    Marlene

    Responder
    • 20. apeoesp  |  01/07/2012 às 16:20

      Prezada professora Marlene,
      Por favor, entre em contato com o departamento jurídico, na subsede, ou pelo telefone 11.33506214 para receber orientações sobre como proceder.
      Bebel

      Responder
    • 21. joo Morishita  |  22/10/2012 às 15:39

      Professora Marlene, boa tarde tambem acumulo cargo no estado como professor, mas não consigo receber o auxilio alimentação em nenhum dos cargos, qual é a jornada do seu 1 cargo, email – jovimorishita@hotmail.com, agradeceria se pudesse me responder obrigado.

      Responder
  • 22. Daniel Andreoti  |  25/06/2012 às 15:03

    Bebel querida sou de piracicaba tbem e gostaria de saber se há algum tipo d eprojeto na apeoesp daqui para ministrar aulas de ingles pois domino muito esse idioma e gostaria de trabalhar com vcs ou participar de alguma forma de manifestação pois nao aguento mais sofrer com noticias tao mal ditas e somente aqui nesse site no seu blog encontrei alguma forma de nao desisitir do magisterio.
    nao quero parar de dar aula mas a cada momento que alguem me diz que nao haverá mais aulas para os acts fico doent epor favor me ajude com algum comentario esclarecedor … amo vc vc é um exemplo para mim leio tudo sobre vc e sobre as lutas e vitórias da apeoesp

    Responder
    • 23. apeoesp  |  01/07/2012 às 16:04

      Prezado professor Daniel,
      Muito obrigada pelas suas palavras.
      O caminho é sempre lutar. Estamos lutando por concursos públicos para todos, de todas as disciplinas. Queremos a melhoria para todos os professores e para as professoras. A escola pública é o nosso compromisso e estamos sempre dispostos a nos mobilizar pela valorização do magistério e pela qualidade do ensino.
      Quanto a sua pergunta, pPor favor, entre em contato com a subsede de Piracicaba: 19.34336956.
      Bebel

      Responder
  • 24. Mariah  |  26/06/2012 às 20:24

    Olá Bebel! Gostaria de saber se os professores da categoria “O” também terão direito a receber 1/3 da metade das férias que serão pagas agora no mês de julho, assim como os demais professores.
    Obrigada!

    Responder
    • 25. apeoesp  |  01/07/2012 às 15:44

      Prezada professora Mariah,
      O professor da categoria O só adquire o direito a férias após 12 meses de exercício.
      Bebel

      Responder
  • 26. Célia  |  27/06/2012 às 05:42

    Bom Dia Maria Izabel.Em primeiro lugar eu gostaria de parabenizá-la pelo seu blog,pois sei que por aqui você está ajudando muita gente.Entrei no blog pelo tema da Campanha Salarial e Educacional ,lendo todos as perguntas me comovi com uma a de n.9 escrita pelo professor Carlos ,que mais parecia um desabafo.Fiquei comovida porque desde nova eu tive uma amiga que desde os 17 anos entrou na Faculdade de Matemática e logo começou a lecionar,a alegria dela pela educação era tão grande que me entusiasmei e quando ela estava no 3 ano eu entrei no 1 ano de geografia,era bem legal porque trabalhávamos juntas na mesma Escola,eramos eventuais e sempre pegávamos aula no decorrer do ano ,ela se efetivou,eu também ,ela deu aula durante 10 anos,quando descobriu que tinha cardiopatia grave,ficou em licença de depois de um tempo foi aposentada por invalidez,ela ficou triste porque tinha estudo para ser professora e se viu impedida de desenvolver as suas funções.Ela foi aposentada em fevereiro de 2010 em fevereiro de 2011 ela ainda não havia recebido como aposentada,em março de 2011 ela faleceu.Fiquei triste ao ler o relato do professor ,porque pensei nela,ela esperava que a situação dela fosse mudada para aposentada para pegar empréstimo como aposentada onde os juros eram menores para poder pagar os custos que teria para realizar a cirurgia,já que ela ia fazer a cirurgia em outro estado.Você não imagina o sofrimento da família dela e de todos que gostavam do seu jeito meigo de ensinar.Lute por estes e por muitos professores que de verdade estão precisando da sua ajuda,eu posso descrever isso porque eu senti na pele,minha amiga faleceu sem se quer receber como aposentada.Sempre que precisar no meu apoio para divuilgar seu trabalho conte comigo!Um grande abraço Professora Célia A.Zarif

    Responder
    • 27. apeoesp  |  28/06/2012 às 03:24

      Prezada professora Célia,
      Muito obrigada pelas suas palavras. Elas me emocionaram sinceramente, pois são um exemplo trágico de tudo o que afeta nossa categoria, tão importante para o país e tão desrespeitada, sobretudo aqui no Estado de São Paulo, o mais rico da Federação.
      Tenha certeza: lutar pela educação e pelos direitos dos professores e professoras é o compromisso da minha vida. Espero, sim, que o nosso sindicato possa contar com o seu apoio e com o apoio de toda a nossa categoria.
      Que a nossa união e nosso esforço coletivo impeçam que novas tragédias como a de sua amiga continuem a ocorrer.
      Bebel

      Responder
  • 28. Adriana  |  27/06/2012 às 12:20

    Bebel,
    Sou da categoria “O” acabei de ver o demonstrativo de pagamento do mês 7 e para nossa categoria não veio o pagamento das férias..Quero saber até quando seremos lesadas..Faz dois anos que trabalho sem recebê-las..Por mais um ano não teremos direito??
    Obrigada..

    Responder
    • 29. apeoesp  |  28/06/2012 às 03:18

      Prezada professora Adriana,
      Você deve protocolar requerimento cobrando este direito. Não sendo atendida, procure o departamento jurídico na sua subsede.
      Bebel

      Responder
  • 30. Alvaro  |  28/06/2012 às 04:14

    Boas a todos, como esse governo pretende contratar mais funcinários se não é competente de pagar direito os que já tem, onde está faltando a valorização e motivação. Ao ler os comentários dos colegas observo que, o governo continua a descontar referente ao mês de dezembro, não pagou ainda as férias do começo deste ano, principalmente quem era “L” e “O” e tambem agora essas férias de julho com recesso. Será que vai haver folha suplementar nesse mês de julho para regularizar a situação dos professores prejudicados. Bebel estais sabendo de algo desse tipo ou segundo um colega acima postou que vamos levar um calote geral, isso procede? Boa noite e até mais.

    Responder
    • 31. apeoesp  |  01/07/2012 às 15:37

      Prezado professor Álvaro,
      Tem toda a razão.
      A APEOESP está lutando nesta questão das férias pela via judicial. É necessário procurar o departamento jurídico, na subsede.
      Não temos ainda nenhuma informação sobre folha suplementar em julho.
      Bebel

      Responder
  • 32. Sandra  |  28/06/2012 às 19:10

    Boa Tarde Bebel !!!Li um comentários sobre os professores que voltaram a ser da categoria F.Bebel já faz um ano é meio que entrei com a ação e ganhei a primeira instância e agora esta no colégio recursal mas está lá desde fevereiro e o advogado da cidade de Limeira parece que não toma atitudes,por favor me orienta e assim mesmo,tenho que sair desta categoria humilhante,perdi a categoria F por situação funcional nem perdi o vínculo com o estado.Agradeço desde já a sua atenção.
    Sandra

    Responder
    • 33. apeoesp  |  01/07/2012 às 15:29

      Prezada professora Sandra,
      Insista com o advogado para saber o que está sendo feito. Se continuar insatisfeita, ligue para o departamento jurídico, na sede central (11.33506000) e peça providências.
      Bebel

      Responder
  • 34. sandra  |  28/06/2012 às 21:58

    Bebel boa noite. desde fevereiro de 2011 estou com aulas livres, pois bem minha pergunta é a seguinte: no começo deste ano em janeiro não recebi um terço de ferias e agora em julho tambem não veio nada, gostaria de saber se faço jus, e como devo proceder já que a secretaria da escola diz que não tenho direito pois comecei a trabalhar em fevreiro então não atingi os 200 dias letivos. Agradeço desde já. e aguardo resposta.

    Responder
    • 35. apeoesp  |  01/07/2012 às 15:19

      Prezada professora Sandra,
      Você só obtem direito a férias após 12 meses de exercício.
      Bebel

      Responder
  • 36. Antonio Sérgio Ferreira  |  28/06/2012 às 22:21

    Olá, Bebel!!!
    Gostaria de saber se existe algum tipo de obrigatoriedade legal por parte do professor em elaborar relatórios específicos (além da escrituração nos diários de classe) sobre o rendimento insatisfatório dos alunos. Obrigado

    Responder
    • 37. apeoesp  |  01/07/2012 às 15:09

      Prezado professor Antonio Sérgio,
      Não existe obrigatoriedade. Trata-se de resolução do Conselho Estadual de Educação, que não se sobrepõe á lei. Como diz a Constituição, ninguém pode ser obrigado a fazer ou deixar de fazer algo senão em virtude de lei.
      Bebel

      Responder
  • 38. Elza Bartolomeu dos Santos  |  01/07/2012 às 18:38

    Olá Bebel,fiz uma consulta a poucos dias atras com adv.da Apeoesp perguntando sobre um processo antigo 0404318-80.1992.8.26.0053,ele me disse para continuar a seguir as buscas,mas o processo está sempre na mesma data da ultima movimentação que é 27/12/2005 ,será q.passou para outra secção onde a gente nao consegue entrar.Abraços….

    Responder
    • 39. apeoesp  |  03/07/2012 às 15:11

      Prezada professora Elza,
      O nosso judiciário é mesmo muito lento. Apesar dos esforços de nossos advogados, os juízes muitas vezes não conseguem dar conta dos processos ou não priorizam determinado tipo de causas.
      Sugiro que retorne ao advogado, diga que não consegue acessar o processo e cobre dele, como associada que é, que lhe consiga as informações necessárias.
      Bebel

      Responder
  • 40. Andreia  |  02/07/2012 às 14:29

    Bom dia, Bebel!
    Sou Professora categoria O e este mês não veio no pagamento o 1/3 de férias. Sei que é necessário termos 12 meses de exercício, o que nunca irá acontecer como cat.O. Isto significa que não terei pagamento no mês de agosto (referente a julho)?
    Grata.

    Responder
    • 41. apeoesp  |  03/07/2012 às 14:58

      Prezada professora Andreia,
      Isto pode acontecer, sim, pois o contrato é prorrogável por mais um ano.
      Seu pagamento de julho virá normalmente.
      Bebel

      Responder
  • 42. Silvana Maris Monteiro Menezes  |  03/07/2012 às 12:13

    Bom dia Bebel, gostaria de saber se já saiu algo sobre o reajuste salarial.
    Silvana

    Responder
    • 43. apeoesp  |  03/07/2012 às 14:35

      Prezada professora Silvana,
      Nada ainda. Apenas o que já está previsto, ou seja, reajuste de 5,2% no salário de julho, com pagamento em agosto.
      Bebel

      Responder
  • 44. Roberta  |  10/08/2012 às 00:05

    Prezada Bebel…
    Tudo isso é válido…
    mas o que mais entristece é a desvalorização do professor na escola, pelos pais, alunos, direção e coordenação.
    Venho enfrentando desrespeito por parte da coordenadora do EM da escola. Agora ela quer assistir minhas aulas. Minha´pergunta é se tem como eu solicitar que outra pessoa assista, como direção ou a outra coordenadora, pois ela já demonstrou que é pessoal.
    Sou obrigada a submeter a minha aula, a outra pessoa para me avaliação?
    Sou concursada, efetiva há 12 anos e trabalho na rede pública há 20. Nunca passei por tal situação, Pode me orientar? Pois não quero uma pessoa em que já demonstrou pré-disposição contra a minha pessoa, entrando na minha sala de aula para assistir minhas aulas, sendo que há outra coordenadora e diretores na escola.
    Grata,
    Roberta

    Responder
    • 45. apeoesp  |  10/08/2012 às 11:56

      Prezada professora Roberta,
      Na comissão paritária de gestão da carreira essa proposta de que um supervisor ou coordenador avalie a aula do professor foi rejeitada. A proposta da APEOESP é que o professor evolua pela via não acadêmica a partir das atividades que realiza cotidianamente na escola e, também, pelo desenvolvimento de projetos, pelo seu itinerário formativo e outros mecanismos que não dependem de uma avaliação subjetiva.
      Leia no caderno conversando sobre a carreira, disponível no site http://www.apeoesp.org.br.
      Bebel

      Responder

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