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19/09/2012 at 19:19 18 comentários

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APEOESP discute reivindicações da categoria com o Secretário da Educação O Brasil precisa valorizar mais seus professores

18 Comentários Add your own

  • 1. Prof. Maurício  |  20/09/2012 às 13:42

    Olá Bebel. Me efetivei no ano passado. Tenho uma leve perda auditiva no ouvido direito. Mesmo assim passei pela pericia e estava apto em 2011. Agora, no segundo cargo o médico ficou na dúvida e me mandou retornar só em janeiro e passar com o otorrino. Por coincidência o médico que está querendo me barrar é o mesmo que me aprovou no ano passado. Estou muito inseguro quanto a isto. O que posso fazer??

    Responder
    • 2. apeoesp  |  21/09/2012 às 10:12

      Prezado professor Maurício,
      Infelizmente, creio que nada pode fazer no momento, a não ser aguardar. Se se configurar alguma injustiça, poderá ingressar com ação judicial.Para melhor informação, ligue para 11.33506214.
      Bebel

      Responder
  • 3. Profº Fernandes  |  21/09/2012 às 15:32

    paralisação kkkkkkkkkkkkkkkkkk

    Responder
    • 4. apeoesp  |  23/09/2012 às 11:48

      Prezado professor Fernandes,
      Lamento profundamente que você use seu tempo para investir contra a luta de sua própria categoria. Eu poderia simplesmente não publicar esse seu comentário infeliz, mas o faço como uma forma pedagógica de demonstrar a todos os nossos colegas como ainda temos que trabalhar muito junto aos professores e professoras para que avance a consciências de que é necessário que nos respeitemos mutuamente se queremos ser respeitados pelo governo e pela sociedade; que é necessário que sejamos solidários entre nós, se queremos a solidariedade política da sociedade civil organizada; que demos valor à nossa própria organização e à nossa luta, se queremos conquistar melhorias para nós próprios e para a educação pública.
      Sim, estamos convocando uma assembleia com paralisação. Seria de se esperar que os professores (como você se diz ser) que não queiram ou não se considerem capazes de participar, ao menos reconhecessem o esforço daqueles que se dispõem a lutar. Porém, fazer galhofa com a nosso luta extrapola todos os limites.
      Suponho que você esteja satisfeito com sua situação ou esteja bem protegido em sua convicção ideológica de apoio ao governo que aí está. Somente essas duas hipóteses podem explicar racionalmente um atitude tão baixa e desrespeitosa da sua parte.
      Bebel

      Responder
  • 5. Marcos  |  25/09/2012 às 15:27

    Cara Bebel,

    Em que pé está o novo plano de carreira tão debatido como se diz?

    Responder
    • 6. apeoesp  |  26/09/2012 às 12:32

      Prezado professor Marcos,
      Enviamos para todos os professores, juntamento como o Jornal da APEOESP, um caderno especial com os principais pontos que vem sendo tratados. Também está disponível no site da APEOESP (www.apeoesp.org.br). Está em fase final, mas há muitas arestas a aparar. A APEOESP só assinará embaixo de um plano que atenda a nossas reivindicações, ainda que de forma limitada neste momento.
      Bebel

      Responder
  • 7. Giomário Nunes Torres  |  25/09/2012 às 23:22

    MANDEI ESTE EMAIL PARA A SECRETARIA DA EDUCAÇÃO (25/09/2012)

    Venho aqui registrar a minha indignação com a atual fragmentação que virou a profissão de professor no estado de São Paulo. Sou professor contratado da rede estadual e tenho vontade de exercer a função de professor mediador, inclusive na escola onde trabalho está precisando e não há interessado, eu não posso por pertencer a um sistema de contratação precária que tem prejudicado a muitos professores.
    É injusto dividir os professores em categorias, eu sei que sou capacitado para exercer a função de professor mediador, tenho experiência que poderia e muito ajudar na mediação de conflitos e redução do número de violência e conflitos escolares.
    Esta atitude do governo de São Paulo é digna de ser denunciada junto aos órgãos superiores, porque é injusto haver essa divisão, excluindo muito docentes de poderem participar de atribuições e desenvolver a sua função de professor.
    Eu gostaria de saber o por que não posso ser professor mediador ? Baseado em qual lei a secretaria de educação não permite a minha inscrição neste projeto ? Eu sou menos capaz do que um professor efetivou ou da categoria F ? Eu mereço saber disso, gostaria muito de ter este retorno.

    Att,

    Responder
    • 8. apeoesp  |  26/09/2012 às 12:13

      Prezado professor Giomário,
      Parabéns pela sua atitude. Tomar iniciativas como esta e participar das lutas coletivas organizadas pelo sindicato é muito importante para que consigamos revertar a atual situação.
      Bebel

      Responder
    • 9. Marcos  |  26/09/2012 às 12:59

      Caro colega, o meu é mais grave ainda, sou formado em psicologia e não posso ser mediador por ser efetivo…

      Responder
      • 10. Giomário Nunes Torres  |  26/09/2012 às 19:45

        Quero só ver a resposta que eles vão me enviar!

  • 11. FÁTIMA  |  27/09/2012 às 10:15

    PRESIDENTA BEBEL,

    SEMPRE LEIO O SEU BLOG, APESAR DE ESTAR APOSENTADA E CONSTATAR QUE PARA O SINDICATO NADA MAIS INTERESSA , A NÃO SER O NOSSO DINHEIRO QUE É RELIGIOSAMENTE DESCONTADO EM FOLHA E COM TODOS OS REAJUSTES.

    A ANOS NÃO RECEBO O JORNAL DO SINDICATO E TBÉM ,NUNCA FUI INFORMADA DAS ELEIÇÕES .

    MAS VEJO COM SATISFAÇÃO QUE OS ASSOCIADOS ESTÃO ABRINDO OS OLHOS. AFINAL ,ESSE SINDICATO DEFENDE QUEM
    ? OS PROFESSORES OU O GOVERNO?

    TUDO O QUE PERGUNTAMOS ,RECEBEMOS COMO RESPOSTA , NÃO SEI. PROCURE O JURIDICO.

    CADE OS 5% ?

    FICOU NO BOLSO DE QUEM ? É COM PESAR QUE ADMITO QUE

    OS PROFESSORES APOSENTADOS, FORAM ESQUECIDOS , MAS AGRADEÇO O DEUS DE ESTAR APOSENTADA E NÃO TER QUE ME SUJEITAR A TANTAS HUMILHAÇÕE COMO OS COLEGAS DA ATIVA.

    COMO O SINDICATO PERMITIU QUE A CLASSE MAIS IMPORTANTE DO PAÍS FOSSE FATIADA EM CATEGORIAS .

    SO EXISTE UMA CATEGORIA .

    “PROFESSOR”

    A QUAL DEVE SER RESPEITADA E APOIADA PELA SOCIEDADE.

    BOM DIA.

    Responder
    • 12. apeoesp  |  29/09/2012 às 16:53

      Prezada professora Fátima,
      Lamento que a senhora não esteja recebendo o Jornal da APEOESP e demais materiais da entidade, mas esclareço que a senhora poderia ter feito contato com o sindicato paras regularizar esta situação, que se dever a um problema cadastral. Pode fazê-lo pelo telefone 11.33506000 (solicite setor de cadastro) ou pelo site: http://www.apeoesp.org.br.
      Lamento ainda mais profundamente que não reconheça nem apoie a nossa luta. Por outro lado, a senhora está profundamente equivocada quando diz que tenho respondido aos associados que “não sei”. Nunca usei nem usaria esta expressão aqui. Sou honesta com todos e não me prontifico a dar respostas que exigem aprofundamento na legislação ou são passíveis de interpretação. Por isto encaminho ao jurídico e continuarei a fazê-lo, pois este espaço não foi concebido para resolver todos os problemas dos professores, mas veicular informações sobre a atuação do sindicato e promover a troca de opiniões sobre a educação e sobre a nossa profissão.
      Curiosamente a senhora culpa o sindicato e sequer menciona o governo, responsável pela atual situação da nossa categoria. Por que? O sindicato não poder de Estado. Não somos nós que definimos as políticas educacionais e não somos responsáveis por tantos desmandos. Lutamos pelos meios de que dispomos para impedir os ataques do governo, para defender nossa categoria e para alcançar o atendimento der nossas reivindicações. Para tanto, é necessário que os professores se unam e se organizem em torno do sindicato. Desculpe-me, mas suas acusações descabidas apenas enfraquecem o sindicato e fortalecem o governo. Acredito que não seja isso que deseje, não?
      A APEOESP não esqueceu e não esquece os aposentados. Temos uma secretaria específica para o segmento e incluimos as questões dos aposentados em nossas lutas. Depois de anos, os últimos reajustes salariais incluiram os aposentados e a incorporação da GAM também.
      Quem primeiro levantou a questão dos 5% que nos devidos, professora, fomos nós da APEOESP. Não posso admitir a insinuação que a senhora faz. Os 5% estão lá com o governo. Em vez de criticar o sindicato, a senhora deveria apoiar nossa luta para que seja pago este percentual, quie beneficiará professores da ativa e aposentados.
      O dinheiro pago pelos associados é a sustentação da nossa luta. Nosso interesse nas mensalidades é ter recursos para continuar lutando contra um Estado que não nos ouve e que tem muita resistência a negociar e atender nossas reivindicações.
      Felizmente, professora, hoje somos mais de 184 mil associados. Para cada pessoa que não reconhece a nossa luta, há milhares de outras que reconhecem, apoiam e participam.
      Bebel

      Responder
  • 13. Lidiane  |  27/09/2012 às 16:46

    Informações sobre auxílio transporte/alimentação

    Sou efetiva (ano 2012) em uma escola e estou com problemas relacionados a auxílio transporte e alimentação. Nos meses de fevereiro e março não recebi vale transporte, conversei com a secretária da minha escola e a mesma ficou de resolver e nada. Insisti novamente, a mesma tirou cópia dos holerites e disse que os atrasados seriam para o mês de outubro, fui ver o holerite e nada. Outra coisa que preciso saber, no mês de agosto não recebi o auxílio transporte e alguns colegas dizem que é retroativo, ou seja, corresponde ao mês de julho (período de férias) procede? E sobre o auxílio alimentação, tive que ligar na CGRH e solicitar meu cartão por que a secretária não fez isso, e sei que tenho direito de receber o aux alimentação por que meu salário é abaixo de 2000 reais, mas neste mês (outubro) não foi computado, afinal não consta no holerite. Com relação a estes direitos como posso saber do valor exato e como resolver, a secretária da escola não faz o que lhe é devido, trabalho e o que tenho que receber é em função da vontade dos outros. Por favor, onde posso reclamar e principalmente solicitar a restituição dos meus direitos. Desde já obrigada, Lidiane.

    Responder
    • 14. apeoesp  |  29/09/2012 às 17:38

      Prezada professora Lidiane,
      Sugiro que procure a subsede da APEOESP da sua região e munida dos documentos necessários solicite auxílio do/a advogado/a para calcular os valores de seus benefícios e para orientá-la sobre o que deve ser feito.
      Bebel

      Responder
  • 15. Professora Gi  |  28/09/2012 às 01:22

    Olá Bebel,
    Talvez você tenha entendido mal o prof Fernandes, pois quando li no site sobre a assembleia, eu tive a mesma reação que ele, não por vocês do sindicato, mas pela própria categoria, que se deixou fragmentar por este sistema opressor e falido.
    Enquanto, nós, professores acharmos que a dor não está insuportável, não adianta sindicato, não adianta nada. Há a propósito eu costumo participar das assembleias, pois acredito que somente a união, o engajamento de toda a categoria nos ajudará, realmente.

    Responder
  • 16. Profº Fernandes  |  30/09/2012 às 15:15

    Prezada colega Bebel, se assim a posso chama-la, vejo em suas palavras um certo rancor, você deve conhecer um ditado popular que diz ” cachorro mordido por cobra, tem medo de linguiça”, pois é assim que vejo essas barganhas realizadas entre sindicato x governo, quais as conquistas que obtivemos nas últimas batalhas travada com o governo:
    – lei do piso?
    – percas salariais?
    – fragmentação da categoria;
    – dissídio?
    – retirada das faltas injustificadas da última paralisação?
    reconheço que sua tentativa de representar a classe mas, sempre fica a merce da vontade política do governo, vejo essas “greves” como cabide eleitoral, nossa classe precisa de respeito por parte da sociedade e não será agindo assim que conseguiremos. Se fui leviano não era intenção, e vale lembrar que essa é apenas uma opinião de alguém que se cansou de ser marionete.

    Responder
    • 17. apeoesp  |  01/10/2012 às 02:54

      Prezado professor Fernandes,
      Não tenho nenhum rancor, mas não admito injustiças. Está em paz com sua consciência aquele que luta e é fiel ao compromisso de defender a causa para a qual foi eleito. Fui eleita para defender os professores e professoras e é isto que tenho feito o tempo todo. Não faço barganhas, pois não é do meu feitio. Também não fico sentada, esperando o resultado das lutas que outros fazem. Trabalho diuturnamente pelas causas da nossa categoria.
      Por isso acredito que chegaremos a uma boa negociação em torno da aplicação da jornada do piso, com a redução de aulas em 2013. Ao mesmo tempo, continuamos com a tramitação de nossa ação na justiça, seja estadual, seja federal.
      A título de colaboração, esclareço que o senhor se enganou, pois não existe o termo “percas salariais”, pois o correto é “perdas salariais”. Quanto a essas, está presente em nossa pauta, em todas as reuniões que fazemos com o governo e foi parte de nossa assembleia de sexta-feira. O governo promete um projeto de lei para depois das eleições. Nós não vamos desistir desta luta.
      Quanto á fragmentação da categoria, parte dela (80 mil professores) é agora estável graças à luta da APEOESP. Outra parte (30 mil professores) sofre com a precariedade da contratação como categoria O. Pois bem, além de termos reduzido a quarentena de 200 para 40 dias e termos conseguido a prorrogação dos contratos para 2 anos, agora estamos com ação judicial para que este tipo de contratação seja revisto e que todos os professores tenham direitos iguais.
      Quanto a dissídio, sinto dizer que, como funcionários públicos estaduais, não há dissídiom, sendo a negociação realizada diretamente com o governo.
      Quanto à retirada das faltas, assim como as da greve de 2010 só vieram a ser retiradas em 2011, também essas são de difícil negociação e a estamos fazendo. se necessário, vamos à justiça.
      Curiosamente, senhor professor, não há uma linha na sua mensagem de crítica ao governo, mas apenas ao sindicato. Isto mostra o tipo de dificuldade que enfrentamos, quando membros da própria categoria insistem em enfraquecer nossa luta, em vez de apoiá-la e somar forças.
      Bebel

      Responder
  • 18. Profº Fernandes  |  02/10/2012 às 13:08

    desculpe pelo erro de digitalização, só como informe:
    Perda: é o substantivo que corresponde ao verbo “perder” e tem sentido aproximado de “pessoa que se priva de algo ou de alguém por algum motivo”, “dano sofrido”, “prejuízo”.

    Exemplos: Estamos abalados, em virtude da perda do campeonato.
    Em razão da perda de sua cunhada, Talita estava muito triste.
    A perda da disciplina nos incita à rebelião.

    Perca: é uma forma verbal do verbo “perder”, a qual pode estar na primeira ou terceira pessoa do singular do presente do subjuntivo ou ainda na terceira pessoa do singular do imperativo.

    Exemplos: Você não quer que eu perca minha hora!
    Não quero que ele perca o sorriso nos lábios!
    Não perca sua mochila!

    Então, após as explicações acima, perguntamo-nos: O carro deu perca total ou perda total? e Isso é uma perda ou perca de tempo?

    Primeiramente, o carro como sujeito da oração não pode dar por perdido alguma coisa. Então, alguém afirmou que o carro sofreu um dano tão grande que não poderá ser consertado ou então que alguém perdeu integralmente o carro em um acidente. Nesse sentido da frase, só pode ser “perda”.

    Agora, se alguém está prejudicando seu tempo com algo improdutivo, então é “perda” de tempo, mesmo porque “perda” é um substantivo, uma vez que o verbo já existe na frase: “é”.

    Portanto, o certo é dizer: O carro deu perda total e Isso é uma perda de tempo.

    Responder

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