Aprovada a destinação de 10% do PIB para a educação e a redução do número de alunos por sala de aula

18/10/2012 at 12:33 55 comentários

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira o Pla­no Nacional de Educação (PNE), que prevê a aplicação até 2020 de 10% do Produto Interno Bruto (PIB) na educação. Atualmente esse percentual é inferior a 5%, apesar de ter sofrido ampliações nos últimos anos.

Aprovado em caráter conclusivo, o PNE não passará pelo plenário da Câmara e seguirá para análise no Senado. Se aprovado pelos senadores sem alterações de mérito, o texto vai para sanção presidencial.

O PNE, elaborado pelo Ministério da Educação (MEC) e que sofreu muitas emendas de parlamen­tares, concretizadas no substitutivo do Senador Angelo Vanhoni (PT/PR), define objetivos, metas e estratégias até 2020 para todos os níveis de ensino brasileiro. A principal discussão gira em torno do investimento do PIB na educação.

A APEOESP participa ativamente da luta pela destinação dos 10% do PIB, que foi aprovada pela Conferência Nacional de Educação (CONAE), em 2010. Vamos continuar mobilizados até que o Senado a aprove em definitivo, seja sancionada pela Presidenta Dilma Rousseff e entre em vigor, per­mitindo ao país maiores investimentos na qualidade do ensino, na valorização e na melhor qualificação dos profissionais da educação.

Senado limita o número de alunos por sala de aula

A Comissão de Educação do Senado Federal aprovou no dia 16 de outubro em caráter terminativo Projeto de Lei do Senador Humberto Costa (PT/PE) que determina que as turmas dos 1º e 2º anos do Ensino Fundamental tenham no máximo 25 alunos e dos demais anos e Ensino Médio, 35.

A redução do número de alunos nas salas de aula é uma antiga luta da APEOESP. A reivindicação figura em sucessivas pautas aprovadas em nossos congressos, assembleias e encontros, pois a su­perlotação comprovadamente compromete a qualidade do ensino e é apontada nas pesquisas que realizamos junto à categoria como um dos fatores responsáveis pela ocorrência de casos de violência nas escolas e pelo adoecimento dos professores.

O assunto também é analisado no Parecer CNE/CEB nº 9/2009, que embasa a resolução para as novas diretrizes para os planos de carreira do magistério público, cuja relatora foi a Presidenta da APEOESP, professora Maria Izabel Azevedo Noronha. O parecer recomenda aos sistemas e redes de ensino a redução do número de alunos por sala como uma das condições para um ensino de qualidade e para a valorização dos profissionais do magistério.

O projeto segue para a Câmara dos Deputados e, depois, à sanção da Presidenta Dilma Rousseff e pode entrar em vigor em todo o país já no início do próximo ano letivo.

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55 Comentários Add your own

  • 1. Priscila  |  18/10/2012 às 14:02

    Espero que esses recursos sejam usado sobretudo no aumento do salário dos professores e não com avaliações, cartilhas, caderninhos de aula, cursos EAD de baixa qualidade etc.

    Responder
    • 2. apeoesp  |  20/10/2012 às 12:56

      Prezada professora Priscila,
      É o que esperamos. E lutamos por isso.
      Bebel

      Responder
  • 3. daniel  |  18/10/2012 às 14:24

    Que bom, parabéns!
    Pena que o nosso estado não colabora! Na mídia fala uma coisa, para nós, outra!
    Você é uma batalhadora!
    Notícias sobre a redução da jornada?

    Responder
    • 4. apeoesp  |  20/10/2012 às 12:54

      Prezado professor Daniel,
      Obrigada pelas suas palavras. Vamos continuar lutando para que isto se torne realidade. Quanto à jornada do piso, continuamos pressionando o governo para que negocie sua implantação progressiva na comissão paritária, reduzindo aulas já em 2013.
      Bebel

      Responder
  • 5. Vilma  |  18/10/2012 às 15:48

    Prezada Bebel,
    Redução do número de alunos, onde está????
    temos 35 alunos em sala, quer dizer, a nossa saúde, o pedagógico,
    nada vai mudar….

    Responder
    • 6. apeoesp  |  20/10/2012 às 12:52

      Prezada professora Vilma,
      Não entendi seu questionamento. Se você tem o número correto de estudantes em sala, deve ficar satisfeita que uma lei venha a garantir o mesmo direito a todos os demais professores, tendo em vista que muitos lecionam em classes superlotadas e estão tendo graves problemas de saúde por este motivo e tantos outros.
      Todo avanço deve ser, sim, comemorado, embora não resolva todos os problemas.
      Temos outras lutas a encaminhar, inclusive a questão da jornada do piso, mudanças nas condições de trabalho, gestão democrática, melhorias pedagógicas etc. Mas porque devemos contrapor uma coisa a outra?
      Bebel

      Responder
      • 7. Vilma  |  20/10/2012 às 13:55

        Cara Bebel,
        Desculpe se não me fiz entender.
        Já temos o mínimo de 35 alunos em sala, daí pra mais. Conforme a demanda no decorrer do ano, as salas vão se tornando superlotadas, pois eu já trabalhei com 50 e sei que não é nada fácil. Minhas salas, este ano, estão com aproximadamente 42 alunos. Ótimo essa limitação para 35 alunos, os professores terão mais aulas disponíveis porque penso que novas salas serão abertas. Mas 35 alunos ainda é um número alto, você há de concordar, e compromete a qualidade de ensino a que nos propomos. Foi isso o que quis dizer. Enfim, mais passo dado e agradeço seu empenho.
        Abraço

      • 8. apeoesp  |  21/10/2012 às 04:24

        Prezada professora Vilma,
        Agora sim, sua preocupação ficou clara. Desculpe-me também pelo tom da primeira resposta. De toda forma a lei é importante e nos ajuda a limitar a lotação das salas de aula e a lutar por outras melhorias.
        Bebel

  • 9. Terezinha  |  18/10/2012 às 17:59

    Não entendi qual foi a mudança? Tenho 36 alunos assim como minhas colegas tem a mesma média de alunos por sala. Isso é redução do número de alunos? Francamente!
    Prof Terezinha

    Responder
    • 10. apeoesp  |  20/10/2012 às 12:48

      Prezada professora Terezinha,
      Fico feliz que a senhora e suas colegas estejam ministrando aulas para classes com o número adequado de estudantes. Esta deve ser a regra. Não se faz política educacional olhando casos particulares, mas o todo. Um projeto de lei surge de uma necessidade verificada e, em se tratando de uma lei nacional, busca atender situações verificadas em diversos estados. Pesquisa da APEOESP aponta que mais de 50% dos professores da rede estadual de SP ministram aulas em salas com número excessivo de alunos. Em alguns casos, extremos, podem chegar a 50 alunos, pelo agrupamento de turmas, uma vez que classes são fechadas. A lei é, sim, necessária e a mudança, muito bem vinda.
      Bebel

      Responder
      • 11. paulo  |  20/10/2012 às 19:47

        Bebel

        Em guaratinguetá há salas de 42 alunos na 5a série.

      • 12. apeoesp  |  21/10/2012 às 04:19

        Prezado professor Paulo,
        Obrigada pela informação. Há muitos mais casos semelhantes.
        Bebel

    • 13. Imaculada Gutierrez  |  20/10/2012 às 22:31

      Meninas, calma! É preciso vocês se situarem porque na periferia de São Paulo capital e aqui na cidadezinha onde resolvi cumprir nossa nobre missão de lecionar, todas as classes possuem 40, 45 e até 50 alunos. Claro que o IDEAL seria menos que 35, mas compare e …A LUTA CONTINUA!!!

      Responder
  • 14. Felipe  |  18/10/2012 às 23:49

    Bebel!!

    Me efetivei no início de 2012, e fiz pedido de remoção, porém, não obtive resultado. Na inscrição para atribuição 2013, pedi mudança para minha cidade pelo artigo 22, será possível que eu consiga? Estou desesperado, não posso ficar mais um ano longe de minha cidade, esta é uma questão muito sério, Passo muito tempo viajando para dar aula, e pouco sobra tempo para meus filhos. Não sei mais como proceder. Por favor, me informe sobre o assunto, estou com medo!

    Att.

    Responder
    • 15. apeoesp  |  20/10/2012 às 12:37

      Prezado professor Felipe,
      Provalvelmente não conseguirá, por estar em estágio probatório. Diante do resultado, procure o departamento jurídico de imediato, pois é possível tentar pela via judicial.
      Bebel

      Responder
  • 16. Prof. Maurício  |  19/10/2012 às 11:55

    Gostei muito disso. Em minha escola, para 2013, assim como em todo o Estado, o plano era juntar turmas, diminuir salas e deixar o Ensino Médio com mais de 50 alunos. Parece que não vão conseguir. Vamos torcer pra que entre em vigor à tempo!!

    Responder
    • 17. apeoesp  |  20/10/2012 às 12:13

      Prezado professor Maurício,
      Sim, estamos na torcida. Precisamos muito reduzir o número de alunos por sala de aula para podermos melhorar a qualidade do processo ensino-aprendizagem.
      Bebel

      Responder
  • 18. Maria Regina  |  19/10/2012 às 15:35

    Bebel, mais uma vez o governo faz o que quer e como quer com a nossa categoria. Como se já não bastasse os desmandos com a tal categoria “O”, agora os efetivos estão revoltados com tal prova de mérito. Veja bem, as notas da parte dissertativa foram jogadas lá em baixo para diminuir e muito, o número de aprovados. Não é poss´vel que a Apeoesp vai ficar calada diante de tanto descalabro. Coloque essa situação nas TVs, nos jornais, nas rádios. Chega de aceitar tudo e só se manisfestar para lamentar apenas. Eu quero aumento salarial, é meu direito e, se essa prova que só desaprova, for a única maneira de conseguirmos, estamos fritos. A sociedade está sabendo de uma parte apenas. Precisa saber o todo.

    Responder
    • 19. apeoesp  |  20/10/2012 às 11:57

      Prezada professora Maria Regina,
      Vamos verificar esta situação e se é possível realizar algum questionamento, tendo em vista que a correção da parte dissertativa é subjetiva e que, por definição, juridicamente não cabe uma contestação coletiva à correção de dissertações, que são essencialmente individuais. Teremos que ter algum indício de fraude ou intenção de prejudicar, pois uma entidade não pode jogar nos meios de comunicação afirmações que não pode provar.
      bebel

      Responder
  • 20. Bruno  |  19/10/2012 às 20:09

    Gostaria de compreender a demora em se votar o Plano Nacional de Educação. Pelos meus cálculos, ele já era para estar em vigor desde 2011.
    As discussões sobre o novo plano já não deveriam ter ocorrido desde 2008 ou 2009 haja vista que os congressistas e o próprio MEC sabia do prazo de validade do plano anterior?

    Responder
    • 21. apeoesp  |  20/10/2012 às 11:53

      Prezado professor Bruno,
      A demora se deve a divergências quanto à destinação de 10% do PIB para a educação. Há resistências em setores do governo (que cuidam da parte econômica) e no Congresso Nacional. Obtivemos esta grande vitória na Câmara e agora o Senado deve aprovar o PNE para que entre em vigor. No momento não há PNE em vigor.
      Bebel

      Responder
  • 22. Rubens  |  20/10/2012 às 11:28

    Olá Bebel, tudo bem? Nunca deixarei de parabenizá-los pelo brilhante trabalho que como sempre vem desempenhando frente a esse sindicato no intuito de melhorias a classe do magistério. Admiro muito sua garra e a calma de como recebe as críticas ferronhas que leio por aqui. Te admiro muito Bebel. Bom gostaria de saber sobre a PROVA DE MÉRITO (KKKK Mérito para REPROVAR). Penso que essa prova esta como o exame da OAB (caça níquel), bandalheira, ladrões, etc., pois eu a realizei e obtive a nota mais alta em redação e no entanto a bela VUNESP não utilizou o arredondamento como ocorreu nas últimas duas provas realizadas. Então dessa forma o que me parece é que o governo pede e a empresa licitadora faz. Estou inconformado com isso e solicito de vc o especial favor em me responder se poderei ingressar com uma ação solicitando a recorreção da minha dissertação, a resposta que eles queriam e quais foram os critérios que eles utilizaram para a correção. Esse PSDB deveria ser exterminado da humanidade a começar por esse trocodita do JOSÉ SERRA ( odeio) esse hoemem. A prova de mérito é herança dele, (safado). Muito obrigado. Abração

    Responder
    • 23. apeoesp  |  20/10/2012 às 11:44

      Prezado professor Rubens,
      Muito obrigada pelas suas palavras elogiosas. Acredite, eu gostaria de poder fazer mais ainda, pois o meu compromisso com a educação e nossa categoria é um compromisso de vida. Quanto ao recurso judicial, acredito, sim, que você pode fazê-lo. Porém,isto requer uma orientação específica, que somente o departamento jurídico poderá dar. Procure sua subsede, a sede central, ou ligue para 11.33506214.
      Bebel

      Responder
      • 24. Alessandra Fabiane Brito  |  20/10/2012 às 21:08

        Eu também gostaria de entrar com uma ação, pois tive média final 5,93. Será que vale a pena perder tempo, pois de acordo com o edital não ha recurso em relação a dissertativa.

      • 25. apeoesp  |  21/10/2012 às 04:25

        Prezada professora Alessandra,
        Por isso, é necessário consultar o jurídico. Ligue para 11.33506214.
        Bebel

      • 26. Maria N  |  21/10/2012 às 18:44

        Olá Bebel,lendo os depoimentos dos professores sobre a prova do MÉRITO, também estou muito chateada com o resultado da prova dissertativa. A nota foi muito baixa, inclusive não há recurso. Para a banca examinadora, deveria ser uma cópia daquilo que eles queriam, isso é para não aprovar ninguém. Por favor, faça algo por nós!

      • 27. apeoesp  |  23/10/2012 às 14:18

        Prezada professora Maria N,
        Consultei o departamento jurídico e constamos que o caminho do judiciário é muito improvável, porque a justiça firmou um entendimento segundo o qual não lhe cabe “substituir a banca examinadora”. Podemos e vamos fazer a denúncia política e constinuar estudando formas de levar o assunto ao judiciário.
        Bebel

  • 28. Rubens  |  20/10/2012 às 21:05

    Bebel com todo respeito e consideração e, pedindo uma parte ao questionamento da Professora Maria Regina bem como ao seu comentário, penso que, realmente é preciso investigar mesmo Bebel, pois é inconcebivél tamanho vexatória a qual a fundação VUNESP nos colocou. Será que todos os professores são burros na concepção deles? Será que eles pensam que temos o mesmo tempo que eles para mamar na teta a nossas custas com apenas horas de trabalho em sala e o restante (diga-se de passagem que são muitas horas) para pesquisas e estudos? É um absurdo mesmo Bebel eu, estou inconformado com a minha nota. Vou as últimas concequências mas farei valer o meu direito como cidadão.

    Bebel aproveito a oportunidade para solicitar tbm um esclerecimento sobre o nosso plano de carreira, pois pelo que já vi somente ele é que nos dará a oportunidade de promover-nos. Ele já está formatado e pronto para a votação? Poderá ocorrer a votação ainda esse ano?

    Outro ponto Bebel é sobre as açoes impetradas pela APEOSP bem como outros sindicatos sobre essa maldita prova de mérito. Gostaria de um parecer se possivel for como anda a tramitação.

    Desculpe-me o desabafo, sei minh amiga que vc não é nenhuma psicóloga e nem murro das lamentações, perdoe-me.

    Um abração. Muito obrigado.

    Responder
    • 29. apeoesp  |  21/10/2012 às 04:22

      Prezado professor Rubens,
      Vou discutir o assunto da prova de mérito com a diretoria e com o jurídico. Havendo base, vamos agir.
      Quanto ao plano de carreira, ainda está em discussão. Por mais que demore, não concordaremos com pontos que possam prejudicar os professores,
      Há uma ADIN contra a prova de mérito no STF e ação no TJ. Em ambos os casos, não há prazo para julgamentos.
      Bebel

      Responder
  • 30. Imaculada Gutierrez  |  20/10/2012 às 23:05

    Bebel, é sempre bom ouvir uma boa notícia para nós educadores. Conheci a Francisca (vice-presidente) e além de já ser associada da Apeoesp, faço questão de acompanhar as novidades pelo site.
    Mas há 16 anos que vim lecionar nesta pequena e carente cidade chamada Embu Guaçu, onde até muitos(as) professores(as) sequer sabem o que é cidadania. Quando fiz várias reivindicações, às vezes, precisando alterar um pouco a voz com diretores(as) autoritários(as), os colegas acharam que eu estava “brigando” porque nunca participaram de uma discussão política nem em Sindicato, nem em partido político (eu sou professora de História e militante do PT). A subsede que deveria nos orientar (Taboão da Serra) faz oposição política à vocês da Central, e nem presta um bom atendimento (desculpe comentar), principalmente jurídico. Então eu estou com várias(os) colegas reclamando da Apeoesp e por mais que eu explique querem se desassociar. Mas ao mesmo tempo vários(as) já me falaram que se pudessem ser atendidos(as) na Subsede de Santo Amaro, continuariam associados(as) e até participariam mais, porque é menos fora de mão do que a de Taboão.
    Você pode analisar com carinho nossa situação e fazer esta alteração de Susede prá gente? Vários(as) colegas, inclusive eu, já tentamos ficar sendo representante da Apeoesp aqui por Embu Guaçu, mas acaba indo um(a) ou outro(a) apenas, devido ao motivo que falei, sendo que poderíamos – sendo em Santo Amaro – quando houver principalmente Assembléias, lotar mais do que um ônibus e conseguir muito mais filiados(as), porque aqui há muitos(a) diretores(as) que gostam de desrespeitar a legislação. Só eu, já ensinei a mais de 50 colegas a ler as nossas legislações, como fazer RECURSOS, abrir ação ou ao menos procurar a orientação jurídica da Apeoesp. Só que eu não sou advogada, então ficam muitos(as) professores(as) à mercê dos diretores que sabem da ignorância dos colegas e abusam descumprindo diversos itens das legislações (não acrescenta o quinquênio, marca falta/aula sem ser, não orienta quanto aos procedimentos de licenças, publicações, etc).
    Para encerrar, o colega deixou de me colocar como representante da escola, apenas para o colega dele (já adido) que não comunica nada sobre a Apeoesp, poder faltar nos dias de reunião na subsede. Quem aguenta isso?
    Vi que a Francisca é militante sindical de verdade, como quero ser e já fui (no passado) quando eu era bancária. Então, podemos melhorar esta participação dos professores.
    Desculpe a delonga da mensagem e foi uma honra falar com a Bebel, mulher batalhadora, educadora de fibra.
    A luta continua!
    Prof.ª Imaculada
    (De Embu Guaçu/SP)

    Responder
    • 31. apeoesp  |  21/10/2012 às 04:17

      Prezada professora Imaculada,
      Muito obrigada pelos elogios e também por tornar públicos problemas que sabemos existir,
      É difícil para nós darmos soluções pontuais para este tipo de problema, pois geraria grande instabilidade na nossa entidade, que é gigantesca. Calcule o que seria os associados poderem escolher a subsede na qual se filiam, independente da base territorial, ou se criássemos e desfizéssemos subsedes de acordo com as linhas políticas dominantes.
      Creio que a solução é mais demorada e mais difícil, porém mais correta e eficaz: mudar a direção da subsede, se ela não funciona a contento. O sindicato existe para organizar os professores e defendê-los. Se a subsede não o faz, os associados, pelo voto, devem mudar esta situação.
      Boa sorte. Contem conosco.
      Bebel

      Responder
  • 32. Adriana de fatima da cruz  |  21/10/2012 às 16:34

    oi sou municipe de santo andre, e aqui tem muitas criancas na sala da creche, sao super lotadas. uma judiação para bebes que deveríam explorar o espaço. se vem alguma liminar tem que enfiar na sala, acho melhor colar criancas no teto. tem alguma diminuicao para essa faixa de idade. e vai ser efetivada, alguem vai verificar?
    adriana

    Responder
    • 33. apeoesp  |  23/10/2012 às 14:24

      Prezada professora Adriana,
      Existem vários projetos que versam sobre número de alunos por sala de aula tramitando no Congresso Nacional. Esperamos que algum desses projetos, que inclua as classes de educação infantil, seja aprovado.
      Bebel

      Responder
  • 34. Juliana  |  21/10/2012 às 22:27

    Querida Bebel, concordo com os colegas acima , pois também fiz a prova do merito, eu sou especialista em lingua portuguesa e tirei 2,00 na dissertação, simplesmente não entendi e não posso recorrer, achei um absurdo isso, chego a conclusão que não corrigiram prova nenhuma , simplesmente reprovoram todos para não dar o aumento.
    Desculpe estou indignada com esse resultado.

    abraços.

    Responder
    • 35. apeoesp  |  23/10/2012 às 14:12

      Prezada professora Juliana,
      É realmente estranho o que ocorreu. Vamos buscar uma explicação junto à SEE.
      Bebel

      Responder
  • 36. Magali de Cássia Merenda  |  22/10/2012 às 02:52

    Cara Bebel

    Boa Noite
    Como vários colegas já falaram sobre a prova de mérito, eu também gostaria de deixar algumas sugestões. Primeiramente como todos os outros professores também fiquei indignada com a minha nota da prova dissertativa: 4, Pois as duas questões que se interligavam versavam sobre o nosso cotidiano(alunos com pouco rendimento, problemas de indisciplina, etc) Como você já disse sem ter algo sério(provas) de que o governo agiu de má fé(colocando notas baixas na dissertativa)para diminuir e muito os aprovados, não se pode fazer nada legalmente, ou falar que houve esse fato, mesmo que só pode ter sido, Porém vocês da diretoria do sindicato poderiam comentar na mídia o que os professores estão comentando, as revoltas, o que achamos injusto, etc, Não como fatos certos que a entidade comprovou, mas reclamações diversas do magistério . Assim seria possível? Pois mesmo que não seja possível reverter esse resultado, fica expressa a nossa indignação e consciência do que realmente houve.Assim eles (governo)verão que lutamos pelos nossos direitos, mesmo que não obtenhamos vitória, contudo há luta e questionamentos,
    Continue a lutar pelos nossos direitos. Você é uma batalhadora incansável. Muito obrigada. Prof Magali

    Responder
    • 37. apeoesp  |  23/10/2012 às 13:56

      Prezada professora Magali,
      Obrigada pelo seu elogio. Juridicamente é praticamente impossível resolver a questão judicialmente, pois a Justiça firmou entendimento de que não pode “substituir a banca examinadora”.
      Podemos, sim, registrar a indignação da categoria com os resultados, mas tomando cuidados para não afirmar algo que não possamos provar, como uma eventual decisão do governo de reprovar os professores.
      Bebel

      Responder
  • 38. Ivone  |  22/10/2012 às 14:22

    Bebel bom dia
    Já havia enviado minha dúvida a semanas atrás mas ainda não obtive resposta para minha dúvida.
    Quanto a ação que a APEOESP vai ingressar na justiça sobre o quinquênio e a sexta-parte dos Cat. “O” .
    Nós que estamos sendo prejudicados nesse sentido, sem comentar outros tantos absurdamente retirados sem a menor coerência.
    Enfim como devemos nos posicionar para termos de volta o que nos foi tirado.
    Agradeço se responder.
    Grata Ivone

    Responder
    • 39. apeoesp  |  23/10/2012 às 13:46

      Prezada professora Ivone,
      A ação foi recém-protocolada. Aguardamos os procedimentos internos do TJSP.
      Bebel

      Responder
  • 40. Vânia  |  22/10/2012 às 14:57

    Olá Bebel,
    Gostaria de saber se posso optar pela nota da primeira prova do mérito?

    Vânia

    Responder
    • 41. apeoesp  |  23/10/2012 às 13:40

      Prezada professora Vânia,
      Infelizmente, não. Esta possibilidade não existe mais.
      Bebel

      Responder
  • 42. dirceu  |  22/10/2012 às 23:36

    Bebel vi na internet há alguns dias atrás que foi aprovado, em caráter terminativo, no senado, a quantidade máxima de 25 alunos por sala nos 2 primeiros anos do ensino fundamental e nos demais o limite máximo de 35 pode procurar que vai encontrar a informação, ainda não é o ideal mas representa um pequeno avanço

    Responder
    • 43. apeoesp  |  23/10/2012 às 13:23

      Prezado professor Dirceu,
      Sim, é um passo importante. Esperamos que entre em vigor em 2013.
      Bebel

      Responder
  • 44. Nezita Alves da Silva  |  23/10/2012 às 21:45

    Presada Bebel,
    Fui promovida na prova do mérito de 2011, mas fiz a prova por liminar judicial, o Juiz Julgou a ação com resolução de mérito, mas a SEE não entendeu que já haveria de efetuar o pagamento, porque acha que tem que esperar o fim do julgamento do processo. Estou acompanhando pela internet, parece que tudo está parado em juntada de petição. Será que não tem como dar um jeito de fazer esta ação andar um pouco mais rápido?? Estou me sentindo prejudicada, ganhei a ação num mandato de segurança, mas não consigo levar nada! O que fazer???

    Obrigada!
    Nezita

    Responder
    • 45. apeoesp  |  25/10/2012 às 13:03

      Prezada professora Nezita,
      Você deve procurar o(a) advogado(a) que cuida da sua ação e com ele discutir o assunto. Caso persista o problema, envie um e-mail para presiden@apeoesp.org.br informando detalhes do caso.
      Bebel

      Responder
  • 46. Maria N  |  23/10/2012 às 22:33

    Olá Bebel,
    Sobre a prova do mérito, fiz pesquisas e acredito que todo edital de concurso público deve nos dar a oportunidade de recorrer, afinal, embora a banca examinadora seja formada por pessoas competentes e idôneas para tanto, não podemos descartar a possibilidade do examinador, mesmo agindo discricionariamente quanto à valoração da prova discursiva, tenha deixado de agir dentro do princípio da legalidade e da igualdade. No Estado Democrático de Direito que vivemos, a democracia é contrária às decisões unas e irrecorríveis, considerando uma possível falha humana, inclusive a própria CF/88, em seu artigo 5°, inciso XXXIII, traz: ” todos têm direito a receber dos órgãos públicos informações de seu interesse particular, ou de interesse coletivo ou geral, que serão prestadas no prazo da lei, sob pena de responsabilidade, ressalvadas aqueles cujo sigilo seja imprescindível à segurança da sociedade e do Estado”. Além disso, a possibilidade de recurso está em conformidade com o princípio constitucional da ampla defesa (art. 5º, LV da CF/88) e no direito de
    peticionar à administração pública a revisão de seus atos.
    Infelizmente, se o edital não nos dá o direito de recorrer administrativamente, a única maneira é recorrer às vias judiciárias.
    Gostaria de saber se a Apeoesp, como representante oficial dos professores, poderia nos representar perante o judiciário, pleiteando a anulação deste edital que confronta a nossa Carta Magna, não permitindo recurso.
    Agradeço a atenção.

    Responder
    • 47. apeoesp  |  25/10/2012 às 13:01

      Prezada Professora Maria N,
      O caso é mais complicado. O próprio judiciário não tem aceito ações deste tipo por ter firmado o entendimento de que “não cabe ao judiciário substituir a banca examinadora”. Assim, a orientação do departamento jurídico é que o(a) candidato(a) solicite vistas da prova dissertativa e busque firmar indícios objetivos para a discordância quanto à avaliação, para que se possa tentar obter base legal para uma ação.
      Bebel

      Responder
  • 48. Prof. Eduardo (Franca)  |  24/10/2012 às 15:50

    Não descarto a possibilidade de o resultado ter sido dirigido ou manipulado. Porém, fazendo o papel de advogado do Diabo, declaro que minha nota da dissertação foi 8.

    Responder
  • 49. Professor extremamente indignado....  |  25/10/2012 às 02:09

    Bebel sinceramente estou decepcionado, frustrado e indignado com esta tal prova do mérito. Conheço diversos professores que foram muito bem na prova objetiva e ficaram com nota 2, 3 e até mesmo zero na parte dissertativa…Inclusive li diversas opiniões a respeito disso.Acho um absurdo o que estão fazendo: mais uma vez não conseguem cumprir o que eles veemente veiculam na mídia e arruma um mecanismo para jogar a culpa nos professores. Sinceramente nem sei como expressar minha indignação de tão vergonhosa que considero essa manobra da secretária. Na prática estão aprovando apenas os 20% e além de deixar o restante de fora, o aumento é só de 10,5 %. O que fazer? O que pensar? Sinceramente não aguento mais tanta manipulação. Será que não tem um jeito de reverter isso? Será que não tem como revindicar que ao menos caiba recurso nas próximas provas? Pois nesta ardilmente consta no edital que não cabe recurso qualquer que seja o caso. Covarde na? Dá vontade de ir para a mídia e dizer a verdade sobre essa prova do mérito, mostrando o quanto nós professores estamos indignados. Será que não tem como excluir a avaliação dissertativa que , por ser a correção subjetiva torna-se um instrumento de exclusão e de covardia? Não sou partidário, mas pelo menos aqui na cidade de São Paulo parece que estaremos livres desses maquiavélicos do PSDB. Assinado um professor frustrado e desanimado cuja última esperança é o sindicato. Abraços Bebel.

    Responder
    • 50. apeoesp  |  25/10/2012 às 11:39

      Prezado professor Extremamente Indignado,
      Obviamente, não há como discordar de você. Realmente, a prova de mérito é mais uma forma discriminatória contra os professores, por isso a APEOESP sempre se manifestou contra esta forma de promoção. Estamos discutindo na comissão paritária outra proposta de promoção, baseada no vida profissional do professor e não nesta prova.
      Vamos continuar nossa luta, até coquistarmos melhorias efetivas para a educação e para a nossa categoria.
      Bebel

      Responder
  • 51. Elaine  |  25/10/2012 às 10:58

    Bom Dia . Bebel, a Vunesp realmente é uma empresa do governo de São Paulo, os alunos receberam o questionário do Saresp, que apresenta erro no gabarito , exatamente onde é para o aluno avaliar o professor, existindo as questões 35,1,35,2… até a questão 35,13, porém no gabarito vai até a questão 35,9 e na sequência vem a questão 37,10..
    Gostaria que os professores ficassem atentos, pois esse questionário e o erro na nossa avaliação acredito ser proposital.

    Bebel parabéns pelo trabalho…

    Responder
    • 52. apeoesp  |  25/10/2012 às 11:36

      Prezada professora Elaine,
      Vamos alertar a SEE sobre este problema. Obrigada.
      Bebel

      Responder
  • 53. Isabel  |  29/10/2012 às 19:54

    Ao ler as postagens sobre a nota da prova dissertativa do merito, só posso reafirmar minha indignação, pois como tantos professores puderam tirar notas tão baixas?! Eu fui bem na objetiva mas na dissertativa minha nota foi 2, achei um absurdo, é no mínimo estranho.

    Responder
    • 54. apeoesp  |  31/10/2012 às 11:43

      Prezada professora Isabel,
      É estranho mesmo. Você ingressar com pedido de vistas da prova no site da VUNESP. Com a resposta, entre em contato com o departamento jurídico.
      Bebel

      Responder
  • 55. Sonia Correia  |  03/12/2012 às 21:23

    unica coisa incomodante é ” até 2020″- a questão da educação brasileira não pode esperar…são 8 anos….muito tempo…

    Responder

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