Folha de S. Paulo: SP convoca, pela quarta vez, docentes reprovados em processo seletivo

02/03/2013 at 14:09 27 comentários

02/03/2013

NATÁLIA CANCIAN DE SÃO PAULO

Menos de um mês após o início do ano letivo, São Paulo já está chamando professores temporários reprovados em processo seletivo. É a quarta vez que são convocados, desde que a prova começou a ser aplicada, em 2009.

No Estado, há 39 mil reprovados nas escolas ou esperando convocação. Para o governo, os “reprovados” agora são chamados de “classificados”.

Os temporários substituem os profissionais afastados –em licença, por exemplo– ou assumem aulas que ainda estão vagas ao longo do ano.

Inicialmente, o governo dizia que o exame era eliminatório e só poderiam dar aulas aqueles que obtivessem índice igual ou superior a 40 pontos –metade das 80 questões.

Agora, a Secretaria da Educação afirma que o teste, aplicado ao fim de cada ano, é apenas “classificatório” e a contratação está prevista em lei.

O termo “reprovado”, porém, é usado pelas diretorias de ensino nos comunicados sobre atribuição de aulas, aos quais a Folha teve acesso.

Editoria de Arte/Folhapress

Ao todo, 138,9 mil candidatos participaram do processo seletivo para professor temporário no final de 2012. Destes, 39,3 mil não acertaram nem a metade das questões –quase um em cada três.

A secretaria não divulgou o número de reprovados que poderão atuar neste ano porque o processo de atribuição de aulas está em andamento. Na prática, todos estão aptos.

FORMAÇÃO

Para a coordenadora do curso de pedagogia da Unicamp, Maria Márcia Malavasi, o aprendizado dos alunos pode ser prejudicado.

“Um professor que tem deficit de 50% do conteúdo da prova é uma situação grave”, diz. “A pergunta é: por que esses professores foram tão mal formados a ponto de errarem 50% das questões?”

Segundo ela, é preciso avaliar se a prova é adequada ao conteúdo ministrado pelo professor e investir em políticas públicas para melhorar a formação dos docentes. “À medida que o Estado autoriza a existência de um professor desqualificado é como se ele dissesse que está tudo bem.”

Já para a presidente da Apeoesp (sindicato de professores), Maria Izabel Noronha, o Estado precisa repensar o processo de avaliação. “Quem faz a prova muitas vezes nem se prepara porque sabe que vai ficar só um ano”, diz.

“É uma prova que em nada acrescenta, porque não há excedente de professores, há falta. E se há falta, tem que qualificar. Se todo ano o Estado põe o que não é classificado, por que desclassificar?”

O salário inicial dos docentes hoje é de R$ 2.088,27, para 40 horas semanais.

Outro lado

Exame não é eliminatório, diz Secretaria

A Secretaria Estadual da Educação de São Paulo informou que o teste de professores temporários “não é eliminatório, mas classificatório” e que docentes efetivos têm prioridade na atribuição de aulas nas escolas.

A escolha segue a seguinte ordem: professores efetivos, estáveis (que lecionam na rede há certo tempo e têm direitos semelhantes aos efetivos), temporários que foram bem na prova e só então “candidatos com menores índices de classificação”.

A pasta diz que as normas em relação aos temporários foram atualizadas nos últimos anos e que a possibilidade de contratação de reprovados está prevista em duas resoluções, de 2010 e 2011.

Essas normas determinam que os “professores e candidatos que não alcançarem os índices de pontuação fixados para aproveitamento no processo inicial de atribuição de aulas serão classificados em lista diferenciada da que classificar os aprovados”.

A pasta afirma que não tem dados atualizados sobre o número de reprovados que irão lecionar porque o processo de atribuição de aulas ainda está em andamento. Em 2012, eles representavam 4% do total de docentes da rede.

Em nota, a secretaria também informa que “a contratação por tempo determinado sempre será necessária” e que a realização do processo seletivo está prevista em lei.

Ainda segundo a secretaria, mais de 33 mil docentes efetivos foram nomeados nos últimos dois anos para tentar resolver o problema da falta de professores –10.360 somente para este ano letivo.

A nota afirma ainda que a atribuição de aulas está em andamento e que “o conteúdo ocasionalmente não ministrado será reposto de modo a cumprir integralmente o calendário letivo”.

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Assembleia estadual dos professores será no dia 15 de março Artigo 22: justiça concede sentença favorável em mandado da APEOESP

27 Comentários Add your own

  • 1. Eduardo Costa  |  02/03/2013 às 19:37

    Olá Bebel

    Acho que foi fabulosamente feliz em dizer afirmando de maneira parafrástica ” como encontrar motivação para se preparar da maneira necessário para um prova sabendo que aquilo não vai definir e muito menos modificar nada em sua vida profissional”. E é isso mesmo não dá para entender e chamar isso de um processo de seleção Acredito que seria uma ótima forma de proteste se nenhum professor temporário se sujeitasse a fazer essa prova dai iriam repensar nessa forma ” to cansado de dizer isso pra conhecidos e diretores que fazer com que o prof estude planeje melhor ou pelo menos contrate assim como as prefeituras contrate profs substitutos com um sálario fixo não teria nenhuma vergonha em dizer sou prof substituto de tal matéria já tá mais do que na hora de mostrar o estado que o aluno ir mal em avaliações não uma culpa exclusiva do profs mas do mau planejamento da falta de continuidade no projeto politico pedagógico da escola com essa troca de professores permanente estou cansado de ouvir de alunos Há o prof fulano era bom para explicar isso ou aquilo entre outras coisas tá muito em descaso e pelo amor de Deus faça o possível para mostrar a necessidade de uma paralisação firme e total com os prof principalmente para nós contratados não tá dando para aguentar a mídia nos massacrando como despreparado e outras coisas garanto que se for um concurso público a motivação será outra insista para ter um concurso que vale a pena se possível ainda este ano foram muito dizeres ano passado sobre isso mas até agora nada somente promessas para um próximo ano!!!!!

    Responder
    • 2. apeoesp  |  03/03/2013 às 11:45

      Prezado professor Eduardo,
      Obrigada pela sua contribuição. A greve é, sim, fundamental neste momento, tendo em vista que o governo nada negocia e insiste na aplicação de uma política absurda e incoerente. A greve, porém, tem que ser construida por todos nós, em cada escola, em diálogo com cada um/a de nossos/as colegas. Argumentos não faltam. Nossa própria situação é maior argumento.
      Bebel

      Responder
  • 3. Silvio  |  03/03/2013 às 00:55

    É tanto absurdo e contradição por parte da SEE que sinceramente nem dá vontade comentar…primeiro eles acham que tem professor sobrando para dar aulas no estado visto o salário de fome que é pago. Se comparararmos o salário do professor estadual com o salário de um professor da prefeitura de São Paulo percebemos a total falta de respeito do estado para com o professor estadual…Eles dividem a categoria O, F, efetivo, aprovados , não aprovados, aprovados na prova do mérito, não aprovados na prova do mérito( que é um lixo)…e com isso enfraquece mais e mais o poder de luta…vejo professores falando que não iria na paralisação…ora se ele não vai lutar pelos direitos deles quem vai? O PSDB? Sinceramente tem horas que dá vergonha falar quanto ganho no estado…o que resta? abandonar o Estado( não a educação) ou…ir a luta junto com a Apeoesp e mostrar para esse governo manipulador da midia que os professores ainda pensam neste pais…GREVE.

    Responder
    • 4. apeoesp  |  03/03/2013 às 11:37

      Prezado professor Silvio,
      Exatamente. Não podemos permitir que o Estado, comandado pelo PSDB, aplique políticas que estão empurrando cada vez mais para baixo a educação pública estadual.
      Bebel

      Responder
  • 5. Alexandre  |  03/03/2013 às 05:15

    Se a prova fosse classificatória conforme diz a secretaria então os aprovados O não necessitariam mais refazer, ficando a nota maior da aprovação igual ao cat F, e isso sabemos que não é real. Sempre conversa e mais conversa e nada concreto…

    Responder
    • 6. apeoesp  |  03/03/2013 às 11:35

      Prezado professor Alexandre,
      Esta prova é uma excrescência. Ela tem que acabar. Nas ruas, nas escolas, na mídia, na justiça estamos lutando contra ela e todas as péssimas condições que envolvem os professores da categoria O. A greve vai ser um momento muito importante nessa luta.
      Bebel

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  • 7. jose antonio  |  03/03/2013 às 09:47

    Ai esta uma otima oportunidade de o sindicado responder a midia o que realmente esta acontecendo com a categoria e não as mentiras colocadas pela secretaria de educação. A educação em São Paulo esta cada dia pior. Condições de trabalho precárias, cobrança nos resultados são constantes, uma grande quantidade de alunos brincando de dar aulas e não ministrar aulas, por ter sido aprovado em um processo ridículo, a secretaria deveria visitar as escolas onde estes alunos estão e assistir algumas aulas quem sabe a idéia seria outra, enfim se fosse para relatar todos os problemas aqui neste espaço iria longe, mas tenho esperança que um dia isto irá mudar, só espero que seja para melhor.

    Responder
    • 8. apeoesp  |  03/03/2013 às 11:34

      Prezado professor José Antonio,
      Sim. Estamos em movimento. A greve que estamos preparando deve envolver o mais número possível de professores e professoras para que conquistemos um grande espaço na mídia para que possamos denunciar ainda mais tudo o que acontece na rede estadual de ensino.
      Bebel

      Responder
      • 9. Wagner  |  03/03/2013 às 23:44

        Até o momento nas escolas onde leciono não ouvi da boca de nenhum professor categoria O qualquer comentário sobre esta greve. Escuto sim os professores efetivos dizerem que enquanto o foco do sindicato for a categoria O, que eles não farão mais greve por estarem se sentindo abandonados pelo sindicato. O foco neste momento deveria ficar na recuperação salarial da categoria.Na luta para impedir que estudantes e profissionais de outras áreas entrem nas escolas para dar aulas no lugar de professores formados, habilitados e efetivados de forma digna através de concursos públicos.Isto sim por si só levaria o Governo do Estado a abrir concursos com maior frequência e melhorar os salários para que houvessem quantidade de inscritos para melhora na qualidade da seleção.

      • 10. apeoesp  |  05/03/2013 às 15:16

        Prezado professor Wagner,
        Não há foco no professor da categoria O. Esta é uma das reivindicações. Vamos listar as principais:
        -Reajuste salarial imediato. Reposição das perdas salariais. Recomposição do reajuste de 2012 definido em 10,2% pela LC 1143/2011, mas do qual somente nos foram pagos 5,2%.
        -Aplicação da jornada do piso: no mínimo 33% da jornada de trabalho Assembleia estadual será em 15 de março para atividades de formação e preparação de aulas.
        -Fim da remoção ex-officio, designação de professores por “perfil”, avaliações anuais e outras ilegalidades na implantação das escolas de tempo integral.
        -Fim da precarização do trabalho docente e da divisão em “categorias”.
        -Trabalho igual, condições de trabalho e salários iguais.
        -Extensão aos professores da “categoria “O” dos mesmos direitos e condições dos professores da “categoria F”.
        -Concursos públicos para a efetivação de todos.
        -Dignidade na contratação, condições de trabalho e atendimento no IAMSPE para os professores da categoria “O”!
        -Melhores condições de trabalho e políticas de prevenção do adoecimento dos professores.
        -Fim da lei das faltas médicas.
        -Fim dos descontos de faltas e licenças médicas para efeito de aposentadoria especial.
        -Respeito e garantia de direitos aos professores aposentados.
        -Fim das provinhas e avaliações excludentes.
        -Por um plano de carreira que atenda às necessidades do magistério.
        Onde est5á “o foco” na categoria O? As reivindicações que “puxam” a pauta são salariais e a maior parte delas dizem respeito a toda a categoria ou aos efetivos.
        Respeitamos o direito de todo professor ou professora não querer aderir à greve, mas não é necessário usar argumentos inventados, que não se sustentam na realidade.
        Bebel

  • 11. lucivelo  |  03/03/2013 às 16:45

    Bebel, qual o impedimento para se exigir que o governo estadual contrate os professores nos moldes das prefeituras? Por que isso não pode ser cobrado desse governo, se é sabido que prefeituras sob seu comando não praticam um contrato tão ridículo? Por que a diretoria prefere reivindicar estabilidade, princípio que deveria ser respeitado apenas por meio de concurso público, valorizando-o ao invés de desprezá-lo?

    Responder
    • 12. apeoesp  |  05/03/2013 às 15:31

      Prezada professora Lucivelo,
      Creio que você tem acompanhado os fatos e a luta da APEOESP. Não creio que desconheça que existe uma lei, a 1093/09, que contrata professores em condições precaríssimas, votada pela Assembleia Legislativa. Não estamos diante de uma situação na qual esteja em nossas mãos reivindicar, simplesmente, e que o governo responderá positivamente. Já há 48 mil professores contratados nessas condições precárias. Muitos, que eram cartegoria L, trabalham nesta rede há 10, 20 anos. É preciso resguardar e proteger os direitos desses professores, dando-lhes a mesma condição dos professores da categoria F. Os futuros contratados, queremos discutir suas condições, dignas, de contratação e trabalho, no plano de carreira. Pode se professores adjuntos, professores substitutos ou outro nome que se queira dar.
      Bebel

      Responder
  • 13. Prof. Renato  |  03/03/2013 às 18:51

    SEE: HIPOCRISIA EXPLÍCITA! Ficou óbvio. Eu achei que as críticas poderiam ter sido BEEEMM mais contundentes escancarando as contradições do projeto de educação altamente ideologizado do PSDB. A Apeoesp “poupou” de certa forma a SEE/SP? Fica a indagação…

    Responder
    • 14. apeoesp  |  05/03/2013 às 15:24

      Prezado professor Renato,
      “Poupamos”? Não acho. Se não notou, a matéria é sobre um aspecto específico dos problemas que enfrentamos na rede estadual de ensino. O espaço que nos foi destinado é o que está aí expresso, ainda que tenhamos dito muito mais do que foi publicado. Não poupamos nada. Fizemos a crítica correta: a provinha não serve para nada. Ou melhor, serve apenas para estigmatizar os professores.
      Bebel

      Responder
  • 15. Neusa Ottoboni  |  04/03/2013 às 01:52

    Penso que esta prova e uma farsa, pois o que importa mesmo e o seu trabalho e dedicacao dentro da sala de aula.De que adianta eu fazer tudo bonitinho, acertar 50, 70 questões se não consigo desenvolver meu trabalho com alunos, quer dizer,posso ser inteligente, mas nao tenho perfil para desenvolver um bom trabalho,ter uma boa estratégia, um bom método. vamos acabar com isso,que volte os tempos da classificação por pontuacao, ou que a prova seja classificatória, sem essa de reprovado, e constrangedor para o professor se ver na lista dos reprovados, mesmo sendo um ótimo professor. resumindo: no papel, uma coisa, na pratica, outra.Vamos lutar….

    Responder
    • 16. apeoesp  |  05/03/2013 às 15:00

      Prezada professora Neusa Ottoboni,
      Você tem toda a razão. O Estado joga sobre os professores o ônus pelas deficiências do sistema gerido por ele. Lutamos por educação de qualidade, e isto é possível com professores valorizados.
      Bebel

      Responder
  • 17. viviane  |  04/03/2013 às 12:20

    Olá Bebel tenho uma dúvida, peguei 24 aulas em substituição de licença saúde por 60 dias, 12 de manha e 12 a tarde , abri contrato agora em fevereiro, gostaria de saber se posso pegar aula em outra escola l no período da manha e largar essas 12 que estou?

    Responder
    • 18. apeoesp  |  05/03/2013 às 14:57

      Prezada professora Viviane,
      Você não pode deixar as aulas assumidas. Informe-se melhor pelo telefone 11.33506214.
      Bebel

      Responder
  • 19. Cristina  |  04/03/2013 às 16:37

    Boa tarde Bebel,

    O professor cat. F tem direito a licença prêmio em pecúnia.

    Aguardo uma resposta.

    Obrigado

    Cristina

    Responder
    • 20. apeoesp  |  05/03/2013 às 14:55

      Prezada professora Cristina,
      Sim. É preciso formular uma petição formal, por meio da Diretoria Regional de Ensino.
      Bebel

      Responder
  • 21. Bruna  |  05/03/2013 às 18:49

    Olá Bebel, fui categoria O por 3 anos e efetiva há dois anos, porém quando fui entrar para pedir meu primeiro quinquênio o secretário me disse que não tenho direito, pois o tempo em que fui categoria O não entra na contagem. Esse absurdo realmente procede? Se afirmativo, será que há algo jurídico que eu posso pleitear?
    Obrigada!

    Responder
    • 22. apeoesp  |  08/03/2013 às 12:21

      Prezada professora Bruna,
      Esta é uma interpretação do Estado com a qual não concordamos. Procure o departamento jurídico na sua subsede.
      Bebel

      Responder
  • 23. Maria  |  07/03/2013 às 12:37

    Interessante …Quando houve a separação entre professores L, O, F etc… e em seguida os professores categoria L viraram O eu mandei um post lamentando o ocorrido e que isso era um retrocesso e, aqui, nesse blog me disseram” Você está mal informada professora, essa divisão já estava prevista desde 2007″…Ora, se já estava prevista por que não fizeram nada antes???
    Hoje sou efetiva, mas não sei se fico no estado, e lamento o tempo perdido, pois a pontuação que eu tinha não foi acrescentada na pontuação de agora, os cursos que eu fiz, pós graduação, cursos na oficina da DE e pela Efap não valerão para nada no Estado.
    Aí falam em paralisação…Eu parei em 2010 e um ano depois descobri que muitos professores que disseram que pararam na verdade usaram TRE e outras formas de abonos que tinham direito…Ah, em 2009 eu fui na “chamada” do sindicato na frente da Secretaria da Educação…fui embora, pois só se falavam em direitos dos efetivos…além da briga entre os sindicalistas…

    Responder
    • 24. apeoesp  |  08/03/2013 às 10:17

      Prezada professora Maria,
      Lamentavelmente,você continua mal informada. Perguntar “por que não fizeram nada antes” é desconhecer toda a luta do sindicato não apenas para que divisão não ocorresse, como depois para que não fosse extinta a chamada categoria L. Estamos lutando, professora. E, como você mesma disse, estamos chamando todos a lutar. Quanto mais omissão houver, mais prejuizos o governo vai nos causar.
      Bebel

      Responder
  • 25. san  |  09/03/2013 às 18:35

    Se essa prova é classificatória pq na atribuição de 2012, devido estar afastada por problemas de saúde aguardando readaptação(cirurgia do coração) meu salário caiu pra horas de permanência e a DE justificou que devido eu ter sido reprovada(31pontos) é que fiquei com horas de permanência e não com a carga horária inicial a licença de 2011(190h). Estou sendo mais uma vez prejudicada, (a lei era clara:professor afastado não participaria do processo de atribuição , mas permaneceria com a carga horária inicial a licença saúde,..)tive q optar pela carga horária dos últimos sessenta meses anterior a readaptação e fui informada de q são apenas 106h , até o momento sem salário?? O q fazer para sobreviver??
    È uma vergonha para o estado de SP, não reconhecer seus funcionários, suas legislações muito menos os direitos do ser humano em 1º lugar. Como formar cidadãos de respeito se o próprio governo não respeita seus funcionários.Dignidade é tudo. Todos devem brigar pelos seus direitos, querem professores competentes…que também sejam competentes para exigir. Pois a competência do professor está defasada pelo estress,pela falta de respeito e pela falta de valorização..Pois em questão de capacidade estamos mais do que aprovados diante de aguentar tamanha vergonha e assim mesmo trabalhando, ensinando os alunos para um futuro melhor e para um Brasil melhor!!!!Professores tem que ser mais Unidos …tá faltando união.Como o próprio ditado”uma andorinha só não faz verão”, mas se nos unissemos era o governo que teriam que nos aguentar e assim como está, nós é que temos de engolir tudo que eles ditam com ou sem regras…Vamos professores abraçar a causa, se juntar ao sindicato e mostrar nossa força!!!!Vamos acordar um futuro melhor..passou da hora!!!!!!

    Responder
  • 26. Jones Freitas  |  13/03/2013 às 12:56

    Bebel peguei 32 aulas como categoria O, mas como meu contrato está vigente desde 2012, permaneço PEB I, ou seja ganhando como PEB I, pois até o ano passado participava do Projeto: Programa Escola da Família!!!! Sou Linceciatura Plena em Educação Física e quero ganhar cmo especialista!!!!Fui na Diretoria pleitear e me disseram que não podem fazer nada, pois se caso desistir das aulas ficarei 200 dias sem aula. Como podem enganar o professor dessa forma, o que devo fazer?

    Responder
    • 27. apeoesp  |  14/03/2013 às 09:20

      Prezado professor Jones,
      Procure o departamento jurídico na subsede ou pelo telefone 11.33506214 para verificar que tipo de instrumento jurídico pode utilizar.
      Bebel

      Responder

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