Todos à Assembleia Estadual! 15 de março, 14 horas, Praça da Sé

14/03/2013 at 09:09 35 comentários

A Diretoria da APEOESP reu­niu-se na manhã desta terça-feira, 12 de março, com o Secretário Estadual de Educação. Diante dos posicionamentos da Secretaria (veja todos os itens abaixo), rea­firmamos a neces­sidade de realiza­ção de uma grande e representativa assembleia esta­dual, com parali­sação, no dia 15 de março, às 14 horas, na Praça da Sé, seguida de passeata até a Praça da Repúbli­ca. É um momento muito importante da nossa catego­ria no processo de preparação da greve, conforme deliberação da nossa V Conferên­cia Estadual de Educação.

Reajuste salarial

A entidade insistiu na definição de um reajus­te salarial que reponha nossas perdas salariais, da ordem de 36,74% e que recomponha o reajuste previsto para 2012, do qual apenas uma parte foi efetivamente pago. O Se­cretário não deu à nossa entidade nenhuma informação concreta a respeito.

Categorias O e F

A APEOESP reivindicou solu­ções para a situação precária dos professores da chamada categoria “O”, no que diz respeitoe à forma de contratação, direitos e condi­ções de trabalho e tam­bém no que se refere à quarentena, que volta a ser de 200 dias para milhares de professores que tiveram seus con­tratos encerrados em 2012. Este conjunto de questões tem gerado o agravamento da falta de professores na rede estadual de ensino. O Secretário disse que determinará estudos sobre a situação dos professores da cate­goria O e também em relação aos professo­res da categoria F para eventuais alterações na legislação. Contra a divisão de cate­gorias! Somos to­dos professores.

A propósito, a APEOESP participou nes­ta quarta feira, 13/03, na Assembleia Legis­lativa, de reunião do funcionalismo organizada pela CUT, na qual a questão da precarização do trabalho no serviço público foi discutida .

Jornada do piso

A APEOESP reafirmou a reivindi­cação de imediata implementação da jornada do piso, por meio de nego­ciação com o Sindicato. O Secretário continua mantendo uma posição de evitar o cumprimento da lei, ora afirmando que é necessário avaliar o impacto das alterações na carreira, que vem sendo discutidas na comis­são paritária, ora dizendo que o fato de haver processo judicial sobre o assunto impediria a negociação. No nosso entendimento, o processo judicial não impede a negociação, mas estamos seguros de nossa po­sição, pois temos sentença favorável à jornada do piso. O que a SEE vem conseguindo até o momento é pos­tergar sua implementação por meio de um recurso irregular que três de­sembargadores do TJSP se recusam a julgar. A APEOESP insistiu com o Secretário que a desobstrução da sentença judicial poderá obrigar o governo a implementar a jornada de uma só vez.

Concurso Público

O Secretário informou que realizará concurso público no se­gundo semestre. Reiterou que está encaminhando projeto de alteração na lei 1094/2009, transferindo o curso da Escola de Formação, hoje terceira etapa do concurso, para o estágio probatório.

Escola de tempo integral

A APEOESP reapresentou suas divergências e reivindicações quanto à escola de tempo integral, como o fim da remoção ex-officio, o pagamento da GDPI a todos os professores que optarem pela dedi­cação integral em qualquer unidade da rede, fim das avaliações anuais e designação por “perfil” e fim da imposição do ingresso neste proje­to, sem a aprovação amplíssima da comunidade escolar.

O Secretário afirmou que as escolas de tempo integral só são implementadas nas unidades nas quais há aprovação expressiva e ampla de todos os segmentos, que não há imposição e que todos os professores efetivos que desejam permanecer na escola, podem nela permanecer. Segundo o Secretário, só há remoção de professores que não desejam aderir à escola de tempo integral. Todos sabemos que isto não corresponde ao que está acontecendo nas escolas.

Aposentadorias

A APEOESP cobrou do Secre­tário a realização de reunião entre as entidades do magistério e a Procuradoria Geral do Estado, cuja articulação ficou a cargo da SEE. O Secretário disse que a reunião ocor­rerá após os trabalhos da comissão paritária, em fase final.

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Oito de março: Dia Internacional da Mulher NO DIA 19 DE ABRIL OS PROFESSORES ENTRAM EM GREVE

35 Comentários Add your own

  • 1. Alexandre  |  14/03/2013 às 14:04

    olá presidenta, estive conversando com um amigo que é professor efetivo no Estado do Paraná, ele me contou a situação dos professores neste estado, tal situação é infinitamente melhor que a dos paulistas. Aqui o governo retirou todos os nossos direitos trabalhistas, voltamos a um estágio entre o feudalismo e a democracia. Não vejo melhora desde que entrei, só aumenta a pressão e minha saúde se agrava, estou quase desistindo da docência. Não consigo vislumbrar um horizonte melhor. E sinto isso em todos os colegas, os professores paulistas logo se extinguirão, é isto que esta sociedade merece….Por quê o sindicato não formaliza uma denúncia a organização mundial do trabalho? Acredito que já resisti muito além do meu limite, se dessa vez nada acontecer, vou me desfiliar do sindicato e me empenhar para que os meus colegas façam o mesmo……

    Responder
    • 2. apeoesp  |  16/03/2013 às 14:24

      Prezado professor Alexandre,
      Lastimável sua intenção de investir contra a APEOESP. Se lê os boletins do sindicato (o que parece não fazer) verá que o sindicato já formalizou denúncia junto à OIT Brasil e fomos reorientados a encaminhar a denúncia à sede da OIT em Genebra, mas devemos enquadrá-la em uma das convenções das quais o Brasil é signatário. Esta tarefa não é fácil, posto que são convenções muito específicas. Uma delas, a convenção 151, apenas agora está se encaminhando para que o Brasil se torne signatário. Esta permitiria uma boa denúncia, posto que não há negociação coletiva no Estado de São Paulo. De toda forma, estamos enquadrando a situação atual na Convenção de trabalho e direitos humanos, mas não sabemos se será acatada.
      Lamento profundamente que no momento em que nos encaminhamos para a greve,justamente para tentar mudar esta situação, o senhor tenha a péssima ideia de tentar enfraquecer o nosso sindicato. É assim que o senhor pretende melhorar a situação dos professores paulistas? Ou está a serviço do governo?
      Bebel

      Responder
      • 3. Alexandre  |  18/03/2013 às 15:30

        Acho que temos que fazer uma análise correta e imparcial da situação. Eu sou professor e estou dentro da sala de aula aguentando todo tipo de violência, jornada extenuantes, salário ridículo e todo tipo de pressão. Pago o sindicato e tento conversar com os colegas para fortificar a categoria, porém devido as circunstâncias estou cansado, frustrado e desanimado. Fato, desde que entrei para o magistério não vejo melhoras, somente constato a perda de direitos e os “sindicalistas profissionais” que estão fora da sala , dizendo o contrário, esta situação ou postura já foi caracterizada em outros períodos como peleguismo. Então, com todo respeito, Presidenta acho que você deveria ser mais sensível à realidade de um professor que está dentro da sala de aula, dentro de uma estrutura sindical, que garante o seu emprego de sindicalista profissional.

      • 4. apeoesp  |  21/03/2013 às 02:46

        Prezado professor Alexandre,
        Garanto-lhe que se não fossem os “sindicalistas profissionais” que organizam as lutas da categoria, fazem vigilias madrugadas adentro na Assembleia Legislativa quando há projetos em votação, pressionam a SEE, vão às assembleias, atos públicos, fazem panfletagens, discutem saídas para a situação dos professores e mantem o sindicato vivo e atuante, o quadro seria bem pior. Desânimo, cansaço e frustração não ajudam a melhorar a nossa situação. Lutar sim.
        Bebel

  • 5. antônio ramos  |  14/03/2013 às 14:08

    Estou confiante que faremos uma grande assembléia com a participação de TODOS OS PROFESSORES, pois é impossível ficarmos indiferentes a tantos ataques, não houve uma medida , uma única que pudesse reverter o quadro lastimável de saúde e agravamento financeiro pelo qual estamos passando. Boa sorte a todos nós , vamos todos a luta , que seja breve e vitoriosa. Força a todos da diretoria, Bebel , aos CRs, aos REs e os bravos militantes que serão a base de sustentação inicial de nossa luta. Até a vitória.

    Responder
  • 6. Maria  |  14/03/2013 às 20:56

    Os maiores prejudicaodos são os professores que estão na rede há mais de 10 anos e que cairam nessa palhaçada de lei e que justamente nesse dia quem está com aula atribuida e teve que assinar convocação para reunião não pode participar do movimento, pois nosso contrato nos engessa com possiblidades das ausência! Aff. Mas boa sorte aí!!!!

    Responder
    • 7. apeoesp  |  16/03/2013 às 14:12

      Prezada professora Maria,
      O movimento coletivo é feito até mesmo por quem não pode participar de uma atividade. Ele também é feito nas escolas, convencendo os colegas e ampliando o alcance da nossa luta. Estamos juntos.
      Bebel

      Responder
  • 8. analana  |  14/03/2013 às 21:00

    Gostaria de saber se o professor categoria F que agora é considerado “estável” pode se inscrever no programa de mestrado do governo.

    Responder
    • 9. apeoesp  |  16/03/2013 às 14:11

      Prezada professora Analana,
      Não encontrei nos informes oficiais da SEE qualquer restrição. Informe-se melhor pelo telefone (11) 3866-0400.
      Bebel

      Responder
  • 10. Leoni R Dantas  |  15/03/2013 às 00:39

    Enquanto isso o Brasil continua na 85ª posição no ranking da ONU. Temos um IDH abaixo de muitos países vizinhos. Continuamos apanhando feio do Chile, do México, da Argentina e até do Uruguai.

    Responder
    • 11. apeoesp  |  16/03/2013 às 14:03

      Prezada professora Leoni,
      Temos ainda um longo caminho a percorrer. Houve avanços, mas há muito pelo que lutar.
      Bebel

      Responder
      • 12. Leoni R Dantas  |  21/03/2013 às 22:54

        Olá Bebel. Obrigado por responder o meu pensamento em relação ao IDH do Brasil. Quanto à opinião do professor Alexandre, nos dias 14, 16 e 18, penso que ele está muito desanimado. Tão desanimado que não adere e nem incentiva os colegas para uma assembleia.
        Abraços. Professor Leoni R Dantas ( Isso mesmo Professor, rsrsrs)

  • 13. maria  |  15/03/2013 às 00:40

    BEBEL, TUDO BEM!
    PARABÉNS PELO BLOG…ESTOU SEMPRE LENDO…E REPASSANDO AS NOVIDADES PARA AS PROFESSORAS…DÁ PARA ESCLARECER ” O SECRETÁRIO DISSE QUE DETERMINARÁ ESTUDOS SOBRE A SITUAÇÃO DOS PROFESSORES DA CATEGORIA “F ” PARA EVENTUAIS ALTERAÇÕES NA LEGISLAÇÃO ” O QUE ESTÁ ERRADO NA LEGISLAÇÃO PARA MUDAR….O QUE VAI MUDAR DE CONCRETO…BEIJOS!!!!

    Responder
    • 14. apeoesp  |  16/03/2013 às 14:02

      Prezada professora Maria,
      Obrigada. Nada confirmado ainda. Os estudos são em relação à não exigência da prova como critério para classificação no caso dos F.
      Bebel

      Responder
  • 15. oliveira.  |  15/03/2013 às 12:15

    Prezada Bebel, que mudança seria essa ( legislação ) para os professores categoria F; já não somos estáveis?

    Responder
    • 16. apeoesp  |  16/03/2013 às 13:56

      Prezado professor Oliveira,
      Nada está confirmado. Depende ainda de muitas coisas. Há possibilidade de não haver mais necessidade da prova e a nota não interferir mais na classificação.
      Bebel

      Responder
  • 17. Wagner  |  16/03/2013 às 14:29

    Cara Bebel,
    Volto a sugerir que a APEOESP, através das subsedes deveria providenciar faixas para serem colocadas do lado de fora de cada escola alertando a população que estamos em campanha salarial e lutando por melhores condições de trabalho e que a intransigência do governador poderá levar os professores a uma greve. Afinal faixas causam maior impacto que cartas abertas a população, tem um custo muito menor, e este recurso tem sido usado sempre que os funcionários da receita federal entram em campanha salarial, é só observar.

    Responder
    • 18. apeoesp  |  17/03/2013 às 17:46

      Prezado professor Wagner,
      As faixas já foram confecionadas e serão afixadas já na semana que se inicia.
      Bebel

      Responder
  • 19. nane  |  16/03/2013 às 17:45

    olha que ótimo não precisa mais fazer prova…. E professores categoria O que se lasquem neh?

    Responder
    • 20. apeoesp  |  17/03/2013 às 17:45

      Prezada professora Nane,
      Lutamos por todos. Professores da categoria F, que tem muitos anos no Estado, lutam para que sua classificação não dependa mais desta prova. Por outro lado, estamos lutando para que os professores da categoria O tenham os mesmos direitos da categoria F. Estamos também lutando na justiça e junto à OIT para que deixe de existir essa forma de contratação tão precária. Antes de nos acusar de alguma coisa, leia os boletins, a pauta de reivindicações e tudo o mais que publicamos sobre a luta da categoria. Que tal voltar sua indignação contra o governo que nos colocou nesta situação? Que conversar com seus colegas e ajudar a organizar a greve de abril? O inimigo não está entre nós. Voltar-se contra o sindicato é ajudar o governo a continuar nos dividindo.
      Bebel

      Responder
  • 21. Gustav  |  17/03/2013 às 12:49

    Só é estável aquele que acessa o serviço público via concurso, esta categoria F, O etc é uma aberração que corrompe a lógica do serviço público.

    Responder
    • 22. apeoesp  |  17/03/2013 às 17:24

      Prezado professor Gustav,
      Aberração, mesmo, é o Governo Estadual manter a maioria de seus professores não efetivos. Se tiveram que se tornar estáveis (e nós defendemos o concurso público) é porque o Governo queria jogar 80 mil professores para fora do sistema previdenciário estadual, sem que eles tivessem culpa por serem contratados desta forma precária. É preciso tomar cuidado para não nos insurgimos contra nossos próprias colegas. Eles são vítimas, o algoz é o governo. De que lado você está?
      Bebel

      Responder
  • 23. Vanessa  |  17/03/2013 às 13:33

    Bebel,
    Tem notícias se o concurso previsto para o segundo semestre será somente para PEB II, ou vai incluir PEB I também?

    Vanessa

    Responder
    • 24. apeoesp  |  17/03/2013 às 17:21

      Prezada professora Vanessa,
      Pelo que apuramos, esta questão está ainda indefinida.
      Bebel

      Responder
  • 25. Andreza  |  18/03/2013 às 03:32

    Olá Isabel, O que vai acontecer com o professor categoria F com a mudança na legislação? Perde a estabilidade é isso?

    Responder
    • 26. apeoesp  |  21/03/2013 às 02:51

      Prezada professora Andreza,
      De forma alguma. Não admitiríamos isto.
      Bebel

      Responder
  • 27. Patricia Gomes  |  18/03/2013 às 22:29

    olá Bebel eu estou no estado há 14 anos e cai de categoria por conta do secretário da escola que trabalhei ele ao invés de congelar minha portaria ele me dispensou alegando que foia apedido meu pelo artigo 35 sendo que eu teria que assinar minha portaria de dispensa. Levei ao conhecimento do sindicato entrei com um processo que já dura a quase dois ano……Foi julgado improcedente alegando que eu estava sem vínculo….A apeoesp entrou novamente com outro pedido até agora nada. fico desanimada pois tenho que ficar correndo atrás de erros de profissionais incompetente e pagando por um erro que não foi meu e ai essa pessoas que erram minha vida funcional não será punida.

    Responder
    • 28. apeoesp  |  21/03/2013 às 02:42

      Prezada professora Patrícia,
      Você tem toda a razão. Consulte o departamento jurídico, pois tenho a impressão de que independente do resultado do processo que está movendo, você pode acionar o funcionário por perdas e danos, se desejar.
      Bebel

      Responder
  • 29. oliveira.  |  19/03/2013 às 19:53

    ME DESCULPE, ESSE CIDADÃO GUSTAV FOI MEDÍOCRE NO SEU COMENTÁRIO A RESPEITO DA ESTABILIDADE DA CATEGORIA F ;POIS O PROFESSOR DA CATEGORIA F É TÃO COMPETENTE QUANTO OUTRO EFETIVO, VOCÊ FOI MUITO EGOÍSTA, NÃO DEVERIA SER PROFESSOR.SER PROFESSOR ESTÁ NO SANGUE E NÃO ATRAVÉS DE UM CONCURSO PÚBLICO.

    Responder
  • 30. João  |  20/03/2013 às 16:15

    Fala-se em greve, mas não vi nenhuma movimentação por parte da Apeoesp (Cotia) mobilizando os professores e a comunidade.
    Lamentável.

    Responder
    • 31. apeoesp  |  21/03/2013 às 01:11

      Prezado professor João,
      A greve é uma decisão soberana da assembleia estadual. Cada subsede tem uma direção eleita que deve cumprir as deliberações das instâncias superiores. Sugiro que você e outros professores que desejam se mobilizar pressionem a subsede a trabalhar.
      Bebel

      Responder
  • 32. Eduardo  |  22/03/2013 às 00:06

    Olá Bebel

    Gostaria de saber sobre o concurso previsto para o segundo semestre o processo de mudança da legislação já não estava em poder do legislativo no inicio do ano? Pelo seu tempo de vivência profissional e tudo que você tem visto por ai no ambiente educacional ” acredita mesmo que sairá este concurso no segundo semestre de 2013? Pois até agora pelo que vejo da posição do secretario e os demais do legislativo só ficaram dizeres que o vento vem e leva e fica por isso mesmo. O sindicato precisa bater nessa tecla para amenizar os problema de falta de professores e também para dar mais um pouco de dignidade né que venhamos e convenhamos só é professor de verdade quem se estabelece por concurso…. Peço em nome dos colegas que assim como você sempre pauta a questão do piso cobre mais por essa realização do concurso.

    Grato

    Eduardo

    Responder
    • 33. apeoesp  |  22/03/2013 às 09:22

      Prezado professor Eduardo,
      Acredito que o concurso acontecerá, sim. O Governo possui maioria suficiente para aprovar este projeto em regime de urgência, ou seja, em no máximo 45 dias de tramitação.
      Bebel

      Responder
  • 34. GISELI GREGORIO  |  23/03/2013 às 14:21

    BOM DIA BEBEL.
    ESTÃO COMENTANDO QUE VAI TER MUDANÇA NA CATEGORIA F, UMA DAS MUDANÇAS É TRANSFORMAR TODOS OS CATEGORIAS F EM O , PERDEREMOS TODOS OS NOSSOS DIREITOS , JÁ PASSAMOS POR VÁRIAS HUMILHAÇÕES “PROVA” SÓ FALTA ISSO. TEM ALGUMA INFORMAÇÃO.

    Responder
    • 35. apeoesp  |  24/03/2013 às 01:01

      Prezada professora Giseli,
      Este boato não tem a menor procedência e parte de quem não tem mais o que fazer. Não há o menor cabimento neste tipo de “informação”.
      Bebel

      Responder

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