A quem o PSTU representa?

21/05/2013 at 19:29 11 comentários

O Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado (PSTU) é uma pequena agremiação partidária cuja concepção política é vanguardista, ou seja, acredita que o elemento definidor do sucesso de uma mobilização social reside basicamente na atuação de sua direção.

Este tipo de visão política minimiza a vontade e a opinião da maioria e não faz do diálogo com a base um método de deliberação. O PSTU costuma impor às entidades nas quais atua as propostas que delibera em seu comitê central. Tal método contraria a democracia sindical e pretende transformar sindicatos em apêndices partidários.

A APEOESP construiu sua trajetória trilhando um caminho diametralmente oposto. Referência de democracia sindical, nosso Sindicato se ergue sobre uma base participativa e pluralista, por meio da presença de representantes nas escolas, noventa e três subsedes, Conselho Estadual de Representantes, Diretoria Estadual Colegiada, Assembleias regionais, Assembleias estaduais, Conferências Estaduais, Congressos Estaduais, além de coletivos, comissões, encontros, cursos, web-conferências, atos e manifestações diversas. As eleições na APEOESP são pelo voto direto e envolvem dezenas de milhares de professores, numa verdadeira mobilização de fortalecimento da entidade a cada três anos.

Na APEOESP a base é quem manda. O PSTU não costuma respeitar a encaminhar as decisões da base e sim suas próprias decisões, que quer impor a todos. Esta é a raiz do problema que enfrentamos na assembleia do dia 10 de maio na Avenida Paulista. A APEOESP preza e pratica a democracia; o PSTU, não.

Quando o PSTU diz em carta que está circulando na rede estadual de ensino “a Presidenta da APEOESP não nos representa”, isto é a pura verdade. Não represento as concepções e práticas deste grupo. Represento a vontade e as decisões da base da nossa categoria. Represento as concepções construídas ao longo de décadas pelos movimentos de professores e pela sociedade civil organizada na luta por educação pública, gratuita, laica, inclusiva e de qualidade para todos.

Represento os professores associados à APEOESP e todos aqueles que fazem da parte das redes oficiais de ensino do Estado de São Paulo e o PSTU corroborou e legitimou esta representação quando participou do processo eleitoral como parte da Chapa 2, obteve participação na Diretoria Estadual Colegiada com base na proporcionalidade, escolheu e ocupa cargos na direção. Não pode, agora, questionar esta representatividade. Curiosamente, há uma pessoa também eleita que o PSTU não questiona: o governador Geraldo Alckmin. Notem que não há uma linha sequer no documento deles que está circulando na rede de crítica ao governador.

O PSTU está na contramão

O que ocorreu na nossa greve é que o PSTU posicionou-se contra a vontade das bases da categoria em todos os momentos. Na V Conferência Estadual de Educação da APEOESP, realizada em dezembro de 2012, quando propus a perspectiva de greve para abril de 2013 como estratégia para pressionar o governo a negociar, a maioria absoluta dos delegados votou a favor, mas o PSTU foi contra. Quando, em 15 de março, a maioria dos presentes à assembleia aprovou a deflagração da greve em 19 de abril, novamente o PSTU foi contra. Em 19 de abril, quando a assembleia aprovou a continuidade da greve por tempo indeterminado, o PSTU, de novo, votou contra. Finalmente, em 10 de maio, quando a maioria dos professores considerou que era momento de suspender a greve, tendo em vista os avanços conquistados na negociação com o Secretário da Educação, outra vez o PSTU chocou-se com as posições da maioria, propondo a manutenção do movimento. Perdeu a votação e, junto como o inexpressivo Partido da Causa Operária (PCO), partiu para o tumulto, incapaz de aceitar a democracia sindical.

Na carta que o PSTU está enviando aos professores há muitos absurdos. Um deles é dizer que as reivindicações dos professores da “categoria O” teriam entrado na pauta “por pressão da oposição”.
Ora, como o PSTU não tem conquistado a simpatia da categoria, se auto intitula defensor dos professores da “categoria O”, quando a APEOESP tem lutando de forma constante contra esse tipo de contratação precária, que qualificamos de “semi-escravidão”. Se o governo dividiu a nossa categoria, nossa luta é pela unidade, em defesa de todos os professores. O ato em defesa dos professores da “categoria O” em fevereiro de 2013 (que apesar da chuva reuniu centenas de professores) e as mudanças havidas anteriormente na legislação não ocorreram pela atuação do PSTU, que nada fez neste sentido. Foram resultados da luta da APEOESP. Que vergonha, tentar tirar proveito de uma parcela da nossa categoria que tem sido tão desrespeitada pelo governo.

Diga o PSTU o que disser, os fatos falam por si. Nós da APEOESP temos história. Nesta história estão registrados vários momentos em que este grupo sem expressão na sociedade pretendeu vencer votações com base na pressão, no tumulto, no grito. Os professores não aceitam e jamais aceitarão tais métodos.

Quem quer partidarizar a APEOESP

Há membros do PSTU que são também membros da Diretoria, graças à proporcionalidade vigente no Sindicato (toda chapa que obtém no mínimo 10% dos votos válidos pode compor a direção). Entretanto essas pessoas se autodenominam oposição. Como diretores da entidade, deveriam estar preocupados com os encaminhamentos pós-greve, como a reposição de aulas, os projetos que o governo precisa enviar à Assembleia Legislativa e a concretização de tudo o que foi negociado. Negociação, aliás, que o PSTU e outros grupos diziam que não ocorreria. Eles estão preocupados, isto sim, em tentar desgastar a Presidenta da entidade, a diretoria e o próprio Sindicato.

Acusam-me de agir com interesses partidários, mas é o PSTU que se guia por uma agenda político-partidária. Em sua atuação na APEOESP a prioridade é a disputa pela direção da entidade. O PSTU quer apossar-se de uma das maiores estruturas sindicais do país para reforçar seu poder de fogo, já que não possui densidade social e eleitoral. Isto fica evidente em nossas assembleias. Basta observar a quantidade de bandeiras do PSTU e quantas há do partido em que milito. Precisa de prova maior sobre quem na prática quer partidarizar a APEOESP?

Seria tedioso elencar neste texto todos os momentos em que o PSTU tentou desviar o foco de nossa luta para outros objetivos. Nosso patrão é o Governo do Estado, dirigido pelo PSDB, mas na primeira semana de greve o PSTU dedicou-se a realizar uma manifestação em Brasília. Durante a greve, quis subordinar a dinâmica do nosso movimento à mobilização de outra categoria, que respeitamos e apoiamos na sua luta.

Como Presidenta da APEOESP, quero cada vez mais representar os professores e as professoras que democraticamente me elegeram pela segunda vez consecutiva, outorgando-me um mandato que se encerra em 2014 e o qual cumprirei integralmente.

Represento a minha categoria perante o governo e a sociedade. Represento, como dirigente da APEOESP, um legado de lutas e compromissos com a educação, com os trabalhadores e com a democracia. A quem representa o PSTU?

Maria Izabel Azevedo Noronha
Presidenta da APEOESP

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Informações sobre reposição das aulas não ministradas durante a greve Esclarecimento à Folha de S. Paulo

11 Comentários Add your own

  • 1. profjacmar  |  22/05/2013 às 01:07

    Senhora Maria Isabel, o que fez na assembleia de 10 de maio não tem justificativa, agora tentar achar culpados quando a Artsind define greve em conferencia é fácil, quero ver a senhora assumir que errou na condução da greve, dizer que não mobilizou a categoria como deveria, quero ver a senhora dizer que perdeu o bonde da história, pois poderíamos dar a volta por cima nessa greve, digo isso por três fatores simples: 1- Os professores, tanto o municipal quanto o estadual estavam em greve, eles em grande maioria atuam nas duas secretarias, não teriam o impedimento de uma ou de outra para ir a greve; 2 – O Governo abriu as pernas, fez concessões, mesmo que pequenas, isso motivaria uma boa parte a aderir a greve naquela semana; 3 – Entrar com mandado de segurança para não descontar os dias de paralisação, poderíamos correr este risco e trazer uma boa parte dos que pensam no bolso para a greve.

    O Maior inimigo do professor neste momento, é o sindicato que é pouco eficiente e está partidarizado, sendo conduzido a satisfazer as politicas partidárias do PT em detrimento das nossas lutas. temos que combater a partidarização na APEOESP, e o exemplo tem que vir de cima. Temos que rever a proporcionalidade que da voz as minorias sindicais, mas nega a possibilidade de mudanças quando um lado sempre terá a maioria dos votos.

    Infelizmente, vejo o maior sindicato da America Latina ser desacreditado pela maior parte do professorado, nos comandos de greves isso ficou nítido e isso foi causado por mais de 40 anos de ArtSind no poder revesando membros sem a visão democrática de alternância de poder, lembro, o sindicato é dos professores, não é da Bebel ou do PT, tão pouco do PSTU ou PCO.

    Ou a ArtSind busca dirigir o sindicato com eficiência, transparência e democracia ou teremos que buscar outras alternativas, como criar um sindicato paralelo, pois do modo que está a APEOESP, já não é possível encarar nenhuma luta.Carecemos de mudanças.

    Prof. Jacson

    PS.: Sem filiação partidaria

    Responder
    • 2. apeoesp  |  22/05/2013 às 01:24

      Prezado professor Jacson,
      Declarar-se sem filiação partidária não exime ninguém de ser verdadeiro e fiel aos fatos. A conferência da APEOESP, como congressos, assembleias, conselho de representantes e diretoria são instâncias legítimas e estatutárias. Porém, você não está sendo verdadeiro quando diz que deliberamos a greve na conferência. Se leu o texto que publiquei, verá que a greve foi deliberada consecutivamente em duas assembleias, nos dias 15 de março e 19 de abril e que sua continuidade foi deliberada nas assembleias de 26 de abril e de 3 de maio. Finalmente, sua suspensão foi deliberada em 10 de maio.
      Não houve erro de condução da greve. E não cabe ao Presidente ou à Presidenta da entidade, isoladamente, mobilizar a categoria. Isto é tarefa de 93 subsedes, dezenas de diretores, centenas de conselheiros estaduais e regionais, milhares de representantes de escolas e, ainda, aos professores que compreendem a necessidade de lutar. A greve teve o tamanho da mobilização que foi possível fazer. E ela terminou com avanços e conquistas. Dos 15 pontos da pauta principal, pelo menos 10 tiveram encaminhamentos e os demais ainda poderão ter outras instâncias.
      Não estou procurando culpados. Nossa categoria sabe reconhecer quem luta e quem não luta por ela. Publiquei o texto em resposta a um outro texto, do PSTU, que faz ataques a mim e à condução da greve.
      Lamento que você qualifique o sindicato de maior inimigo da categoria. Isto é bem elucidadivo de como pensam algumas pessoas que se opõem à diretoria da APEOESP. O Governo do PSDB nos massacra, mas você considera o sindicato o seu inimigo. Sua palavras são bem claras e cada professor e professora que ler o que você escreveu compreenderá bem que tipo de problemas nossa entidade enfrenta atualmente.
      De nossa parte o que importa, mesmo, é transformar em realidade, o mais rapidamente possível, tudo o que foi acertado na mesa de negociações.
      Bebel

      Responder
  • 3. Sílvia  |  22/05/2013 às 01:43

    olá Bebel
    Gostaria de saber se os boatos que ouvi podem realmente acontecer. A hora aula ao invés de 50 minutos passará a ter 60 é isso?
    Assim é que o secretário quer reduzir a jornada? Aumentando o tempo de aulas e diminuindo o número das disciplinas ? isso é um absurdo, se for assim mesmo como?
    Obrigada

    Responder
    • 4. apeoesp  |  22/05/2013 às 01:45

      Prezada professora Silvia,
      Não há nenhuma discussão ou medida concreta neste sentido. Não passam de boatos mesmo.
      Bebel

      Responder
  • 5. Luiz  |  22/05/2013 às 19:08

    Prezada senhora Maria Izabel,

    Como a senhora já notou em outros comentários meus, não comungamos do mesmo ideário partidário e, em consequência, politico e e econômico. Conheço muitos servidores federais que diriam a mesma frase que a senhora disse sobre o PSDB trocando-o pelo PT. Não fosse a intervenção do ex-presidente Lula, eles teriam simplesmente 0% de aumento para os próximos 3 anos. Dilma os massacrou e os fez engolir um aumento de 5% ao ano para os próximos três anos, enquanto a inflação foi de mais de 20% desde o último aumento. E a CUT peleguista nada falou, ficou quietinha e ainda disse que o movimento deles era “sem sentido”.
    Por essas e outras é que acho que, para nós e para o país, o PT faz mais bem estando na oposição. Nesse lugar, pelo menos, o partido é combativo e denunciador das distorções éticas, e não o núcleo delas. Voltaremos a ter uma CUT comprometida com reinvidicações trabalhistas e sociais. Se o PT vencer no Estado, temo que não veremos mais bandeiras da CUT contra superlotação do metrô, escolas sucateadas, professores mal pagos, etc. Ou seja, o interesse partidário estará acima do Estado.

    Bem, voltando à nota da presidente:

    “O PSTU costuma impor às entidades nas quais atua as propostas que delibera em seu comitê central. Tal método contraria a democracia sindical e pretende transformar sindicatos em apêndices partidários.”

    Estou de acordo com isso! O PSTU pratica – tem até como princípio – algo bem conhecido e condenável: Totalitarismo. Mas isso, infelizmente, também se aplica ao PT, notadamente quanto a querer ter os sindicatos como seu braço social.

    E tenho que concordar com grande parte do comentário do prof. Jacson. A ArtSind domina a Apeoesp há 40 anos. Seus membros têm se revesado desde então. E os professores mais atentos já notaram isso há tempo.

    Mas faço três ressalvas naquele comentário: (1) A ArtSind domina a Apeoesp por culpa dos próprios professores, pois ela não caiu de paraquedas em sua direção. Foi eleita; (2) o comentário parece mais profético que atual, pois veremos a verdadeira face partidarizada da Apeoesp caso o PT venha a conquistar o estado; (3) a condução da greve me pareceu adequada. Não é fácil conduzir uma greve de uma carreira formada por profissinais espalhados por uma área estadual tão ampla, ganhando pouco (um dia de desconto faz uma falta danada no mês, inclusive para alimentação).

    Apesar das diferenças profundas de pensamento, ideias e políticas que tenho com a presidente sindical (não gosto de usar ‘presidenta” porque tal neologismo desafia a etmologia da palavra e o significado do sufixo “ente” que é inflexível de gênero, hehe), ela vem reinvidicando itens totalmente adequados e urgentes à profissão.

    Provavelmente temos diferenças irreconciliáveis sobre o papel do professor no ensino escolar e o porquê de as escolas (todas, as privadas também) terem tantos problemas e índices altos de violência, mas a pauta de reinvidicação é adequada, embora, para mim, incompleta.

    Eis aqui um grave problema do sindicato. Tenho, eu e muitos, tanto a falar e propor, mas somente sou procurado em dias de eleição. Só vejo pessoas do sindicato na UE quando há urna ou quando há comando de greve. Fora isso, nada. Como penso diferente daqueles que se dizem “progressistas” (sei lá como conceituar isso), fico sem espaço e acabo na indiferença.

    Da próxima vez, não façamos uma grande demonstração de força somente na Paulista. Façamos grupos de mobilização em cada municícipio ou, pelo menos, nos maiores. Assim passamos a ideia de que os professores não estão concentrados somente na capital. O descontentamento é em todo o Estado.

    Luiz

    Responder
    • 6. apeoesp  |  24/05/2013 às 02:43

      Prezado professor Luiz,
      Realmente nossas ideias são diferentes. A APEOESP, porém, não é um partido. É um sindicato pluralista. As reuniões nas escolas, as reuniões nas subesedes, as assembleias e tantos outros momentos estão abertos para a participação dos professores. Se você tem algo a propor, procure o sindicato e participe. O sindicato não tem ouvir individualmente cada um de seus 184 mil associados.
      Bebel

      Responder
  • 7. ROSEMARY LONGHINI  |  06/06/2013 às 19:13

    Lamentável que os sindicatos sejam tentáculos partidários que visam prioritariamente a manutenção dos mesmo no poder e o poder “a qualquer custo”. Trabalhadores, continuemos alienados com nossas caras de paisagem enquanto os Pqps da vida vão sugando nossas possibilidades de avanço!

    Responder
  • 8. Fernanda  |  16/06/2013 às 20:56

    Com todo o respeito, mas a Sra. também não me representa. Infelizmente representa o sindicato ao qual faço parte e acho lamentável os últimos posicionamentos adotados por este. Mas, gostaria de lhe perguntar qual o posicionamento adotado pela Apeoesp com relação aos protestos que tem tomado as ruas recentemente? Obrigada.

    Responder
    • 9. apeoesp  |  20/06/2013 às 03:19

      Prezada professora Fernanda,
      Represento a nossa categoria e fui eleita por maioria de votos para fazê-lo. Infelizmente não se pode agradar a todos. Quanto à nossa posição, está expressa na nota da CUT que reproduzi neste blog.
      Bebel

      Responder
      • 10. Fernanda  |  21/06/2013 às 02:09

        Cara Bebel, se a Sra. bem observar a data na qual publiquei a pergunta perceberá que é anterior a nota de posicionamento da CUT. Realmente ninguém agrada a todos. Mas infelizmente conseguiu desacreditar ainda mais este sindicato e pelos comentários nas redes sociais e aqui, tenho absoluta certeza de que não falo apenas de mim.
        Somos professores, em tese uma categoria formadora de opinião e que deve estar atuante na busca pelos direitos sociais. A APEOESP representa uma categoria que tem a oportunidade de formar um país melhor, mas apenas se for bem orientada sobre isso. Mas sequer uma nota sobre os protestos. Não, não estou falando da CUT. Estamos falando de protestos e de alunos ansiosos por entender o que acontece.

      • 11. apeoesp  |  23/06/2013 às 13:05

        Prezada professora Fernanda,
        A APEOESP posicionou-se, sim, sobre o que vem ocorrendo, no momento em que considerou adequado. Há uma nota da APEOESP publicada neste blog e no nosso site. Somos um sindicato que se pauta pela sua própria agenda educacional e profissional. Há um mês atrás estávamos em greve, realizando grandes manifestações nas ruas de São Paulo, reunindo professores e professoras do estado todo. Nós estamos na luta há muito tempo e nunca cessamos de nos mobilizar. Tenho certeza de que você também participa dessas mobilizações, decididas nas instâncias do nosso sindicato e certamente paralisou seu trabalho durante os 23 dias da greve, mobilizou sua escola, conscientizou seus colegas e veio às manifestações. Desta forma, você e a APEOESP também contribuíram para formar um país melhor. A luta não começou e não termina agora. Temos história e vamos continuar nos mobilizando.
        Bebel

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