Carta publicada na Folha de S. Paulo – 22 de maio

22/05/2013 at 13:37 9 comentários

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Entry filed under: Artigos.

Esclarecimento à Folha de S. Paulo SEE emite instrução sobre reposição de aulas

9 Comentários Add your own

  • 1. prof. Mauro  |  22/05/2013 às 14:44

    Bebel,
    Essa já era…
    Infelizmente o governo PSDB nao quer perder essa queda de braço, tudo que conseguimos o governo com uma simples ordem derruba, na minha opiniao o sindicato deveria priorizar questoes como a salarial, e deixar essa jornada de trabalho pra depois, pois o que vemos é uma enxurrada de reivindicaçoes ao mesmo tempo, e esse governo ja mostra que, se atender vai atender uma coisa de cada vez. Essa é a minha opiniao, nao contrariando o sindicato.

    Responder
    • 2. apeoesp  |  24/05/2013 às 02:48

      Prezado professor Mauro,
      O sindicato não deixou de priorizar a questão salarial. Temos negociação prevista para iniciar-se em agosto, que pode resultar em novo reajuste salarial.Não abriremos mão da jornada do piso. Ela significa mais condições de trabalho, menos adoecimento. Vamos levar o caso aos tribunais superiores em Brasília.
      Bebel

      Responder
  • 3. Wagner  |  22/05/2013 às 16:10

    Sábado;25/05/2013; os professores estão sendo convocados para trabalhar. Pergunto: Não cabe o sindicato revindicar judicialmente que o governo pague horas extras pelo trabalho no sábado uma vez que essas horas vão ultrapassar a jornada semanal atribuída a cada professor no início do ano letivo?
    Grato.

    Responder
    • 4. apeoesp  |  24/05/2013 às 02:46

      Przeado professor Wagner,
      Cabe, sim, mas neste caso a justiça só reconhece as ações individuais.
      Bebel

      Responder
  • 5. Alex  |  22/05/2013 às 16:11

    Não estou entendendo. Pelo que estou lendo nas notícias divulgadas a liminar do estado argumentava que a ação já ganha pela Apeoesp iria gerar uma conta de R$ 2 bilões. Pelo meu pobre entendimento essa argumentação de aumento de custo só poderia segurar a ação ganha da Apeoesp até essa conta extra entrar no orçamento, que seria no ano seguinte. Se a liminar é do início de 2012 e estamos no meio de 2013, não deu tempo de se planejar e adicionar essa conta no orçamento? Gostaria de saber o que realmente a justiça argumenta em relação a essa liminar. Isso vai ser disponibilizado para a gente?
    Afinal, pelo que sei, não estava sendo julgado a forma de cumprimento da jornada e sim a adoção imediata dela (custo, logística, etc).
    Aí também está um aviso para a gente. Por enquanto que o PSDB fala em custo da educação, o governo federal fala em investimento. Dá muito medo do PSDB ganhar a presidência e dizer que o dinheiro do pré-sal na educação é desperdício, afinal ela é custo e não investimento.

    Responder
    • 6. apeoesp  |  24/05/2013 às 02:45

      Prezado professor Alex,
      Infelizmente, diante de uma decisão judicial, nada há a fazer que não recorrer a instância superior. É o que faremos. Os argumentos do governo são frágeis, meros pretextos para náo aplicar a lei. Vamos demonstrar isto no STJ e no STF e vamos vencer. Estou convicta disto.
      Bebel

      Responder
  • 7. Wagner  |  22/05/2013 às 16:33

    Professores de português e matemática estão recebendo curso de atualização semi presencial nas diretorias de ensino. Não pude me inscrever em razão de acúmulo de cargo. Professores que se inscreveram tiveram dispensa do ponto para comparecer a três dias de 8horas para participar da etapa presencial,. A diretoria de Santo André fica localizada em uma das regiões mais caras da cidade, e onde uma refeição comercial não fica por menos de R$20,00 em média. As horas que excederam a jornada diária do professor não deve ser paga como horas extras? Também não cabe o sindicato revindicar vale refeição de valor compatível com o mercado para que esse professores possam almoçar de forma decente?Em uma rápida passagem por esta diretoria no dia do curso, quando fui levar minha esposa, vi a condição vexatória em que muitos professores improvisaram um almoço: “comendo lanche nos degraus das escadas da Diretoria de Ensino”.Outro ponto, que quero comentar, é que para que o professor receba o certificado ele deverá cumprir a parte virtual do curso participando de foruns, chats,etc, em um período fora da sua jornada de trabalho, o que ocorrerá as altas horas da noite e até mesmo nas madrugadas(basta pedir um relatório dos horários de acesso dos alunos a plataforma virtual), podendo comprometer a já debilitada saúde desses profissionais que possuem de duas a três jornadas diárias de trabalho(acúmulo de cargos , mais o trabalho doméstico; afinal a maioria dos profissionais de educação são mulheres), enquanto não tivermos a jornada do piso implantada, não cabe contestar a aplicação de cursos que fazem os professores irem além da sua jornada normal diária de trabalho? Afinal estes cursos também irão colaborar para um maior número de ausências ao trabalho por fadiga dos profissionais.
    Grato.

    Responder
    • 8. apeoesp  |  24/05/2013 às 02:54

      Prezado professor Wagner,
      A luta por condições de trabalho para os professores é antiga e cotidiana. Reivindicamos todos esses direitos, mas o governo não é negociador fácil. Realizamos greve justamente por isto. Queremos a jornada do piso para que os professores tenham tempo e condições de realizar sua formação continuada. Da mesma forma, há tempos reivindicamos um maior valor de auxílio alimentação, juntamento com as demais entidades do funcionalismo.
      Bebel

      Responder
  • 9. RAFAEL  |  29/05/2013 às 02:16

    Agora sim vejo uma atuação pró-professor eficiente. Mostrar a hipocrisia desse governo manipulador e demagógico, as injustiças com os docentes, as FARSAS, o absurdo das PÉSSIMAS condições de trabalho, salário inacreditável, divisões dos profs. em “categorias” artificiais e injustas, enfim. E o caminho é pressionar pela mídia e pela via legal (por mais difícil que seja pois elas estão “dominadas” pelo governo fascistóide do PSDB). O que não dá é para aguentar tudo que é exigido e imposto goela abaixo sem fazer nada. O “aumento” (correção) dado pelo governo em parcelas é uma manobra contábil e todo mundo sabe disso; essa lei do um terço idem; entre outras: “mérito” (INJUSTO), bônus, provinhas absurdas, apostilas inúteis, livros superfaturados, ocultação da realidade através de propaganda ostensiva, “métodos” irrealistas defendidos por pedagogias de aluguel, etc. E como sempre, TUDO ACABA por isso mesmo. Já CHEGA!

    Responder

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