Reunião com o Secretário da Educação

28/05/2013 at 13:42 134 comentários

Em reunião mantida com o Se­cretário Estadual da Educação nesta segunda-feira, 27 de maio, para dar encaminhamentos às questões negociadas na reunião do dia 10 de maio, a APEOESP tratou dos seguintes assuntos:

I. Reposição de aulas e pagamento dos dias parados

A APEOESP reivindicou que fosse feito o pagamento dos dias parados e posterior reposição das aulas, reafirmando seu compro­misso com os alunos. O Secretário alegou a impossibilidade desta providência, devido a restrições da Secretaria da Fazenda e outras instâncias do Governo, razão pela qual a APEOESP propôs que, neste caso, o desconto fosse feito de for­ma parcelada, como já ocorrera por ocasião da greve de março/abril de 2010. O Secretário determinou à Coordenadora da Coordenadoria de Gestão de Recursos Humanos (CGRH) que faça estudos neste sentido e trate imediatamente do assunto junto à Secretaria da Fazen­da, bem como da possibilidade de pagamentos das aulas repostas em folhas suplementares, de modo a que o impacto dos descontos seja minimizado.

Quanto à Instrução CGRH/CGEB, que trata da reposição de aulas, a APEOESP solicitou, e foi aceito pelo Secretário, que seja feita uma emenda logo em seu início, deixando claro que cabe ao Conse­lho de Escola a aprovação do Plano de Reposição de Aulas da unidade escolar.

II. Concurso Público

A APEOESP reafirmou ao Secre­tário que o concurso para PEB II, a ser realizado no segundo semestre, ofereça pelo menos 30 mil vagas. O Secretário informou que está sendo realizado o levantamento dos cargos disponíveis, para que seja consig­nado o número de vagas a serem oferecidas.

Metodologia

Por outro lado, diante da rei­vindicação do Sindicato de que o concurso adote a metodologia de classificação baseada no desempe­nho médio dos candidatos (“Curva de Gauss”), verificou-se que o pro­jeto de lei complementar 15/13, encaminhado pelo governo à As­sembleia Legislativa, estabelece que a metodologia a ser adotada será objeto de Instrução Especial a ser baixada pela SEE, ficando assegurado que a proposta da APEOESP será levada em conta.

Jornada

Outra questão diz respeito ao direito de escolha do professor quanto à sua jornada de trabalho, tendo em vista que o PLC 15/13 veda a escolha da Jornada Reduzi­da, embora ela esteja prevista na lei complementar 1094/09. Segundo o Secretário, não serão oferecidos cargos com esta jornada, para in­centivar os professores a optarem pelas chamadas “jornadas cheias”. A APEOESP discorda desta visão e trabalhará junto aos deputados para que apresentem emendas ao PLC 15/13 alterando este ponto.

Curso de formação

Também foi esclarecido na reu­nião pela SEE que a avaliação do cur­so de formação, agora como parte constitutiva da fase final do estágio probatório, não é eliminatória, sen­do um dos fatores que constituem a confirmação do candidato para a sua efetivação no cargo de professor.

Acúmulo de cargos

Finalmente, também ficou es­clarecido que a ampliação da carga horária para casos de acúmulo de um cargo de professor e outro de suporte pedagógico para 65 horas semanais visa solucionar situações específicas. Frente a isto, a APEO­ESP reivindicou, uma vez mais, que seja dada solução idêntica aos casos de professores com jornada inte­gral que possuem disciplinas com números de aula ímpar e que não conseguem constituir sua jornada de trabalho. O Secretário determinou à Coordenadora da CGRH que faça os estudos e tome as providências necessárias neste sentido.

III. Professores da “Categoria F”

O Secretário informou que já foi redigido projeto que extingue a avaliação anual para os professores da “categoria F”. Somente farão a prova os que desejarem melhorar sua nota anterior. Desta forma, os professores da “categoria F” serão classificados em faixa própria e escolherão aulas logo após os pro­fessores estáveis pela Constituição de 1988.

IV. Professores da “Categoria O”

A APEOESP solicitou ao Secre­tário informações sobre o anda­mento dos projetos de lei relativos aos professores da “Categoria O”, decorrentes do que foi tratado na reunião de 10 de maio. As informa­ções são as seguintes:

= Direito ao IAMSPE– o Secretário informou ter conhecimento de que a Secretaria de Gestão Pública está elaborando projeto que altera a lei geral do IAMSPE para contemplar esses profes­sores. Solicitou à CGRH que agende reunião com a SGP para inteirar-se sobre o assunto, rea­firmando o teor da negociação realizada e cobrando celeridade no processo. A APEOESP lem­brou que em reunião anterior com o Secretário de Gestão Pública foi afirmado que pro­fessores em tratamento não sofreriam descontinuidade de atendimento no IAMSPE.

= “Quarentena”– o Secretário relatou que o assunto está sen­do discutido junto à SGP para que se chegue a um consenso sobre esta questão. Reafirmou a posição da SEE pela redução do afastamento dos professores da “categoria O” entre um contrato e outro de 200 para 40 dias, sob pena de faltarem professores na rede no próximo ano. A Coordenadora da CGRH está encarregada de realizar os en­caminhamentos técnicos desta questão junto SGP.

= Processo seletivo (prova) – Foi reafirmado pelo Secretário o posicionamento da SEE favo­rável ao fim da prova para os professores da “categoria O”. Estudos neste sentido estão sendo realizados junto à SGP e à Procuradoria Geral do Es­tado, que apresenta algumas resistências do ponto de vista legal. A intenção da SEE, caso não haja consenso em relação a esta questão, neste momento, é a de encaminhar as demais alterações na lei complementar 1093/09 para deliberação dos deputados estaduais, prosse­guindo os estudos em relação ao processo seletivo.

Ficou definido, ao mesmo tem­po, que a prova, caso se mantenha, terá caráter classificatório e não mais eliminatório, significando que não haverá mais “aprovados” e “repro­vados” e que todos terão direito a participar do processo inicial de atribuição de aulas, em faixa própria, de acordo com a sua classificação.

V. Atribuição de aulas

Ficou acertado entre as partes que será constituída uma comissão paritária para estudos sobre o pro­cesso de atribuição de aulas, entre a SEE e a APEOESP, à luz das alte­rações que serão feitas na legislação e visando tornar o processo mais organizado, ágil e justo.

VI. Violência nas escolas

Também será avaliada pela SEE minuta de convênio com a APEO­ESP, constituindo comissão paritária para elaborar projeto de prevenção e combate à violência nas escolas, a partir da pesquisa recentemente realizada pelo Sindicato sobre esta questão.

Diante de informações que chegaram ao Sindicato sobre es­colas que supostamente estariam instalando câmeras de vigilância em salas de aula, o Secretário afirmou com veemência que esta providên­cia contraria a orientação da SEE e solicitou que sejam informados casos concretos. Assim, as subse­des devem informar pelo e-mail presiden@apeoesp.org.br todos os casos de escolas onde este fato esteja ocorrendo, para que possa­mos remeter essas informações ao Secretário da Educação.

VII. Questão salarial e jornada do piso

O Secretário reafirmou a rea­lização de conversações sobre a questão salarial e a implantação da jornada do piso, por meio da comis­são paritária composta entre a SEE e a APEOESP.

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Governo envia projeto sobre concursos à ALESP Menos de 1% das escolas brasileiras têm infraestrutura ideal

134 Comentários Add your own

  • 1. Jane Cristina Rosa dos Reis  |  28/05/2013 às 15:53

    A APEOESP lem­brou que em reunião anterior com o Secretário de Gestão Pública foi afirmado que pro­fessores em tratamento não sofreriam descontinuidade de atendimento no IAMSPE., como se explica isso???????????????????????????? eu sou hipertensa, aquiri essa doença em sala de aula, fazia acompanhamento médico pelo IAMSPE, e tive que deixar de fazer, para me sujeitar a acompanhamento médico em posto de saúde quando há médicos trabalhando, mandei e-mails para o IAMSPE com arquivos de receitas médicas e exames, telefones para contato direto com o cardiologista que me acampanhava e a resposta que eu obtve foi NÂO< VOCÊ NÂO TEM DIREITO A IAMSPE…………………..

    Responder
    • 2. apeoesp  |  30/05/2013 às 14:26

      Prezada professora Jane,
      Por favor, entre em contato com o departamento jurídico na sua subsede para as providências cabíveis.
      Bebel

      Responder
  • 3. Jacob  |  28/05/2013 às 16:33

    Bebel, Parece que em relação aos professores “O”,nada vai mudar,duzentena e provinha mesmo para os que já passaram !!

    Responder
    • 4. apeoesp  |  30/05/2013 às 14:30

      Prezado professor Jacob,
      Estamos lutando para derrubar a prova e também para reduzir a quarentena (queríamos mesmo derrubá-la), mas não é verdade que nada mudou. A prova, se mantida, será classificatória. Todos poderão participar da atribuição de aulas. os professores da categoria O também terão direito ao IAMSPE.Se nada mudou, as reivindicações não eram necessárias?
      Bebel

      Responder
  • 5. Prof° Oswaldo  |  28/05/2013 às 19:45

    Boa tarde, Bebel! Está rolando um boato que alguns professores ainda estavam em greve e que ontem houve uma reunião com o Governo e que ficou decidido que o aumento de 8,1% passaria para 10,2%, pagos em agosto, e pro ano que vem uma aumento de 13%, você tem alguma informação sobre isso? Sem mais agradeço

    Responder
    • 6. apeoesp  |  30/05/2013 às 14:21

      Prezado professor Oswaldo,
      Infelizmente, não passa de boato.
      Bebel

      Responder
  • 7. Carem Adriana Passafaro  |  28/05/2013 às 20:25

    O que foi conversado sobre o Ensino Médio Integral? Nada mudará? O programa continuará?
    Como evitar os crimes que envolvem o projeto?

    Responder
    • 8. apeoesp  |  30/05/2013 às 14:21

      Prezada professora Carem,
      Sim, continuará. Temos ação judicial que questiona as ilegalidades do programa, mas ainda não há conclusão.
      Bebel

      Responder
  • 9. Fernanda  |  28/05/2013 às 20:33

    E quanto aos problemas da aposentadoria (desconto das licenças médicas, mesmo para quem não é readaptado)… Há alguma novidade… Foi negociado algo….

    Responder
    • 10. apeoesp  |  30/05/2013 às 14:19

      Prezada professora Fernanda,
      O govenro não recua neste ponto. Estamos agendando reunião com o Secretário de Gestão Pública para tratar deste assunto, entre outros. Também atuamos pela via judicial, com ações individuais para os professores atingidos.
      Bebel

      Responder
  • 11. Cristiane  |  28/05/2013 às 20:35

    Boa tarde, Bebel
    Nada foi tratado a respeito do artigo 22″ para os professores em estágio probatório? No meu caso que estou viajando 420 km de casa sabendo que têm aulas na minha região. Isto precisa também ser revisto.

    Responder
    • 12. apeoesp  |  30/05/2013 às 14:18

      Prezada professora Cristiane,
      Há anos tratamos deste assunto e o governo não recua. Somente pela via judicial, como fazemos todos os anos.
      Bebel

      Responder
  • 13. Vanessa Cristina  |  28/05/2013 às 21:33

    Já foram descontadas todas as faltas da greve. Sem dó e nem piedade.

    Responder
  • 14. analana  |  28/05/2013 às 22:09

    Fui designada coordenadora em 06/05/2013 mas no dia 21 precisei tirar uma licença saúde de 7 dias por problemas de saúde. Hoje dia 28 retornei ao trabalho e percebi que a diretora está querendo me cessar por causa disso. Ela pode fazer isso? Há um período do ano para a designação ser cessada ou pode ser em qualquer período?

    Responder
    • 15. apeoesp  |  30/05/2013 às 14:16

      Prezada professora Analana,
      Cabe à equipe escolar (como sabemos, aos diretores) a gestão sobre a coordenação pedagógica nas escolas. Caso haja abuso de poder, assédio moral ou outra injustiça, poderá recorrer à Diretoria de Ensino ou à justiça, por meio da APEOESP. Informe-se melhor pelo telefone 11.33506214 ou no departamento jurídico.
      Bebel

      Responder
  • 16. Alex  |  28/05/2013 às 23:54

    À título de comparação e para dar base as discussões sobre salário e valorização dos professores:

    No Brasil, o salário anual de um profissional operacional fica em torno de R$ 21 mil. No caso de profissionais técnicos ou de apoio, a média é de R$ 43 mil. Profissionais com formação superior em cargos de entrada ganham em média R$ 70 mil por ano, enquanto os de nível sênior recebem uma média de R$ 113 mil. No nível executivo, a variação é de R$ 178 mil para cargos de baixa gerência, e R$ 292 mil, para o alto escalão.
    Fonte: http://www.rac.com.br/_conteudo/2013/05/especiais/educacao/leia_mais/64014-cargos-de-gerencia-e-diretoria-tem-salarios-ate-14-vezes-maior-que-operacional.html

    Nós, professores da rede estadual de educação, temos o salário anual de R$ 27.147,51 (R$ 2.088,27 x 13). Ou seja, para o secretário estamos mais próximos de um profissional operacional do que um profissional técnico ou de apoio. Muito longe ainda dos profissionais com formação superior. E ele ainda diz como se fosse vantagem que nosso salário “ultrapassa em 33,3% o valor mínimo de R$ 1.567,00 fixado para 2013”. Fonte: http://www.educacao.sp.gov.br/noticias/nota-de-esclarecimento-secretaria-da-educacao-contesta-desinformacoes-propagadas-pela-apeoesp

    Realmente, se somos considerados profissionais operacionais faz sentido desqualificar a formação docente e ficar nos dizendo como devemos dar aula (cartilha+Saresp).

    Espero que essa informação ajude na discussão salarial.

    Responder
    • 17. apeoesp  |  30/05/2013 às 14:11

      Prezado professor Alex,
      Muito obrigada pela sua contribuição. Seus dados demonstram mais uma vez como a nossa profissão está desvalorizada frente à sua importância social.
      Bebel

      Responder
  • 18. Marcis  |  29/05/2013 às 15:42

    Cara Bebel, pelo que entendi, os professores aprovados da categória O, não mais passaram à frente dos categórias Fs.
    Pois cada um concorrerá em sua faixa?

    Responder
    • 19. apeoesp  |  30/05/2013 às 14:09

      Prezado professor Marcis,
      É isto mesmo. O professor da categoria F concorrerá em faixa logo após os professores estáveis pela Constituição de 1988.
      Bebel

      Responder
  • 20. Daniel Andreoti  |  29/05/2013 às 15:52

    Eu não entendi…..
    Desculpe a minha ignorância….
    Não ficou já decretado que o categoria O que passou na prova não teria que fazer mais????
    Sou aprovado desde 2009 nessa prova já fui aprovado 5 vezes ….
    Eu terei que fazer de novo agora no final do ano de 2013?
    E é verdade que mesmo se a pessoa ultrapassar o limite de faltas dela ela não fica mais nos 200 dias?
    E o iamspe quando poderemos ter?
    Bebel certas pessoas me dizem que eu nao posso efetivar por ser gordinho isso é verdade?
    Mesmo se eu passar no concurso nao posso efetivar?
    Por quais motivos de saude uma pessoa nao pode efetivar?
    Dou aulas desde 2009 mas tenho alguns problemas de saude mas nunca faltei , se faltou tive umas 5 faltas no maximo desde 2009….
    Aguardo alguns esclarecimentos por favor querida bebel….

    Responder
    • 21. apeoesp  |  30/05/2013 às 14:08

      Prezado professor Daniel,
      Em relação à prova para o professor da categoria O, ocorreu o seguinte: na reunião do dia 10 de maio, quando o secretário anunciou que não haveria mais a prova para o professor da categoria F,inclui também o fim da prova para o professor da categoria O, conforme a nossa reivindicação. Não houve resistência naquele momento da parte do secretário. Ocorre que, como explicou na nova reunião, o assunto é da alçada da Secretaria de Gestão Pública, que alega parecer contrário da Procuradoria Geral do Estado. Continuamos discutindo o assunto, mas, se mantida, a prova será classificatória e não mais eliminatória. A PGE diz que, pela lei, o Estado é obrigado a realizar um processo seletivo. Nós queremos mesmo o fim desta forma de contratação, mas para isso a mobilização terá que ser muito maior.
      O projeto de lei que dá direito ao IAMSPE está sendo finalizado pela Secretaria de Gestão Pública para envio à Assembleia Legislativa.
      Quanto à posse no concurso, a perícia médica é que determina de a pessoa pode assumir ou não, mas eles não podem discriminar ou reprovar alguém sem motivos reais. Se ocorrer, a APEOESP presta toda a assistência jurídica para o recurso.
      Bebel

      Responder
  • 22. raimundo  |  29/05/2013 às 17:40

    Bebel, creio que o secretário não vai cumprir integralmente o acordo, visto o que está postado acima. Categoria “O” vai continuar a fazer prova. categoria “F” idem para melhor classificar , sem contar que as coisas pioraram porque quem tem carga reduzida fica impedido de pedir remoção este ano de 2013 e quem for aprovado no dito concurso não terá mais está opção. Creio que o cerco está se fechando para o professor optar por apenas um cargo, seja nas esferas estadual, municipal ou particular. O governo conseguiu triplicar o número de Escolas em período integral, obs.: “sinal que o projeto de Escola integral não é tão ruim assim como alerta o sindicato”. O prefeito HADDAD já fala na mesma politica de período integral.na prefeitura de São Paulo. A meta do governador Geraldo é implantar o período integral em todas as escolas do Estado. O que será de quem tem dois cargos? Com a palavra o Sindicato.

    Responder
    • 23. apeoesp  |  30/05/2013 às 14:02

      Prezado professor Raimundo,
      Não acredito em vaticínios. Nossa obrigação é lutar pelo melhor possível para a nossa categoria, e isto fazemos todos os dias, todas as horas.
      Não haverá mais a prova obrigatória para o professor da categoria F. Se individualmente algum professor desejar fazê-la, tem o direito. A classificação será em faixa própria, após os estáveis pela Constituição de 1988.
      Em relação à prova do professor da categoria O, ocorreu o seguinte: na reunião do dia 10 de maio, quando o secretário anunciou que não haveria mais a prova para o professor da categoria F,inclui também o fim da prova para o professor da categoria O, conforme a nossa reivindicação. Não houve resistência naquele momento da parte do secretário. Ocorre que, como explicou na nova reunião, o assunto é da alçada da Secretaria de Gestão Pública, que alega parecer contrário da Procuradoria Geral do Estado. Continuamos discutindo o assunto, mas, se mantida, a prova será classificatória e não mais eliminatória. A PGE diz que, pela lei, o Estado é obrigado a realizar um processo seletivo. Nós queremos mesmo o fim desta forma de contratação, mas para isso a mobilização terá que ser muito maior.
      Quanto à jornada reduzida, fizemos uma emenda ao projeto e vamos à justiça, se necessário. O regime de dedicação plena e exclusiva é uma luta nossa, desde que o professor receba o suficiente para ter uma vida digna. Não é desejável o acúmulo de cargos. O ideal é que o professor tenha salário digno e jornada composta de forma a que possa trabalhar menos e oferecer ensino de qualidade para seus alunos. Temos que lutar neste sentido. Enquanto isso, a dedicação exclusiva tem que seruma opção do professor.
      Bebel

      Responder
  • 24. Marcos SJ  |  29/05/2013 às 18:48

    Ou seja Presidenta…continua tudo como esta?
    Nossos dias parados serão descontados,acabei de olhar meu holerit e lá está o enorme desconto.
    Lamentável termos feito a greve mais uma vez pra não conquistar nada além de promessas e descontos.

    Responder
    • 25. apeoesp  |  30/05/2013 às 13:56

      Prezado professor Marcos,
      Na questão dos descontos, estamos discutindo com a SEE uma forma de amenizar o problema.
      Discordo que nada tenha sido conquistado. Em primeiro lugar, a negociação foi realizada em 10 de maio e estamos hoje em 30 de maio. Um projeto já foi enviado para a ALESP (concurso), a instrução de reposição de aulas já foi publicada, o reajuste de 8.1% em julho também já foi enviado para aprovação na ALESP (seria de 6% e nossa mobilização conquistou mais 2%), o projeto para que o professor da categoria O tenha direito ao IAMSPE está sendo preparado pela Secretaria de Gestão Pública, o professor da categoria F não precisará mais fazer a prova todos os anos, a prova do professor da categoria será classificatória (estamos pressionando para que seja extinta) e estamos ainda lutando para efetivar a redução da quarentena de 200 para 40 dias. No segundo semestre voltaremos a negociar os salários e a redução da jornada em sala de aula.
      Nossa responsabilidade é lutar. Nunca prometemos que todos os problemas seriam resolvidos. Você acha que sem a greve alguma dessas coisas teria sido conseguida?

      Responder
  • 26. ROBERTO FERNANDES TOFOLI  |  29/05/2013 às 20:01

    querida professora BEBEL gostaria de reforçar se foi questionado com o SECRETARIO DA EDUCAÇÃO sobre a questão da lei 15- 2013 sobre a REMOÇÃO se quem já e professor efetivo a mais de 10 anos com carga reduzida poderá ou não pedir a remoção pela mesma jornada reduzida de 10 aulas pois com carga reduzida temos mais chance de se remover pois cria mais cargo ….. agradeço e um forte abraço fraterno …….

    Responder
    • 27. apeoesp  |  30/05/2013 às 13:49

      Prezado professor Roberto,
      Não poderá. Fizemos uma emenda ao projeto para que isto seja possível, mas terá que ser aprovada na ALESP. Também poderemos recorrer à justiça quanto a este ponto, mas apenas quando a lei entrar em vigor.
      Bebel

      Responder
  • 28. oliveira.  |  29/05/2013 às 21:17

    DEPOIS CRITICAM ; QUE NÃO ADIANTA MOBILIZAÇÕES; POIS; OS INTERESSES ´É DE TODA A CATEGORIA; SÓ PRECISAMOS DE MELHORES SALÁRIOS.

    Responder
    • 29. apeoesp  |  30/05/2013 às 13:47

      Prezado professor Oliveira,
      Você tem toda a razão. Para toda e qualquer conquistar precisamos nos unir e nos mobilizar.
      Bebel

      Responder
  • 30. Paloma  |  29/05/2013 às 23:23

    Nossa! O secretário nas negociações como a Apeoesp publicou que a categoria O não precisaria mais fazer a prova seria somente os novos ?
    Hoje em reunião com o secretario a fala é outra o que é isso!

    Responder
    • 31. apeoesp  |  30/05/2013 às 13:44

      Prezada professora Paloma,
      Ocorreu o seguinte: na reunião do dia 10 de maio, quando o secretário anunciou que não haveria mais a prova para o professor da categoria F,inclui também o fim da prova para o professor da categoria O, conforme a nossa reivindicação. Não houve resistência naquele momento da parte do secretário. Ocorre que, como explicou na nova reunião, o assunto é da alçada da Secretaria de Gestão Pública, que aleg parecer contrário da Procuradoria Geral do Estado. Continuamos discutindo o assunto, mas, se mantida, a prova será classificatória e não mais eliminatória. A PGE diz que, pela lei, o Estado é obrigado a realizar um processo seletivo. Nós queremos mesmo o fim desta forma de contratação, mas para isso a mobilização terá que ser muito maior.
      Bebel

      Responder
  • 32. Alícia  |  30/05/2013 às 01:45

    Oi Bebel, td bem?
    Pelo que pude perceber não se conseguiu nada de concreto para os professores de categoria O. A Classe mais prejudicada ficou apenas nas promessas. Embora reconheça a sua luta, sou capaz de dizer que não acredito que essas mudanças ocorrerá. É lamentável termos estudado tanto, nos dedicado tanto , pois já estou na educação a 8 anos e não ter nenhuma esperança. Não posso ser uma coordenadora pois a lei não permite, não posso participar da prova de mérito pois a lei não me contempla, não posso ser mediador pois mais uma vez sou excluída, não tenho direito a férias, porque alguém decidiu que não faço jus a ela embora qualquer cidadão brasileiro que não seja professor usufrui deste direito mesmo que proporcional. Somente na educação estadual de São Paulo é que acontece tal abuso e nada é feito. Será até quando os guerreiros aguentará tal situação? Quanto a mim, confesso que o desanimo tem me vencido dia a dia!!!

    Abraços,

    Responder
    • 33. apeoesp  |  30/05/2013 às 13:34

      Prezada professora Alicia,
      Creio que não leu com atenção.
      Conseguimos, por enquanto, que os professores da categoria O tenham direito ao IAMSPE. O projeto será enviado e votada pela Assembleia Legislativa. Conseguimos também que a prova, se for mantida, seja classificatória (todos podem participar da atribuição de aulas). Continuamos lutando pelo fim da prova e a SEE está estudando se é possível para os que já fizeram uma vez. Estamos lutando também para que a quarentena deixa de ser de 200 dias e passe a ser de 40 (queríamos mesmo a sua extinção). A SEE tem interesse neste ponto, pois faltam professores na rede. No segundo semestre continuaremos discutindo a questão salarial e a jornada do piso, que interessam a todos os professores. Agora em julho virá um reajuste de 8,1%, que seriam de apenas 6%, mas nossa luta arrancam mais 2%.
      Queremos, na verdade, uma transformação muito maior, mas ela não virá apenas porque negamos o que foi possível conquistar.
      Por fim, você tem, sim, direito a férias. Procure o departamento jurídico na sua subsede.
      Bebel

      Responder
  • 34. CRIS  |  31/05/2013 às 02:22

    Pois bem olha so a falta de informacao , UMA HORA A CATEGORIA O NAO FARA PROVA E OUTRA SIM!!!! SEM FALAR NA DERROTA DO SINDICATO PELA LEI DO PISO, QUE NAO LI COMENTARIO AQUI!!! O SINDICATO NAO TEM BONS ADVOGADOS OU ……PALHACADA!!!

    Responder
    • 35. apeoesp  |  08/06/2013 às 16:21

      Prezada professora Cris,
      Sugiro que leia os textos que publico neste blog e os boletins da APEOESP.
      Com relação à prova do professor da categoria O, surgiram problemas de ordem jurídica dentro do governo, tendo em vista que esses professores, ao terem seucontrato cessado, são considerados ingressantes e precisam passar por processo seletivo. Continuamos lutando para que não haja mais a prova, pois processo seletivo não significa prova, necessariamente. Se mantida, entretanto, a prova será classificatória e não mais eliminatória, como atualmente. Ou seja, não haverá mais aprovados e reprovados e todos participam da atribuição enquanto existirem aulas disponíveis.
      Em relação à jornada do piso, como já foi informado, estamos recorrendo aos tribunais superiores em Brasília. Não se trata de ter bons advogados ou não, e a APEOESP tem excelentes advogados, mas de um processo cheio de vícios e procedimentos irregulares no TJSP, que já denunciamos ao Conselho Nacional de Justiça.
      No última quarta-feira, dia 5/6, o Conselho Nacional de Educação reafirmou por unanimidade o parecer 18/2012, que normatiza a jornada do piso, com um ajuste na tabela solicitado pelo Ministro da Educação, que deverá homologar o parecer nos próximos dias. Isto pode ter influência favorável nos próximos passos do processo judicial.
      Acho estranho que em vez de criticar o governo estadual, que nega nossos direitos e se recusa a aplicar a jornada do piso, você critique o sindicato, que está lutando pela categoria. Parece-me uma inversão de valores.
      Bebel

      Responder
  • 36. luciano  |  31/05/2013 às 18:33

    Fico me perguntando, o que te faz continuar? Ouvimos sempre nao, somos sempre penalizados e quando sobra sao migalhas, longe de mim regeitar as migalhas e nem desvalorizar as conquistas mas precisamos muito mais e nao venha me dizer que temos que lutar para conseguirmos mais pois isso ja sabemos e ja o fazemos o que nao aceitamos sao os resultados estou cansado de ouvir que para esta ou aquela questao o governo nao recua, se ja sabemos do resultado a luta vai ser por ” migalhas ” acredito que este modelo de greve esta ultrapassado e nao funciona na educacao ele ja nao consegue mobilizar tantos como anos atraz, e isso e um indicador que precisamos reformular as estrategias para mobilizar a categoria e seus simpatizantes nao da pra reinvindicar por aumento de salario nao conseguir e ainda ser descontado, isso e uma piada de muito mal gosto, bom quando responder essa pergunta lembre-se quero o melhor pra todos e reconheco sua luta mas vamos lutar com novas armas pois estamos em um novo tempo.

    Responder
    • 37. apeoesp  |  08/06/2013 às 17:52

      Prezado professor Luciano,
      Como educadores, não podemos ser imediatistas. Se uma sucessão de dificuldades nos faz duvidar da necessidade de continuar lutando, precisamos representar o que fazemos como educadores também. A luta por educação de qualidade e valorização dos professores é um processo histórico. O piso salarial profissional nacional é uma luta de dois séculos e ainda não é aplicado em muitas redes de ensino.
      Não recebemos migalhas, são conquistas nossas. Se não a valorizarmos, quem o fará. Na vida pessoal, cada avanço não é uma conquista? Por que seria diferente na nossa luta coletiva? Você acha que o que você chama de migalhas, mas que não são migalhas para quem é beneficiado, viriam se não lutássemos? Pense nisso.
      O que me faz continuar é saber que as coisas não nos são dadas de presente e sim conquistadas. Cada conquista, por menor que seja, me alegra e me faz continuar.
      Bebel

      Responder
  • 38. Lorena  |  01/06/2013 às 04:30

    Presidenta, presenciei juntamente com dois outros professores um outro professor fazendo uso de intorpecentes na escola onde trabalho. Não sei como agir. Existe alguma associação que cuida de professores com dependencia quimica

    Responder
    • 39. apeoesp  |  02/06/2013 às 17:22

      Prezada professora Lorena,
      Não conheço uma instituição específica. Devem conversar com ele e convencê-lo a buscar ajuda.
      Bebel

      Responder
  • 40. Malú  |  01/06/2013 às 10:58

    Bom dia, gostaria de saber se o F não aprovado também não fará a provinha, ou só valerá para os F aprovados.

    Responder
    • 41. apeoesp  |  02/06/2013 às 17:21

      Prezada professora Malu,
      A prova não existirá mais para a categoria F, a não ser para os que queiram fazê-la.
      Bebel

      Responder
  • 42. Andre  |  01/06/2013 às 23:34

    Bebel
    sobre a carga horaria, a reduzida nao sera oferecida no concurso?
    para quem pretende assumir um seg cargo, seria ideal

    Responder
    • 43. apeoesp  |  02/06/2013 às 17:18

      Prezado professor André,
      Não será oferecida. Apresentamos uma emenda ao projeto de lei e, se necessário, vamos recorrer à justiça.
      Bebel

      Responder
  • 44. Sonia  |  02/06/2013 às 00:47

    Bebel e com relação a atribuição de aulas, o Cat “O” vai atribuir em sua atual U.E ou vamos continuar na humilhação de ir para D.R.E?
    Se pararmos para pensar a atribuição vai ficar mais injusta do que nunca, ja que não se tem mais a necessidade de fazer a prova.
    Vai acontecer de F reprovado passar na frente de O aprovado?
    acho que isso esta errado, uma forma mais simples com relação a atribuição era o governo colocar todos para atribuir em U.E ou todos para atribuir em D.R.E, essa divisão é injusta!
    Por que o cat O tem que ser humilhado pela supervisão de ensino no ato da atribuição e o F nao?
    Acredito eu que a atribuição do ano que vem, se for dividida em D.E para O e U.E para F vai ser a atribuição mais injusta possível.

    Responder
    • 45. apeoesp  |  02/06/2013 às 17:14

      Prezada professora Sonia,
      Não existirá mais o professor categoria F “reprovado”. Terão uma faixa própria na atribuição de aulas. O professor da categoria F se tornou estável por força das leis complementares 1010/07 e 1093/09. Vamos discutir a regras de atribuição de aulas, mas a tendência é que permaneça a atribuição para os professores da categoria F nas escolas e para os professores da categoria O nas diretorias de ensino, pois são contratados por tempo determinado e, assim, não consolidam vínculo com uma unidade escolar específica. Na discussão do plano de carreira queremos a revogação deste tipo de contratação precária e condições dignas para todos.
      Bebel

      Responder
  • 46. Jorge Neres  |  02/06/2013 às 01:11

    Olá, sobre a quarentena em 2012, encerrei meu contrato para assumir um cargo de AOE, porém estou com arrependimento e gostaria de voltar, sou de matemática, verifico em minha região que muitas atribuições ocorrem e não há candidatos. Será que poderia talvez ser contratado antes dos 200 dias dentro da cota dos 50%? E sobre o concurso, acredito que o cenário ano que vem para categoria O não será o mesmo tão fácil devido ao concurso, será que vale a pena arriscar, pois pelo jeito os efetivos do concurso deste ano tendem a iniciar já no próximo ano letivo. Grato.

    Responder
    • 47. apeoesp  |  02/06/2013 às 17:11

      Prezado professor Jorge,
      Você precisa verificar sua situação junto ao departamento jurídico, pois, se você rescindiu o seu contrato, pode ter dificuldades de voltar dentro do prazo de cinco anos. Talvez precise de uma medida judicial. Ligue para 11.33506214.
      Bebel

      Responder
  • 48. IVO.FREITAS  |  02/06/2013 às 16:46

    Prezada Bebel:
    Se realmente continuar a quarentena dos 200 dias, pergunta ao secretário para que ele de uma sugestão para ganhar dinheiro em casa. Por favor Bebel faça essa pergunta para ele e depois você me responde não tem como se conformar com essa atitude uma pessoa sem noção. Como um pai de família vai pagar as suas contas sabendo que tem que ficar seis meses em casa cumprindo essa duzentena. Obrigada por enquanto!

    Responder
    • 49. apeoesp  |  02/06/2013 às 17:07

      Prezado professor Ivo,
      O Secretário da Educação nos disse que é favorável à redução para 40 dias, pois faltam professores. Há resistências de outros órgãos do governo, como a Procuradoria Geral do Estado e a Secretaria de Gestão Pública. Querem manter os professores sem vínculo permanente com o Estado. Um absurdo.
      Bebel

      Responder
  • 50. CRIS  |  02/06/2013 às 23:04

    Tenho um comentario numero 34 e nada de resposta….afinal pq a apeoesp nao colocou no site que a justica deu causa ganha para o governo sobre um um terco da jornada de trabalho, mais uma derrota e agora???? Na radio local onde moro foi anunciado esta semana!!!!

    Responder
    • 51. apeoesp  |  06/06/2013 às 17:07

      Prezada professora Cris,~
      Já havíamos divulgado que em caso de uma decisão negativa, recorreríamos aos tribunais superiores em Brasília (STJ e STF), o que estamos fazendo neste momento. A luta ainda está longe de terminar.
      Bebel

      Responder
  • 52. Nane  |  03/06/2013 às 00:42

    Bebel, estava otimista com a mobilização que teve e que participei, mas agora parece que ficou pior….Concordo com o professor Jacob . O combinado não era que não existiria mais prova para os aprovados da cat. O?Classificatório e não eliminatório dá no mesmo, pois mesmo quem não passa, está dando aulas, aliás até quem não fez essa maldita prova está em sala de aula ! E isso não foi o combinado no dia 26 de abril… não foi o que você nos passou. Outra coisa de 200 dias para 40 dias vale somente para o ano que vem?

    Responder
    • 53. apeoesp  |  06/06/2013 às 17:05

      Prezada professora Nane,
      Sim, toda a conversa foi neste sentido, mas surgem as complicações vindas de outras áreas do governo. A PGE sempre cria obstáculos e a Secretaria de Gestão´Pública, autora da lei 1093/09, também está renitente. É preciso ficar claro que em relação à quarentena de 200 para 40 dias, a SEE tem todo o interesse, pois faltam professores na rede. No ano que vem a quarentena será de 200 dias, se prevalecer a posição da PGE e Secretaria de Gestão. Nós da APEOESP e a própria SEE fazemos pressão para que seja reduzida. Estamos neste luta, que não é nada fácil.
      Bebel

      Responder
  • 54. Cristiane Salvador  |  03/06/2013 às 15:59

    Prezada Bebel, perdemos na justiça paulista sobre nossa jornada, a apeoesp ja entrou no supremo?

    Responder
    • 55. apeoesp  |  06/06/2013 às 17:00

      Prezada professora Cristiane,
      A peça de recurso está sendo preparada para ingresso no STJ (de novo) e no STF.
      Bebel

      Responder
  • 56. Dias  |  03/06/2013 às 18:29

    Bebel. na minha escola já foram descontados os dias parados antes de sair o resultado da negociação! o que fazer!!!

    Responder
    • 57. apeoesp  |  06/06/2013 às 16:59

      Prezada professor Dias,
      Estamos pressionando o governo a rever este procedimento e estornar os descontos, para que sejam repostos com a reposição de aulas.
      Bebel

      Responder
  • 58. Bernardo  |  03/06/2013 às 22:34

    Querida Presidenta
    Sou cat. O ,e fiz vários cursos pela EFAP, gostaria de saber , se sendo cat. O,tenho direito a pontos em nível de atribuição.
    Muito Grato, e muita luz para a Sra.
    Bernardo

    Responder
    • 59. apeoesp  |  06/06/2013 às 16:09

      Prezado professor Bernardo,
      Infelizmente, não. Deve tentar via judicial. Ligue para 11.33506214.
      Bebel

      Responder
  • 60. Nane  |  04/06/2013 às 01:01

    Outra coisa de 200 dias para 40 dias vale somente para o ano que vem?

    Responder
    • 61. apeoesp  |  06/06/2013 às 16:05

      Prezada professora Nane,
      Infelizmente esta questão não ficou plenamente resolvida. Há resistências da Secretaria de Gestão Pública (onde estamos pedindo reunião) e Procuradoria Geral do Estado.O Secretário da Educação reafirmou mais de uma vez que quer a redução, pois faltam professores. A SEE também tem interesse em que isto se resolva. Estamos lutando por isto.
      Bebel

      Responder
  • 62. Felipe  |  04/06/2013 às 02:44

    Bebel, boa noite!

    Com o novo concurso, antes que as vagas sejam oferecidas, haverá concurso de remoção?

    No caso, os professores em estágio probatório já poderão também participar desta remoção?

    Agradeço.

    Responder
    • 63. apeoesp  |  06/06/2013 às 16:01

      Prezado professor Felipe,
      Sim, haverá concurso de remoção. Professores em estágio probatório participam apenas mediante ação judicial.
      Bebel

      Responder
  • 64. luciano  |  05/06/2013 às 01:52

    Ola, gostaria de saber onde posso encontrar o quadro de vencimentos do magisterio paulista em sua respectivas faixas e niveis atualizado para 2013 nas 8 faixas e 8 niveis para saber do meu base atualizado ja que tenho evolucao, a apeoesp poderia publicar esse quadro todo ano “atualizado” ja com os aumentos que viermos a ter no ano corrente, por favor em todas as jornadas. Obrigado

    Responder
    • 65. apeoesp  |  06/06/2013 às 15:50

      Prezado professor Luciano,
      Obrigada pela sugestão. Vou mandar publicar este quadro no site da entidade.
      Bebel

      Responder
  • 66. Joaquim Machado Filho  |  05/06/2013 às 13:52

    Prezada Bebel, bom dia! E a Sanção/ou Homologação do Ministro da Educação sobre o Parecer do CNE que vc foi a relatora, ele não havia dito que dentro de 15 dias estaria Homologando o Parecer? Grato, um abraço, prof. Joaquim/Campinas

    Responder
    • 67. apeoesp  |  06/06/2013 às 15:48

      Prezado professor Joaquim,
      Hoje publiquei uma informação sobre isto. Ontem o CNE aprovou uma alteração pontual no parecer. Agora poderá ser homologado pelo Ministro.
      Bebel

      Responder
  • 68. José  |  05/06/2013 às 19:58

    Prezada Bebel
    Passei na prova em 2010, fui reprovado em 2011 e 2012 e nunca dei aula. Agora é que estou indo nas atribuições. Vou precisar fazer a prova? Se precisar, será válida a maior nota? Obrigado.

    Responder
    • 69. apeoesp  |  06/06/2013 às 15:41

      Prezado professor José,
      Sim, o governo, por enquanto, está mantendo a prova para quem está ingressando. Você terá que fazê-la e deve atingir a média exigida. Estamos lutando para extinguir esta prova.
      Bebel

      Responder
  • 70. César  |  06/06/2013 às 00:48

    Bebel, quanto a reposição das aulas não ministradas durante a greve: ficou decidido em minha sede que os professores terão que repor os dias parados através de substituições esporádicas durante o ano -já que a direção substituiu-nos com eventuais durante a greve- . Acho isso muito injusto! Esta reposição há de durar meses desse jeito. Eu gostaria de repor os dias parados aos sábados ou em horários pré-agendados com os alunos, mas, segundo a diretora isso não será possível. Como devo proceder?

    Responder
    • 71. apeoesp  |  06/06/2013 às 14:50

      Prezado professor César,
      Originalmente, professores cujas aulas foram ministradas por temporários não poderia repor as aulas. A possibilidade de repor com aulas de outros professores que faltam foi negociada, para que todos possam repor. Por outro lado, não cabe à diretora impor o esquema de reposição de aulas. O Secretário afirmou à APEOESP que onde se lê unidade escolar está implícito que é o conselho de escola quem toma as decisões. Ele concordou em inserir isto na instrução de reposição. Os professores de sua escola devem insistir para que o assunto seja discutido no conselho de escola e denifirem o melhor esquema de reposição possível.
      Bebel

      Responder
      • 72. César  |  06/06/2013 às 22:38

        Bebel, Obrigado pelo esclarecimento. Já tentei negociar, mas, segundo a direção não há possibilidade de repormos as aulas não ministradas em dias ou horários alternativos. Todas as aulas dos professores que aderiram à greve foram substituídas por professores eventuais. Creio que o governo agiu desta maneira propositalmente, com o objetivo de nos desencorajar a entrar em movimentos grevistas futuros… Não concordo em eventuar para repor as aulas não ministradas durante à greve -não tenho tempo para isso- e se não o fizer, ficarei com faltas justificadas na minha “ficha 100”. Que complicado! Terei que repor 46 aulas como eventual para regularizar a minha situação. Os responsáveis ( dirigentes ) por esta “palhaçada” deveriam ser punidos pela lei.

      • 73. apeoesp  |  08/06/2013 às 17:33

        Prezado professor César,
        Neste caso, verifique junto ao departamento jurídico na subsede a possibilidade de uma ação individual ou ligue para 11.33506214.
        Bebel

  • 74. Aline  |  06/06/2013 às 01:39

    Olá Bebel, gostaria de saber sobre os professores que estão em período probatório desde fevereiro de 2012, poderemos pedir remoção este Ano? E como funciona o artigo 22, atende as nossas necessidades que estamos no probatório??? Sou nova na rede entendo pouco ainda destes artigos.
    Desde já Obrigada!

    Responder
    • 75. apeoesp  |  06/06/2013 às 14:46

      Prezada professora Aline,
      Há um decreto do governador que veda qualquer movimentação do professor em estágio probratório, o que consideramos injusto. Porém, o governo não concorda em revogar estes itens restritivos do decreto, razão pela qual é necessária ação judicial quando o pedido é indeferido. Oriente-se melhor pelo telefone 11.33606214.
      Bebel

      Responder
  • 76. Dorotéia  |  06/06/2013 às 03:29

    Cansada de vc Bebel,não consegue solução de nada,fica o tempo todo enrolando nós professores,qdo fala de 2% a mais em cima dos 6% acha que isso é muito,nosso salario é vergonhoso.Queria não receber mais as suas cartinhas e nem sua promessas,acho que vc deveria voltar par a sala de aula para realmente saber o que estamos passando,sei que depois dai vc vai ocupar o cargo que o Sr. Ramiro ocupa.E nós professores cada vez mais doentes e tristes…Não esqueçam que as propagandas de Chapas para eleições já estão chegando!

    Responder
    • 77. apeoesp  |  06/06/2013 às 15:29

      Prezada professora Dorotéia,
      A leviandade não é aceitável em qualquer pessoa, menos ainda em um(a) educador(a). A APEOESP, nem eu própria, somos o Estado ou temos o poder do governador, do secretário da Educação ou outra autoridade. Como pode atribuir-me a responsabilidade pelos problemas que enfrentamos? O que você sabe da dificuldade em negociar com este governo? Nosso salário é, sim, vergonhoso e a responsabilidade por isso não cabe a mim, nem a você, nem à nossa categoria e sim ao governo. sei que 6% ou 2% ou 8,1% é pouco, mas isso é resultado da nossa luta, não caiu do céu. Ter um salário x ou x+8,1% é indiferente para você? Se for, por que, então, reclamamos de nossos salários? Não podemos ser contraditórios. Queremos, sim, aumento de salário, mas não podemos desprezar o que conquistamos. Eu nãofaço promessas, professora. Eu tenho compromissos e os cumpro. Não posso ser responsabilizada pela intransigência e desmandos do governo.
      Em meio a tanta intransigência (veja, os funcionários da saúde estão ocupando a Assembleia Legislativa para serem ouvidosss), temos sim obtido avanços pontuais: o professor da categoria F não precisará mais fazer prova, a prova para o da categoria O, se for mantida, será classificatória; o professor da categoria O terá direito ao IAMSPE; haverá concurso no segundo semestre e o curso de formação não será mais uma etapa obrigatória do concurso e sim parte do estágio probatório; no segundo semestre voltamos a negociar salários e a implantação da jornada do piso; está em fase final a elaboração da regulamentação das alterações recentes da carreira do magistério, abrindo novas possibilidades de evolução e promoção. Isso é nada para você?
      Quando me refiro a leviandade, refiro-me às calúnias que sua mensagem contém contra a minha pessoa. Você não me conhece. Que direito tem de tirar conclusões sobre a minha vida? Que exemplo você dá para seus alunos, num momento em que nós, professores, somos tão desrespeitados nas salas de aula e a violência nas escolas aumenta, como mostra a pesquisa que realizamos recentemente?
      Pense nisso, professora. Não contribua para piorar ainda mais a auto-estima da nossa categoria.
      Bebel

      Responder
  • 78. vivian  |  06/06/2013 às 12:16

    e agora presidenta, já ultrapassei minhas faltas médica do contrato iniciou em 02/2012 e agora em 2013 não tenho direitos a faltas. não posso mais ficar doente.

    Responder
    • 79. apeoesp  |  06/06/2013 às 14:40

      Prezada professora Vivian,
      Sim. É um absurdo. Por isso queremos acabar com este tipo de contratação na rede estadual de ensino. É desumano, prejudica os professores e o próprio sistema.
      Bebel

      Responder
  • 80. TIAGO  |  06/06/2013 às 15:48

    OI BEBEL, SOU CATEGORIA O E GOSTARIA QUE ME AJUDASSE: TINHA 12 AULAS SEMANAIS E RECEBIA POR 15 = 15 x 5 SEMANAS = 75 AULAS MENSAIS. FORAM ATRIBUÍDAS MAIS 14 COMO PROFESSOR AUXILIAR, OU SEJA, GOSTARIA DE SABER O TOTAL DE AULAS MENSAIS QUE RECEBEREI, POIS A MINHA CONTA NÃO ESTÁ BATENDO COM A DA SECRETARIA DA ESCOLA. SE POSSÍVEL ME DETALHE A QUANTIDADE DE HTPC E HTPL.
    OBRIGAD

    Responder
    • 81. apeoesp  |  06/06/2013 às 20:56

      Prezado professor Tiago,
      Nos termos do disposto na Res. SE nº 8/2012, o docente que tem atribuídas 12 aulas (com alunos) faz jus a 02 (duas) horas de trabalho pedagógico na escola e 4 (quatro) horas em local de livre escolha, o que totaliza 18 (dezoito) aulas, que transformado em hora obtem-se 15 aulas.
      Somadas as aulas como professor auxiliar que teve atribuídas, se 14 (quatorze) aulas com alunos, somando com as aulas anteriormente atribuidas, totaliza 26 aulas com alunos.
      O docente que tem atribuídas 26 aulas (com alunos) faz jus a 02 (duas) horas de trabalho pedagógico na escola e 11 (onze) em local livre, o que totaliza 39 aulas semanais de 50 (cinquenta) minutos.
      Transformado em hora relógio temos 33 horas, que multiplicado por cinco semanas totaliza 165 aulas mensais.
      Bebel

      Responder
  • 82. Marcia  |  06/06/2013 às 18:36

    Senhora Bebel, gostaria de saber se nesse ano 2013 haverá prova(processo seletivo) e todos os cat F “reprovados”deveram fazer a mesma?

    Responder
    • 83. apeoesp  |  06/06/2013 às 20:53

      Prezada professora Márcia,
      Não haverá mais obrigatoriedade da prova. Os professores da categoria F só a farão se quiserem melhorar sua nota.
      Bebel

      Responder
  • 84. Cris  |  06/06/2013 às 19:12

    Olá Bebel! Estou numa situação muito complicada. Estou com depressão e transtornos de ansiedade. Na escola em que trabalho há a prática deliberada de assédio moral pela diretora e coordenadora. Não aguento mais ser tratada aos gritos, ser humilhada e perseguida. Isso não acontece apenas comigo. Alguns professores pensam em mover processo coletivo contra elas, entretanto, todos precisam trabalhar e há o medo de sofrer represálias e afins. Eu estou fazendo tratamento com uma psiquiatra. Estou à base de remédios. Ela agora me encaminhou ao inss. Estou com perícia agendada para o começo de julho.
    MINHAS DÚVIDAS SÃO: 1. Esse período em que fico agendando perícia, como fica? Se o médico não me conceder o afastamento, alguém me pagará por esse período de espera? E se o médico não me conceder, esse período de espera prejudica meu contrato?
    2. Se o médico não me conceder o afastamento, estou decidida a romper meu contrato. Isso me impedirá de pegar aulas ano que vem? Lembrando que sou categoria O.
    Estou desesperada! Me ajuda, por favor!

    Responder
    • 85. apeoesp  |  08/06/2013 às 16:12

      Prezada professora Cris,
      Se você não estiver em licença, o que será determinado pela perícia, deve trabalhar, além de fazer uso dos poucos direitos a faltas justificadas e abonadas que o contrato lhe permite.
      Períodos de faltas prejudicam, sim, seu contrato, a não ser que consiga uma decisão judicial. Para tanto, informe-se melhor pelo telefone 11.33506214 ou entre em contato com o departamento jurídico na subsede.
      O rompimento unilateral do contrato poderá determinar que você não possa voltar à rede por cinco anos. Quanto a isto, também é possível contestar judicialmente.
      Com relação ao assédio moral, se os professores não se unirem para denunciar a diretora e a coordenadora, elas prosseguirão nestas práticas. A SEE e a justiça não iniciam processos, nesses casos, se não houver identificação dos denunciantes. Informe-se melhor sobre isto pelo mesmo telefone que lhe informei anteriormente.
      Boa sorte.
      Bebel

      Responder
  • 86. Aline  |  06/06/2013 às 22:49

    Bebel, então é em vão termos esperança de conseguir se remover para perto de nossas casas??? Vocês não podem nos ajudar a cobrar isso deles (governo)???

    Mais uma vez, desde já Obrigada pela atenção!

    Responder
    • 87. apeoesp  |  08/06/2013 às 17:32

      Prezada professora Aline,
      Não só podemos, como é o que temos feito há muitos anos. O governo não cede e só podemos ingressar com ação judicial mediante o direito negado, o que provoca muitas vezes problemas na execução da sentença se o juiz ou juíza demora muito a decidir. É um círculo vicioso que prejudica os professor4es ingressantes e só será mudando definitivamente quando conseguirmos eleger um governo mais humano.
      Bebel

      Responder
  • 88. Rose Marie Rodrigues Martinelli Viscaino  |  06/06/2013 às 22:51

    Olá, gostaria de um esclarecimento. Hoje fui informada na minha UE de q só poderia repor o dias da greve dando aulas como eventual na disciplina q leciono (história) e q por isso talvez eu acabasse tendo q repor aulas em outra escola. Isso procede? a vice-diretora disse q a supervisora ainda iria confirmar essa informação, mas gostaria de me antecipar sobre a legalidade disso..Detalhe- a maioria das minhas faltas teve professor eventual em meu lugar.

    Responder
    • 89. apeoesp  |  08/06/2013 às 17:23

      Prezada professora Rose,
      Nós, da APEOESP, contestamos o direito do governo de designar eventuais para ministrar aulas em lugar de grevistas. Entretanto, um processo judicial pode demorar muito tempo e, eventualmente, não resultar em ganho de causa. Assim, na negociação para o fim da greve abriu-se a possibilidade de reposição em outros horários para o professor que teve suas aulas ministradas por eventual.
      Bebel

      Responder
  • 90. Gilson  |  07/06/2013 às 00:41

    Boa noite Bebel, sou professor cat. O, participei da greve, tive 10 dias descontados, quase 800 reais.
    No ATPC de terça feira a diretora leu a rede do dia, disse ela que o nosso contrato sera interrompido, e aberto um novo contrato isso procede, pois se for verdade ficaremos mais dois meses sem sálario?

    Responder
    • 91. apeoesp  |  08/06/2013 às 16:47

      Prezado professor Gilson,
      Primeiro, o professor da categoria O poderá repor como todos os demais. Estamos vendo na SEE é possível estornar o desconto e parcela-lo, como foi feito em 2010, para que a reposição atenue um pouco este desconto.
      A reimplantação dos dados foi imediata após a greve. Desta forma, não haverá este prazo longo para receber os salários. Houve casos em que as escolas não cumpriram os prazos. A SEE nos informou que está levantando esses casos para tomar providências.
      Bebel

      Responder
  • 92. Maria Luiza  |  07/06/2013 às 01:27

    Boa noite, Professora Isabel.
    Fiquei na dúvida quanto às notícias: professor “O” que já foi aprovado em prova e está na rede não precisará mais fazer prova. Mas e os “Os” cujo contrato acabará agora no final de 2013, será desligado, e então esses terão que fazer prova, pois não serão considerados “na rede”. É isso mesmo?

    Responder
    • 93. apeoesp  |  08/06/2013 às 16:44

      Prezada professora Maria Luiza,
      Esta nossa informação já foi colocada em questão pelo Secretário da Educação. Ele alega que surgiram dificuldades jurídicas no governo, pois a lei manda que se faça processo seletivo para todo professor que ingresse na rede. Isto confirma o que você diz, pois quando retorna o professor será ingressante de novo. Entretanto, continuamos lutando, pois processo seletivo não significa necessariamente prova.
      O que está certo é que, mantida a prova ela será classificatória, ou seja, não haverá mais aprovados e reprovados e todos poderão participar do processo de atribuição, havendo aulas.
      Bebel

      Responder
      • 94. Maria Luiza  |  09/06/2013 às 14:57

        Compreendo. Eu em 2012 fiz 62 acertos, se em 2013 fizer menos, diminuirá meus pontos. O Governo fala tanto em professores capacitados, com experiência e no meu caso, tenho Mestrado, Doutorado, 18 anos de professora Universitária, Chefe de departamento, trabalhos publicados, falo e escrevo maus de duas linguas, tinha já em 2011 completado meu quinquênio, e perdi tudo isso. É como falo para os colegas a categoria “O” é a quinta categoria. Agradeço a atenção.

      • 95. apeoesp  |  12/06/2013 às 10:11

        Prezada professora Maria Luiza,
        Seu comentário não está claro. A que redução de pontos se refere? Isto não está previsto.
        Quanto a seus direitos que não estão sendo respeitados, deve procurar o departamento jurídico para eventual ação judicial.
        Bebel

  • 96. Nane  |  07/06/2013 às 03:01

    Professora Vivian, atestado médico são 6 por ano e não por contrato!

    Responder
  • 97. Cris  |  07/06/2013 às 21:47

    Bebel, por que tem respondido todas as perguntas menos a minha?

    Responder
    • 98. apeoesp  |  08/06/2013 às 16:13

      Prezada professora Cris,
      Desculpe-me. Um de suas mensagens (que tem o mesmo texto) já foi respondida.
      Bebel

      Responder
  • 99. Aline  |  09/06/2013 às 03:25

    Olá Bebel, gostaria de saber se um professor efetivo que ingressou em 01 de fevereiro de 2012, tinha direito de receber férias, em janeiro de 2013?? Entendo que trabalhamos 11 meses mas temos o direito de receber proporcional não é mesmo??

    Mais uma vez Obrigada!!!

    Responder
    • 100. Aline  |  14/06/2013 às 22:34

      Bebel boa noite estou no aguardo da minha resposta. Obrigada!!!

      Responder
      • 101. apeoesp  |  15/06/2013 às 12:52

        Prezada professora Aline,
        Desculpe-me. Já respondi.
        Bebel

    • 102. apeoesp  |  15/06/2013 às 12:52

      Prezada professora Aline,
      O direito a férias é adquirido com 12 meses de exercício. O Estado programa os pagamentos para janeiro e julho, mas você tem o direito de receber quando completa o tempo. Entre em contato com o departamento jurídico na subsede ou pelo telefone 11.33506214 para saber que procedimentos tomar.
      Bebel

      Responder
  • 103. Marcia  |  09/06/2013 às 14:30

    Bom dia Bebel?
    A não obrigatoriedade de realizar a prova (processo seletivo) para os cat. F (aprovado e reprovado) e sim para quem quiser melhorar a sua nota, isso já entra em vigor para esse ano 2013?
    A atribuição para 2014 será pelo seus “pares” em uma escala única ( contagem de tempo ou contagem de tempo +nota de prova), ou seja, todos os F e depois O, não havendo mais o chamados “todos aprovados conforme as categorias F e O, depois assim sucessivamente aos reprovados”,como seria a nova atribuição?
    Obrigada e tenha um bom domingo…………….

    Responder
    • 104. apeoesp  |  12/06/2013 às 10:14

      Prezada professora Márcia,
      Sim, a prova não ser mais obrigatória para a atribuição de 2014.
      Os professores da categoria F farão a atribuição antes dos professores da categoria O.
      Bebel

      Responder
  • 105. Rosana Aparecida da silva  |  09/06/2013 às 16:10

    Boa tarde Bebel!!!!
    Entre as negociações, perdas e ganhos dos professores, gostaria de saber se a cat.O terá ou não direitos a usar o Hospital do Servidor Publico, já que vi em um comentário acima que os cat.O que encerram seus contratos esse ano terão que fazer prova.
    Ai vem a decepção, continuaremos sendo excluidos, humilhados e nossos diplomas desvalorizados. Afinal o que ganhamos???
    Quais beneficios tivemos???
    Mesmo o senhor governador sabendo que os “CATEGORIAS O” que carregam os alunos durante o ano no Estado de São Paulo,o mesmo continua nos excluindo de qualquer beneficio e estimulo de trabaljo.
    Abraços tenha uma otima semana, professora Rosana

    Responder
    • 106. apeoesp  |  12/06/2013 às 10:00

      Prezada professora Rosana,
      O projeto para direito ao IAMSPE será enviado à Assembleia Legislativa. Este procedimento costuma demorar pois o projeto passa por várias instâncias do governo.
      Se mantida a prova do professor categoria O, ela será classificatória. Ou seja, todos participam da atribuição de aulas e não haverá mais reprovados.
      Quanto à quarentena, está em estudos a sua redução. Há resistências jurídicas no governo.
      Bebel

      Responder
  • 107. Rogerio Nakagawa  |  09/06/2013 às 23:13

    Ola gostaria de informações sobre a reposição dos Categoria O, pois a secretária me informou que receberei os descontos das faltas como EVENTUAL, assim que eu repor as aulas,

    Disse que meu contrato ficou “congelado”, durante as 3 semanas que fiquei de greve, ou seja, financeiramente perco os fins de semanas e o feriado do dia 1º de maio.
    Pior que isso, o tempo “congelado” para fins de 13º salario, férias e bonus eu TEREI PREJUIZO mesmo repondo as aulas direitinho.

    Isso procede?

    Responder
    • 108. apeoesp  |  12/06/2013 às 09:57

      Prezado professor Rogério,
      A reposição será paga desta forma a todos os professores. Estamos ainda tentando modificar isto. A alternativa seria ação judicial, cujo resultado é incerto, poderia demorar anos e suspenderia automaticamente a reposição de aulas.
      A suspensão do contrato foi a solução encontrada pela SEE para a não demissão, devido às características da contratação do professor da categoria O. Novamente, a alternativa é a ação judicial, mas neste caso o resultado também é incerto.
      Bebel

      Responder
  • 109. Maria Aparecida Vieira  |  10/06/2013 às 00:40

    Prezada Bebel.

    Estou afastada desde agosto do ano passado, quando passei mal em sala de aula, problemas de anos. Quinta-feira, dia 06/06 fui em uma perícia médica em São Paulo. Uma licença de 60 dias e um relatório onde o médico relata a minha situação ( sem dias ) para que o perito, com sua autoridade pudesse prorrogar a mesma por mais tempo. No ato da perícia, perguntei ao médico se eu teria que voltar ao trabalho na segunda, dia 10/06, ele respondeu que não, que era para eu aguardar a publicação em Diário Oficial, a pessoa que me acompanhava, afirma que ele respondeu assim por duas a três vezes. Fiquei em dúvida, daí liguei na Diretoria de Ensino de Capivari e a Sra. Eliane sendo questionada, respondeu friamente que eu deveria voltar a trabalhar nesta data, senão ficaria com faltas. Como voltar, se não tenho condições psicológicas para isso. E se voltar, quem será responsável pela minha e pela integridade dos alunos??? O que posso fazer? Outra coisa, a gerente da escola já enviou os papéis da aposentadoria (parece-me que está ENGAVETADO na Diretoria de Ensino). As negociações sobre os descontos das faltas médicas e licenças não. avançaram? E o Art. 40, 3º e 17 _ CF ; Art. 1. 5º EC. 20/98 Nº 41/03 _ E o 81. que deixa bem claro esse DIREITO. Já li junto com minha filha e outros colegas várias vezes o MANUAL DOS SERIDORES PÚBLICOS DO ESTADO DE SÃO PAULO _ UCRH _ REGRAS BÁSICAS ( Contagem de tempo; Licenças; Aposentadoria). Foi o ESTADO que postou estas informações. Então. por que esta dificuldade em obter um direito basicamente adquirido??? Me ajude, por favor!
    Grata pela atenção!

    Responder
    • 110. apeoesp  |  12/06/2013 às 09:54

      Prezada professora Maria Aparecida,
      As negociações sobre aposentadoria ainda não avançaram porque não foi, ainda, agenda a reunião com o Secretário da Gestão Pública.
      Na realidade, você precisa de uma orientação jurídica sobre seus direitos e procedimentos em toda esta situação. Ligue para 11.33506214 ou procure o departamento jurídico, na subsede.
      Bebel

      Responder
  • 111. angel  |  10/06/2013 às 01:19

    Estou na rede desde 2008 e iniciei como cat. L, passei para cat. O e efetivei em 2012. Tenho direito ao quinquênio?

    Responder
    • 112. apeoesp  |  12/06/2013 às 09:51

      Prezada professora Angel,
      Você deve recorrer à via judicial. Procure o departamento jurídico na subsede ou informe-se pelo telefone 11.33506214.
      Bebel

      Responder
  • 113. Paulos Teixeira  |  10/06/2013 às 22:51

    Pelo amor de Deus, Bebel… Sou ”O”, fiz greve, e não tive pagamento este mês…, ou seja: no 5º dia útil, 6ª feira, não caiu salário nenhum… Não consta nada também na folha de pagamento da fazenda paulista… Quem pagará minhas contas??? o chapolim colorado???

    paulosteixeira_hist@yahoo.com.br

    Responder
    • 114. apeoesp  |  12/06/2013 às 09:44

      Prezado professor Paulos,
      Algumas escolas não incluíram os dados a tempo na folha de pagamento. Já fizemos contato com a SEE e ficaram de ver uma solução. Estamos cobrando.
      Bebel

      Responder
  • 115. Wilson  |  11/06/2013 às 12:31

    Bebel e o iasmpe alguma mudança para categoria O??

    Responder
    • 116. apeoesp  |  12/06/2013 às 09:36

      Prezado professor Wilson,
      A informação que nos foi dada é que o projeto de lei está sendo preparado para envio à ALESP´. Este processo costuma demorar um pouco, pois passa por várias instâncias. Estamos pressionando o governo e insistindo no agendamento de uma reunião com o Secretário de Gestão Pública.
      Bebel

      Responder
  • 117. Marcia  |  13/06/2013 às 18:49

    Boa tarde Bebel?
    Lendo o que já foi postado sobre a implementação da jornada e a resistência da Secretaria em colocar em prática, apesar de que a justiça concedeu na última instância causa “favorável” a Secretaria.Gostaria de saber como ficará a nova jornada para 2014, sendo que nos outros Estados já cumpreem o mesmo?E o Ministro da Educação implantará a jornada no Estado de SP?

    Responder
    • 118. apeoesp  |  15/06/2013 às 12:31

      Prezada professora Marcia,
      Não são todos os estados que cumprem a jornada do piso, apenas parte deles. Quando o Ministro homologar o parecer do CNE, o que está próximo de acontecer, isto facilitará a previsão da implantação da jornada nos orçamentos. No caso do Estado de SP, o assunto será negociado agora no segundo semestre e nossa luta é para que vigore uma redução já em 2014.
      Bebel

      Responder
  • 119. nane  |  14/06/2013 às 00:57

    Bebel, alguma novidade sobre cat. O? Obrigada

    Responder
    • 120. apeoesp  |  15/06/2013 às 12:22

      Prezada professora Nane,
      Estamos em contato permanente com a SEE para saber dos encaminhamentos concretos. Ficaram de nos posicionar no início da semana.
      Bebel

      Responder
  • 121. lucila pereira rosa araujo  |  16/06/2013 às 02:10

    OLA BEBEL
    SOU CATEGORIA L/O ,ESSE ANO NA ATRIBUIÇAO DIA 05/03/2013, PEGUEI UM 5 ANO , TUDO BEM QUANDO FOI NO OUTRO DIA QUE FUI ASSUMIR A SALA DE AULA TIVE UMA SURPRESA A SALA QUE PEGUEI ERA UM 5ANO RI NA HORA FIQUEI APAVORADA PORQUE NAO TINHA TRABALHADO COM ESSE NIVEL DE AULA , FIQUEI APAVORADA. PORQUE A DONA DIRETORA NAO COLOCOU QUE ERA ESSE ANO ,SENAO EU NAO TINHA PEGADO ESSA SERIE NO DIA DA ATRIBUIÇAO.
    FUI FICANDO DEPRESSIVA E MUITA COBRANÇA POR PARTE DA COORDENADORA QUE TIREI UMA SEMANA DE LICENÇA FUI INDO ATE DIA 24/04/2013 E MAIS PROBLEMAS PARTICULARES PEDI EXONERAÇAO DO CARGO .AGORA NAO POSSO FICAR NEM DE EVENTUAL ESSE ANO,MESMO PASSANDO A QUARENTENA
    ESTOU PRECISANDO MUITO DE TRABALHAR ,MAS SERA QUE ESSE ANO NAO PODEREI MAS LECIONAR SO NO ANO QUE VEM. POR FAVOR QUERO ORIENTAÇOES COMO FICAREI ESSE ANO E EM 2014 PODEREI LECIONAR NOVAMENTE.ESTOU NO ESTADO DANDO AULA DESDE DE MARÇO DE 1992.MUITO OBRIGADA POR TUDO. LUCILA-15/06/2013.

    Responder
    • 122. apeoesp  |  20/06/2013 às 03:23

      Prezada professora Lucila,
      Por favor, ligue para 11.33506214 ou marque um horário com advogado na subsede da sua região para receber orientação detalhada.
      Bebel

      Responder
  • 123. Danila  |  20/06/2013 às 13:19

    Bebel, existe toda um especulação a respeito da remoção de professores em estágio probatório, alguns dizem que esse ano poderemos, outros não … enfim a situação de quem está trabalhando longe de sua região é muito preocupante: gastos, distância da família, etc, etc … não vejo nenhuma fala da Apeoesp a respeito desse asunto com o secretario, pq isso acontece? É uma situação extremamente difícil para nós e nada é feito! Do que adiantou nos associarmos se o que mais queremos não é reinvindicado por vocês?! Está “tramitando” esse projeto na Alesp, o que vocês tem a nos dizer, vai abranger aos efetivados no concurso 2010 em estágio probatório? Acho que os advogados deveriam interpretar esse projeto para nós e nos explicar a respeito, já que temos muitas dúvidas: http://www.al.sp.gov.br/propositura?id=1134851

    Responder
    • 124. apeoesp  |  23/06/2013 às 13:38

      Prezada professora Danila,
      Em primeiro lugar, solicito que não se atribua à APEOESP aquilo que é de responsabilidade do Governo do Estado. Há anos a APEOESP vem lutando contra as medidas restritivas à remoção, presentes em decreto do governador, mas o governo se mantém intransigente. Diante disto, temos ingressado com ações judiciais todos os anos. Infelizmente, muitas vezes, quando conquistamos a sentença favorável, o ano letivo já está avançado e a própria justiça não manda executar a sentença. Você se associa voluntariamente ao sindicato e o sindicato luta, sim, pelos interesses da categoria com todos os instrumentos que estão ao seu alcance. Neste caso, é a ação judicial. Outro caminho é o da mobilização, porém nem sempre a grande maioria da categoria adere à luta, de forma a termos força para conquistar tudo o que reivindicamos. A questão da remoção não consta da pauta desta última reunião porque já é assunto tratado inúmeras vezes e sobre o qual já sabemos a resposta do governo. Finalmente, não temos conhecimento de nenhum projeto que mude este aspecto, mesmo porque se trata de decreto do governador.
      Bebel

      Responder
  • 125. joaocarlosdiasdesouza  |  26/06/2013 às 12:41

    PRESIDENTE BEBEL E COLEGA.
    Sou Professor de História e de Geografia na chamada Categoria O, sou da Diretoria de Ensino de Votorantim, interior de SP.
    Felizmente sou APROVADO neste último Processo Seletivo de 2012, para o processo de aulas em 2013. Trabalho na rede desde Julho de 2007. Queria saber PRESIDENTE BEBEL, com precisão com o fim deste ANO DE 2013, eu tenho que realizar o PROCESSO SELETIVO, e ainda a minha nota no último exame prevalecerá e já o tempo de serviço conta para o processo seletivo de 2014.
    Caindo a “provinha” a minha nota é MANTIDA na LISTA GERAL dos PROFESSORES na minha Diretoria de Ensino?
    E ainda todos os PROFESSORES TERÃO DIREITO ao IMANSPe?
    Muito OBRIGADO à EQUIPE de assessores da Professora BEBEL.
    A todos vocês um ótimo trabalho e como diz Karl Marx, Sem luta não existe mudanças. Grato fiquem com DEUS.
    JOÃO CARLOS DIAS DE SOUZA, é professor de História e de Geografia, grato pela Atenção.

    Responder
    • 126. apeoesp  |  30/06/2013 às 14:35

      Prezado professor João Carlos,
      Muito obrigada pelas suas palavras.
      Infelizmente não conseguimos acabar com a prova para o professor da categoria O, pois segundo o governo a Emenda Constitucional 19 obriga processo seletivo para contratação temporária. A prova, no entanto, será classificatória, ou seja, não haverá reprovações e todos participarão do processo inicial de atribuição de aulas.
      Bebel

      Responder
  • 127. Marcia  |  27/06/2013 às 21:36

    Boa noite Bebel?
    Estou lendo e acompanhando as postagens desta página e da apeoesp. Gostaria de saber há não “obrigatoriedade” de fazer a prova para os OFA F, precisa da votação do projeto de lei para entrar em vigor, caso contrário continuamos a fazer a tal prova?obrigada………….

    Responder
    • 128. apeoesp  |  29/06/2013 às 13:02

      Prezada professora Marcia,
      Sim, mas o projeto será enviado para votação no segundo semestre.
      Bebel

      Responder
  • 129. Marcia  |  08/08/2013 às 22:10

    Boa noite SrªBebel?
    Estou preocupada com a portaria do dia 05/08/13, pois os F reprovados terão que fazer a prova novamente, mais uma vez o nosso Secretário não cumpriu o aconrdo afirmado com o nosso sindicato.Como fica essa situação nossa presidenta, pois alguns colegas o qual trabalho aguardam uma resposta………….Obrigada pela sua atenção…………

    Responder
    • 130. apeoesp  |  09/08/2013 às 23:08

      Prezada professora Márcia,
      Veja esclarecimento que publiquei neste blog.
      Bebel

      Responder
  • 131. Marcia  |  12/08/2013 às 18:55

    Olá Bebel?
    O Secretário ficou de mandar as mudanças do projeto de lei para Alesp, gostaria de saber se há uma data especifica?Qdo for encaminhado poderia publicar o encaminhamento do mesmo no faz da apeoesp?obrigada

    Responder
    • 132. apeoesp  |  17/08/2013 às 15:02

      Prezada professora Márcia,
      Os proje3tos estão com o governador. Quando forem enviados, informaremos.
      Bebel

      Responder
  • 133. Marcia  |  14/08/2013 às 20:16

    Gostaria de saber Sr. Bebel qdo o nosso Secretário mandará o projeto de lei para a Alesp?Assim que for encaminhado poderia publicar no fax urgente da apeoesp?Obrigada

    Responder
    • 134. apeoesp  |  17/08/2013 às 13:54

      Prezada professora Marcia,
      Segundo a SEE o projeto está no Palácio dos Bandeirantes, pois quem envia à ALESP é o governador. Informaremos assim que isto ocorrer.
      Bebel

      Responder

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