Gustavo Ioschpe chama professores de “vagabundos e incompetentes” na Folha de S. Paulo

04/08/2013 at 21:47 29 comentários

Estou encaminhando carta ao jornal Folha de S. Paulo com o seguinte teor:

São Paulo, 05 de agosto de 2013.

Senhor editor,

Mais uma vez o senhor Gustavo Ioschpe vem a público destilar seu ódio contra as professoras e os professores das redes públicas de ensino e contra os sindicatos, desta vez no caderno especial da Folha (04/08) sobre formação dos professores.

Este senhor, descendo muito baixo em sua argumentação e sem conhecer nada das escolas públicas do país, compara os integrantes do magistério público a “vagabundos e incompetentes”. Não podemos admitir isto. Esta pessoa não conhece o trabalho dos professores que critica. Apesar das deficientes condições de trabalho a que são submetidos e dos baixos salários que recebem, os profissionais da educação desdobram-se na tarefa de formar nossas crianças e jovens. Aliás, seria interessante saber quanto Ioschpe recebeu da Rede Globo para dar consultoria ao Jornal Nacional sobre assuntos que desconhece.

Que autoridade tem Gustavo Ioschpe para discorrer sobre educação pública e sobre sindicatos? Se conhecesse os sindicatos, saberia que são organizações complexas e completas e que, no caso da APEOESP, formulam-se propostas educacionais não apenas para a rede estadual de ensino, mas também para o Brasil.

Ele senhor pauta-se pelo ódio e pelo ódio a educação brasileira não avançará. É bom que tome cuidado com os termos que utiliza e que não pronuncie sobre o que não conhece. Precisamos de ideias e de propostas, algo que ele demonstra ser incapaz de formular. Pela sua postura e pelo ódio que destila, Gustavo Ioschpe merece um levante dos professores e das professoras em nível nacional.

Atenciosamente,

Maria Izabel Azevedo Noronha
Presidenta da APEOESP

 

Para:
Folha de S. Paulo
Painel do Leitor

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29 Comentários Add your own

  • 1. Prof. Sergio Luiz  |  04/08/2013 às 22:27

    Cara Presidente da Apeoesp gostaria de dar uma sugestão: Por que não processamos esse camarada que se diz jornalista e conhecedor da Educação , estamos perdendo teme, já que o meu moral, carater e profissionalismo foram atacados por esse desconhecido.

    Responder
    • 2. apeoesp  |  09/08/2013 às 23:43

      Prezado professor Sergio,
      Pedirei ao departamento juridico que analise a viabilidade de uma ação judicial neste caso.
      Bebel

      Responder
  • 3. Magali de Cássia Merenda  |  05/08/2013 às 22:24

    Cara Bebel
    Boa Noite
    O que de legal, poderia ser feito contra essas atitudes desse tal senhor Gustavo Ioschpe? Pelo menos uma monção de repúdio, cabe, via mesma Folha? Ou direito de resposta.? Um grande abraço. Por. Magali

    Responder
    • 4. apeoesp  |  06/08/2013 às 03:10

      Prezada professora Magali,
      A declaração foi feita no contexto de uma reportagem. Se fosse um artigo assinado, poderíamos exigir o mesmo espaço. Enviamos a carta. Espero que puibliquem.
      Bebel

      Responder
  • 5. Regina Maria Silva Laurenti  |  05/08/2013 às 23:43

    Realmente Bebel, as palavras do senhor Gustavo Ioschpe são de quem realmente desconhece a realidade de uma escola. Ele poderia ser convidado pela Apeoesp para frequentar uma escola durante uma semana. Lance esse desafio a ele!
    Abraço – Regina

    Responder
    • 6. apeoesp  |  06/08/2013 às 03:08

      Prezada professora Regina,
      Acredite, já fizemos este desafio e inclusive, o convidamos para um debate público. Enviei e-mail a ele. Sequer respondeu.
      Bebel

      Responder
      • 7. SANDRA MARCIA BOTTURA  |  13/05/2014 às 02:17

        Uma semana é pouco, deixe este sr um bimestre na sala de aula e de preferência que participe do último conselho de classe para ver todo discurso de educação desmoronar na frente dele com um simples errorex.

  • 8. Juliana  |  06/08/2013 às 00:14

    vagabundo e incompetente é ele…..

    Responder
  • 9. KattiKatti  |  06/08/2013 às 00:31

    Boa noite Bebel, é lamentável o que esse senhor desinformado fala a respeito dos professores, sempre falo para minha coordenadora, ao meu diretor e minha vice “quem ainda pode fazer algo pelo aluno, esse alguém é o professor e só ele…..entrar em uma sala lotada com alunos da progressão continuada e com apostilas horrorosas ….gostaria que ele passasse uma tarde na minha UE. Agora Bebel poderia me ajudar, tenho 25 anos no magistério, sou efetiva, tenho sexta parte e estou esperando meu quinto quinquênio, pois bem só não tenho 50 anos …..infelizmente não posso me aposentar……hoje conversando com minha vice, disse a ela que não estava mais agüentando se por acaso meu quinto quinquênio chegar(está atrasado) eu poderia tirar uma 202 esperar minha idade na minha casa …..ela disse que não pois o quinquênio não significava o meu tempo de trabalho estava certo….Bebel isto procede?? Um abraço.

    Responder
    • 10. apeoesp  |  06/08/2013 às 03:06

      Prezada professora Katti,
      Estamos em plena polêmica, inclusive jurídica, com a SPPREV e outros órgãos do governo por conta da metodologia de contagem de tempo para aposentadoria especial. Sugiro que leve sua documentação ao departamento jurídico, na subsede, para que se faça uma verificação prévia, para que tenha mais segurança.
      Bebel

      Responder
  • 11. Vilma  |  06/08/2013 às 06:49

    Cara Bebel,
    Cada vez me sinto mais indignada com os ataques e as inverdades que desaguam sobre nós, professores. Leia o editorial de hoje, Abraços

    http://www.agora.uol.com.br/editorial/2013/08/1322173-foco-no-professor.shtml

    Responder
  • 12. prof Silva  |  06/08/2013 às 21:32

    Não me senti ofendido não, aliás a senhorita interpretou a matéria de forma errada!

    Uma coisa é chamar professor de vagabundo, a quem ele se referiu quando não faz o trabalho da forma que julga correto.

    E por acaso existe outro nome? Não!!!

    Outra coisa é dizer que nós somos vagabundos, o que ele não disse e cada um sabe a postura que tem enquanto professor.

    Aliás o que é passível de crítica na postura dele é o fato de achar que professor precisa se esforçar mais sem citar os esforços que devem vir dos alunos.

    Responder
    • 13. apeoesp  |  09/08/2013 às 23:29

      Prezado professor Silva,
      Obviamente, ele qualificou-nos de vagabundos e incompetentes ao dizer que bons profissionais saem das redes públicas para não serem confundidos. Claro, cada um defende o que acredito. Eu acredito na nossa categoria e a defendo de ataques de pessoas desqualificadas como Gustavo Ioschpe.
      Bebel

      Responder
    • 14. RebkVale (@becavale)  |  25/11/2013 às 15:59

      prof. Silva. Eu, também não me senti ofendida. E concordo com a sua opinião.
      Triste é se dar uma resposta tão cheia de ódio, sem nem ao menos fazer o dever de casa que tanto se pede dos alunos: Leia e interprete.

      Responder
  • 15. Ieda Maria Niguel  |  09/08/2013 às 14:08

    Peça ao sr. Gustavo passar um dia nos bairros carentes e ministrar uma aula, garanto que ele não volta
    Os professores da rede pública são um heróis

    Responder
  • 16. Luís g. Peres  |  11/08/2013 às 18:54

    Vagabundo é o sujeito que,sem saber do que fala,fala mais que a boca.Vagabundo é o pseudo-comentarista que espera que o professor dê conta de problemas sociais que a mídia mascara por interesse de terceiros. Entre os vagabundos talvez se enquadre o senhor Ioshpe que no máximo escreve uma coluninha ou dá seu parecer a algum coleguinha sem se aprofundar no assunto…talvez ele enxergue um vagabundo de verdade se olhar para um espelho!

    Responder
  • 17. Prof. Renato  |  14/08/2013 às 01:51

    Foi pouco: merecia muitos processos e multas por calúnia e difamação. Ele claramente não conhece NADA, e isso é óbvio. O sindicato deveria exigir um contraponto crítico publicado no jornal. Saiu barato para o “Gustavinho”, o pau mandado da mídia vendida.

    Responder
    • 18. apeoesp  |  17/08/2013 às 14:23

      Prezado professor Renato,
      Exigimos a publicação da carta. Não ocorreu. Publicaremos matéria paga.
      Bebel

      Responder
  • 19. Fabiano  |  14/08/2013 às 20:30

    Este sr., como tantos outros da imprensa estadual (e nacional), é um vendido. Quando não, são apenas uns ignorantes que destilam uma verborragia burocrática, neoliberal e limitada acerca do que é uma educação pública.
    Este tipo de gente insiste em confundir educação privada com educação pública. Na melhor das hipóteses são bestas-feras, que dizem ter estudado na “época” (jurássica) deles em escolas públicas, onde tinham professores X ou Y bem melhores do que os atuais, sem se dar o trabalho de comparar o contexto sócio-econômico e educacional entre estas épocas com as de hoje – que são bem diferentes.
    Este sr. talvez ainda não conseguiu perceber a larga diferença que existe entre uma e outra escola e outra (privada e pública). E quando digo diferença estou dizendo em todos os sentidos.

    Este tipo de gente acha, nesta cabecinha oca, que um professor da rede privada é “bem mais intencionado” do que um professor da rede pública, então chama o da privada de esforçada, de interessado, de competente, enquanto o da pública apenas ofende. Quer inocência maior do que esta? Achar que as pessoas são melhores ou piores só porque estão em lugares diferentes? Não sr. Ioschpe, as pessoas não possuem virtudes por causa dos lugares em que estão, as pessoas possuem virtudes independente disto. Logo, professores em regime privado como em regime público possuem natureza (conduta) parecida. Claro que a tendência é ter mais professor vagabundo onde o salário é pior, mas isto não implica que a maioria na rede pública é assim. Do mesmo modo, temos diversos professores na rede privada que são incompetentes, porém utilizam materiais didáticos e paradidáticos que os auxiliam muito, ajudando a esconder a incompetência dos mesmos. Isto sem falar que a maioria das escolas privadas prepara os alunos apenas para executar provas, para que passem em concursos, vestibulares, etc., o que, já é sabido há anos, que este tipo de educação também é pífia se comparado com outros países.

    Então talvez este sr. questione porque os professores da rede pública (que o tal sr. chamou de “vagabundos e incompetentes”) teoricamente são mais deficitários? Então eu respondo com outra pergunta: o que o sr. entende por deficitários? Pergunto isto, porque talvez em algum outro planeta do qual este sr. veio, um profissional, como é também um professor, consegue investir em conhecimento, instrução, aperfeiçoamento sem dinheiro, principalmente morando em um país capitalista e em uma das cidades (SP) mais caras do Brasil para se viver. Um professor, por mais bem intencionado, consegue em São Paulo se aperfeiçoar devidamente sem condições financeiras, sociais e estruturais?
    Talvez o sr. I(gnorante)oschpe, consiga nos ensinar – aos reles mortais professores da rede pública – como sermos menos incompetentes tendo que assumir uma carga horária de aulas desumana, ganhando mal e em condições precárias, e ainda chegar ao mesmo nível de um professor da rede privada, que via de regra ganham até 7 vezes mais. Se o sr. conseguir demonstrar por A+B esta fórmula, por favor, apresente-a para a Secretaria da Educação de SP, porque há 20 anos eles não conseguiram isto. E quem sabe o sr. ganhe um prêmio por melhor teórico na área de Educação no Brasil, coisa que duvido obviamente.

    Mas enquanto o sr. não conseguir esta proeza, pare de brincar de crítico teórico da educação estando atrás da sua mesa limpinha e organizada, em uma sala com ar condicionado, achando que descobriu a roda. Em vez de ficar criticando os professores só para fazer valer seu salário no final do mês (porque é moda gente como o sr. criticar superficialmente as coisas, e um monte de bobo achar que isto é sinônimo de colunista inteligente; o que não obviamente), tente o sr. colocar em prática o que diz; tente dar algumas aulas na rede pública e aí ganhará meu respeito. Tente ser este professor competente que você tanto cospe em suas colunas.
    Claro que eu sei que o sr. não fará isto, é apenas retórica. Pois pessoas como o sr. são “bundões”, que não conseguiriam ficar uma semana em escolas públicas: onde há tráfico de drogas, ofensas e agressões a professores, ameaças de morte, destruição do patrimônio público, falta de material didático, falta de ambiente adequado, falta de salas, carteiras, lousas, até mesmo falta de giz. O sr. não conseguiria trabalhar três turnos como nós trabalhamos, e junto a tudo isto ter que estudar, corrigir provas, trabalhos, se especializar em cursos paralelos (pagos) já que os do Governo são limitados, e ainda ser este tal professor competente. Pessoas como o sr., que soltavam pipa dentro da sala de estar, não sobreviveriam uma semana nas escolas onde “tentamos” dar aulas. Nós sim, sr. fulano, somos competentes de verdade. Não esta competência de contos de fadas que colunistas medíocres como o sr, pensam ser possível. Nossa competência é um fato exatamente porque “apesar” de tudo o que vivemos nas escolas, ainda estamos lá: dando aulas.

    Não sr. Ioschpe, não somos apenas professores aqui, somos amas de leite, somos babás, somos psicólogos, somos protetores, somos olheiros, somos vigias, somos “pais e mães”, somos guerreiros. E para piorar ainda somos vistos por colunistas medíocres, como o sr., como “vagabundos e incompetentes”. Quem dera realmente fôssemos apenas professores ainda que vagabundando, mas onde estamos não há tempo para ser vagabundo, não se pode ser vagabundo, pois vagabundo só sobrevive em lugares onde só é preciso escrever porcarias em colunas a respeito de outros profissionais; nas escolas onde estamos, ao contrário, vagabundos não sobrevivem.

    Portanto, o único ignorante no contexto social educacional aqui é o sr. Vá estudar de verdade. Não estas coluninhas fajutas que qualquer jornalistas sem formação acadêmica (ou com) consegue também escrever. Vai estuda pra valer. Vá conhecer a realidade desta área tão sofrida e difícil que é a educação paulista(ana), e quem sabe depois poderemos debater como gente grande, pois o sr, ainda é muito menino, muito infantil nesta área, que não dá nem para o começo, o máximo que você merece é umas palmadas pra ver se aprende a ser jornalista de verdade. E não se ofenda, é que professor vagabundo e incompetente escreve assim mesmo.
    E tenho dito!

    Prof. Fabiano Mina

    Responder
  • 20. ivan  |  01/10/2013 às 13:48

    JÁ DIZIA UMA GRANDE FIGURA: O GRAU DE EDUCAÇÃO DE UM PAÍS SE MEDE PELA MANEIRA QUE TRATAM OS ANIMAIS…
    EM QUALQUER COISA QUE SE FAÇA, EXISTEM REGRAS. UM JOGO DE BARALHO, UMA PELADA DE FUTEBOL, UMA FESTA ENTRE AMIGOS, UMA GUERRA, NO TRÁFICO DE DROGAS, ENFIM, TUDO PRECISA SER ESQUEMATIZADO.
    SOU PROFESSOR. VEJO QUE O MOTIVO DESSE DECLÍNIO NA EDUCAÇÃO É A FALTA DE FOCO, DE REGRAS. NÃO TEM COMO DAR CERTO, SE AS ESCOLAS BRASILEIRAS VIRARAM “CASAS DE MÂE JOANA”. COM ESSE NEGÓCIO DE QUERER IMPLANTAR UMA DEMOCRACIA MUITO ABRANGENTE, EXPURGAR DEFINITIVAMENTE O “APARTHEID” ENTRE AS PESSOAS, DEIXAMOS DE LADO O ESPÍRITO DE COMPETIÇÃO, DE VONTADE DE CRESCER, DE IR ALÉM, DE SERMOS CIENTISTAS, DE TENTAR TIRAR NOTAS MÁXIMAS. ESTAMOS JOGANDO PELO EMPATE. .. POR QUE ISSO? PORQUE PRINCIPALMENTE OS ALUNOS ESTÃO PERCEBENDO QUE NÃO PRECISAM SE ESFORÇAR. EM CONTRAPARTIDA OS PROFESSORES NÃO ESTÃO CONSEGUINDO TORNÁ-LOS MAIS OBSSECADOS PARA BUSCAR O ÊXITO. OS PAIS VÃO AS ESCOLAS BRIGAREM POR COISAS FÚTEIS, COMPRAM MERENDA PRO FILHO, A BOLSA MAIS BONITA, O CADERNO DE MARCA, O TÊNIS DA MODA, MAS SE SEU FILHO TIRA UMA NOTA PÍFIA, A PRIMEIRA PESSOA QUE SOFRE O DESCARREGO É O PROFESSOR…
    A EDUCAÇÃO NÃO PODE DAR CERTO: O ALUNO NÃO PODE SER PUNIDO, O ALUNO NÃO PODE SER BARRADO POR CAUSA DA ROUPA, O ALUNO TEM VÁRIAS OPORTUNIDADES PRA RECUPERAR (COMO RECUPERAR ALUNO QUE NEM TENTOU FAZER ALGO?), O ALUNO NÃO É OBRIGADO USAR UNIFORME, QUALQUER COISA QUE ACONTECE, O PAI OU MÃE DIZ QUE É DISCRIMINAÇÃO, ENFIM… TEMOS QUE LEMBRAR: ESCOLA NÃO É CASA, ESCOLA NÃO É HOSPITAL, NÃO É ESTÁDIO, NÃO É CONSULTÓRIO. ESCOLA É ESCOLA. NÃO VAMOS CONSEGUIR UM PATO PARA O ALMOÇO SE QUEREMOS ATIRAR EM TODOS COM UM TIRO SÓ
    OUTRA COISA GRAVE: 98% DOS ALUNOS NÃO ESTUDAM EM CASA E NEM PEGAM EM CADERNOS.

    Responder
  • 21. Daniel Bernardo  |  09/10/2013 às 12:01

    Vamos combinar: a maioria de quem está no serviço público de educação não difere muito do que Gustavo Ioschpe fala. Quem ingressa na Rede pública só está a fim da estabilidade. Nada mais. Se eu dou boas aulas ou não, não muda nada: meu emprego está garantido. Os sindicatos _ como APEOESP – só se preocupam em falar de salários. Meus camaradas, o estado já paga muito bem. Ele paga para um trabalhar, um ficar na DE e e outro em casa fingindo que está doente. Já trabalhei nesta joça e sei muito bem o quanto se chora de barriga cheia. O estado está ruim? Vá para um particular. Ah, no particular tem que trabalhar…

    Responder
    • 22. apeoesp  |  10/10/2013 às 13:03

      Prezado senhor,
      Publico seu comentário apenas para que nosso leitor tenha uma noção de até que ponto chega o preconceito e a desinformação sobre os professores. Sua mensagem não contribui em nada para a melhoria da educação pública e não passa de uma louvação envergonhada ao ensino particular, que na maior parte dos casos, é tão ou mais deficiente que a escola pública. São realmente bons os colégios extremamente caros que preparar os filhos da elite para continuarem a dirigir os negócios dos pais e manterem os privilégios de uns poucos. A escola pública, meu senhor, não está deficiente por causa dos professores, servidores públicos, que ministram aulas em condições deploráveis e recebem salários baixíssimos, e sim por causa das políticas educacionais de governos que não tem compromisso com a educação de qualidade.
      O que o senhor acaharia de receber pouco mais de R$ 2 mil para trabalhar 40 horas por semana e ainda levar trabalho para casa?
      Destile seu preconceito em outro lugar, porque este espaço é para que gosta da educação pública.
      Bebel

      Responder
  • 23. Patricia Pegoraro  |  17/10/2013 às 22:40

    Então Maria Izabel, leia a revista VEJA de 16/10/2013, onde ele reafirma sua posição contra nós, dizendo que pedimos melhores salários, mas não merecemos, pois não oferecemos serviço de qualidade…Escreverei AGORA para ele, em seu blog, mas leia, vocês todos tem que ler!!!!

    Responder
  • 24. Carla  |  12/11/2013 às 19:42

    Parabéns pelas sábias palavras, Maria Izabel! Não se deve falar daquilo que mal conhece. O Sr. Ioschpe foi infeliz ao fazer essas declarações. Gostaria muito de vê-lo lecionar nas escolas públicas as quais ele tanto critica! Se existem profissionais da Educação acomodados e preguiçosos como o citado cavalheiro afirma implicitamente, isso não se faz regra. As falácias do “especialista” em Educação merecem nosso descrédito. Seus argumentos são fracos e parciais. Falar do problema é fácil, difícil é buscar soluções para este…

    Responder
    • 25. apeoesp  |  15/11/2013 às 12:59

      Prezada professora Carla,
      Obrigada.
      Bebel

      Responder
  • 26. Lucio Alvarez  |  06/01/2014 às 19:06

    Provavelmente meu comentário será bloqueado mas o que achar de um sindicato de professores em que a PRESIDENTE trata-se por presidenta, igualzinho à nossa ilustríssima governante?

    Responder
    • 27. apeoesp  |  12/01/2014 às 16:59

      Prezado professor Lucio,
      Fui Presidenta da APEOESP na minha primeira gestão, entre 1999 e 2001, quando o Brasil sequer havia ouvido falar de Dilma Roussef.
      A propósito, se não podemos flexionar o termo Presidente, por que podemos fazê-lo para deputado(a), senador(a), governador(a), prefeito(a). Poderia explicar-me?
      Bebel

      Responder
  • 28. Resina Simoso  |  28/05/2014 às 15:39

    O comentário desse camarada que se acha no direito de criticar a vida dos professores só vem nos mostrar que ele gostaria de ser um professor e frustradamente não conseguiu,então vem as mídia e ou redes sociais falar de algo que ele não tem experiência e ainda mais fala tanta besteira, que um exemplo disso é ouvir que nós professores estamos recebendo os 10% do PIB,eu não encontrei esse dinheiro na minha conta,alguém encontrou?????

    Responder
  • 29. Rafael  |  27/07/2014 às 13:48

    Pois a opiniao dele é compartilhada pelos cidadãos que veem a tragédia da educação nacional fomentada por uma classe que ao invés de perseguir a qualidade do ensino, só se preocupa em aumento salarial e com a insitucionalização da mediocridade. Pobre país

    Responder

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