Pesquisa põe Brasil em topo de ranking de violência contra professores

29/08/2014 at 13:41 39 comentários

Daniela Fernandes

Estudo também revelou que também revelou que apenas um em cada dez professores no Brasil acreditam que a profissão é valorizada pela sociedade

Uma pesquisa global feita com mais de 100 mil professores e diretores de escola do segundo ciclo do ensino fundamental e do ensino médio (alunos de 11 a 16 anos) põe o Brasil no topo de um ranking de violência em escolas.

Na enquete da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), 12,5% dos professores ouvidos no Brasil disseram ser vítimas de agressões verbais ou de intimidação de alunos pelo menos uma vez por semana.  Trata-se do índice mais alto entre os 34 países pesquisados – a média entre eles é de 3,4%.

Depois do Brasil, vem a Estônia, com 11%, e a Austrália com 9,7%. Na Coreia do Sul, na Malásia e na Romênia, o índice é zero.

“A escola hoje está mais aberta à sociedade. Os alunos levam para a aula seus problemas cotidianos”, disse à BBC Brasil Dirk Van Damme, chefe da divisão de inovação e medição de progressos em educação da OCDE.O estudo internacional sobre professores, ensino e aprendizagem (Talis, na sigla em inglês), também revelou que apenas um em cada dez professores (12,6%) no Brasil acredita que a profissão é valorizada pela sociedade; a média global é de 31%.

O Brasil está entre os dez últimos da lista nesse quesito, que mede a percepção que o professor tem da valorização de sua profissão. O lanterna é a Eslováquia, com 3,9%. Em seguida, estão a França e a Suécia, onde só 4,9% dos professores acham que são devidamente apreciados pela sociedade.

Já na Malásia, quase 84% (83,8%) dos professores acham que a profissão é valorizada. Na sequência vêm Cingapura, com 67,6% e a Coréia do Sul, com 66,5%.  A pesquisa ainda indica que, apesar dos problemas, a grande maioria dos professores no mundo se diz satisfeita com o trabalho.

A conclusão da pesquisa é de que os professores gostam de seu trabalho, mas “não se sentem apoiados e reconhecidos pela instituição escolar e se veem desconsiderados pela sociedade em geral”, diz a OCDE.

Segundo Van Damme, “a valorização dos professores é um elemento-chave para desenvolver os sistemas educacionais”.Ele aponta melhores salários e meios financeiros para que a escola funcione corretamente, além de oportunidades de desenvolvimento de carreira como fatores que podem levar a uma valorização concreta da categoria.

No Brasil, segundo dados do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social (CDEs) da Presidência da República, divulgados em junho deste ano, a remuneração média dos professores é de pouco menos de R$ 1,9 mil por mês.

A média salarial dos professores nos países da OCDE, calculada levando em conta o poder de compra em cada país, é de US$ 30 mil (cerca de R$ 68,2 mil) por ano, o equivalente a R$ 5,7 mil por mês, o triplo do que é pago no Brasil.

O especialista da OCDE cita a Coreia do Sul e a China como exemplos de países onde o trabalho dos professores é valorizado tanto pela sociedade quanto por políticas governamentais, o que representa, diz ele, um “elemento fundamental na melhoria da performance dos alunos”.

“Em países asiáticos, os professores possuem um real autoridade pedagógica. Alunos e pais de estudantes não contestam suas decisões ou sanções”, afirma.

A organização ressalta que houve avanços na educação brasileira nos últimos anos. Os investimentos no setor, de 5,9% do PIB no Brasil, estão próximos da média dos países da OCDE (6,1%), que reúne várias economias ricas. “Entre 2000 e 2011, o nível de investimentos em educação no Brasil, em termos de percentual do PIB, quase dobraram”, afirma Van Damme.

Outro indicador considerado importante pela OCDE, o percentual de jovens entre 15 e 19 anos que estudam, é de 77% no Brasil. A média da OCDE é de 84%.

 

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39 Comentários Add your own

  • 1. Waldemir Araújo Miranda  |  29/08/2014 às 18:41

    “Aprendi na vida que pra ensinar os outros, não se exige métodos de capacitação. Mas pra qualificar o que se ensina, exige-se uma pré-disposição intrapessoal,que marque o domínio moral/ético daqueles a quem se ensina. A Educação,com o advento tecnológico/científico, tornou-se um bem seletivo, e pra poucos. Ela é uma arma LABIAL, LETAL,IMORTAL, pela qual, as demais armas se curvam,prostrando-se sob os ares da ignorância. O professor é um policial sem armas”.

    Responder
  • 2. lucas  |  29/08/2014 às 23:53

    Após divulgação das ações para 2015, muitos professores categoria O tem perguntado se para 2015 o professor precisa ter sido aprovado no concurso para lecionar, a SEE divulgou que manterá na rede como categoria O os professores que terão seus contratos prorrogados e que a classificação será com base no Concurso, perguntas:

    1 – E quem não foi aprovado no concurso? (mesmo que com contrato prorrogado como seria classificado?)

    2 – E o professor que foi aprovado mas terá seu contrato encerrado no final de 2014?

    Responder
    • 3. apeoesp  |  30/08/2014 às 12:25

      Prezado professor Lucas,
      A SEE esclareceu por enquanto que:
      – no caso de contrato prorrogado, e não aprovado no concurso, a atribuição é feita com base na sua classificação, alterada apenas pelo tempo de serviço.
      – no caso de professores que terão o contrato encerrado, terão oportunidade após os já citados, em cadastro de emergência, se persistir a falta de professores (o que provavelmente ocorrerá).
      A SEE diz que já encaminhou às áreas técnicas e jurídicas projeto de lei para eliminar a “duzentena”, ficando apenas a “quarentena”.
      Bebel

      Responder
  • 4. Junior  |  30/08/2014 às 13:28

    Desculpe usar este espaço para tirar uma dúvida, mas nesta semana em uma atribuição de aulas(sou cat.O – cadastrado como aluno de último ano na DE, mas me formei em Junho) ocorreu algo que fiquei em dúvida:

    Chegou o momento e quando mostraram a classificação estava em 15º(concorrendo como estudante), questionei a diretora e ela disse que por não ter certificado de conclusão ela nada poderia fazer.

    No entanto, tenho um documento de minha universidade informando que me formei e somente aguardo colação de grau para Setembro.

    Dúvida: Eu poderia ter concorrido como formado?Pois há escolas que aceitaram isto em outras atribuições(principalmente em Março).

    Responder
    • 5. apeoesp  |  06/09/2014 às 13:16

      Prezado professor Junior,
      Questões como essa costumam ser decididas apenas na justiça, pois muitos diretores sequem ao “pé da letra” a legislação, que exige o diploma. Outros, são mais flexíveis.
      Bebel

      Responder
  • 6. Caio César  |  30/08/2014 às 16:56

    Sra Bebel,
    Com base no comentário anterior…
    Como o sindicato pode deixar isso acontecer? Quem passou no concurso e terá o contrato encerrado terá que esperar um “possível” cadastro emergencial?! O tal comunicado de São Carlos não está claro, pois contém informações que o professor que está com contrato ativo irá confirmar inscrição para 2015.
    Participo de projetos e a minha recondução é automática, não posso ser prejudicado, aprovação em concurso é mérito!
    Obrigado pelas informações!
    Att, Caio César.

    Responder
    • 7. apeoesp  |  06/09/2014 às 13:13

      Prezado professor Caio,
      A APEOESP sempre lutou pelo fim deste processo seletivo (“provinha”) e nunca foi segredo para ninguém. Consideramos que um um bom critério é a utilização da nota do concurso, pois valorizamos o concurso público como forma de ingresso no magistério público. O professor que está com contrato ativo será o primeiro a participar da atribuição de aulas.
      Bebel

      Responder
  • 8. Caio César  |  30/08/2014 às 16:57

    Sra Bebel,
    Com base no comentário anterior…
    Quem passou no concurso e terá o contrato encerrado terá que esperar um “possível” cadastro emergencial?! O tal comunicado de São Carlos não está claro, pois contém informações que o professor que está com contrato ativo irá confirmar inscrição para 2015.
    Participo de projetos e a minha recondução é automática, não posso ser prejudicado, aprovação em concurso é mérito!
    Obrigado pelas informações!
    Att, Caio César.

    Responder
    • 9. apeoesp  |  06/09/2014 às 13:11

      Prezado professor Caio,
      Os professores com contrato em vigor serão os primeiros a participar da atribuição.
      Bebel

      Responder
  • 10. Gabriela  |  30/08/2014 às 19:39

    Bebel, como faço para recorrer ao art22 para remoção? Sou do interior e preciso voltar para a capital para tratar a minha mãe que está doentinha. Obrigada.

    Responder
    • 11. apeoesp  |  06/09/2014 às 13:08

      Prezada professora Gabriela,
      Aguarde instruções do processo de atribuição de classes e aulas 2015 para fazer a inscrição nessa modalidade.
      Bebel

      Responder
  • 12. Eloisa Limma Geografia  |  30/08/2014 às 19:48

    ola Bebel sobre a remoção 2014 professores alguma noticia

    Responder
    • 13. apeoesp  |  06/09/2014 às 12:57

      Prezada professora Eloisa,
      A SEE informou que não haverá concurso de remoção. Legalmente, não são obrigados a fazer. Estamos estudando como proceder.
      Bebel

      Responder
  • 14. Felipe  |  30/08/2014 às 20:47

    Esse ano não irá ter remoção?

    Responder
    • 15. apeoesp  |  06/09/2014 às 12:57

      Prezado professor Felipe,
      A SEE informa que não. Legalmente, o governo não é obrigado a fazê-la. Estamos estudando como proceder.
      Bebel

      Responder
  • 16. Vilma  |  31/08/2014 às 11:42

    Olá, Bebel,
    E o cumprimento da jornada do piso?

    Responder
    • 17. apeoesp  |  06/09/2014 às 12:49

      Prezada professora Vilma,
      Nosso processo encontra-se em tramitação no Supremo Tribunal Federal.
      Bebel

      Responder
  • 18. Vanessa  |  31/08/2014 às 12:37

    Bom dia Bebel,

    Gostaria de saber se há dentro de alguma D.E., ou até mesmo na Secretaria da Educação, alguém que entenda de Evolução funcional via acadêmica e não academica. Pois em minha escola, devido a secretaria digital, estão exigindo que eu entregue meus certificados e diplomas, que serão utilizados em ordem cronológica, deste modo, alguns que nem tenho em mãos, não poderão ser inseridos depois. Assim como tenho uma dúvida quanto à ordem cronológica desses dois tipos de evolução se são diferentes ou se misturam, em que na lei não há clareza, e nínguem consegue sanar minhas dúvidas. Deste modo estou apreenssiva de fazer ou não o que me é exigido.

    Grata, Vanessa

    Responder
    • 19. apeoesp  |  06/09/2014 às 12:48

      Prezada professora Vanessa,
      As duas formas de evolução são concomitantes. Você utiliza seus títulos de mestrado ou doutorado para a evolução funcional pela via acadêmica e demais cursos para a evolução funcional pela via não acadêmica, de acordo com os interstícios cumpridos.
      Bebel

      Responder
  • 20. Michele  |  31/08/2014 às 20:17

    Presidenta. Boa Tarde. Me esclarece uma dúvida. Todos os aprovados no concurso poderão participar do processo seletivo 2014 para as atribuições de janeiro ou haverá restrições? Se tiver, quais? Obrigada.

    Responder
    • 21. apeoesp  |  06/09/2014 às 12:42

      Prezada professora Michele,
      Não haverá processo seletivo. As notas de concurso vale para todos os professores que desejarem atribuir aulas na rede estadual de ensino como categoria O.
      Bebel

      Responder
  • 22. Prof Clovis  |  01/09/2014 às 12:46

    Bom dia, neste final de semana a sala dos professores foi incendiada na minha UE (centro-sul). Domingo estava conversando com uma professora da Sul1 e ela relatou que três escolas foram alvo de incêndio. Como trabalhar com tanta violência?

    Responder
    • 23. apeoesp  |  06/09/2014 às 12:36

      Prezado professor Clóvis,
      A situação é totalmente absurda e o Governador Alckmin finge que não é com ele.
      Bebel

      Responder
  • 24. CARLOS OLIVEIRA  |  01/09/2014 às 22:15

    Falta interesse de professor por carreira, diz estudo1
    Estadão Conteúdo Em São Paulo 01/09/201409h42
    Compartilhe52126 Imprimir Comunicar erro
    Apesar de haver escolas sem professores no Brasil, o número de licenciados entre 1990 e 2010 seria suficiente para atender à demanda atual por docentes. É o que revela a pesquisa inédita do professor José Marcelino de Rezende Pinto, da USP (Universidade de São Paulo). Faltam, portanto, profissionais interessados em seguir carreira dentro da sala de aula.

    O estudo aponta para a necessidade de tornar a profissão mais atrativa e de incentivar a permanência estudantil na área. Isso porque o número total de vagas na graduação é três vezes maior que a demanda por professores estimada nas disciplinas da educação básica. Em todas as áreas, só as vagas de graduação nas universidades públicas já seriam suficientes para atender à demanda.

    Para realizar a pesquisa, o autor cruzou a demanda atual por profissionais na educação básica com o número de formados nas diferentes disciplinas curriculares entre 1990 e 2010. Assim, apenas em física é possível afirmar de fato que o número de formandos não é suficiente para suprir a necessidade.

    Segundo Marcelino, os titulados preferem ir para outras áreas a seguir a docência. “A grande atratividade de uma carreira é o salário. Mas, além da remuneração, o professor tem um grau de desgaste no exercício profissional muito grande. E isso espanta”, afirma o pesquisador, que é da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras da USP de Ribeirão Preto.

    Os cursos de formação de professores têm evasão maior que 30%, acima da média registrada por outras graduações. “Em vez de financiar novas vagas, muitas vezes em modalidade a distância sem qualidade, precisamos investir para que o aluno entre e conclua.”

    Dados recentes mostram que há um deficit nas escolas brasileiras de 170 mil professores apenas nas áreas de matemática, física e química. Só na rede estadual de São Paulo, 21% dos cargos necessários estavam vagos no ano passado, como revelou o Estado na ocasião. A maior lacuna era em matemática e português, esse último com falta de 7,1 mil docentes – o governo do Estado afirma que os alunos não ficam sem aula, mesmo que acompanhados por professores de outras formações.

    Em língua portuguesa, a pesquisa revela um dos maiores abismos. O número de concluintes entre 1990 e 2010, de 325 mil, é quase três vezes maior que a demanda calculada, em torno de 131 mil.

    Só três disciplinas aparecem com razão negativa entre concluintes e demanda: ciências, língua estrangeira e a já citada física. Nas duas primeiras, os dados não refletem algumas condições: a área de língua estrangeira é atendida por formados em letras, que tem alto índice de estudantes, e muitos professores de ciências têm formação em biologia – que tem a maior proporção de concluintes.

    Ganho
    O salário de um professor é, em média, 40% menor que o de um profissional de formação superior. Foi essa diferença de renda que fez Simone Ricobom, de 40 anos, deixar a docência em 1998 – após cinco anos na área – para trabalhar na Previdência Social. “Havia o pensamento de que o professor tinha de ser um pouco mãe e eu queria ser profissional. Também percebi que não havia projeção na carreira.” Ela voltou a atuar na educação infantil entre 2008 e 2012, dessa vez na rede particular, mas se decepcionou novamente.

    O coordenador da Campanha Nacional pelo Direito à Educação, Daniel Cara, diz que o resultado da pesquisa desconstrói um falso consenso sobre um “apagão”. “Os dados reforçam que a principal agenda na questão docente é a da valorização”, diz. “Valorização é garantia de boa formação inicial e continuada, salário inicial atraente, política de carreira motivadora e boas condições de trabalho.”

    As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

    Responder
    • 25. apeoesp  |  06/09/2014 às 12:29

      Prezado professor Carlos,
      Sim, professor, a chave de tudo é a valorização, mas muitos governantes não aceitam esta realidade óbvia.
      Bebel

      Responder
  • 26. Jucilaine.  |  02/09/2014 às 02:43

    Olá Bebel, parabéns pelo trabalho!
    Meu nome é Jucilaine, sou Pedagoga e estudante de 2ª Licenciatura em Artes Visuais (irei me formar em Artes em Junho/2015) e gostaria de saber se você pode me dar uma orientação.
    Eu fiz este último concurso que teve no Estado p/ PEB II e infelizmente fui muito bem, fiquei em nº 11 e perdi a chamada porquê não tinha o diploma para apresentar.
    Será que eu consigo pegar aulas mesmo sem estar formada no início do ano que vem como OFA?
    Se sim, eu preciso me inscrever ou vale minha pontuação no concurso?
    Se eu quiser me inscrever como OFA mas em PEB I, posso aproveitar a minha pontuação do concurso?
    OBS: Dou aulas na Prefeitura e já trabalhei no Estado como temporária, mas como PEB I.
    Agradeceria se pudesse me passar essas informações.
    Atenciosamente,
    Jucilaine.

    Responder
    • 27. apeoesp  |  06/09/2014 às 12:24

      Prezada professora Jucilaine,
      No meu entendimento, você pode inscrever-se para a contratação como categoria O e utilizar a nota do concurso, mas como PEB II.
      Informe-se melhor pelo telefone 11.33506214.
      Bebel

      Responder
  • 28. Magali de Cássia Merenda  |  02/09/2014 às 21:44

    Prezada Bebel
    Boa noite!
    Já faz em torno de 01 ano que ouvi muitos comentários, inclusive neste site e blog, que o governo tinha mudado o tempo de espera para ter aulas atribuídas no caso do prof, O de 200 dias para 40. Mas pelas informações acima e em outras ocasiões ouvi sobre os 200 dias entre um contrato e outro. Não sou categoria O, porém os colegas me perguntam e não sei informar. Afinal, o que está valendo entre o término de um contrato para o início de outro? 200 ou 40?
    Obrigada. Profª Magali

    Responder
    • 29. apeoesp  |  06/09/2014 às 12:19

      Prezada professora Magali,
      Houve um acordo a esse respeito em nossa greve de 2013. A Secretaria da Educação formulou projeto de lei neste sentido, mas ao enviar para a ALESP, o Governador mandou modificar essa parte, mantendo 40 dias de afastamento apenas para quem já tinha ficado 200 dias fora, e ainda assim, apenas para aquela atribuição. Ingressamos com ação judicial e conseguimos os 40 dias para todos. Durante todo esse ano, negociamos e a SEE enviou novamente ao Palácio dos Bandeirantes, segundo nos foi informado, o projeto de lei para eliminar os 200 dias. Vamos lutar para que seja remetido à ALESP e aprovado, mas estamos prontos a ingressar novamente com ação judicial.
      Temos assembleia no dia 25/09 às 10 horas na Avenida Paulista. Um dos pontos da pauta é esse.
      Bebel

      Responder
  • 30. Prof. Milton  |  04/09/2014 às 02:29

    Bebel, Boa noite,
    Gostaria de saber como será calculada a pontuação de dois professores ingressantes de mesma área, na classificação na UE, já que os dois receberam a pontuação de 10.00 pelo concurso? No aso eles estam empatados, quem tem preferencia?

    Responder
    • 31. apeoesp  |  06/09/2014 às 11:59

      Prezado professor Milton,
      Há o tempo de serviço, títulos e, havendo necessidade, critérios como idade, se casado(a) ou não, filhos etc.
      Bebel

      Responder
  • 32. Caio Luiz  |  08/09/2014 às 14:35

    Bebel, bom dia,

    No dia 06/09, saiu a portaria que fala do processo de inscrição para 2015.

    Porém ainda não está bem claro, ao que tudo indica estou seguro no artigo 1° inciso “VI – docentes remanescentes, aprovados no Concurso público de PEB-II/2013, na 1ª e 2ª opção”

    – Porém, estou no fim do contrato e há quem diz que não poderei participar e se sim, que seguirá a seguinte ordem de atribuição:

    I – docentes efetivos;
    II – docentes estáveis pela Constituição Federal de 1988;
    III – docentes celetistas;
    IV – docentes com vínculo assegurado em lei, a que se refere o § 2º do artigo 2º da Lei Complementar Nº 1.010/2007;
    V – docentes contratados, nos termos da Lei Complementar Nº 1.093/2009.
    VI – docentes remanescentes, aprovados no Concurso público de PEB-II/2013, na 1ª e 2ª opção

    – Caso siga, um O reprovado ou que não prestou o concurso (e isso inclui alunos etc) poderão passar na frente de um O aprovado? Isso é justo? e o mérito do concurso? Ainda sobre o fato de um professor passar na frente de um “remanescente” por ter o contrato ativo é injusto, visto que também cumprimos o mesmo contrato seguindo todas as exigências e por termos cumprido seremos excluídos! O sindicato tem o dever de lutar por nós, não há porque ter exclusão em nenhum aspecto ou faixa! Temos que entrar com uma ação coletiva!

    – Caso eu seja indeferido, o que posso fazer?!

    – Recebi um email da SEE dizendo que só poderá participar da atribuição professores que estejam com contratos para 2015. Porque esse terrorismo por parte do governo?

    Isso é totalmente injusto!!! Grato pelas orientações.

    Responder
    • 33. apeoesp  |  13/09/2014 às 15:21

      Prezado professor Caio,
      A SEE não está permitindo aos professores da categoria O com contrato encerrando-se no final deste ano a inscrição para o processo de atribuição de aulas. estamos em contato com a Secretaria para solicitar que a inscrição possa ser feita.
      Por outro lado, pela regra em vigor, esses professores devem entrar na “duzentena”. A SEE informou que enviou ao governo projeto de lei para acabar com a duzentena. Se isto não ocorrer, vamos ingressar com ação judicial, como fizemos neste ano.
      Bebel

      Responder
  • 34. Val  |  08/09/2014 às 20:46

    boa tarde pra todos, alguém sabe informar em que pé está o concurso peb II, quando vão chamar mais professores? Obrigada e um abraço.

    Responder
    • 35. apeoesp  |  13/09/2014 às 14:35

      Prezada professora Val,
      A SEE diz que ainda não há previsão para nova chamada.
      Bebel

      Responder
  • 36. Adriana  |  09/09/2014 às 14:11

    Prezada Professora Bebel,
    Gostaria que a senhora me esclarecesse qual é a quantidade de abonadas e falta médica dos professores categoria O (2 abonadas e 6 faltas por ano ou contrato?). Agradeço desde já.

    Responder
    • 37. apeoesp  |  13/09/2014 às 14:29

      Prezada professora Adriana,
      Por contrato. Mas nosso entendimento é de que deveria ser a cada ano.
      Bebel

      Responder
  • 38. prof Silva  |  09/09/2014 às 14:25

    Se não haverá concurso de remoção então quando será a terceira chamada do concurso?

    Responder
    • 39. apeoesp  |  13/09/2014 às 14:28

      Prezado professor Silva,
      Não está prevista, segundo a SEE.
      Bebel

      Responder

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