Matéria publicada no jornal Folha de S. Paulo, 24/09/2015

24/09/2015 at 14:01 16 comentários

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Entry filed under: Artigos.

Todos à assembleia em 25/09!

16 Comentários Add your own

  • 1. Cacau  |  24/09/2015 às 19:16

    Ué, se o sistema funciona nos EUA, porque não aqui no Brasil?
    Vi a presidente do sindicato falando a pérola de que crianças criam ‘raízes ‘ em uma escola e não vão querer mudar.
    Interessante, as crianças daqui são mais tapadas que as dos EUA? Não são capazes de compreender algo tão simples?

    Responder
    • 2. apeoesp  |  26/09/2015 às 13:06

      Prezada professora Cacau,
      Podemos examinar sistemas educacionais de diversos países e verificar quantas diferenças existem entre eles. Especialistas dos Estados Unidos estudam o sistema da Finlândia, que tem se destacado mundialmente, enquanto o dos Estados Unidos patina. Eu coloco outra questão: você já se perguntou porque este tipo de segmentação não é feita nos colégios da elite? Eu digo: é porque sabem dos benefícios pedagógicos da convivência entre estudantes de diferentes idades.Transmissão de conhecimento, troca de informações, intercâmbio de experiências são intrínsecos ao processo educativo.
      Com um falso verniz pedagógico se quer esconder a razões verdadeiras da reforma: fechar escolas, reduzir o número de professores, desfazer-se de prédios e equipamentos, ampliar espaços para o ensino profissionalizante, municipalizar o ensino fundamental, racionalizar a “máquina”.
      Crianças estudando longe de casa, professores pulando de escola para escola, transtornos para os pais, professores demitidos, tudo isto não está no rol de preocupações do governo.
      Há muitas coisas dos Estados Unidos que não devemos seguir. Esta talvez seja uma delas.
      Bebel

      Responder
  • 3. ERIKA  |  24/09/2015 às 20:04

    Boa tarde Bebel.
    Como mãe, fico preocupada por não saber como irei fazer com minha filha, pois terei que me adequar a nova realidade. Porém como professora, fico mais apreensiva ainda. Como ficarão os casos de remoção, que só falta saber o resultado? E quem tem dois cargos efetivos no estado. Como ficará?
    Apesar de tudo acho que a ideia é boa. Pois falta organização, não se faz algo desta magnitude sem planejamento e tempo hábil para tais modificações. Isso sem dúvida se tornará uma bagunça.

    Responder
    • 4. apeoesp  |  26/09/2015 às 12:58

      Prezada professora Erika,
      É justamente o que tenho dito: uma bagunça. A Secretaria optou por impor um projeto de cima para baixo, sem qualquer consulta ou debate com a rede. Poderia haver contribuições importantes, foco nos verdadeiros problemas. Estamos contra esta reforma e vamos lutar contra ela, pois haverá diversas decorrências e você aponta algumas.
      Bebel

      Responder
  • 5. Marcos Goulart  |  25/09/2015 às 22:10

    Com esta mudança não quero mais a remoçaõ, no entanto, ele soltou a remoção antes e encerrou antes do anúncio, tem algo que eu possa fazer?

    Responder
    • 6. apeoesp  |  26/09/2015 às 03:20

      Prezado professor Marcos,
      Sugiro que ligue para 11.33506214 para informar-se.
      Bebel

      Responder
  • 7. Rose  |  25/09/2015 às 23:59

    Boa Noite. Estou muito preocupada. Estou tentando remoção para uma escola que tem fund I, II e médio. Sou peb II e médio. Só falta conseguir remoção e a escola ficar somente com fub. I. Primeiro deveria definir mudança, depois remoção. Que bagunça

    Responder
    • 8. apeoesp  |  26/09/2015 às 03:18

      Prezada professora Rose,
      Exato. Muita bagunça. Por isso temos que intensificar a luta contra essa reorganização.
      Bebel

      Responder
  • 9. Luciana Lourenço  |  26/09/2015 às 10:22

    Acho que a reorganização pode ser algo positivo pra educação. Não podemos nos precipitar e condenar essa ideia. Concordo que uma escola atendendo apenas a um ciclo pode ajudar muito na gestão, coordenação pedagógica, organização dos alunos, dos professores e do ambiente escolar como um todo.

    Responder
    • 10. apeoesp  |  26/09/2015 às 12:31

      Prezada professora Luciana,
      Não podemos olhar a educação somente pelo olhar administrativo, da gestão, do controle dos alunos.Temos que ter um olhar pedagógico, de educadores, de pessoas preocupadas em formar cidadãos, não apenas para os estudos, mas para o mundo do trabalho e para a vida.
      Você já parou para pensar porque os colégios da elite não separam? Pense bem, o ensino se faz com transmissão de conhecimento, de experiências, com cuidados e intercâmbio. Por isso é salutar a convivência de estudantes jovens com outros estudantes de menos idade. Isto ajuda a forma e a educar, num contexto escolar. Dividir, segmentar, separar, não contribui para este processo.
      No fundo, as razões são administrativas e financeiras e obedecem à intenção de terminar de municipalizar o ensino fundamental, como está na meta 21 que o governo introduziu em sua proposta de Plano Estadual de Educação. Para isso o governo vai fechar escolas, continuar superlotando salas de aula, vai mandar crianças e jovens estudarem longe de suas casas, vai demitir professores. Vai ser uma grande bagunça. E tudo foi feito na surdina, sem nenhum diálogo com quem quer que seja.
      Não podemos concordar.
      Bebel

      Responder
  • 11. Eduardo  |  29/09/2015 às 16:39

    Olá Bebel

    Concordo plenamente com expressão bagunça exatamente cada país tem um padrão de educação a ser seguido e não serão mudanças de escolas que vão trazer grandes benefícios. Acredito que a mudança para começar tem que ser lá no sistema e pelas pessoas que estão gerenciando por trás dele, esse tal secretário idealiza demais e faz pouco tem uma visão econômica da educação, e sabemos que não estamos trabalhando em uma empresa acredito que a melhor pessoa para servir de gestor seria mesmo um professor ou um diretor que está a frente do dia a dia de uma escola conhece bem o nicho da comunidade, clientela a qual se dedica. Outro ponto que fica para trás o governo tem oferecido tão pouca formação continuada e quanto se tem poucos professores aceitam fazer o professor sempre está em formação que é um fator que ao meu ver de suma importância outra questão é a falta de consideração com todos nós desde os efetivos aqueles que são O, V dividir nós em categoria falta classifica entre bons e ruins e piores só promete e não resolve não dialoga porque não tem argumentos mais para nós enrolhar na conversa onde estão as 10.000 vagas pelo jeito balela pura. Outra questão deve a nós mesmo precisávamos ser mais unidos em relação aos nossos direitos quando as greves são realizadas não vejo pouca presença dos professores do interior de SP sempre estão com medo e as DEs muito mais. Deveria para toda classe só assim resolve mesmo que depois tenhamos que repor essas aulas será para nosso bem se houver pouca manifestações continuaremos sem diálogo.
    Muito injusto mesmo sermos jogados de um lado para o outro sem eira nem beira.

    Responder
    • 12. apeoesp  |  04/10/2015 às 12:27

      Prezado professor Eduardo,
      Exatamente. Não há justificativas pedagógicas para toda essa confusão. É preciso uma mudança profunda nas políticas educacionais no estado de São Paulo.Por isso estamos lutando pela aprovação do Plano estadual de Educação formulado pelo Fórum Estadual de Educação. Quanto à união e mobilização da nossa categoria, é um trabalho que nunca termina e deve ser realizado todos os dias nas escolas.
      Bebel

      Responder
  • 13. Roberto  |  30/09/2015 às 16:58

    Segundo os jornais, o governador anunciou projeto de lei que estabelece nova forma de contratação de professores temporários. Os contratos terão duração mínima de três anos, sendo prorrogados até o final do ano letivo em que se encerram. Assim podem durar até três anos e onze meses. O intervalo entre um contrato e outro, pelo projeto, continuará muito longo, passando de 200 dias para 180 dias.Se for aprovado esse projeto,quem termina o contrato em 2015, poderá fazer a inscrição para 2016? Pois com isso terá mais um ano de contrato, haverá prorrogação no prazo das inscrições? Agradeço desde já.

    Responder
    • 14. apeoesp  |  04/10/2015 às 12:06

      Prezado professor Roberto,
      Não haverá prorrogação de contratos. A lei não será retroativa e valerá para os novos contratos.
      Bebel

      Responder
  • 15. Mirella Nancin  |  13/10/2015 às 11:40

    Como ficarão os diretores designados com esta reeorganização escolar?

    Responder
    • 16. apeoesp  |  18/10/2015 às 13:37

      Prezada professora Mirella,
      É preciso ver cada caso. Muitos poderão perder a designação.
      Bebel

      Responder

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