Acerca da enquete do UOL sobre a bagunça na rede estadual de ensino

19/10/2015 at 20:22 29 comentários

Muitos professores e professoras procuraram-me nas últimas horas, estranhando a rápida e persistente alteração nos resultados da enquete do portal do UOL na internet sobre a chamada “reorganização” (bagunça) da rede estadual de ensino.

Na sexta à noite, os votos contrários à “reorganização” estavam disparados, com mais de 82% de preferência, contra menos de 18% favoráveis ao projeto do Governo Estadual.

A partir do início da noite de sábado houve uma rápida subida nos votosfavoráveis à bagunça, o que continuou no domingo, chegando neste momento (segunda-feira) a ter maioria de 54% a 45%. Uma virada assim espetacular não se dá por acaso.

Uma primeira análise de pessoas especializadas indica que o sistema do UOL não computa duas vezes os votos originários de um mesmo computador. A não ser que você seja….. um robô! Isto é, a não ser que você tenha um programa com a capacidade de alterar a cada instante o IP (uma espécie de identidade) da máquina, de maneira que possa votar inúmeras vezes e ter todos os votos computados.

Enquetes, mesmo sem validade estatística, podem ser importantes para aferir a tendência de opinião em uma comunidade, mas não podemos confiar num sistema que, tendo sido testado, apresentou margem para esse tipo de dúvida.

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CGRH publica instruções para a posse e exercício dos candidatos aprovados no concurso de PEB I convocados Cartilha do Grito pela Educação Pública de Qualidade no Estado de São Paulo

29 Comentários Add your own

  • 1. Betto Pita  |  20/10/2015 às 05:01

    Olá é verdade que em FEvereiro os remanescentes do concurso Peb II 2013 serão convocados?

    Responder
    • 2. apeoesp  |  24/10/2015 às 13:47

      Prezado professor Betto,
      Não tenho essa informação. Fevereiro não é um mês adequado para novas convocações, pois já terá passado o período da atribuição inicial.
      Bebel

      Responder
      • 3. Gabriel  |  26/10/2015 às 09:51

        E daí? Quem perde estas aulas serão os contratados e (ou) estáveis na qual suas funções são a de substituir os efetivos por tempo determinado. Estes professores não são donos dos cargos. Se for para ocorrer em fevereiro que assim seja. Já temos o Decreto que proíbe convocações e quando o Governador abre exceção vocês vão achar ruim? Me poupem… nem parece que vocês lutam a favor da educação, e sim são contra TUDO que ocorre no estado.

      • 4. apeoesp  |  01/11/2015 às 15:32

        Prezado professor Gabriel,
        Olha, fica até difícil responder a sua questão. O governo está fechando 94 escolas e reorganizando outras 752. Creio que o momento é de evitar essa catástrofe para professores e estudantes. O que vier a ocorrer em fevereiro, debateremos no momento certo. Do jeito que vai, não vai haver convocação alguma nem agora, nem em fevereiro.
        Bebel

  • 5. katita  |  20/10/2015 às 11:37

    Desculpe o espaço. Bom dia Bebel! Estou esperando o meu abono de permanência desde o mês passado, quanto tempo demora para que o mesmo seja concedido? Também tenho um bloco inteiro de licença-prêmio e gostaria de tirá-lo mas, infelizmente a minha diretora disse que a dirigente não assinará NADA e que eu perderei este bloco?! Isso procede? Não poderei pedir minha licença-prêmio e terei que aguardar a minha aposentadoria trabalhando? Desde já agradeço a essa e outras tantas dúvidas que por vc foram sempre sanadas.

    Responder
    • 6. apeoesp  |  24/10/2015 às 13:44

      Prezada professora Katita,
      O abono de permanência, havendo regularidade em todos os documentos, deveria ser imediato. Porém, o governo sempre atrasa. Se houve um atraso excessivo, você deve procurar o departamento jurídico. Quanto à licença-prêmio, você só pode acionar o jurídico a partir do momento em que houver o indeferimento do pedido.
      Bebel

      Responder
  • 7. Daniel  |  21/10/2015 às 01:42

    Bom e a 3° chamada? Segundo o Secretario ela iria ocorrer após o resultado da remoção, pois bem já saiu a remoção….Vamos lembra ele que ele tem a 3° chamada e que existem cargos

    Responder
    • 8. apeoesp  |  24/10/2015 às 13:23

      Prezado professor Daniel,
      O Secretário disse, mas ele diz muita coisa e não cumpre, como no caso do nosso reajuste. Ao mesmo tempo, há outra dificuldade: em setembro o governador decretou que não pode haver chamadas de concursados. Abriu exceção para PEBI e abriu exceção para a Fundação Paulo Souza. Para uma terceira chamada, ele terá que abrir também exceção, mas não o fez até o momento. Por isso nossa assembleia do dia 29/10, às 15 horas, na Paulista, é muito importante.
      Bebel

      Responder
  • 9. Virginia  |  22/10/2015 às 01:23

    Na minha opinião, só para variar, não houve transparência e seriedade no concurso de Remoção… Vagas não foram preenchidas, mesmo tendo professores se candidatado para ela, o que significa que o professor não conseguiu, mas essa vaga será preenchida por quem está começando por posse no concurso… Não foi respeitada pontuação.
    Tenho uma colega que ficou com um cargo em uma cidade e o outro cargo em outra cidade a 500 km de distancia… Ou seja, vai ser obrigada a exonerar um dos dois…
    O governo continua deitando e rolando e nós… só fazendo passeatas…
    Melhor desistir da profissão… cansada!

    Responder
    • 10. apeoesp  |  24/10/2015 às 13:15

      Prezada professor Virgínia,
      Nós só fazendo passeatas?!! Não, professora, nós fizemos uma greve de 92 dias. Ouviu falar? Participou? Lutou? Chamou seus colegas para lutar? Se lutou, não pode dizer que estamos só fazendo passeatas. Se não lutou e não participou de nada, é também responsável pelo governo, segundo a senhora, “deitar e rolar”.
      Nós continuamos lutando. Não somos responsáveis pelos desmandos do governo. Se acha que o sindicato não está acertando, aponte a maneira certa e infalível de derrotar o governo. Tenho a certeza de que todos acatarão.
      Bebel

      Responder
  • 11. Carlos Henrique Tretel  |  22/10/2015 às 04:18

    Merece um olhar mais apurado esse imbróglio criado aqui no Estado de São Paulo por conta da chamada reorganização do sistema de ensino (como apregoado pela Secretaria de Estado da Educação) ou pura e simples intenção de se fechar escolas (segundo a APEOESP) uma vez que toda essa discussão acontece desvinculada da discussão que deveríamos estar vendo acontecer na Assembléia Legislativa Paulista acerca das três propostas de Plano Estadual de Educação. Ainda que já tivéssemos uma proposta vencedora (entenda-se aprovada na ALESP), essa discussão sobre escolas de ciclo único não poderia cair de pára-quedas em nosso dia-a-dia, fruto da imaginação de quem quer que seja, por mais notáveis intenções ou conhecimentos que possa ter ou aparentar, até porque em se tratando de planejamento estratégico (em um país sério logicamente) impensável se propor medidas de ocasião ao arrepio das discussões que se estabelecem nos tempos e espaços democráticos apropriados e disponíveis (desde que em um país sério, logicamente ainda).
    Porque assim como se dá essa discussão de momento, sem que percebamos a existência de espaço e tempo adequados ao estudo do que se propõe (mediados, necessário se faz dizer, por um Fórum Estadual de Educação que se comunique com a sociedade) a bom termo não chegaremos ao que parece. E infelizmente, como há tempos vemos acontecer aqui no Estado de São Paulo, os maiores prejudicados continuarão sendo nossas crianças e adolescentes, privados de uma educação pública gerida com profissionalismo.
    Pois só com amor, como historicamente se dispõem as(os professoras(es), não basta, bem sabemos. O Plano Nacional de Educação ao propor 10% do PIB para a educação encerra essa discussão que um dia já foi polêmica. Hoje não mais.
    Basta, pois, de amadorismo (e de recursos humanos e financeiros insuficientes) na gestão da educação pública, em especial na de São Paulo, em que não se consegue discutir de forma aberta, democrática e profissional um plano de educação que se possa reconhecer como sendo de Estado e não de Governo. A não ser que esse Governo que aí está, do governador Alckmin, se baste, se imagine auto-suficiente para a superação dos desafios postos para a educação pública neste território e não precise harmonizar seus planejamentos estratégicos com os estabelecidos nos planos de educação nacional e municipais. Ufania (caso não aprenda o governador Alckmin a dialogar) que me parece um absurdo de dimensão inimaginável, uma vez que descabida tal falta de habilidade justamente neste momento em que de norte a sul deste país falamos sobre a necessidade de se construir um sistema nacional articulado para a educação. Para o que os espaços e tempos (das comissões de educação, dos conselhos de educação, dos fóruns de educação) que se sabem envolvidos com a elaboração e monitoramento dos planos de educação precisam se pôr a trabalhar. Desde que respeitados quando assim se encontrarem.
    Salvemos, pois, com mais uma salva de palmas, posto oportuno, o modo como desenvolvem seus trabalhos as Comissões de Educação da Câmara dos Deputados (http://www2.camara.leg.br/atividade-legislativa/comissoes/comissoes-permanentes/ce ) do Senado (http://www12.senado.leg.br/ecidadania/principalaudiencia ) e da cidade de Toledo (http://www.toledo.pr.leg.br/reunioes-das-comissoes/audio-das-reunioes ) e os divulgam.
    Aqui no Estado de São Paulo, infelizmente, desse modo não acontece. Esperemos que por ora.
    Profissionalismo já! Amadorismo fora!
    Discutir o que não se encontra dimensionado no Plano Estadual de Educação jamais!!!

    Carlos Henrique Tretel, voluntário do blog De Olho nos Conselhos e do projeto Pensar a Educação, Pensar o Brasil, 1822-2022.

    Responder
    • 12. apeoesp  |  24/10/2015 às 13:11

      Prezado professor Carlos,
      Você tem inteira razão. As discussões sobre a reorganização e o PEE não podem estar desvinculadas. O governo faz esta vinculação, mas nós ainda estamos tratando das questões de forma separada.Nossa reunião de CER, ontem, em São José do Rio Preto, fez esse debate e vamos levá-lo à sociedade e à nossa categoria. São Paulo destoa totalmente dos avanços que conquistamos em nível nacional. Na terça, dia 27, o Secretário estará na ALESP para debater o PEE. Excelente momento para explicitarmos nossas posições.
      Bebel

      Responder
      • 13. Carlos Henrique Tretel  |  25/10/2015 às 09:48

        Preocupa-me aqui em SP, Bebel, que as instâncias que deverão, depois de aprovado e sancionado o Plano Estadual de Educação em discussão no momento na ALESP, avaliá-lo e monitorá-lo regularmente não tenham páginas eletrônicas atraentes à população, a fim de que a sociedade civil possa participar de todo o processo de implementação do PEE que se queira (e se deva porque lei) ver realizado e não letra morta. Deveríamos a meu ver aqui em SP ter a humildade para aprender com outros estados da federação que se encontram à nossa frente em termos de planejamento, ou melhor, em termos de saber planejar, e planejar não de qualquer maneira mas democraticamente. O que demanda, antes até da disposição ao diálogo, transparência. Assim, por exemplo, foi que conseguiu sancionar o seu PEE o estado de MS, com o seu Fórum Estadual de Educação alimentando regularmente sua página eletrônica para que a população matogrossense pudesse à época das discussões do projeto que tramirava na Assembleia Legislativa de MS acompanhar de perto o posicionamento de cada uma das instâncias, órgãos e entidades que se escontravam às mesas de debates de então. Se quisermos ver o resultado disso, basta que entremos no site do Fórum Nacional de Educação e procurar a página eletrônica do FEE-MS. Há por lá também acesso às páginas eletrônicas dos demais fóruns de educação estaduais, algumas bem interessantes, como, por exemplo ainda, a do FEE-BA. Inexplicavelmente, não se encontra acesso por lá (e pelo visto por lugar algum) à página eletrônica do FEE-SP. Como podemos defender a proposta de plano estadual de educação feita pelo FEE-SP se sequer uma página eletrônica gerenciada por este fórum existe para de imediato divulgar sua proposta, comparando-a com as demais, e para mais à frente avaliá-la e monitorá-la com ampla divulgação para a sociedade como um todo? Sugiro, pois, Bebel que nos esforcemos para sensibilizar o FEE-SP sobre a necessidade urgente dele criar sua página eletrônica e de alimentá-la com regularidade. Página essa que bem poderia, na minha opinião, seguir o bom exemplo dado pela própria Apeoesp quando agregou à sua página eletrônica o Blog da Presidenta, iniciativa pioneira e ousada desenvolvida por vocês, Bebel, e que bem que pode (e deve?) ser seguida por aqueles que verdadeiramente tem apreço pelo estado democrático. Preocupa-me, repito por fim, a inexistência de canais de comunicação atraentes à população, tal como existem em outros estados. A desinformação favorece àqueles que não querem mudança alguma. Mesmo você (se me permite a crítica, Bebel) se confunde quando nos informa sobre a agenda de discussões acerca do PEE. Parece-me que amanhã, 26, sem prejuízo do anunciado por você para depois de amanha, acontecerá audiência pública promovida pela ALESP na cidade de Santos. Entrando na página eletrônica do Portal dos Conselhos (especificamente na de seu Conselho Municipal de Educação) da Prefeitura de Santos, http://www.santos.sp.gov.br, nada encontrei… A audiência será pública ou secreta? Por que não divulgá-la (tal como fazem por exemplo as Comissões de Educação da Câmara dos Deputados e do Senado) gravando-a para consulta pública? A quem interessa não disponibilizar à população as gravações de eventos importantes como esse de amanhã, 26, e de terça-feira, 27? Aos que não querem ver mudança alguma aqui em Sampa… Mas bem sabemos que mudanças por aqui se fazem necessárias. Principalmente a que anuncie o fim do poder absoluto dos planejamentos de governo, reconhecendo-os válidos apenas e tão somente quando adequados ao planejamento de estado, ao PEE. Como a esse entendimento chegarmos aqui em SP se sequer o seu Fórum Estadual de Educação tem uma página eletrônica?

      • 14. apeoesp  |  01/11/2015 às 15:34

        Prezado professor Carlos,
        Estou de acordo com sua sugestão. Vou levá-la ao Fórum Estadual de Educação.
        Bebel

      • 15. Carlos Henrique Tretel  |  27/10/2015 às 07:08

        BLOG DA BEBEL (HOJE, PALAVRA DA PRESIDENTA) : OUSADIA A SER COPIADA PELA ALESP, FEE-SP, CEE-SP, SEE-SP…?

        Prezada Bebel, https://apeoesp.wordpress.com/2015/10/19/sobre-a-enquete-do-uol-sobre-a-bagunca-na-rede-estadual-de-ensino/#comments , bom dia!
        Antes de mais nada, gostaria de desejar a vocês da APEOESP uma boa tarde de trabalho hoje, 27, na ALESP. Contem-nos depois o que se deu por lá.
        E, já que vocês estarão por lá, gostaria de pedir o apoio de vocês ao pedido que fiz ontem por e-mail (1) à presidente da Comissão de Educação e Cultura da Assembleia Legislativa de São Paulo, compartilhado ontem também com vocês, uma vez que a única maneira que vejo para que façamos adequadamente a articulação dos planos de educação nacional, estadual e municipais passa necessariamente por uma adequação dos sites das instâncias das quais aguardaremos para futuro breve avaliações e monitoramentos dos planos em geral. Assim, os sites da Comissão de Educação e Cultura da ALESP, do Fórum Estadual de Educação, do Conselho Estadual de Educação e da Secretaria de Estado da Educação e todos os seus congêneres municipais (Comissões de Educação das Câmaras de Vereadores, Fóruns de Educação Municipais, Conselhos Municipais de Educação e Secretarias Municipais de Educação e Diretorias Regionais de Ensino) necessitarão divulgar em breve ( e regularmente) suas avaliações sobre os planos de educação de seus territórios e sobre os limites e possibilidades de articulação (ou de rearranjos?) desses planos com os planos estadual e nacional. Mas para isso necessita a imensa maioria deles ser remodelada, de maneira que se tornem sites mais generosos tanto nas informações que veiculam quanto nas possibilidades de interação que oportunizam.
        Assim se me apresenta o momento em que vivemos tendo em vista o disposto no parágrafo 1º do artigo 5º da Lei Federal 13.005/14 (que instituiu o PNE) que diz que, a nível nacional, compete ao MEC, às Comissões de Educação da Câmara dos Deputados e do Senado, ao Conselho Nacional de Educação e ao Fórum Nacional de Educação “divulgar os resultados do monitoramento e das avaliações nos respectivos sítios institucionais da internet”, http://presrepublica.jusbrasil.com.br/legislacao/125099097/lei-13005-14 .
        Pois bem. Ótima disposição contida no PNE. Razoável que Planos Estaduais e os Municipais de Educação contenham semelhante disposição para que consigamos articulá-los, você não acha, Bebel?
        Sendo assim, peço a vocês que hoje à tarde na ALESP, se possível, defendam, além das posições recorrentes da APEOESP, a necessidade de que o site da Comissão de Educação da ALESP (entre outros) seja repensado, de maneira a deixa-lo semelhante aos das Comissões de Educação da Câmara dos Deputados, do Senado e da cidade de Toledo-PR, para mim bons exemplos de como é possível se comunicar de maneira integral com a sociedade.
        Sites esses tão bons que para melhorá-los só mesmo se copiassem eles a iniciativa pioneira do site da APEOESP que disponibiliza um blog para comunicação direta entre a direção da entidade, seus associados e a sociedade em geral. Aberto à participação de todos, pois, desde que participação respeitosa logicamente.
        Resumidamente, Bebel, o que lhes peço é que agreguem às inúmeras bandeiras de luta de vocês a de que os sites das instâncias que deverão em futuro breve divulgar os resultados do monitoramento e das avaliações dos planos de educação sejam remodelados, tendo por modelos aqueles que já prestam relevantes serviços de interesse público, de informação e mobilização. O da APEOESP certamente presta relevantes serviços nesses sentidos.
        Um abraço,
        Carlos Henrique Tretel
        Voluntário do blog De Olho nos Conselhos de Educação e do projeto Pensar a Educação, Pensar o Brasil, 1822/202.

        (1) cópia do e-mail encaminhado ontem, 26, à presidência da Comissão de Educação e Cultura da Assembleia Legislativa de São Paulo
        ASSUNTO: À PRESIDÊNCIA DA CEC-ALESP. PEDIDO QUE SE FAZ.
        “Prezada presidente da Comissão de Educação e Cultura (CEC) da Assembleia Legislativa de SP (ALESP), deputada Rita Passos , rpassos@al.sp.gov.br, bom dia!
        Tendo tomado conhecimento através de chamadas feitas pelo site (http://www.al.sp.gov.br/noticia/?id=368108 ) e pela TV da ALESP de que hoje, 26, acontecerá às 14 horas na cidade Santos mais uma audiência púbica para debater uma das três propostas de Plano de Educação para o Estado de São Paulo (PEE-SP) , venho pelo presente, mui respeitosamente, solicitar-lhe que a página eletrônica da CEC-ALESP seja repensada de maneira a oportunizar à população maior visibilidade e transparência das atividades desenvolvidas, de maneira a sintonizá-la com o modo com que isso já fazem, por exemplo, as Comissões de Educação da Câmara dos Deputados, do Senado e da cidade de Toledo-PR, que disponibilizam regularmente as gravações de todos os eventos por elas patrocinados à consulta pública.
        Em nota publicada no http://www.al.sp.gov.br/alesp/comissao/?idComissao=12447 a CEC diz textualmente que “todas as Reuniões são gravadas’. E que “em razão dos custos de produção, as transcrições não são realizadas para todas as reuniões das Comissões Permanentes” . E mais: que “em casos específicos, a pedido, há a realização de transcrições. Quando isso ocorre, o texto pode ser acessado na tela de detalhes da reunião”.
        Permita-me, nobre deputada, antes até do pedido discordar dessa estratégia de contenção de gastos da ALESP, acima transcrita, uma vez que todo custo verificado para oportunizar transparência é compensado, a meu ver, com a otimização dos recursos empregados, humanos e materiais. Publicidade é, aliás, bom princípio de administração pública. Onerosa, por outro lado, é, no decorrer do tempo, a obscuridade, nobre deputada, quando por falta de sistematização até do que já se discutiu (memoriais, poderíamos assim dizer) se discute mais uma vez e mais outra aquilo que por ‘n’ vezes já foi objeto de discussão. Com gravações de conhecimento público tal insensatez certamente se verá com o tempo inibida. E de fato vejamos economizados valiosos (porque resultado de muito suor popular) recursos públicos.
        Posto isto, venho agora, prezada deputada Rita Passos, pedir não somente a realização e a disponibilização de transcrições para todos os eventos patrocinados pela CEC mas também a realização e a disponibilização das gravações dos correspondentes áudios e vídeos, tal como já fazem as comissões de educação acima citadas, http://www2.camara.leg.br/atividade-legislativa/comissoes/comissoes-permanentes/ce , http://www12.senado.leg.br/ecidadania/principalaudiencia e http://www.toledo.pr.leg.br/reunioes-das-comissoes/audio-das-reunioes que não economizam esforços para que nós cidadãos, sabendo efetivamente o que acontece, participemos de fato das discussões propostas.
        Pense grande, nobre deputada. Com um olhar próprio de Itú. Na generosidade inclusive.
        Antecipadamente grato por eventual colaboração, despeço-me, nobre deputada.
        Atenciosamente,
        Carlos Henrique Tretel
        Voluntário do blog De Olho nos Conselhos de Educação e do projeto Pensar a Educação, Pensar o Brasil, 1822/2022”.

      • 16. Carlos Henrique Tretel  |  10/11/2015 às 05:24

        Olá, Bebel. Fiz referência à conversa que mantemos por aqui em um comentário que publiquei nas redes sociais de que participo. Reproduzo-o, pois, por aqui, forma até para que continuemos a nossa conversa.
        No mais, desejo a você e a todas aquelas e aqueles que se mobilizarem hoje, 10/11/2015, pela educação pública de nosso Estado de São Paulo sucesso.
        Segue, então, o comentário a que me refiro:
        “Curiosos por saber notícias (gente do pensar, http://www.pensaraeducacaoempauta.com/#!a-reorganiza–o-da-escola-paulista-/bxhgd ) das audiências públicas realizadas no mês passado para discutir o Plano Estadual de Educação de São Paulo, http://www.al.sp.gov.br/noticia/?id=367963&textoBusca=educacao;estadual;plano&flRealca=T ?
        Como tenho dito, melhor alguma informação do que nenhuma, não é mesmo? Pois bem. De todas as audiências públicas realizadas, a única que se encontra disponível para consulta pública foi a que se verificou em e para a região de Campinas . A TV Câmara Campinas divulgou-a, pelo que a felicito, em https://www.youtube.com/watch?v=aTiVbPRxh5o .
        De se lamentar que as demais Câmaras de Vereadores e a Assembleia Legislativa de São Paulo não tomem semelhante atitude. Atitude de quem quer, de fato, fazer valer as audiências, tornando-as efetivamente públicas. Até porque durante a audiência em Campinas foi observado pertinentemente por alguns dos presentes que o horário em que se realizava a audiência impedia a participação dos cidadãos que trabalham. Convenhamos, audiência das 9:30 às 12:00 horas não é audiência pensada para o grande público. Vamos combinar, então, a solução para que sejam de fato pública passa por disponibilizá-las no YouTube. Tal como fez a TV Câmara de Campinas. Simples assim. (Será? Se assim fosse, por que assim não fazem?)
        Oxalá sejam, no entanto, sinceras as palavras do deputado Adilson Rossi, que presidiu a audiência pública em Campinas, quando disse que a audiência pública que ora divulga a TV Câmara Campinas foi gravada objetivando nortear os trabalhos (e o relatório?) da Comissão de Educação da Assembleia Legislativa neste momento que antecede a votação do Plano de Educação do Estado de São Paulo.
        Esperamos, de fato, caro deputado, que essa audiência realizada em Campinas bem como as demais que não se encontram postas ainda à consulta pública não tenham sido realizadas apenas e tão somente para inglês ver.
        De minha parte, deposito a esperança por dias mais transparentes na gestão da educação pública do Estado de São Paulo como um todo (Estado e Municípios) na atuação da Apeoesp. Aguardo notícias de Bebel, assim, sobre a opinião do presidente do Fórum Estadual de Educação de São Paulo – FEE-SP, João Palma, quanto à necessidade que temos, na minha opinião inclusive, de sites (do FEE-SP, do CEE-SP e das Comissões de Educação) que divulguem adequadamente seus trabalhos. João Palma chegou a dizer entre outras na audiência em Campinas, por exemplo, que o FEE-SP já realizou mais de 30 reuniões de trabalho sobre o Plano Estadual de Educação. Pena que não se encontrem todas essas reuniões disponíveis para consulta pública no YouTube, não é mesmo, João? Se assim fosse, ficaria claro para a população que em momento algum se discutiu no âmbito do Fórum Estadual de Educação as metas 21, 22 e 23, propostas de última hora do poder executivo paulista.
        Aguardemos, pois, o que consegue em sua militância a Bebel https://apeoesp.wordpress.com/2015/10/19/sobre-a-enquete-do-uol-sobre-a-bagunca-na-rede-estadual-de-ensino/#comments . Com o João Palma.
        Carlos Henrique Tretel
        Voluntário do De Olho nos Conselhos de Educação e do Pensar a Educação, Pensar o Brasil, 1822-2022″.

      • 17. Carlos Henrique Tretel  |  16/11/2015 às 10:13

        A fim de que ampliemos ainda mais a discussão de momento, Bebel, permita-me reproduzir logo abaixo entre-aspas e-mail que acabo de enviar @s conselheir@s de educação paulist@s, até porque participantes natos, ou assim deveriam ser considerados, para o entendimento que se quer.

        “Bom dia a tod@s. E um bom dia especial a você que tenho a honra de acrescentar à nossa lista de discussão, prezad@ conselheir@ de educação paulista, 1, a quem parece oportuno me apresentar. Meu nome é Carlos Henrique Tretel, voluntário do blog intitulado De Olho nos Conselhos de Educação e do projeto Pensar a Educação, Pensar o Brasil, 1822-2022, nos quais participo objetivando o desenvolvimento de ambientes virtuais interativos que sirvam de suporte para o monitoramento minimamente qualificado das discussões relativas à articulação dos planos de educação federal, estaduais e municipais: a discussão de momento, você bem sabe.
        Caso a qualquer tempo não queira mais fazer parte desta lista de discussão, basta me avisar, prezad@ conselheir@.
        Certo, no entanto, de que a sua presença nesses ambientes de discussão virtuais os abrilhantará, iluminando entre outras a discussão que se apresenta, por exemplo, em http://www.pensaraeducacaoempauta.com/#!a-reorganiza–o-da-escola-paulista-/bxhgd , editorial do Boletim Pensar a Educação em Pauta do dia 29.10.2015, A REORGANIZAÇÃO DA ESCOLA PAULISTA: ENTRE A ESPERTEZA E A RESPONSABILIDADE, para o entendimento da qual o conhecimento de sua posição, enquanto conselheir@ de educação, se faz necessário, de fundamental importância, despeço-me.
        Atenciosamente,
        Carlos Henrique Tretel.”

        (1)
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        Soraya UNCNE , CME Itararé – Prof Alcir , CME Limeira , CME Limeira – Ana Terezinha , CME Limeira – Jonas , CME Limeira – Sandra , CME Marília , CME Marília – Sidnéia , CME Mauá – Pacheco , Conselho Municipal de Educação Mogi Guaçu , CME Mogi Mirim , CME Ourinhos , CME Ourinhos – Maria Helena , CME Pindamonhangaba – Abgail , CME Piracicaba , CME Piracicaba – Renata , CME Piracicaba – Sandra , Ana Lucia UNCME , CME Regente Feijó – Vilma , Valeria Velis , CME Salto , CME São Carlos , CME São José do Rio Preto , CME SÃO JOSÉ RIO PRETO , CME São Roque ,
        “profflavionac@bol.com.br” , CME Suzano , CME Suzano – Luciana Castilho , Milton UNCME , CME Suzano – Miriam , CME Tarumã , CME Tupi Paulista , CME Votuporanga , CME Votuporanga – Anderson , SME Araraquara , SME – Regina , SME Águas de Lindóia , SME Cerqueira César , CME Dracena , SME Espírito Santo do Turvo , SME Marília , SME Presidente Prudente , SME Santa Adélia , SME São Bento do Sapucaí , SME Suzano , SME Votuporanga , CME Indaiatuba – Jacimara , CME Mauá – Mauro , CME Ourinhos – Marcos ,
        Eliane UNCME , CME São José dos Campos , CME Sorocaba – Lauri Lane , Artur Costa Neto , Thati Capellini UNCME , Maria da GraÇa Carmo Bertasso , Luciana Polidoro UNCME ATIBAIA , Camila UNCME , UNCME SP

  • 18. Thiago  |  23/10/2015 às 01:43

    Bebel, acredito que estamos batendo na porta errada… Do executivo estadual não sai angu… Pode a opinião pública inteira estar contra que ele vai manter o projeto dele… Devemos sitiar a Alesp e exigir dos deputados a aprovação de uma lei estadual que limite em 25 alunos as salas de aulas… Com isso, ele não vai ter a desculpa de salas ociosas para fechar nossas escolas… Vamos pressionar os deputados… Eles derrubaram o veto do Alckmin no caso de salas reduzidas com alunos de inclusão…

    Responder
    • 19. apeoesp  |  24/10/2015 às 12:55

      Prezado professor Thiago,
      Já houve aprovação anterior de projetos limitando o número de alunos e os governadores simplesmente veta e a maioria que tem na ALESP mantiveram os vetos. Na ALESP, temos que pressionar pela aprovação do plano estadual de educação elaborado pelo Fórum Estadual de Educação que contem o número máximo e alunos e toda uma política educacional para dez anos. Este ele terá mais dificuldades para vetar, por causa de todo o processo de discussão. A tal reorganização está articulada com a proposta de PEE do governo. Temos que derrotar as duas em conjunto. Na terça, 27/10, o secretário estará na audiência pública da ALESP às 14 horas. É o momento certo para estarmos todos lá.
      Bebel

      Responder
  • 20. Carlos  |  23/10/2015 às 13:45

    Olá, no mês de Setembro deste ano eu pedi extinção do meu contrato categoria O que acabaria esse ano.
    Gostaria de saber se vou receber 13 salário proporcional e férias indenizatórias?

    Responder
    • 21. apeoesp  |  24/10/2015 às 12:50

      Prezado professor Carlos,
      Você recebe 13º proporcional. Quanto às férias, apenas se tiver mais de 12 meses de exercício.
      Bebel

      Responder
  • 22. Rosana  |  24/10/2015 às 15:33

    OI! BEBEL
    Por favor a atribuição dos categoria “F” será à nível de D.E. OU UE EM 2016? de acordo com a entrevista da diretora do CGRH o que vc entende? Os docentes “F” são temporários ok?
    Grata!

    Responder
    • 23. apeoesp  |  01/11/2015 às 15:47

      Prezada professora Rosana,
      esta situação ainda segue indefinida. A tendência é que seja na UEs. Nós vamos debater no CER o que é melhor para a maioria, tendo em vista toda essa bagunça que estão fazendo na rede. Os professores da categoria F não são temporários, são estáveis.
      Bebel

      Responder
  • 24. Wagner  |  29/10/2015 às 14:33

    Em meio a essa bagunça que o governo promoveu inclusive na nossa vida funcional, gostaria de saber algo sobre como o sindicato se posicionará com relação a atribuição de aulas para o próximo ano. A meu ver o justo seria que a atribuição fosse feita nas diretorias de ensino, pois do contrário muitos que acumulam cargo serão prejudicados. Gostaria de relatar também o que aconteceu na unidade em que trabalho; E.E. Parque Marajoara II, em Santo André, que sempre atendeu a Fund. II e Médio, e que é separada simplesmente por um muro da E.E. Inacia Teruko, está sim, construída para abrigar o fund.I, sendo uma escola com poucas salas e salas com área útil pequena. Ontem para surpresa de todos nós da E.E.Parque Marajoara II tivemos a informação que está ficará com Fundamental I e Fundamental II, cuja demanda é pequena, e a E.E.Inácia Teruko irá atender exclusivamente o Ensino Médio, sendo que a estrutura de seu prédio como já disse possui salas menores, corredores ao redor do prédio com para peitos baixos e abertos por onde seus alunos do noturno sempre lançam objetos nos terrenos vizinhos. Seria possível o Sindicato solicitar uma perícia técnica nos prédios visando desfazer esta troca que não considerou a estrutura física existente e que irá superlotar com alunos fisicamente muito maiores que os de fundamental I e fundamental II, que são os do Ensino Médio, justamente a escola de salas menores, dependencias menores, e além disso com este parapeito aberto por onde alunos maiores lançam constantemente objetos. Há quem diga que esta mudança de prédios só aconteceu por influência de uma das diretoras destas escolas acumular cargo e precisar trabalhar a noite. Será? Valeria a pena apurar, pois se esse absurdo aconteceu, não é justo sacrificar toda uma comunidade escolar em benefício particular de uma única pessoa, e se isso for verdade seria mais fácil então trocar as diretoras de prédios ou escolas.

    Responder
    • 25. apeoesp  |  31/10/2015 às 16:33

      Prezado professor Wagner,
      Por decisão do CER reunido no dia 29/10, o assunto está sendo encaminhado para discussão nas reuniões de representantes para que possamos tomar posição na assembleia do dia 10/11 ou posteriormente.
      Bebel

      Responder
  • 26. silvia  |  29/10/2015 às 18:55

    Olá, Bebel! Poderíamos fazer uma investigação a respeito do custo do “Caderno do Aluno” e de sua eficácia na aprendizagem dos nossos alunos? Quais são as empresas que estão lucrando com esse material?

    Responder
    • 27. apeoesp  |  31/10/2015 às 16:31

      Prezada professora Silvia,
      Sim. Vou levar o assunto à diretoria.
      Bebel

      Responder
  • 28. Carlos De Moraes Heraclio  |  04/11/2015 às 03:18

    Ola, Bebel!

    Gostaria de um parecer seu sobre esse link:

    http://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2015-11/secretarios-de-educacao-defendem-conteudo-obrigatorio-minimo-para-o-ensino

    Ja vazou no grupo APEOESP( FACEBOOK) ainda como boato, obvio, assim como ocorreu com a REORGANIZAÇÃO ESCOLAR, de que Secretaria de Educação de SP estará mudando a grade para 2016 alinhando as disciplinas por área de conhecimento.
    Portanto, mais UMA dentre varias DESORGANIZAÇÕES desse governo fascista do PSDB aqui em SP. Poderia nos dizer ate onde isso é real/ Tem conhecimento do fato? Em sendo real, é possível REVOGAR uma lei federal no qual obriga o ensino de sociologia e filosofia em todo território brasileiro?

    Forte abraço

    Responder
    • 29. apeoesp  |  07/11/2015 às 23:27

      Prezado professor Carlos,
      Está em curso uma discussão curricular sobre a Base Nacional Comum. Não aceitaremos medidas isoladas do Governo de São Paulo que desrespeitem esse debate e as decisões de nível nacional.
      Bebel

      Responder

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