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10/03/2017 at 13:22 2 comentários

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Governo do Estado cria abono salarial para PEB I, tentando sair da ilegalidade Jornal Agora, 10 de março

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  • 1. Hércules  |  11/03/2017 às 14:58

    Sou professor e servidor público. Trabalho como professor na Secretaria Estadual de Educação de São Paulo há cerca de 4 anos e realmente sinto vergonha da maioria dos meus colegas professores. É um absurdo ver o dinheiro dos meus impostos irem parar no ralo, ao servir para pagar professores tão despreparados e desqualificados como os que vejo atuarem na escola onde estou. Há exceções, ainda bem, mas a regra é a seguinte: estuda-se pouco, trabalha-se pouco e querem ganhar muito!

    Não é exagero nenhum dizer que a maioria dos professores que aí estão são vagabundos, analfabetos funcionais (muitos não dominam sequer o português falado) que não fazem a menor ideia do que estão fazendo em sala de aula. Muitos fazem todos os tipos possíveis de propaganda partidária e ideológica, querendo doutrinar ao máximo as nossas crianças.

    Professor estadual, infelizmente, se tornou sinônimo de pessoas que frequentam uma Uniesquina qualquer, por três anos, recebem um pedaço de papel que o chamam de diploma e acreditam que são professores! Isso é antes de qualquer coisa, um caso de psiquiatria; o indivíduo não sabe matemática, não sabe ensinar matemática, não gosta de matemática, não gosta de estar na escola, não gosta de alunos e no entanto se diz professor.

    Criticam tudo, salário, estrutura, currículo, material pedagógico e tudo o mais, entretanto, continuam a trabalhar na rede. Por qual motivo? A resposta é simples: eles dependem única e exclusivamente do Estado para sobreviver, pois, se fossem trabalhar em qualquer outra instituição educacional ou empresa, jamais seriam contratados. Hoje os professores de matemática que atuam nas nossas escolas públicas, não têm competência sequer para atuarem como caixas de supermercado.

    Quando eu me inscrevi para o concurso, no qual fui aprovado e depois efetivado, ninguém apontou uma arma na minha cabeça e me obrigou a assumir a vaga de professor de matemática. O mesmo ocorreu com todos os demais “professores”. Portanto, tive e continuo a ter, liberdade de continuar a trabalhar ou não na rede pública estadual, ninguém me prende ou obriga a permanecer nela!

    Esses indivíduos são tão burros que não percebem que essa greve, dado o momento político, social e econômico que estamos atravessando, além de não se justificar reverberar-se-á contra esses próprios indivíduos. Isso por um motivo muito simples: com quase treze milhões de desempregados (herança maldita dos desgovernos petistas) os trabalhadores de verdade (os que perderam ou continuam com seus empregos) se revoltarão com essas criaturas, pois, além de estarem “reclamando de barrigada cheia” (pelo menos têm um salário) deixarão seus filhos e filhas sem ter aula, e mais, muitas mães onde deixarão seus filhos para poderem trabalhar?

    Enfim, uma das saídas que vejo para melhorar a nossa rede pública de ensino é a seguinte, o professor ganhar pelo currículo que têm; professor formado em Uniqualquercoisa recebe o mínimo possível (que é mais que o merecido), os professores bem formados e preparados recebem um salário justo. Dessa forma deixaríamos só os professores de verdade atuarem na nossas escolas, evitando que “professores” traumatizem e não preparem os filhos dos mais humildes para enfrentar os desafios do século XXI.

    Responder
    • 2. apeoesp  |  19/03/2017 às 14:53

      Prezado professor Hécules,
      lamento muito sua mensagem. Você joga sobre seus colegas, de forma ofensiva, problemas que são da alçada do Estado, em seus diversos níveis, que relegaram a educação a segundo plano durante décadas neste país. O professor atual é vítima, não responsável, por um sistema que forma mal e não lhe dá condições de trabalho. Creio que o seu ponto de vista é desrespeitoso com todos nós, que fazemos parte desta categoria que trabalha tanto e recebe tão pouco. Recebe pouco salário, recebe pouca atenção, recebe pouco cuidado, recebe escolas em situação lamentável. Não recebe nada. Somos relegados. E os senhor vem culpar os professores. Vagabundos? Burros? É assim que os trata. Relutei muito em publicar essa mensagem, mas decidi publicá-la porque, para mim, ela causará mais vergonha a você do que a nós, que trabalhamos de forma dura e tão desvalorizada para levar adiante a educação pública neste estado de São Paulo.
      Que fique ai exposta a sua vergonhosa verborragia reacionária. Que seus colegas, que porventura não o conhecem direito, saibam bem o que você pensa.
      Lamentável.
      Bebel

      Responder

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