REGRAS PARA COMENTÁRIOS

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4.408 Comentários Add your own

  • 1. ROSANA  |  14/04/2010 às 16:25

    OLÁ! BEBEL…
    POR FAVOR COLOQUE EM SUA PRÓXIMA PAUTA DE REIVINDICAÇÃO A ISONOMIA DE ESTABILIDADE DOS CATEGORIA L EM RELAÇÃO AO F,POIS AMBOS SÃO ADMITIDOS PELA LEI 500/74,MAS O L FICARÁ DESEMPREGADO EM 2012.
    GRATA!

    Responder
    • 2. apeoesp  |  14/04/2010 às 21:41

      Prezada professora Rosana,
      Sempre disacutimos este assunto com o secretário, mas ele é irredutível, alegando razões legais.
      Bebel

      Responder
      • 3. juliano  |  09/08/2010 às 21:33

        Resposta funesta é somente isto que a senhora tem a nos informar? tenha mais atitude a senhora gostaria de trabalhar um ou dois anos somente e depois não poder mais ?

      • 4. apeoesp  |  11/08/2010 às 02:45

        Prezado professor Juliano,
        Acho que o senhor está dirigindo sua indignação à pessoa errada. Não sou governo, sou professora como você e luto junto com toda a categoria por uma situação melhor. Fui das primeiras a levantar a voz contra a lei que criou essa “quarentena’ e passei noites em claro na Assembleia Legislativa para que o projeto não fosse aprovado. Tenho história e tenho trajetória e acho que mereço um pouco mais de respeito, embora entenda o que você está passando.
        Bebel

      • 5. Djalma Gloria  |  01/02/2013 às 21:18

        Bebel,como faço minha inscrição em outra D.E se sou ingressante no dia 01/02 mas no sistema GDAE ainda consto como categoria F?A inscrição vai até dia 4 e agora?Jáavisei a diretoria mas até agora nada.

      • 6. apeoesp  |  03/02/2013 às 10:46

        Prezado professor Djalma,
        Procure o departamento jurídico na sua subsede para orientações sobre como proceder neste caso.
        Bebel

    • 7. professora ISABEL  |  19/02/2011 às 20:55

      OLÁ ISABEL
      ASSISTI O SEU COMENTARIO PELA LUTA DA CATEGORIA PELA ESTABILIDADE DOS PROF° “F” E A VALORIZAÇÃO DA EXPERIENCIA COISA QUE NÃO ESTA ACONTECENDO POR FAVOR VERIFIQUE AS CONDIÇÕES DE TRABALHO DOS OFAS CATEGORIA \”L\”.(CONHEÇO AS LEI E É ELA QUE ESTA PREJUDICANDO E MUITO A CATEGORIA “L” )OS PROF “L” QUE NÃO FORAM BENEFICIADOS PELA LEI LC 1010/2007.
      ESSES PROFESSORES ESTAVAM AGUARDANDO NA LISTA DE ESPERA PARA SEREM CHAMADOS.ENQUANTO DIRETORES DE ESCOLAS ATRIBUÍAM AULAS DE REFORÇO PARA PROFESSORES RECÉM FORMADOS IMPEDINDO QUE PROFESSORES COM MAIS TEMPO DE SERVIÇO PEGASSEM ESSAS AULA .ALEGANDO QUE DEPOIS IRIAM LARGA-LAS PARA PEGAR CLASSE.
      SE VOCÊS VERIFICAREM VÃO NOTAR Q PROFESSORES COM ANOS DE SERVIÇO(OS COM EXPERIENCIA) NA REDE ESTADUAL ESTÃO NA CATEGORIA \”L\” E OS MAIS NOVOS E SEM EXPERIÊNCIA ESTÃO NA CATEGORIA \”F\” .
      DEIXARAM DE LADO NOSSO TEMPO DE SERVIÇO (EXPERIENCIA) A LEI ESTABELECEU UMA DATA DE 6 MESES PARA QUE OS PROFESSORES TIVESSEM A ESTABILIDADE NÃO LEVANDO EM CONTA O TEMPO DE SERVIÇO. INJUSTIÇA . A LEI LC 1010/2007.DEVERIA SER BASEADA EM ANOS DE CARREIRA DO PROFISSIONAL E NÃO APENAS EM 6 MESES DE TRABALHO. (TENHO 15 ANOS DE MAGISTÉRIO NA REDE ESTADUAL E ESTOU SEM AULA ENQUANTO PROFESSORES COM MENOS DE 4 ANOS ESTÃO COM AULA.JOGARAM FORA TODA NOSSA EXPERIENCIA E DEDICAÇÃO.
      AMO MINHA PROFISSÃO MAIS ESTÃO ME COLOCADO FORA DELA.

      DESDE JÁ AGRADEÇO

      Responder
      • 8. apeoesp  |  20/02/2011 às 18:12

        Prezada professora Isabel,
        Nossa luta é para mudar essa situação. Todos precisam se engajar para que tenhamos um plano de carreira digno, reajuste salarial e valorização da profissão.
        Bebel

      • 9. professora ISABEL  |  01/03/2011 às 11:56

        PREZADA ISABEL
        SEMPRE PARTICIPEI DAS GREVES SEMPRE ESTIVE DISPOSTA A COLABORAR E PRINCIPALMENTE A LUTAR.
        SÓ QUE A ULTIMA GREVE NÃO ME SERVIU DE NADA POIS AGORA ESTOU SEM AULAS .SOU CATEGORIA “L” NÃO ESTOU VENDO LUTA ALGUMA´POR NOSSO TEMPO DE CARREIRA QUE FOI PRO LIXO TODA MINHA LUTA DE TANTAS GREVES FOI EM VÃO.DE QUE ME ADIANTA AUMENTO SEM EMPREGO.
        AGORA SOMOS A MINORIA E NINGUEM SE INTERESSA PELOS PROF “L”(.PROF QUE NUNCA TRABALHOU ESTÁ COM AULA E EU QUE SOU DO TEMPO QUE SE COMEÇAVA COMO PROF ESTAGIARIO VEJO ISSO E ME SINTO DESMOTIVADA A PARTICIPAR DE QUALQUER LUTA).
        POR FAVOR COLOQUE ESSA QUESTÃO EM PAUTA NA SUA PROXIMA REUNIÃO. NOS AJUDE PARA QUE POSSAMOS ESTAR JUNTOS NA PROXIMA BATALHA.
        OBRIGADA PELA ATENÇÃO

      • 10. apeoesp  |  01/03/2011 às 18:57

        Prezada professora Isabel,
        Entendo sua angústia, mas nunca abandonamos nossos colegas.
        O problema dos professores categoria L, assim como os da categoria O e todos os demais sempre estão na nossa pauta. Por exemplo, estamos com uma ação para que não se exija a nota da provinha dos professores L, pois a lei não determina isso. Também estamos ajuizando ações para os professores categoria L se tornem F. Também estamos lutando pelo fim da lei 1093/09, que criou esse monte de “categorias”. Fora isso, as lutas gerais, que também beneficiam os professores da categoria L. Bem sei, não é fácil, mas temos que ser perseverantes e continuar lutando.
        Bebel

    • 11. Ivone  |  10/06/2011 às 00:57

      È verdade Rosana nossa situação é muito complicada e pouco se faz, ou quase nada para
      nos ajudar chamada categoria L .

      Responder
      • 12. apeoesp  |  13/06/2011 às 14:58

        Prezadas professoras Ivone e Rosana,
        A situação dos professores categoria L é motivo de preocupação e luta constante da APEOESP. Aliás, os atuais professores categoria L já teriam sido colocados na condição de categoria O em 2010, não fosse nossa luta para assegurar, pelo menos, mais dois anos.sem demissão.
        Também ganhamos várias ações para que muitos professores voltassem à condição de categoria F e estamos lutando para que todos esses professores voltem a ter condições dignas de contratação e trabalho dentro do plano de carreira.
        De nossa parte, portanto, não podemos aceitar que alguém diga que nada fazemos por essa parcela da categoria. Mas não somos governo e não somos responsáveis por essa situação.
        Bebel

    • 13. MARCIA  |  04/01/2012 às 13:08

      Bom dia presidenta BEBEL, gostaria de saber sobre a situação do professor mediador se poderá ser reconduzido como ocorreu no ano 2011,pois está ocorrendo muitas conversas a esse respeito, nos deixando apreensivos. PRECISAMOS SABER SE HÁ UMA RESOLUÇÃO QUE ESPECIFICA COMO SERÁ A ATRIBUIÇÃO PARA OS PROFESSORES QUE ATUARAM EM 2011 COMO PROFESSORES MEDIADORES, SENDO QUE FIZEMOS VÁRIOS CURSOS PARA ATUAR COM EFICÁCIA NAS ESCOLAS ONDE TRABALHAMOS, NÃO QUEREMOS COMEÇAR TUDO DO ZERO NOVAMENTE, POIS JÁ CONHECEMOS A NOSSA COMUNIDADE, PAIS , E ALUNOS , ONDE EXISTE UMA GRANDE PARCERIA E CUMPLICIDADE COM A ESCOLA,POR ISSO NÃO QUEREMOS PERDE-LA.

      Responder
      • 14. apeoesp  |  04/01/2012 às 18:28

        Prezada professora Márcia,
        Não houve alteração nas resoluções que disciplinam essa matéria.
        Bebel

    • 15. Prof. Marcos César Falsoni  |  29/04/2013 às 14:46

      O Direito de greve está previsto na Constituição Federal (1988). A greve e toda manifestação pública é um ato político porque, como disse o filósofo Aristóteles, “O Homem é um animal político”. Bertold Brecht disse, (parafraseando). “O pior analfabeto não é aquele que não sabe ler e escrever, mas sim aquele que não sabe nada de política”. Quando o Governo diz que o nosso movimento grevista tem interesses políticos, embora faça interpretação errônea, se somos animais políticos, é por esse motivo que fazemos política. Somos eleitores, professores e políticos. Só se faz mudanças na sociedade com atos políticos. Somos cidadãos e políticos, pois sempre vamos às urnas escolher os nossos representantes, que quase sempre usam de subterfúgios para enganar e mentir à população.São discursos como esse, do Governo de São Paulo que tenta enganar e distorcer a realidade. Vamos viver a realidade e não nos deixarmos ser guiados pelas sombras, escuridão da caverna, como refletiu brilhantemente o filósofo grego, Platão. Prof. Marcos César Falsoni

      Responder
    • 16. Sônia  |  12/01/2014 às 15:51

      Bom dia !!! Tenho dúvidas passei no concurso porém faltam apenas dois anos e meio para me aposentar. O que devo fazer?? Será que vale apenas assumir o cargo ou ficar como F ?

      Responder
      • 17. apeoesp  |  12/01/2014 às 17:45

        Prezada professora Sônia,
        Creio que uma hipótese ou outra não alteram a situação de sua aposentadoria. Porém, sugiro que ligue para 11.33506214 ou entre em contato com o advogado em sua subsede para melhor orientação.
        Bebel

      • 18. Sônia  |  12/01/2014 às 18:36

        Obrigada Bebel ! Tenho mais uma dúvida , se o tempo p/ o probatório é de 5 anos , sendo que falta apenas 2 anos e meio p/ a minha aposentadoria. Tenho que cumprir os 5 anos ou ao completar os 2 anos e meio posso pedir a aposentadoria?

        Sônia

      • 19. apeoesp  |  19/01/2014 às 13:33

        Prezada professora Sonia,
        Você precisa cumprir o estágio probatório para estar totalmente empossada no cargo efetivo.
        Bebel

    • 20. Sidneiaalves  |  09/12/2014 às 11:31

      Bebel como vai ficar minha situação que esta descrita abaixo?Bom dia sobre atribuição de aulas, sou categoria F e na minha escola sou a 3 professora a escolher, pois como fechara muitas salas corro risco de ficar sem aulas, em quanto isso em outras escolas professores com menos que pontos que eu pegaram aulas, isso está errado como fico nessa caso? Deve ser me nível de DE devido o ingresso a situação mudou muito, alguém vai nos ajudar quanto a isso? o governo mais uma vez vai sair ganhando e a gente se ferrando?
      Alguém que fazer alguma coisa vamos ficar prejudicados até quando? não é justo eu ficar em varias escolas com F com pontuação bem menor que a minha, alguma coisa deve ser feita.

      Responder
      • 21. apeoesp  |  13/12/2014 às 16:01

        Prezada professora Sdineia,
        A APEOESP reivindicou que a atribuição seja centralizada na DE. A SEE já definiu que será para categoria O e ficou de estudar o caso da categoria F.
        Bebel

    • 22. MAURO ANTONIOLLI  |  04/03/2015 às 18:11

      OLA, estive em uma escola que a diretora ligou para eu comparecer na escolar para fechar um contrato de eventual, não deu certo a secretaria da educação não estar liberando novos contratos para professores que não tem contrato. Agora como vai fica essa situação já faz dois anos que eu me formei não consigo entrar na carreira como categoria O.

      Responder
      • 23. apeoesp  |  08/03/2015 às 11:53

        Prezada professor mauro,
        Já entramos em contato com a SEE a respeito desse problema e conformaram que há muitos contratos abertos e por isso não estão abrindo novos. Vamos insistir, pois essa justificativa é burocrática. Se há aulas disponíveis e professor disposto a pegá-las, não há porque não realizar o contrato.
        Bebel

    • 24. Carlos Eduardo  |  11/03/2015 às 15:31

      Sou funcionário administrativo da Secretaria de Educação do Jaboatão dos Guararapes e ouvi comentários de com a conclusão do curso do profuncionário é possível acumular outro cargo desde que seja na área de educação. Gostaria de saber se perante a legislação isso é mesmo possível.

      Responder
      • 25. apeoesp  |  15/03/2015 às 12:58

        Prezado professor Carlos Eduardo,
        Creio que não. É possível acumular dois cargos de docente. Sugiro que ligue para a CNTE (61.32251003) e informe-se melhor.
        Bebel

    • 26. claudio vieira dos santos  |  07/12/2015 às 13:46

      prezada professora isabel gostaria de saber meu contrato termina 2016 como fica minha situaçao e o que o sindicato esta fazendo pela categoria

      Responder
      • 27. apeoesp  |  12/12/2015 às 09:27

        Prezado professor Claudio,
        O que o sindicato fez pela categoria é que os contratos foram prorrogados e as inscrições tem que ser confirmadas até 18/12.
        Bebel

    • 28. marilda quevedo martins  |  05/05/2016 às 13:41

      não tenho nenhum conhecimento da minha situação funcional faz muito tempo, meu estado de saude não permite q eu va ai e não tenho ninguem p agir por mim gostaria de saber: 1 -qdo sera meu recadastramento do ano 2016, 2- meu salário nunca mais teve reajuste e preciso muito para meu tratamento de saude, 3- como fazer p obter meu olerite pois não sei numero de matricula, senha, nada estou sem nenhuma informação.Agradeceria de coração se alguem se intereçasse pelo meu caso. Desde ja agraço MARILDA QUEVEDO MARTINS titular
      fico no aguardo

      Responder
      • 29. apeoesp  |  07/05/2016 às 13:56

        Prezada professora Marilda,
        Você pode obter essas informações e orientações por telefone. Por favor, ligue para 11.33506214, explique seu caso e solicite as informações e orientações.
        Bebel

  • 30. DORALICE MARIA DA SILVA  |  15/04/2010 às 03:57

    OI, PROFESSORA ISABEL,
    GOSTARIA DE SABER COMO VAI FICAR A SITUAÇAO DOS PROFESSORES Q NAO FIZERAM A AVALIAÇAO POR MERITO. QUE ATITUDES A APEOESP VAI TOMAR EM RELAÇAO A ISONOMIA SALARIAL DA CATEGORIA E O Q DIZ O GOVERNADOR QTO AO NOSSO DISSÍDIO COLETIVO?

    Responder
    • 31. apeoesp  |  15/04/2010 às 14:38

      Prezada professora Doralice,
      A APEOESP é parte de uma ação direta de inconstitucionalidade no STF e autora de ação no TJ contestando a lei 1097/2009, por não respeitar a isonomia salarial.
      Vamos agora pressionar diretamente o governador pelo reajuste salarial.
      Bebel

      Responder
      • 32. DORALICE MARIA DA SILVA  |  28/01/2011 às 01:18

        BOA NOITE, SRA ISABEL NORONHA.NESTE MÊS DE JANEIRO FIQUEI INDIGNADA, ABORRECIDA E DESILUDIDA, QDO RECEBI UMA CARTA DA APEOESP , CUJO CONTEÚDO ESCRITO PELA SENHORA FALAVA DE VITÓRIAS E TBM DE CAMAPANHA SALARIAL. ACHO ISSO UM ABSURDO VITÓRIAS DO QUE? ONDE? NAO VEJO VITÓRIAS P NÓS PROFESSORES, SÓ VEJO PROMESSAS E CARTAS ESCRITAS CRIANDO EM NÓS PROFS UM MUNDO DE ILUSÕES; NAO VEJO VITÓRIAS EM NADA, SÓ VEJO INJUSTIÇA ; O SERRA ACABOU C A RAÇA DO PROFESSOR, E A APEOESP DIZ Q O GOVERNO É AUJTORITÁRIO E IRREDUTÍVEL ENTAO CABE A VCS DA APEOESP Q NOS REPRESENTAM BUSCAR MEIOS DE CONTORNAR ESSA SITUAÇAO E FAZER C Q OS NOSSOS DIREITOS SALTEM DA FOLHA DE PAPEL E TORNEM-SE REALIDADE NA VIDA DE CADA PROFESSOR Q DURANTE TODO O ANO LETIVO TENTA PEGAR AULAS AQUI E ALI; E QTO AO DISSÍDIO COLETIVO OU CAMPANHA SALARIAL Q NAO SAI DO PAPEL ; CREIO Q TBM OS PROFS TEM UMA BOA CONTA DE CULPA NISSO TUDO, PQ NAO PARTICIPAM E COBRAM DA APEOESP SEUS DIREITOS, NAO ADIANTA AS COISAS FICAREM SÓ NO PAPEL PQ O GOVERNO É IRREDUTÍVEL E AUTORITÁRIO ; TEM Q HAVER MEIOS DE DRIBLAR ESSA SITUAÇAO . É UM ABSURDO UM PROFESSOR Q GANHA MAIS DO Q O OUTRO E EXERCE A MESMA FUNÇAO , SE É INCONSTITUCIONAL, A APEOESP TEM Q BUSDCAR MEIOS E FAZER VALER NOSSOS DIREITOS.; FALAR A VERDADE PROFA ISABEL NAO É DESRESPEITAR OU DESCONTAR NA DIRETORIA DA APEOESP TODA A FRUSTRAÇAO E TRISTEZA PELA QUAL NÓS PROFS ESTAMOS PASSANDO VENDO NOSSOS DIREITOS SENDO VIOLADOS POQ O GOVERNO É IRREDUTÍVEL, FALAR A VERDADE NAO É DESRESPEITAR. ACHO Q VCS DA DIRETORIA TEM Q COMPARECER MENSALMENTE À ESCOLA E SPRE MANTER OS PROFS INFORMADOS E MOBILIZADOS; POIS SABEMOS Q A CATEGORIA VEM PREDENDO MTOS DIREITOS E Q NAO TEMOS AUMENTO POR UM BOM TEMPO; POR ISSO NAO VEJO VITÓRIAS ; QDO UM PROF. GANHA MAIS Q O OUTRO P EXERCER A MESMA FUNÇAO ; QDO ELE FICA CONGELADO SEM PODER MINISTRAR AULAS, QDO NAO SE SABER POR REGRA DEFINIDA O PROF. NAO TEM DIREITO A TRANSPORTE, VALE REFEIÇAO ENTRE OUTROS BENEFÍCIOS; SEM CONTR NESSA INSTABILIDADE Q VIVEMOS SEM SABER SE CONSEGUIREMOS TRABALHAR OU NAO NESTE ANO, FALO DE MANEIRA GERAL ,POIS NAO SOU MAIS OFA, GRAÇAS A DEUS Q ME EFETIVOU. PRECISAMOS DE ALGUEM Q NOS ESCUTE E Q NOS AJUDE A ENCONTRAR A SOLUÇAO P TANTA DESORGANIZAÇAO E FALTA DE RESPEITO C/ PROFISSIONAIS Q LEVAM A SÉRIO SEU TRABALHO. P FINALIZAR AGRADEÇO A SUA ATENÇAO E ESPERO NA PRÓXIMA CORRESPONDÊNCIA SOLUÇOES CONCRETAS E VIÁVEIS. APROVEITO O ENSEJO P PERGUNTAR SE ESTE ANO TEREMOS A AGENDA. MAIS UMA VEZ, GRATA E AGUARDO SUA RESPOSTA.APESAR DE TUDO ACREDITO Q O GOVERNADOR ALKIMIN C/ CERTEZA RECEBERÁ A APEOESP PQ ELE É UMA PESSOA EDUCADA E Q EU SAIBA SEMPRE Q SE DIRIGE À CLASSE NAO O FAZ DE MANEIRA DESRESPEITOSA, MAS ACREDITO Q C/ ELE TERMOS MAIS DIÁLOGO, POIS NAO ME PARECER SER UMA PESSOA AUTORITÁRIA NEM MESMO IRREDUTÍVEL. ATÉ MAIS……MAIS AÇAO PROFS , MAIS ATITUDE APEOESP.

      • 33. apeoesp  |  28/01/2011 às 01:58

        Prezada professora Doralice,
        Sinto muito que toda a sua indignação se volte contra o sindicato da sua categoria e não contra os autores das medidas que prejudicam os professores.Nós, da APEOESP, temos sim atitude e lutamos o tempo todo em defesa da nossa categoria e da escola pública e temos, sim, tido vitórias contra os projetos excludentes deste governo. Elas estão aí, visíveis para quem acompanha a trajetória do nosso sindicato.
        Com todas essas políticas do PSDB, onde estaríamos sem a luta da APEOESP?
        Professora, leia os comentários aqui postados e verá que a maioria deles, apesar das dificuldades, reconhece a luta da APEOESP. Lamento muito que a senhora prefira nos atacar.
        Bebel

      • 34. DORALICE MARIA DA SILVA  |  01/02/2011 às 01:33

        BOA NOITE, D ISABEL NORONHA, AGRADEÇO SUA RESPOSTA, PORÉM, NAO SINTO PREFERÊNCIA EM ATACAR A APEOESP, CUJO SINDICATO JÁ DEFENDI MUITO EM OUTRAS ÉPOCAS, O Q SINTO É DESEJO DE EXPOR MINHA INDIGNAÇAO DIANTE DE TAIS FATOS E ACONTECIMENTOS, NAO QUERO ATACAR NINGUÉM, APENAS USEI DE SINCERIDADE E COLOQUEI AQUILO Q ESTOU SENTINDO, É CLARO Q MINHA INDIGNAÇAO TBM ESTÁ VOLTADA P O GOVERNO, SEM DÚVIDA; MAS QDO A GENTE PENSA Q ESTUDOU TANTO, PRESTOU CONCURSO E Q ALGUNS PROFISSIONAIS GANHAM MAIS DO Q A GENTE . ISTO SEM CURSO SUPERIOR, COMO EX: UM MOTORISTA DE ÔNIBUS GANHA MAIS DO Q UM PROFESSOR, PORQ TBM TEM DIREITOS E BENEFÍCIOS COMO: PLANO DE SAÚDE, PLANO DENTÁRIO, DESCONTO EM FARMÁCIA, CESTA, ENTRE OUTROS BENEFÍCIOS ; POR ISSO DIGO É VERGONHOSA A SITUAÇAO DE UM PROFESSOR DIANTE DE ALGUNS PROFISSIONAIS. SEM CONTAR Q TIVE Q RECORRER A OUVIDORIA P REQUERER MEUS TICKETES E VOLTEI A PERDE-LOS QDO PEGUEI UMA AULA A MAIS, NAO ESTOU CULPANDO A SENHORA DO Q OCORRE ATUALMENTE; ISSO NA VERDADE É UM MONTATE DE PERDAS. PERDAS E MAIS PERDASE P NAO DIZER Q A APEOESP NAO TEM COISAS BOAS OS PLANOS DELA SAO BONS , INCLUSIVE A UNIODONTO SER AFILIADA A APEOESP O PLANO É MTO BOM E BARATO, É CLARO Q A APEOESP TEM CONDIÇOES DE OFERECER O MELHOR P OS SEUS ASSOCIADOS, SÓ NAO PODEMOS FICAR ACHANDO Q TÁ TUDO BOM, NAO CONCORDO EM NAO TER AUXILIO TRANSPORTE, TICKET ENTRE OUTROS BENEFÍCIOS, TEMOS SIM Q APRENDER A NAO ACEITAR AS COISAS ERRADAS E LUTAR SIM PELOS NOSSOS DIREITOS, NAO QUIS ATACAR A APEOESP, POIS AQUI NA BAIXADA TENHO COLEGAS Q TRRABALHAM NO SINDICATO C/ AFINCO É UMAPENA Q A SENHORA VEJA TUDO O Q ESCREVI COMO UM ATAQUE E NAO COMO UM DESABAFO, OU PEDIDO DE AJUDA É LAMENTÁVEL ESSA SUA FORMA DE COMPREENSAO.
        QUEREMOS TICKET SIM P/ TODOS E TRANSPORTE, POR QUE NAO E C/ CERTEZA AUMENTO , DISSÍDIO COLETIVO Q É DIREITO DE TODO TRABALHADOR .
        GRATA PELA SUA ATENÇAO E UMA BOA NOITE.

      • 35. apeoesp  |  01/02/2011 às 02:38

        Prezada professora Doralice,
        Compreendo o que sente. A existência do sindicato se justifica justamente por todas essas dificuldades que enfrentamos. Nossa luta não é fácil, mas acredito que nossa perseverança vai nos levar a resgatar a auto-estima e a valorização do professor.
        Bebel

  • 36. Valdice Cachoeira Chaves  |  15/04/2010 às 10:31

    Estou muito preocupada, o caso Uni Nove V. Maria já foi esquecido? Participei de todas as manifestações, e estava lá para defender meu direito de dar aula, e fiquei tranquila quando era lembrado o caso Uni Nove, agora a Sul 2 com recomendações do DHRU fechou minha portaria como ” não inscrita” por não ter feito a prova em 20.12.09 o que até 2 semanas estava resolvido como processo Deferido e com direito de atribuir aulas em 2010; e agora não posso mais, e ao ler sobre a reunião da Apeoesp com o Sec. da Educação este caso nem consta como assunto. Fomos esquecidos.

    Responder
    • 37. apeoesp  |  15/04/2010 às 14:28

      Prezada professora Valdice,
      Embora não conste da pauta, tratamos do assunto com o secretário em função de casos de que tínhamos conhecimento. Você deve procurar o departamento jurídico em sua subsede para fazer valer seu direito, pois houve decisão da SE de deferir estes pedidos. Peça para que façam chegar cópias de seus comprovantes sede central.

      Responder
      • 38. Valdice Cachoeira Chaves  |  11/05/2010 às 21:16

        Como indicado, fui até a sub-sede de Santo Amaro, conversei com doutora Patricia e fui informada que, como sou L eventual ” I ” não tenho como recorrer a nada, a lei só assiste aos professores categoria F. Fica aqui meu protesto por ter participado de todas as assembléias, ficando no dia 26 de março no meio das bombas e dos tiros disparados pela policia contra todos os professores que ali se encontravam, sendo massa de manobra, estou indiginada , quem nos trata como letra é a APEOSP, pois, se o sindicato não permitisse seriamos todas da mesma categoria.Obrigada se é que posso agradecer algo.

      • 39. apeoesp  |  12/05/2010 às 15:57

        Prezada professora Valdice,
        Compreendo que a senhora esteja revoltada e tem razão de estar mesmo.

        Entretanto, há valores que não podem se perder nem mesmo quando estamos muito revoltados: a justiça e a verdade.

        Por isto, professora, gostaria de saber porque a senhora imagina que a APEOESP tenha tanto poder a ponto de permitir ou deixar de permitir que o governo faça ou deixe de fazer algo. Na realidade, há uma questão anterior: o que, para a senhora, é o sindicato? Se imagina que o sindicato se resuma a seus diretores, a sua presidenta, saiba que está equivocada. Diretoria, conselho de representantes, estrutura da APEOESP, nada disso tem nenhuma força sem a categoria mobilizada, unida, disposta a ir ás últimas consequências pelos seus direitos, pela suas necessidades.

        Mas a senhora está esquecendo um outro elemento fundamental: o nosso patrão é o governo. Este patrão tem uma característica particular, que é ser eleito, muitas vezes com o voto majoritário dos próprios funcionários públicos a quem ele depois nega direitos. Ora, se o governo estadual for sensível, democrático e negociar as reivindicações dos servidores públicos não haverá necessidade de greve, nem de conflitos. Mas este governo é truculento, professora Valdice. Se ele não atendeu nossas necessidades com a greve, porque imagina que atenderia a pedidos do sindicato sem mobilização?

        Mas é preciso dizer mais: nós nos mobilizamos, sim, e muito, contra a divisão da categoria nessa letras a que a senhora se refere. Em 2009 nós estivemos nas ruas, na Assembleia Legislativa, em vigílias durante a madrugada, em plantões, percorrendo gabinetes de deputados, realizando assembleias, fazendo manifestações e uma série de outras atividades para que os projetos de lei que o governo Serra propôs não fossem aprovadas. Se contabilizarmos apenas as grandes atividades, foram cerca de 20 entre os meses de maio e outubro. E nós chamamos toda a categoria para participar desta luta, pois sabíamos que o governo tem o apoio de 71 dos 94 deputados para aprovar estes projetos. Infelizmente a grande maioria dos professores e professoras, talvez por acreditarem que aquelas leis não os afetariam, não atenderam a este chamado.

        É injusto, portanto, professora, que a senhora acuse o sindicato de utilizar os professores como massa de manobra. Enquanto todos não perceberem onde está nosso verdadeiro inimigo e tentarem buscar culpados entre nós, quem se fortalece é o governo e vai continuar nos pisoteando.
        Bebel

      • 40. sueli dos santos leite  |  12/01/2013 às 18:42

        gostaria de saber se a grade mudou para 2013, ou seja, são 30 h/a?

      • 41. apeoesp  |  13/01/2013 às 12:55

        Prezada professora Sueli,
        Não mudou. Estamos lutando para que isto ocorra ou que a alteração seja ainda maior.
        Bebel

  • 42. jean murilo gonzaga dos santos  |  16/04/2010 às 18:39

    oi tudo bem com vc,
    gostaria de saber como que eu faço para ajudar meus professores na escola e na sala de aula.
    na assebleia eu estava com ele so eu de aluno mais participeu de todas.
    convido vc para conhecer a minha escola
    E.E. PROF Giulio David Leone
    no bairro zona sul jd presidente

    Responder
    • 43. apeoesp  |  17/04/2010 às 00:24

      Prezado Jean,
      Você pode ajudar conversando com seus colegas, explicando a situação da educação paulista hoje e a necessidade de os professores serem valorizados para o ensino melhorar. Nós estamos preparando uma cartilha para os professores darem uma “aula” sobre a política educacional do governo estadual. Você poderá ajudar muito os professores colaborando neste movimento.
      Muito obrigada. Parabéns pela sua consciência.
      Bebel

      Responder
    • 44. Josiane Cristina Tripodi  |  17/12/2012 às 22:31

      Olá Bebel
      Gostaria de saber onde encontro legislação referente à “PROCESSOS SELETIVOS”, pois observo uma banalização principalmente na área do Magistério, quanto a contratação de professores, observo os sites de concursos, e é muito raro CONCURSOS PÚBLICOS PARA PROFESSORES, a moda agora são OS PRECÁRIOS PROCESSOS SELETIVOS PARA PROFESSORES COM CONTRATAÇÃO TEMPORÁRIA, eu já sou efetiva como PEB I e PEB II, no Estado, mas não concordo com essa precarização do serviço público referente a contratação de professores, pois como são temporários os professor acaba não tendo plano de carreira, ou seja seu salário sempre é inicial e quem lucra com isso???? O poder publico, gostaria de fazer uma representação no Ministério Público, pois é raro acontecer em outros cargos…

      Obrigada,

      Professora Josiane Cristina Tripodi

      Responder
      • 45. apeoesp  |  18/12/2012 às 21:40

        Prezada professora Josiane,
        Por favor, para obter essa informação, ligue para 11.33506214.
        Bebel

  • 46. Jayro Julio Gonçalves  |  17/04/2010 às 18:38

    Senhora Presidenta.

    Quando o governo diz na TV que apenas 1% da categoria estava em greve, a senhora deveria pagar um espaço e desmenti-lo.
    No final das contas fica o dito pelo não dito.

    Jayro Julio Gonçalves – Prof. Aposentado

    Responder
    • 47. apeoesp  |  18/04/2010 às 14:36

      Prezado professor Jayro,
      Esta “informação” do governo foi contestada por nós em todos os espaços que tivemos nos meios de comunicação, durante e após a greve. O próprio secretário da Educação caiu em contradição inúmeras vezes, ao afirmar que havia apenas 1% parados, depois disse que eram 1% das escolas, depois disse que só negociava se a greve (que ele dizia não existir) terminasse.
      Acredito que, embora não tenhamos conseguido manter a greve, os fatos e a própria cobertura da mídia desmentiram o governo e esta questão se tornou irrelevante.
      Bebel

      Responder
  • 48. borba mauro  |  17/04/2010 às 20:23

    Ola Bebel, me formei em 2009, plena em estudos socias nunca lecionei fiz a prova dos acts temporario e nao atingi a meta, com 34 pontos . fui nas atribuições na DER santos e não sobraram aulas para minha area de história,procurei uma escola para ser conseguia de eventual ,porem a direçao da escola , alegou que eu nao poderia dar aula por não ter portaria aberta, e nao ter atingido o os 40 pontos. A minha dúvida é se tem fundamento o que à direção alegou, ou cabe algum recurso. obrigado e boa sorte.

    Responder
    • 49. apeoesp  |  18/04/2010 às 14:37

      Prezado professor Borba,
      A posição da APEOESP é a de que, se todos foram classificados para a atribuição de aulas, todos podem ser eventuais.
      Sugiro que procure o departamento jurídico na sua subsede para verificar o que pode ser feito.
      Bebel

      Responder
  • 50. Ernestina  |  17/04/2010 às 22:47

    Estou esperando a Lei da Aposentadoria Especial para Gestores, o que acontece que o governo não a reconhece?

    Responder
    • 51. apeoesp  |  18/04/2010 às 14:42

      Prezada professora Ernestina,
      Muitos se irritam quando criticamos o governo do PSDB, mas somente um governo sem nenhum compromisso com os educadores e a escola pública pode ser recusar a reconhecer uma decisão superior definitiva. A SE informa que o assunto está na Procuradoria Geral do Estado e se recusa a efetivá-lo. Estamos buscando todos os meios jurídicos para obrigá-lo a cumprir a legislação.
      Bebel

      Responder
  • 52. Vinícius  |  17/04/2010 às 23:43

    Olá, Bebel!
    Sou estudante de jornalismo na Faculdade Casper Líbero e estou fazendo uma matéria sobre essa questão dos professores estaduais.
    Queria saber se você poderia responder algumas perguntas rápidas a respeito dessa greve e da negociação (ou a falta dela) por parte do Governo…

    Tem algum telefone ou e-mail específico para entrar em contato?

    Muito obrigado!

    Responder
  • 54. leandro  |  18/04/2010 às 15:28

    Senhora Maria Izabel , Em nossa região há varios professores que apesar de ja terem anos de serviço (alguns mais de 20) tinham perdido o vinculo no dia 2 de junho de 2007, pegando aula logo depois, mas ficando na categoria L e agora estão sem aula. O secretario tem conhecimento desses casos extremos? Em nenhum momento admite rever casos como esses?

    Responder
    • 55. apeoesp  |  19/04/2010 às 19:12

      Prezado professor Leandro,
      A SE conhece estes casos. Temos ajuizado ações e temos ganho.
      Bebel

      Responder
  • 56. José Vicente  |  20/04/2010 às 14:33

    Negociações, conversas, papos, fala daqui, fala de lá e, o salário ninguém fala.
    A apeoesp está de parabéns, fizemos 30 dias de greve com aproximadamente 70% de adesão e…………………………..
    e……………………………
    e……………………………

    NADA !!!!!!!!!
    ainda corremos o risco de perder o emprego e ficar sem o salário de abril.

    Responder
    • 57. apeoesp  |  20/04/2010 às 19:14

      Prezado professor José Vicente,
      Sua constatação apenas reforça nossa avaliação de que este governo é autoritário, truculento e insensível a nossas reivindicaçôes. De fato nossa greve foi forte, mas ainda insuficiente para quebrar a resistência do governo. Por outro lado, conseguimos expor à opinião pública a situação da escola estadual.
      Por outro lado, você não estar lendo a informações que temos colocado no blog e no site da APEOESP. Estamos, sim, lutando pelo salário. Juntamente com as demais entidades do funcionalismo, estamos buscando agendamento de reunião com o próprio governador.
      Lamento que você, em vez de se indignar com o governo que nos trata desta forma, jogue contra o sindicato que organiza a categoria para lutar a responsabilidade pela intransigência do governador, do secretário da educação e de seus apoiadores na Assembleia Legislativa.
      A greve é um episódio importante, mas não é o começo nem o fim da nossa luta. Continuamos mobilizados.
      Quanto mais duro o adversário, mais temos que estar unidos. Palavras como as suas são um verdadeiro tiro no pé.
      Bebel

      Responder
      • 58. Ronaldo Andreoli  |  21/04/2010 às 00:14

        Gostaria de saber se as faltas dos professores grevistas serão “retiradas do prontuário” logo após a reposição das aulas. É tão ou mais importante para nós professores, quanto o pagamento a ser reposto após a reposição. Afinal, para que a repsição, se continuarmos com as faltas? Apenas para recebermos uns trocados que com certeza, será bem menor que o desconto? Quanto ao vale refeição, assim como na suspensão das aulas durante o surto da gripe súina, com certeza perderemos e jamais será reposto.

      • 59. apeoesp  |  21/04/2010 às 15:11

        Prezado professor Ronaldo Andreolli,
        Reivindicamos o pagamento e a retirada das faltas. A SE disse que está estudando o assunto do ponto de vista jurídico. Sabemos que não há nenhum impedimento neste sentido, pois o procedimento já foi adotado em outras greves.
        Bebel

  • 60. Josélia - 20/04/2010  |  20/04/2010 às 22:38

    Boa noite Bebel
    Sou categoria “F” estou cumprindo as horas de permanencia na escola.
    Gostaria de saber se a diretora poderá atribuir sala se surgir, para mim ,ou isso é apenas para enganar ,sim porque já estamos passando por muita humilhção por sermos vistos como incompetentes.
    Obrigada,

    Josélia

    Responder
    • 61. apeoesp  |  21/04/2010 às 15:04

      Prezada professora Josélia,
      Todas as stribuições ao longo do ano seguem as listas de classificação. Havendo aulas e não havendo professor melhor classificado, você poderá recebê-la.
      bebel

      Responder
  • 62. luciana  |  20/04/2010 às 23:47

    gostaria de saber como anda a adin contra o promoçao por merito ? vai acontecer o pgto de quem passou no proximo mes ? ou o pgto esta suspenso ? grata

    Responder
    • 63. apeoesp  |  21/04/2010 às 15:09

      Prezada professora Luciana,
      A Adin está tramitando no STF. A outra ação no TJSP. Não temos informação sobre suspensão do pagamento.
      Bebel

      Responder
  • 64. sandra  |  21/04/2010 às 01:00

    Olá, Bebel!
    Gostaria de saber, um professor categoria F não aprovado no processo seletivo se for promovido na promoção por mérito poderá reverter sua situação para prof. OFas F aprovado.

    Responder
    • 65. apeoesp  |  21/04/2010 às 15:12

      Prezada professora Sandra,
      Sim, mas isto só ocorrerá no próximo ano. O professor nesta situação não precisará mais fazer a prova.
      Bebel

      Responder
  • 66. luciana  |  21/04/2010 às 15:47

    olaaa !! a apeoesp nao entrou com mandado de segurança contra o pgto do aumento por merito ??? por quê ???? tks

    Responder
    • 67. apeoesp  |  21/04/2010 às 15:53

      Prezada professora Luciana,
      A “promoção por mérito” é lei. Enquanto não houver julgamento que defina pela sua inconstitucionalidade não há base jurídica para mandado de segurança.
      Bebel

      Responder
  • 68. maria aparecia dos santos  |  22/04/2010 às 00:18

    Bebel nos estamos confiando na sua capacidadede lutar e vencer o paulo renato e serra.Voce no ultimo dia da greve disse que os professores ainda ia te agradecer,eu agredito que ira consegir derrubar as provinhas e conseguir os 34/3 de aumento .Bebel nao deixe esse secretario ser mis forte .Obs estar faltando professor para eventuar .

    Responder
    • 69. apeoesp  |  23/04/2010 às 02:27

      Prezada professora Maria Aparecida,
      Agradeço a confiança. Estamos lutando dia e noite pela nossa categoria. Não é fácil. Somente com o empenho de todos podemos conquistar vitórias.
      Bebel

      Responder
  • 70. Fátima de Oliveira Santos  |  23/04/2010 às 02:25

    Boa noite, Bebel!
    Eu preciso de uma resposta para uma pergunta muito simples, mas infelizmente a subsede de Franco da Rocha pediu que eu marcasse um horário com a advogada para maiores esclarecimentos, sendo que para isso eu teria que faltar na escola.
    Eu sou PEB I(aula), habilitada com licenciatura plena. Tenho junto a subsede um processo para passar para PEB II sem perder a categoria F desde agosto de 2009. Neste ano resolvi fazer a prova para Coordenadora e o que quero saber é se sendo PEB I (aula), devidamente habilitada, eu poderei estar sendo desiginada como Professor coordenador. Muito obrigada pela atenção.

    Responder
    • 71. apeoesp  |  23/04/2010 às 18:57

      Prezada professora Fátima,
      Sim. Não há nenhum impedimento.
      Bebel

      Responder
  • 72. Vagner Siqueira  |  23/04/2010 às 11:18

    Bom dia! sabemos que a GAM é uma gratificação o qual recebemos uma quirela todo mês. Gostaria de melhores explicações sobre o processo deincorporações, de onde surgiu esse pagamento,já que recebemos todo mês. Eslarecimentos para que eu mesmo possa sanar dúvidas dos meus colegas.

    Responder
    • 73. apeoesp  |  23/04/2010 às 19:03

      Prezado professor Vagner,
      A GAM é uma gratificação que incide sobre o valor somado do salário base mais a GG. Ao incorporá-la ao salário-base, ela passa a ser parte constitutiva deste e, portanto, seu impacto para os professores da ativa é muito pequeno, e menor ainda dividido em três parcelas. O verdadeiro impacto é para os aposentados, que não recebiam a GAM. Entretanto, mesmo neste caso, muitos aposentados já conseguiram a incorporação pela via judicial, em uma única parcela, com impacto maior do que em três parcelas.
      Bebel

      Responder
  • 74. José Vicente  |  23/04/2010 às 17:31

    Reajuste salarial
    APEOESP reforçou a necessidade
    de um reajuste aos professores e solicitou
    audiência específica para discussão
    do assunto. O Secretário afirmou
    que não tem condições e competência
    para tratar deste assunto, eximindo-
    se mais uma vez.
    Diante disto, além de insistir com
    o secretário para a discussão do assunto,
    a APEOESP também está
    contatando as demais entidades do
    funcionalismo público com o objetivo
    de organizar uma ação conjunta para
    pressionar o governador a atender as
    reivindicações salariais de todos os servidores
    públicos.
    APEOESP

    ESTE COMENTÁRIO ESTÁ NO BOLETIM FAX DO DIA 14/04.
    ESTAMOS NO DIA 23/04 E AGUARDAMOS RESPOSTA.

    Responder
    • 75. apeoesp  |  23/04/2010 às 19:07

      Prezado professor José Vicente,
      Também estamos aguardando a resposta do governo.
      Bebel

      Responder
  • 76. marlene  |  24/04/2010 às 01:19

    Prof.Maria Isabel ,presidente da Apeoesp ,associação da qual sou socia ,contribuindo mensalmente,com desconto en holerith.
    Torno a perguntar:
    Quem colaborou com esta entidade ,nas despesas com a greve de professores?
    Como associada contribuinte tenho direito de saber.
    Pela 3º vez faço esta pergunta e espero vê-la respondida.Hj ela será de nº 39,na sequencia acima.A anterior foi de nº 30 ( DELETADA e NÃO RESPONDIDA.
    E a negociação com a UNIMED.?
    Os aposentados serão esquecidos novamente e.pagarão o pato?
    Que tal a APEOESP subsidiar a Unimed para seus associados ,já que dispõe de tanto dinheiro ?Aguardo reposta ,cara profº MARIA ISABEL.

    Responder
    • 77. apeoesp  |  24/04/2010 às 12:34

      Prezada professorA Marlene,
      A senhora tem todo o direito de saber: quem colaborou com a greveforam todosos associados que contribuem para o sindicato. A greve foi feita com a arrecadação da nossa entidade, como deve ser. O movimento foi decidido democraticamente nas instâncias estatutárias do sindicato. As assembleias da APEOESP são amplamente divulgada e se realizaram em praças públicas.
      O sindicato já oferece serviços da unimed a seus associados em condições especiais. Nossa arrecadação existe para sustentar as lutas coletivas da categoria.
      Quanto à pergunta sobre os aposentados, confesso que não consegui compreender o que a senhora quis dizer, pois temos lutado incessamentemente pelos aposentados. Todas as nossas reivinidcações são extensivas aos aposentados etodos osdireitos internos danossa entidade são também garantidas aos aposentados.
      Bebel

      Responder
  • 78. Josélia - 23/04/2010  |  24/04/2010 às 02:16

    Querida Bebel,muito boa noite.
    Gostaria de saber porque a senhora não me respondeu.
    Tenho muitas dúvidas em relação a categoria “F”
    eu havia perguntado por ex.Se estão sendo feito alguma coisa, com os professores que ficaram no artigo 5 e que estão sem sala? Essas pessoas foram esquecidas?Sim porque não adianta nem ir a alguma atribuiçao, que não tem chance.
    E sempre de quem passou na prova.Tenho vergonha de ir, pois somos vistos com indiferença.
    É constragimento, sempre volto chorando me sentindo humilhada com isso.É justo uma professora se sentir assim?

    Obrigada e desculpe o desabafo.

    Responder
    • 79. apeoesp  |  24/04/2010 às 12:28

      prezada professora Josélia,
      Desculpe, talvez sua mensagem tenha se perdido.
      Não temos feito outra coisa senão lutar pelos professores. A prova dos temproários imposta pelo governo deu origem a duas listas de classificação. originalmente as pessoas que não obtivessem anota mínima sequer teriam chance de pleitear uma aula. Com base nas duas listas, muitos professores da segunda lista conseguiram aulas. infelizmente, nem todos puderam conseguir. não se tratade algo que o sindicato possa mudar,nesta latura. A revogação dalei 1093, que criou o provão, fez parte da nossa greve e está na nossa pauta. Na verdade, lutamos em 2009 para que esta lei não fosse aprovada. Infelizmente a mobilização não foi suficiente.
      Este é o governo que temos e que nos processa quando o criticamos em praça pública.
      Bebel

      Responder
  • 80. leandro  |  24/04/2010 às 10:54

    Bebel, qual exatamente a pretenção dos sindicatos com a ADIN. Que o pagamento estenta a todos ou que tire daqueles que foram promovidos. Esta semana um jornal da CPP provocou certo tumulto e duvidas nesse sentido.

    Responder
    • 81. apeoesp  |  24/04/2010 às 12:14

      Prezado professor leandro,
      A ADIN questiona a legalidade da promoção por mérito, que afronta a isonomia salarial assegurada na Constituição Federal. Ofundamental é que seja asseguradoa todos os mesmos direitos.
      Bebel

      Responder
  • 82. TEREZA  |  24/04/2010 às 12:44

    O SINDICDATO TEM QUE CONVOCAR GREVE NOVAMENTE SO ASSIM O GOVERNO VAI OUVIR OS PROFESSORES E FICAR FIRME NA GREVE ATE SAIR NEGOCIAÇÃO A FAVOR DA CATEGORIA PEDIR AJUDA DE TODOS OS FUNCIONARIO DA EDUCAÇÃO É HORA DA ESCOLA FECHAR AS PORTAS. BEBEL FALE COM OS OUTROS FUNCIONARIOS NAO PODEMOS NADAR E MORRER NA PRAIA.

    Responder
  • 83. leandro  |  24/04/2010 às 13:11

    estamos aguardando, conforme divulgado a resolução para reposição, mas nada foi publicado nesse sentido, nem sabemos se as faltas serão retiradas do prontuário. em minha escola muitos professores abrirão mão da reposição se não for retirada a falta.

    Responder
    • 84. apeoesp  |  24/04/2010 às 14:33

      Prezado professor Leandro,
      A SE, até o momento, não enviou à APEOESP minuta das instruções de reposição, conforme combinado.
      Estamos pressionando constantemente, mas este é o tipo de governo que há no estado de São Paulo. E depois, querem nos impedir de criticá-lo.
      Bebel

      Responder
  • 85. José Vicente  |  26/04/2010 às 17:43

    Quanto ao comentário da Tereza em 24/04/2010.
    Querida colega de trabalho nós professores precisamos saber se é interessante para a APEOESP que esta greve ocorra, já que a suspensão do movimento em pleno vapor foi solicitado pelo nosso sindicato.
    O governo, nós sabemos que não quer greve. Já a APEOESP………

    Querida amiga, convido você a ………………….REZAR !!!!!!!!!

    Responder
  • 86. JOSE RICARDO  |  27/04/2010 às 17:49

    Qual será o motivo da FCC atrasar os resultados do concurso Professor Educação Básica II da Secretaria da Educação do Estado de São Paulo? Tem alguma explicação? Acredito que esta é apergunta de muitos!

    Responder
    • 87. apeoesp  |  27/04/2010 às 21:58

      Prezado professor José Ricardo,
      Vimos tentando obter esta informação junto à SE, ainda sem sucesso.
      Bebel

      Responder
  • 88. Luiza Lumiko Sato  |  28/04/2010 às 04:49

    Prezada Maria Izabel,
    Sou professora de português desde 1983. Participei da entidade ativamente como RE e CR entre 84 a 91. Em 96, fui diagnosticada com LER/Dort (tendinite), numa época em que pouco se sabia sobre isso. Consegui informações à respeito junto ao Sindicato dos Bancários, doença que estava mutilando aqueles profissionais. Em 2001, “travei” na lousa… Começou ali minha peregrinação por médicos e pelo tenebroso DPME. Fui readaptada em 2002 por indicação do próprio DPME. Em 1º/04/2009 (deboche?), saiu a publicação da cessação de minha readaptação, apesar de apresentar o mesmo quadro clínico e o médico perito ter-me concedido mais dois anos. Mesmo sendo a 1ª da escala de atribuição na disciplina, como não havia aulas livres em minha sede (há 16 anos), tornei-me ADIDA e tive aulas atribuídas ex-oficio na D.E., com um número inferior de aulas (sem carga suplementar). Entrei imediatamente em licença saúde para assegurar minha integridade física, e o 1º perito também solicitou “readaptação imediata” após análise dos exames médicos. De lá para cá, licença saúde a cada 30 dias, com perícia no DPME – por vezes muito mal atendida e com período publicado a menor no Diário Oficial, perda salarial – além do número inferior de aulas, perda de gratificações, GTCN e estornos constantes referentes aos períodos não cobertos pelas publicações. Por conta disso, perdi o direito às férias, ao bônus, não fiz a prova de promoção por mérito e estou perdendo o tempo de serviço para contagem de licença prêmio. Convocada para perícia de Capacidade Laborativa, o perito sequer viu os exames (tendinite nos ombros, braços, cotovelos e punhos) e disse que aguardasse – fui considerada apta ao trabalho docente! Depois disso, já tive a 1ª licença saúde negada em razão daquele parecer. Depois de mais de um ano nessa situação, continuo aguardando o parecer dos inúmeros pedidos de reconsideração junto ao DPME. Solicitei auxílio ao jurídico da APEOESP logo no início dessa “confusão” e estamos aguardando o parecer da Justiça. Por que estou relatando tudo isso? Por não desejar que ninguém passe por isso – meu destino poderia ser “o olho da rua” se efetiva não fosse. E como fica o caso de muitos OFAs em todo o estado? As leis anteriores ainda resguardavam alguns direitos. O READAPTADO É O ÚNICO QUE NÃO PARTICIPA DO PROCESSO DE ATRIBUIÇÃO DE AULAS, EFETIVO OU NÃO. Certamente, boa parte do meu problema seria menor se a lei me assegurasse o direito ter aulas atribuídas normalmente – não teria que deixar minha querida escola sede de controle nem teria o número de aulas reduzido. E o pobre OFA, ainda doente, que tiver sua readaptação cessada, além de ficar desempregado, não terá nenhum recurso financeiro para se tratar! Quero chamar a atenção para este problema legal, visto que o DPME vem cessando readaptações de docentes em larga escala. É certo que há casos em que isso é possível, mas e quanto àqueles que não? Serão surpreendidos com uma “canetada” dada por alguém do CAAS? E depois? Por isso, venho solicitar à diretoria da APEOESP para que atente para esse fato, analise a questão à luz do que pode ser legalmente feito e também considere o tema pertinente para ser incluído na pauta de reivindicações da categoria. Hoje são, amanhã talvez doente… Não é fácil lutar debilitado… Considerem isso… Muitos agradecerão e eu principalmente.
    Um grande abraço e obrigada!
    Mogi das Cruzes – Grande SP

    Responder
    • 89. apeoesp  |  28/04/2010 às 15:37

      Prezada professora Luiza,
      Obrigada pelas informações e pelo alerta. Vamos dar mais atenção a este problema.
      Bebel

      Responder
  • 90. JOSÉ RICARDO  |  28/04/2010 às 15:51

    =REMÉDIOS CONSTITUCIONAIS=

    Temos que atuar com mais energia.AÇÃO POPULAR é o meio processual a que tem direito qualquer cidadão que deseje questionar judicialmente a validade de atos que considera lesivos à moralidade administrativa.

    Responder
  • 91. JOSÉ RICARDO  |  29/04/2010 às 13:20

    Infelizmente a escola se tornou um ambiente recluso uma ilha isolada e ninguém sabe o que realmente acontece dentro de seus portões. Necessitamos abrir a “caixa-preta” das escolas. Temos que tornar público todos os mal-feitos e seus mal-feitores, utilizando para isso a imprensa escrita e principalmente a falada(TV). Temos que expor a ferida! Mesmo que custe muito dinheiro e algumas cabeças. Publicizar é a palavra chave!

    Responder
  • 92. José Vicente  |  30/04/2010 às 15:07

    HOJE FIQUEI MAIS FELIZ!!!
    JÁ TEM PROFESSORES QUE FAZEM O MESMO TRABALHO QUE EU E GANHAM 25% MAIS.

    LEGAL !!!!!!!!

    ESTAMOS NO DIA 30/04 E ATÉ AGORA ……………..

    Responder
    • 93. apeoesp  |  30/04/2010 às 15:44

      Prezado professor José Vicente,
      Hoje é 30/04 e continuamos nossa campanha salarial contra um governo intransigente e autoritário que impôs a situação que você descreve.
      No dia 7 de maio teremos assembleia, às 14 horas, na Praça da República. O governo conseguiria continuar impondo suas políticas se, de repente, a grande maioria dos professores comparecesse, esvaziando as escolas e demonstrando na praça pública seu descontentamento e sua vontade de lutar?
      Nós, da APEOESP, estamos cumprindo o nosso papel: propomos as mobilizações, pressionamos e negociamos com o governo, damos as condições para que todos os professores que desejarem possam comparecer às assembleias e mobilizações. Mas há algo que define o resultado de uma luta: correlação de forças. Somente quem tem alguma ilusão neste governo pode supor que ele cederá algo sem muita pressão e muita luta. O respaldo e o apoio ativo de todos é fundamental para quem está na mesa, negociando com o governo. Há outra categorias em luta. No judiciário, já foi proposto um reajuste (pequeno, é verdade). Temos que ficar atentos e continuar a nossa mobilização. A união é que faz a força.
      Bebel

      Responder
  • 94. José Vicente  |  01/05/2010 às 12:45

    Bebel, somente sei que:

    – estou sem reajuste salarial e fiz greve.
    – o período em que estive em paralização foi descontado totalmente e fiquei com meu salário muito defasado.
    – alguns professores que fizeram o provão estão ganhando 25% mais que eu e, fazem o mesmo.
    – entrei no site do STF e não vi, na pauta, o pedido de avaliação sobre a promoção por mérito.
    – eu acho que os professores estão abandonados pelo governo e pelos sindicatos também.

    ESTAMOS SÓS.

    Responder
    • 95. apeoesp  |  01/05/2010 às 18:40

      Prezado professor José Vicente,
      Lamento, novamente, que pense que os professores estão sós. Felizmente, não é o que o senhor pensa que faz a realidade ser desta forma e, portanto, vamos continuar cumprindo o nosso papel de lutar pelos direitos de todos os professores, inclusive os seus.
      Aproveito para informar que a ADIN está, sim, no STF, tem o número 4359 e que o relator é o ministro José Antonio Dias Toffoli.
      Bebel

      Responder
  • 96. Fátima de Oliveira Santos  |  01/05/2010 às 13:39

    Bebel, muito obrigada pela pronta resposta da minha dúvida anterior.
    Agora preciso de uma outra informação: Eu posso estar transferindo meu processo para passar para PEB II sem perder minha categoria F para a Apeoesp Central? Em caso positivo, como deverei proceder?
    Estou muito descontente com a Subsede de Franco da Rocha, e gostaria de tratar tudo na Sede Central.
    Preciso saber também, se houver algum contratempo quanto a minha designação como Professor Coordenador prlo fato de eu ser PEB I aula, categoria F, o que deverei fazer?
    Estou já me prevenindo e me informando a respeito de tudo porque não sinto confiança na D.E. daqui da região.
    Estarei apresentando proposta numa escola próxima da minha casa nesta segunda-feira e quero ter certeza de que não terei problemas.
    Muito obriada pela sua atenção.
    Profª Fátima

    Responder
  • 97. José Vicente  |  03/05/2010 às 00:30

    Bebel, pode não ser assim, mas muitos professores se acham sós.
    Somente iremos nos sentir assistidos quando tivermos fatos concretos que nos provem isto.
    Obrigado pelo número de discussão da ADIN, irei conferir este processo com frequência.

    Responder
  • 98. Paulo Sergio do Prado  |  03/05/2010 às 19:53

    Oi Presidenta , gostaria de saber se o PT ganhar as eleições havera´melhoras com referencia aos aposentados e pensionistas que estão sendo engolidos pela infllação por anos e anos, sem nenhum tipo de aumento , sendo que nós educamos muitos doutores neste estado á fora . grato.

    Responder
    • 99. apeoesp  |  04/05/2010 às 14:33

      Prezado professor Sérgio do Prado,
      me desculpe, professor, mas embora filiada ao PT, como é público, não respondo pelo partido e não acho adequado discutir questões partidárias neste espaço.
      Bebel

      Responder
  • 100. TEREZA  |  04/05/2010 às 22:46

    O SINDICATO TEM QUE PARTIR PARA CHAMAR PARA GREVE NOVAMENTE SO ASSIM O GOVERNO OLHA E SABE QUE EXISTE PROFESSOR. O SINDICATO TEM QUE BUSCAR RESPOSTA DO GOVERNO.POR FAVOR BEBEL O RESULTADO É PROFESSOR DOENTE E COM DIVIDA.

    Responder
    • 101. apeoesp  |  05/05/2010 às 01:20

      Prezada professora Tereza,
      Qualquer forma de luta deve ser decisão consciente e coletiva da categoria. Temos assembleia no dia 7 de maio. Lá, discutiremos os rumos do nosso movimento.
      Bebel

      Responder
  • 102. MARIA APARECIDA GERALDES PEREIRA  |  05/05/2010 às 17:36

    Maria Isabel, Meus nome é Maria Aparecida Geraldes Pereira sou aposentada. Atualmente estou trabalhando numa escola particular para ajudar no orçamento doméstico, plano de saúde e remédios, antes disso, trabalhei numa escola municipal. Já fui a muitas assembleias em São Paulo. Leio todas as mensagens que você evnia e confesso estar descontente com seu descaso com os aposentados nunca você cita que está “brigando” por nós. Você não vai se aposentar? O tempo não passa para você.

    Maria Aparecida Geraldes Pereira – (DIDI) – Buritama – SP

    Responder
    • 103. apeoesp  |  06/05/2010 às 02:02

      Prezada professora Maria Aparecida,
      Não posso aceitar a sua afirmação. Com base em que a senhora afirma que tenho descaso pelos aposentados? Releia por favor os textos que publico aqui e verá que em todas as pautas de reivindicações da APEOESP constam pleitos para os aposentados e que lutamos para que todo e qualquer benefício para os professores da ativa seja extensivo aos aposentados. Saiba que foi na minha primeira gestão como presidenta da APEOESP que criamos a secretaria para assuntos dos aposentados. Saiba que na questão da incorporação da GAM em três parcelas, reuni-me com o secretário da Educação, com o presidente da Assembleia Legislativa, com o líder do governo e com muitas outras lideranças partidárias para que a incoporação fosse feita em apenas uma parcela ou, no máximo, em duas parcelas. infelizmente o governo nos ignorou e usou sua maioria parlamentar para aprovar seu projeto original. Saiba ainda que orientei o departamento jurídico e sou uma das principais incentivadores de ações judiciais para que os aposentados possam ter direito às gratificações e quaisquer outros benefícios da categoria. Como pode dizer que não luto pelos aposentados? Estive na Assembleia Legislativa durante toda a tramitação da GAM e outros projetos de interesse dos aposentados e continuarei a lutar por todos eles, ainda que a senhora não reconheça.
      Bebel

      Responder
  • 104. Marta Marisa Scagliusi  |  05/05/2010 às 17:45

    Prezada Presidenta.

    Sou ACT desde julho de 1996. Em 22/07/2010 fui obrigada a me afastar da função de professora para cuidar de meu marido que se encontrada com problemas de saúde grave. Em 2009 fiz a prova para admissão para 2010 e fui a 8ª colocada na diretoria Oeste em Linguagens e Códigos. Na Lista de classificação fui aprovada na categoria L, porém por ter me afastado de 2007 à 2009, fui admitida na categoria O. Recebi sua carta de 15/04 e fiquei muito satisfeita que esse assunto ainda esta em pauta, pois assim como eu, muitos professores terão necessidade de trabalhar em 2011. Espero que a Luta continue e que nós juntamente com a APEOESP, consigamos reverter essa categoria absurda.
    Um abraço

    Responder
  • 105. Renato Lameiras  |  05/05/2010 às 17:47

    Olá Bebel! QUANTO A REPOSIÇÃO TEMOS UM CASO DA SEGUINTE FORMA: UMA PROFESSORA FICOU EM GREVE NA ESCOLA EM QUE LECIONA SOZINHA E A AULA FOI NORMAL EVENTUAL “MINISTRANDO” AS AULAS, NESTE CASO SI ELA REPOR SERÁ TIRADA AS FALTAS OU NÃO JA QUE COLOCARAM EVENTUAL E A ESCOLA DEU COMO DIAS LETIVOS NESSE PERÍODO EM QUE ELA FICOU EM GREVE?

    Responder
    • 106. apeoesp  |  06/05/2010 às 02:04

      Prezado professor Renato,
      São duas coisas:
      – a professora poderá repor, com o conteúdo de sua disciplina, faltas de outros professores, para receber o que foi descontado.
      – a retirada das faltas dos prontuários está ainda sendo discutida com a SE.
      – caso a SE não retire as faltas, vamos acionar a justiça, mas as aulas terão que ter sido repostas.
      Bebel

      Responder
  • 107. Neuza Tiago de Freitas Moela  |  05/05/2010 às 18:22

    Gostaria de saber como está o andamento da minha ação sobre a Licença Prêmio foi favorável, mas não estou recebendo, ligo na apoesp, a recepcionista atende passa para o Depto mas ninguém atende já liguei várias vezes, fico esperando e nada de atender, porque não envia uma carta explicando o que está acontecendo assim não ficamos ligando para incomodá-los, agrata pela atenção Neuza.

    Responder
    • 108. apeoesp  |  11/05/2010 às 02:54

      Prezada professora Neuza,
      A informação do departamento jurídico é que a sua ação está ganha e que a APEOESP está executando a obrigação de fazer, que é quando o Estado tem que publicar a licença prêmio e deixá-la gozar, de estiver na ativa ainda, ou, se aposentada quando da execução, se preparar para indenizar. O último andamento é do dia 22/12/2009, em que cobramos justamente essa pendência para você e para outra professora da mesma ação. O andamento é normal, mas pusemos uma pendência para que vejam o andamento no Fórum na quarta-feira.
      Bebel

      Responder
  • 109. Eliane  |  05/05/2010 às 22:00

    Maria Izabel,
    Sou professora de ensino fundamental dos anos iniciais numa escola municipal no interior de Mg. Estão implantando um plano de carreira no município este ano. Eu tenho uma licenciatura curta em ciências e uma Plena em matemática e vou receber como se tivesse apenas o magistério de 2º grau. Alegam que os cursos que tenho não são específicos da área que eu leciono( são das série finais e ensino médio). Existe alguma lei que me ampara? Quer dizer que os cursos que fiz e paguei caro não me ajudarão em nada? Me responda por favor! Alguem que entenda dessas leis, me ajude!

    Responder
    • 110. apeoesp  |  11/05/2010 às 02:56

      Prezada professora Eliane,
      Nesculpe a demora, mas quis consultar o departamento jurídico e a informação é a de que não há lei que a ampare, infelizmente. De fato, para lecionar para as séries em que você vai lecionar a formação exigida é diferente, então, você fica como não habilitada, o que no novo plano, deve enquadrá-la na situação descrita.
      Bebel

      Responder
  • 111. Paulo Sergio do Prado  |  06/05/2010 às 13:15

    Oi Pressidenta,os aposentados e pensionistas professores do estado de São Paulo terão aumento quando ? Os aposentados do INSS terão entre 7 e 7.7 per cento segundo jornais já foi para o senado aprovar. Para nós da Apeoesp quando e quanto será ? grato

    Responder
    • 112. apeoesp  |  06/05/2010 às 20:23

      Prezado professor Paulo Sérgio,
      Isto mostra o grande descompasso entre o governo que temos no estado de São Paulo e a situação nacional. Aqui o governo sequer negocia qualquer aumento. Continuamos lutando.
      Bebel

      Responder
  • 113. Paulo Sergio do Prado  |  06/05/2010 às 16:58

    Oi Presidenta , quero pabenijá-la pelas conquistas já alcançadas para os aposentados e pensionistas., Mas ainda não consegui entender quando e quanto teremos de reajuste para melhorar nossas condições precárias, cada ano que passa me sinto cada vez mais empobrecidoe com medo do futuro… grato

    Responder
    • 114. apeoesp  |  06/05/2010 às 20:17

      Prezado professor Paulo Sergio,
      Obrigada.
      Estamos lutando pelo reajuste, mas como temos divulgado, o governo se recusa a negociar este item. Na assembleia de amanhã vamos discutir os próximos passos do movimento para criar condições para esta negociação.
      Bebel

      Responder
  • 115. Maria Celia Zanirato  |  06/05/2010 às 18:06

    Maria Izabel., boa tarde.
    Estranho a data da Assembeia Estadual dos Professores, ou seja, 07/05/2010, tendo em vista que nesse dia a maioria das escolas tem agendado em seu calendário escolar, desde o início do corrente ano letivo, o Conselho de Serie/Classe. Com tantos dias, por que justamente esse, quando é pratcamente impossível, principalmente nós, professores da CEI, estarmos presentes e participando?

    Maria Celia, Bauru

    Responder
    • 116. apeoesp  |  06/05/2010 às 20:08

      Prezada professora Maria Célia,
      Esta data foi decidida pela assembleia anterior por ser data do pagamento e, naquela ocasião, haver incerteza quanto ao desconto e reposição dos dias parados.
      Bebel

      Responder
  • 117. José Vicente  |  07/05/2010 às 15:46

    Hoje, 07/05, é o primeiro dia em que um professor de química, em qualquer lugar do estado, está ganhando 25% mais que eu para fazer o MESMO !!!!!!!!!
    E para piorar, receberão retroativo a 1º de janeiro.

    E então, ………………………………………………….

    Responder
    • 118. apeoesp  |  08/05/2010 às 01:00

      Prezado professor José Vicente,
      Este é o questionamento que deve ser feito ao governo do Estado, do PSDB. Nós o estamos fazendo cotidianamente. Se cada professor se engajar nesta luta, poderemos conquistar a extensão para todos.
      Bebel

      Responder
  • 119. ana  |  07/05/2010 às 16:09

    Infelzmente estou arrasada por ter dormido F e acordado L, pois a diferença de categorias foi apenas por 1dia somente. Vejo efes em situações precárias tudo bem; mas tb vejo Fs reprovadas escolhendo na frente de aprovadas L (meu caso) e dessas pobres coitadas Largadas o que será parece que todos se esqueceram até a apeoesp

    Responder
    • 120. apeoesp  |  08/05/2010 às 01:02

      Prezada professora Ana,
      O caso não está esquecido. O departamento jurídico tem conseguido seguidas vitórias judiciais, mas as ações têm que ser individuais.
      Procure sua subsede.
      Bebel

      Responder
  • 121. fatima bertoncello  |  08/05/2010 às 20:34

    Izabel,
    Estou de licença médica aguardando o processo de readaptação pois não consigo mais ministrar as aulas por causa de um cisto nas cordas vocais, constatado por médico do HSPM.No entanto dia 05.05.2010, passei pelo médico da perícia médica que me disse que eu deveria voltar para sala de aula porque a Secretaria da Educação disse aos médicos do Departamento de perícias Médicas que é só a escola solicitar microfones e os professores com meu problema podem voltar para sala de aula.Vc sabe alguma coisa sobre isso?Ou é balela do médico, ele não soube me dizer onde estava escrito isso, em que DO ou outro parecer.Ele ainda desqualificou o MÉDICO OTORRINO ME ME ENCAMINHOU PARA A READAPTAÇÃO DIZENDO QUE TUDO QUE ELE ENCAMINHA NÃO É ACEITO.Ao questioná-lo ele disse que o Departamento é democrático e o médico otorrino pode fazer isso, mas que não é aceito.O que lhe parece?

    Responder
    • 122. apeoesp  |  17/05/2010 às 19:27

      Prezada professora Fátima,
      A afirmação do médico não procede. Se insistir, protocole uma queixa contra ele.
      Bebel

      Responder
  • 123. Fátima de Oliveira Santos  |  08/05/2010 às 21:36

    Bebel,
    Boa noite!
    Conitnuo aguardando um parecer sobre a minha dúvida do dia 01/05. Seu assessor me enviou um e-mail pedindo que eu aguarde um comunicado e até agora nada recebi.
    Desculpe-me minha insistência, mas seu que você entende minha ansiedade diante de tantos acontecimentos ruins para nós professores.
    Bom final de semana.
    Fátima.

    Responder
    • 124. apeoesp  |  11/05/2010 às 03:02

      Prezada professora Fátima,
      O jurídico da APEOESP é descentralizado para dar mais comodidade ao professor, não à APEOESP, portanto, sim, é possível fazer essa transferência. Com informações do nosso departamento jurídico, ressalvo que a Dra. Karina, que nos atende em Franco da Rocha é uma das melhores advogadas de nosso quadro. É preciso que se recorde que o Poder Judiciário está sobrecarregado de processos, sendo muito comum que se repute os atrasos relacionados a este fato ao advogado, que, infelizmente, não tem como contornar esse problema. É muito possível que a transferência do processo de lá para cá não resolva o problema que se pensa é causado pelo advogado. Para a segunda dúvida, minha indicação é consultar nosso jurídico, que está apto a analisar a situação concreta.
      Bebel

      Responder
  • 125. Josélia de Oliveira  |  09/05/2010 às 01:07

    Olá Bebel! Uma boa noite para você.Mais uma vez estou aqui para obter uma informação sobre nós que estamos cumprindo as horas de permanencia. Tenho colegas que ficam na escola apens dois dias, se faltar professor,ela entra em sala de aula, se não faltar, cumpre as cinco horas normal . E só dá aula como eventual se quiser.Isso está certo, ou eu tenho que ir todos os dias e ficar apenas duas horas? Dependendo da diração ela exige que cumpra a semana inteira as duas horas diária.
    Outra coisa, se tem eventual,e eu quero também eventuar, é verdade que a categoria F escolhe primeiro? É que eu não quero ser injusta com ninguem, todos preciam trabalhar.

    Obrigada,
    Beijos no seu lindo coração que tanto faz pelos professores.

    FELIZ DIA DAS MÃES!!!!

    Responder
    • 126. apeoesp  |  10/05/2010 às 15:39

      Prezada professora Josélia,
      Não há lei que a obrigue a comparecer todos os dias à escola. Você tem o direito de cumprir todas as horas da forma que for melhor para você, em acordo com a escola. Protocole requerimento neste sentido. Em caso de recusa da escola, procure o departamento jurídico.
      Obrigada pelas suas palavras.
      Bebel

      Responder
  • 127. Arlete Guimarães Souza  |  10/05/2010 às 15:41

    Foi com indignação que tomei conhecimento do procedimento da fund. com relação ao concurso peb II . no momento de publicar a lista de aprovados mudar o gabarito que havia sido publicado em DO de 01/04/2010 DEMONSTRA A TOTAL INCAPACIDADE DA EMPRESA.UM GABARITO OFICIAL É OU NÃO OFICIAL? EU SOU DIRETORA APOSENTADA, ATUALMENTE peb II titular de cargo na função de PCP E NUNCA VI UMA SITUAÇÃO ASSIM EM CONCURSO. CORREÇÃO É COMUM MAS NUNCA COM TANTAS QUESTÕES E DEPOIS DE TANTO TEMPO. QUAL É O CERTO ? A CONFIANÇA NA INSTITUIÇÃO ACABOU E NÃO PODEMOS MAIS ACEITAR CONCURSO PELA FUND. QUE ATESTOU SUA INCOMPETENCIA TOTAL.
    A UNICA COISA DIGNA NO MOMENTO A SE PROPOR É A ANULAÇÃO DO CONCURSO POIS TENHO VERGONHA DE TENTAR EXPLICAR AOS PROF. O INEXPLICAVEL QUE OCORREU.

    Responder
    • 128. tadeu  |  26/05/2010 às 18:31

      Oi Professora .

      Por que tanta indignação ? A fundação FCC é uma das mais confiaveis e transparentes instituições do país .

      Abraços…..

      Responder
  • 129. Josélia de Oliveira  |  10/05/2010 às 17:45

    Boa tarde querida Bebel.
    Faltou eu saber se como categoria “F” sou a primeira a entrar em sala como eventual,é que para ajudar mais um pouco, estou eventuando, enquanto não pego sala ,e há mais duas eventuando como categoria L que não foi aprovada na prova.

    Obrigada por tudo

    Responder
  • 130. Fátima de Oliveira Santos  |  11/05/2010 às 10:49

    Bom dia, Bebel!
    Você me deixou mais tranquila, portanto vou deixar o processo continuar por aqui mesmo.
    Quanto a minha segunda dúvida, na verdade não há, pois você me disse na outra resposta, que não há impedimento para que eu possa ser designada como PCP, sendo PEB I aula. Eu apenas lhe pedi a fundamentação legal, para o caso de haver algum problema, já que esta semana estarei fazendo as entrevistas, que já estão marcadas, nas duas escolas do meu interesse.
    Espero realmente que prevaleça a sua primeira resposta, ao dizer que não há impedimento.
    Muito obrigada.
    Fátima

    Responder
  • 131. OSEIAS  |  11/05/2010 às 14:34

    Olá presidenta,
    Procede o fato “comentários” em que o professor que ingressar na escolinha(4 meses) terá que cessar sua portaria (F,L)?
    Grato,
    OSEIAS.

    Responder
    • 132. apeoesp  |  12/05/2010 às 20:11

      Prezado professor Oseias,
      No nosso entendimento, não. Estou buscando informações mais precisas junto ao departamento jurídico.
      Bebel

      Responder
  • 133. Maria Clara  |  11/05/2010 às 17:51

    Boa Tarde Maria Isabel.
    Gostaria de alguns esclarecimentos quanto a situação dos professores substitutos da categoria “O”.
    Permanece válida a lei de quarentena para o ano de 2011?
    Os professores dessa categoria, que estão com aulas atribuídas só receberão até o útimo dia letivo? Isso contina válido?
    Não terão direito a 13° terceiro, nem as férias de janeiro de 2011 e nem aos dias de fev de 2011 antecedentes ao próximo ano letivo?
    E quanto ao bonus, caso a escola em que o professor da categoria O trabalhe venha ser contemplada, ele não terá direito mesmo se tiver trabalhado na escola de fev de 2010 a dez 2010?
    E por fim uma última dúvida, caso a substituição que o professor da categoria “O” seja do corgo de um professor que se afastou pelo artigo 22 (remoção), não haverá pagamento de férias de janeiro de 2011?
    Aguardo Respostas.
    Obrigada!
    Maria Clara Campinas- SP

    Responder
    • 134. apeoesp  |  17/05/2010 às 19:19

      Prezada professora Maria Clara,
      Por enquanto está mantida a quarentena.
      Na lei, há previsão de pagamento de 13º e férias, mas é preciso completar um ano de exercício, o que não ocorrerá.
      Bebel

      Responder
      • 135. Maria Clara  |  29/11/2012 às 23:20

        Mas nem 13° proporcional?

      • 136. apeoesp  |  04/12/2012 às 09:56

        Prezada professora maria Clara,
        Todos os professores recebem 13º, total ou proporcionalmente.
        Bebel

  • 137. luiz José  |  11/05/2010 às 21:13

    boa noite BEl.
    por favor gastaria de saber eu tirei 5,8 na prova de merito eu entro na listagem de atribuição esse ano sabendo-se que eu tirei mais de 50% no merito.
    segundo o ratigo 6ºpara os docentes abrangente pelo disposto no & 2º do artigo da lei complementar 1.010/2007 os professores que tirar 50% na prova do merito e concurso não precisa fazer a prova do OFa isso é verdade.
    o que devo fazer aguarda alguma resolução.
    muito obrigado Bel.

    Responder
    • 138. apeoesp  |  13/05/2010 às 20:33

      Prezado professor Luiz José,
      Sua nota da prova de mérito valerá como nota da prova dos temporários no ano que vem. Não precisará mais fazer a prova.
      Bebel

      Responder
  • 139. marcos  |  12/05/2010 às 21:35

    SOU F, PASSEI NA PROVA DOS ACTS, PASSEI NA DE MÉRITO E PASSEI NO CONCURSO, O QUE NÃO POSSO É FICAR SEM O NOSSO SINDICATO! VALEUU A TODOS!

    Responder
  • 140. MAR  |  13/05/2010 às 22:41

    PREZADA BEBEL
    MAIS UMA VEZ NOSSA CATEGORIA FOI PREJUDICADA, ESSE CONCURSO TEVE DIVERSOS ERROS……
    TEMPO, QUESTOES ANULADAS, GABARITOS TROCADOS, PESSOAS PREJUDICADAS, ACHO QUE NÃO DÁ PARA FICAR ASSIM , CONCORDO COM A ARLETE, JÁ QUE O CONCURSO JÁ FOI FEITO, DEVERIA SER CLASSIFICATORIO, MAS PARA NÃO SER INJUSTO COM NINGUEM….TODOS PRECISAMOS TRABALHAR, ALÉM DISSO HÁ NA PARTE GERAL DA PROVA QUESTOES QUE DEVERIAM TER SIDO CANCELADAS, ALIAS MUITAS…… A FCC ERROU MUITO, E COMO A CATEGORIA É LUTADORA, NÃO VAMOS DESISTIR, POIS TEM MUITA VAGA NA EDUCAÇÃO 80.000………..ABRAÇO. UFA!!!!!!!!!!!

    Responder
  • 141. Profª. Célia  |  14/05/2010 às 00:51

    olá Bebel !
    Parabéns pelos artigos.
    Gostaria de saber se existe a possibilidade da gratificação de função do PC e do Vice Diretor passar a ser incorporada pelo artigo 133 para os Pcs com + de 10 anos no cargo?
    e a aposentadoria especial desses profissionais?
    Qem já tem mais de 25 e menos de 30 anos de trabalho já pode pedir o abono de permanência? ele será retroativo?

    Responder
    • 142. apeoesp  |  17/05/2010 às 19:04

      Prezada professora Célia,
      Obrigada.
      Quanto à sua pergunta, a incorporação, quando possível, é sempre feita nos termos do artigo 133 da Constituição do Estado de São Paulo. Os PCP podem se aposentar pelas regras da aposentadoria especial.
      Bebel

      Responder
  • 143. Fátima de Oliveira Santos  |  14/05/2010 às 15:15

    Bebel,
    Boa tarde!
    Por favor, eu preciso de esclarecimentos para algumas dúvidas:
    1- Tendo sido aprovada na prova de credenciamento para Prof. Coord. na D.E. de Caieiras, eu posso estar sendo designada em alguma escola de outra D.E.?
    2- Estou com aulas livres em duas escolas. Se em alguma delas sugirem aulas em substituição por tempo indeterminado, eu posso estar optando por ficar em uma só unidade? Qual o fundamento legal para isso?
    Muito obrigada.
    Fátima.

    Responder
    • 144. apeoesp  |  19/05/2010 às 16:14

      Prezada professora Fátima,
      A resposta está no último comentário que vc postou.
      Bebel

      Responder
  • 145. OSEIAS  |  18/05/2010 às 13:24

    Olá presidenta, já antecipando meus agradecimentos, o professor que passou no concurso, e por eventualidade não ingressar(F), precisará fazer provinha o ano que vem?
    Grande abraço,
    OSEIAS.

    Responder
    • 146. apeoesp  |  18/05/2010 às 14:47

      Prezado professor Oseias,
      Sendo categoria F não mais precisará fazer a prova.
      Bebel

      Responder
  • 147. Profª Fátima  |  19/05/2010 às 14:55

    Bom dia!
    Quero agradecer-lhe pela atenção em apagar minhas dúvidas sem respondê-las.
    Abraços.
    Fátioma

    Responder
    • 148. apeoesp  |  19/05/2010 às 16:02

      Prezada professora Fátima,
      Não costumo fazer isto com as perguntas que são aqui feitas. Localizei pelo menos cinco ou seis respostas que dei a seus comentários. Às vezes o próprio sistema do blog não coloca a resposta no local correto, ou seja, junto com a pergunta. Quando isto ocorre, e percebo, desloco a resposta para o local adequado. Às vezes, pelo grande volume de perguntas ou por necessitar de orientação jurídica, demoro algum tempo a responder.
      No caso de suas últimas perguntas:
      1 – A APEOESP entende que você pode ser coordenadora em outra DE.
      2 – Você não pode declinar das aulas livres que já tem, no todo ou em parte, para ficar em apenas uma unidade. Pode tentar, através de Mandado de Segurança, no ano que vem.
      Bebel

      Responder
  • 149. maria  |  19/05/2010 às 23:38

    quem passou no concurso vai ter que deixar as aulas para se dedicar a 3ª etapa?

    Responder
    • 150. apeoesp  |  21/05/2010 às 00:13

      Prezada professora Maria,
      Não. A SE vai buscar formas de compatibilizar o curso com as aulas do professor.
      Bebel

      Responder
  • 151. Maria Ananias de Santana  |  22/05/2010 às 03:29

    Boa noite Bebel!

    É possível o advogado acompahar-me para efetuar um boletim de ocorrencia?Pois fui agredida dentro da sala de aula agora á noite .

    Atenciosamente

    Responder
    • 152. apeoesp  |  22/05/2010 às 18:24

      Prezada professora,
      Por favor, entre em contato diretamente com o departamento jurídico.
      Bebel

      Responder
  • 153. OTAVIO F.V.ABRANTES rg 5160829  |  23/05/2010 às 16:00

    E os aposentados ? Qual critério adotado para abonos?
    Sempre cumpri minha jornada, após 35 anos de didicação ao magistério, recebi os abonos enquanto da ativa, quando cumpri meu tempo de serviço e aposentei, em 2003, perdi o direito ao abono, aos reajustes, e quaisquer vantagens do Estado, essa é a politica do PSDB, que tanta propaganda foi feita de valorização dos professores? A APEOESP, tem tentado, mas diante da insensibilidade desse bando de maus carateres, que infelizmente dominaram o governo de S. Paulo, nada tem conseguido para a manutenção da dignidade dos professores, quer da ativa ou aposentados. Uma grande verdade tem que ser divulgada: JOSÉ SERRA foi o pior inimigo que os professores tiveram
    nos últimos trinta anos, bateu todos os recordes, tornando-se inimigo público da EDUCAÇÃO e dos PROFESSORES, pode perfeitamente dar as mãos para MALUF, FLEURI, COVAS, ALCKMIM. E o pior de tudo é que este cidadão ainda quer ser Presi-
    dente do BRASIL…..

    Responder
  • 154. Rute Ap. Leite Ripari  |  24/05/2010 às 21:45

    Não aderi ao movimento. Cumpri o horário rigorosamente, fiscalizado pela direção. Assinei o livro ponto. Não compareceu os alunos pq a diretora deixou o portão fechado, e quanto os pais de alunos ligavam na escola, a direção dizia que todos professores estavam em greve. Agora, a direção está pressionando repor aulas àqueles professores que não fizeram greve. Sou sócia da apeoesp, diante destes fatos, a quem recorrer?

    Responder
    • 155. apeoesp  |  25/05/2010 às 04:20

      Prezada professora Rute,
      O professor tem o direito de repor mas, individualmente, inão é obrigado a repor. Cabe à escola providenciar a reposição das aulas não ministradas.
      Bebel

      Responder
  • 156. José Vicente  |  24/05/2010 às 23:26

    Bebel, a secretária da escola onde sou professor disse que só poderei fazer a avaliação de promoção por mérito quando tiver 3 anos de efetivo exercício em uma mesma escola.
    AINDA MAIS ESSA !!!!!

    O QUE POSSO FAZER ???

    Responder
    • 157. apeoesp  |  25/05/2010 às 04:17

      Prezado professor José Vicente,
      Este é o teor da lei que o governo Serra/Goldman aprovou na ALESP. É uma lei muito ruim, por isso nos mobilizamos à época para tentar impedir sua aprovação e, hoje, lutamos pela sua revogação.
      Bebel

      Responder
  • 158. Maria Soares  |  25/05/2010 às 18:04

    Na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, no título VI (profissionais da Educação) relata sobre todos os envolvidos com a Educação mas não fala diretamente no secretário de escola.
    Estamos incluidos nos profissionais para a administração?
    Não somos profissionais da educação?
    Uma escola pode funcionar sem a existência de um secretário?
    Onde nos enquadramos?

    E novamente na Lei 11.494/2007 no art.22
    II- profissionais do magistério da educação:docentes, profissionais que oferecem suporte pedagógico direto ao exercício da docência: direção ou administração escolar, planejamento, inspeção, supervisão, orientação educacional e coordenação pedagógica;

    Por o secretário de escola não é mencionado nas leis?
    Não somos importantes?
    Realizar o Educa censo, o bolsa família, ser responsável pela vida escolar do aluno, vida funcional dos professores não é importante?

    Responder
    • 159. apeoesp  |  25/05/2010 às 21:01

      Prezada Maria,
      A lei 12014/09, de autoria da senadora Fátima Cleide (PT/RO) alterou o artigo 61 da LDB, nos seguintes termos:

      Art. 1o O art. 61 da Lei 9394, de 20 de dezembro de 1996, passa a vigorar com a seguinte redação:

      “Art. 61. Consideram-se profissionais da educação escolar básica os que, nela estando em efetivo exercício e tendo sido formados em cursos reconhecidos, são:

      I – professores habilitados em nível médio ou superior para a docência na educação infantil e nos ensinos fundamental e médio;

      II – trabalhadores em educação portadores de diploma de pedagogia, com habilitação em administração, planejamento, supervisão, inspeção e orientação educacional, bem como com títulos de mestrado ou doutorado nas mesmas áreas;

      III – trabalhadores em educação, portadores de diploma de curso técnico ou superior em área pedagógica ou afim.

      Parágrafo único. A formação dos profissionais da educação, de modo a atender às especificidades do exercício de suas atividades, bem como aos objetivos das diferentes etapas e modalidades da educação básica, terá como fundamentos:

      I – a presença de sólida formação básica, que propicie o conhecimento dos fundamentos científicos e sociais de suas competências de trabalho;

      II – a associação entre teorias e práticas, mediante estágios supervisionados e capacitação em serviço;

      III – o aproveitamento da formação e experiências anteriores, em instituições de ensino e em outras atividades.” (NR)

      A partir da Lei, que abre novas possibilidades para os funcionários da escolas, aprovamos no Conselho Nacional de Educação a Resolução 9/2010, instituindo as diretrizes nacionais para os planos de carreira dos funcionários da educação básica pública que, mediante a formação adequada, contempla as necessidades do segmento como profisionais da educação.
      Bebel

      Responder
  • 160. LAERCIO  |  26/05/2010 às 19:13

    Oi Bebel.

    Eu gostaria de saber a quantas anda, a negociação com relação ao curso de formação se tornar classificatorio em detrimento ao eliminatorio.

    Desde já agradeço-lhe, aproveitando para parabeniza-la pelo bom trabalho realizado.

    Atenciosamente Laercio Tadeu.

    Responder
    • 161. apeoesp  |  27/05/2010 às 03:39

      Prezado professor Laercio,
      Me desculpe, mas acho que há algum mal entendido. A discussão que mantemos com a SE é quanto ao concurso público de ingresso e, neste caso, não há ainda resposta definitiva da Secretaria, que ainda mantêm o concurso como eliminatório, nos moldes do edital.
      bebel

      Responder
  • 162. marcos  |  26/05/2010 às 20:33

    Ola boa tarde, gostaria de saber se o professor categoria o que dar aula esse ano ficara de duzentena o ano que vem, isto ainda esta valendo . Obrigado

    Responder
    • 163. apeoesp  |  27/05/2010 às 03:40

      Prezado professor Marcos,
      Infelizmente está valendo, pois a lei 1093 estáem vigor.
      Bebel

      Responder
  • 164. afonso  |  26/05/2010 às 20:36

    no doe de hoje
    portaria dizendo abertura de vagas para contratação de professores sem a prova
    e os que fizeram e foram prejudicados principalmente peb I
    como fica esses professores?
    agora e a hora de denunciar o governo no ministerio publico

    Responder
  • 165. Sueli  |  27/05/2010 às 15:23

    PELO VISTO A PROVINHA DOS OFAS CONTINUARÁ ESSE ANO. POIS BEM, SOU CATEGORIA L ACERTEI 37 QUESTÕES NA PROVA DE DEZEMBRO DE 2009, PORTANTO APROVADA. PRECISAREI FAZER A PROVA ESSE ANO?

    Responder
    • 166. apeoesp  |  27/05/2010 às 15:34

      Prezada professora Sueli,
      Somente professores categoria F ficam dispensados de realizar a prova, uma vez obtendo a média necessária.
      Bebel

      Responder
  • 167. Maria Soares  |  28/05/2010 às 01:43

    Gostaria de saber se no artigo 61 os secretários estão incluidos neste “Efetivo exercício”?
    .“Art. 61. Consideram-se profissionais da educação escolar básica os que, nela estando em efetivo exercício e tendo sido formados em cursos reconhecidos, são:
    Não encontrei a Resolução 9/2010.

    obrigada!

    Responder
    • 168. apeoesp  |  28/05/2010 às 14:54

      Prezada professora Maria,
      Todos os funcionários das escolas estão abrangidos pela Lei 1014/2009, que alterou o artigo 61. O requisito é a formação, que deve ser reivindicada pelos funcionários junto ao ente federado ao qual está vinculado e deve assegurada no plano de carreira.
      Por favor, procure no site do CNE (http://portal.mec.gov.br/cne) o parecer CNE/CEB 9/2010.
      Bebel

      Responder
  • 169. João Paulo Ferreira de Assis  |  28/05/2010 às 03:04

    Professora Isabel:

    Meu nome é João Paulo Ferreira de Assis, Professor de História da Rede estadual de ensino de Minas Gerais.

    Sugeri agora há pouco na página da CNTE uma nova bandeira de luta: a da FEDERALIZAÇÃO DA EDUCAÇÃO BÁSICA. Penso, que não podemos mais ficar à mercê dos governadores e prefeitos. São Paulo tem o 14º pior salário do Brasil? Pois Minas tem o 8º, e há vencimentos básicos de 369 reais. Penso que se já estivéssemos na órbita federal, estaríamos todos recebendo o PISO, e o dinheiro do FUNDEB não estaria sendo desviado criminosamente para outros fins, enquanto os professores estão quase em estado de inanição. Também o fiz ao SIND-UTE, na pessoa da nossa valorosa líder Profª Beatriz Cerqueira. Peço-lhe por tudo que a APEOESP representa, como exemplo a ser seguido por todos nós, que acolha a ideia. Atenciosamente João Paulo Ferreira de Assis.

    Responder
    • 170. apeoesp  |  28/05/2010 às 15:04

      Prezado professor João Paulo,
      Agradeço suas palavras e sua participação.
      Nossa luta, professor, não apenas da categoria mas de todos os que estão comprometidos com a luta por educação de qualidade, é pela implementação do Sistema Nacional Articulado de Educação, que regulamenta o regime de colaboração entre os entes federados e deve criar mecanismos que impeçam que a autonomia administrativa hoje existente se transforme, na prática, em soberania, permitindo que cada um aplique ou deixe de aplicar a legislação federal que assegura direitos dos profissionais da educação e dos alunos.
      Esta foi a base da realização da Conferência Nacional de Educação (CONEB) e de todas as resoluções ali tomadas.
      Bebel

      Responder
  • 171. Josélia de Oliveira  |  28/05/2010 às 03:14

    Boa noite Bebel,
    é verdade que não vai haver mais prova dos OFAS?
    Que palhaçada desse governo ,quero ver se ele vai pagar os consrtagimentos que tivemos de passar, danos morais,que até hoje temos passados, sem contar a angustia de todo dia na escola.
    Gostaria que você me esplicasse mais sobre esse assunto,por favor Bebel, pois só podemos contar com você mesmo.
    Um grande beijo no seu lindo coração e fique com Deus .
    Obrigada

    Responder
    • 172. apeoesp  |  28/05/2010 às 15:08

      Prezada professora Josélia,
      O provão dos temporários ainda não foi extinto, mas está enfraquecido com a decisão da SE de contratar professores que não fizeram a prova. Fica mais fácil, agora, contestá-lo.
      Bebel

      Responder
  • 173. Josélia de Oliveira  |  28/05/2010 às 20:10

    Boa tarde linda Bebel,

    Ficamos sabendo hoje que vão tirar as horas de permanênia?
    Não é lei? Como podem mudar? Agora não sabemos mais para onde vamos. Também vão dá aulas até quem não fez a prova, isso não é justo com a gente que está nessa luta há tanto tempo.Estamos sem sala enquanto isso estão pegando pessoas que não são habilitadas .O governo acha que não temos capacidade , eles pensam que escolheram o melhor,só que quem está cada dia numa sala como eventual,conhece muito bem os profissionais conpetentes.Ensina com erros graves de português.
    Sou formada em Magistério, Pedagogia,com Pós Graduação em Psicopedagogia além de vários cursos de Aperfeiçoamentos .

    Responder
  • 174. MARCO ANTONIO SUB-SEDE SALTO  |  30/05/2010 às 21:20

    Bebel…acreditonos ideais dessa Presidencia sou militante da Articulaçao..mas nao achei positiva a negociaçao dos descontos de nosso salario parcelado e acho que o Sindicato deve fazer um fundo de greve .

    Responder
    • 175. apeoesp  |  31/05/2010 às 14:36

      Prezado professor Marco Antonio,
      Me desculpe, mas não entendi: você preferia que o desconto fosse realizado de uma única vez? Quanto ao fundo de greve, ele já existe e é constituído por recursos da sede central e das subsedes. O professor deve demonstrar o desconto do dias da greve e levar suas contas à subsede.
      Bebel

      Responder
  • 176. TADEU  |  31/05/2010 às 13:23

    Oi Bebel.

    Quero mais uma vez parabeniza-la pela sua incansavel luta pelos direitos dos docentes.
    Tenho duvidas com relação ao curso de formação: o candidato que foi aprovado em duas disciplinas terá de fazer dois cursos de formação?

    Abraços

    Responder
    • 177. apeoesp  |  31/05/2010 às 14:33

      Prezado professor Tadeu,
      Muito obrigada.
      Vou levar sua dúvida à SE, mas, pela lógica, você deverá fazer apenas um curso.
      Bebel

      Responder
  • 178. José Vicente  |  31/05/2010 às 13:56

    Olá Bebel, tudo bem?

    TEMOS SURPRESAS, NÃO É MESMO?
    PROFESSOR DO ESTADO DE SÃO PAULO É PRIVILEGIADO, SEMPRE TEM SURPRESAS ……………………….
    No meu holerith de junho a GAM veio incorporada, a data de incorporação é 01/03/2010.
    SURPRESA: vieram descontos de R$ 197,04 no meu salário.
    VEJA BEM, é uma forma LEGAL de diminuir nosso salário, não é mesmo? o governo deu-me R$ 82,76 e retirou R$ 197,04.
    FIQUEI FELIZ ……………….
    ESTAMOS IGUAIS AO CORINTHIANS, NOTA 100.
    100 SINDICATO,
    100 GOVERNO,
    100 RESPEITO,
    100 SALÁRIO,
    100 MORAL,
    100 RECONHECIMENTO,

    100 BEIJOS,
    JOSÉ VICENTE

    Responder
    • 179. apeoesp  |  31/05/2010 às 14:32

      Prezado professor José Vicente,
      Deve ser do seu conhecimento toda a luta que o sindicato realizou, inclusive durante a greve (com a sua participação, esperamos) contra este projeto de incorporação da GAM em três parcelas anuais. Assim, não sei a que atribuir sua insistência em igualar sindicato e governo na responsabilidade sobre a situação hoje vivida pelos professores no Estado de São Paulo. Ao fazê-lo, você, na verdade, diminui a responsabilidade do governo estadual, único responsável pelos ataques que vimos sofrendo.
      Bebel

      Responder
  • 180. Profª Fátima  |  31/05/2010 às 19:08

    Boa tarde!
    Ligaram na minha casa e deixaram um recado para minha filha dizendo que era da Apeoesp de São Paulo, e eu gostaria de saber do que se trata. Aconteceu o mesmo com uma amiga de trabalho, ela entrou em contato com a Apeoesp de São Paulo e não souberam dizer a ela do que se trata.
    Ficamos um tanto curiosas, já que estamos na mesma situação, ou seja, aguardando um parecer quanto ao nosso processo para passar para PEB II sem perder nossa categoria F.
    Como posso estar procedendo para saber do que se trata?
    Muito Obrigada!
    Profª Fátima

    Responder
    • 181. apeoesp  |  01/06/2010 às 03:32

      Prezada professora Fátima,
      Por favor, informe seu nome completo para que possamos verificar do que se trata.
      Bebel

      Responder
      • 182. Fátima de Oliveira Santos  |  02/06/2010 às 20:46

        Meu nome completo é Fátima de Oliveira Pioli, a escola em que trabalho pertence a D.E. de Caieiras.
        Se precisar do número de algum documento, por favor, me avise.
        Muito obrigada e bom feriado para você.
        Profª Fátima.

  • 183. Patrícia  |  01/06/2010 às 12:38

    Bom Dia!
    A apeoesp não está lutando pela categoria L também, acredito que pela falta de professores como ficará o Estado em 2012 após os 200 dias em quarentena dos mesmos. Até o momento não há comentários sobre a permanência dos L apos 2012, o que a apeoesp vai fazer a respeito.

    ABRAÇOS.

    Responder
    • 184. apeoesp  |  01/06/2010 às 23:58

      Prezada professora Patrícia,
      Primeiro, é importante que saiba que os atuais “catagoria L”, pelo projeto do governo, teriam o mesmo tratamento que os “O”. Se permanecerão até final de 2011 sem quarentena foi graças à luta da APEOESP.
      Em segundo lugar estamos lutando pelos L, inclusive ajuizando ações individuais para que se tornem categoria F.
      Em terceiro lugar, estamos lutando pelo fim da lei 1093, para que sejam resolvidos não apenas os problemas dos categoria l, mas de todos os temporários.
      Bebel

      Responder
  • 185. taciane  |  01/06/2010 às 14:22

    Olá Bebel…gostaria de saber se há algo que eu possa fazer em relação aos meupagamentos que estão atrasados a três meses e que talvez receberei só em julho ou seja, teria 4 meses atrasados…Possso pedir juros do estado, pois as contas atrasadas no banco e em outros luares me cobram juros.

    Sou categoria O, passei na prova e fui contratada pela unidade em que trabalho desde o dia 4 de março de 2010.

    Responder
    • 186. apeoesp  |  02/06/2010 às 15:04

      Prezada professora Taciane,
      Por favor, procure o departamento jurídico.
      Bebel

      Responder
  • 187. IDIOTICE TEM LIMITE  |  02/06/2010 às 12:59

    Porque a APEOSP não faz campanha contra o PSDB, principalmente dentro do Estado de São Paulo, pois desde 1994 eles estão no Governo e não venho nada nesse sentido, é estranho.

    Responder
    • 188. apeoesp  |  02/06/2010 às 14:55

      Prezado senhor,
      Não cabe à APEOESP fazer campanha contra ou a favor de partido político.
      Agora, estranho mesmo é o senhor não saber que a APEOESP combate um a um todos os projetos do governo estadual que predudicam a escola pública e os professores.
      Bebel

      Responder
  • 189. Cláudia Freitas  |  02/06/2010 às 13:25

    Secretário da educação disse que não sabe porque faltam professores

    Reportagem Último Segundo IG

    Na hora de escolher uma profissão, poucos são os jovens que disputam vagas em cursos de licenciatura ou pedagogia, as carreiras que foram professores para a educação básica no País. A falta de bons salários e de valorização profissional desanima os estudantes.

    Segundo a Relação Anual de Informações Sociais (RAIS) 2008, quem dá aulas na educação infantil recebe, em média, 1,7 mil. No ensino fundamental, R$ 1,8 mil.
    Gostaria de saber se estes dados são verídicos! Veja que são dados Oficiais de 2008.

    Sou professora titular de cargo efetivo PEB-I desde 1992, ou seja, exerço o magistério paulista há 18 anos. E estes são meus vencimentos(abaixo) em Abr/2010. Grito a todos (DOIS MIL E DEZ)!!!!!

    Total Vencimentos 1.665,81
    Total Descontos 302,96
    Líquido a Receber 1.362,85

    Aaaaah! E tem outra não estamos recebendo o tickt digo “vale coxinha” desde Jan/2010.

    Responder
    • 190. apeoesp  |  02/06/2010 às 14:53

      Prezada professora Cláudia,
      Provavelmente os dados da RAIS se referem a toda a educação, inclusive privada. Se formos considerar apenas a educação pública, os salários são em média menores, isto considerando gratificações.
      Só mesmo o secretário (finge que) não sabe porque faltam professores na rede pública estadual.

      Bebel

      Responder
  • 191. Cláudia Freitas  |  02/06/2010 às 15:16

    Será que alguém tem alguma idéia do motivo de não estamos recebendo o tickt digo “vale coxinha” desde Jan/2010?

    DE Reg. SJRio Preto

    Responder
    • 192. apeoesp  |  02/06/2010 às 20:02

      Prezada professora Cláudia,
      Não temos esta informação. Vou levar o caso à SE.
      Bebel

      Responder
  • 193. ADEMARICE GABRIEL DA SILVA  |  03/06/2010 às 18:23

    Oi, Bebel! Sempre recebo os jornais/documentos da APEOESP, pois, apesar de ter me exonerado há cerca de 6 anos da educação estadual de S. Paulo, ainda sou sócia do sindicato. Tenho acompanhado as lutas. Parabéns a você, principalmente, por sua perseverança e luta em defesa da categoria.
    Receba meu abraço. Gostaria de me comunicar com você. Meu e-mail: ademarice@yahoo.com.br. Também tenho uma página no orkut: dam1750@gmail.com.
    Saudades.
    Ademarice

    Responder
    • 194. apeoesp  |  04/06/2010 às 16:18

      Prezada professora Ademarice,
      Também sinto saudades.
      Que bom que está recebendo os materiais da APEOESP. Continuamos juntas.
      Muito obrigada pelas suas palavras.
      Farei contato.
      Abraços,
      Bebel

      Responder
  • 195. Josélia de Oliveira  |  04/06/2010 às 01:13

    Muito boa noite, querida Bebel.
    Andei enviando alguns recadinhos, e pena que não obtive retorno, não sei o que acontece.
    Bebel, agora a DE irá fazer inscrição para dar aulas quem não passou na prova,quem não fez, e até alunos com 50% do curso, como você ver,a bagunça é total.Eu não entendo, porque tem professores formados sem trabalhar, eu por exemplo.Preciso saber, se quem é “F” pode eventuar em outra escola, depois que eu já tiver cumprido as duas hora fora do período.Ex: Cumpro h pela manhã e à tarde outra escola me chama. Antes eu sei que podia, pois fiz muito .

    Obrigada, um abraço.

    Josélia de Oliveira

    Responder
    • 196. apeoesp  |  04/06/2010 às 16:21

      Prezada professora Josélia,
      Tenho respondido suas perguntas, mas às vezes o sistema do blog separa as respostas das perguntas.
      Ainda não há nenhuma informação oficial sobre a retirada das horas de permanência.
      Quanto à sua questão, nosso entendimento é que você poderia ser eventual em outra unidade. A SE, ao que parece, entende diferente. mas, como você mesma diz, está tudo uma bagunça. Vale a pena insistir.
      Bebel

      PS: localizei uma pergunta sua que eu não havia respondido, sobre as horas de permanência na escola:
      Você não é obrigada a ir todos os dias na escola. Não há lei que obrigue. Protocole requerimento na escola para cumprir todas as horas em apenas um dia da semana. Se houver recusa, protocole boletim de ocorrência e procure o departamento jurídico.
      Bebel

      Responder
  • 197. Maria Ananias de Santana  |  05/06/2010 às 00:23

    Boa noite Bebel!

    Nós professores temos que nos cadastrar novamente, mas em lingua espanhola. Isto é absurdo!!!! Pois a diretoria e o governo deveria ter um cadastro dos professores da rede com todos os dados e formação dos professsores. Além disso, temos que levar documentação que já existe na escola .Faz- se necessário que o Estado se organize quanto a isso. Sem, falar que tiramos xerox com o nosso dinheiro todo ano ,para todos os tipos de cadastro que a secretaria de educação que não sabe quem são os seus professores. Qual a açao do sindicato diante da vergonha que as escolas estão passando sem professores. Já foi notificado ao M.P das mazelas dos nossos governantes. qual foi a resposta do governo quanto ao concurso ser classificatorio?
    Atenciosamente.

    Responder
    • 198. apeoesp  |  08/06/2010 às 01:43

      Prezada professora Maria Ananias,
      Você tem toda a razão em sua indignação.
      Quanto ao concurso, até o momento as regras permanecem as mesmas.
      Bebel

      Responder
  • 199. leandro  |  08/06/2010 às 15:25

    Cara Bebel, Há alguma liminar anulando a prova do act? se existe onde é possivel encontra-lá. na minha escola hoje houve uma atribuição e uma professora F que não passou pegou aulas ficando na frente de um L que passou, porém ninguem deu nenhuma explicação. o injusto nessa história é que o prfessor da categoria L tem muito mais tempo que a professora da categoria F, mas não estava com vinculo no dia 2/06/2007 e por isso não faz parte da F.

    Responder
    • 200. apeoesp  |  09/06/2010 às 16:13

      Prezado professor Leandro,
      Não temos conhecimento de nenhuma liminar anulando a prova.
      Como é público e notório, nós não consideramos a prova o critério mais justo para a classificação. Porém, todo professor que se considerar prejudicado pode e deve recorrer ao departamento jurídico para ser orientado sobre como proceder.
      Bebel

      Responder
  • 201. José Ricardo  |  09/06/2010 às 12:18

    CONCURSO PEB-II / 2010

    Para o curso de formação:

    Como fica a questão dos professores já efetivos e que não vão acumular cargos?
    Estes docentes são obrigados pelo edital a frequentarem o curso, Correto?
    E como fica as vagas para os ingressantes, sendo que os efetivos ocuparão seus lugares?
    Haverá duas turmas efetivos e ingressantes? ou os ingressantes terão que aguardar?

    Responder
    • 202. apeoesp  |  09/06/2010 às 16:07

      Prezado professor Ricardo,
      É compromisso da SE oferecer o curso de tal forma que o professor (candidato) possa frequentar as aulas sem ter que se afastar.
      Bebel

      Responder
  • 203. Marli lopes de proença  |  09/06/2010 às 19:59

    Bebel, lamento ver que existem alguns colegas ignorantes no que diz respeito de como funciona o sindicato (alguns ainda não perceberam que o sindicato não é 4 paredes ou um edifício como é a central), fazendo perguntas redundantes ou incoerentes(na sua ignorância) Mas eu sempre fui RE pela subsede de itapeva. Deixei recentemente por motivos pessoais{só no papel, pois continuo na prática}) gostaria de saber por que não obtive resposta com respeito às alternativas que MUDARAM de letra no último concurso da FCC. Eu e vários colegas poderíamos ter conseguido. Em um concurso é comum cancelar algumas questões mas MUDAR DE ALTERNATIVA????. Por que estas questões não foram caseladas também???? Por favor localize meu e-mail que mandei na outra semana e me responda para que eu possa dar uma resposta para meus colegas!!!!

    Responder
    • 204. apeoesp  |  10/06/2010 às 18:29

      Prezada professora Marli,
      Desculpe, mas não havia visto sua mensagem anterior. Estou consultando o departamento jurídico sobre a questão. Tão logo eu tenha um parecer, completarei esta resposta.
      Bebel

      Responder
  • 205. jhoni santos  |  10/06/2010 às 00:18

    ola BEBEL admiro muito a senhora, sou efetivo mas minha esposa q também é professora nao passou na prova do ofa e ela é categoria F como fica se ela nao passar na prova este ano? e quem passou num vai precisar fazer de novo?

    Responder
    • 206. apeoesp  |  10/06/2010 às 18:23

      Prezado professor Jhoni,
      Obrigada pelas suas palavras.
      Os professores categoria F devem fazer a prova anualmente até conseguir obter a média mínima.
      Quem já obteve a nota não precisa fazer mais a prova.
      Bebel

      Responder
  • 207. Josélia de Oliveira  |  11/06/2010 às 23:59

    Boa noite linda Bebel,
    Até agora não tive retorno de algumas perguntas, pena .
    Bebel será que no final do ano teremos de fazer a prova? É Lei mesmo ou eles podem mudar?
    Está havendo inscrição na DE para docentes, se exijiram tanto da prova como é que irão deixar pessoas que nem fizeram e até mesmo quem é estudante com 50% do curso dar aulas. Será que são melhores do que nós? Essa estatística de não ter professor é inverdade, porque estamos aqui sem trabalho , só com as benditas horas de permanêcia, o que estão fazendo é injusto.
    A senhora sabe alguma coisa sobre esse assunto? Obrigada

    Responder
    • 208. apeoesp  |  13/06/2010 às 14:51

      Prezada professora Josélia,
      Tenho respondido suas perguntas, mas vamos lá:
      A prova ainda existe. Está na lei 1093 que não foi revogada. Lutamos para que isto aconteça.
      Bebel

      Responder
  • 209. JOSÉ RICARDO  |  15/06/2010 às 10:55

    Estudante da 5ª série não sabe ler nem escrever

    Mãe educa o filho por conta própria, para suprir a falha do sistema de ensino que acabou com as reprovações
    NOTÍCIA: Correio Popular deste domingo (13/06/2010)
    Matheus sabe contar até o número quatro. Do alfabeto, conhece o A, B, C e D. Escreve apenas o próprio nome com letra sofrível. Aos 12 anos, não consegue pegar um ônibus sozinho, pois não sabe ler. Apesar de não ser alfabetizado, cursa o 5º ano do Ensino Fundamental, em uma escola do governo do Estado, no bairro Campo Grande, periferia de Campinas. Há uma semana ele se recusa a assistir às aulas. “O que eu vou fazer lá? Não entendo o que a professora está falando”, reclama o garoto.
    O caso de Matheus representa apenas uma fração de um problema que atinge boa parte das cidades de São Paulo e que a Secretaria de Educação desconhece em números: estudantes que não sabem ler ou escrever e, mesmo assim, são promovidos nas escolas, por conta da forma como vem sendo aplicado o programa Progressão Continuada — que previa o fim das reprovações nas escolas, mas com avaliação permanente do aluno e aulas de reforços em disciplinas específicas, para quem tem dificuldade de aprendizagem.
    Na tentativa de resolver o problema, a mãe de Matheus, a dona de casa Elizabete Viarta, de 38 anos, tenta fazer o papel que caberia aos professores. “Levei o meu filho em uma psicopedagoga. Ela pediu que eu fosse com ele assistir as aulas por duas semanas. O que eu vi foram cenas de selvageria. Salas de aula com trancas, estudantes descontrolados. Dos 47 alunos que estudam com o meu filho, cerca de dez eram alfabetizados. O restante apenas escuta, de forma alienada, as lições. Era como se a professora estivesse falando japonês. É desanimador”, relata a mãe.

    Progressão desvirtuada
    Após a reforma nas políticas educacionais no Estado, com início na década de 90, na gestão do governador morto em 2001 Mário Covas (PSDB), e seguidas por seus sucessores — Geraldo Alckmin e José Serra, ambos do mesmo partido —, o foco de governo passou a ser “escola para todos”. O carro chefe — a Progressão Continuada — acabaria de vez com o problema mais grave na época: o processo de evasão escolar causada pelo alto índice de reprovação e pelo autoritarismo dos professores, alvo de críticas severas na época.
    Inicialmente o objetivo principal da progressão continuada era manter o aluno em salas de aulas, em número reduzido e, ao professor, caberia acompanhar de forma mais “personalizada” cada estudante. Especialistas são unânimes ao apontar hoje as deficiências da progressão continuada e ao defender uma nova reforma ampla no sistema de ensino, capaz de se sobrepor a interesses políticos e de estruturar um sistema estável de educação .
    O professor da Faculdade de Educação da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) Ezequiel Theodoro da Silva afirma que o dinheiro do imposto do cidadão é utilizado para um sistema de ensino que oscila entre centenas de novos projetos e não funciona de forma estável e contínua.
    “A progressão continuada veio suprir a péssima vitrine de políticas educacionais do governo que, na época, amargava altos índices de reprovação e de desistência. Com o novo sistema o governo conseguiu levar a criança para a escola, mas dentro de uma concepção que não condiz com a realidade. É um sistema gerado dentro de gabinete para maquiar a falta de aprendizado”, criticou.
    Números
    Em todo Estado são 4,4 mil alunos na rede estadual. As escolas estaduais de Campinas, Ribeirão Preto e Piracicaba contam hoje com 222,9 mil alunos e 9,7 mil professores. Desses, 5,3 não são efetivos — o que afeta a qualidade do ensino.
    As salas de aula chegam a ter 50 estudantes e, dentro de uma estrutura que seria impossível promover um acompanhamento do processo educacional dos alunos.
    Um professor de geografia da rede, que prefere não se identificar por questões de segurança, trabalha há três anos em uma escola estadual em Campinas e disse que hoje existe uma diferença grande no entendimento da aprovação automática e no sistema de progressão continuada.
    “Eu tenho alunos que realmente não sabem ler e escrever e estão na 5ª série. Os estudantes apenas copiam as lições e não são capazes de interpretar qualquer coisa. A ideia da progressão continuada era deixar o aluno em dependência, caso fosse reprovado em alguma disciplina, e não aprovar automaticamente como ocorre hoje”, disse.
    A coordenadora do curso de Pedagogia da Faculdade de Educação da Unicamp, Maria Márcia Sigrist Malavasi, afirma que nenhum professor é a favor da reprovação de alunos, mas a aprovação automática, independente do conhecimento do estudante, é um aspecto negativo no ensino do Estado.
    “Com isso, o estudante não investe na sua formação, porque sabe que terá um diploma de qualquer maneira ao final do curso. Desconstrói a figura do professor. Isso é um desestímulo”, disse a coordenadora que também desenvolve pesquisas na área de avaliação, educação e formação dos professores.
    Outro lado
    O sistema de progressão continuada, desde que foi implantado no Brasil, não conseguiu ser estruturado da forma adequada. É o que afirma o secretário de Educação do Estado de São Paulo, Paulo Renato Souza.
    “Nem os professores, nem o Poder Público entenderam o que é a progressão continuada. Hoje o que se pratica é a aprovação automática, que não avalia se o aluno aprendeu ou não”, afirma.
    No comando do sistema educacional do Estado mais rico do Brasil, Paulo Renato fala sobre a política de progressão continuada paulista, que tinha como pilares a redução da evasão escolar e uma melhor avaliação dos estudantes, e acabou de certa forma sendo desvirtuada.
    Ele também criticou o abandono da avaliação do aluno nas escolas, disse que ficado satisfeito com o resultado do Sistema de Avaliação e Rendimento Escolar do Estado de São Paulo (Saresp), avaliou a relação aluno/professor em sala e que o grande desafio do Estado é melhorar o desempenho do aluno.

    Responder
  • 210. Bruno  |  16/06/2010 às 05:03

    Ola tudo bem .
    Queriq tirar minha duvida sobre a classificação do concurso PEBII do estado de sp 2010, se será por DE ou como esta no edital por região?
    Desde já obrigado.
    Bruno

    Responder
    • 211. apeoesp  |  17/06/2010 às 14:07

      Prezado professor Bruno,
      Como está no edital: CEI e COGESP.
      Bebel

      Responder
  • 212. LAERCIO  |  16/06/2010 às 12:51

    Oi Bebel

    Quero aproveitar a oportunidade para externar minha admiração pelo seu trabalho à frente da APEOESP.

    Abraços …

    Responder
    • 213. apeoesp  |  17/06/2010 às 13:55

      Prezado professor Laércio,
      Palavras como as suas são a nossa verdadeira recompensa.
      Muito obrigada,
      Bebel

      Responder
  • 214. mariane  |  16/06/2010 às 15:08

    bom dia bel sou categoria f tirei 5,8 na prova de merito eu preciso fazer a prova se eu tirei 50% da prova.
    obrigado.

    Responder
    • 215. apeoesp  |  17/06/2010 às 13:53

      Prezada professora Mariane,
      Não precisará mais fazer a prova.
      Bebel

      Responder
  • 216. Fátima de Oliveira Santos  |  16/06/2010 às 15:40

    BEBEL..
    BOA TARDE!
    EU JÁ DESCOBRI DO QUE SE TRATAVA O ASSUNTO ANTERIOR, INFELIZMENTE NÃO ERA SOBRE MEU PROCESSO PARA PASSAR PARA PEB II SEM PERDER A CATEGORIA, ERA A IMBRA QUE LIGA INSISTENTEMENTE PARA MINHA CASA EM NOME DA APEOESP, MESMO EU DIZENDO REPETIDAS VEZES QUE, NO MOMENTO, NÃO ESTOU PRECISANDO DOS SERVIÇOS DELES.
    BOM, MAS HOJE PRECISO DE UM GRANDE FAVOR SEU: HOJE EU TENHO ENTREVISTA PARA PROFESSORA COORDENADORA PEDAGÓGICA. EM OUTRA OPORTUNIDADE VOCÊ ME DISSE QUE NÃO HAVERIA NENHUM IMPEDIMENTO PARA EU SER DESIGNADA, MESMO SENDO PEB-I AULAS, CATEGORIA F. POIS BEM, MAS PARA ME GARANTIR, GOSTARIA QUE VOCÊ ME INFORMASSE O FUNDAMENTO LEGAL DISSO, JÁ QUE A D.E. A QUAL PERTENÇO SEMPRE “PROCURA PELOS EM OVOS”….INFELIZMENTE, PARECE QUE GOSTAM MUITO DE PREJUDICAR PROFESSORES.
    ENTÃO, CASO HAJA ALGUM IMPEDIMENTO PELA D.E. EU QUERO ESTAR AMPARADA POR LEI.
    MUITO OBRIGADA!
    PROFª FÁTIMA DE OLIVEIRA SANTOS.

    Responder
    • 217. apeoesp  |  17/06/2010 às 14:05

      Prezada professora Fátima,
      Peço desculpas por apenas ter visto agora seu comentário. O fundamento legal em questão é que a legislação para PCP não apresenta nenhum impedimento para o seu caso.
      Bebel

      Responder
  • 218. Joao Silva  |  18/06/2010 às 18:52

    Aluno agride professor com socos durante aula na Escola Regente Feijó

    Docente que levou vários socos no rosto teve a face cortada e sofreu uma fratura no nariz

    Itu – Nesta segunda-feira, dia 14, um adolescente agrediu um professor com socos durante aula na Escola Estadual Regente Feijó. O docente que sofreu aranhões no rosto e uma fratura no nariz deixou sangue pela sala de aula e foi socorrido pela polícia militar.

    Segundo informações obtidas no boletim de ocorrência, por volta das 22:10h de segunda, o professor R.F.Q., de 59 anos, aplicava prova de sua disciplina em uma turma do 1º ano do ensino médio do período noturno quando um adolescente de 17 anos passou a causar tumulto. R.F.Q. afirmou, em depoimento dado aos policiais, que durante a prova o aluno passou mudar de lugar sem autorização e falava em tom exagerado, foi quando o professor chamou a atenção do aluno e foi agredido.

    Já o adolescente afirmou que ao trocar de lugar o professor teria puxado a cadeira fazendo-o cair no chão e em seguida voltou a erguer a cadeira. Sentindo-se ameaçado, o menor desferiu um soco para se defender. O menino ainda argumentou que foi agarrado pelos braços o que teria causado escoriações.

    Questionado pelo Periscópio, o professor afirmou que apenas trocou a cadeira de lugar para que o aluno se sentasse no lugar apropriado e que o garoto, ao contrário do que afirmou, não caiu no chão. O educador também afirmou que recebeu diversos socos no rosto e que para se defender segurou os braços do adolescente.

    Segundo informações obtidas, o adolescente já causou problemas na escola em outras ocasiões, sendo suspenso recentemente por urinar em um livro, mas nunca teve passagem pelos meios policiais.

    O Jornal ainda entrou em contato com a direção da escola que não quis se manifestar a respeito.

    Responder
  • 219. Linda  |  19/06/2010 às 14:22

    Gostaria que me tirasse algumas dúvidas:o professor categoria F pode declinar parte de suas aulas?e a outra dúvida é quanto ao atestado de horas:não existe mais um período de trânsito do hospital para a escola?
    Aguardo respostas.
    Obrigada.

    Responder
    • 220. apeoesp  |  21/06/2010 às 13:40

      Prezada professora Linda,
      Sim, pode, desde que não fique com menos do que 10 aulas, não podendo mais participar de novas atribuições neste ano letivo.
      Quanto à outra pergunta, o atestado é por três horas, compreendendo neste período o trânsito.
      Bebel

      Responder
  • 221. Dalva  |  19/06/2010 às 20:44

    Boa tarde Bebel, gostaria que me tirasse uma dúvida, sou categoria F que passou,tenho aulas atribuídas em duas escolas, eu posso participar das atribuições na escola, mesmo que não seja sede na frente dos categorias F que não passou? Porque me disseram que mesmo o F que não passou, pega aulas na minha fente pois está cumprindo horas de permanencia, isso é verdade? O que entendo é que eu tendo aulas nessa escola participo e pego na frente pois eu F que passou e o F que não pasou pega depois, que eu saiba virei estável e os estáveis pegam antes.
    Aguardo respostas.
    Abraços.
    Dalva.

    Responder
    • 222. apeoesp  |  21/06/2010 às 13:38

      Prezada professora Dalva,
      Infelizmente, você só tem a prerrogativa de escolher antes quando a atribuição for na sede de frequência de controle.
      Bebel

      Responder
  • 223. Taciane  |  20/06/2010 às 15:50

    Olá bebel!

    gostaria de saber se pode me informar a respeito do curso de formação para os que passaram no concurso de professor PEB II.
    Ao entrar no curso deveremos escolher uma DE como polo? Essa DE deverá ser obrigatriamente a mesma em que escolhemos para fazer a prova? Orbigada desde já!

    Responder
    • 224. apeoesp  |  21/06/2010 às 13:36

      Prezada professora Taciane,
      Sim, haverá polos e o polo deverá estar relacionado com a DE de inscrição.
      Bebel

      Responder
  • 225. JOSÉ RICARDO  |  21/06/2010 às 09:57

    Estado de SP realiza a façanha de dar um “aumento” que diminui o salário

    “Nada é tão ruim que não possa piorar” , não é? Como se já não bastasse a greve não ter resultado em nada, o tal “aumento” tão propagado pelo governo estadual diminuiu (!!!!) o salário dos professores. Veja abaixo a explicação encontrada no site da UDEMO:
    “Que Estado é esse, onde o governo anuncia um reajuste salarial e os beneficiados passam a receber menos? É o que aconteceu com o pessoal do magistério, que está na ativa e ainda não recebe o abono de permanência. O “reajuste salarial” anunciado pelo governo – 5% pela incorporação da GAM – além de não ser reajuste algum, para quem já recebia a GAM, ainda implicou em diminuição do total de vencimentos líquidos. Isso porque, por uma “mágica” do governo, a contribuição previdenciária passou a incidir sobre a GAM. E, ainda pior, sobre a totalidade dessa gratificação. Incorporaram 5% e lançaram o desconto previdenciário sobre 15%.
    Portanto, 1. fizeram incidir o desconto previdenciário sobre a GAM, o que não acontecia antes, e 2. fizeram incidir esse desconto sobre a integralidade da GAM (15%) e não apenas sobre os 5% incorporados.”

    Responder
  • 226. nathalya  |  23/06/2010 às 21:48

    boa noite Bel.
    vocês estiveram runidos com o secretario da educação Paulo Renato, pelo que eu li no fax não tinha nada referente a prova do OFAS e não foi comentado nada sobre a categoria F sobre a prova do concurso e merito agradeço vc um abraço.

    Responder
    • 227. apeoesp  |  24/06/2010 às 02:38

      Prezada professora Nathalya,
      Naturalmente, a APEOESP reafirmou sua posição contrária à prova dos ACTs e de mérito, mas o governo reafirnou suas posições e as leis estão em vigor. Continuarems lutando pela sua revogação.
      Bebel

      Responder
  • 228. Bruno  |  24/06/2010 às 16:52

    Queria saber se para fazer o curso a 3º etapa do concurso tem q estar formado ? vai ter q apresentar algum documento ? e se as escolhas de vagas pretendias vai ser de 12 a 16 de julho ?
    to em 158º no CEI sera q exite esse nº de vagas em educaçao física ?
    abraço

    Responder
    • 229. apeoesp  |  25/06/2010 às 01:43

      Prezado professor Bruno,
      Sim, é possível participar do curso sem estar formado, mas deverá estar formado para assumir o cargo.
      Bebel

      Responder
  • 230. carlos  |  24/06/2010 às 20:31

    Bel vc sabe quando vai ter alguma posição do governo em relação de quem tirou 50% na prova de merito ou concuso.
    se vai fazer prova o ano que vem ou como vai contar essa nota.
    obrigado.

    Responder
    • 231. apeoesp  |  25/06/2010 às 01:33

      Prezado professor Carlos,
      Professores categoria F que tiraram nota equivalente a 50% ou mais na prova de méritoou concurso não precisarão mais fazer a prova dos acts.
      Bebel

      Responder
  • 232. Jõao  |  24/06/2010 às 20:35

    Bel vc sabe me dizer quando vai sair alguma coisa a respeito de quem acertou 50% na prova do merito ou concurso se vai fazer prova dos OFAS como vai valer essa nota.
    obrigado

    Responder
    • 233. apeoesp  |  25/06/2010 às 01:35

      Prezado professor João,
      Professores categoria F que tiraram nota equivalente a 50% ou mais na prova de méritoou concurso não precisarão mais fazer a prova dos acts.
      Bebel

      Responder
  • 234. Mara  |  26/06/2010 às 20:38

    O Secretário da Educação vem afirmando que os 10.000 melhores colocados serão chamados para o curso preparatório. No entanto, a classificação foi feita por disciplinas e regiões; como convocar dessa forma se não há uma classificação de todos os concursandos? Ainda, como atenderá a maior carência de professores em determinadas áreas?
    Obrigada

    Responder
    • 235. apeoesp  |  27/06/2010 às 13:52

      Prezada professora Mara,
      Este concurso está cheio de incoerências. Esta é apenas mais uma delas, apesar de nossos alertas.
      Bebel

      Responder
  • 236. leandro  |  27/06/2010 às 14:58

    prezada Bebel,

    sou professor readaptado com acumulo de cargos. passei no concurso, mas não vou assumir outro cargo. Todavia o certificado de aprovação em concurso é um dos meios de se adquirir pontuação para evolução funcional, principalmente para os readaptados que são impedidos de participar de muitos cursos de atualização da SE. Poderei fazer o curso de formação, sem que isso prejudique minha readaptação?

    obrigado.

    Responder
    • 237. apeoesp  |  29/06/2010 às 15:59

      Prezado professor Leandro,
      Não há prejuizo à sua readaptação em frequentar o curso.
      Bebel

      Responder
  • 238. José Vicente  |  27/06/2010 às 22:05

    Reajuste salarial
    APEOESP reforçou a necessidade
    de um reajuste aos professores e solicitou
    audiência específica para discussão
    do assunto. O Secretário afirmou
    que não tem condições e competência
    para tratar deste assunto, eximindo-
    se mais uma vez.
    Diante disto, além de insistir com
    o secretário para a discussão do assunto,
    a APEOESP também está
    contatando as demais entidades do
    funcionalismo público com o objetivo
    de organizar uma ação conjunta para
    pressionar o governador a atender as
    reivindicações salariais de todos os servidores
    públicos.
    APEOESP
    ESTE COMENTÁRIO ESTÁ NO BOLETIM FAX DO DIA 14/04.
    ESTAMOS NO DIA 27/06 E AGUARDAMOS RESPOSTA.
    Estamos certos que não completará 1 (hum) ano.

    Responder
    • 239. apeoesp  |  28/06/2010 às 03:39

      Prezado professor José Vicente
      “Reajuste salarial
      O secretário não descartou a possibilidade de haver reajuste salarial ainda neste ano, mas lembrou que estamos em período eleitoral e que a lei proíbe governos e órgãos públicos de reajustar salários.
      Fax Urgente nº 61 – 22/06/2010.”
      Bebel

      Responder
  • 240. Bruno  |  28/06/2010 às 01:59

    Então qual é o alerta sobre o concurso ??
    Maria Izabel quanto se a duvidas, qual é a forma que a Apeoesp atua ? E a Apeoesp apoio algum partido ou candidato nas eleições estaduais ?
    Espero que possa me responder, desde ja agradeço sua atençao.

    Responder
    • 241. apeoesp  |  29/06/2010 às 03:48

      Prezado professor Bruno,
      Não entendi sua pergunta sobre o concurso.
      Em segundo lugar, a APEOESP não apóia candidatos nessas eleições. Individualmente, cada um de nós apoiará os candidatos de sua preferência.
      Bebel

      Responder
  • 242. MARIANA  |  28/06/2010 às 22:01

    Gostaria de saber se vocês tem alguma novidade sobre o concurso para Peb II ( quantidade de vagas por disciplina, se a escolha será por D.E).

    Agradeço desde já,

    Responder
    • 243. apeoesp  |  29/06/2010 às 15:57

      Prezada professora Mariana,
      A escolha será feita no âmbito da CEI e da COGESP (Interior e Grande São Paulo).
      Bebel

      Responder
  • 244. fernanda  |  28/06/2010 às 23:34

    Bebel,oque está acontecendo já é a segunda vez que te questiono sobre as reuniões que estão ocorrendo semanalmente para diretores e vices.Será que está sobre segredo de estado?

    Responder
    • 245. apeoesp  |  29/06/2010 às 15:55

      Prezada professora Fernanda,
      Não temos informação sobre reuniões semanais que estejam ocorrendo no âmbito de todo o Estado. Pode ser um procedimento localizado. Poderia nos informar a região dos diretores e vices que informaram sobre essas reuniões?
      Bebel

      Responder
  • 246. JOSÉ RICARDO MARTINS  |  29/06/2010 às 12:37

    CONCURSO PEB-II 2010

    TRÊS PERGUNTAS:

    OCUPO CARGO PÚBLICO(SECR. DE ESCOLA – REDE MUNICIPAL) E COMO A “ESCOLINHA” É MAIS UMA ETAPA DO PROCESSO SELETIVO DE CARÁTER ELIMINATÓRIO CORRO O RISCO DE SER DESCLASSIFICADO E SE TIVER QUE ME DESLIGAR DO MEU CARGO PARA FREQUENTAR O CURSO DE FORMAÇÃO A COISA PODE FICAR FEIA (SEM EMPREGO). ACHO QUE TEMOS QUE NOS RESPALDAR FAZENDO UMA CONSULTA PREVIA JUNTO AO JURÍDICO

    A GRANDE QUESTÃO É:

    1) DARÁ ACÚMULO DE CARGO P/ QUEM JÁ OCUPA CARGO OU EMPREGO PÚBLICO AO SE FREQUENTAR A ESCOLA DE FORMAÇÃO?

    2) TEREMOS QUE EXONERAR LEMBRANDO QUE A “ESCOLINHA” PREVÊ REMUNERAÇÃO?

    3) POSSO ME AFASTAR DO CARGO ATUAL POR 02 (DOIS) SEM VENCIMENTOS NUMA EVENTUAL POSSE PARA 2011? ISSO É LEGAL? OU DA ACÚMULO?

    Responder
    • 247. apeoesp  |  29/06/2010 às 15:53

      Prezado professor José Ricardo,
      I – Voc~e não precisa se afastar. Não há acúmulo de cargo no caso de frequentar o curso.
      II – Não há necessidade de exoneração para cursar a escola.
      III – Haverá acúmulo de cargo quando tomar posse. Veja na sua rede municipal se há esta possibilidade de licença por dois anos. Legalmente, não há problemas.
      Bebel

      Responder
  • 248. apeoesp  |  29/06/2010 às 15:56

    Prezado professor Anderson,
    Esta questão não está clara. Vamos buscar a informação.
    Bebel

    Responder
  • 249. Roverson  |  29/06/2010 às 15:57

    Professora Maria Izabel,

    Participei do congresso de 2006 da Apeoesp e tive a grande oportunidade (já que eu estava iniciando minha carreira) de estar junto com um grupo de colegas que não estava acompanhando nenhuma corrente explicitamente partidaria deste imenso sindicato.
    Estou desde 2008 fora da sala de aula pois tomei outros rumos ligados ao ensino e agora aguardo o resultado do concurso PEB II para retornar a minha profissão de vocação.
    Gostaria de registrar meu imenso apreço por termos uma mulher à frente da Apeoesp e aproveito para perguntar sua opinião sobre este concurso que, me parece, tão controverso.

    Um abraço…

    Responder
    • 250. apeoesp  |  29/06/2010 às 17:43

      Prezado professor Roverson,
      Obrigada pelas suas palavras.
      Seja bem vindo de volta.
      Acredito que os concursos públicos para ingresso na carreira são em si mesmos positivos, sobretudo na atual situação, em que temos quase 100 mil professores temporários na rede estadual de ensino. Assim, em que pesem as controvérsias e falhas na realização dos concursos, desejamos e lutaremos para que eles se realizem – ciorrigindo suas falhas – com a necessária periodicidade para efetivar o maior número possível de professores nas escolas estaduais.
      Bebel

      Responder
  • 251. CLAUDIA FREITAS  |  30/06/2010 às 14:51

    Aux. Alimentação(VALE-COXINHA)
    De acordo com o Decreto nº 34.064, de 28 de outubro de 1991 que regula o Aux. Alimentação em seu Artº 4 – O benefício será devido ao funcionário ou servidor em função dos dias efetivamente trabalhados, conforme apurado em boletim ou atestado de freqüência. § 1º – No caso dos docentes a determinação do número de dias efetivamente trabalhados será feita mediante  a conversão de horas-aula. § 2º – Os sábados, domingos, feriados e pontos facultativos não serão considerados dias efetivamente trabalhados, salvo quando houver regular convocação. Desta feita, gostaria de saber o motivo de não estar recebendo este Auxilio desde FOLHA NORMAL – 02/2010?

    DIRETORIA DE ENSINO REG. SAO JOSE DO RIO PRETO

    Aux. Alimentação
    003
    Tipo da Folha
    FOLHA NORMAL – 06/2010
    Data Pagamento
    07/07/2010

    Aux. Alimentação
    002
    Tipo da Folha
    FOLHA NORMAL – 05/2010
    Data Pagamento
    08/06/2010

    Aux. Alimentação
    002
    Tipo da Folha
    FOLHA NORMAL – 04/2010
    Data Pagamento
    07/05/2010

    Aux. Alimentação
    000
    Tipo da Folha
    FOLHA NORMAL – 03/2010
    Data Pagamento
    08/04/2010

    Aux. Alimentação
    000
    Tipo da Folha
    FOLHA NORMAL – 02/2010
    Data Pagamento
    05/03/2010

    Aux. Alimentação
    018
    Tipo da Folha
    FOLHA NORMAL – 01/2010
    Data Pagamento
    05/02/2010

    Aux. Alimentação
    021
    Tipo da Folha
    FOLHA NORMAL – 12/2009
    Data Pagamento
    08/01/2010

    Responder
    • 252. apeoesp  |  01/07/2010 às 03:01

      Prezada professora Claudia,
      Têm direito ao auxílio alimentação quem recebe vencimentos equivalentes a até 141 UFESPs,ou seja, R$ 2.315,22. Você não teria ultrapassado este valor, por algum motivo?
      Bebel

      Responder
  • 253. José Ricardo  |  30/06/2010 às 18:17

    De 12 a 15 de maio, cerca de 750 gestores educacionais de todo o País estiveram reunidos em São Paulo para o Congresso Internacional de Educação, em sua 17º edição. Durante os quatro dias de evento, um dos maiores do setor, 65 especialistas em educação do Brasil e do exterior estiveram reunidos, discutindo os rumos da educação no País.
    Após análises e reflexões, os presentes chegaram a estas conclusões:
    – os professores não sabem ensinar
    – os professores estão despreparados
    – os professores precisam de formação continuada
    – os professores faltam muito ao trabalho.
    – os professores não sabem motivar os alunos
    – precisamos aumentar o número de dias letivos
    – precisamos aumentar o número de horas/aula.
    – precisamos aumentar o número de aulas de português e matemática porque os alunos não estão aprendendo a ler nem a escrever.
    – os alunos não precisam fazer mais provas: o professor é que tem que ser avaliado.

    E, por fim concluiram:

    1 – aumento de salário dos professores não vai resolver o problema da educação no Brasil.
    2 – O governo do estado terá que gastar toda verba da educação em formação continuada para esses professores que não sabem mais trabalhar.

    Isso me faz lembrar a celebre frase do Maluf “os professores não ganham mal… são mal casados” (risos)

    Responder
  • 254. Cláudia Freitas  |  01/07/2010 às 10:06

    Bebel:
    Em relação ao Aux. Alimentação(VALE-COXINHA) segue abaixo meus vencimentos referentes a 18(DEZOITO) anos de efetivo exercício no magistério paulista como titular de cargo efetivo PEB-I e como podemos perceber os vencimentos não excedem as 141UFESPs e não apresento frequência irregular no período aferido. Assim pergunto: Qual o motivo de não estar recebendo este Auxilio desde FOLHA NORMAL – 02/2010?
    DIRETORIA DE ENSINO REG. SAO JOSE DO RIO PRETO

    Aux. Alimentação
    003
    Tipo da Folha
    FOLHA NORMAL – 06/2010
    Data Pagamento
    07/07/2010

    Base Contr.Prev./INSS
    1.654,33
    Total Vencimentos
    1.699,97
    Total Descontos
    327,87
    Líquido a Receber
    1.372,10

    Responder
    • 255. apeoesp  |  01/07/2010 às 23:29

      Prezada professora Cláudia Freitas,
      Desconheço o motivo. Você deve protocolar um questionamento por escrito junto à unidade escolar, Diretoria de Ensino ou DRHU. Conforme a resposta que obtenha, poderá acionar o departamento jurídico.
      Bebel

      Responder
  • 256. Taciane  |  02/07/2010 às 12:49

    Olá Bebel..
    Gostaria de saber como faço para contatar o departamento jurídico já que moro no interior de SP.

    Obigada

    Responder
    • 257. apeoesp  |  03/07/2010 às 20:46

      Prezada professora Taciane,
      Por favor, veja no site da APEOESP (www.apeoesp.org.br) o telefone da subsede de sua região.
      Bebel

      Responder
  • 258. segisvaldo luiz caldo  |  03/07/2010 às 21:18

    Não merece resposte ????

    Aula cronometrada
    Com um método já aplicado em países de bom ensino, o Brasil começa a investigar o dia a dia nas escolas
    – A A +

    Roberta de Abreu Lima
    Revista Veja – 23/06/2010

    As avaliações oficiais para medir o nível do ensino no Brasil têm se prestado bem ao propósito de lançar luz sobre os grandes problemas da educação – mas não fornecem resposta a uma questão básica, que se faz necessária diante da sucessão de resultados tão ruins: por que, afinal, as aulas não funcionam? Muito já se fala disso com base em impressões e teoria, mas só agora o dia a dia de escolas brasileiras começa a ser descortinado por meio de um rigoroso método científico, tal como ocorre em países de melhor ensino. Munidos de cronômetros, os especialistas se plantam no fundo da sala não apenas para observar, mas também para registrar, sistematicamente, como o tempo de aula é despendido. Tais profissionais, em geral das próprias redes de ensino, já percorreram 400 escolas públicas no país, entre Minas Gerais, Pernambuco e Rio de Janeiro. Em Minas, primeiro estado a adotar o método, em 2009, os cronômetros expuseram um fato espantoso: com aulas monótonas baseadas na velha lousa, um terço do tempo se esvai com a indisciplina e a desatenção dos alunos. Equivale a 56 dias inteiros perdidos num só ano letivo.

    Já está provado que a investigação contínua sobre o que acontece na sala de aula guarda relação direta com o progresso acadêmico. Ocorre, antes de tudo, porque tal acompanhamento permite mapear as boas práticas, nas quais os professores devem se mirar – e ainda escancara os problemas sob uma ótica bastante realista. Resume a especialista Maria Helena Guimarães: “Monitorar a sala de aula é um avanço, à medida que ajuda a entender, na minúcia, as razões para a ineficácia”. Não é de hoje que países da OCDE (organização que reúne os mais ricos) investem nessas incursões à escola. Os americanos chegam a filmar as aulas. O material é até submetido aos professores, que são confrontados com suas falhas e insucessos. Das visitas que fez a escolas nos Estados Unidos, o pedagogo Doug Lemov depreendeu algo que a breve experiência brasileira já sinaliza: “Os professores perdem tempo demais com assuntos irrelevantes e se revelam incapazes de atrair a atenção de alunos repletos de estímulos e inseridos na era digital”.

    Numa manifestação de flagrante corporativismo, os professores brasileiros chegaram a se insurgir contra a presença dos avaliadores dentro da sala de aula. Em Pernambuco, o sindicato rotulou a prática de “patrulhamento” e “repressão”. Note-se que são os próprios professores que preferem passar ao largo daquilo que a experiência – e agora as pesquisas – prova ser crucial: conhecer a fundo a sala de aula. Treinados pelo Banco Mundial, os técnicos já se puseram a colher informações valiosas. Afirma a secretária de educação do Rio de Janeiro, Claudia Costin: “Pode-se dizer que o cruzamento das avaliações oficiais com um panorama tão detalhado da sala de aula revelará nossas fragilidades como nunca antes”. Nesse sentido, os cronômetros são um necessário passo para o Brasil deixar a zona do mau ensino.

    As avaliações oficiais para medir o nível do ensino no Brasil têm se prestado bem ao propósito de lançar luz sobre os grandes problemas da educação – mas não fornecem resposta a uma questão básica, que se faz necessária diante da sucessão de resultados tão ruins: por que, afinal, as aulas não funcionam? Muito já se fala disso com base em impressões e teoria, mas só agora o dia a dia de escolas brasileiras começa a ser descortinado por meio de um rigoroso método científico, tal como ocorre em países de melhor ensino. Munidos de cronômetros, os especialistas se plantam no fundo da sala não apenas para observar, mas também para registrar, sistematicamente, como o tempo de aula é despendido. Tais profissionais, em geral das próprias redes de ensino, já percorreram 400 escolas públicas no país, entre Minas Gerais, Pernambuco e Rio de Janeiro. Em Minas, primeiro estado a adotar o método, em 2009, os cronômetros expuseram um fato espantoso: com aulas monótonas baseadas na velha lousa, um terço do tempo se esvai com a indisciplina e a desatenção dos alunos. Equivale a 56 dias inteiros perdidos num só ano letivo.

    Já está provado que a investigação contínua sobre o que acontece na sala de aula guarda relação direta com o progresso acadêmico. Ocorre, antes de tudo, porque tal acompanhamento permite mapear as boas práticas, nas quais os professores devem se mirar – e ainda escancara os problemas sob uma ótica bastante realista. Resume a especialista Maria Helena Guimarães: “Monitorar a sala de aula é um avanço, à medida que ajuda a entender, na minúcia, as razões para a ineficácia”. Não é de hoje que países da OCDE (organização que reúne os mais ricos) investem nessas incursões à escola. Os americanos chegam a filmar as aulas. O material é até submetido aos professores, que são confrontados com suas falhas e insucessos. Das visitas que fez a escolas nos Estados Unidos, o pedagogo Doug Lemov depreendeu algo que a breve experiência brasileira já sinaliza: “Os professores perdem tempo demais com assuntos irrelevantes e se revelam incapazes de atrair a atenção de alunos repletos de estímulos e inseridos na era digital”.

    Numa manifestação de flagrante corporativismo, os professores brasileiros chegaram a se insurgir contra a presença dos avaliadores dentro da sala de aula. Em Pernambuco, o sindicato rotulou a prática de “patrulhamento” e “repressão”. Note-se que são os próprios professores que preferem passar ao largo daquilo que a experiência – e agora as pesquisas – prova ser crucial: conhecer a fundo a sala de aula. Treinados pelo Banco Mundial, os técnicos já se puseram a colher informações valiosas. Afirma a secretária de educação do Rio de Janeiro, Claudia Costin: “Pode-se dizer que o cruzamento das avaliações oficiais com um panorama tão detalhado da sala de aula revelará nossas fragilidades como nunca antes”. Nesse sentido, os cronômetros são um necessário passo para o Brasil deixar a zona do mau ensino.

    Responder
    • 259. apeoesp  |  05/07/2010 às 03:19

      Prezado professor Segisvaldo,
      Temos enviado respostas à Veja quando se trata de assuntos relacionados à educação e aos professores, mas a revista sistematicamente deixa de publicá-las.
      Bebel

      Responder
  • 260. segisvaldo luiz caldo  |  03/07/2010 às 21:37

    Não está faltando uma ação incisiva da Apeoesp para não cooptar com a mídia burguesa?
    Qual a alternativa para a categoria ? Se não ler o Estadão ou a Folha ou ver e ouvir os jornais das emissorar de TV vai ser um excluído midiático ? ,um estereotipado ícone do não vi, não ouvi , não posso falar ?
    A Apeoesp com 150.000 mil associadosnão pode editar um jornal semanal para os 200.000 mil professores da rede estadual ??
    Um jornal não seria o canal adequado para iniciar a “Criação de uma rede de comunicação alternativa entre as entidades sindicais e do movimento popular;” acolhendo os movimentos socias, dando-lhe voz e visibilidde na sociedade brasileira iniciandoauma ação que leve os demais orgão de comuinicação a interagir :
    “no sentido de desenvolver uma cobertura jornalística mais aberta aos movimentos sociais, oferecendo mais oportunidades para que possam expressar ao público leitor seus pontos de vista e suas necessidades.”

    Responder
    • 261. apeoesp  |  05/07/2010 às 03:23

      Prezado professor Segisvaldo,
      A publicação e manutenção de um jornal semanal de qualidade para 150 mil associados – incluindo toda a logística de distribuição – em condições de fazer o contraponto à grande mídia parece ser maior que nossa capacidade financeira, mas é algo que estudaremos. Entretanto, a soma dos esforços de um grande número de entidades e movimentos pode gerar soluções mais abrangentes, de maior alcance e eficácia. Obrigada pela sugestão. Nenhuma ideia deve ser descartada a priori.
      Bebel

      Responder
  • 262. Elza de Lima  |  05/07/2010 às 17:21

    Prezada srª:

    Maria Izabel Azevedo Noronha

    Em 2004 entrei pela APEOESP – sub sede de Itapeva-SP, através do advogado Altevir com o pedido de licença premio e sexta-parte.
    Durante seis anos, eu busquei em vão pelo nº de protocolo da petição.
    No dia 11 de maio entrei em contato com o advogado e o mesmo me afirmou que fez várias buscas e não encontrou o meu processo em nenhum fórum, portanto a minha petição não foi enviada.
    E agora? Tenho que conviver com esse descaso, afinal sou sócia e tenho o recibo pago da taxa de guias de custas.
    Por favor, faça o possível para que isso não ocorra a mais ninguém. Foram seis anos de enganos pois sempre que procurava pela sub sede eu recebia desculpas esfarrapadas como” a justiça é lenta” “demora, é assim mesmo” e eu sem nenhum conhecimento de causa fui exposta ao ridículo e não recebi nem ao menos um pedido de desculpas por parte dos membros que compõem a sub sede.

    Responder
    • 263. apeoesp  |  07/07/2010 às 04:40

      Prezada professora Elza,
      Estou verificando a situação. Parece mesmo ter havido um problema, mas estou em busca de mais elementos para verificar exatamente o que houve.
      Em uma entidade das dimensões da APEOESP, não estamos isentos de falhas. Se alguma falha ocorreu, pedimos imensas desculpas e procuremos verificar todas as formas de, eventualmente, sanar o problema, se for possível.
      Bebel

      Responder
  • 264. José Vicente  |  06/07/2010 às 02:50

    Bebel.
    Com referencia ao comunicado 209.
    O comunicado é de 22/06 e o boletim fax dizendo que a apeoesp iria negociar reajuste salarial é de 14/04.
    então:

    VAMOS ENROLANDO………………………

    Responder
    • 265. apeoesp  |  06/07/2010 às 04:43

      Prezado professor José Vicente,
      Exatamente: este governo que aí está apenas enrola, mas nós não desistimos de nossa luta e continuamos a pressioná-lo por todos os meios ao nosso alcance.
      Na última reunião o secretario não descartou a possibilidade de um reajuste.
      Como o sindicato não se resume à diretoria, mas é composto de todos nós, aceitamos sugestões para arrancar o reajuste salarial.
      Como cidadãos, temos neste ano a oportunidade de mudar os rumos da educação no Estado de São Paulo.
      Bebel

      Responder
  • 266. Mara Ananias de Santana  |  07/07/2010 às 12:54

    Bom dia Bebel!!!

    A supervisoria esteve na escola e disse que os diários não podem ser preenchidos na finalização com canetas coloridas e nem preencher os quadrinhos ou fazer desenhos, pois este é uma ata!!
    Diário virar” ata” é tão estranho, pois meus diarios estão todos coloridos, gostaria de saber onde estou contrariando a lei.

    Afinal o que é realmente um diário de classe? E como ele realmente deve ser preenchido? Onde errei ao colorir os quadrinhos?
    Sem mais , um grande abraço!

    atenciosamente
    Maria Ananias de Santana

    Responder
    • 267. apeoesp  |  07/07/2010 às 21:06

      Prezada professora Mara,
      Como você, acredito que há coisas mais importantes com que a SE deveria se preocupar. Creio que você não contraria nenhuma lei, mas sugiro que busque melhor orientação junto ao departamento jurídico.
      Bebel

      Responder
  • 268. DANIELA  |  07/07/2010 às 16:09

    EU GOSTARIA DE SABER SOBRE APOSENTADORIA, MEU MARIDO É PROFESSOR A 23 ANOS NO ESTADO E ESTÁ PASSANDO POR TRATAMENTO FISICOLOGICO,EU GOSTARIA DE SABER SE EXISTE APOSENTADORIA NESSE CASO ELE TEM 44 ANOS, ESCUTEI FALAR QUE SERIA PROPORCIONAL É VERDADE.

    Responder
    • 269. apeoesp  |  09/07/2010 às 13:06

      Prezada professora Daniela,
      Para uma informação mais precisa, peçaque seu marido entre em contato com o departamento jurídico da APEOESP. Ou a senhora mesmo pode fazê-lo em nome dele.
      Bebel

      Responder
  • 270. Lusdete Andrade Nascimento  |  08/07/2010 às 00:17

    Maria Isabel, gostaria de saber se este último concurso comentado é o de peb I, pois gostaria que o sindicato conversasse com o secretário da educação para que ele estivesse convocando os professores aprovados no ultimo concurso feito de peb I, em cumprimento da palavra do governador alckimim em rede pública que iria chamar a todos do concurso.Foi aprovodo sessenta mil e ele convocou apenas vinte e um mil.
    Obrigada
    professora lusdete.

    Responder
    • 271. apeoesp  |  09/07/2010 às 13:05

      Prezada professora Lusdete,
      O concurso é de PEB II. Vamos cobrar do secretário a chamada dos concursados.
      Bebel

      Responder
  • 272. José Ricardo  |  08/07/2010 às 15:51

    O governador afastado de São Paulo, José Serra (PSDB), anunciou há algum tempo a contratação de 10 mil professores e enviou à Assembleia Legislativa projeto de lei para a criação de outras 50 mil vagas na rede estadual de ensino.
    Os professores que ingressarem na carreira a partir de agora terão de passar por uma etapa seletiva extra, um curso e uma prova da Escola de Formação de Professores do Estado, criada por decreto de Serra.
    O governador afastado de São Paulo, José Serra (PSDB), aponta uma cota de responsabilidade pelas falhas no ensino no Estado à “inadequação das faculdades de pedagogia”, que, para ele, falham na formação de docentes.
    Ao anunciar a criação da Escola de Formação de Professores do Estado, Serra criticou o excesso de teoria no currículo dos cursos de graduação. “Onde menos se avançou (na rede pública) foi no aprendizado”, disse o governador. “Nas teses de faculdades de pedagogia há pouca coisa útil para melhorar o ensino.” Serra chegou a sugerir um tema para trabalhos acadêmicos na área: “Por que ninguém sabe a tabuada no final da 4ª série?”.
    O secretário estadual de Educação, Paulo Renato Souza, disse esperar que a recém-criada Escola de Formação inspire mudanças nos cursos de pedagogia. “A escola vai influenciar as faculdades de educação”, disse Paulo Renato. “Os professores têm muita teoria e pouca prática.”
    Em resumo, a culpa pelo fracasso da educação em São Paulo é inteiramente dos professores que na concepção deles são mal formados e não do maravilhoso sistema de ensino criado no Estado.

    Responder
  • 273. José Ricardo  |  08/07/2010 às 16:09

    Realidade na escola
    Postei há pouco no Twitter um assunto que ocorreu novamente na escola onde trabalho. Mas, diante da minha indignação, aqueles poucos caracteres permitidos não me foram suficientes. Fui abordado pela orientadora pedagógica sobre meu rendimento com algumas turmas. Não nego aqui nesse espaço que em algumas dessas classes um grupo de apenas 10 ou 12 alunos tenham conseguido ficar acima dos 10 pontos necessários. Os que acabam de ler essa informação podem ter a impressão inicial que o professor é o grande culpado dessa situação. Temos, é claro, de estar atentos as atitudes de todos os professores, pois isso realmente pode acontecer. No entanto, visando uma defesa consistente e coerente com a realidade resolvi buscar os motivos de tão baixo rendimento dessas turmas. Ao analisar meus diários mais uma vez deparei-me com uma situação que chama bastante atenção. Boa parte dos alunos sequer entregam os trabalhos. Senhores, meu calendário de provas e trabalhos foi divulgado no início de maio, para eventos que ocorreriam apenas em junho. O estudo é algo que passa distante da prática cotidiana desses alunos. Não possuem qualquer tipo de responsabilidade por seus atos. Aliás, muitos não aprenderam isso em casa. A falta de uma postura mais rígida por parte do estado, da família e da própria escola encoraja os alunos para o contínuo culto a irresponsabilidade e ignorância.
    Sabendo desses aspectos procuro ao longo dos meus 3 anos de sala de aula facilitar o máximo possível em minhas provas e trabalhos, justamente visando a cobrança por parte dos superiores. São provas cada vez mais ridículas e superficiais que exigem o mínimo de cada aluno. Estamos dentro de um sistema que privilegia o errado, o aluno que não estuda. Dessa forma, o indivíduo tem inúmeras chances para recuperar sua nota, e mesmo assim não o faz. Apenas para apreciação dos leitores demonstrarei agora como é o funcionamento da escola hoje em dia. CONTINUA.
    O aluno, dos dez pontos possíveis em um bimestre, é obrigado a tirar apenas a metade. Ou seja, cinco pontos em cada bimestre. Caso não consiga ele tem direito a uma prova de recuperação paralela em cada bimestre. Essa prova tem o poder de substituir a nota mais baixa. Em caso de insucesso, o aluno ainda tem a oportunidade de fazer uma recuperação semestral, geralmente em julho e dezembro, que permite que uma prova valendo dez pontos possa substituir a nota menor de dois bimestres. Caso ainda não consiga se recuperar, o aluno ainda pode ficar reprovado em 2 matérias, empurrando-as para o ano seguinte através das dependências.
    Dessa forma senhores, não há como negar que a escola de hoje privilegia o irresponsável. A ânsia por aprovações em busca de verbas faz com que a escola facilite para o “incompetente” e deixe de trabalhar satisfatoriamente com aqueles que aprenderam em casa e no dia-a-dia o valor dos estudos para sua vida futura. CONTINUA.
    Depois dessa explicação, volto ao início do texto quando a orientadora pedagógica me abordara. O questionamento dela foi o seguinte: “Será que o senhor professor não está cobrando demais dos alunos?” “Quem sabe novas práticas dentro de sala poderiam aguçar a criatividade e atenção dos alunos?”. Veja, a profissional não pode ir direto ao ponto, precisa falar de modo indireto o que de fato ela precisa. Comprovamos, então, que os questionamentos da orientadora não tem qualquer intuito em viabilizar o aprendizado real dos alunos, mas apenas contribuir para que as notas estejam sempre acima de cinco pontos. Ou seja, se sou um professor ridículo que passo o tempo todo sentado sem dar aulas verdadeiras aos alunos, mas que ao final do bimestre todos estão acima da média, de fato sou um professor “nota 10”. Caso busque desenvolver um trabalho coerente com a prática de um verdadeiro profissional, é fato que diante da atual condição da escola e da juventude, os índices não serão satisfatórios para os governantes. Fazendo isso não serei um profissional digno de destaque.
    A hipocrisia permeia os meandros educacionais. Somos forçados direta ou indiretamente a aprovar o maior número de alunos possíveis. É assim que o sistema funciona. O que fazer? Continuar com minha luta em favor do desenvolvimento real dos alunos, ou me entregar ao sistema? Acho que esse dilema faz parte da vida de boa parte dos profissionais de educação, que trabalham dentro de sala de aula.

    FONTE: http://www.italogeo.com/2009/07/realidade-na-escola.html

    Responder
  • 274. José Vicente  |  09/07/2010 às 21:52

    resposta 234.
    Tenho uma sugestão: O que você acha de fazer um movimento grevista e quando houver 70% de adesão, o sindicato procurar meios de comunicação, rádios e tv(s) e, incansavelmente dizer a respeito da incompetência do governo e do abandono da educação e da penúria dos professores. Nâo seria uma boa?
    Só voltar ao trabalho quando houvesse resposta positiva.

    Bebel, a paralização da greve após a saída do Zé Picareta não pegou bem.

    Responder
    • 275. apeoesp  |  12/07/2010 às 15:10

      Prezado professor José Vicente,
      Independente de ter “pegado bem” ou não, a greve tinha que ser suspensa, pois já não tinha como se sustentar. A adesão chegara a níveis mínimos devido à pressão do governo sobre os professores nas escolas, com ameaças de demissão.
      Bebel

      Responder
  • 276. Mara  |  10/07/2010 às 01:47

    Prezada Maria Izabel.
    A sua resposta à pergunta da Professora Lusdete foi: “Prezada professora Lusdete,
    O concurso é de PEB II. Vamos cobrar do secretário a chamada dos concursados.
    Bebel”

    Pergunto: Vamos cobrar quando? A senhora viu a lista de convocados? A lista de “vagas”? E quanto ao número de não concursados que continuarão, considerando o número (!!!!) de convocados para a terceira etapa?
    O que se espera é respeito por parte dos organizadores desse famigerado concurso e atitude por parte de quem representa a classe…

    Responder
    • 277. apeoesp  |  12/07/2010 às 15:16

      Prezada professora,
      Temos, sim, atitude. O que não temos é o poder de Estado para tomarmos as decisões. Como é público e notório, este governo geralmente ignora nossas reivindicações.
      Bebel

      Responder
  • 278. Queila  |  10/07/2010 às 01:52

    Sou efetiva em dois cargos e fui aprovada no último concurso, o qual prestei com intenção de acumular pontos, claro, pois é impossível acumular 3 cargos. Pois bem, me disseram q pra conseguir esse ponto terei q participar das outras etapas q virão. Gostaria de saber qual o fundamento disso se, como eu disse, não tenho como assumir um terceiro cargo e tenho direito a usar esse ponto pra melhorar minha classificação. Abraço.

    Responder
    • 279. apeoesp  |  12/07/2010 às 15:17

      Prezada professora Queila,
      Pela Lei Complementar 1094/09, os concursos passaram a ter 3 etapas. Só é considerado aprovado quem passar pelo curso (3ª etapa) e pela avaliação subsequente.
      Bebel

      Responder
  • 280. Carla  |  10/07/2010 às 03:21

    Olá Bebel gostaria de tirar uma dúvida. Passei no concurso PEB II
    na discipina de Arte, sou o candidato de nº749, a primeira chamada foi até o nº 724 existe a possibilidade de eu ser convocada em uma segunda chamada??

    Responder
    • 281. apeoesp  |  12/07/2010 às 15:19

      Prezada professora Carla,
      Sempre há essa possibilidade, desde que candidatos melhor classificados não tomem posse.
      Bebel

      Responder
  • 282. monica  |  10/07/2010 às 19:21

    Olá, Professora Maria Izabel,
    o professor categoria ‘O’
    vai poder dar aulas em 2011 ou vai ter que cumpriir a quarentena?

    Responder
    • 283. apeoesp  |  12/07/2010 às 15:20

      Prezada professora Monica,
      De acordo com a Lei Complementar 1093/09 está em vigor a “quarentena” de 200 dias para os novos contratados, isto é, os professores categoria O. O secretário da Educação reconheceu, pela imprensa, que a quarentena gera falta de professores, mas até o momento não houve nenhuma medida para alterá-la.
      Bebel

      Responder
  • 284. Juliana  |  11/07/2010 às 02:19

    É de conhecimento de todos, que o concurso público para PEB II, foi ridículo, além de ridículo disponibilizou um número de vagas que não irá suprir a necessidade das escolas e a falta de professores continuará. Gostaria de saber o que o sindicato planeja para que os professores que passaram neste concurso tenham a chance de assumir um cargo efetivo no estado, pois quero acreditar que nossa situação esteja sendo acompanhada por nosso sindicato e que medidas já estão sendo tomadas pela categoria neste sentido. Quero acreditar também que nosso sindicato tem força e expressividade e que a luta irá continuar. Preciso de respostas.

    Responder
    • 285. apeoesp  |  12/07/2010 às 15:23

      Prezada professora Juliana,
      Temos, sim, acompanhado a situação e estamos pressionando a SE para que sejam convocados o máximo possível de candidatos. A SE assegurou que, com a posse de professores nas novas jornadas criadas pela LC 1094/09, serão abertas milhares de novas vagas. Estamos acompanhando.
      Bebel

      Responder
  • 286. MARIA ALVES  |  11/07/2010 às 13:11

    Primeiramente gostaria de falar, o quanto trabalhei como docente com meus alunos em sala de aula e o quanto lutei junto a APEOESP sempre a favor de escolas públicas de qualidade.Sempre vesti a camisa .As lutas dos professores junto ao nosso sindicato é admirável, somos mais idealistas doque poderia imaginar, agradeço todo empenho da categoria mas a falta de bom senso dos governantes caramba…..deixa a desejar.Quando iniciei na carreira, sonhava em aposentar após 25 anos de contribuição.Mas fui readaptada em 2006 ,pois as fustrações de não conseguir atingir o meu real objetivo e problemas também de ordem pessoal me levou a uma profunda depressão e hoje atuo na biblioteca da escola onde sou efetiva.Peço orientação a você se devo aguardar instruções do DRHU quanto ao direito ou não a aposentadoria especial(após lei federal 11301/2006 e acordão 3772-2 a respeito da aposentadoria especial aos docentes afastados de sala de aula) ,ou devo procurar o DEPARTAMENTO JURÍDICO e pleitear a ratificação e aposentadoria especial judicialmente?Me desculpe,a ansiedade tenho que lhe dizer o quanto admiro sua garra e luta por acreditar que um dia sim, tudo será melhor pois nossos alunos e nós professores de carreira merecemos um estado bem melhor,tenho FÉ as eleições estão aí e a grande resposta ao descaso que sofremos virá nas urnas.Voltando ao meu questionamento possuo 26anos e 5 meses de contribuição.AGUARDO RETORNO pode ser em meu email que vocês possuem.OBRIGADO, abraços. MARIA ALVES.

    Responder
    • 287. apeoesp  |  12/07/2010 às 15:27

      Prezada professora Maria Alves,
      Estamos atentos a este problema. Ocorre que a Procuradoria Geral do Estado tem o entendimento de que a aposentadoria especial não se aplica a quem esteja fora da sala de aula e estamos contestando esta interpretação. Sugiro que procure o departamento jurídico para verificarem a possibilidade de ação judicial que resguarde o seu direito à aposentadoria especial.
      Bebel

      Responder
  • 288. Alcides Lino Cunha  |  12/07/2010 às 13:09

    Bebel, está acontecendo os seguintes fatos com os servidores(professores) após o Banco do Brasil assumir definitivamente a NossaCaixa: Ele o (Banco do Brasil) está chamando alguns professores (alguns amigos meus foram chamados) para dizer o seguinte: Vamos cancelar o seu especial ou reduzir devido a algumas restrições em seu nome.Antigamente , a Nossacaixa nunca se preocupou com isso. Minha amiga teve que parcelar em 10 x o especial que estava usando. E, tem mais coisas: Não pode antecipar IRPF e nem 13º havendo restrições. Coisas que a Nossacaixa não fazia. Está tratando muito mau o funcionalismo. Converse com alguns professores que você vai comprovar o que estou falando. Como os servidores são obrigados a permanecerem clientes do banco, acho que pelo elevado numero de servidores podemos pressionar o BB a tratar melhor os antigos clientes da Nossa Caixa. Atenciosamente Alcides

    Responder
    • 289. apeoesp  |  12/07/2010 às 15:31

      Prezado professor Alcides,
      Tomamos conhecimento desses fatos e estamos tratando junto à superintendência regional do Banco do Brasil para tentar contorná-los. Entretanto, há diretrizes nacionais do Banco para isto. Estamos estudando formas de luta em relação a isto, mas há dificuldades, tendo em visto que o Banco tem autonomia jurídica para tomada de decisões e obedece às prerrogativas que lhe são dadas pelo sistema financeiro.
      Bebel

      Responder
  • 290. Dimas  |  13/07/2010 às 00:06

    Quais atitudes o sindicato irá tomar referente a ilegalidade nesse ultimo concurso onde o próprio edital fala que a escolhas das vagas serão após o curso de formação e após aprovação de uma prova final ??! segue trecho do edital que especifica bem isso:
    XI – DO CURSO DE FORMAÇÃO ESPECÍFICA(Publicado no D.O. de 25/12/2009)
    6.AO TÉRMINO DO CURSO DE FORMAÇÃO, o candidato que tiver participado de
    pelo menos 75% das atividades propostas fará uma prova de aptidão, de
    caráter eliminatório:
    6.1. o candidato aprovado estará apto a participar de SESSÃO DE ESCOLHA DE VAGA e conseqüente nomeação;
    6.2. o candidato não aprovado – não apto, será ELIMINADO do certame.

    Responder
    • 291. apeoesp  |  13/07/2010 às 01:28

      Prezado professor Dimas,
      O departamento jurídico está examinando a questão, inclusive verificando se legalmente é parte legítima para ajuizar ação.
      Bebel

      Responder
  • 292. José Ricardo  |  13/07/2010 às 11:30

    ILEGALIDADE – QUAL O POSIÇÃO DA APEOESP?

    Devemos tomar pedidas contra as ilegalidades desse concurso onde o edital fala que a escolhas das vagas serão após o curso de formação e após aprovação de uma prova final.
    Segue trecho do edital:

    PUBLICADO NO DIÁRIO OFICIAL DO ESTADO DE SÃO PAULO, EDIÇÃO DE 25/12/2009
    INSTRUÇÕES ESPECIAIS SE 1, DE 24 / 12 /2009

    XI – DO CURSO DE FORMAÇÃO ESPECÍFICA
    6.AO TÉRMINO DO CURSO DE FORMAÇÃO, o candidato que tiver participado de
    pelo menos 75% das atividades propostas fará uma prova de aptidão, de
    caráter eliminatório:
    6.1. o candidato aprovado estará apto a participar de SESSÃO DE ESCOLHA DE VAGA e conseqüente nomeação;
    6.2. o candidato não aprovado – não apto, será ELIMINADO do certame.

    ILEGALIDADE – QUAL O POSIÇÃO DA APEOESP?
    ILEGALIDADE – QUAL O POSIÇÃO DA APEOESP?

    Responder
    • 293. apeoesp  |  13/07/2010 às 22:49

      Prezado professor José Ricardo,
      Não conseguimos obter da SE até o momento uma explicação plausível para terem adiantado a escolha das vagas. Por outro lado, essa escolha não gera consequências práticas, tendo em vista que não se trata de nomeação. Caso o candidato não passe na terceira etapa, a vaga será destinada a outro, de acordo com o mesmo procedimento.
      Estamos estudando tecnicamente que tipo de intervenção jurídica é possível ter neste caso, sem causar mais confusão em um processo já tão confuso e desorganizado.
      Bebel

      Responder
  • 294. José Ricardo  |  13/07/2010 às 14:54

    Pessoal
    Temos que ser realistas: a população do Estado de São Paulo tem uma visão política conservadora e não tem a menor simpatia pelos professores da rede estadual. A razão disso é simples. O Governo do Estado, que se perpetua a quase 20 anos, desenvolveu uma estratégia de propaganda muito eficiente. Sob uma aura de austeridade e até com certo autoritarismo, o governo tem demonstrado á população o seu ponto de vista, que coloca os professores como retrógrados e incapazes, apesar de seus “pesados investimentos”. Para piorar as coisas, nós que lidamos com o resultado da má educação familiar, somos vistos como prepotentes e arrogantes, quem têm a audácia de apontar as deficiências da educação familiar. Somos ainda uma categoria heterogênea e desunida, que muitas vezes critica abertamente seus colegas de profissão, reforçando o ponto de vista que as famílias já têm. E mais, não devemos pensar no governo do Estado como um grupo de desqualificados. Na verdade, todo o processo foi planejado de uma maneira sistemática. Eles aprenderam com o erro a a desorganização deles e montaram uma estratégia quase perfeita: apontar os professores como incapazes.
    O profissional da educação pública de uma certa forma é uma classe muito desunida, egoísta, gananciosa, só pensa no próprio bolso,- em dia de atribuição de aulas, é vergonhoso ver alguns já com total razoável de aulas, buscando mais,- há os que lecionam no município , no estado a noite, e mesmo assim querem mais.- o pote nunca está cheio,- há os que só xingam , reclamam, mas, não largam o osso-, pois, será que dá status,- há os que ficam até com torcicolo de tanto erguer o pescoço. Essa é a nossa realidade. É triste… mas é a pura realidade.

    Responder
  • 295. FABIANA  |  13/07/2010 às 16:50

    PRESIDENTE EPITÁCIO, 13 DE JULHO DE 2010.

    SOMOS PROFESSORAS DA REDE PÚBLICA ESTADUAL/ SP E REIVINDICAMOS O FIM DOS CADERNOS DOS ALUNOS. PRECISAMOS QUE O SINDICATO REALIZE UMA MOBILIZAÇÃO, COM ABAIXO-ASSINADO, MANIFESTAÇÕES EM MÍDIA E EM PRAÇA PÚBLICA E JURIDICAMENTE CASO NECESSÁRIO. PELOS SEGUINTES MOTIVOS QUE PASSAMOS A EXPOR:
    – PREJUDICAM O APRENDIZADO DOS ALUNOS, POIS OS CONTEÚDOS SÃO FRAGMENTADOS, NÃO TEM SEQUÊNCIA DIDÁTICA,
    – SÃO FORA DO CONTEXTO DOS ALUNOS,
    – GERAM INDISCIPLINA,
    – ESTÃO EMBURRECENDO TODA UMA POPULAÇÃO. (ALUNOS, PAIS, PROFESSORES)

    NÃO QUEREMOS OS CADERNOS PARA O ANO DE 2011. POR FAVOR, TOMEM PROVIDÊNCIAS.

    REIVINDICAMOS EM NOME DE MUITOS COLEGAS, QUE TEM A MESMA OPINIÃO.

    FABIANA BUENO GOMES MANTOVANI
    LEONILDA PEREIRA DA ROCHA SENO
    MARIA ASSUNÇÃO

    Responder
    • 296. apeoesp  |  13/07/2010 às 23:19

      Prezadas professoras Fabiana, Leonilda e Maria Assunção,
      Vou levar o assunto à diretoria da entidade.
      Bebel

      Responder
  • 297. FABIANA  |  13/07/2010 às 16:54

    NÓS AQUI DE PRSIDENTE EPITÁCIO ESTAMOS DE ACORDO COM O COLEGA ALCIDES LINO CUNHA A RESPEITO DO BANCO NOSSA CAIXA. PRECISAMOS DE PROVIDÊNCIAS IMEDIATAS.

    Responder
  • 298. FABIANA  |  13/07/2010 às 16:56

    QUEREMOS ESCOLHER O BANCO NO QUAL DEVEMOS TRABALHAR COM OS NOSSOS PROVENTOS.POR FAVOR VAMOS NOS MOBILIZAR.

    Responder
  • 299. FABIANA  |  13/07/2010 às 17:00

    BEBEL CONTINUANDO A REIVINDICAÇÃO DAS APOSTILAS…. UM MÉDICO DISSE EM UMA CONSULTA:
    – NÃO É PORQUE SOU MÉDICO QUE TENHO QUE REALIZAR UM PARTO… SENDO ASSIM SOMOS PROFESSORES E NÃO TEMOS OBRIGATORIEDADE DE ACEITAR ESSES CADERNOS DOS ALUNOS. VAMOS LUTAR CONTRA ESSA IMPOSIÇÃO DO GOVERNO.
    FABIANA

    Responder
  • 300. Sueli  |  14/07/2010 às 01:16

    Bebel…

    Tenho uma dúvida em relação a prova dos OFAS realizada ano passado. Acertei 37 questões em exatas e utilizei alguns pontinhos de tempo de serviço para atingir os 40 pontos. Sou categoria L. O que me intriga é os professores categoria F, não precisarão realizar a mesma esse ano, a menos que queira superar a nota, porém não ficou clara o acordo do governo que distinguiam categorias. Ex: o L que utilizou os pontos, fará prova, enquanto o F não. Por favor, poderia me esclarecer.

    Responder
    • 301. apeoesp  |  18/07/2010 às 15:52

      Prezada professora Sueli,
      Os projetos deste governo são todos muito ruins. Esta fragmentação em “categorias’ é abusiva. O professor categoria f, amparado pela lei 1010/07, não precisa mais fazer a prova se obteve a pontuação. Os demais precisam.
      Temos conseguido êxito em alterar professores categoria L para F. Sugiro que procure o departamento jurídico.
      Bebel

      Responder
  • 302. Marisa  |  14/07/2010 às 23:44

    Boa Noite, Bebel !!!

    Há muitos efetivos que farão a Escola de Formação apenas pela grana!!!! Vão escolher e depois declinarão da escolha!!!!!!!
    Que política educacional é essa? As famílias continuarão com os filhos sem aulas????
    O que vc pensa a respeito disso?

    Grata.

    Responder
    • 303. apeoesp  |  18/07/2010 às 15:54

      Prezada professora Marisa,
      Como criticar professores submetidos a condições desumanas de trabalho e baixos salários.
      Nossa luta é por salários justos, carreira decente e condições de trabalho para todos.
      Bebel

      Responder
  • 304. Mara  |  14/07/2010 às 23:45

    Prezada Maria Izabel,
    Apesar de constar ainda no meu questionamento anterior “Your comment is awaiting moderation”, trago mais questionamentos, com base em postagens de outros blogs:

    “Boa noite, colegas!!!

    Conversei com vários efetivos que passaram e eles me disseram que somente farão o curso por causa da grana!

    O governo vai permitir isso?
    Alguém já fez essa pergunta ao pessoal da APEOESP ?????

    A APEOESP não vai protestar?????

    Isso é jogar dinheiro fora!!!!!
    É o nosso mesmo !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! ”

    Agradeço, antecipadamente, a atenção e resposta.

    Responder
    • 305. apeoesp  |  18/07/2010 às 15:57

      Prezada professora Mara,
      A APEOESP não apenas protesta e denuncia, mas lutou desde o primeiro momento contra esta escola de formação dentro do concurso.
      Temos que mudar radicalmente os rumos do nosso Estado.
      Continuamos lutando, mas este governo é fechado ao diálogo e impõe suas medidas sem nenhum tipo de consideração pelos professores, alunos e população em geral.
      O que mais sabem fazer é desperdiçar dinheiro público.
      Bebel

      Responder
  • 306. Edson Conte  |  15/07/2010 às 00:12

    Olá Bebel,

    Você poderia, por favor, me ajudar a elucidar três

    questões ?

    Entrei na rede pública em 2009 e fiz em Dezembro

    do ano passado, a prova dos temporários.

    Passei e consegui na atribuição, 30 aulas na

    disciplina Língua Portuguesa, Recuperação

    Paralela. Assinei contrato na escola por

    um ano letivo e disseram-me que com

    o contrato assinado, minha categoria que era

    L passou para O. Disseram mais, que ficarei

    200 dias sem dar aula em 2011.

    No meu demonstrativo de pagamento está

    escrito: Categoria: contratado L.C. 1093/2009.

    A primeira questão é : Caiu por terra a lei dos

    dos duzentos dias ?

    A segunda é : O fato de ter sido aprovado

    no concurso peb ll mas não convocado

    para o curso de formação, muda minha

    situação na próxima atribuição?

    Qual é minha categoria , afinal?

    Obrigado pela atenção

    Edson

    Responder
    • 307. apeoesp  |  18/07/2010 às 15:59

      Prezado professor Edson,
      Continua havendo a quarentena. Quanto à segunda pergunta, é negativa. A situação permanece a mesma. Sugiro que procure o departamnto jurídico, em função de sua mudança de regime de contratação. Veja se há algo a fazer.
      Bebel

      Responder
  • 308. segisvaldo luiz caldo  |  15/07/2010 às 21:59

    Estamos em uma fúria legiferante, pela SEE, para tumultuar a vida da categoria, portanto que tal uma proposta, que informe e oriente os professores frente os atropelos ofertados pela SEE tucana:criar um fórum aqui na página da Apeoesp, respondido pelo jurídico , afinal seus 50 e tantos advogados e ou estagiários podem e devem prestar esse serviço para a comunidade!

    Responder
  • 309. Mariana Mattos  |  16/07/2010 às 12:44

    Bebel,

    Com a escolha se aula por parte dos professores que passaram no concurso de PEB II, como fica a situação dos professores temporários que estão com essas aula? Perderão o vínculo? Ou esta escolha só se concretizará no final do ano após o curso de formação?
    Estou bastante receosa pois tenho aulas livres que estão no bloco para os ingressantes. Como ficará minha situação?
    Grata pela atenção.

    Responder
    • 310. apeoesp  |  18/07/2010 às 16:12

      Prezada professora Mariana,
      A posse dos concursados se dará apenas em 2011.
      Bebel

      Responder
  • 311. Mara  |  16/07/2010 às 22:43

    Prezada Maria Izabel,
    Alguns professores aprovados, é claro, ficaram animados com a notícia veículada dia 14/06 no blog da APEOSP informando que estariam estudando uma medida a ser proposta tendo em vista o não cumprimento do Edital pela SEE; estamos no dia 16/06 e a escolha em pleno andamento.
    Mesmo não tendo obtido resposta aqui neste espaço a vários questionamentos e nem liberado meus comentários, insisto: em que momento o estudo será finalizado? Após o término da escolha?
    Peço desculpas se sou inconveniente com minha insistência, mas ela se deve ao fato de acreditar que a APEOSP pode e deve ter atitude.
    P.S.: Acredito, ainda….

    Responder
    • 312. apeoesp  |  18/07/2010 às 16:25

      Prezada professora Mara,
      Infelizmente, as coisas não são tão simples.
      Há dúvidas jurídicas sobre o assunto.
      A lei complementar 1094/2009, no seu artigo 7º, § 3º, diz o que segue:

      “§ 3º – A classificação final do concurso decorrerá do resultado obtido pelo candidato na primeira e segunda etapas e somente poderão prosseguir para a terceira etapa os candidatos que obtiverem classificação final equivalente ao número de vagas oferecidas no respectivo edital e que confirmarem o interesse pelas mesmas, em sessão de escolha de vagas organizada pela Secretaria da Educação.”

      A SE fez um edital dizendo o contrário e depois aplicou a lei. Uma bagunça.

      Temos que ter cautela pois não podemos ingressar com ações que se voltem contra os próprios professores, ainda mais sem base legal consistente.
      Bebel

      Responder
  • 313. Mônica  |  17/07/2010 às 01:00

    Gostaria de saber se o jurídico da Apeoesp será capaz de fazer algo por nós ainda este ano, pois sou categoria L e não pretendo ficar fazendo prova todo ano.Apesar de ter tido uma razoável classificação em Filosofia só foram chamados 369, apesar da total falta de professores efetivos na disciplina na Leste II.

    Responder
    • 314. apeoesp  |  18/07/2010 às 16:26

      Prezada professora Mônica,
      Não ficou claro que saída jurídica você pretende.
      Bebel

      Responder
  • 315. apeoesp  |  18/07/2010 às 16:09

    Prezado professor Paulo Sérgio,
    Estamos verificando a situação, para definir que medidas legais é possível tomar.
    Quanto ao Banco do Brasil, estamos fazendo esforços junto à superintendência regional para que essas medidas sejam revertidas, mas estamos encontrando dificuldades já que o banco, embora público, segue as regras do sistema financeiro e visa o lucro de seus acionistas.
    Bebel

    Responder
  • 316. lourival paraibano da costa  |  19/07/2010 às 03:51

    Olá minha competente presidente”Bebel”, bom dia.
    O motivo desa minha msg , é para parabenizá-la pelo seu excelente desempenho profissional frente ao nosso sidicato “Apeoesp”.
    Com meus quase 30 anos de prof.,e aposentado há 6 anos, tenho acompanhado e participado ( como sindicalizado,conselheiro regional baixada santista ) e agora só associado,porém militante.
    Sempre vi como é tão importante as decisões tomadas por esta presidência,em vários momentos. Mais entre eles, quero mais uma vez parabnizá-la por esta intervençao da “Apeoesp” no último conc urso realizado este ano ainda no (primeiro) semestre (Anulando-o) e também na questão referente a atribuição de aulas e a atenção prestada aos colegas “Ofas”
    Siga em Frente minha Presidente e a nossa luta continua..
    Agora e sempre …n ´o s
    Atenciosamente
    Lourival Paraibano da Costa
    mat.62200

    Responder
    • 317. apeoesp  |  19/07/2010 às 14:42

      Prezado professor Lourival,
      Não imagina como é importante para mim, pessoalmente, e para a APEOESP, receber mensagem como a sua.
      Sabemos das dificuldades, e também sabemos que não se colhem resultados tão rapidamente como desejamos e precisamos. Porém, não escolhemos o campo de batalha, nem o adversário. Este governo é duro, intransigente e descompromissado com a educação. Nós, ao contrário, não temos o poder de Estado, mas temos vontade, garra e determinação e não cessamos um minuto de lutar.
      Muito obrigada.
      Bebel

      Responder
  • 318. Edson Conte  |  20/07/2010 às 00:10

    Olá Bebel,

    Esta quarentena é a medida mais injusta e cruel imposta aos

    professores novos, sem vínculo com o Estado. O contrato

    é congelado por 200 dias, justamente para impedir a renovação

    tácita do contrato.

    Não existe a possibildade do Goldmann revogar esta lei?

    Qual a posição da APEOESP?

    Cordialmente

    Edson

    Responder
    • 319. apeoesp  |  20/07/2010 às 12:47

      Prezado professor Edson,
      Concordamos com você, por isso lutamos contra a aprovação desta lei.
      Estamos lutando pela sua revogação. Até a SE reconhece agora que a quarentena causa falta de professores, mas o governo não dá sinais de revogá-la.
      Bebel

      Responder
  • 320. patricia malheiro  |  20/07/2010 às 12:59

    E quanto ao aumento de salario? ficou como? tirei 9,5 e por ter apenas 2 anos e 4 meses na mesma escola e sendo efetiva não tive direito e a apeoesp vem fazendo o que?

    Responder
    • 321. apeoesp  |  22/07/2010 às 10:39

      Prezado professora Patrícia,
      Desde o princípio a APEOESP se manifestou contra e lutou para que esta promoção por “mérito” não existisse. Denunciamos que ela era injusta e que excluiria 80% dos professores e orientamos a categoria a não participar dela. Lutamos por reajuste de salários para todos. Oriento-a a procurar o departamento jurídico da APEOESP para verificar a possibilidade de alguma ação.
      Bebel

      Responder
  • 322. Marcos  |  21/07/2010 às 00:43

    Pessoal, deem uma olhado nesse vídeo. Uma singela homenagem ao nosso governador (e aos professores também).

    Responder
    • 323. Antonio Rijo dos Santos  |  01/02/2014 às 23:47

      Perguntei para o secretario da minha sede, ele não sabe nada sobre rescisão de categoria o com fim de contrato, na verdade ele não sabe nem fazer pagamento de professor categoria o, errou o ano todo no meu pagamento, perdi muitas aulas, procurei a DE de minha cidade e não resolveu nada, acabei desistindo de tudo, quase fiquei loco. Sei que você vai falar procura o departamento Jurídico da sua cidade, mas aqui também não resolve nada.
      E sou associado da apeoesp, mas vou sair fora, saiam todos.

      Responder
      • 324. apeoesp  |  02/02/2014 às 12:44

        Prezado professor Antônio,
        Entendo seu ponto de vista, mas não posso concordar que incentive os professores a deixar a APEOESP por erros cometidos pelo Estado. A APEOESP existe para ajudar o professor a preservar e conquistar direitos, mas não tem o poder de resolver a situação do professor. Isto depende do Estado. Nossa função é pressioná-lo e recorrer ao judiciário, se necessário. Há prazos para isto e a justiça só aceita causas sobre as quais tenham se esgotado a vias administrativas.
        Na última reunião que mantivemos com a Secretária Adjunta, e que divulgamos neste blog e no site da APEOESP, ela comprometeu-se a regularizar tudo até fevereiro. Vamos cobrar este compromisso. Sugiro ainda que você faça um requerimento escrito na escola cobrando este pagamento. De posse da resposta, se não for satisfatória, procure novamente o departamento jurídico.
        Bebel

  • 325. OSEIAS  |  21/07/2010 às 17:47

    Olá Presidenta.
    Em relação ao concurso publico, na prefeitura por exemplo geralmente são chamados todos ou quase todos em até quatro anos, a sra. ,vê a possibilidade de o ano que vem havendo vagas eles continuarem a chamada dos aprovados?.Obrigado, bom trabalho.

    Responder
    • 326. apeoesp  |  22/07/2010 às 10:43

      Prezado professor Oseias,
      Estamos lutando por mais vagas e novas convocações. A SE sinalizou positivamente. Devem ocorrer novas chamadas.
      Bebel

      Responder
  • 327. Emanuel Kjellin Guerreiro  |  21/07/2010 às 23:05

    Me diga uma coisa professora?
    Como fica os casos de deficientes ofas que nao passarm nesta maldita prova dos ofas?
    eles nao terao direito de recorrer?
    Os 5% não sera respeitado mesmo o deficiente nao passar na prova?

    Responder
    • 328. apeoesp  |  22/07/2010 às 21:45

      Prezado professor Emanuel,
      Não há relação entre a não aprovação na prova dos Ofas e o direito á cota de 5% na atribuição. A classificação resultando da prova vale para todos.
      Bebel

      Responder
  • 329. Paulo Sergio do Prado  |  22/07/2010 às 18:22

    Oi Presidenta , sou aposentado por invalidez permanente por infarto no miocárdio tendo feito ponte de safena e mamária e atualmento estou com problemas renais e impossibilitado para o trabalho, recebo atualmente 1.262,98 reais , fui chamado pela dirigente de minha regional que pqssaria á receber 9/35 avos ou seja 325,00 reais o que não da para compra de remédios e despesas fixas que todos temos , fui aposentado em 18/06/2004,Art27/l e 28 Lei 500/74 , sendo que tenho duas faculdades , parei por problema de saúde com seguintes tempos de serviço 8 anos na funçao PBll , 1 ano na escola Paula souza, 9 anos 6meses 3 dias na CESPe mais este tempo que estou aposentado estou com quase 62 anos , o que a apeoesp pode fazer por mim ? estou esperando resposta do 287 e enviando mais estes subsídios . muito grato Sra. Pressidente que sempre nos atendeu muito bem, sinto horado de fazer parte deste sindicato. Deus abençoe a todos .

    Responder
    • 330. apeoesp  |  22/07/2010 às 21:48

      Prezado Paulo Sérgio,
      Por favor, procure o departamento jurídico. É provável que ingressemos com mandado de segurança coletivo.
      Bebel

      Responder
  • 331. Erica Aparecida Pires dos Anjos  |  22/07/2010 às 20:04

    Olá Maria Isabel!
    Ouvi comentarios que a atribuição de aulas 2011, será nas escolas. Essa informação procede?

    obrigada!
    Aguardo resposta

    Responder
    • 332. apeoesp  |  22/07/2010 às 21:36

      Prezada professora Erica,
      Não temos nenhuma informação a respeito deste assunto. Provavelmente não passam de boatos.
      Bebel

      Responder
  • 333. Mara  |  23/07/2010 às 03:01

    Prezada Bebel,
    Recebi e-mail de um dos advogados que assessoram o sindicato segundo ele por determinação sua; após algumas explanações ele fez um questionamento que foi por mim respondido e, de minha parte, fiz outros que considero relevantes e pertinentes. Infelizmente, como eu esperava, não obtive resposta. Fiz a minha parte: respondi tão breve quanto possível; ele optou por não fazer o mesmo. A título de esclarecimento, ele, o advogado, ao fazer o contato representava o sindicato e essa postagem é feita sob os mesmos parâmetros.
    Como não fiz, agora, nenhuma pergunta, não aguardo resposta. Nem mesmo aquela de praxe…
    Obrigada pela sua valiosa atenção.

    Responder
    • 334. apeoesp  |  23/07/2010 às 11:47

      Prezada professora Mara,
      Por favor, encaminhe detalhes desta situação para o e-mail presiden@apeoesp.org.br.
      Obrigada,
      Bebel

      Responder
      • 335. Mara  |  29/07/2010 às 15:15

        Prezada Bebel, sua solicitação foi atendida e o e-mail encaminhado no dia 23/07. Entretanto, parou por aí e não obtive retorno algum. Gostaria, porém de saber: Por que esse pedido? É óbvio que tenho em mente inúmeras respostas, mas acho justo ouvi-las da senhora.

      • 336. apeoesp  |  30/07/2010 às 12:01

        Prezada professora Mara,
        Peço desculpas porainda não ter conseguido verificar a situação,devido a um acúmulo de compromossios. Vou localizar seu e-mail e lhe encaminharei uma resposta.Obrigada,
        Bebel

  • 337. Edson Conte  |  23/07/2010 às 11:28

    Bom dia Bebel!

    Sobre a escola de formação dos professores, gostaria

    de lembrar as palavras do Secretáro da Educação :

    ” Vamos disponibizar um prédio com o nome do

    Governador Franco Montoro, para receber os

    candidatos que passarem pela primeira etapa do

    concurso. Situado nas Perdizes, acomodará os

    professores em salas amplas, com tecnologia

    de ponta,para um curso de quatro meses com

    aulas presenciais. Haverá uma prova eliminatória

    no final do curso.

    Com a prova dos temporários , com o concurso

    público e a criação da escola de formação dos

    professores, declaro extinto o cargo de professor

    eventual”

    Quanta mentira!

    É possivel que o Governador e o Secretário tenham

    se inspirado no romance de Orvell, 1984.

    Só falta a criação da polícia do pensamento e a

    teletela na casa de cada professor da rede, para

    vigiar e punir.

    Responder
  • 338. João Wagner Martins  |  24/07/2010 às 15:05

    Olá Bebel, quero parabenizar pelas ações desenvolvidas pelo sindicato, sei que não é fácil, o governo é extremamente autoritarista e impositivo, um governo que não ouve ninguém e faz apenas aquilo que eles consideram importante, mesmo que desagrade a maioria das pessoas, pois sabemos que são teóricos de gabinete e que não conhecem a realidade in loco do que acontece nas escolas, com isso sofrem os professores, gestores e principalmente os alunos, vivemos uma época em que o governo manipula as ações midiáticas haja vista que possue contrato e assinaturas com os principais meios de comunicação. Mesmo assim confio na sua ação não só na apeoesp como tbém no CNE. Sou professor e tenho mto orgulho e todas as vezes que precisei do sindicato sempre me atenderam e resolveram meus problemas tanto na subsede, quanto na unidade central. Aproveito para divulgar o meu blog http://educandonaacao.blogspot.com sei que e muito ocupado, mas se puder dê uma olhada, acredito que vá gostar. Um forte e carinhoso abraço. Vamos continuar lutando, mas com dignidade, hombridade e carater.

    Responder
    • 339. apeoesp  |  26/07/2010 às 20:26

      Prezado professor João Wagner,
      Muito obrigada pelas palavras de apoio. Continuamos na luta.
      Sucesso!
      Bebel

      Responder
  • 340. Alex  |  25/07/2010 às 02:29

    boa noite Bebel!
    Gostaria de saber se vcs tem alguma posição frente a SEE em relação ao concurso de Peb II se irão ter mais chamadas ou se irão oferecer mais vagas, se isso pode ocorrer este ano ou ano que vem, pois tem muita gente que passou e que não sabe como tudo isso ira acabar, gostaria tambem de saber se a apeoesp está fazendo algo sobre este concurso que pelo jeito irá dar o nosso dinheiro para gente que não irá assumir, gente que ainda esta cursando a graduação e pessoas que só querem assumir o mínimo de aulas possível pois tem outros cargos ou empregos tornando a educação como um bico.
    sem mais.
    muito obrigado pela atenção

    Responder
    • 341. apeoesp  |  26/07/2010 às 20:33

      Prezado professor Alex,
      Infelizmente, da forma como foi aprovada, a LC 1094/09 dá margem para esse tipo de manobra do governo, que temos denunciado. Na época lutamos muito para que essa Escola de Formação não fosse aprovada como foi. Temos que lutar agora por uma mudança estrutural no estado de São Paulo, que acabe de vez com esse tipo de política e coloque a educação pública como verdadeira prioridade.
      Bebel

      Responder
  • 342. EDNA  |  25/07/2010 às 21:23

    Olá Bebel. Gostaria de saber o que a Apeoesp está fazendo com relação as disciplinas com número par de aulas em cada série, o que não permite carga de 33 aulas semanais. Não consegui aumentar minha jornada, tendo que ficar com carga suplementar. Estou para me aposentar dentro de três anos e terei que sempre optar por carga suplementar? Como ficará a situação dos professores de Química, Física e Química? Nem carga suplementar temos garantida, com o ingresso dos novos, com jornada de 10 aulas. Não é justo não podermos optar pela jornada máxima e termos que ficar em 3, 4 ou até 5 escolas`? O que a Apeoesp está fazendo? Terei garantida minhas 32 ou 33 aulas no próximo ano?

    Obrigada e um abraço.

    Responder
    • 343. apeoesp  |  26/07/2010 às 20:37

      Prezada professora Edna,
      Respondi em comentário anterior.
      Bebel

      Responder
  • 344. JOSE RICARDO MARTINS PINTO  |  26/07/2010 às 12:08

    Na última sexta-feira, dia 16 de julho, a lei 11.738/2008 que prevê o pagamento do Piso Salarial Profissional Nacional (PSPN) para os profissionais de educação básica completa dois anos. A criação da lei foi uma vitória para os trabalhadores em educação, resultado da luta por melhorias na carreira. A norma estabeleceu que a partir de 2009 nenhum professor da rede pública poderia ganhar menos que o piso nacional. Mas dois anos depois, eles ainda enfrentam o desafio da implementação do que está previsto na legislação. Agora vamos transpor esta dificuldade aos funcionários de escola. A aprovação da lei 12.014/2009 que trata da profissionalização dos funcionários de escola será transformada em LETRA MORTA da mesma forma que a lei do piso salarial. Como podemos notar os trabalhadores em educação ainda terão uma longa caminha em direção à valorização profissional com Piso Salarial, Plano de Carreira e Formação Continuada. Em especial a pobre categoria dos funcionários de escola. As notícias divulgadas nos jornais todos os dias, vistas por muitos de nós como contingência de um sistema, ou seja, como algo contra o qual não adianta lutar, constituem a base e a referência para esse exame minucioso. O jornalista Gilberto Dimenstein, classifica o brasileiro como um “O Cidadão de Papel”. O Brasil, uma das maiores economias do planeta é, ao mesmo tempo, um dos lugares mais socialmente injustos para se morar e trabalhar. Temos leis que na pratica não funcionam. O que temos na verdade é um grande vazio principalmente no bolso e no estomago de quem trabalha. Brasil, país do futuro?

    Responder
    • 345. apeoesp  |  26/07/2010 às 20:43

      Prezado professor José Ricardo,
      As coisas não são bem assim. Para os professores de São Paulo e alguns outros estados, é verdade, a lei do piso ainda não alterou muita coisa, mas para milhares de professores de muitos outros estados e municípios muita coisa mudou.
      Quanto aos funcionários de escola, a lei 12.014 já gerou as diretrizes nacionais da carreira dos funcionários da educação, que aguarda homologação do ministro da Educação e dá base para que os funcionários exijam de seus sistemas de ensino planos de carreira e formação condizente com o seu reconhecimento como profissionais da educação.
      Finalmente, não considero que Dimenstein, pela conhecida proximidade com o PSDB, seja uma referência válida para que possamos aquilatar os avanços, embora ainda insuficientes, que nosso país vem experimentando.
      Bebel

      Responder
  • 346. Fabiana  |  30/07/2010 às 22:54

    Olá Bebel!
    Ano político as convocações começaram… Nessa semana o diretor e o Pc das UEs estarão em SP/ Capital…há um cronograma no Diario Oficial, o discurso deverá ser bonitooooo… É pelo menos estranho 4 anos sem chamá-los em SP/ Capital e agora estão sendo convocados. Esse governo é brincadeira…. o duro é que tem colega que vota…

    Responder
  • 347. Cristina  |  31/07/2010 às 22:49

    Querida Bebel, por favor me esclareça: Participei do processo seletivo do ano passado, fui aprovada atingindo 50 pontos, ou seja, mais que a metade da prova. posso fazer o processo novamente? essa nota pode ser acumulada á um outro resultado´?
    Desde já agradeço a atenção.

    Responder
    • 348. apeoesp  |  01/08/2010 às 13:55

      Prezada professora Cristina,
      Não é necessário, mas você pode fazer a prova novamente. Pode escolher melhor nota.
      Bebel

      Responder
  • 349. EDNA  |  01/08/2010 às 20:54

    Olá Bebel. Gostaria de saber o que a Apeoesp está fazendo com relação as disciplinas com número par de aulas em cada série, o que não permite carga de 33 aulas semanais. Não consegui aumentar minha jornada, tendo que ficar com carga suplementar. Estou para me aposentar dentro de três anos e terei que sempre optar por carga suplementar? Como ficará a situação dos professores de Química, Física e Química? Nem carga suplementar temos garantida, com o ingresso dos novos, com jornada de 10 aulas. Não é justo não podermos optar pela jornada máxima e termos que ficar em 3, 4 ou até 5 escolas`? O que a Apeoesp está fazendo? Terei garantida minhas 32 ou 33 aulas no próximo ano?

    Obrigada e um abraço.

    OBS. Prezada Bebel, enviei o email acima e vc disse ter respondido em comentário anterior. Li todos e não encontrei nada a respeito. Por favor, estou aguardando um retorno, pois estou aflita com relação a minha situação o ano que vem, já que este ano estou em três escolas (com 23 anos de magistério) e não consegui mudar minha jornada para 33 aulas.
    Aguardo ansiosa e um grande abraço e admiração.
    Edna

    Responder
    • 350. apeoesp  |  02/08/2010 às 20:01

      Prezada professora Edna,
      Tratamos do assunto com o secretário da Educação. Ele concordou com a reivindicação, mas é necessário um projeto de lei complementar. A SE se comprometeu a enviá-lo à Assembleia, mas, em an o eleitoral, dificilmente será votado ainda neste ano. Obviamente, vamos pressionar para que a situação se resolva raopidamente.
      Bebel

      Responder
      • 351. EDNA  |  04/08/2010 às 01:26

        Obrigada pelo retorno. Mas não podemos deixar para o ano que vem e sermos prejudicados outra vez. O que nós, professores da área, podemos fazer para pressionar a SE? Abaixo assinado, recurso, gostaria de ser orientada. Vamos fazer um movimento!!

      • 352. apeoesp  |  04/08/2010 às 12:55

        Prezada professora Edna,
        Em todos os contatos que fazemos com o secretário, cobramos dele a iniciativa. O maior problema é que a lei tem que ser aprovada na ALESP. Acho que um abaixo-assinado pode ser uma saída. As pessoas afetadas também podem enviar mensagens e telefonar para a SE pressionando. Vamos voltar a cobrar do secretário.
        Bebel

  • 353. OSEIAS  |  04/08/2010 às 00:41

    Olá Presidenta,
    Hoje a diretora fez uma uma reunião conosco falando do aluno dos segundose terceiros anos do E.M.que entermediará reforço de matemática para para alunos de 5s,6s,E.F.o aluno intermediador ganhará bolsa de 115,00 e os pupilos(participantes) ganharão 50,00.Isto é legal?Qual o posicionamento do sindicato?Um abraço.Lembrando que a circular veio da SEE.

    Responder
    • 354. apeoesp  |  04/08/2010 às 12:51

      Prezado professor oseias,
      Veja texto que publiquei aqui no blog e enviei a toda a imprensa em 03 de agosto.
      Bebel

      Responder
  • 355. luiz  |  04/08/2010 às 21:49

    boa tarde.
    eu gostaria de saber se vai ter provas dos ofas esse ano.
    também gostaria de saber quem atingir a nota maior que 50% na prova do merito não precisa fazer a prova do OFA só se for para melhorar a classificação isso é verdade pois eu andei lendo em alguns decretos.
    esses 50% equivale quanto.

    muito obrigado.

    Responder
    • 356. apeoesp  |  05/08/2010 às 14:22

      Prezado professor Luiz,
      Por ora, haverá a prova.
      Quanto à nota da prova de mérito, vale para os categoria F, seja para ser dispensado da prova, seja para melhorar a nota. A nota tem que ser superior a 5,0.
      Bebel

      Responder
  • 357. luiz  |  05/08/2010 às 17:34

    Bel muito obrigado pela informação.
    fica com Deus.

    Responder
  • 358. OSEIAS  |  06/08/2010 às 00:24

    Boa noite.
    Embora a Sra tenha me respondido a várias questões sobre a prova dos Ofas, temos dúvidas na seguinte questão:
    O prof (F )que através da resolução conseguiu mesclar tempo de serviço mais nota de prova até atingir 40 pontos e ,este mesmo professor passou no concurso (não foi chamado), poderá substituir a nota do concurso pela nota da provinha, já que o resultado do concurso foi melhor?Agradeço a paciencia.
    Tenha uma boa noite.OSEIAS.

    Responder
    • 359. apeoesp  |  06/08/2010 às 11:15

      Prezado profesor Oseias,
      Sim, poderá. A SE vai definnir os procedimentos.
      Bebel

      Responder
  • 360. TADEU  |  08/08/2010 às 11:09

    Oi Bebel.

    Gostaria de aproveitar a oportunidade para cumprimentá-la pelo bom trabalho que vêm realizando a frente da APEOSP. Quero também saber seu parecer a respeito do seguinte tema: Os moldes do curso de formação foram alterados durante a vigência do concurso, ou seja,o curso seria realizado na modalidade presencial e a distancia e posteriormente foi alterado para a modalidade exclusivamente a distancia.A minha duvida é a seguinte : caso haja reprovações caberá mandado de segurança?

    Abraços,

    Tadeu

    Responder
    • 361. apeoesp  |  08/08/2010 às 13:55

      Prezado professor Tadeu,
      A SE dirá que não é excusivamente a distância porque ocorrerão 3 encontros presenciais.Tenho dúvidas se há base legal para alguma ação, por esse motivo.
      Bebel

      Responder
    • 362. apeoesp  |  08/08/2010 às 13:55

      Prezado professor Tadeu,
      Muito obrigada.
      A SE dirá que não é excusivamente a distância porque ocorrerão 3 encontros presenciais.Tenho dúvidas se há base legal para alguma ação, por esse motivo.
      Bebel

      Responder
  • 363. Rodolfo  |  09/08/2010 às 21:28

    Caro jornalista,
    Envio esta mensagem para denunciar a situação vivida pelos professores e alunos da União das Instituições de Ensino do Estado de São Paulo – UNIESP.
    Até a presente data, os salários e as férias referentes ao mês de julho estão atrasados. Não houve por parte da Instituição, qualquer tipo de comunicado, demonstrando todo o descaso com seus “colaboradores” e alunos. No dia de hoje, as aulas foram suspensas em virtude deste fato.
    Os professores entraram em contato com o sindicato da categoria (SINPRO) e constata-se algo estranho, com comentários do tipo:
    “É melhor o professor procurar outro emprego, pois senão irá ficar no prejuízo.”
    “Existem várias denúncias contra esta faculdade, mas não há nada que possamos fazer.”
    “Não podemos enviar representantes, pois isso é caso perdido.”

    Destes comentários e baseado no comportamento e notícias veiculadas no site do sindicato, podemos chegar a duas conclusões iniciais: ou o sindicato não representa os professores da maneira como deveria ou representa apenas perante algumas empresas. Existem notícias diversas no site do sindicato “denunciando” práticas em vários estabelecimentos, mas nenhuma referente a empresa referida (Uniesp). A Uniesp é alvo de várias ações de Ministério Público do Trabalho, conforme pode-se verificar pelo link que segue http://www.jusbrasil.com.br/noticias/2095510/uniesp-e-executada-pelo-mpt-em-quase-r-50-milhoes
    Interessante notar que nenhuma dessas ações tem se mostrado eficaz contra as práticas ilícitas denunciadas. A instituição parece estar acima da lei, talvez pelo ótimo relacionamento que seus proprietários mantêm nas altas esferas do poder. http://blogdoprotogenes.com.br/?p=1909

    A atitude de enviar este e-mail, vincula-se a nosso sentimento de total abandono por parte dos órgãos que representam os professores e, ao mesmo tempo, tem o caráter de divulgar junto a opinião pública os rumos tomados na educação superior do país. Aliás, muito dinheiro público tem sido investido neste tipo de faculdade, seja através de bolsas de estudo do FIES ou de bolsas e “descontos” dados a funcionários públicos municipais e estaduais.

    Além das questões trabalhistas que vem sendo desrespeitadas de forma diuturna (depósitos não efetuados de FGTS, remuneração diferente para igual função, atraso de férias e 13o salário, abuso moral, etc) os alunos encaram a falta de infra-estrutura dos prédios “comprados” sabe-se lá com que dinheiro, não tendo por muitas vezes, nem banheiros que possam utilizar.

    Obviamente o envio de mensagem deste teor deve ser investigada, principalmente em ano eleitoral, mas adianto não ter vinculação a qualquer partido político ou órgão governamental. Gostaria apenas de pedir ajuda na divulgação de nossas condições de trabalho, pois não temos mais a quem recorrer. Além disso, acredito que seja pauta extremamente importante, ainda mais quando se considera o gargalo atual e previsto com relação a mão de obra qualificada perante o crescimento econômico do Brasil. Em quais condições tem sido formados os novos profissionais? Quais as condições enfrentadas pelos mestres e doutores já formados em nosso país, os quais são obrigados a trabalharem em instituições do tipo da citada? O campo do ensino pode ser considerado ainda um bom mercado de trabalho?

    Além destas questões estruturais, o que peço é a divulgação destes fatos, pois torna-se nossa última esperança de solução do problema!!!

    Muitíssimo grato pela atenção, aproveito a oportunidade para reiterar votos de consideração e apreço,

    Atenciosamente,

    PS: Gostaria de pedir sigilo com relação a meu nome. Estou denunciando fato grave e, infelizmente em nosso país, as reprimendas costumam vir a cavalo. Todos os fatos podem ser conferidos com profissionais da instituição, no sindicato ou mesmo no Ministério do Trabalho. Por estar ainda vinculado a faculdade e certo de enfrentar a ira de pessoas bem relacionadas e poderosas, peço-lhes este obséquio.

    Responder
  • 364. Dinah  |  10/08/2010 às 14:36

    Oi Bebel. Primeiramente quero parabenizá-la pelo trabalho. Sou sócia há 24 anos e sempre participo dos movimentos do sindicato. Gostaria de saber se podemos entrar com uma ação contra a secretaria da educação para termos garantida nossa jornada integral (33 aulas). Sou professora de química e o número de aulas em cada série é 2, perfazendo 32 horas aula. A secretaria não tem que garantir esta jornada para os professores que optam por ela, já que foi a própria secretaria quem estabeleceu as jornadas? Tenho 20 anos de magistério, sou a primeira a escolher em minha escola.
    Por favor, preciso de orientação para entrar com uma ação, antes da atribuição do próximo ano.

    Obrigada e um grande abraço

    Dinah

    Responder
    • 365. apeoesp  |  11/08/2010 às 02:52

      Prezada professor Dinah,
      Pelo que fui informada, não há base legal para a ação, pois a lei é falha e não prevê esta jornada. A solução é um novo projeto de lei que a SE já se comprometeu a enviar à Assembleia ainda neste ano.
      Bebel

      Responder
      • 366. Dinah  |  14/08/2010 às 18:24

        Espero que a Apeoesp cobre da assembleia, para que não caia no esquecimento e, no ano que vem, mais uma vez, sejamos prejudicados. Por favor.
        Obrigada
        Edna

      • 367. apeoesp  |  15/08/2010 às 14:49

        Prezada professora Dinah,
        Primeiro, o governo tem que enviar o projeto para lá.
        Bebel

      • 368. Dinah  |  21/08/2010 às 20:29

        Então Bebel, espero que a Apeoesp continue cobrando do governo,.
        Um abraço

      • 369. apeoesp  |  22/08/2010 às 11:19

        Prezada professora Dinah,
        É o que continuaremos fazendo.
        Bebel

  • 370. Maricell  |  10/08/2010 às 21:32

    Bebel, gostaria de saber quala postura da Apeoesp em relaçãp ao “Projeto Piloto” da Secretaria da Educação, onde, alunos do 2º e 3º anos do Ensino Médio atuarão como “tutores de Matemática” dos alunos de 6ª e 7ª séries do Ensino Fundamental e, para tal, receberão uma bolsa mensal por 3 meses, além da premiação de
    $ 50,00 aos alunos que participarem “direitinho” do programa.
    Um outro questionamento meu (e de muitos outros colegas) é sobre os problemas que nós, funcionários públicos, passamos a ter a partir da venda da Nossa Caixa para o Banco do Brasil Regras mudaram e a maioria está descontente como o atendimento que ora estamos tendo no BB.
    Atenciosamente,
    Maricell

    Responder
    • 371. apeoesp  |  11/08/2010 às 02:54

      Pezada professora Maricell,
      Somos contra. Veja matéria sobre este assunto no blog: “Mais desperdício de dinheiro público na educação paulista”.
      Bebel

      Responder
  • 372. Leandro B. A  |  11/08/2010 às 06:11

    Olá presidenta, tudo bem?
    Por favor me tire mais uma duvida.
    Estava segunda-feira, angustiado, pela situação em que me encontro atualmente, devido provavelmente neste ano de 2011 não poder ir à atribuição de aulas, por ser de categoria “O”. Então uma professora, muito amiga minha, me disse: “Por que esse essa expressãono teu rosto amigo?”, foi então que a expliquei toda a minha situação: “Passei no concurso para efetivação, mas no entanto não fui chamado e sou categoria “O”, ano que vem viverei ao “Deus dará” quem sabe em outra profissão”. Foi quando ela riu da minha situação e me disse. “Meu caro, você não está sabendo?! Ano que vem não existirá mais estas categorias todas, será por pontuações, saiu até no jornal, não lembro a data, mas trarei para você”. E logo em seguida ela me disse a respeito da minha disciplina, que é de filosofia, disse não haver muitos pofessores por ser componente ressente do ensino médio, disse também que o concurso deste ano foi prorrogado sua validade por 4 anos, então significaria que eu nãoficaria de fora. Pois bem, queria por favor, que da sua parte querida presidenta, se você pudesse me dar umas esclarecidas. Fico muito grato pela sua atenção e me despeço de coração com muito carinho.
    Leandro

    Responder
    • 373. apeoesp  |  13/08/2010 às 11:03

      Prezado professor Leandro,
      Provavelmente o concurso atual não será prorrogado por mais dois anos, mas haverá novas chamadas.
      Em relação à extinção dessas “categorias’ queo governo criou, lutamos por isso, e a lógica indica que elas devem acabar mesmo, mas não há nenhuma indicação oficial de que isto venha a ocorrer, se continuar essa mesma linha de governo. Em outubro, temos o poder de mudar isso.
      Mantenha-se tranquilo e otimista, que as coisas se resolverão. estamos juntos.
      Bebel

      Responder
  • 374. Maycon  |  12/08/2010 às 03:54

    Bebel, gostaria de saber, como ficou a situação da “quarentena” da categoria “o” ela foi revogada ou não? mudou alguma resolução ou não? Se eu atribuir aula esse ano, ano que vem vou ficar 200 dias sem poder dá aula?

    Responder
    • 375. apeoesp  |  13/08/2010 às 11:24

      Prezado professor Maycon,
      Por enquanto, não há sinal de mudança.
      Bebel

      Responder
  • 376. João Wagner  |  16/08/2010 às 03:30

    Olá Bebel, escrevi esse texto para o meu blog, mas acho interessante divulgar, se puder publicar agradeço.
    Abraço – João Wagner
    Blog Educando na ação
    http://educandonaacao.blogspot.com

    A vergonha da Educação Paulista – Programa MULTIPLICANDO DINHEIRO PÚBLICO
    Sinto vergonha de ser professor. O programa Multiplicando Saber deveria chamar MULTIPLICANDO DINHEIRO PÚBLICO. O governo com certeza continua desviando o foco. O cerne desse processo e a relação professor e aluno. Claro que os alunos podem e devem ajudar as outras pessoas, mas dentro de uma situação normal, prevista inclusive na relação ensino e aprendizagem. Isso e desvio de culpa.
    Mais uma vez a culpa recai no professor, que sofre com tanta falta de infraestrutura, dignidade, materiais, espaços de aprendizagem, e agora a SALVAÇÃO MILAGROSA, é o aluno que tem um pouco mais de conhecimento para ensinar as outras crianças. O governo então deveria repensar todo o alarde e positivo que foi a carga horária de recuperação atribuída no começo do ano para os professores de língua portuguesa e matemática. Pergunto: eles não estão na escola com essa função? se não esta dando certo, pq continua com o erro? não seria a hora de capacitar ainda mais esses profissionais? Pq mais uma vez o governo não pensa na tão e necessária QUALIDADE NO ENSINO dando condições de trabalho. Melhorando o salário. Quem sabe os professores send0 mais respeitados terão uma melhor auto-estima e com isso um melhor resultado no espaço escolar.
    A educação paulista mais vez ERRA e muito, com essa política a curto prazo sem objetivar ganhos a médio e a longo prazo, afinal de contas educação não combina com pastel, que é pedido e servido na hora. EDUCAÇÃO SE CONSTRÓI com respeito, com qualidade e condições na escola e claro com melhores salários.
    Esse programa e mais um erro desse governo que há 16 anos consegue cada vez mais piorar o sistema paulista de educação pública. E quero deixar claro que é análise desse período, antes que pensem que estou aqui a fazer propaganda política. É só olhas todos os descaminhos da educação paulista, com tantos programas e legislações que são feitas e votadas na calada da noite e muitas com erros que hoje o próprio governo com o minímo de humildade reconhece.
    Outra coisa, dar bônus para coordenador. Isso significa compra? o coordenador é um profissional sério, não é mercadoria que se deixa levar por essa MISÉRIA, pq não valoriza esses profissionais com aumento de salário, que a função vire cargo e com isso concurso público. Além de ter que carregar a escola com todo o fardo que já tem, agora tem que conseguir a meta de alunos, para ganhar o BÔNUS. E o pior se não conseguirem seguir a cartilha do Estado ainda podem perder sua função.
    Pq para quem não sabe Coordenador pedagógico é uma função e quem escolhe é o diretor e o supervisor, com isso, ele pode ser ótimo, super profissional, mas se não seguir ao pé da letra a cartilha da SEE pode estar fora e nem pense em discordar.
    Então, faço mais uma pergunta. Como desenvolver criticidade nos alunos, se os profissionais da educação são limitados no desenvolvimento da sua criticidade? É uma pena, essa é a política de educação, que mais uma vez da bola fora. Professor, coordenador mais uma vez meu respeito pelo difícil trabalho que vcs tem nas escolas públicas de São Paulo. Acreditem, vcs são vitoriosos.

    Responder
    • 377. Maricell  |  16/08/2010 às 20:15

      João Wagner, parabéns pelo artigo “A vergonha da Educação Paulista – Programa MULTIPLICANDO DINHEIRO PÚBLICO”
      É realmente “uma vergonha” os rumos tomados pelo governo psdb com respeito à Educação e aos seus professores e funcionários. O pior é que haja ainda os que aplaudam.
      Abraços,
      Maricell/Bauru

      Responder
  • 378. Maricell  |  16/08/2010 às 21:01

    Sobre o BB, a verdade Bebel, é que, enquanto a Nossa Caixa Nosso Banco, era uma instituição financeira que tinha como principais clientes nós, funcionários públicose e que, por essa razão, éramos tratados como clientes VIPS, o Banco do Brasil tem como principais clientes as grandes e médias empresas e empresários, que geram para tal instituição muito mais lucros que nós com nossos miseraveis salários. Para o BB somos a ralé. E atenção: esse fato está gerando revolta na maioria dos funcionários que recebem seus míseros salários por lá e que atribuem (indevidamente) ao Governo Federal o fato das regras terem mudado para os antigos clientes da Nossa Caixa.
    Inclusive já ouvi, nas imensas filas que se formam nas agências, pessoas dizendo que não votariam no PT por conta de tais mudanças, “pois o BB é do governo Lula” Considero tal alegação um disparate, mas é o que parte do povo pensa.
    Abraços,
    Maricell

    Responder
  • 379. OSEIAS  |  18/08/2010 às 21:28

    Boa noite presidenta, sob a URV, quando o professor entra com a ação, podera assumir concurso , já que el entrou c processo contra o estado não ficaria impedido?
    Até mais.

    Responder
    • 380. apeoesp  |  19/08/2010 às 11:24

      Prezado professor Oseias,
      De forma alguma. você não pode ser impedido de assumir em razão da ação que move contra o Estado.
      Bebel

      Responder
  • 381. Giovani Santos  |  19/08/2010 às 15:35

    Senhora Presidenta :

    Parabéns e muito obrigado por todo o seu esforço e dedicação na defesa dos interesses da categoria.Deus lhe abençoe.
    Estive pensando em algo quer pudesse ajudar a categoria diante de tantas negativas a pedidos de licença junto ao DPME. Então postei essa mensagem num site :

    Caros colegas professores e demais funcionários públicos do Estado de São Paulo :

    Todos vocês são excelentes profissionais,que com muito esforço e dedicação,muitas vezes sem um salário que faça juz a toda essa dedicação,estão todos os dias nas escolas,nos hospitais,nas delegacias de polícia, nos fóruns,em tantas secretarias, etc… Parabéns pelos relevantes serviços prestados.
    Ora,para sobrevivermos,dependemos de salário que nos é pago pelo governo do Estado,e,ao entrarmos para o serviço público,passamos a ter como instituição previdenciária o SPPREV, antigo IPESP.
    Infelizmente,ao entrarmos para o serviço público,esquecemos, a maioria de nós,de continuarmos a contribuir com o sistema previdênciário oficial nacional, o INSS. Se passarmos, todos nós, a contribuir paralelamente com o INSS,nos casos de nossos momentos de doença,incapacidade temporária ou permanente,aposentadoria por idade ou tempo de contribuição,etc…Estariamos então amparados por mais de um sistema previdenciário,o que de certa forma minimizaria nosso sofrimento diante de tantas negativas do DPME !! Com tantas queixas de tantos colegas que estão tão embasadas por atestados e laudos, e mesmo assim o DPME negar licenças e aposentadorias, se faz necessário que nos embasemos também em um outro sistema previdenciário.
    Não é tão caro assim por mês…Numa contribuição mínima de 11% sobre o valor do salário mínimo (( que atualmente é de R$ 565,00 )) o que daria então R$ R$ 62,15 por mês, estariamos livres de tantas ” surpresas ” as quais somos submetidos pelo DPME. Além do que, se você quiser contribuir para ter uma cobertura maior por parte do INSS é só contribuir com 20% sobre o valor que gostaria de ter como assegurado como benefício até o limite de aproximadamente R$ 3.500,00
    Filiemo-nos, todos nós, ao INSS…é para nosso próprio bem para não passarmos necessidades quando das negativas do DPME. Abraços…E boa sorte !!!

    Abraços…!!!

    Responder
  • 382. GUIOMAR  |  23/08/2010 às 02:45

    Olá Bebel

    Não sei se você poderá me responder a esta dúvida:
    Sou cat. F, na prova classificatória obtive 32 ponto e mais o tempo de serviço que era acima de 2000 pontos consegui me classificar e participar da primeira atribuição da cat. F . Fiz a prova de mérito e obtive 5,8 pontos . No meu caso terei que fazer a prova classificatória novamente este ano de 2010?
    Desde de já agradeço a atenção
    Abs
    Gui

    Responder
    • 383. apeoesp  |  23/08/2010 às 03:04

      Prezada professora Guiomar,
      Você não precisa fazer a prova novamente.
      Bebel

      Responder
  • 384. juliano  |  24/08/2010 às 01:04

    A SENHORA NÃO CONSEGUE RESPONDER SOBRE A SITUAÇÃO DAS CLASSES DE PROFESSORES QUE NÃO PODERÃO MINISTRAR AULAS ????????

    Responder
    • 385. apeoesp  |  24/08/2010 às 03:33

      Prezado professor Juliano,
      Não entendi a sua pergunta.
      Bebel

      Responder
  • 386. Prof. Hamilton  |  25/08/2010 às 13:06

    O Saresp e a educação para o adestramento

    Quem trabalha na educação em São Paulo irá se identificar com essa mensagem.

    “No dia 16 de agosto, segunda-feira última, todas as escolas estaduais paulistas paralisaram as suas atividades regulares para se dedicarem à preparação da prova Saresp. A principal pauta das reuniões relacionou-se a como atingir as metas. Segundo a política educacional vigente, a da educação meritocrática, os índices estatísticos são o parâmetro da qualidade da educação.
    De acordo com o discurso oficial, o objetivo do dia foi organizar as escolas a fim de melhorarem a qualidade do ensino. Nada mais falso. As escolas foram induzidas a motivar e a treinar os alunos para a prova, a partir de um sem-fim de videoconferências e de análises de dados estatísticos. Muito pouco, ou quase nada, foi discutido sobre como fazer os alunos a aprender mais e melhor. A questão era: aumentar o IDESP.
     Os encaminhamentos de diversas reuniões confirmam isso. Muitas escolas se organizaram para ações como: o estabelecimento de uma rotina de provas de múltipla escolha e, até mesmo, de simulados de Saresp a fim de acostumar os alunos a esse tipo de exame; a realização de reuniões com os pais de alunos para convencê-los da “importância” do Saresp; a oferta de premiações das mais variadas aos que fizerem a prova, desde pontos extras no bimestre até à sedução gastronômica de lanches especiais no dia do Saresp! Para não dizer das sugestões de fraude, como a de selecionar os melhores alunos para fazer a prova.
    Ainda que uma parcela diminuta do professorado tenha aderido ideologicamente à meritocracia, a grande maioria dos professores sabe que não é a qualidade de ensino que está em questão nessa política. Enquanto não forem resolvidos problemas estruturais como a inexistência de infra-estrutura adequada, o número insuficiente de profissionais, as precárias condições de trabalho, os péssimos salários, não haverá melhoria real na educação.
    O que explica as escolas se mobilizarem para o Saresp é o fato dos índices serem o critério da bonificação. É uma adesão comprada, que ganha força na medida em que o arrocho salarial cresce ano a ano. O mesmo mecanismo também está presente na promoção por mérito.
     Outro fator que empurra as escolas ao Saresp é a coordenação pedagógica ter de cumprir a função de representação da política oficial nas escolas. Os coordenadores que não se submetem vivem sob a constante ameaça de ter a sua designação cessada.
    Enquanto algumas empresas – que se dizem escolas – existem exclusivamente para o vestibular, as escolas públicas estão sendo transformadas em cursinhos preparatórios para o Saresp. Para essas empresas a busca de metas – a quantidade de aprovados nos vestibulares – é determinante para a realização de lucros para seus donos. Como a escola pública não gera lucros (ainda não) a implementação de uma política de metas cumpre outros objetivos.
     Um deles é a geração de índices que possam ser usados como propaganda política e eleitoral dos governantes. O objetivo mais perverso, no entanto, é o adestramento dos alunos para o cumprimento de tarefas. Esse adestramento é parte fundamental de uma educação que visa fazer dos alunos pessoas que aceitem a ordem vigente, a da dominação de poucos sobre muitos. É uma educação burocrática e desumanizadora que retira o sentido da docência transformando professores em treinadores para exames e afasta a escola pública do seu papel de formar alunos numa perspectiva crítica, cidadã e libertadora.”

    Responder
  • 387. Paulino Arbano Ramos  |  26/08/2010 às 16:31

    Sra Presidenta, gostaria de saber por que o nosso sindicato não toma uma providência louvável para tentar barrar a municipalização ou melhor COMPARTILHAMENTO das ESCOLAS de JANDIRA, uma vez que faltam creches e Pré-escolas para atender as crianças que não se encontram em idade para 1ª a 4ª série. Como pode não haver uma investigação sobre esse fato, uma vez que a determinação legal é que o município tenha dado conta de atender primeiro creches e Pré-escolas? Como podem querer compartilhar as poucas séries que restamdo Ensino Fundamental. Eles, sem atender creches e Pré-escolas já compartilharam as 1ª e 4ª séries que estavam na responsabilidade do Governo do Estado, e agora, surgem denúncias fidedígnas de pessoas que trabalham na prefeitura de que o Prefeito e o Secretário de Educação deste município pretendem compartilhar do 6º em diante… Precisamos de respostas aos ataques do PSDB em Jandira, os professores já estão até pedindo remoções por conta dos boatos de compartilhamento.

    Até quando vamos continuar sendo enxotados, jogados de um canto para outro sem dar uma resposta a altura que merecem o secretário e o prefeito deste município? Solicito resposta! Obrigada…

    Responder
    • 388. apeoesp  |  27/08/2010 às 10:33

      Prezado professor Paulino,
      A APEOESP tem lutado em todas as regiões contra a municipalização do ensino e por mais creches e pré-escolas. Pessoalmente, tenho percorrido o estado nessa luta. cabe à subsede local organizar a luta e, sendo convidada, estarei presente em todos os momentos.
      Bebel

      Responder
  • 389. Paulo Azevedo Gomes  |  27/08/2010 às 00:51

    Oi Bebel, tudo bem?
    Viu, me tire outra duvida, categoria O pode dar aula como eventual pelo menos? Me refiro no período da quarentena? Se não, posso virar mendigo? O governo, pelo menos, permite isto em lei?
    E se caso mendigar neste ano de 2011 em 2012 ficarei de quarentena?
    Obrigado e desculpe as ironias, mas é que a educação neste Estado está uma comédia, rende um bom stand up.

    Responder
    • 390. apeoesp  |  27/08/2010 às 14:14

      Prezado professor Paulo,
      Tudo bem, bom humor é fundamental.
      Entretanto, o professor categoria “O” não pode dar aulas nem como eventual no período de quarentena, porque para dar aulas precisa de contrato, ainda que como eventual.
      A quarentena é de 200 dias corridos a contar do desligamento do servidor.
      Precisamos mudar tudo no estado de São Paulo.
      Bebel

      Responder
  • 391. Maricell  |  27/08/2010 às 01:09

    Bebel, gostaria que lesse a informação abaixo que recebi por e-mail, pois se o SINDASP está movendo essa ação, nós também podemos reivindicá-la, pois são situações idênticas. Tive, inclusive, informação que há pessoas que ja receberam.
    Abraços,
    Maricell

    //AÇÃO – o Departamento Jurídico do Sindasp orienta aos associados interessados em ingressar com ação de restituição previdenciária dos 5% sobre as gratificações transitórias (GAP, GSAP e ALE), a formarem grupos e entrarem em contato com o jurídico do Sindicato.

    DOCUMENTAÇÃO – holerite dos últimos 5 anos.

    CONTATO: Departamento Jurídico
    (18) 3222-1661

    E-mail: juridico@sindasp.org.br jelimar@sindasp.org.br

    Sindasp alerta agentes para restituição de 5%
    Publicado por Sindasp em 30/7/2008 (2205 leituras)
    Servidores que pagaram, entre junho 2003 e junho de 2007, a chamada contribuição previdenciária extra, poderão obter restituição através da Justiça.

    Durante quatro anos, a taxa de 5%, foi cobrada tanto de servidores ativos quanto inativos. Assim, além dos 6% que os servidores já recolhiam ao Ipesp (Instituto de Previdência do Estado de São Paulo), foram obrigados a recolher mais 5%. Dos 6%, o valor passou para 11% em 2007, quando foi criado o SPPrev (São Paulo Previdência).

    Na época, a contribuição foi contestada pelos servidores já que não havia paridade, ou seja, conforme prevê a Constituição Federal, o recolhimento das contribuições previdenciárias devem ser feitas tanto por empregados quanto por patrões. //

    Responder
    • 392. apeoesp  |  27/08/2010 às 14:12

      Prezada professora Maricell,
      A APEOESP já tem ação sobre o assunto.
      Bebel

      Responder
      • 393. Maricell  |  27/08/2010 às 19:35

        Bebel. obrigada por responder.
        Abraços,
        Maricell

      • 394. apeoesp  |  28/08/2010 às 10:50

        Prezada professora Maricell,
        Disponha sempre.
        Bebel

  • 395. João Wagner  |  27/08/2010 às 04:16

    Olá Bebel, em comemoração ao número de 100.000 visitas no meu blog Educano na Ação, http://educandonaacao.blogspot.com escrevi um texto que fala sobre Os (Des)caminhos da Educação Paulista, e gostaria de compartilhar com vocês. Mais uma vez agradeço pela sempre atenção.
    João Wagner

    Os (Des)caminhos da Educação Paulista
    A educação paulista há 16 anos esta sendo administrada pelo mesmo partido, desse modo, todos poderiam acreditar que os resultados obtidos fossem de referência, contudo as mudanças de rumo no maior estado da federação causa sério prejuízo aos alunos e como consequência na qualidade do ensino.
    Claro que algumas ações foram positivas, mas nesse período cada governador e secretário que entrava queria deixar sua marca e com isso, a cada mudança, mais problemas, quando acertava o outro entrava e mudava, pois a competição existe mesmo dentro de um mesmo partido.
    Desde 1995, o governo vem impondo drásticas mudanças, sem consultar os professores, gestores e sindicatos, o que demostra total falta de diálogo, sendo assim, os principais envolvidos no processo de ensino e de aprendizagem sofrem cotidianamente com as revoluções milagrosas (que na maioria não apresentam resultados) e os engodos educacionais.
    Uma outra característica da educação paulista é a utilização dos meios de comunicação para divulgação de suas ações, contudo nem sempre o que é divulgado, de fato é o que acontece no ambiente escolar e por várias vezes expondo o professor como responsável pela falta de qualidade no ensino, quando o verdadeiro responsável é o governo.
    Segue abaixo alguns exemplos que ultimamente mudaram o rumo da educação paulista:
    Bonificação por Resultados – BR (LC 1078/2008, Res. Conj. CC/SF/SEP/SGP-1 e 2 de 03/03/2009, Decreto 54173/2009, Decreto 54174/2009, Res. Conj. CC/SF/SEP/SGP-3 27/032009, Res. SE 22, 23, 24 e 25/2009, Resolução Conjunta CC/SF/SEP/SGP-5 07/08/2009, Res. SE 30, 31, 32, 33, 34 e 43/2010) O governo há anos ao invês de dar aumento cria a política de bônus, quem atinge as metas tem até 3 vezes o salário, com isso nem sempre os meios são licitos para atingir os resultados, pois na verdade para o governo o que vale é o número e os indices nas avaliações institucionais e não a qualidade. Estes números sem uma ação efetiva de intervenção não trará nem um benefício para a escola e a sociedade. O engodo maior e divulgar que os professores podem ganhar até 15 mil reais, MENTIRA até hoje nunca vi nenhum funcionário ganahr este valor, até pq os salários são baixos.
    Programa Ler e Escrever/Programa Intensivo no Ciclo (Res. SE 83 e 86/2007, Res. SE 86,90 e 96/2008, Res. SE 66 e 92/2009) Programa de alfabetização muito rico, correto, com ações diretas e pontuais afim de garantir o processo de letramento para todos os alunos, o problema e que esse programa mostra o quanto estamos atrasados, pois as técnicas usadas na sua maioria são de 1983. Mas como na história da educação brasileira, sempre a educação básica copiou as ações de outros países, sem desenvolver uma ação efetiva em função de suas necessidades e especificidades. Entretanto, se faz justo e necessário deixar claro que o governo tem sérias preocupações com este segmendo de ensino. O material é adequado e os professores são capacitados para a ação. O engodo apenas é a história de dois professores no primeiro ano, isso não existe, o governo deveria falar a verdade, existe um professor e um estudante que esta matriculado no segundo semestre no curso de pedagogia e letras, mas quem faz letras só tem a opção de estudar sobre alfabetização no final do curso, com isso o professor regente perde muito tempo treinando e capacitando esse aluno-professor. Os estudos mostram que um professor para 20 alunos tem muito mais resultado do que dois para 40 alunos.
    Concurso Público/Contratação temporária/Terceirização (Decreto 53.037, 53.161/08, Decreto 55144, 54556, 54682/2009, LC 1093/2009, Instrução DRHU-2/2009, Res. SE 80, 87, 90 e 91/2009, Res. SE 02, 08,09, 26, 29 e 44/2010, Decreto nº 55.983 e 56.002/2010) Todos concordam que professores efetivos criam um vínculo na unidade escolar e os estudos comprovam a melhora na qualidade de ensino, mas o governo criou uma nova fase no concurso público e com isso mais um engodo e desperdício de dinheiro. Os professores escolheram a escola antes de terminarem o curso, muitos estão fazendo apenas pelo ponto ou pela ajuda de custo, que antes era um valor e depois passou a ser outro, antes era uma carga horária, agora é outra, ou seja, o governo não pensou na prática na hora de criar a lei, e com isso mais um engodo. As escolas sofrem com a terceirização dos serviços e quando tem problemas com a justiça do trabalho são abandonadas e os gestores precisam administrar todos os problemas sozinhos e muitas vezes os sindicatos ajudam muito mais do que o governo. Quanto a contratação temporário tem sido um terror, como pensar em educação de qualidade, quando os profissionais da educação naõ sabem se vão ou não continuar na escola, como alguém pode desenvolver um bom trabalho, sabendo que não conitnuara naquele espaço de aprendizagem no ano seguinte ou depois de alguns meses.
    Contratação por Tempo Determinado – Servidores admitidos após 02/06/2007 (LC 1010/2007, Comunicado Conjunto UCRH/CAF-1/2008, LC 1093/2009, Decreto 52.682/2009, Res. SE 67 e 68/2009, Instrução Normativa UCRH 2/2009, Comunicado EATII/DRHU de 11/03/2010) Só na educação paulista que professor é tratado por letra: F, L, O, V, S, I, essas categorias possuem deveres iguais, mas direitos diferentes, isso só aumenta o descontentamento da classe. O governo não bancou a prova do OFA e teve que permitir a contratação de professores que nem fizeram a prova, todos já sabiam que isso iria acontecer, o governo só aprende quando as situação aperta, mas isso ele nao divulgou na imprensa, apenas que os professores contratados passariam por prova, mas a falta de professores isso como sempre foi camuflado.
    Escola de Tempo Integral (Res. SE 89/2005, Portaria Conjunta Cenp/DRHU/2006, Instrução CENP 08/12/2006, Res. SE 93/2008, Res. SE 07/2010) A necessidade de escola de tempo integral é um fato, a própria legislação obriga os sistemas de ensino, mas a escola de trmpo integral em São Paulo é piada, os alunos ficam na escola as vezes como castigo, sem contar a falta de infraestrutura e condições para a realização das oficinas curriculares. Em muitos lugares até apelidaram de escola de tempo infernal, triste, muito triste.
    Escola de Formação e Aperfeiçoamento de Professores do Estado de São Paulo (Decreto 52.833/2008, LC 1080/2008, Decreto 55.717/2010, Res. SE 42/2010) Não sei bem quem será formado por essa escola, se for da mesma forma que estão desenvolvendo o curso da terceira fase do concurso é uma palhaçada, para quem não sabe ao responder as questões no sistema da SEE o mesmo informa quando o professor comete algum erro, sendo assim todos passarão literalmente pela escola de formação. Cadê a qualidade? se errar o computador dá a resposta certa.
    Jornadas de Trabalho Docente (LC 1094/2009, Decreto 55078/2009) Mais um engodo, cria-se jornadas que muitos professores não conseguer assumir, o governo sabe disso, mas não faz nada para mudar, sempre promete alguma solução, mas esta nunca vem. Apenas como dado, um professor que acumula cargo e tem uma jornada inicial e uma integral, tem uma carga de 64 aulas semanais, qualquer pessoa sensata sabe que não tem como ter qualidade com tamanha carga de trabalho.
    Licença Saúde – DPME (Decreto 29180/1998, Decreto 51738 e 52088/07, Comunicado DPME-6/2006, Comunicado UCRH 30/2008,LC 1041/2008, LC 1.123/2010) HUMILHAÇÃO, essa é a sensação da grande maioria que depende de licença médica e do dpme, primeiro pq os funcionários da educação não podem ficar doente, o governo permite apenas seis consultas ao ano, claro que precisa regularizar a baderna que estava antes, mas dessa forma só piora, pois os professores e gestores estão trabalhando doente, com pressão para bônus, cumprimento do IDESP, e quando ficam ainda mais doentes e precisam se ausentar, passar pelo descaso da perícia médica, lá os péritos nem olham no rosto da pessoas e muitos não respeitam os laudos médicos e como advinhas ou possuidores de bola de cristal estabelecem como deuses os seus vereditos. Qualidade não combina com humilhação, não façam com os professores, o que o governo repudia e com razão que seja feito com os alunos.
    Progressão Continuada (Indicação 08 e Deliberação 09 CEE/1997) Em tempos de eleição, todos focam na progressão continuada, claro que ninguém e contra a progressão, o que todos são contra e com toda a razão e com o descaso junto ao aluno, que passa anos na escola e não aprende nada. O problema e a forma como a progressão é feita na rede estadual, a legislação é muito claro, o aluno avança, mas suas dificuldades devem ser sanadas ao longo dos anos, sendo assim se respeita o tempo, limite e forma de aprender de cada aluno, a escola dessa forma respeita a diversidade cognitiva, contudo, sabemos que isso não acontece, talvez por falta de conhecimento das estratégias, ou por falta de vontade política mesmo, a educação é vista muito mais pelo lado numérico do que pelo lado humano e com isso sofre o aluno que fica durante o ensino fundamental e médio e ao término tem sua produção textual anulada no SARESP pq o corretor não conseguiu ler, triste, mas real.
    Proposta Curricular do Estado de São Paulo (Res. SE 76/2008) O governo precisava mesmo organizar o curriculo da rede, estabelecendo o que deve ser ensinado em cada série e em cada bimestre até para garantir a equidade e uma possível qualidade, até pq a lei assim determina, o que acho estranho é o governo querer impor para todos a mesma forma de ensinar, assim fazemos uma lavagem cerebral. Os cadernos de aprendizagem é uma cartilha para o educador paulista, mas para que estes cadernos, se o governo federal, por meio do PNLD, envia livros para todos os alunos, o governo poderia investir o dinheiro em outras ações. Outra coisa muito importante, uma das ações principais da escola é desenvolver a criticidade, mas só podemos potencializar nos alunos, se os professores puderem também desenvolver a sua, mas isso é coisa raro nestes 16 anos. A mordaça sempre se faz presente de forma direta ou indireta.
    Reforço e Recuperação Paralela (Res. SE 92 e 93/2009, Instrução CENP 11/01/2010, Instrução Conjunta CENP/DRHU 02/02/2010) Esse foi o último engodo governamental, o próprio secretário escreveu em um grande jornal que o programa multiplicando saber (aquele que pagava para o aluno que não sabe, para o aluno que sabe e para o coordenador que tinha que montar a turma) não tinha nenhum vínculo com a rede, apenas esqueceu de tirar então o logo do governo e da secretaria do release que foi distribuido e que por muito tempo ficou no site da SEE. A recuperação e reforço tem sido um grande problema, esse ano até que o governo evoluiu ao atribuir no começo do ano uma carga horária para recuperação, mas como sempre, começou bem e depois perdeu-se no caminho, e até agora ninguém encontrou o rumo.
    Claro que tudo o que foi escrito refere-se a um olhar e respeito a todos os outros, por isso o blog sempre foi um espaço aberto a todos, aos que concordam e aos que discordam.
    Á todos o meu muito obrigado pela sempre visita.
    Certo do carinho e atenção. Vamos agora refletir, discutir e pensar, aqui tudo isso é muito bem vindo.

    Responder
    • 396. apeoesp  |  27/08/2010 às 10:26

      Prezado professor João Wagner,
      Parabéns.
      Bebel

      Responder
  • 397. Inez Silva Nascimento  |  27/08/2010 às 12:42

    gostaria de saber a que pé anda meu processo da sexta parte pois faz dois anos que eu entrei na justiça pelo sindicato e nao ibtive nenhuma resposta
    sou da cidade de Tupa

    Responder
    • 398. apeoesp  |  28/08/2010 às 10:43

      Prezada professora Inez,
      Por favor, procure a informação junto ao departamento jurídico.
      Bebel

      Responder
  • 399. ANTONIO CARLOS ARRUDA  |  29/08/2010 às 14:05

    Prezada Presidente.

    Eu gostaria apenas de saber qual a sua posição política quanto a atual eleição para presidente da república e para governador do estado de São Paulo. Peço por favor que me dê um retorno expondo sua posição. Abraços !

    Meu Blog >>> http://www.uniblog.com.br/arrudaprofessor

    Professor Arruda

    Catanduva/SP

    Responder
    • 400. apeoesp  |  29/08/2010 às 14:45

      Prezado professor Antonio Carlos,
      É público e notório que sou filiada ao Partido dos Trabalhadores. Votarei, portanto, nos(as) candidatos(as) de meu partido.
      Bebel

      Responder
      • 401. apeoesp  |  29/08/2010 às 14:50

        Prezado professor Antonio Carlos,
        Me desculpe, mas considero sua crítica irrelevante. O senhor mesmo tem um blog. Não existe a palavra blog em português.
        Bebel

  • 402. ANTONIO CARLOS ARRUDA  |  29/08/2010 às 14:15

    Outra coisa prezada presidente…acho um absurdo vocês da área da educação montarem um blog com palavras em inglês, os professores brasileiros mal sabem falar a língua portuguesa e você montam um blog com formato em inglês ?

    Vamos valorizar o que é nosso…vamos valorizar a nossa língua portuguesa…vamos valorizar mais o brasil senhora presidente.

    Meu blog >> http://WWW.UNIBLOG.COM.BR/ARRUDAPROFESSOR

    Professor Arruda

    Catanduva/SP

    Responder
    • 403. Maricell  |  29/08/2010 às 16:50

      Você tem quase razão, prezado professor Antonio Carlos Arruda, alguns professores nãol sabem falar/escrever perfeitamente nossa Lingua Portuguesa. Erram na pontuação, na formação de parágrafos etc. Exemplo: Você usa reticências em “Outra coisa prezada presidente…” Na verdade, nesse caso, o correto seria utilizar a vírgula (,) ou dois pontos (:). Em seu segundo parágrafo você comete o mesmo erro. Se “Vamos valorizar o que é nosso…” é uma frase completa e, se o que segue é outra frase, deveria iniciar com letra maiúscula, mas se é continuidade do mesmo parágrafo, do mesmo pensamento, ou se usa a vírgula, ou ponto e vírgula. Há casos em que se usa minúscula após reticências, mas não no caso do seu texto. Ah, alem do mais, em TODOS os casos, mesmo em textos informais de internet, o nome de nosso país é escrito em maiúscula, ou seja, Brasil.

      Em tempo: Não sou professora de Lingua Portuguesa; sou
      Peb I. Errar? Erro também, mas não tenho erros crassos como, por exemplo, escrever Brasil com letra minúscula. Para alguém afirmar que “os professores brasileiros mal sabem falar a língua portuguesa”, esse alguém tem que ter um conhecimento total e ser perfeito no falar e no escrever nossa Lingua Portuguesa.

      Responder
      • 404. ANTONIO CARLOS ARRUDA  |  04/09/2010 às 17:56

        Concordo plenamente com você prezada professora Maricell, mas ninguem consegue ser 100% correto. Eu realmente não tenho um conhecimento total e perfeito em relação à língua portuguesa, mas com toda a certeza eu chego aos 90% de acertos. Se você teve ou tiver a curiosidade de visitar o meu blog, poderá ver no mesmo, como penso e o que penso sobre a maioria dos “professores” que atualmente estão em sala de aula.
        MEU BLOG >>> http://WWW.UNIBLOG.COM.BR/ARRUDAPROFESSOR

        Independente de qualquer coisa, tudo de bom pra você.

        Professor Arruda
        Catanduva/SP

      • 405. ANTONIO CARLOS ARRUDA  |  04/09/2010 às 18:01

        Professora Maricell, ia esquecendo de dizer, eu também não sou formado em Língua Portuguesa, minha formação é em Pedagogia, Direito e Filosofia, exatamente nesta ordem.

        Abraços !

        Professor Arruda

        http://WWW.UNIBLOG.COM.BR/ARRUDAPROFESSOR

  • 406. ANTONIO CARLOS ARRUDA  |  29/08/2010 às 19:37

    Prezada Presidente.

    Jamais foi a minha intenção de criticá-la sobre o seu blog, mas para montar um blog os recursos são em inglês, mas o seu conteúdo não é necessário ser em inglês, pois se a senhora visitou o meu blog viu claramamente que todo o conteúdo do meu blog está em português. Mas como a senhora mesmo disse, isso é irrelevante não é mesmo ? Temos coisas mais importantes para nos preocuparmos, como por exemplo as eleições.

    Fiquei feliz pela confirnação da senhora quanto à sua posição política em prol do Partido dos Trabalhadores. Mas peço a senhora que, sendo a senhora presidente de um dos maiores sindicatos deste país, use este sindicato para promover o nome do candidato MERCADANTE para ser o nosso próximo governador do estado de São Paulo, pois se os professores querem realmente uma educação de qualidade, este sindicato tem forças para eleger o Sr. Aluísio Mercadante.
    Estou dizendo isso porque não tenho visto a APEOESP se manifestar neste sentido e nesta eleição os professores tem realmente a chance de dar um novo rumo à educação brasileira votando e elegendo o MERCADANTE para ser o nosso governador.

    Peço que perdoe-me pelo desabafo, mas em nenhum momento eu quis ser indelicado ou faltar com o respeito com vossa pessoa.

    Abraços !

    Professor Arruda

    Catanduva/SP

    Meu blog >>> http://www.uniblog.com.br/arrudaprofessor

    Responder
    • 407. apeoesp  |  31/08/2010 às 01:54

      Prezado professor Antonio Carlos,
      Também peço desculpas, Tampouco quis ser indelicada.
      Quanto ao engajamento da APEOESP, temos feito o nosso papel de esclarecer os professores sobre o significado do governo que aí está. No mais, cabe à consciência de cada um votar da melhor maneira. Espero que os professores saibam escolher a melhor alternativa para São Paulo. Chega deste projeto excludente, antipopular e contra a educação.
      Bebel

      Responder
  • 408. ricardo  |  30/08/2010 às 18:40

    O candidato Geraldo Alckmin, do PSDB, se mantém na liderança na corrida eleitoral para o governo de São Paulo, de acordo com pesquisa divulgada nesta sexta-feira (27/08) pela Folha de S. Paulo. De acordo com o levantamento realizado pelo Instituto Datafolha, Alckmin possui 54% das intenções de voto dos eleitores paulistas e o candidato do PT, Aloizio Mercadante, aparece com 20% da preferência dos eleitores.

    Será que os professores e seus familiares votam no PSDB? Se for verdade é que realmente estes indivíduos não têm a menor VERGONHA NA CARA.

    Responder
    • 409. apeoesp  |  31/08/2010 às 02:00

      Prezado professor Ricardo,
      É difícil crer em uma distância tão ampla, se o candidato Serra está despencando e Dilma, Marta e Netinho lideram no estado e até na capital. O Ibope já deu outros números: 47% para Alckmin e 23% para Mercadante, que cresceu 9 pontos em uma semana. Acho que haverá segundo turno em SP.
      Bebel

      Responder
  • 410. ricardo  |  30/08/2010 às 18:57

    QUADRO MAGISTÉRIO (Q.M.)
    225.746

    QUADRO DE APOIO ESCOLAR (Q.A.E.)
    45.812

    QUADRO DA SECRETRIA DA EDUCAÇÃO (QSE)
    5.206

    TOTALIZANDO
    276.764

    Será q todos são eleitores do PSDB? O que explica os números da pesquisa? Satisfação? (ironia)

    Responder
  • 411. Oziel Brito  |  31/08/2010 às 16:36

    Olá Apeoesp, aprenda com o Paraná! Essa é a hora e não depois das eleições, com paralizações inúteis!!

    Professores do Paraná fazem manifestação pela escola pública2010
    31.08 O problema do gerenciamento da educação não é apenas no Estado de São Paulo. No Paraná os professores decidiram se manifestar contra a situação da educação e da carreira docente no Estado, além de relembrarem o fatídico 30 de agosto, de 22 anos atrás, quando professores em greve foram atacados pela Polícia militar, deixando vários docentes feridos.

    Do site UOL:

    “Professores e funcionários da rede estadual do Paraná fizeram paralisação simbólica nesta segunda-feira (30). Segundo o sindicato da categoria (APP), a caminhada por Curitiba reuniu 3.000 manifestantes. As reivindicações do grupo incluem nomeação de professores e funcionários, equiparação salarial (25,97%), melhoria no modelo de atendimento à saúde prestado pelo Estado aos servidores, diminuição do número de alunos por turma e aumento da hora-atividade. Todos os anos, nesta mesma data, os professores relembram um confronto entre professores e a Polícia Militar. Procurada pela reportagem, a secretaria estadual de Educação não se manifestou até o fechamento desta nota.”

    Responder
    • 412. apeoesp  |  31/08/2010 às 22:58

      Prezado professor Oziel,
      Por favor, leia as delibrações do CER, publicadas neste blog e no site da APEOESP.
      Bebel

      Responder
  • 413. Arthur Malaspina  |  15/09/2010 às 14:13

    Você está sabendo que ainda não foi paga a bolsa do curso referente ao concurso de Peb II do estado de São Paulo?

    Já estamos no dia 15 (começamos as atividades no dia 5 do mês anterior, portanto já passou 1 mês) e ainda não recebemos, e sem nenhuma explicação cabível – a única explicação dada era que o pagamento só poderia sair depois do dia 15 porque precisavam conferir a feitura das atividades, o que não faz sentido algum, já que o curso é on-line e, portanto, é extremamente fácil, rápido e simples de fazer, não justificando jamais a necessidade de 10 dias para isso.

    Gostaria de saber se a Apeoesp tem alguma posição quanto ao assunto e se sabe de alguma informação que não veio a público para nós professores.

    Obrigado.

    Responder
    • 414. apeoesp  |  16/09/2010 às 10:42

      Prezado professor Artur,
      Pois é. Mais uma prova da incompetênciado governo. Estamos buscando uma resposta da SE, mas por enquanto o silêncio é total. continuamos insistindo para que o pagamento seja feito o mais rápido possível.
      Bebel

      Responder
    • 415. apeoesp  |  16/09/2010 às 10:42

      Prezado professor Artur,
      Pois é. Mais uma prova da incompetência do governo. Estamos buscando uma resposta da SE, mas por enquanto o silêncio é total. continuamos insistindo para que o pagamento seja feito o mais rápido possível.
      Bebel

      Responder
  • 416. Maricell  |  16/09/2010 às 17:34

    Cara Bebel, não estaria mais que na hora da Apeoesp colocar matéria paga em horário nobre na mídia ,sobre os descalabros e mentiras do governo do PSDB em SP, esclarecendo os pais de alunos sobre a verdade da situação atual da escola publica e pedindo apoio a candidatura de Mercadante? Sabemos que há verba para isso, então porque não fazê-lo? A pesquisa aqui da Apeoesp aponta Mercadante com grande vantagem, mas quem vota aqui nessa pesquisa é professor. A realidade da pesquisa geral em SP é bem diferente. Pais assistem o horário politico na Tv e acreditam piamente que a Educação em SP vai de melhor a excelente e que o problema de seus filhos na escola se deve a nós, professores. É urgente que tudo isso seja esclarecido em alto e bom som nas emissoras de tvs e nos jornais de maior cirulação no estado.
    Grata pela atenção,
    Abraços,
    Maricell

    Responder
    • 417. apeoesp  |  16/09/2010 às 18:39

      Prezada professora Maricell,
      Embora esteja de acordo com o conteúdo de sua mensagem, não concordo com a forma. Acredito que não devamos utilizar os recursos da entidade para solicitar apoio a Mercadante como matéria paga, até porque, me parece, a lei eleitoral não permite isto.
      Como professores e como cidadãos, devemos continuar defendendo nossos pontos de vista e convencendo as pessoas. Eu, pessoalmente, todos sabem: voto Mercadante, Dilma, Marta.
      Bebel

      Responder
      • 418. Maricell  |  16/09/2010 às 19:38

        Cara Bebel,
        Realmente, não havia pensado nesse ponto de a lei eleitoral não permitir matéria paga a favor de qualquer candidato. No entanto a lei nos dá o direito de colocarmos matéria paga sobre a real situação das escolas e dos professores, situação bem diferente do que dizem os candidatos do PSDB quando se referem à Educação paulista. Isso a Apeoesp pode fazer, colocando como materia de campanha pela melhoria da qualidade de ensino em nosso Estado. Pelo que tenho conversado com professores de minha cidade e de cidades onde tenho contatos, 99% dos professores querem e pedem isso desde antes da greve de março deste ano. Consulte as regionais e pense nisso com carinho. Mais um mandato de PSDB e novos movimentos grevistas acontecerão… E não interessa greve que venha prejudicar ainda mais ao alunato e a nós, profissionais da Educação. Alckimin promete aumento de 40% aos professores… Se ele promete é porque, ou é apenas mais uma promessa de campanha que nunca sera cumprida, ou porque sabe que há verba para tal… E há, sabemos que sim, pois os 30% destinados a Educação não estão sendo aplicados em sua totalidade. Então por que não utilizar tal verba de imediato para melhoria da qualidade do ensino e aumento de saláros aos profissionais da Educação?
        Pense nisso… É preciso que os paulistas sejam esclarecidos de forma bem direta sobre a situação das escolas.
        mais uma vez agradecendo pela atenção
        Abraços,
        Maricell

  • 419. Maricell  |  17/09/2010 às 22:35

    Cara Bebel,
    Realmente, não havia pensado nesse ponto de a lei eleitoral não permitir matéria paga a favor de qualquer candidato. No entanto a lei nos dá o direito de colocarmos matéria paga sobre a real situação das escolas e dos professores, situação bem diferente do que dizem os candidatos do PSDB quando se referem à Educação paulista. Isso a Apeoesp pode fazer, colocando como materia de campanha pela melhoria da qualidade de ensino em nosso Estado. Pelo que tenho conversado com professores de minha cidade e de cidades onde tenho contatos, 99% dos professores querem e pedem isso desde antes da greve de março deste ano. Consulte as regionais e pense nisso com carinho. Mais um mandato de PSDB e novos movimentos grevistas acontecerão… E não interessa greve que venha prejudicar ainda mais ao alunato e a nós, profissionais da Educação. Alckimin promete aumento de 40% aos professores… Se ele promete é porque, ou é apenas mais uma promessa de campanha que nunca sera cumprida, ou porque sabe que há verba para tal… E há, sabemos que sim, pois os 30% destinados a Educação não estão sendo aplicados em sua totalidade. Então por que não utilizar tal verba de imediato para melhoria da qualidade do ensino e aumento de saláros aos profissionais da Educação?
    Pense nisso… É preciso que os paulistas sejam esclarecidos de forma bem direta sobre a situação das escolas.
    mais uma vez agradecendo pela atenção
    Abraços,
    Maricell

    Responder
    • 420. apeoesp  |  18/09/2010 às 11:06

      Prezada professora Maricell,
      São bem vindas as suas palavras.
      Vamos estudar a sugestão.
      Bebel

      Responder
      • 421. Maricell  |  18/09/2010 às 17:57

        Cara Bebel,
        Grata por informar que a Apeoesp estudará a sugestão, que, como informei, é o desejo da maioria dos profissionais da educação. Temos certeza que a partir da divulgação da verdade sobre a situação da escola pública e das condições de salário e trabalho dos professores da rede pública, o futuro terá uma história bem diferente e bem melhor a ser registrada na Educação Paulista. E nós e nosso sindicato passaremos a ser respeitados e reconhecidos pela grande imprensa e pela população paulista em seu todo.
        Abraços, bom final de semana,
        Maricell

  • 422. luiza  |  18/09/2010 às 03:29

    Bom dia bel minha diretora esteve numa reunião na diretoria de Ensino Sul 3, eles falaram que vai ter a prova do OFA o dirigente teve uma reunião com o DRHU ele confirmaram isso é verdade.
    muito obrigado.

    Responder
    • 423. apeoesp  |  18/09/2010 às 11:10

      Prezada professora Luiza,
      Até que haja alguma decisão da SE, a prova está mantida. Mesmo porque foi criada por lei.
      Bebel

      Responder
  • 424. Fabiano  |  20/09/2010 às 17:18

    Infelizmente vamos ver o PSDB no poder mais uma vez, porque ao meu ver não conseguimos mostrar objetivamente para a população paulista o que está de fato acontecendo com a educação.
    Não temos tido uma real movimentação efetiva que consiga atingir os meios de comunicação a ponto de termos uma voz elucidativa sobre esta questão. A última greve da qual participamos teve um resultado pífio, não foi porque os professores não saíram às ruas (até apanharam), poderia ter até mais, foi porque não conseguimos uma visibilidade boa na mídia, seja ela qual for.
    Os orgãos, como a APEOESP, que lutam pró professorado ao meu ver não tem sido tão contundente no fato MÍDIA. Veja que não estou dizendo que não há esforço, porém acho que o fato mídia ainda está muito aquém do que nós poderíamos fazer. O resultado disto é que nossa última greve pouco resultados positivos trouxeram para nós, estamos a ponto de ter que fazer aquela prova ridículo no final do ano outra vez, o concurso público de 3 fases é a coisa mais ridícula que já vi em concurso público (diga-se de passagem nós professores temos sido modelo “piloto” para este tipo de concurso) continuamos com salários absurdos de baixo, o PSDB pelo que tudo indica vai ganhar outra vez (veja que não é de agora, eles estão no poder 16 anos em São Paulo) e continuamos aqui com o velho discurso de que vamos lutar, vamos lutar, mas me parece que a luta não está surtindo o resultado que esperávamos, há 16 anos.
    Conseguimos algumas vitórias? Sim! Mas a guerra não temos ganhado, apenas eles do lado de lá.
    Sei que vão dizer que a mobilização dos professorado será uma das formas de conseguirmos isto, porém eu acredito que este caminho é muito restrito, a população hoje mudou, os meios de comunicação é a fonte para arregimentarmos a opinião pública, se não soubermos usar esta ferramenta continuaremos nadando e morrendo na praia.

    Abçs

    Responder
  • 425. TADEU  |  21/09/2010 às 13:24

    Oi Bebel.

    Mais uma vez quero tecer-lhe elogios pelo bom trabalho que vem realizando a frente da instituição.
    O motivo do meu contato é pedir que vocês de alguma forma, intercedam para que seja efetuado o pagamento dos proventos referentes a bolsa do curso de formação.Haja vista, que até o presente momento eu e muitos outros colegas ainda não tiveram os proventos creditados em suas respectivas contas correntes.

    Sem mais,

    Atenciosamente Tadeu

    Responder
    • 426. apeoesp  |  22/09/2010 às 03:18

      Prezado professor Tadeu,
      Muito obrigada.
      Temos feito seguidos contatos com a SE em nível de assessoria, que nos afirma que não foram pagas as bolsas apenas de quem não possui conta bancária. Temos insistido para que seja encontrada solução para este problema, mas até o momento isto não foi feito.
      Se não for esse o seu caso, por favor nos informe.

      Responder
  • 427. Carlos  |  22/09/2010 às 18:08

    Boa tarde Bel.
    tudo bem com vc agradeço pelos esclarecimentos que vc tem dado para os professores.
    Pelo que eu estou sabendo vai haver a prova do ofa, eu fiz a prova de mérito e tirei 5,9 pelo meu entender é mais de 50%. Vou precisar fazer a prova?
    muito obrigado bjs.

    Responder
    • 428. apeoesp  |  23/09/2010 às 03:07

      Prezado professor Carlos,
      Não, professor, você não precisará fazer a prova.
      Bebel

      Responder
  • 429. Tadeu  |  23/09/2010 às 18:36

    Oi Bebel.

    Não é o meu caso, efetuei o cadastro da canta corrente e não tenho pendências junto ao cadim.Entretanto até o momento os proventos referentes a bolsa, não foram creditados em minha conta corrente.

    Abraços

    Responder
  • 431. fabio  |  24/09/2010 às 14:44

    Prova dos ACTS ( FAX 41)
    Aqueles professores que não obtiveram
    a nota mínima na prova, mas
    conseguiram um aproveitamento de
    mais de 50% na prova de mérito ou
    no concurso público, poderão participar
    das atribuições durante este ano
    letivo, porém na mesma listagem em
    que estão classificados. Para 2011, os
    professores categoria F nesta situação
    não precisarão mais se submeter à
    prova.
    Concurso Público

    Ola Bel, segundo o fax 41 que vcs estiveram com a secretária da educaçã fala se o professor obter 50% da prova de merito não precisará fazer a prova do ofa sendo categoria F.
    ou seja a nota minima 5,0.
    isso procede ele não voltou atráz, pelo que eu vi em decretos fala isso também.
    então categoria f não faz prova só se quizer melhorar a classificação.
    muito obrigado.

    Responder
    • 432. apeoesp  |  25/09/2010 às 15:28

      Prezado professor Fábio,
      Você tem razão. O secretáirio não voltou atrás, mas precisa publicar os procedimentos.
      Bebel

      Responder
  • 433. fabio  |  25/09/2010 às 16:40

    muito obrigado Bel pela informação.

    Responder
    • 434. apeoesp  |  25/09/2010 às 18:41

      Prezado professor Fábio,
      Sempre à disposição.
      Bebel

      Responder
  • 435. Maricell  |  25/09/2010 às 17:50

    Bebel, boa tarde,
    Preciso de uma resposta sobre uma questão. Uma entidade representativa de classe (esclarecendo, nada a ver com a Apeoesp) pode divulgar dados cadastrais de seus associados para partidos políticos?
    Abraços, bom domingo,
    Maricell

    Responder
    • 436. apeoesp  |  25/09/2010 às 18:59

      Prezada professora Maricell,
      Somente com decisão dos sócios.
      Bebel

      Responder
  • 437. Sozana Barbosa de Souza  |  25/09/2010 às 22:24

    Ola Bebel, Tudo bem?Bebel quando que a secretária vai colocar no
    diario oficial a retirada das faltas de 2000?
    A prova dos ofas vai acontecer Mesmo?
    Obrigada!
    Desejo uma semana de muita paz!
    Suzana

    Responder
    • 438. apeoesp  |  26/09/2010 às 14:40

      Prezada professora Sozana,
      Há decisão judicial para que as faltas sejam retiradas. Possivelmente, a SE recorreu. Estamos buscando agendar reunião com o secretário, na qual vamos cobrar isto.
      Até outra decisão, a prova está mantida.
      Bebel

      Responder
  • 439. José  |  26/09/2010 às 18:09

    Na pesquisa elaborada ela APEOESP:

    Serra ——-134 votos
    Geraldo Alckmin – 168 votos
    Aloysio Nunes – 110 votos

    Cara presidenta, estes votos com certeza são de diretores e/ou supervisores de escola ou de algum parente dos candidatos que porventura estejam “encostados” em cargo público.

    Responder
  • 440. Luciano  |  27/09/2010 às 20:13

    Como a SEE iria antecipar o processo de atribuiçao se os concursados serao nomeados a partir de janeiro?

    Responder
    • 441. apeoesp  |  28/09/2010 às 03:53

      Prezado professor Luciano,
      Estamos solicitando reunião com o secretário da Educação para dirimir as dúvidas e reafirmar nossas posições.
      Bebel

      Responder
      • 442. Dinah  |  30/09/2010 às 16:21

        Por favor, Bebel, não esqueça de acrescentar na pauta da reunião a questão da jornada de trabalho dos professores cujas disciplinas não completam 33 aulas. Obrigada

      • 443. apeoesp  |  30/09/2010 às 21:03

        Prezada professora Dinah,
        O governo se comprometeu a enviar projeto de lei para corrigir isto, mas vamos insistir.
        Bebel

  • 444. andrea  |  28/09/2010 às 20:41

    Por que a Apeosp não se manifestou ainda sobre essa provas que os ofas terão que fazer agora em novembro?
    Vão deixar pra depois que acontecer a primeira atribuição como aconteceu esse ano? E não resolveram nada.
    Deveriam voltar para o metodo passado, só por pontuação.
    Vão fazr alguma coisa ainda?

    Responder
    • 445. apeoesp  |  29/09/2010 às 04:06

      Prezada professora Andrea,
      A prova dos ACTs foi instituída pela lei complementar 1093/09. Somente a revogação desta lei (há projeto neste sentido do deputado Roberto Felício) fará com que a prova deixe de existir. A APEOESP já se manifestou inúmeras vezes contra esta prova e ingressou com ação judicial quanto à forma como as notas foram utilizadas para a classificação. O Ministério Público nos deu razão e vai promover reuniões entre a APEOESP e a SE para discutirmos os critérios para a classificação. Além disso, estamos há dois meses solicitando reunião com o secretário da Educação para discutirmos os assuntos pendentes. Finalmente, temos assembleia estadual no dia 22/10, 15 horas, na Praça da República. Espero por você lá.
      Quanto à afirmação de que não resolvemos nada na atribuição deste ano, é a sua opinião. Mas não corresponde à verdade. Não fosse a nossa ação, muitos professores que obtiveram aulas estariam eliminados da atribuição apenas por não terem tido nota acima da média na prova.
      Bebel

      Responder
  • 446. José Vicente  |  29/09/2010 às 13:58

    10% de aumento para a UNIODONTO.

    E o salário do professor…………….

    Quando tivermos algum reajuste teremos que pagar as dívidas.

    Responder
    • 447. apeoesp  |  30/09/2010 às 03:14

      Prezado professor José Vicente,
      Não há como fazer nenhuma relação entre uma coisa e outra.
      Bebel

      Responder
  • 448. Maricell  |  29/09/2010 às 15:39

    Como o sindicato que apóia os bancários é o Conlutas, e não a Cut, esta última sim, filiada ao PT, penso que possa ser essa a
    tal “Bala de prata” que a oposição tinha para atirar no momento propício, pois a quem interessa uma greve bancária às vésperas das eleições? Ao PT não é, pois se Dilma não vencer no 1°turno, irá, com certeza para o 2° turno. Mas tenho fé que ela vencerá no 1°, a despeito das maracutaias infernizantes da oposição e da imprensa ligada ao PIG.

    Responder
  • 449. OSEIAS  |  29/09/2010 às 16:56

    Olá presidenta,
    No DO, dia 28 sob atribuição cat F, diz que quando aprovado avaliação mérito poderá utilizar nota para classificação, não menciona o concurso, tinha entendido que passando na primeira fase do concurso poderia utilizar a nota, ja que fui melhor do que na provinha. A Sra podendo, me esclareça.
    Um bom dia.
    Oseias Reis.

    Responder
    • 450. apeoesp  |  30/09/2010 às 03:16

      Prezado professor Oseias,
      A resolução 8 da SE, de fevereiro, deixa claro que pode ser a nota da prova e do concurso. Mas estamos solicitando reunião com o secretário para tratarmos para tratarmos deste assunto, entre outros.
      Bebel

      Responder
  • 451. fabio  |  01/10/2010 às 23:28

    Oi Bel.

    eu fui bem na prova de merito tirei 6,8 eu estou dispensado da prova do ofa, só em 2010 ou todos os anos até mudar a legislação sou categoria f.
    eu posso estar fazendo a prova para melhorar a classificação.
    a minha esposa foi bem na prova do ofa mas ela é L acertou 67 questões precisa fazer a prova.
    muito obrigado pela informação.
    abraços.

    Responder
    • 452. apeoesp  |  02/10/2010 às 16:21

      Prezado professor Fábio,
      A nota da prova de mérito pode substituir a nota da prova em definitivo. Quanto à sua esposa, precisará, sim, fazer a prova novamente.
      Bebel

      Responder
  • 453. José Ricardo  |  04/10/2010 às 14:06

    Gostaria de parabenizar a todos os 620 mil servidores estaduais que elegeram 20 anos de PSDB. Isso demonstra a satisfação com os próprios salários. VIVA OS SERVIDORES ESTADUAIS.

    Responder
  • 454. Reginaldo Kurnik Pinto  |  05/10/2010 às 13:20

    Bom Dia!
    Sou professor categoria F, pertenço a Subsede de Itapetininga, já fui conselheiro deste sindicato e sempre atuante, gostaria da seguinte informação. Por que que não posso ser dispensado da provinha, se eu fui aprovado em Concurso público, mas não ingressei, a informação que obtive que se tratava de não ser o último Concurso, mas da minha disciplina não houve concurso neste último, entende-se então que passei no último da disciplina de Ciências, não concorda? sendo assim, existe uma vasão neste contexto em relação ao publicado. Aguardo resposta, inclusive se for o caso de entrar com uma ação, no meu entendimento dentro desta visão até cabe.
    um abraço

    Responder
    • 455. apeoesp  |  05/10/2010 às 16:23

      Prezado professor Reginaldo,
      Sugiro que procure o departamento jurídico para verificar se há base legal para o seu pleito.
      Bebel

      Responder
  • 456. MARIA ABADIA  |  05/10/2010 às 14:12

    Venho cobrar da APEOESP uma posiçãoe relação as eleições, temos que nos posisionar em favor da eleição da Dilma para presidente, já basta termos o PSDB em SP de novo.
    Organizar manifestações, atos, dia 15 dia do professor a categoria deve sair as ruas de preto, temos que nos mobilizar com outros categorias profissionais, movimentos sociais, as sub sedes devem chamar reuniões urgentes e colocar em discussão essa porposta, não dá para ficar em cima do muro.

    Responder
    • 457. apeoesp  |  05/10/2010 às 16:20

      Prezada professora Maria Abadia,
      Essas decisões devem ser tomadas nas instâncias do sindicato. Haverá reunião de diretoria no dia 9/10.
      Bebel

      Responder
  • 458. OSEIAS  |  05/10/2010 às 17:28

    Olá Presidenta,
    A orientação que a sra. está dando ao prof. Reginaldo serviria também para mim? (POSTAGEM 410)
    Grato, OSEIAS REIS.

    Responder
    • 459. apeoesp  |  06/10/2010 às 19:23

      Prezado professor Oseias,
      Estamos conversando com o professor Reginaldo sobre os melhores encaminhamentos.
      Vamos mantê-lo informado.
      Bebel

      Responder
  • 460. ADRIANA MACIEL  |  06/10/2010 às 00:07

    Boa noite,
    Por favor me esclareça algumas duvidas:
    Acertei 38 na provinha com tempo de serviço atingi os 40 pontos.
    Passei no concurso este ano e não fui chamada até o momento.
    – Sou categoria F precisarei fazer a provinha novamente, ja que fui aprovada na prova anual?
    – Posso substituir a nota do concurso pela provinha?
    Vários colegas estão dizendo que a secretaria de educação somente reconhecerá a prova de mérito para substituição o que seria uma injustiça para todos nós que nos encontramos nessa situação.Obrigada.

    Responder
    • 461. apeoesp  |  06/10/2010 às 19:32

      Prezada professora Adriana,
      Para nós, da APEOESP, a nota da prova de 2009 se compôs da própria nota mais o tempo de serviço. Agora, a SE pretende dar o golpe reconhecendo apenas a nota da prova e querendo obrigar quem completou a nota com tempo de serviço a realizar novamente a prova. Não vamos aceitar. Pela resolução nº 8, a nota do concurso pode substituir a nota da prova, mas a SE ainda não publicou os procedimentos para isto.
      Bebel

      Responder
  • 462. ADRIANA MACIEL  |  06/10/2010 às 21:10

    Presidenta,
    Hoje, conversando com varios professores em relação aos sindicatos, chegamos a conclusão que literalmente não há diálogo entre o governo e sindicato como ocorre com os demais(APROFEM,SIMPEEM)embora sejam municipais a todo o tempo percebemos o contato com o governo municipal.Não estou dizendo que a APEOESP é imcopetente, pelo contrário, só fico imconformada de sermos mais de 200 mil professores e se quer temos um pouco de paz quando chega nesta época, provas e mais provas, pressão psicológica para os professores.Estamos torcendo para que a Sra. pela competencia que tem consiga articular negociações com a SE o mais rápido possivel para que pelo menos aminize estas questões sobre as excludente provinhas.Obrigada pelas informações.Boa Sorte.

    Responder
    • 463. apeoesp  |  08/10/2010 às 03:18

      Prezada professora Adriana,
      Vejo nas suas palavras, e agradeço, uma manifestação de solidariedade com sua categoria e com o seu sindicato.
      De fato, este governo é avesso ao diálogo. Cada pequeno avanço, cada conquista, é arrancada com muito esforço.
      Mas não desistiremos de lutar, pois a vida é dinâmica e nós todos, professores e professoras, temos brios e vontade de mudar a situação da educação no estado de São Paulo.
      Bebel

      Responder
  • 464. OSEIAS REIS  |  07/10/2010 às 17:34

    Olá Presidenta.
    Uma informação que eu obtive hoje através de um diretor de escola.
    Em relação a substiuição do concurso professor aprovado pela provinha, não saiu nada oficial pela SE, porque o governo precisa certificar os aprovados, até o momento não certificou nehum aprovado em concurso.É apenas informação extra-oficial.Um bom trabaho.Um bom trabalho.

    Responder
  • 465. Reginaldo  |  09/10/2010 às 19:31

    Boa Tarde!

    Postei aqui minhas dúvidas mas até agora não foram respondidas, acredito que seja desencontro, sou categoria F, não passei na provinha do ano passado, participei das atribuições em lista diferenciada, fui designado pra coordenação de ciclo I, confesso ter ficado preocupado, pq no final do ano passado havia saido alguma coisa que impedia o servidor este ano de ser designado caso não passasse na provinha, a minha pergunta é a seguinte, caso não venha passar novamente, perco a tal estabilidade? vou poder participar, mesmo em lista diferenciada das atribuições de aulas? Corro o risco de mudar de categoria? Posso continuar a ser desinado como coordenador? em Relação a reunião com a secretria e juiz, só serão discutidos as situações de habilitados e não habilitados? ou serão discutidos a questão de estabilidade, da provinha e atribuição de aulas?

    Responder
    • 466. apeoesp  |  12/10/2010 às 19:03

      Prezado professor Reginaldo,
      Na reunião com o juiz serão discutidas as questões relativas ao mandado de segurança da APEOESP, ou seja, as que afetam a classificação dos professores que já pertencem à rede (categorias F e L) em relação aos novos (O).
      Quanto aos categoria F, têm estabilidade, portanto, ficam com direito ás 12 horas na escola até obterem nota mínima na prova.
      Finalmente, a APEOESP conseguiu que os atais coordenadores permanecessem até uma nova prova, mas, para nova designação, precisam ter aprovação na prova dos ACTs.
      Bebel

      Responder
  • 467. Adriano Braga  |  14/10/2010 às 11:47

    Ola, sou professor de geografia Categoria L e gostaria de saber se consigo mudar para a categoria F entrando na justiça.
    Obrigado por sua atenção.

    Responder
    • 468. apeoesp  |  14/10/2010 às 13:56

      Prezado professor Adriano,
      Temos tido sucesso em mais de 70% das ações deste teor. Vale a pena,
      Bebel

      Responder
  • 469. ADRIANA MACIEL  |  14/10/2010 às 17:42

    Olá, hoje a secretaria me informou sobre uma nova tela que apareceu no sistema veja leitura:
    PROCESSO SELETIVO ANO DA PROVA:2010 NOTA DA PROVA:42
    NOTA DE CLASSIFICAÇÃO:38 SITUAÇÃO:APR EXCE

    -EXISTE APROVAÇÃO EM PELO MENOS UMA PROVA ACIMA.
    DESEJA FAZER UMA NOVA PROVA? (S/N).
    Segundo a secretaria da escola a semana passada o professor que somou pontos mais nota da prova(F),não tinha esta opção, no meu entendimento é aquilo que a Sra. já havia afirmado fui aprovada na prova anual com a apção de fazer ou não a provinha certo?Já que o professor reprovado não aprarece a apção de fazer a prova ou não , necessariamente tem que se inscrever.Um abraço.

    Responder
    • 470. apeoesp  |  15/10/2010 às 13:17

      Prezada professora Adriana,
      Todos os professores, de todas as categorias, considerados não aprovados na prova de 2009 têm que se inscrever.
      Bebel

      Responder
  • 471. JAIME AMARAL  |  14/10/2010 às 19:07

    OLÁ BEBEL,……..
    FICAMOS FELIZES PELA SUA VISITA EM PRESIDENTE PRUDENTE, PARA PARTICIPAR DO FORUM DE MIDIA E MOVIMENTOS SOCIAIS,,,,DE GRANDE IMPORTANCIA….MUITO MAIS EM TE CONHECER PESSOALMENTE,,,ATÉ MAIS

    Responder
    • 472. apeoesp  |  15/10/2010 às 13:13

      Prezado professor Jaime,
      Muito obrigada. Também fiquei feliz de conhecê-los todos.
      Bebel

      Responder
  • 473. Elândio Ferreira  |  18/10/2010 às 09:55

    Olá Maria Isabel.
    Sou professor mediador escolar e comunitário aqui em Marília-SP.
    Atuei como eventual desde 2008 e somente agora criei vínculo, sendo então categoria “O”.
    Por favor, coloque em destaque a situação dessa categoria, que conforme a lei 1093 ficará em quarentena.
    Será que vou ter que desistir do magistério? Como ficarei desempregado esperando a recontratação?
    Por favor, traga boas notícias.
    Obrigado.
    Elândio
    34 anos

    Responder
    • 474. apeoesp  |  18/10/2010 às 12:45

      Prezado professor Elândio,
      A quarentena é prevista na LC 1093/09, contra a qual lutamos muito mas o governo conseguiu aprovar.
      Até que esta lei seja revogada ou consigamos derrotar o governo, a quarentena continua a existir.
      Por isso, a assembleia do dia 22/10 é muito importante. Temos que nos unir e fazer um grande movimento para obrigar o governo a recuar.
      Bebel

      Responder
  • 475. JOSE RICARDO MARTINS  |  19/10/2010 às 09:35

    De acordo com o Jornal da Tarde (sábado, 16/10), os professores aprovados no concurso terão terão que realizar 13 exames laboratoriais. No caso em questão, os professores devem arcar com eventuais despesas desses exames e gastarão em média, R$ 2,4 mil para fazer os exames médicos em laboratórios particulares. Como a perícia médica tem início no início de novembro, os professores dificilmente terão tempo hábil para fazer os exames na rede pública. O advogado trabalhista e conselheiro da OAB-SP, Livio Enescu, disse que os pedidos de exame médico para admissão são eugenistas. “É uma vergonha e me lembra o nazismo”, ele ainda completa dizendo: “Daqui a pouco, o Estado vai pedir exame de código genético.” Para ele, a medida é inconstitucional. QUAL A POSIÇÃO DA APEOESP?

    Responder
    • 476. apeoesp  |  19/10/2010 às 16:36

      Prezado professor José Ricardo,
      A APEOESP está tomando providências administrativas para que, no mínimo, o Estado tenha que arcar com os custos desses exames. Poderá, no momento seguinte, recorrer à via judicial.
      Bebel

      Responder
  • 477. Josi  |  21/10/2010 às 14:01

    Boa Tarde Bebel
    Passei no concurso,mas não fui chamada nesta primeira fase,mesmo assim terei que fazer a prova seletiva, já que não consegui atingir a nota suficiente para a classificação em 2009.

    Desde já agradeço a atenção.

    Responder
    • 478. apeoesp  |  21/10/2010 às 18:57

      Prezada professora Josi,
      O entendimento da APEOESP é que basta a nota da prova do concurso, mas a SEE entende que só pode considerar as notas após finalizado todo o processo do concurso. Estamos em discussão com a SEE a respeito da questão. Até que isso se resolva, o previstó é que você faça a prova novamente.
      Bebel

      Responder
  • 479. Reginaldo Kurnik Pinto  |  26/10/2010 às 18:06

    OLÁ

    BOA TARDE!

    eSTÁ UM RUMOR NA REDE DE QUE O GOVERNO IRÁ TIRAR A ESTABILIDADE DO CATEGORIA F E A QUANTIDADE MÍNIMA DA CARGA HORÁRIA, QUANDO NÃO CONSEGUE AULAS OU NÃO PASSA NO PROCESSO SELETIVO, ESTÃO SABENDO DE ALGUMA COISA ASSIM? PELO MEU ENTENDIMENTO, HOJE MESMO SEM PASSAR NO PROCESSO SELETIVO, TEMOS DIREITO ADQUIRIDO, CABERIA AÇÃO JUDICIAL, NÃO É ISSO?

    UM GRANDE ABRAÇO

    Responder
    • 480. apeoesp  |  27/10/2010 às 18:30

      Prezado professor Reginaldo,
      A estabilidade do categoria F está garantida.
      O governo não pode tirá-la.
      Bebel

      Responder
  • 481. Eliane  |  26/10/2010 às 18:21

    Bebel, gostaria de saber até quando posso mandar os exames para a perícia médica do concurso para peb II. Recebemos o email no início de outubro, porém a bolsa auxílio que poderia custear os exames só saiu depois do dia 15/10. Além disso, mesmo na rede particular, a marcação de consultas e exames não é tão ágil para cumprir esses prazos. Mandei email para o “Fale Conosco” e não obtive resposta. Consta no edital que devíamos enviar os exames para perícia que começará no dia 03/11, mas não há uma data final para o envio dos exames/documentos. Ainda não consegui fazer nem metade dos exames e estou receosa de perder minha vaga por conta disso. Obrigada, Eliane.

    Responder
    • 482. apeoesp  |  27/10/2010 às 18:33

      Prezada professora Eliana,
      É preciso aguardar novo prazo. Qualquer dúvida entre em contato com o departamento jurídico.
      Bebel

      Responder
  • 483. Francisca  |  28/10/2010 às 16:51

    Olá Presidenta

    Alguma novidade sobre novas chamadas para as disciplinas de Inglês e Língua Portuguesa? Pelo que ouvi dizer uma nova chamada está sendo esperada para novembro. Procede?

    Grata
    Francisca Maia Augusto

    Responder
    • 484. apeoesp  |  29/10/2010 às 11:44

      Prezada professora Francisca,
      Ainda não há nenhuma informação a esse respeito.
      Bebel

      Responder
  • 485. Reginaldo Kurnik Pinto  |  29/10/2010 às 12:49

    Bom Dia

    O que ficou acordado com o ministério público, Apeoesp e SEE em relação a reunião de 26/10 sobre atribuição de aulas?

    um abraço

    Responder
    • 486. apeoesp  |  30/10/2010 às 11:43

      Prezado professor Reginaldo,
      A reunião foi adiada para 12/11 por solicitação da SE.
      Bebel

      Responder
  • 487. ADRIANA MACIEL  |  29/10/2010 às 18:21

    Olá presidenta,
    Só para definitivamente esclarecer minha duvida.
    Sou categoria F, na prova acertei 34 e com tempo de serviço cheguei aos 40.Minha secretaria me informnou que fui aprovada excepicionalmente.Ou seja na tela apareceu a mensagem “deseja fazer porva sim ou não?”optei por fazer.Meu receio maior é que, caso por exemplo eu não consiga nota minima na prova deste ano ficarei apenas com as 12 aulasde permanencia ou permanecerei com minha pontuação anterior?.om final de semana.

    Responder
    • 488. apeoesp  |  30/10/2010 às 11:49

      Prezada professora Adriana,
      Nosso entendimento, e também do juiz e do promotor, é que o uso do tempo de serviço vale para a composição da nota da prova. A SE está tentando voltar atrás nesse item. Nesse caso, se a dúvida permanecer, é importante que você faça a prova novamente.
      Bebel

      Responder
  • 489. Sozana Barbosa de Souza  |  31/10/2010 às 22:30

    Ala Bebel ! Tudo bem? Como Você está sentido com VITORIA da
    nossa PRESIDENTA ?????Eu estou muito feliz! Valei apena!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!Abraço
    Professora Suzana

    Responder
    • 490. apeoesp  |  01/11/2010 às 09:18

      Prezada professora Suzana,
      Estou muito feliz!!!
      Bebel

      Responder
  • 491. Leila  |  01/11/2010 às 23:05

    Olá querida,agradecemos a sua visita em nossa casa em Aguas de São Pedro, o que não nos surpreende, pois sabemos da sua militância ininterrupta. Bem, mais uma vez estamos nos sentindo representadas no Planalto. Boa sorte a essa grande mulher! Força para nós todas! Um grande abraço.

    Responder
    • 492. apeoesp  |  02/11/2010 às 03:02

      Querida Leila,
      Eu é que agradeço a receptividade de sempre.
      O Brasil vai viver dias ainda melhores, tenho a certeza.
      Bebel

      Responder
  • 493. Francisca  |  03/11/2010 às 16:19

    Boa tarde Presidenta

    Sabe alguma notícia (data aproximada) sobre nova(s) chamada(s)?
    Grata e no aguardo de retorno

    Responder
    • 494. apeoesp  |  04/11/2010 às 09:27

      Prezada perofessora francisca,
      Infelizmente, ainda não há novas datas.
      Bebel

      Responder
  • 495. claudia  |  04/11/2010 às 12:51

    POR FAVOR QUERO SABER TENHO TANTO TEMPO DE PONTUACAO E INFELIZMENTE ESTAVA TRABALHANDO ESCOLA DE TEMPO INTEGRAL COM ALUNO S DE 1º A 4º SERIE E O GOVERNO NAO CONSIDEROU POR NAO ESTAR COM CLASSE COMUM ACHO UMA ABSURDO ISSO AFINAL ESTAVA COM ALUNOS E VINCULADA. ENTREI COM ACAO JUDICIAL PARA MUDANCA DA CATGORIA L PARA F TENHO ESSE DIREITO? CLAUDIA

    Responder
    • 496. claudia  |  04/11/2010 às 13:07

      ENTREI COM ACAO JUDICIAL ESSE ANO EM FEVEREIRO SOU PROFESSOR PEB I E TRABALHO ANOS NO ESTADO FUI PREJUDICADA PELA MUDANCA DE CATEGORIA L ESPERO QUE CONSIGA MUDAR PRA CATEGORIA F SEI QUE HÁ PESSOA COMPETENTES PARA ANALISAREM OS CASOS. .AGUARDO COM CONVICÇÃO UM RESULTADO POSITIVO AINDA ESSE ANO PARA ATRIBUICAO DE 2010. CLAUDIA
      SOU FILIADA A APEOESP E ACREDITO .

      Responder
      • 497. apeoesp  |  04/11/2010 às 17:28

        Prezada professora Cláudia,
        Temos advogados competentes e abnegados.
        Boa sorte.
        Bebel

    • 498. apeoesp  |  04/11/2010 às 17:18

      Prezada professora Cláudia,
      Do nosso ponto de vista você tem, sim, todo o direito. Vejamos o que decide a Justiça.
      Bebel

      Responder
  • 499. MARIA APÁRECIDA DE sOUZA  |  04/11/2010 às 15:21

    Nada mais me surpreende dentro do magistério, estou em fim de carreira praticamente e só vi piorar a situação, e nada melhorou ,posso ser muito pessimista, mas não vai melhorar. Primeiro com essa maldita prova que deixou muitos colegas sem aula e sendo obrigados a pegar aulas complusoriamente, “obrigados.” Falo porque estou nessa situação, e sou coordenadora depois de passar por varias humilhações por não ter passado na prova, pude continuar como cooredenadora, estou agora estudando novamente para fazer a prova, trablho oito, nove horas por dia, viajo 56 quilometros todos os dias, qdo chego em casa tenho ,que pensar em estudar,mais os colegas queriam novamente, o PSDB, governando, em São Paulo e Brasilia.
    A nossa esperança será que a prova seja classificatoria, e que saibam formular as questões, porque voltar o que era jamais.
    Para professor com seus pontos e em seu devido lugar, hoje não temos professores para substiturem qdo necessario, às vezes os alunos ficam sem aula, SERÁ QUE ELES SABEM DESSA SITUAÇÃO?
    OBRIGADA

    Responder
  • 500. Luciano  |  05/11/2010 às 14:10

    Boa tarde… existe algum manisfesto com relação a jornada integral? Há a possibilidade de se reduzir para 32 aulas esta jornada? A maioria das disciplinas é impossivel chegar as 33.

    Responder
    • 501. apeoesp  |  05/11/2010 às 15:02

      Prezado professor Luciano,
      Houve compromisso do governo de enviar projeto de lei para isto, mas ainda não foi feito.
      Bebel

      Responder
  • 502. REGINALDO  |  06/11/2010 às 17:56

    Boa Tarde!

    Enquanto aguardamos o julgamento do mandado de segurança em relação a prova dos OFAs, espero que positivo, pois sou OFA, categoria F e entendo que tenho tempo de serviço para, como sempre ocorreu, a Apeoesp irá subsidiar a revista de autores pedagógicos e específico de cada disciplina? caso tenhamos que fazer a prova, é interessante começarmos a estudar.

    um abraço

    Responder
    • 503. apeoesp  |  08/11/2010 às 14:02

      Prezado professor Reginaldo,
      As revistas estão disponíveis nas subsedes da APEOESP. As alterações bibliográficas serão publicadas no site da APEOESP.
      Bebel

      Responder
  • 504. CLAUDIA FREITAS  |  10/11/2010 às 16:44

    Bebel
    Na página da CNTE, acabo de ler seu artigo: “A real situação da educação no estado de São Paulo” em que é descrito as mazelas da educação paulista. Mas um dado me causa estranheza!?!?!?!?! Eu me refiro a tabela salarial vigente a partir de março de 2010. Tenho dezoito anos (GRITO bem alto 18 anos) de efetivo exercício como PEB-I na rede estadual e percebo R$ 1.699,97 bruto por uma jornada de 30h/semanais. E por isso que não consigo entender esta tabela!?!?!?!?! Novamente aos gritos pergunto: CADÊ O RESTO DO MEU SALÁRIO????????? ATÉ QUANDO VAMOS CONVIVER COM ESTA MENTIRA?????????

    D.E. REG. S.J.RIO PRETO

    Responder
    • 505. apeoesp  |  10/11/2010 às 22:30

      Prezada professora Cláudia,
      As tabelas que publicamos são aquelas fornecidas oficialmente pela Secretaria da Educação, contendo os diversos elementos que compõem a remuneração dos professores.
      Sugiro que você procure o departamento jurídico para que se proceda a um cálculo detalhado de sua remuneração, para que, eventualmente, se localize distorção ou erro, que deve ser então corrigido.
      Bebel

      Responder
  • 506. Marcio  |  10/11/2010 às 21:52

    Bebel, o que percebemos dos professores do estado é que estão desacreditados do sindicato e de sua gestão, a ver do fracasso que foi a última manifestação, a apeoesp deve refletir sobre seu papel e sua ação e se organizar no sentido de lutar com mais firmeza pelos direitos da categoria, não apenas após aprovado os projetos que fere nossos direitos e conquistar a confiança e credibilidade do professorado paulista.

    Responder
    • 507. apeoesp  |  10/11/2010 às 22:22

      Prezado professor Marcio,
      Quero, em primeiro lugar, dizer que discordo totalmente de sua percepção. Não é o que vejo em minhas inúmeras viagens por todo o estado de São Paulo. Vejo professores desgostosos, preocupados e revoltados, mas não com a APEOESP e sim com o governo do Estado, que impôs tantas mazelas à nossa categoria. Vajo-os conscientes de que a APEOESP é seu instrumento de luta e que deve ser sempre cada vez mais fortalecida para enfrentar governos que nos prejudicam a cada momento.
      Por outro lado, o senhor está extremamente mal informado quando diz que lutamos somente depois que os projetos do governo são aprovados. Nós, juntamente com muitos professores, passamos noites em claro e realizamos inúmeros atos, assembleias, abaixo assinados, visitas aos deputados, manifestos, cartas abertas e muitas outras atividades para lutar contra a aprovação dos projetos do governo quando eles estavam tramitando na Assembleia Legislativa. O senhor esteve presente em algum desses movimentos? Espero que sim. Se esteve, como pode afirmar que lutamos apenas depois que eles foram aprovados. Se não esteve, tem todo o direito, como associado da APEOESP, de cobrar resultados, mas no mínimo o senhor não ajudou a fazer com que a situação fosse diferente.
      No mais, espero sempre de todos os colegas palavras que nos ajudem a prosseguir, a ir para a frente, a melhorar. Comentários ácidos que não apontam nenhuma perspectiva apenas enfraquecem a nossa luta e ajudam o governo.
      Bebel

      Responder
  • 508. jailma  |  11/11/2010 às 01:13

    Gostaria se possível de uma informação quando fiz a minha inscrição para o concurso do estado PEBII residia em guarulhos 1 região. No entanto tive no inicio do ano que mudar para sorocaba que esta na 2 região junto com a familia.Estou terminando todas as fases do concurso, no entanto não sei se poderei no final de tudo optar por uma escolha de vaga em Sorocaba ,tem várias vagas na minha area conforme exposto na escolha anterior. No cap XI intem 9 do edital diz que após o curso teremos uma convocação para escolha por disciplina de vagas remanescentes do concurso de remoção.Se é por disciplina entendo que teremos uma nova opção e que a anterior escolha foi para termos vinculo devido ao curso.Aguardo resposta.Grata.

    Responder
    • 509. apeoesp  |  13/11/2010 às 11:01

      Prezada professora Jailma,
      Escolherá na região de inscrição. Não há fase estadual do concurso.
      Bebel

      Responder
      • 510. jailma  |  16/11/2010 às 02:12

        Sendo assim devo optar em permancer em sorocaba ou voltar á guarulhos.Não posso entrar pelo art 22?

      • 511. apeoesp  |  18/11/2010 às 13:55

        Prezada professora jailma,
        Só existem duas regiões, para efeito do concurso: capital e interior.
        Quanto ao artigo 22, decreto do governo impede professores em estágio probatório de utilizá-lo, mas a APEOESP tem ingressado todos os anos com ação judicial e temos vencido sempre.
        Bebel

  • 512. Maira Aparecida  |  11/11/2010 às 18:26

    Gostaria de saber se tenho o direito a aposentadoria especial

    sou professora ACT

    20anos em sala de aula + 8anos que estou readaptada

    Obrigada um abraço

    Responder
    • 513. apeoesp  |  12/11/2010 às 02:10

      Prezada professora Maira,
      No nosso entendimento, sim, mas sugiro que procure o departamento jurídico para melhor informação.
      Bebel

      Responder
    • 514. sonia  |  13/11/2010 às 18:58

      Maria Aparecida, o DRHU, ja orientou todas as Diretorias a aceitarem a aposentadoria especial a readaptados, pode pedir sim sua aposentarodia

      Responder
  • 515. TEREZINHA  |  12/11/2010 às 01:48

    POR FAVOR BEBEL DIVULGUE LOGO A NEGOCIAÇÃO COM O SECRETARIO DA EDUCAÇÃO

    Responder
    • 516. apeoesp  |  12/11/2010 às 02:08

      Prezada professora Terezinha,
      Ainda não houve negociação com o secretário. Estamos insistindo para que haja uma reunião. Haverá hoje, 12/11, reunião entre o juiz, promotor, APEOESP e SE sobre a atribuição de aulas e provão.
      Bebel

      Responder
      • 517. Dinah  |  15/11/2010 às 00:18

        Bebel, já tem alguma coisa sobre a jornada de 33 aulas para disciplinas com número par de aulas (biologia, física, química, artes, etc.)
        Edna

      • 518. apeoesp  |  15/11/2010 às 13:06

        Prezada professora Dinah,
        Houve compromisso do governo de enviar projeto de lei para a ALESP, mas até o momento isto não foi feito. estamos há dois meses insistindo por uma reunião com o secretário da Educação, mas ainda não foi agendada.
        Bebel

  • 519. Elândio Ferreira  |  12/11/2010 às 15:03

    Olá Bebel!
    Sou professor mediador (categoria ó) e estou muito angustiado com a quarentena, prevista em lei. O pessoal do Sistema de Proteção Escola também estão preocupados, pois muitos mediadores estão nesta situação. Há um investimento grande em nossa formação, inclusive financeiro, para chegar 2011 e acabar. Saber que tem gente dentro da SEE que querem resolver este dilema ajuda um pouco.
    Mas afirmo, se eu sair da educação por 200 dias eu não volto nunca mais, mesmo que eu morra de saudade de meus alunos e do prazer em ensinar.
    Obrigado.

    Responder
  • 520. luiz  |  13/11/2010 às 00:41

    Boa noite Bel.

    está saindo comentários na rede que as nossas ferias vão mudar, não vai ser mais em janeiro mas em julho isso é verdade.
    ele pode estar mudando o nosso calendario de ferias, muito obrigado.

    Responder
    • 521. apeoesp  |  13/11/2010 às 11:06

      Prezado professor Luiz,
      De fato, há boatos muito fortes na rede de que a Secretaria da Educação modificará o sistema de férias e recesso, de modo que as férias de janeiro seriam de apenas 15 dias e o restante seria usufruído em julho. Não há nada oficial publicado sobre este assunto e tampouco a Secretaria informou ao Sindicato qualquer dado neste sentido.
      Não aceitaremos qualquer alteração no regime de férias dos professores e relembramos que o Estatuto do Magistério define em seu artigo 94 que o período compreendido entre o Natal e o Ano Novo é obrigatoriamente recesso, e que os professores gozam férias de acordo com o calendário escolar (artigo 62).
      Além disso, este tipo de ação afetaria profundamente a organização de férias de pais e alunos. Se necessário for, vamos mobilizar toda a comunidade escolar contra mais este ataque.

      Responder
  • 522. sonia  |  13/11/2010 às 20:33

    Bebel……rumores. nos bastidores, de que o VALE COXINHA vai ter aumento, isso é verdade????e se for verdade…MEU DEUS, vai para 7.90…..só rindo mesmo, os rumores procedem Bebel?…

    Responder
    • 523. apeoesp  |  14/11/2010 às 12:27

      Prezada professora Sonia,
      Há rumores, mas nenhuma confirmação oficial.
      Bebel

      Responder
  • 524. margareth  |  15/11/2010 às 13:27

    Sou professora há 28 anos, dois quais 12 anos designada Diretor de Escola, gostaria de saber se posso requerer Liquidação de Tempo de Serviço, de acordo com o PA nº 61/2010 emitido pela Procuradoria Geral do Estado

    Responder
    • 525. apeoesp  |  18/11/2010 às 13:56

      Prezada professora Margareth,
      Sim, pode.
      Bebel

      Responder
  • 526. segisvaldo luiz caldo  |  15/11/2010 às 15:19

    Bebel , os professores que grevaram em 2010 estão com faltas como foi constatado , mesmo os que repuseram as aulas, por ocasião da inscrição dos efetivos… vamos aguardar até 2012, como aconteceu com as faltas de 2008 ? Não é o caso de vc pegar o touro à unha e exigir uma decisão já ? Em março , por ocasião da próxima manifestação, qual o espirito de luta dos que foram prejudicados agora ?
    Somos teresas de calcutá ou franciscos de assis?

    Responder
    • 527. apeoesp  |  15/11/2010 às 16:48

      Prezado professor Segisvaldo,
      Leia texto no blog (Se persistirem as políticas excludentes do governo, o ano letivo não vai começar):
      Estamos exigindo a retirada das faltas. Além disso, a APEOESP ingressará com ação judicial coletiva visando a retirada das faltas. Além disso, serão ajuizadas ações individuais cujas orientações seguirão posteriormente.
      Bebel

      Responder
  • 528. Maria Aparecida de Souza  |  16/11/2010 às 16:31

    Gostaria de saber se prcede a informação que a prova dos ACTS, será dia 05/12/2010, e que será a Carlos Chagas, quem fará a prova,Começo o terrorismo novamente, todo fim de ano e isso. Por favor responda porque os interessados não estão sabendo.

    Obrigada

    Cidinha

    Responder
    • 529. apeoesp  |  16/11/2010 às 18:49

      Prezada professora Maria Aparecida,
      Ainda não temos nenhuma informação oficial a respeito. Como sempre, a SE deixa que a boataria se espalhe e não fornece as informações pelos meios devidos, no momento certo.
      Bebel

      Responder
  • 530. TEREZINHA  |  16/11/2010 às 20:25

    A REUNIÃO COM O JUIZ FOI DIA 12/11 E ATE AGORA NÃO SABEMOS O RESULTADO . POR FAVOR BEBEL DIVULGUE

    Responder
    • 531. apeoesp  |  17/11/2010 às 12:53

      Prezada professora Terezinha,
      Há textos com o relato da reunião desde a noite do dia 12/11 aqui mesmo no blog e no site da APEOESP (fax urgente) – http://www.apeoesp.org.br.
      Bebel

      Responder
  • 532. luciana  |  17/11/2010 às 11:57

    BEBEL,SOU CATEGORIA F,PASSEI NA PROVA JUNTANDO TEMPO DE SERVIÇO.GOSTARIA DE SABER ,SE NÃO PASSAR NA PROVA DESSE ANO FICAREI CUMPRINDO HORAS DE PERMANENCIA NA ESCOLA ?

    Responder
    • 533. apeoesp  |  17/11/2010 às 12:50

      Prezada professora Luciana,
      Nosso entendimento é que você não necessita mais fazer a prova. Estamos defendendo essa tese junto ao juiz e à Secretaria da Educação.
      Bebel

      Responder
  • 534. Maricell  |  17/11/2010 às 14:49

    Boa tarde Bebel.
    Li há pouco, no site da SeeSP, uma notícia muito interessante para nós, professores. Resumindo, a notícia fala sobre o Bolsa Auxílio Alfabetização para univesitários e o valor que a SEE pagará, como incentivo, a esses alunos que se inscrevam no programa. O valor será de R$ 700,00, sendo que desse total, “R$ 200 são destinados à alimentação e transporte do aluno pesquisador” Considero justo e ideal tal valor, mas fico a me perguntar: Professor gasta menos energia em salas de aula superlotadas, com inúmeros problemas e por issor tem necessidades menores de alimentação do que alunos universitários pesquisadores, por isso recebem o vale-coxinha de, no máximo, R$ 80,00? Viva o psdb e os “incentivos” que ele propicia aos educadores da rede!
    A quem interessar ler, deixo o link: http://www.educacao.sp.gov.br/noticias_2010/2010_16_11_c.asp

    Responder
  • 535. ADRIANA MACIEL  |  17/11/2010 às 19:42

    Olá Presdienta.Mesmo com a circular que a SEE, enviou para as escolas alterando a situação dos professores F que foram aprovados com nota mais tempo de serviço (apro exc.), a situação não está resolvida?Já que na tela JATI deu a opção neste caso, do prof. fazer ou não a prova.Desculpe-me pela persistencia, já que li que a Apeoesp ainda está defendendo esta tese junto ao Juiiz, estamos preocupadíssimos em nossa U.E.Um abraçõ.

    Responder
    • 536. apeoesp  |  18/11/2010 às 13:40

      Prezada professora Adriana,
      Agradeço sua observação. De fato, em consulta à S.E.E., já ficou esclarecido que são válidas as médias dos professores que utilizaram parte do tempo de serviço para compor a nota do provão em 2009. Assim, este problema deixa de existir. Fica sendo opcional para esses professores realizar ou não a prova novamente para melhorar sua média.
      Bebel

      Responder
  • 537. Elândio  |  18/11/2010 às 12:50

    Olá, Bebel.
    As vezes me dá a impressão que a novela da “quarentena da categoria ó” não está sendo levado a sério. Somos profissionais contratados e já demitidos. Por favor, não se esqueça de nós.
    Abraço forte.

    Responder
    • 538. apeoesp  |  18/11/2010 às 13:33

      Prezado professor Elândio,
      Gostaria de um esclarecimento: a questão não está sendo levada a sério por quem?
      Certamente você não se refere a nós, da APEOESP. O fato é que existe uma lei em vigor (LC 1093/09), contra a qual lutamos desde que era um projeto de lei enviado pelo governo à Assembleia Legislativa. Chegamos a realizar uma greve de mais de trinta dias contra essa lei e várias outras que o governo criou. Continuamos lutando contra tudo isso, mas estamos diante de um governo truculento, que não negocia. Diante disto, só há uma alternativa: realizar movimentos fortes o suficiente para fazer o governo recuar e acabar com a quarentena.
      Como não pretendo ser dona da verdade, aceito sugestões de outros procedimentos que possam, eventualmente, chegar à revogação da quarentena, uma vez que a via judicial não é adequada nesse caso, posto que, infelizmente, a quarentena é legal, embora injusta e descabida.
      Bebel

      Responder
  • 539. Reginaldo  |  18/11/2010 às 13:11

    Bom Dia!

    Gostaria de saber se ficou acordado alguma coisa na reunião dia 12/11 entre a Apeoesp, SE e o Ministério Público? sou professor categoria F e não passei no último processo seletivo.

    Responder
    • 540. apeoesp  |  18/11/2010 às 13:28

      Prezado professor Reginaldo,
      Não houve acordo. O juiz deve julgar a causa e acreditamos que seja favorável aos nossos pleitos. Veja relato da reunião em post publicado por mim no dia 12/11 neste blog.
      Bebel

      Responder
  • 541. Prof. Carlito Gomes  |  19/11/2010 às 10:18

    Cara Professora Isabel, Gostaria muito de entender a seguinte situação:
    Sou OFA categoria L , mas esta situação nem sempre foi assim, pois no ano de 2006 tinha aula atribuída e me enquadrava na categoria F Função de natureza permanente como descrito em meus holerities na época. Como isso é possível?

    PS. É bem verdade que na data de publicação da lei 1.010 de 2007 eu não me encontrava com aula atribuída, viria a ser novamente contratado em Agosto de 2007, mas a referida lei não menciona que o docente deveria esta com aula atribuída na presente data (02/07/2007), mas sim já ter portaria aberta até a referida data.

    Responder
    • 542. apeoesp  |  19/11/2010 às 13:56

      Prezado professor Carlito,
      Devido a situações como a sua e tantas outras, temos conseguido ganhar essas causas na justiça.
      Solicito que procure o departamento jurídico para ingressar com ação judicial.
      Bebel

      Responder
  • 543. Zilda Miolla Da Silva  |  19/11/2010 às 16:10

    Gostaria de saber sobre a possibilidade de adquirir a uma parcela de 30 dias de bloco de licença-prêmio(já adquirido) em pecúnia, sendo que fui informada pela DE de Pres. Prudente que como ACT não tenho direito.Gostaria de que pudesse ser informada se tenho direito.

    Responder
    • 544. apeoesp  |  22/11/2010 às 16:56

      Prezada professora Zilda,
      Você deverá entrar com ação judicial para pleitear esse direito. Procure o departamento jurídico.
      Bebel

      Responder
  • 545. cris  |  20/11/2010 às 00:41

    Querida Bebel….

    Sou professora categoria ‘o’, no ano que vem sei que não posso trabalhar, mas também tenho um filho no ensino fundamental, se ele for dispensado da escola por falta de professores, como estou vendo acontecer esse ano, será que posso entrar com uma ação contra o estado?? Uma vezz que existe muitos professores, e que eles não poderão trabalhar????

    Responder
    • 546. apeoesp  |  21/11/2010 às 14:10

      Prezada professora Cris,
      Notícias veiculadas na imprensa informam que o governo deve rever a “quarentena” criada pela lei 1093/09. Vamos aguardar.
      Bebel

      Responder
  • 547. lucia  |  20/11/2010 às 08:57

    BEBEL,SOU CATEGORIA F E ESTOU DE LICENÇA MÉDICA DESDE FEVEREIRO ,GOSTARIA DE SABER SE TENHO DIREITO A UM 1/3 DAS FERIAS QUE E PAGA EM 15 DE JANEIRO.OBRIGADO

    Responder
    • 548. apeoesp  |  22/11/2010 às 16:55

      Prezada profesora Lúcia,
      O 1/3 de férias é pago apenas quando a pessoa goza as férias. Assim, terá que retornar da licença, gozar as férias e aí, sim, receberá.
      Bebel

      Responder
  • 549. vera lucia-são josé  |  22/11/2010 às 23:00

    Bebel, sou profª desde 1983 e ACT categoria F não aprovada, desde 2003 Educadora Profissional do P.E.F. e assim sendo recebo como PEB I, mesmo sendo licenciada em História e concorrendo como tal, o que acho um absurdo fui também impedidada de fazer a prova de mérito por estar fora do campo de atuação, possuo 4 adicionais e preciso de orientação quanto a progressão, pois a secretaria da escola não tomou até o momento a iniciativa de fazer e mesmo solicitanto varias vezes não consegui até o momento, pois a argumentação é que sou um caso muito complicado e assim o tempo e os anos estão passando e o já tão aniquilado salario continua sem qualquer alteração. Por favor aguardo orientação. Obrigada

    Responder
    • 550. apeoesp  |  25/11/2010 às 16:25

      Prezada professora Vera Lúcia,
      Por favor, procure o departamento jurídico para melhor orientação e eventuais providências.
      Bebel

      Responder
  • 551. ANGEL  |  23/11/2010 às 10:12

    Bebel sou categoria L passei na prova juntando o tempo de serviços;se eu nao passar nessa proxima prova o que acontecera comigo?

    Responder
    • 552. apeoesp  |  25/11/2010 às 16:26

      Prezada professora Angel,
      Prevalecendo o entendimento atual, você teria que ser desligada da rede. Vamos, entretanto, aguardar a sentenção do juiz na ação coletiva movida pela APEOESP.
      Bebel

      Responder
  • 553. Sonia  |  23/11/2010 às 18:38

    Boa tarde Bebel!
    Ano esse canal de comunicação ficamos sabendo de tudo um pouco e ,quando posso, ajudo.

    Mas vamos a outros rumores que ouvi, a VUNESP disse que não elaborou as provas dos OFAS, porque solicitaram em tempo não hábil, outras empresas não eram capacitadas, pois não tinham experiência no trato. Conclusão: a elaboração das provas dos OFAs fiacará na responsabilidade de cada DE e de seus supervisores.Procede Bebel?

    Grata…bjs

    Responder
    • 554. apeoesp  |  23/11/2010 às 18:58

      Prezada professora Sonia,
      Circulam muitos boatos. Infelizmente o secretário da Educação não respondeu positivamente ao nosso pedido de audiência. Acredito que todas essas indefinições são devidas à transição de governo, o que abre campo fértil para os boatos. Continuamos insistindo para obter informações oficiais da Secretaria da Educação.
      Bebel

      Responder
  • 555. luciana  |  25/11/2010 às 13:00

    BEBEL,AINDA NÃO SAIU A LIMINAR QUE VCS ENTRARAM CONTRA AS PROVAS DOS OFAS?PELO QUE TINHA ENTENDIDO QUEM FOI APROVADO JUNTANDO O TEMPO DE SERVIÇO ,NÃO IRIA FAZER ESSA PROVA NOVAMENTE .

    Responder
    • 556. apeoesp  |  25/11/2010 às 16:22

      Prezada professora Luciana,
      Ainda não saiu a sentença do juiz, mas a SE já concordou com que os professores que utilizaram parte do tempo de serviço para compor a nota da prova de 2009 e atngiram a nota mínima não precisam mais fazer a prova.
      Bebel

      Responder
      • 557. Eliana  |  28/11/2010 às 11:45

        Prezada Bebel
        Eu utilizei parte do tempo de serviço para compor a nota mínima na prova de OFA e como você informa, a SE concordou que não há necessidade de se fazer a prova. Eu fiz a inscrição por orientação da secretária da minha UE. Pergunto: se eu vier a fazer a prova, e tirar uma nota inferior a anterior, o que prevalece ? A nota do ano anterior ? Aguardo retorno. Um abraço.

      • 558. apeoesp  |  28/11/2010 às 20:53

        Prezada professora Eliana,
        Prevalece a maior nota, indicada por você.
        Bebel

  • 559. Eliane Garcia  |  25/11/2010 às 15:36

    Boa Tarde Bebel!
    Gostaria de saber se há um posicionamento da SE em relação a segunda chamada de professores para o próximo ano.
    Desde já agradeço.

    Responder
    • 560. apeoesp  |  25/11/2010 às 16:00

      Prezada professora Eliane,
      Até o momento, não.
      Bebel

      Responder
  • 561. MARI  |  26/11/2010 às 14:53

    PREZADA BEBEL,FOI NEGADA 7 DIAS DE LICENÇA PARA MIM.ISSO ACONTECEU EM JULHO DESSE ANO E ATE AGORA ESTA EM ANDAMENTO.O QUE DEVO FAZER PARA RECEBER ?
    ACHO UM ABSURDO ,LEVAR ESSE TEMPO TODO PARA ANALISAR ESSE RECURSO .

    Responder
    • 562. apeoesp  |  27/11/2010 às 17:59

      Prezada professora Mari,
      Eu sugiro que busque melhor orientação no departamento jurídico da APEOESP.
      Bebel

      Responder
  • 563. LUCIA  |  26/11/2010 às 15:08

    PREZADA BEBEL, A SECRETARIA CONCORDOU COM QUE OS PROFESSORES, QUE FORAM APROVADOS O ANO PASSADO JUNTANDO TEMPO DE SERVIÇO COM A NOTA E ATINGIRAM A NOTA EXIGIDA QUE ERA OS 40 PONTOS NÃO PRECISARÃO FAZER A PROVA NOVAMENTE?ISSO SAIU PÚBLICADO PELA SEE?COMO JA ME INSCREVI TENHO QUE FAZER OU NÃO?SE EU NÃO FAZER, O QUE PODE ACONTECER?

    Responder
    • 564. apeoesp  |  27/11/2010 às 18:04

      Prezada professora Lucia,
      O diretor do DRHU, em reunião com o juiz e a APEOESP, concordou com o entendimento da APEOESP de que esses professores não precisam mais fazer a prova.
      Se você fica mais tranquila realizando a prova novamente, nada impede que o faça.
      Bebel

      Responder
  • 565. adriana  |  28/11/2010 às 17:35

    QUERIDA BEBEL,SOU CATEGORIA F, PASSEI NA PROVA JUNTANDO TEMPO DE SERVIÇO. FIZ A INSCRIÇÃO PARA A PROVA DESSE ANO, SE EU NÃO PASSAR NESSE PROVA ?COMO FICA A MINHA SITUAÇÃO?oBRIGADA

    Responder
    • 566. apeoesp  |  28/11/2010 às 20:54

      Prezada professora Adriana,
      O nosso entendimento, com o qual concordou o diretor do DRHU, é que pessoas no seu caso não precisam mais fazer a prova. Se quiser fazer para melhorar a nota ou por medida de segurança, é uma decisão sua.
      Bebel

      Responder
  • 567. janaina toledo  |  28/11/2010 às 23:02

    sou categoriaf e não passei no processo em 2009, ouso comentarios que se eu não passar nesse ano de 2010,perderei a categoria isso é verdade ,gostaria de saber se realmente virei estavel independente de passar ou não

    Responder
    • 568. apeoesp  |  29/11/2010 às 02:54

      Prezada professora Janaina,
      Não perderá a sua condição de categoria F. Se continuar a ser exigida nota mínima e você não a obtiver, continuará na escola com 12 horas semanais.
      Bebel

      Responder
  • 569. Marcelo  |  29/11/2010 às 00:50

    Prezada Bebel-

    Gostaria de um esclarecimento da tua parte a prova será ELIMINATORIA ou CLASSIFICATÓRIA, se os professores que forem reprovados poderão participar das atribuições e tbem trabalharem como eventual, como foi este ano.

    Obrigado, pela atenção

    Responder
    • 570. apeoesp  |  29/11/2010 às 02:50

      Prezado professor Marcelo,
      Pela sentença do juiz, todos poderão participar da atribuição de aulas, por faixas.
      Pela lógica, os “reprovados” poderão ministrar aulas como eventuais, mesmo porque faltam professores na rede.
      Bebel

      Responder
  • 571. Jose Ricardo  |  29/11/2010 às 16:09

    Vamos respaldar os desígnios Plano Nacional de Educação (PNE)

    Nos próximos dias, o Ministério da Educação disponibilizará para consulta pública a minuta de Projeto de Lei versando sobre o Plano Nacional de Educação (PNE), que terá vigência nos próximos 10 anos. Assim como aconteceu na 1ª Conferência Nacional de Educação (CONAE), responsável pelas diretrizes do novo PNE, a sociedade será convidada a opinar sobre o Projeto, e as propostas que alcançarem consenso ou maioria deverão ser absorvidas pelo Plano.
    Desta feita, é salutar a iniciativa de que todas as entidades sindicais mobilizem as categorias para que possamos participar da consulta, afim, de ratificar principalmente o ponto de vista que versa sobre a valorização dos trabalhadores da educação em especial aos funcionários de escola, precisamos estar atentos às metas desta categoria laboral:
    (1)de profissionalização dos funcionários de escola, também para contrapor os efeitos nefastos da terceirização dos serviços escolares;
    (2)da progressão salarial na carreira, por incentivos que contemplem titulação, experiência, desempenho, atualização e aperfeiçoamento profissional;
    (3)da diferenciação dos vencimentos ou salários iniciais da carreira de todos os trabalhadores (professores e em especial funcionários) por titulação profissional, entre os habilitados em nível médio e os habilitados em nível superior e pós-graduação, de acordo com o seu itinerário formativo;
    (4)de oferta de formação inicial e continuada nas instituições públicas para todos os trabalhadores (professores e funcionários);
    (5)de aumento do piso salarial profissional nacional para além da correção prevista na Lei, a fim de acelerar a valorização do trabalho social em especial dos trabalhadores do nível básico;
    (6)do efetivo cumprimento do (art. 206, V e VIII, CF) para todos os profissionais da educação sob pena de improbidade administrativa dos gestores públicos;
    (7)de melhores condições de trabalho e infraestrutura das escolas com vistas a qualidade da educação.
    Outras duas questões sensíveis à qualidade da educação e que terão de ser devidamente abordadas no novo PNE referem-se à gestão democrática e aos regimes de colaboração e cooperação entre os entes federados. A constituição do Fórum Nacional de Educação, o aprimoramento e a democratização das relações escolares e institucionais – a exemplo da formulação de políticas públicas através do Plano de Ações Articuladas –, a efetiva implementação das diretrizes nacionais de carreira dos professores e dos funcionários de escola e o respeito às leis federais Piso Salarial Profissional Nacional – Lei nº 11.738, de 16/7/2008 e lei que define profissionais da educação – Lei nº 12.014, de 6/08/2009, além de serem pautas decisivas de nosso movimento, evidenciam a necessidade de elaboração de Lei de Responsabilidade Educacional, em consonância ao PNE, a fim de respaldar os desígnios deste. Lembrando que o PNE precisa ser aprovado este ano pelo Congresso Nacional para vigorar a partir de 2011.

    Responder
  • 572. adriana  |  30/11/2010 às 10:03

    BEBEL,SOU CATEGORIA F, PASSEI NA PROVA O ANO PASSADO ,SE EU NAO PASSAR ESSE ANO COMO FICARA MINHA SITUAÇAO.

    Responder
    • 573. apeoesp  |  01/12/2010 às 22:24

      Prezada professora Adriana,
      Você não precisa fazer a prova novamente, mas poderá fazê-la para melhorar sua colocação na lista de classificação.
      Bebel

      Responder
  • 574. rosa Maria  |  30/11/2010 às 13:38

    BEBEL,SOU PEB1,CATEGORIA F PASSEI NA PROVA DO ANO PASSADO,SE EU NÃO FAZER ESSA PROVA PODE ME PREJUDICAR ?ENTRO PARA PARTICIPAR DA ATRIBUIÇÃO DOS APROVADOS?BJOKAS

    Responder
    • 575. apeoesp  |  01/12/2010 às 22:27

      Prezada professora Rosa Maria,
      Você não precisa fazer a prova novamente, mas poderá fazê-la para melhorar sua colocação na lista de classificação.
      Bebel

      Responder
  • 576. soraia  |  30/11/2010 às 14:15

    Boa tarde Bebel !
    Sou categoria F e gostaria se saber e essa liminar ganha pela apeoesp torna a prova classificatoria, ou continua tendo a obrigatoriedade de acertar 50% da prova. E o estado entrou com uma representação para derrubar essa limina?
    Me esclareça por favor pois todo final de ano é essa confusão e essa incerteza para o ano seguinte.

    Responder
    • 577. apeoesp  |  01/12/2010 às 22:29

      Prezada professora Soraia,
      Em primeiro lugar, não se trata de liminar e sim de sentença judicial.
      Uma questão é certa: todos os professores “F” e “L” poderão participar da atribuição de aulas utilizando o tempo de serviço e a nota da prova. Entendemos, pelo despacho do juiz, que não haverá nota mínima para essas “categorias” e que, portanto, não há “aprovados” e “reprovados”, mas estamos solicitando um esclarecimento escrito.
      Bebel

      Responder
  • 578. Felipe Ramon  |  30/11/2010 às 16:51

    quero saber o conteudo de prova para o dia 05/12/2010 OFA?

    Responder
  • 580. Mauro Costa  |  01/12/2010 às 00:54

    Olá Bebel e o concurso PEB2 nada de novidades a respeito de novas convocações, pois há falta de muitos professores de diversas áreas na rede… e o secretário não fala nada???? Não diz nada??????

    Abraços!!!

    Responder
    • 581. apeoesp  |  01/12/2010 às 22:38

      Prezado professor Mauro,
      Exato. O governo nada fala. Sequer definiram quem será o próximo secretário da Educação. Enquanto isso, tudo está parado.
      Bebel

      Responder
  • 582. apeoesp  |  01/12/2010 às 22:40

    Prezado professor Luiz,
    Pelo que o governo definiu na resolução 8, no início do ano, a nota da prova de mérito substitui a do provão, mas não estão definidos os procedimentos para isso.
    Bebel

    Responder
    • 583. Cláudio Jorge dos Santos  |  14/12/2010 às 00:35

      Olá Bebel, Como vai?
      Gostaria de saber sobre a prova do mértio.No ano passado aceitei 49 questões, esse ano 41 questões no mérito fiquei com 56 pontos.
      Irei ficar com a nota maior?Abraços

      Responder
      • 584. apeoesp  |  14/12/2010 às 11:51

        Prezado professor Cláudio,
        Os procedimentos sobre o uso da nota da prova de mérito é um dos assuntos que queremos tratar com o secretário desde agosto, mas esta reunião não foi agendada até o momento pela S.E.
        Bebel

      • 585. Andreia de Jesus Cintas vazquez  |  07/02/2012 às 20:02

        Como faço para contactar o departamento juridico

      • 586. apeoesp  |  09/02/2012 às 00:47

        Prezada professora Andreia,
        Na sua subsede (contato em http://www.apeoesp.org.br) ou pelo fone 11.33506214.
        Bebel

  • 587. Marcia  |  02/12/2010 às 11:47

    Querida Bebel,passei na prova de 2009,se eu não passar esse ano, entro na classificação com a nota do ano passado?

    Responder
    • 588. apeoesp  |  02/12/2010 às 16:00

      Prezada professora Márcia,
      Sim. Se você é categoria F, vale a nota da prova anterior.
      Bebel

      Responder
  • 589. Reginaldo  |  03/12/2010 às 20:31

    boa tarde!

    Insisto aqui neste blog, referente a prova de OFA, ela será classificatória ou eliminatória? se classificatória, todos poderão participar da atribuição? Caso eliminatória, quem não passar dependerá do aval da secretaria de educação pra participat em lista diferenciada? como neste ano?

    obrigado da atenção

    Responder
    • 590. apeoesp  |  04/12/2010 às 11:47

      Prezado professor Reginaldo,
      A sentença do juiz é clara: todos participam. Nossa dúvida, para a qual solicitamos do juiz parecer por escrito, é se, nas categorias F e L haverá alguma linha de corte que os divida em dois blocos, dependendo da nota. Nosso entendimento, e acreditamos que é o do juiz também, é que não existe nota mínima para F e L, que já são contratados do Estado e devem apenas ser classificados, em suas respectivas faixas, conforme a combinação de nota e tempo de serviço, popis embora não concordemos com a prova, ela existe legalmente.
      Bebel

      Responder
  • 591. Marcia  |  05/12/2010 às 23:14

    BEBEL, A CLASSIFICAÇÃO PARA ATRIBUIÇÃO DE CLASSE SERA POR FAIXA?PRIMEIRO OS CATEGORIA F E DEPOIS OS L?BJO

    Responder
    • 592. apeoesp  |  06/12/2010 às 15:57

      Prezada professora Márcia,
      De acordo com a sentença do juiz, sim.
      Bebel

      Responder
  • 593. Edson Conte  |  06/12/2010 às 09:40

    Bom dia Bebel,

    Se fui contratado no ínicio do ano letivo e este contrato termina

    em 22 de Dezambro de 2010, como fica minha situação em 2011 ?

    Poderei participar da atribuição e ter meu contrato renovado ou

    devo cumprir a duzentena ?

    Com a alteração do art 7 da lei 1093, não consigo interpretar

    a lei.

    Muito obrigado

    Edson

    Responder
    • 594. apeoesp  |  06/12/2010 às 16:03

      Prezado professor Edson,
      Vamos lutar para que seja introduzido no projeto de lei do governo uma disposição transitória para que as novas regras tenham validade para quem já tem contrato. Se isto ocorrer, você poderá ministrar aulas em 2011.
      Bebel

      Responder
  • 595. Dora  |  06/12/2010 às 16:04

    Sexta – feira, 03 de Dezembro de 2010 11h20

    Projeto de lei amplia atuação de professores temporários categoria “O” na rede pública estadual

    Governo do Estado aprova lei complementar encaminhada pela Secretaria de Estado da Educação visando a ampliação do trabalho dos professores temporários da categoria ‘O’ na rede pública;

    Agora, mesmo contratados pelo tempo determinado de 12 meses, professores categoria ‘O’ vão continuar trabalhando até o fim do ano letivo vigente;

    O Governo do Estado de São Paulo aprovou em caráter de urgência Projeto de Lei encaminhado pelo Secretario de Estado da Educação, Paulo Renato Souza, que dispõe das atribuições de professores temporários categoria ‘O’ contratados por prazo determinado de 12 meses em toda a rede de ensino estadual. A partir de agora, caso o prazo em contrato expire durante o período de aulas, estes professores continuarão trabalhando até o final do ano letivo vigente. A medida visa evitar a interrupção do trabalho pedagógico em curso por força do cumprimento do prazo estabelecido pela vigência de contrato e também garantir que as escolas supram eventuais ausências de professores, contando com substitutos disponíveis. No modelo original, o professor podia trabalhar exclusivamente no ano letivo da contratação; se iniciada em março, por exemplo, findaria obrigatoriamente em abril do ano seguinte. Agora, a possibilidade de atuação estende-se, independentemente do período de vigência do contrato, até o encerramento do período letivo regular.

    “Os serviços prestados pelos docentes temporários nos termos atuais não devem ser interrompidos, sob a pena de se comprometer todo o trabalho pedagógico em curso. Há também que se possibilitar o prosseguimento da contratação de um ano para o outro, para se ter condição de suprir ausência de professores com substitutos, admitidos sob as novas condições”, afirmou o Secretario Paulo Renato Souza. “As novas medidas vêm ao encontro dos pedidos dos professores temporários, uma reivindicação que achamos justa e estamos atendendo com a nova lei”, complementou.

    Cada escola da rede pública estadual funciona de acordo com calendário elaborado a partir das diretrizes e bases da educação nacional, cujas exigências para cumprimento dos mínimos de aulas e dias letivos não levam em consideração o ano civil, mas o ano letivo, nem sempre coincidentes. Com a nova resolução, garante-se a continuidade do processo pedagógico nas escolas de toda a rede. O projeto foi encaminhado em novembro deste ano pelo Departamento de Recursos Humanos – DRHU da Secretaria da Educação e publicado nesta quarta-feira (02/12) no Diário Oficial passando, por força de lei, a vigorar imediatamente

    Responder
  • 596. MMARCIA  |  06/12/2010 às 17:54

    BEBEL,ESTE ANO FIQUEI DE LICENÇA SAÚDE POR ESTAR COM DEPRESSÃO.GOSTARIA DE SABER SE TENHO DIREITO DE RECEBER O BONUS.OBRIGADO

    Responder
    • 597. apeoesp  |  07/12/2010 às 15:15

      Prezada professora Márcia,
      As licenças são impedimento para o recebimento do bônus. Entre em contato com o departamento jurídico para ajuizamento de ação.
      Bebel

      Responder
  • 598. João Wagner  |  06/12/2010 às 23:18

    Olá Bebel, sei que a luta é ardua, e esse governo não é fácil, é autoritário e impositivo. Mais uma vez escrevo para pedir sua divulgação de aglo importante, mas que as vezes fica mal explicado na escola, escrevi o texto e já publiquei no meu blog, mas acredito que a informação precisa de fato ser divulgada. mais uma vez conto com seu apoio.
    Força e continue com a coragem de sempre.
    Certo do respeito e atenção
    Prof João Wagner
    http://educandonaacao.blogspot.com

    PAGAMENTO – LICENÇA SAÚDE – SEE/SP
    Todo o servidor que passa por problemas de saúde ou que precisa cuidar de alguém da família, solicita a GPM (guia de perícia médica) na unidade escolar ou ao superior imediato e protocola a mesma no DPME ou nos órgãos autorizados. Feito isso passa no dia e na hora agendada pelo médico périto (que infelizmente em alguns casos, trata com completo descaso) que determinará mediante os dados do atestado médico a quantidade de dias que você ficará em repouso ou disponível para cuidar do parente.
    Claro que em muitos casos os médicos liberam uma quantidade de dias menor do que consta no atestado (mesmo sendo dado por um médico especialista e que entende do seu problema e tratamento, e infelizmente no DPME não existe mais a figura do médico especialista, isto significa que todos os médicos atendem todos os casos) e em outros tantos casos, manda aguardar a publicação no diário oficial, que também demora muito tempo para ser publicada. Nesse caso, sempre o trabalho de entrar com recurso e acompanhar a publicação no DOE recai ao funcionário, haja vista que a escola sempre tem muito trabalho e ninguém assume essa responsabilidade.
    Quando a licença sai negada ou com a quantidade de dias menor do que consta no atestado, o funcionário (isso vale para todas as secretarias do governo do Estado de São Paulo) pode entrar com recurso junto ao diretor do DPME, depois ao secretário de gestão pública, depois ao governador e ainda em última instância entrar com mandado de segurança. Orientação todas passadas pelos funiconários do DPME.
    Até aqui nenhum problema, tudo dentro da legalidade. Contudo, a Secretaria de Estado da Educação por ordem do DRHU – Departamento de Recursos Humanos, com base não sei em que, ordena aos supervisores, que por sua vez mandam nos diretores que descontem de imediato o período que não foi compreendido na publicação do DOE.
    Eu mesmo, fui pessoalmente ao CELP (centro de estudos e legislação de pessoal) departamento do DRHU e obtive essa mesma informação da funcionária que responde pelo setor, pedi então que me apresentasse o documento que validava tal informação, haja vista que vivemos como diz David Olson “o mundo no papel”, toda e qualquer informação deve estar escrita e prescrita para que todos tenham a mesma orientação. A funcionária (que foi muito solicita e atenciosa) disse que a Lei 10.262/68 (Regime Jurídico do Servidor Público Estadual) estabelecia o que era e o que não era falta. Sai perturbardo deste departamento, pois essa informação é vaga.
    Enfim, isso tudo porque além do DRHU existe um órgão regulador de recursos humanos no Estado que a UCRH – Unidade Central de Recursos Humanos e quem tem a função de padronizar as ações de pessoal no Estado, pois as regras, os direitos e deveres são iguais para todos os servidores de acordo com o próprio regime juridico. No site da UCRH, existe uma página chamada de manuais, que orienta como deve ser o procedimento de recursos humanos no Estado de São Paulo, sendo assim o DRHU, a Diretoria de ensino ou a escola não podem criar regras autoritaristas e impositivas em desacordo com a UCRH.
    Pois bem, o DRHU estava dando uma orientação errada as diretorias de ensino e com isso os supervisores aos diretores e os diretores aos professores, esses sempre os que mais se lascam na rede. Enfim, de acordo com a UCRH quando a licença sai negada, ou com tempo menor do que previsto no atestado o servidor pode a seu critério entrar com recurso e deve até o primeiro dia útil subsequente apresentar cópia do recurso na escola.
    Sendo assim, NADA PODE SER DESCONTADO ENQUANTO PERDURAR OS RECURSOS, MESMO QUE ISSO DURE ANOS. O desconto somente poderá ocorrer se o funcionário não entrar com recurso. Mas essas informações não são passadas e muitas pessoas tiveram descontados em seus pequenos salários os dias não publicados e em muitos casos professores e servidores ficaram sem dinheiro para a compra de remédio porque as pessoas nem sempre dão a informação correta, mas sim a da conveniência.
    Outra informação importante, em todos os lugares a informação é que o funcionário tem que acompanhar as publicações no diário oficial, isso é verdade, porque o servidor sempre é o interessado, mas isso não isenta a escola ou qualquer órgão da SEE de acompanhar as publicações e notificar o interessado.
    Duvidas ligue:
    (11) 3218-6004 / 3218-6005 ou
    entre no site:
    http://www.recursoshumanos.sp.gov.br/11a13.html (nessa página, encontra-se a orientação detalhada de como TODOS os Recursos Humanos do Estado devem proceder conforme segue abaixo)
    LICENÇA PARA TRATAMENTO DE SAÚDE
    emitir, quando solicitada , a GPM e entregá-la ao servidor;
    receber 1 via da GPM e acompanhar publicação da licença:
    no caso de licença negada pelo DPME : proceder, conforme descrito a seguir:
    • verificar se servidor entra com recurso:
    – em caso de apresentação de recurso : aguardar o resultado;
    – em caso de não apresentação de recurso ou se licença negada em todas as instâncias : proceder conforme descrito a seguir;
    • verificar se folha de pagamento já foi processada e:
    – efetuar retificação do lançamento (licença saúde para falta injustificada), no caso de ter sido processada, até o 1º dia útil subseqüente à publicação;
    – informar ao Superior Imediato, através de Ofício, até o 1º dia útil subseqüente à publicação da negação da licença e instruí-lo quanto ao lançamento no Sistema da Folha de Pagamento para os dias em que servidor esteve ausente por motivos de saúde;
    Nota: No caso de o número de dias concedidos pelo DPME para licença para tratamento de saúde ser menor que os dias em que servidor estiver ausente por motivos de saúde, deve-se proceder de acordo com o descrito no item 4.3.a.2.1 deste Procedimento.

    Responder
  • 599. ANA MARIA  |  08/12/2010 às 09:21

    QUERIDA BEBEL,QUEM FOI APROVADO NO ANO PASSADO E NÃO CONSEGUI MELHORAR A NOTA ESSE ANO ,ESSA PROVA VAI CONTAR ALGUMA PONTUAÇÃO?OBRIGADO

    Responder
    • 600. apeoesp  |  08/12/2010 às 14:42

      Prezada professora Ana Maria,
      Deve prevalecer o mesmo critério de classificação do ano passado, dentro de cada faixa, combinando a nota da prova, com tempo de serviço e títulos.
      Bebel

      Responder
  • 601. João Wagner Martins  |  08/12/2010 às 11:55

    Olá Bebel, deixei um comentário que julgava importante sobre os abusos cometidos pelas escolas em relação a licença saúde e pagamento, acredito que a informação ajudaria muitos professores, pena que vc não pensa da mesma forma, haja vista que a informação não foi divulgada.
    Abraços e obrigado pela sempre atenção
    Prof João Wagner

    Responder
    • 602. apeoesp  |  08/12/2010 às 17:28

      Prezado professor João Wagner,
      Me desculpe, mas o número de comentários aumentou muito nos últimos dias e não vi o seu texto. Já o publiquei.
      Bebel

      Responder
  • 603. Letícia Alves  |  08/12/2010 às 18:00

    Prezada senhora Presidenta.
    Com imensa tristeza presencio na mídia os inúmeros casos de violência contra professores. Claro que com a redução da jornada de trabalho dos professores sem redução salarial, um menor número de alunos em sala de aula e outros meios melhoram o sistema educacional, acredito. Meus filhos estudam na rede pública e contam o drama de tensão e desrespeito que os professores tem vivido em sala de aula no cotidiano. O Simpro e a Apeoesp tem algum poder para reverter essa situação? Conte comigo, obrigada.
    Letícia Alves
    Mãe de aluno e Conselheiro Gestor da UBS Dr. Julio de Gouveia de Itaim Paulista – Sao Paulo/SP

    Responder
    • 604. apeoesp  |  08/12/2010 às 19:10

      Prezada Letícia,
      Muito obrigada. A união de todos é fundamental para que essa campanha seja vitoriosa.
      Bebel

      Responder
  • 605. lilian  |  08/12/2010 às 18:45

    BEBEL,A PROVA SERA CLASSIFICATÓRIA OU ELIMINATORIA?QUAL FOI A NOTA EXIGIDA PELA SECRETARIA DA EDUCAÇÃO.

    Responder
    • 606. apeoesp  |  08/12/2010 às 19:14

      Prezada professora Lilian,
      A sentença do juiz da 3ª Vara da Fazenda Pública indica que a classificação será por faixas (primeiro categoria F, depois L, depois O) sem distinção entre “aprovados” e “reprovados”. No caso dos categoria O, os que não atingirem determinada nota sequer participarão da atribuição, pois, para eles, se trata de processo seletivo, com nota mínima. No caso dos F e L, não há que falar em nota mínima, pois já são contratados pelo Estado. Acreditamos que a sentença judicial é clara nesse aspecto, mas ainda assim solicitamos ao juiz um posicionamento por escrito.
      Bebel

      Responder
  • 607. Letícia Alves  |  08/12/2010 às 19:18

    Presidenta,

    Nós pais não sabemos exatamente dos probelmas pelos quais os professores passam a não ser os corriqueiros de superlotação em sala, desrespeito de alunos, a questão salarial que somente chega até nós que é um piso baixo – lógico que esses ao meu ver já são graves.

    Lendo algumas perguntas de professores aqui, pude notar que há bastante outros como a questão de “letra – categoria” e por isso…

    Deveríamos ter acesso a essa cartilha sobre a política educacional do governo estadual e reuniões mensais, assim seríamos úteis nessa luta.

    Quero ajudar, tenho muita preocupação para onde caminha o ensino neste país e toda violencia gerada.

    Conte comigo, obrigada.

    Letícia Alves
    Mãe de aluno e Conselheiro Gestor da UBS Dr. Julio de Gouveia de Itaim Paulista – Sao Paulo/SP

    Responder
    • 608. apeoesp  |  09/12/2010 às 09:02

      Prezada Letícia,
      Vamos considerar a sua sugestão.
      Obrigada,
      Bebel

      Responder
  • 609. Clara Olga Santos  |  10/12/2010 às 18:55

    APEOESP X CUT

    Acabo de ler a notícia de que o futuro governo do Estado, que sequer tomou posse, já está recebendo aumento salárial na faixa dos 26%. Tivemos tudo isso de inflação anual? Cadê a provinha Nele, atestando se é apto a receber o aumento? Que é de os comentários do Sindicato a respeito do assunto? Os deputados estão pleiteando 61 %! Por que para eles sempre tem verba? Cadê o questionamento?
    Outra coisa que me intriga é a filiação da APEOES à CUT. Qual é o proveito? Em que isso beneficia o Sindicato e/ou o professorado. Acho que a CUT teve um papel preponderante na eleição de Geraldo Alckmin. Que trabalho a Central Única dos Trabalhadores fez no sentido de conscientizar os filhos dos trabalhadores sobre a importância da Educação para o futuro de seus filhos? Será que cada filiado sabe que os filhos que colocam no mundo, se dependerem da Educação na Rede Pública Estadual (Serra e Alckmin) e Municipal (Cassab) não tem amanhã, não tem futuro?

    Responder
    • 610. apeoesp  |  12/12/2010 às 12:32

      Prezada professora Olga,
      Não apenas a APEOESP mas todo o funcionalismo questiona o governo estadual permanentemente quanto à ausência de uma politica salarial. Fizemos uma greve de 33 dias por reajuste salarial e outras reivindicações. Nesta semana reuniremos a diretoria e discutiremos novas ações. Nosso Congresso aprovou um plano de lutas pelo conjunto de nossas reivindicações. Há, portanto, muito questionamento sobre as medidas que este governo adota e esta é apenas mais uma delas.
      A APEOESP é não apenas filiada como participou da fundação da CUT. Como trabalhadores que somos, participamos de lutas mais abrangentes em defesa dos direitos de todos os trabalhadores, e há muitas coisas em comum entre nós, professores, e outras categorias profissionais quanto a direitos e reivindicações. Acredito que a senhora comete um grave equívoco ao dizer que a CUT contribuiu para eleição de Alckmin. Não entendo essa afirmação. A CUT apoiou resolutamente um outro projeto para o Estado de São Paulo, representado pela candidatura de Aloizio Mercadante.
      Bebel

      Responder
  • 611. Marco Aurélio Mello  |  14/12/2010 às 11:09

    Presidenta, ainda não ficou claro a nova lei da categoria “O”

    Receberemos férias?

    Temos direito ao tal bônus?

    Receberemos salário até abril?

    Não perderemos o vínculo?

    agradecido.

    Responder
    • 612. apeoesp  |  14/12/2010 às 12:53

      Prezado professor Marco Aurélio,
      a) – Reproduzo o artigo 12 da LC 1093/2009:
      Artigo 12 – Fica assegurado ao contratado nos termos desta lei complementar:
      I – o décimo terceiro salário, na proporção de 1/12 (um doze avos) por mês trabalhado ou fração superior a 15 (quinze) dias;
      II – o pagamento das férias, decorridos 12 (doze) meses de efetivo exercício da função.

      b) de acordo com comunicado divulgado pela Secretaria da Educação para o bônus de 2010: Para receber o bônus os professores devem ter atuado, no mínimo, em dois terços do ano. Ou seja, devem ter participado da rede pelo menos durante 244 dias. Caso tenha havido faltas, haverá desconto proporcional no valor do bônus.

      c) a perda ou não do vínculo neste ano está dependendo da votação do PLC 46/2010 que está tramitando na Assembleia Legislativa, caso seja aprovada uma emenda que faz a nova regra (prorrogando o contrato dos categoria O até o final do ano de seu vencimento) para os atuais professores categoria O.
      Bebel

      Responder
  • 613. Prof Carlos  |  14/12/2010 às 13:09

    Quais foram as resoluções do último congreesso em defesa dos professores temporários?

    Responder
    • 614. apeoesp  |  14/12/2010 às 18:23

      Prezado professor Carlos,
      As resoluções completas do Congresso estão sendo preparadas para publicação. Reproduzo, abaixo, apenas um trecho o plano de lutas:
      Reajuste já!
      As diretrizes nacionais para a carreira do magistério, em seu artigo 5º, inciso VI determina, de acordo com artigo 37-A da Constituição Federal, que os servidores têm direito a reajuste anual de salários. Entretanto, o Governo do Estado não cumpre a lei, nem mesmo a lei de sua própria autoria que instituiu a data-base para o funcionalismo estadual. Com isto, acumulamos grandes perdas salariais.
      Vamos continuar pressionando o governo para que abra negociações para um reajuste salarial imediato para a categoria, para repor as perdas que acumulamos desde a entrada em vigor do atual plano de carreira (fevereiro de 1998). Tal reajuste deve ser, no mínimo, de 34,5% para repor o poder de compra dos salários, mais aumento real, para que possamos, a partir daí, discutir uma política salarial de mais longo prazo
      Contra as provinhas destinadas a manter professores temporários
      O governo do PSDB criou uma parafernália de leis, provas e avaliações destinadas a manter os professores temporários da rede estadual de ensino, contratados de forma precária e submetidos a uma relação de trabalho que gera insegurança e lhes nega direitos fundamentais devidos a qualquer trabalhador.
      Esta situação afeta diretamente a qualidade do ensino e reduz as possibilidades do nosso Estado superar seu histórico déficit educacional; com isso, contribui para rebaixar também os resultados educacionais do nosso país, contrariando o esforço que vem sendo feito em nível nacional.
      Não aceitamos e não aceitaremos a continuidade dessa política. Queremos que o Estado invista cada vez mais na valorização e no reconhecimento dos professores e do conjunto do magistério, necessidade premente da educação pública estadual.
      É absurda a imposição da quarentena de 200 dias aos novos professores temporários, contratados pelas regras da lei complementar 1093/09, agravando ainda mais a falta de professores nas escolas estaduais. Exigimos a revogação desta lei e lutamos por mais concursos públicos.
      Concursos públicos para todas as disciplinas
      Mais uma vez a mídia reconheceu a insustentável situação da rede estadual de ensino, com altíssimo número de temporários, baixos salários, péssimas condições de trabalho. Novamente, o jornal Folha de S. Paulo fez editorial (Educação precária, 29/1) para cobrar do Governo do Estado providências quanto a esse quadro. O texto termina dizendo que somente com mais concursos públicos e políticas de valorização dos professores podem mudá-lo. Exatamente o que vimos reivindicando há muito tempo.
      Devemos nos apoiar em manifestações desse tipo para intensificar nossa luta contra a falta de professores, por mais concursos públicos de todas as disciplinas e pela convocação imediata de todos os aprovados no último concurso de PEB II, para que se possa garantir segurança e estabilidade ao quadro do magistério e melhorar a qualidade do ensino.
      Bebel

      Responder
  • 615. rosa maria dos santos  |  14/12/2010 às 22:14

    OLÁ,AMIGA BEBEL!
    TUDO BEM?
    GOSTARIA MUITO DE SABER DA ATRIBUIÇÃO DE AULAS,POIS TENHO MUITO MEDO QUE ESTA VENHA SER NAS ESCOLAS,E FAZENDO COM QUE MAIS UMA VEZOS PROFISSIONAIS DA AREA,VENHAM SER INJUSTIÇADOS.
    GRANDE ABRAÇO,
    ROSA MARIA.

    Responder
    • 616. apeoesp  |  15/12/2010 às 02:10

      Prezada professora Rosa Maria,
      A S.E. ainda não publicou a resolução, mas tudo indica que a atribuição será nas DREs.
      Bebel

      Responder
  • 617. Clara Santos  |  16/12/2010 às 00:29

    Para comemmorar!

    134 % de aumento para presidente da república e ministros etc.
    de R$ 11.000 para 26.000,00

    Deputados Estaduais tem direto a 71% do sálario dos ministros.

    E qual é o percentual que o professor tem direito?

    Responder
    • 618. apeoesp  |  16/12/2010 às 02:33

      Prezada professora Clara,
      De fato, é um absurdo que todas essas autoridades legislem sobre seus próprios salários e nós, professores, fiquemos sem reajuste no maior estado da Federação.
      Bebel

      Responder
  • 619. Edson Conte  |  16/12/2010 às 09:03

    Bom dia Bebel,

    Na escola onde leciono , os professores aprovados e que

    farão a prova final da escola de formação, no próximo

    domingo, disseram que no último encontro presencial , foram

    cumprimentados pelos supervisores pelo mérito incomum

    de terem participado até o fim . Disseram mais: Só 20% do

    total de 12.0000 chamados para a escola de formação

    cocluiram o curso e estão aptos para a prova final.

    Pergunto: Que história é esta divulgada no site da secretaria

    que 10.000 vagas foram preenchidas ? A mentira salta aos

    olhos. Dá para ver que o Estado não tem as vagas anunciadas

    e sim, cargos vagos que vão sendo preenchidos de acordo

    com as aposentadorias e falecimentos dos professores.

    Enquanto isto 180.000 temporários fizeram a prova para

    confirmar o interesse do Estado , em manter um exército

    de professores para a sustentação de uma educação

    precária.

    Atenc.

    Edson

    Responder
    • 620. apeoesp  |  16/12/2010 às 13:20

      Prezado professor Edson,
      Você tem toda a razão. Temos questionado a S.E. , sem respostas. Temos tentado agendar reunião com o secretário, sem sucesso. Agora, em fim de governo e indefinição quanto ao próximo, ficamos totalmente sem referências. O que vem ocorrendo o retrato fiel deste governo incompetente. Pena que a maioria da população não está ciente disso e decidiu manter esse mesmo partido no poder estadual. Esperamos, ao menos, que o próximo governo seja menos incompetente e, com nossa luta e pressão, corrija essa bagunça.
      Bebel

      Responder
  • 621. sheila  |  16/12/2010 às 12:58

    Ola bom dia Bebel na lei consta que o professor categoria L tem que participar da avaliaçao, mas nao diz nada sobre numero de acertos. Sendo assim como classificar os Ls em aprovados e reprovados?

    Responder
    • 622. apeoesp  |  16/12/2010 às 13:21

      Prezada professor Sheila,
      Exatamente. Essa é a nossa tese.
      Bebel

      Responder
  • 623. Ana Claudia  |  16/12/2010 às 13:24

    Como faço para saber o numero de professores efetivos Peb II na disciplina de Língua Portuguesa e as possíveis vagas disponíveis para 2011? Na verdade gostaria de comparar efetivos e temporarios nessa disciplina. Obrigada.

    Responder
    • 624. apeoesp  |  16/12/2010 às 15:54

      Prezada professora Ana Cláudia,
      Vou verificar se é possível obter esses dados e os enviarei ao seu e-mai, caso consiga.
      Bebel

      Responder
  • 625. Jaime Amaral  |  16/12/2010 às 13:37

    GOSTARIA DE PARABENIZAR VC PROFESSORA E PRESIDENTA DESTE SINDICATO BEBEL,,,E DEIXAR AQUI UM REGISTRO QUE A NOSSA CATEGORIA TEM QUE ESTAR UNIDA ,,TODOS NÓS PROFESSORES PARA LUTAR CONTRA O GOVERNO DO PSDB…….NAÕ SE DIVIDIR…UM GRANDE ABRAÇO…

    Responder
    • 626. apeoesp  |  16/12/2010 às 15:55

      Prezado professor Jaime,
      Muito obrigada. Nossa união é fundamental.
      Bebel

      Responder
  • 627. Elândio Ferreira  |  16/12/2010 às 14:58

    Ola, Bebel.
    É verdade que a votação para a flexibilização da quarentena ficará somente para 2011? Esta sabendo de mais alguma coisa sobre a categoria “o”?
    Abraços.

    Responder
    • 628. apeoesp  |  16/12/2010 às 15:41

      Prezado professor Elândio,
      O projeto do governo não está andando no ritmo necessário para ser votado ainda em 2010, por falta de empenho da própria bancada do governo, que detém maioria absoluta na Assemblei Legislativa. Ainda haverá algumas sessões extraordinárias entre hoje e amanhã, mas é pouco provável que entre em pauta.
      Bebel

      Responder
  • 629. anderson da silva  |  16/12/2010 às 17:03

    Haverá uma 2 chamada do concruso peb 2 agora no início do ano de 2011?

    Responder
    • 630. apeoesp  |  16/12/2010 às 17:55

      Prezado professor Anderson,
      É o que esperamos.
      bebel

      Responder
  • 631. Josélia de Oliveira  |  16/12/2010 às 22:56

    Olá, boa noite Bebel.
    Gostaria de saber se com 31 acertos na prova, se consegui passar. Sou “categoria F” e o ano passado não passei, fiz 25 pontos, mas só tinha 1048 dias trabalhados.Agora já tenho 1412 dias e fiz 31 pontos na prova.
    Outra coisa, há comentário de que as atribuições em 2011 vão ser nas escolas, isso é verdade ?
    Obrigada, Josélia

    Responder
    • 632. apeoesp  |  17/12/2010 às 13:39

      Prezada professora Josélia,
      Você precisaria de um mínimo de 32 acertos.
      Bebel

      Responder
  • 633. Clara Olga Santos  |  17/12/2010 às 16:26

    Olá
    Bebel.

    Penso que comentários que não são de seu interesse não deveriam ser apagados, mas sim deixados para que outras pessoas possam refletir sobre o assunto. Onde estão os meus questionamentos sobre o aumento de salário abusivo e imoral lá de Brasília com efeito cascata para todos os estados? E a sua resposta?

    Responder
    • 634. apeoesp  |  18/12/2010 às 14:09

      Prezada professora Clara,
      Escrevi artigo sobre os últimos aumentos em Brasília, como também em São Paulo e outros estados e enviarei à imprensa na segunda-feira. Posteriomente o publicarei também no blog.
      Bebel

      Responder
  • 635. lilian  |  17/12/2010 às 21:51

    BEBEL, FIZ 26 PONTOS NA PROVA DESSE ANO,SOU CATEGORIA F E NO ANO PASSADO ACERTEI 29 PONTOS E FUI APROVADA JUNTANDO O TEMPO DE SERVIÇO.COMO FICA MINHA SITUAÇÃO POIS FIZ ESSE ANO MENOS PONTOS?VOU SER CONSIDERADA APROVADA?OBRIGADO

    Responder
    • 636. apeoesp  |  18/12/2010 às 13:54

      Prezada professora Lilian,
      Na realidade, você já está dispensada de fazer a prova. Prevalece a nota do ano passado.
      Bebel

      Responder
  • 637. Reginaldo  |  20/12/2010 às 11:08

    Olá

    Bom dia!

    Estranho um pouco, ao ler o comentário da professora Lilian, que na provinha do ano passado acertou 29 questões e juntou com o tempo de serviço, fora aprovada. Não sei exatamente quanto tempo ela tem! eu tenho 18 anos de função e acertei no ano passado 31 questões e não fui aprovado. Não questiono minha colega, mas sim os critérios da SE, pois nessa fui classificado em lista diferenciada e graças a Apeoesp ainda, senão, nem classificado assim seria, corri o risco de não pegar aulas.
    as Graças a Deus este ano fui bem nesta maldita provinha excludente, sinto pelos demais que não tenham conseguido ainda, mas se Deus quiser vamos reverter isso e voltarmos a ser classficados com nosso tempo de serviço como antes.
    um abraço

    Responder
  • 638. Reginaldo  |  20/12/2010 às 13:23

    Olá
    Bom Dia!

    Confere a Resolução SE 77 de 17/12/2010, Lendo não compreendi que os Estáveis e OFAs irão escolher a Nivel de Unidade, algumas pessoas que leram estão considerando desta forma, se isso for verdade pelo amor de Deus, precisa ser transparente e justo, a nível de DE. um abraço

    Responder
    • 639. apeoesp  |  20/12/2010 às 17:10

      Prezado professor Reginaldo,
      Estamos analisando a resolução. À primeira vista parece que isso mesmo.
      Bebel

      Responder
  • 640. carlos Alberto Cândia  |  20/12/2010 às 18:05

    Boa Tarde Profa Babel.Estou há quatro anos aposentado.Meu salário está congelado nesse período.Quais são sua perspectivas para que o salário do prof aposentado possa ser corrigido? Abraços

    Responder
    • 641. apeoesp  |  21/12/2010 às 02:21

      Prezado professor Carlos,
      Estamos tentando há muito tempo um reajuste geral estensivo aos aposentados, mas este governo não negocia. Vamos continuar pressionando e mobilizando no próximo governo.
      Bebel

      Responder
  • 642. lilian  |  22/12/2010 às 16:59

    Professor Reginaldo ,vc questionou quanto a minha aprovação, no ano passado,Sou peb1 e quem acertou acima de 24 pontos juntou tempo de serviço para completar os 40 pontos.E tenho 16 anos no magistério.Gostaria de saber se é peb1 ou peb 2?Abraços

    Responder
    • 643. Reginaldo  |  24/12/2010 às 19:12

      Olá
      Boa Tarde!
      Não questionei a vc professora, sou PEBII, não sabia que era PEBI, não estou me indispondo com ninguém, somente pensei que de repente sua Diretoria de Ensino sabia de alguma consideração maior em relação a nota do que na minha, o nosso problema em comum é a forma que a SE classifica, passei nesta última provinha, mesmo assim continuo sendo contrário a ela, quando comecei no magistério, tinha certeza que era classificado por tempo de serviço, mudam as regras no meio do caminho, não sou contra a avaliação, mas que tenha critério e que não seja excludente e sim formativa, abaixo essas provinhas e estes concursos que só servem pra classificar e distanciar mais ainda nossa categoria, afinal, não é uma prova que define a competência de um profissional.
      abraços
      boas festas e um ano repleto de realizações.

      Responder
  • 644. Fátima de Oliveira Santos  |  23/12/2010 às 01:59

    Boa noite, Bebel!
    Sou totalmene a favor da atribuição na Unidade Escolar, pois assim nós professores teremos chances maiores de permanecermos na mesma escola e também, na minha visão, o aluno será beneficiado, pois evitará a grande rotatividade de professores que acontece todos os anos, quando a atribuição acontece a nível de D.E.
    Fui Secretária de Escola durante dez anos, quando as atribuições aconteciam na Escola, e era, pelo ao menos onde eu trabalhava, totalmente transparente, talvez até mais do que a nível de D.E.
    Hoje sou professora, e estou muito contente por poder continuar na mesma escola, dando continuidade ao trabalho que iniciei.
    Acredito que a Apeoesp pode estar averiguando a transparência das atribuições na Escolas, e não lutando para derrubar uma Resolução que beneficia muitos e muitos professores que querem continuar na mesma Escola.
    Um grande abraço.
    Professora Fátima.

    Responder
    • 645. apeoesp  |  23/12/2010 às 12:26

      Prezada professora Fátima,
      Na reunião da diretoria, ampliada com um representante de cada subsede, a posição unânime foi pela atribuição centeralizada nas DREs. sabemos, contudo, que nenhuma posição vai contemplar 100% da nossa categoria, tendo em vista a fragmentação que o governo promoveu.
      Bebel

      Responder
  • 646. João Wagner  |  23/12/2010 às 23:12

    Olá Bebel, mais uma vez conto com sua disposição para a publicação, abraços
    João Wagner
    http://educandonaacao.blogspot.com

    Prova do OFA – UFA sem comentários…
    O que é foi essa prova? Milhares de pessoas, ficaram durante quatro meses, fazendo um curso, que não foi a oitava maravilha do mundo, mas que teve seus méritos e valores. Nesse período os professores tiveram que responder inúmeros testes, questões dissertativas, participar de fóruns de discussão, debates, vivenciar a rotina e prática na unidade escolar, além de aguentar os tutores, que é um caso a parte.
    Durante esses meses, todos os professores tiveram que seguir uma CARTILHA imposta pela Escola de Formação de Professores e por ordem claro da SEE SP, afinal de contas nenhum professor pode fazer críticas ao sistema de ensino e tão pouco ao currículo imposto pelo estado. O que acaba sendo controvérsio, haja vista, que para formamos alunos criticos é essencial que os professores possam desenvolver sua criticidade.
    Nesse governo tudo é possível, eles mudam a legislação quando querem e da forma que querem, afinal de contas a escolha seria depois da prova, mas foi antes, com isso muitos professores não vão assumir, pois fizeram o curso e a prova apenas para ganhar 1 ponto, ou apenas para ganhar o dinheiro que o governo pagou nesses quatro meses, sendo assim professores que levaram o curso a sério tiveram que escolher escolas distantes e agora os não concursados podem pegar essas escolas que não serão assumidas por boa parte do professores. Números informam que em médias 6 mil professores dos 10 mil não entrarão em exercício, isso significa que o governo jogou dinheiro fora investido em muitos professores que se quer tomarão posse em janeiro de 2011, dá para dizer que o governo é sério.
    Mas o governo ainda não divulgou esses números. Mas como sempre faz, deve contar mil histórias criando mais um engodo para a população. Nesse período muitos professores passaram um aperto danado, com dificuldade de acesso a internet e ao sistema, muitos ficaram dias sem receber, mas com as contas sempre vencendo no mesmo dia e isso ninguém quer saber. Muitas informações truncadas deixaram também esse processo bem confuso.
    A perícia médica foi um caso paralelo, angústia, desinformação, aflição, pressão, medo, e muito estresse, tudo isso em um momento de final de ano, depois de trabalhar arduamente durante todo o ano letivo. O governo solicita dezenas de exames, não dá prazo, anuncia para a mídia que vai pagar os mesmos, mas demora em executar a ação, o que é engraçado é que para anunciar as soluções o governo é bem ligeiro, agora para executar, só por Deus mesmo. Além de toda essa situação, existe o constrangimento da perícia médica, os médicos nem sempre tão educados (o que é um absurdo, o governo sabe disso e não toma nenhuma providência, quando isso acontece na escola, todos os funcionários são afastados), alguns grosseiros ao extremo e alguns que se quer olham para os professores e com isso nem sempre o laudo de inapto de fato condiz com a realidade.
    E depois, vem esse governo e diz que esta preocupado com a qualidade no ensino, faz me rir, patacoada pura. Como disse a prova também foi um caso a parte, da forma como foi aplicada, seria desnecessário, que avaliasse então pelo curso feito, porque essa prova foi muito fácil, nem precisava fazer o curso para responder as questões. Quero deixar claro que não estou menosprezando os professores, mas sim o governo que ao aplicar uma prova dessa, desqualifica seus professores, ou tem medo de ter um número alto de retenção e com isso ainda menos professores para assumir o cargo. O que seria uma vergonha para governo.
    Enfim, que venha o próximo governo e que tenha um pouco mais de consideração por uma classe tão importante quantos os professores paulistas.
    Assim que liberado, posto algumas questões da prova.

    Responder
  • 647. Reginaldo  |  24/12/2010 às 19:24

    Olá
    Boa tarde

    fico feliz do posicionamento da Apeoesp em relação a resolução, tenho tempo de serviço e aprovação nesta “provinha” porém sou totalmente contra a atribuição de aulas na Unidade aos OFAs, sendo a nível de DE nossa change é maior e mais democrática, sem falar da transparência, quantos de nós já vivenciou situações onde diretores que tinham suas panelinhas, acabavam escondendo aulas aos seus protegidos, basta disso! Tenho que pensar em meus colegas também, não somente em mim, se o problema é continuidade na mesma unidade, para não prejudicar alunos, o governo que nos efetive, ai cada um irá dar continuidade no seu cargo, que eu saiba temos carga horária.
    obrigado.

    Boas Festas a todos e um ano cheio de realizações a todos!

    Responder
  • 648. GILENO  |  25/12/2010 às 14:04

    BOM DIA, Bebel
    comecei na educação em 2010 precisamente no mês de agosto como eventual e de cara já fui ameaçado pela lei da duzentena nas palavras do secretário da escola ,depois em setembro atribui aulas e as ameaças continuaram,mesmo como eventual fui orientado que já estava correndo o risco,ninguém na escola sabe me dizer qual é a minha categoria e vivo nesse dilema,quero saber de você quais as possibilidades que tenho de trabalhar em 2011???

    Responder
    • 649. apeoesp  |  25/12/2010 às 22:25

      Prezado professor Gileno,
      Se você é categoria O, seu contrato vencerá no final deste ano deverá ficar afastado por 200 dias.
      Bebel

      Responder
  • 650. Jovelina  |  25/12/2010 às 21:03

    Bebel,por favor nao se esqueça de nós professores da EE Quintanilha Ribeiro ,da cidade de Diadema.Estivemos na Apeoesp Central no dia 21/12/2010, conversando com o Dr Cesar no qual encaminhou documento com assinatura de cerca de 35 professores protocolado no drhu ao secretário de Educ..Estamos sem sede para atribuiçao de aulas porque a escola municipal..eu,portanto sou a terceira da cidade para escolher classe, com 66,318 pontos e segundo a resoluçao com atribuiçao na sede, o que faremos?nao temos sede…por favor Bebel converse com o Dr Cesar, com o Reinaldo, com o Ivanci e fique informada do assunto, precisamos do seu apoio ,Obrigada e feliz ano novo.

    Responder
    • 651. apeoesp  |  25/12/2010 às 22:32

      Prezada professora Jovelina,
      Estou informada do assunto e estou apoiando o movimento.
      Bebel

      Responder
      • 652. Jovelina  |  26/12/2010 às 15:25

        obrigada.

  • 653. Rodrigo  |  27/12/2010 às 12:32

    Bebel, sou categoria O, com aulas atribuidas desde o inicio do ano certamente ficarei os 200 dias impedido, mas gostaria de saber se posso ministrar aulas como eventual sem ter aulas atribuidas. Obrigado.

    Responder
    • 654. apeoesp  |  27/12/2010 às 14:13

      Prezado professor Rodrigo,
      A informação que obtive é a de que não pode, mas acho que vale a pena tentar, pois continua a haver falta de professores.
      Bebel

      Responder
  • 655. Isabel  |  28/12/2010 às 00:32

    Feliz 2011 a todos.
    Bebel, sou cat L, em 1º de junho de 2007 estava vinculada como estudante do ultimo ano, entrei com uma ação junto a APEOESP para mudança de categoria (passar para F), o advogado me informou que demorava mais ou menos 1 mês para o juiz analisar o meu caso e conceder uma liminar para me enquadrar na categoria F, no entanto não sei se vai dar tempo desta liminar ser concedida antes da atribuição, visto que a atribuição será na UE para os F e depois na DE, e para os L será depois de toda a atribuição dos F, corro o risco de ficar sem as aulas na minha UE ( passei em todas as avaliações e no concurso mas ainda não fui chamada), como fica a minha situação?
    Obrigado
    Isabel

    Responder
    • 656. apeoesp  |  28/12/2010 às 03:29

      Prezada professora Isabel,
      Por ora, até que saia uma decisão judicial, você permanece como categoria L. Infelizmente, embora o jurídico faça estimativas de tempo, não temos qualquer controle ou influência sobre os prazos do judiciário e as decisões variam de juiz para juiz. Podemos recorrer, quando delas discordamos.
      Ao mesmo tempo, estamos lutando para que a atribuição seja centralizada nas DREs.
      Bebel

      Responder
  • 657. maria  |  28/12/2010 às 11:02

    Otimos comentarios

    Responder
  • 658. maria Izabel  |  28/12/2010 às 15:57

    Oi nunca consigo publicar meu comentarios.

    Responder
    • 659. apeoesp  |  29/12/2010 às 03:31

      Prezada professora Maria Izabel,
      Localizei dois comentários seus que por alguma razão não haviam sido respondidos, pelo que peço desculpas. Ambos indagavam sobre se professores categoria F e L que atingiram nota mínima não mais precisariam fazer a prova. Na realidade, não houve nenhuma alteração na lei: apenas professores categoria F ficam dispensados de fazer a prova caso atinjam a nota mínima. Os professores categoria L devem fazer a prova ainda neste ano e, caso prevaleça o que prevê a lei (se não conseguirmos alterá-la), terão que deixar a rede no final de 2011 e ficar 220 dias fora, até novo contrato, a partir do que serão considerados como categoria O.
      Se você é categoria L, deve procurar o departamento jurídico para ingressar com ação para mudar para a categoria F. Temos vencido vários processos semelhantes.
      Bebel

      Responder
  • 660. Mauro Costa  |  28/12/2010 às 23:01

    Prezada Professora Bebel

    A Senhora não acha que o grande impecilho para a convocação de todos os docentes PEB 2 aprovados no último concurso é o pagamento mensal da tal bolsa de estudo?Será que o governo pagará bolsa mensal de 4 meses para todos os que passaram? Pois também além do curso de formação há mais aquelas parafernálias de exames. Ácredito se não houver alguma mudança nestes procedimentos para nomeação de todos os aprovados o concurso irá caducar.

    Responder
    • 661. apeoesp  |  29/12/2010 às 03:15

      Prezado professor Mauro,
      Sim, creio que as invencionices do governo criam empecilhos desnecessários, mas cabe ao próprio governo resolvê-los. Da nossa parte, temos que exigir a convocação de todos, pois este é um direito dos concursados e uma necessidade das escolas estaduais.
      Bebel

      Responder
  • 662. Adna  |  29/12/2010 às 14:13

    Olá Bebel,
    eu sou categoria “O” e tenho orgulho disso!!! e concordo c/ outros comentaristas, que a apeoesp defende apenas os pf da categoria F. Na ultima greve participei e estive presente em todas as paralisações, enquanto, mts categorias F estavam em casa “coçando” Na minha região Taboão da Serra, os categorias “Os” estao se organizando, pois se dependermos da apeoesp morreremos a míngua e por incrível q pareça os categorias “OS” estao passando nos concursos, enquantos os Fs em vez de estudar p/ se efetivarem ficam choranmingando!!

    Responder
  • 663. Rodrigo Ferreira  |  29/12/2010 às 20:03

    CARO COLEGA EDNA,
    SOU DA CATEGORIA F E NÃO ACHO PROCEDENTE O QUE VC DISSE.VC ESTÁ FAZENDO JUSTAMENTO O QUE O GOVERNO QUER DIVIDIR MAIS AINDA A NOSSA CLASSE! EU E MUITOS COLEGAS DA F FIZEMOS GREVE SIM…E CONTINUAMOS LUTANDO POR NOSSOS DIREITOS !ACREDITO QUE A APEOESP LUTA POR TODOS INDEPENDENTE DA CATEGORIA O QUE NÃO É JUSTO FICAR JOGANDO A CULPA EM NÓS…O CORRETO É MUDAR ESSE TIPO DE CONCEPÇÃO QUE VC TEM E A CATEGORIA UNIDA LUTA PELO MESMO OBJETIVO.”CLARO QUE SEI QUE É DIFÍCIL”….MAIS DIVISÃO ENTRE NÓS É INACEITÁVEL….
    EM TEMPO> VEJAM COMENTÁRIO DO FUTURO SECRETÁRIO DA EDUCAÇÃO:

    Primeiras palavras de Herman Jacobus Cornelis Voorwald como próximo Secretário da Educação:

    “Eu acho que eles não são bem remunerados, não”, reconheceu. “Mas essa é uma questão que tenho de discutir por conta do Orçamento. Há um limite orçamentário e preciso conhecê-lo para ver quanto está comprometido para o exercício de 2011″, disse.
    Ele afirmou que manterá a política de bônus por mérito aos professores, criada na gestão de José Serra. “O mérito é inquestionável. Vou trabalhar no estudo de um plano de carreira dos docentes. O plano de carreira é muito importante para dar estímulo e comprometimento do professor com sua carreira”, afirmou.
    “A progressão continuada é fundamental. Se você tem um aluno frequentando uma sala de aula e ele não é aprovado, o problema está sendo na metodologia que está sendo utilizada e em como ele está sendo formado”, disse. “A questão não é a reprovação”, completou Voorwald.

    Palavras de Alckmin sobre a mudança na Secret. de Educação:
    “Vamos dar continuidade aos programas da secretaria e avançar mais”, afirmou.
    Alckmin disse ainda que o Estado vai manter a política de progressão continuada na educação e de avaliações de metas para os professores

    E AI? Para mudarmos esta situação….Temos que mostrar unidos sem divisão entre nós…
    Abraços…

    Responder
  • 664. tadeu  |  30/12/2010 às 21:22

    Olá Bebel !

    Sou ingressante na rede estadual de educação SP.Gostaria de esclarecer a seguinte duvida:professores ingressantes que tenham diploma de mestrado, já entram com um adicional incidindo sobre o salário inicial, ou precisam guardar algum período de quarentena para posteriormente requerer evolução de carreira?
    Aproveito a oportunidade para parabenizá-la pelo trabalho que vem realizando frente a APEOESP e desejar-lhe um bom ano de 2011.

    Atenciosamente, Tadeu

    Responder
    • 665. apeoesp  |  30/12/2010 às 22:16

      Prezado professor tadeu,
      Transcrevo, abaixo, trecho do decreto 45.348/2000, que trata desse assunto:
      (…)
      Artigo 2º – A Evolução Funcional pela via acadêmica ocorrerá em função de titulação obtida em grau superior de ensino, possibilitando a progressão do integrante do magistério na Escala de Vencimentos, através do seu enquadramento em nível retribuitório mais elevado da respectiva faixa salarial.

      Artigo 3º – O campo de atuação de que trata o artigo 20 da Lei Complementar Nº 836/1997, delimita-se na área específica onde opera o profissional do magistério, abrangida pela docência polivalente ou exclusiva de componentes curriculares, para o Professor Educação Básica I e II, respectivamente, ou pelo ramo de atividades inerentes ao trabalho dos integrantes da classe de suporte pedagógico.

      Artigo 4º – O enquadramento em nível retribuitório superior na respectiva classe e faixa salarial, pela via acadêmica, será automático, dispensados quaisquer interstícios, na seguinte conformidade:

      I – Professor Educação Básica I: mediante a apresentação de diploma registrado no órgão competente, de curso de grau superior de ensino, correspondente à licenciatura plena, será enquadrado no nível IV, e mediante apresentação de título de mestre ou doutor, obtido em cursos devidamente credenciados, no nível V;

      II – Professor Educação Básica II: mediante a apresentação de título de mestre ou de doutor, obtido em cursos devidamente credenciados, será enquadrado, respectivamente, nos níveis IV ou V;

      III – Diretor de Escola e Supervisor de Ensino, mediante a apresentação de título de mestre ou de doutor obtido em cursos devidamente credenciados, serão enquadrados, respectivamente, nos níveis III ou IV.

      (…)
      Bebel

      Responder
    • 666. Augusto  |  03/03/2014 às 18:09

      Prezado Tadeu, estou agora no mesmo caso que o seu, gostaria de saber se já ingressou no nível IV, por ter mestrado, ou teve que esperar algum tempo.

      Responder
  • 667. Madalena Giannella  |  31/12/2010 às 01:25

    Bebel , verifiquei que OFAS,que fizeram 32 pontos devem contar seus dias no magistério e multiplicar por 0,004. O ano passado não foi assim, somaram os dias do magistério + cargo/função com a nota da prova,Quando houve essa mudança? porque precisa ter agora 5 anos p/ ser beneficiado? Verifiquei que tanto em 2008 e 2009 só não foram somados o tempo na UEscolar p/ pontuação.
    Outra pergunta que gostaria de ter uma explicação refere-se
    questões de recursos que ainda não foram notificadas e as questões anuladas.Quando será este resultado?
    Desde já agradeço sua atenção e a apeoesp por tudo que tem realizado a todos os professores. Parabéns e um excelente 2011 .

    Responder
    • 668. apeoesp  |  31/12/2010 às 12:58

      Prezada professora Madalena,
      Obrigada. Feliz 2011 para você e os seus.
      Acredito que haja um mal entendido. O procedimento a que você se refere, quando cada dia equivale a 0,004, é para completar os 40 pontos da nota da prova. Quanto à classificação para a atribuição, a nota da prova vale 80 pontos; títulos, até 20 pontos; tempo de serviço, 80 pontos.
      Em relação aos recursos e anulação de questões da prova, solicito que procure o departamento jurídico.
      Bebel

      Responder
  • 669. Roberto Aparecido da Silva  |  01/01/2011 às 06:58

    Estou enviando a todos a resolução da atribuição para 2011-com comentários a respeito ok? abraços….

    REGRAS DA ATRIBUIÇÃO DE AULAS 2011 – RESOLUÇÃO SE 77 COMENTADA
    19 dezembro 2010 por professortemporario

    Para esclarecer melhor, publicamos aqui o texto integral da Resolução SE 77 de 17 de dezembro de 2010, que dita as regras para a atribuição de aulas aos professores da rede estadual em 2011.

    Resolução SE 77, de 17-12-2010 – Dispõe sobre o processo anual de atribuição de classes e aulas ao pessoal docente do Quadro do Magistério

    Dispõe sobre o processo anual de atribuição de classes e aulas ao pessoal docente do Quadro do Magistério

    O Secretário da Educação, tendo em vista o que determina o artigo 45 da Lei Complementar nº 444, de 27.12.1985, bem como as disposições da Lei Complementar nº 836, de 30.12.1997, da Lei Complementar nº 1.093, de 16.7.2009, da Lei Complementar nº 1.094, de 16.7.2009, do Decreto nº 53.037, de 28.5.2008, do Decreto nº 53.161, de 24.6.2008, do Decreto nº 54.682, de 13.8.2009, do Decreto nº 55.078, de 25.11.2009, observadas as diretrizes da Lei Federal nº 9.394/96, e considerando a necessidade de estabelecer normas, critérios e procedimentos que assegurem legalidade, legitimidade e transparência ao processo anual de atribuição de classes e aulas, na rede estadual de ensino, Resolve:

    Das Competências

    Art. 1º – Compete ao Dirigente Regional de Ensino designar Comissão Regional para execução, coordenação, acompanhamento e supervisão do processo anual de atribuição de classes e aulas, que estará sob sua responsabilidade, em todas as fases e etapas.

    (OU SEJA, AS PENDÊNCIAS E RECURSOS DO PROCESSO DE ATRIBUIÇÃO SERÃO DECIDIDAS PELA DIRETORIA REGIONAL DE ENSINO, MEDIANTE REQUERIMENTO DO INTERESSADO)

    Art. 2º – Compete ao Diretor de Escola a atribuição de classes e aulas aos docentes da unidade escolar, procurando garantir as melhores condições para a viabilização da proposta pedagógica da escola, compatibilizando, sempre que possível, as cargas horárias das classes e das aulas com as jornadas de trabalho e as opções dos docentes, observando o perfil de atuação e as situações de acumulação remunerada dos servidores.

    (PELO TEXTO DA RESOLUÇÃO, CABE AO DIRETOR ORGANIZAR OS HORÁRIOS DA ESCOLA, QUE NÃO NECESSARIAMENTE ATENDERÁ AOS INTERESSES DOS PROFESSORES)

    Parágrafo único – Nas atribuições em nível de Diretoria de Ensino, a atribuição de classes e aulas observará as mesmas diretrizes e será efetuada por servidores designados e coordenados pela Comissão de que trata o artigo anterior.

    Da Inscrição

    Art. 3º – por meio do órgão de recursos humanos, a Secretaria da Educação estabelecerá as condições e o período para a inscrição dos professores para o processo de atribuição de classes e aulas, divulgará as classificações dos inscritos e o cronograma da atribuição.

    § 1º – É obrigatória a participação dos docentes em todas as fases do processo de atribuição de aulas e no momento da inscrição o professor efetivo deverá optar por alterar ou não a sua jornada de trabalho e por concorrer ou não às demais atribuições previstas e o não efetivo optará pela carga horária pretendida, observada a legislação vigente.

    § 2º – Será possibilitada a inscrição de candidato à contratação por tempo determinado para o exercício da docência, de conformidade com a Lei Complementar nº 1.093, de 16 de julho de 2009, desde que devidamente habilitado ou portador de pelo menos uma das qualificações docentes de que trata o artigo 7º ou o artigo 8º desta resolução,

    (BASICAMENTE, AS AULAS SERÃO ATRIBUÍDAS PRIORITARIAMENTE AOS PROFESSORES PORTADORES DE DIPLOMA DE LICENCIATURA E SOMENTE DEPOIS DE ESGOTADA ESSA POSSIBILIDADE É QUE PODERÃO SER ATRIBUÍDAS AOS BACHARÉIS E ESTUDANTES UNIVERSITÁRIOS)

    §3º – A participação de candidatos à docência no processo de atribuição de classes e aulas está condicionada à aprovação em prova de avaliação, segundo critérios estabelecidos pela Secretaria da Educação.

    (PELA RESOLUÇÃO, SÓ ASSUME SALDO DE AULAS O PROFESSOR APROVADO NO PROCESSO)

    § 4º – O docente readaptado participará do processo, ficando-lhe vedada a atribuição de classes ou aulas enquanto permanecer nessa condição.

    Da Classificação

    Art. 4º – para fins de atribuição de classes e aulas, os docentes serão classificados na Unidade Escolar e/ou na Diretoria de Ensino observando-se o campo de atuação, a situação funcional e a habilitação, considerando:

    I – o tempo de serviço prestado no respectivo campo de atuação no Magistério Público Oficial do Estado de São Paulo, com a seguinte pontuação e limites:

    a) na Unidade Escolar: 0,001 por dia, até no máximo 10 pontos;

    b) no Cargo/Função: 0,005 por dia, até no máximo 50 pontos;

    c) no Magistério: 0,002 por dia, até no máximo 20 pontos.

    (AQUI CABE UM EXEMPLO: DOIS PROFESSORES PARTICIPAM DA ATRIBUIÇÃO, SENDO UM TITULAR DE CARGO NA ESCOLA E OUTRO QUE VEIO DE OUTRA ESCOLA. ENTÃO, PARA EFEITO EXCLUSIVO DE CLASSIFICAÇÃO NA ATRIBUIÇÃO NAQUELA ESCOLA, SERÃO COMPUTADOS OS PONTOS DA FORMA COMO ESTÁ ESPECIFICADO NO INCISO, FAZENDO COM QUE O PRIMEIRO PROFESSOR TENHA UMA PONTUAÇÃO EXTRA, QUE PODE OU NÃO COLOCÁ-LO A FRENTE DO SEGUNDO, DEPENDENDO DOS TEMPOS DE SERVIÇO DE CADA UM)

    II – os títulos:

    a) para os efetivos, o certificado de aprovação do concurso público de provimento do cargo de que é titular: 10 pontos;

    b) certificado(s) de aprovação em concurso(s) de provas e títulos da Secretaria da Educação do Estado de São Paulo no mesmo campo de atuação da inscrição, ainda que de outra(s) disciplina(s), exceto o já computado para o titular de cargo na alínea anterior: 1 ponto por certificado, até no máximo 5 pontos;

    c) diploma de Mestre: até no máximo 5 pontos; e

    d) diploma de Doutor: até no máximo 10 pontos.

    § 1º – Será considerado título de Mestre ou Doutor apenas o diploma correlato ou intrínseco à disciplina do cargo/função ou à área da Educação, referente às matérias pedagógicas dos cursos de licenciatura e, nesse caso, a pontuação poderá ser considerada em qualquer campo de atuação docente.

    (OU SEJA, O MESTRADO OU DOUTORADO DEVE SER OBRIGATORIAMENTE NA ÁREA PEDAGÓGICA OU NA DISCIPLINA EM QUE ATUA O PROFESSOR)

    § 2º – para fins de classificação na Diretoria de Ensino, destinada a qualquer etapa do processo, será sempre desconsiderada a pontuação referente ao tempo de serviço prestado na unidade escolar.

    § 3º – na contagem de tempo de serviço serão utilizados os mesmos critérios e deduções que se aplicam para concessão de adicional por tempo de serviço, sendo que a data-limite da contagem de tempo é sempre 30 de junho do ano precedente ao de referência.

    § 4º – em casos de empate de pontuação na classificação dos inscritos, será observada a seguinte ordem de preferência:

    a) idade igual ou superior a 60 (sessenta) anos – Estatuto do Idoso;

    b) maior tempo de serviço no Magistério Público Oficial da Secretaria da Educação do Estado de São Paulo;

    c) maior número de dependentes (encargos de família);

    d) maior idade, para os inscritos com idade inferior a 60 (sessenta) anos.

    § 5º – Além dos critérios de que trata este artigo, deverá ser observado o resultado do processo de avaliação anual na classificação dos docentes, exceto quanto aos docentes efetivos por concurso público.

    § 6º – Os docentes contratados por tempo determinado só passarão a concorrer em nível de unidade escolar após o efetivo exercício na escola em que tiver classe ou aulas atribuídas no respectivo ano letivo.

    (OU SEJA, PROFESSORES CATEGORIAS L, O, S e OUTRAS SÓ CONCORREM ÀS ATRIBUIÇÕES EM NÍVEL UNIDADE ESCOLAR DEPOIS DE CONSEGUIR SALDO DE AULA EM UMA ATRIBUIÇÃO EM NÍVEL DIRETORIA DE ENSINO)

    Art. 5º – para fins de classificação e de atribuição de classe e aulas, os campos de atuação são assim considerados:

    I – Classe – com classes dos anos iniciais do Ensino Fundamental:

    II – Aulas – com aulas dos anos finais do Ensino Fundamental e do Ensino Médio, e

    III – Educação Especial – com classes e salas de recurso de Educação Especial.

    Art. 6º – em qualquer etapa ou fase, a atribuição de classe e aulas deverá observar a seguinte ordem de prioridade quanto à situação funcional:

    I – titulares de cargo, no próprio campo de atuação;

    II – titulares de cargo, em campo de atuação diverso;

    (AQUI CABE UMA REFLEXÃO: SOMENTE É TITULAR DE CARGO O PROFESSOR EFETIVO, ADMITIDO POR CONCURSO PÚBLICO)

    III – docentes estáveis, nos termos da Constituição Federal/1988; (CATEGORIA N)

    IV – docentes estáveis, nos termos da Consolidação das Leis do Trabalho – CLT; (CATEGORIA P)

    V – docentes ocupantes de função-atividade, a que se referem os §§ 2º e 3º do artigo 2º da LC 1.010/2007; (CATEGORIA F)

    VI – docentes ocupantes de função-atividade a que se refere o parágrafo único do artigo 25 da LC 1.093/2009; (CATEGORIA L)

    VII – candidatos à contratação temporária. (CATEGORIAS O, S, V e OUTRAS)

    Da Atribuição

    Art. 7º – A atribuição de classes e aulas deverá recair em docente ou candidato habilitado, portador de diploma de licenciatura e apenas depois de esgotadas as possibilidades é que as aulas remanescentes poderão ser atribuídas aos portadores de qualificações docentes, observada a seguinte ordem de prioridade:

    I – a alunos de último ano de curso de licenciatura plena, devidamente reconhecido, somente na disciplina específica desta licenciatura;

    II – aos portadores de diploma de bacharel ou de tecnólogo de nível superior, desde que na área da disciplina a ser atribuída, identificada pelo histórico do curso;

    (ADVOGADOS, ENGENHEIROS, E DEMAIS PROFISSIONAIS QUE EVENTUALMENTE LECIONAM NA REDE PÚBLICA)

    III – a alunos de curso devidamente reconhecido de licenciatura plena, na disciplina específica da licenciatura, que já tenham cumprido, no mínimo, 50% (cinquenta por cento) do curso;

    IV – a alunos do último ano de curso devidamente reconhecido de bacharelado ou de tecnologia de nível superior, desde que da área da disciplina a ser atribuída, identificada pelo histórico do curso;

    V – a alunos de curso devidamente reconhecido de licenciatura plena, na disciplina específica, ou de bacharelado/tecnologia de nível superior, na área da disciplina, que se encontrem cursando qualquer semestre.

    § 1º – Além das disciplinas específicas e/ou não específicas decorrentes do curso de licenciatura concluída, consideram-se para fins de atribuição de aulas na forma de que trata o “caput” deste artigo, a(s) disciplina(s) correlata(s) identificadas pela análise do histórico do respectivo curso, em que se registre, no mínimo, o somatório de 160 (cento e sessenta) horas de estudos de disciplinas afins/conteúdos dessa disciplina a ser atribuída.

    § 2º – A atribuição de aulas da disciplina de Educação Física, em observância à Lei Estadual nº 11.361/2003, será efetuada apenas a docentes e candidatos devidamente habilitados, em licenciatura plena na disciplina.

    § 3º – Respeitadas as faixas de classificação, o candidato à contratação que não possua habilitação ou qualquer qualificação para a disciplina ou área de necessidade especial cujas aulas lhe sejam atribuídas, será contratado a título eventual, até que se apresente candidato habilitado ou qualificado, para o qual perderá as referidas aulas.

    Art. 8º – As aulas/classes do Serviço de Apoio Pedagógico Especializado – SAPE, poderão ser atribuídas aos docentes habilitados:

    (EDUCAÇÃO ESPECIAL)

    I – Portador de diploma de Licenciatura Plena em Pedagogia com habilitação na respectiva área da Educação Especial:

    II – Portador de diploma de Licenciatura Plena, Licenciatura Plena em Pedagogia ou de curso Normal Superior, com cursos de especialização, com, no mínimo, 120 horas na área da necessidade educacional especial;

    III – Portador de diploma de Licenciatura Plena, Licenciatura Plena em Pedagogia ou de Curso Normal Superior, com pós-graduação “stricto sensu” na área de Educação Especial;

    IV – Portador de diploma de Ensino Médio, com habilitação para o magistério e curso de especialização na área de Educação Especial.

    § 1º – Somente depois de esgotadas as possibilidades de atribuição aos docentes e candidatos portadores de habilitação a que se refere o “caput” deste artigo é que as aulas remanescentes poderão ser atribuídas aos portadores de qualificação docente, observada a seguinte ordem de prioridade:

    1 – a alunos de último ano de curso devidamente reconhecido de licenciatura plena em Pedagogia ou de curso Normal Superior com habilitação específica na área de necessidade especial das aulas a serem atribuídas;

    2 – aos portadores de diploma de licenciatura plena em Pedagogia ou de curso Normal Superior, com certificado de curso de treinamento ou de atualização, com no mínimo 30 (trinta) horas;

    3 – aos portadores de diploma de licenciatura plena, com certificado de curso de treinamento ou de atualização, com no mínimo 30 (trinta) horas;

    4 – aos portadores de diploma de nível médio com habilitação em Magistério e certificado de curso de treinamento ou de atualização, com no mínimo 30 (trinta) horas;

    5 – aos portadores de diploma de licenciatura plena ou de diploma de nível médio com habilitação em Magistério, nesta ordem de prioridade, que comprovem experiência docente de, no mínimo, 3 (três) anos em instituições especializadas, de notória idoneidade, com atuação exclusiva na área de necessidade especial das aulas;

    6 – aos portadores de diploma de bacharel ou tecnólogo de nível superior, com certificado de curso de especialização, de no mínimo 360 (trezentas e sessenta) horas, específico na área de necessidade especial das aulas, para atuação exclusivamente em salas de recurso;

    7 – aos portadores de diploma de bacharel ou tecnólogo de nível superior, com certificado de curso de especialização, aperfeiçoamento ou extensão cultural, específico na área de necessidade especial das aulas, de no mínimo 120 (cento e vinte) horas, para atuação exclusivamente em salas de recurso.

    § 2º – Os cursos de que tratam os itens 2, 3 e 4 do parágrafo anterior deverão ser fornecidos por órgãos especializados, de notória idoneidade e específicos na área de necessidade especial das aulas a serem atribuídas.

    Art. 9º – A atribuição de classes e de aulas no processo inicial, aos docentes inscritos e classificados, ocorrerá em duas fases, de unidade escolar (Fase 1) e de Diretoria de Ensino (Fase 2), e em duas etapas, na seguinte conformidade:

    (EXPLICANDO MELHOR: SERÃO DUAS ETAPAS, SENDO PARTE NA UNIDADE ESCOLAR (FASE 1) E PARTE NA DIRETORIA DE ENSINO (FASE 2)

    A – Etapa I, aos docentes e candidatos habilitados de que trata o § 1º do artigo 7º:

    (CONCORREM NESSA ETAPA OS PROFESSORES PORTADORES DE DIPLOMA DE LICENCIATURA PARA OS SALDOS DE AULA DOS ENSINOS FUNDAMENTAL E MÉDIO)

    (PROFESSORES EFETIVOS)

    I – Fase 1 – de Unidade Escolar: os titulares de cargo classificados na unidade escolar e os removidos “ex officio” com opção de retorno terão atribuídas classes e/ou aulas para constituição de Jornada de Trabalho;

    II – Fase 2 – de Diretoria de Ensino: os titulares de cargo terão atribuídas classes e/ou aulas, na seguinte ordem de prioridade:

    a) constituição de Jornada de Trabalho a docentes não totalmente atendidos;

    b) constituição de Jornada de Trabalho em caráter obrigatório a docentes adidos e excedentes;

    c) composição de Jornada de Trabalho a docentes parcialmente atendidos na constituição e a docentes adidos, nesta ordem e em caráter obrigatório;

    III – Fase 1 – de Unidade Escolar: os titulares de cargo classificados na unidade escolar e os removidos “ex officio” com opção de retorno terão atribuídas classes e/ou aulas para:

    a) ampliação de Jornada de Trabalho;

    b) Carga Suplementar de Trabalho;

    IV – Fase 2 – de Diretoria de Ensino: os titulares de cargo, não atendidos na unidade escolar, terão atribuídas classes e/ou aulas para Carga Suplementar de Trabalho;

    V – Fase 2 – de Diretoria de Ensino: os titulares de cargo para designação, nos termos do artigo 22 da Lei Complementar nº 444/85;

    (ATÉ AQUI, A RESOLUÇÃO SE REFERE APENAS AOS PROFESSORES EFETIVOS)

    (A PARTIR DAQUI, A RESOLUÇÃO TRATA DOS PROFESSORES ESTÁVEIS DAS CATEGORIAS N, P e F)

    VI – Fase 1 – de Unidade Escolar: os docentes não efetivos, com Sede de Controle de Frequência na respectiva escola, para composição da carga horária, na seguinte conformidade:

    a) docentes estáveis nos termos da Constituição Federal de 1988; (CATEGORIA N)

    b) docentes celetistas; (CATEGORIA P)

    c) docentes ocupantes de função-atividade, a que se referem os §§ 2º e 3º do artigo 2º da LC 1.010/2007; (CATEGORIA F)

    VII – Fase 2 – de Diretoria de Ensino: os docentes não efetivos, não atendidos na unidade escolar, para composição da carga horária, na seguinte conformidade:

    a) docentes estáveis;

    b) docentes celetistas;

    c) docentes ocupantes de função-atividade, a que se referem os §§ 2º e 3º do artigo 2º da LC 1.010/2007;

    (OS PROFESSORES ESTÁVEIS DAS CATEGORIAS N, P e F CONCORREM À ATRIBUIÇÃO DO SALDO DE AULAS REMANESCENTE DOS PROFESSORES EFETIVOS, PRIMEIRAMENTE EM NÍVEL UNIDADE ESCOLAR E POSTERIORMENTE EM NÍVEL DIRETORIA DE ENSINO.

    O QUE SOBRAR DISSO SERÁ ATRIBUÍDO AOS PROFESSORES L, EM NÍVEL UNIDADE ESCOLAR, DESDE QUE COMPROVEM TER EXERCIDO ATIVIDADE NA ESCOLA POR PELO MENOS 90 DIAS, COM AULAS ATRIBUÍDAS, NO ANO ANTERIOR)

    VIII – Fase 1 – de Unidade Escolar: os ocupantes de função atividade, abrigados pelo parágrafo único do artigo 25 da LC. 1.093/2009, com Sede de Controle de Frequência na unidade escolar e que comprove no ano anterior, efetivo exercício por pelo menos 90 (noventa) dias na função, para atribuição da carga horária.

    IX – Fase 2 – de Diretoria de Ensino: para atribuição da carga horária, na seguinte conformidade:

    a) ocupantes de função atividade, abrigados pelo parágrafo único do artigo 25 da LC. 1.093/2009, não atendidos na unidade escolar;

    b) candidatos à contratação.B – (DEMAIS PROFESSORES INSCRITOS E APROVADOS NO PROCESSO SELETIVO)

    Etapa II – Aos docentes e candidatos qualificados, em conformidade com o disposto nos incisos do artigo 7º e no § 1º do artigo 8º desta resolução:

    (CONCORREM NESTA ETAPA OS PROFESSORES PORTADORES DE DIPLOMA DE LICENCIATURA EM PEDAGOGIA COM HABILITAÇÃO EM EDUCAÇÃO ESPECIAL, PARA OS SALDOS DE AULA DO SERVIÇO DE APOIO PEDAGÓGICO ESPECIALIZADO – SAPE.

    TAMBÉM CONCORREM NESTA ETAPA OS CANDIDATOS QUE NÃO POSSUEM O DIPLOMA DE LICENCIATURA)

    I – Fase 1 – de Unidade Escolar: os docentes, respeitada a seguinte ordem:

    a) efetivos

    b) estáveis pela Constituição Federal de 1988;

    c) celetistas;

    d) a que se referem os §§ 2º e 3º do artigo 2º da L.C. Nº 1.010/2007;

    e) a que se refere o parágrafo único do artigo 25 da LC 1.093/2009;

    f) candidatos à docência que já contam com aulas atribuídas na respectiva unidade escolar;

    II – Fase 2 – de Diretoria de Ensino: observada a sequência:

    a) os docentes de que trata o inciso anterior, observada a mesma ordem;

    b) candidatos à contratação.

    § 1º- As classes e as aulas que surgirem em substituição, decorrentes de licenças e afastamentos, a qualquer título, iniciados durante o processo de atribuição ou já concretizados anteriormente, estarão, automaticamente, disponíveis para atribuição nesse período, exceto para constituição e ampliação de jornada de trabalho de titular de cargo.

    § 2º – As classes e as aulas atribuídas e que tenham sido liberadas no processo inicial de atribuição, em virtude de readaptações, aposentadorias, falecimento ou exonerações, estarão, imediatamente, disponíveis para atribuição nesse período, observadas as fases previstas neste artigo, podendo-se caracterizar como atribuição do processo inicial.

    § 3º – A atribuição de classes e aulas aos docentes não efetivos e aos candidatos à contratação far-se-á de acordo com a carga horária de opção registrada no momento da inscrição e no mínimo, pela carga horária correspondente à da Jornada Reduzida de Trabalho Docente, integralmente em uma única unidade escolar ou em mais de uma, se houver compatibilidade de horários e de distância entre elas.

    (NAS ETAPAS 1 E 2 NÃO SERÁ REALIZADA ATRIBUIÇÃO DE SALDO REMANESCENTE INFERIOR A 10 AULAS)

    § 4º – Somente depois de esgotadas todas as possibilidades de atribuição de aulas na conformidade do parágrafo anterior é que poderá ser concluída a atribuição, na Diretoria de Ensino, de aulas em quantidade inferior a 10 (dez) aulas semanais.

    § 5º – O candidato à contratação com aulas atribuídas em mais de uma unidade escolar, terá como sede de controle de frequência (SCF), a unidade em que tenha obtido a maior quantidade de aulas atribuídas, desconsideradas, se não exclusivas, aulas de projetos da Pasta e/ou de outras modalidades de ensino, somente podendo ser alterada a sede caso venha a perder a totalidade das aulas anteriormente atribuídas nessa unidade. Das Demais Regras para a Atribuição de Classes e Aulas

    Art. 10 – a atribuição de aulas das disciplinas dos cursos de Educação de Jovens e Adultos – E.J.A., Ensino Religioso, Língua Espanhola, turmas de Atividades Curriculares Desportivas – ACD, Recuperação Paralela e do Centro de Estudos de Educação de Jovens e Adultos – CEEJA, bem como as classes/aulas do Serviço de Apoio Pedagógico Especializado – SAPE, será efetuada juntamente com as aulas do ensino regular no processo inicial e durante o ano, respeitado, em todos os casos, o regulamento específico e, observando-se os mesmos critérios de habilitação e de qualificação docente.

    § 1º – A atribuição das aulas de Educação de Jovens e Adultos terá validade semestral e, para fins de reconhecimento de vínculo, assim como, para efeito de perda total ou de redução de carga horária do docente, considera-se como término do primeiro semestre o primeiro dia letivo do segundo semestre do curso.

    § 2º – As aulas de Ensino Religioso e Língua Espanhola poderão ser atribuídas na carga suplementar do titular de cargo, bem como na carga horária dos docentes não efetivos e candidatos à contratação, após a devida homologação das turmas pela Diretoria de Ensino, aos portadores de licenciatura plena em Filosofia, História ou Ciências Sociais no caso do Ensino Religioso e, para a Língua Espanhola, em conformidade com a legislação que dispõe sobre a diversificação curricular do Ensino Médio.

    § 3º – É expressamente vedada a atribuição de aulas de Atividades Curriculares Desportivas a docentes contratados, exceto se em substituição temporária de docentes em licença, e somente aulas de turmas já homologadas e mantidas no ano anterior é que poderão ser atribuídas no processo inicial, preferencialmente aos titulares de cargo, podendo constituir a Jornada de Trabalho, exceto a Jornada Reduzida de Trabalho Docente, respeitado o seguinte limite máximo:

    1- 2 (duas) turmas para o docente incluído em Jornada Inicial de Trabalho Docente;

    2- 3 (três) turmas para o docente incluído em Jornada Básica de Trabalho Docente;

    3- 4 (quatro) turmas para o docente incluído em Jornada Integral de Trabalho Docente.

    § 4º – A atribuição das aulas Recuperação Paralela e das turmas de ACD deverão ser revistas pelo Diretor de Escola sempre que a unidade escolar apresentar aulas disponíveis, no Ensino Fundamental e/ou Médio, da matriz curricular de Língua Portuguesa e Matemática, no caso das turmas de Recuperação Paralela, e de Educação Física para as turmas de ACD.

    Art. 11 – As horas de trabalho na condição de docente interlocutor, para atendimento a alunos surdos ou com deficiência auditiva, tendo como exigência única a comprovação de habilitação ou qualificação na Linguagem Brasileira de Sinais – LIBRAS, para atuação no Ensino Fundamental e Médio, acompanhando o professor da classe ou da série, deverão ser atribuídas, no campo de atuação aulas, a docentes não efetivos ou a candidatos à contratação, observada a seguinte ordem de prioridade:

    1 – portadores de diploma de licenciatura plena em Pedagogia ou de curso Normal Superior;

    2 – portadores de diploma de licenciatura plena;

    3 – portadores de diploma de nível médio com habilitação em Magistério;

    4 – portadores de diploma de bacharel ou tecnólogo de nível superior.

    Parágrafo único: Verificada a ausência de docentes não efetivos e candidatos com as habilitações/qualificações previstas no caput deste artigo, as horas de trabalho na condição de docente interlocutor poderão ser atribuídas na ordem de prioridade de qualificações prevista no § 1º do artigo 8º desta resolução.

    Art. 12 – no processo de atribuição de classes e aulas deverá, ainda, ser observado o que segue:

    I – o aumento de carga horária ao docente que se encontre em licença ou afastamento a qualquer título, somente será concretizado, para todos os fins e efeitos, na efetiva assunção de seu exercício;

    (PROFESSORES EM LICENÇA NÃO PODERÃO AMPLIAR A SUA CARGA)

    II – a redução da carga horária do docente e/ou da jornada de trabalho, resultante da atribuição de carga horária menor ou da perda de classe ou de aulas, será concretizada de imediato à ocorrência, independentemente de o docente se encontrar em exercício ou em licença/afastamento a qualquer título;

    III- os titulares de cargo em afastamento no convênio de municipalização do ensino somente poderão ter aulas atribuídas a título de carga suplementar de trabalho na rede pública estadual, se forem efetivamente ministrá-las.

    Art. 13 – Não poderá haver desistência parcial de aulas atribuídas, na carga suplementar do titular de cargo ou na carga horária dos docentes não efetivos ou do contratado, exceto nas situações de:

    I – o docente vir a prover novo cargo público, de qualquer alçada, em regime de acumulação;

    II – atribuição, com aumento ou manutenção da carga horária, em uma das unidades em que se encontre em exercício, a fim de reduzir o número de escolas.

    Art. 14 – em todas as situações de atribuição de classes e aulas, que comportem afastamento de docente nos termos do artigo 22 e do inciso III do artigo 64 da Lei Complementar nº 444/85, a vigência da designação será o primeiro dia do ano letivo, ainda que este se inicie com atividades de planejamento ou outras consideradas como de efetivo trabalho escolar.

    Art. 15 – na atribuição de classes, turmas ou aulas de projetos da Pasta ou de outras modalidades de ensino, que exigem tratamento e/ou perfil diferenciado, e/ou processo seletivo peculiar, deverão ser observadas as disposições contidas em regulamento específico, bem como, no que couber, as da presente resolução.

    § 1º – O vínculo do docente, quando constituído exclusivamente com classe, com turmas e/ou com aulas de que trata este artigo, não será considerado para fins de classificação no processo regular de atribuição de classes e aulas.

    § 2º – São considerados projetos da Pasta as classes, turmas ou aulas do Centro de Estudos de Línguas – CEL, da Fundação Casa, da Educação Indígena, das Oficinas Curriculares das Escolas de Tempo Integral, das Salas de Leitura, do Sistema de Proteção Escolar, do Programa Escola da Família e do Atendimento Hospitalar.

    Da Constituição das Jornadas

    Art. 16 – a constituição regular das jornadas de trabalho dos docentes titulares de cargo verifica-se com atribuição de classe livre dos anos iniciais do Ensino Fundamental, com atribuição de aulas livres da disciplina específica do cargo no Ensino Fundamental e/ou Médio, ou com classe/sala livre de recurso da área de necessidade especial relativa ao seu cargo no Ensino Fundamental e/ou Médio.

    § 1º – Quando esgotadas em nível de unidade escolar ou de Diretoria de Ensino, as aulas livres da disciplina específica do seu cargo, o docente poderá completar a constituição de sua jornada com aulas livres da(s) disciplina(s) não específica(s) da mesma licenciatura, desde que após a atribuição aos titulares de cargo dessa(s) disciplina(s), nas respectivas jornadas.

    § 2º – na impossibilidade de constituição da jornada em que esteja incluído, o docente terá redução compulsória para a jornada imediatamente inferior ou no mínimo para a Jornada Inicial de Trabalho, devendo manter a totalidade das aulas atribuídas, a título de carga suplementar.

    § 3º – o docente a que se refere o parágrafo anterior, no caso de se encontrar com quantidade de aulas inferior à da Jornada Inicial poderá, a seu expresso pedido, ser incluído em Jornada Reduzida, desde que mantenha a totalidade das aulas atribuídas, a título de carga suplementar, se for o caso.

    § 4º – Fica facultado ao docente titular de cargo a possibilidade de se retratar da opção por redução de jornada, antes de concretizá-la em nível de unidade escolar ou se retratar definitivamente da opção por manutenção da jornada a fim de evitar a atribuição na Diretoria de Ensino, mantendo a totalidade da carga horária atribuída, a título de carga suplementar, à exceção do adido e do docente com carga horária inferior a Jornada Reduzida. Da Ampliação de Jornada

    Art. 17 – a ampliação da jornada de trabalho far-se-á somente com aulas livres da disciplina específica do cargo, existentes na unidade de classificação do cargo.

    § 1º – Fica vedada a ampliação com classes ou aulas de outras unidades escolares, de projetos da Pasta e de outras modalidades de ensino ou com classes ou aulas de escolas vinculadas ou provisórias.

    § 2º – Não havendo condições de ampliação da jornada pretendida, poderá ser concretizada a atribuição para a jornada intermediária que conseguir atingir e a carga horária, que exceder essa jornada, ficará atribuída a título de carga suplementar, permanecendo válida a opção, até a data-limite de 30 de novembro do ano letivo de referência.

    § 3º – Fica vedada na fase de ampliação de jornada a atribuição de carga horária que exceder à jornada constituída, mas que não atingir a quantidade prevista para qualquer das jornadas intermediárias ou pretendida, exceto se aulas de bloco indivisível.

    § 4º – A ampliação da jornada de trabalho se concretizará com a efetiva assunção do exercício docente, exceto aos professores que, no processo inicial se encontrem designados para os postos de trabalho de Professor Coordenador e Vice-Diretor de Escola ou afastados pelo convênio de municipalização do ensino, junto a órgãos centrais da Pasta, Diretorias de Ensino ou Oficinas Pedagógicas.

    Da Composição de Jornada

    Art. 18 – a composição de jornada do professor efetivo, sem descaracterizar a condição de adido, se for o caso, a que se refere à alínea “c” do inciso II do artigo 9º, far-se-á:

    I – com classe ou aulas em substituição, ou mesmo livres, se em escolas vinculadas ou provisórias, no respectivo campo de atuação e/ou na disciplina específica do cargo;

    II – com aulas, livres ou em substituição, de disciplinas não específicas ou correlatas à licenciatura do cargo, ou de disciplinas decorrentes de outra(s) licenciatura(s) plena(s) que possua, ao titular de cargo de PEB-II;

    III – com aulas, livres ou em substituição, de disciplinas para as quais possua licenciatura plena, ao titular de cargo de PEB I ou de PEB II – Educação Especial;

    IV – com classes, turmas ou aulas de Projetos da Pasta e de outras modalidades de ensino.

    Parágrafo único – a composição de jornada do professor efetivo com classe ou aulas em substituição somente será efetuada ao docente adido ou com jornada parcialmente constituída, se este for efetivamente ministrá-las, não podendo se encontrar em afastamento de qualquer espécie.

    Art. 19 – a composição de carga horária aos docentes estáveis, celetistas e ocupantes de função-atividade abrangidos pela LC nº 1.010/2007 dar-se-á na unidade escolar, obrigatoriamente, no mínimo, pela atribuição de carga horária correspondente à da Jornada Reduzida de Trabalho Docente.

    Parágrafo único – na impossibilidade de composição de carga horária equivalente à da Jornada Reduzida na unidade escolar, os docentes não efetivos, a que se refere o “caput” deste artigo, deverão proceder à composição na Diretoria de Ensino, integralmente em uma única escola ou em mais de uma, se houver compatibilidade de horários e de distância entre as unidades.

    (PROFESSORES CATEGORIA F DEVERÃO PARTICIPAR DA ATRIBUIÇÃO DE AULAS NA UNIDADE ESCOLAR.

    SE APROVADOS NO PROCESSO E CONFRONTADOS COM ALGUMA DISPONIBILIDADE DE SALDO DE AULAS, DEVERÃO ASSUMIR.

    SE CONFRONTADOS COM A INEXISTÊNCIA DE SALDO DE AULA, DEVERÃO PARTICIPAR DA ATRIBUIÇÃO EM NÍVEL DIRETORIA DE ENSINO, PODENDO SER REMOVIDOS PARA OUTRA UNIDADE ESCOLAR ONDE EXISTA O SALDO DE AULAS.

    SE REPROVADOS, CONTINUAM COM A PERMANÊNCIA DE 12 HORAS, DENTRO DAS REGRAS ATÉ ENTÃO PRATICADAS.)

    Da Designação pelo Art. 22 da LC nº 444/85

    Art. 20 – a atribuição de classe ou de aulas, para designação nos termos do artigo 22 da Lei Complementar nº 444/85, realizar-se-á uma única vez ao ano, no processo inicial, no próprio campo de atuação do docente, por classe ou por aulas, livres ou em substituição a um único docente, ficando vedada a atribuição de classe ou aulas, para este fim, ao titular de cargo que se encontre em licença ou afastamento a qualquer título e demais restrições previstas na legislação vigente.

    § 1º – O ato de designação far-se-á por período fechado, com duração mínima de 200 (duzentos) dias e no máximo até a data limite de 30 de dezembro do ano da atribuição, sendo cessada antes dessa data nos casos de reassunção do titular, de redução da carga horária da designação ou por proposta do Diretor da unidade, assegurada ao docente a oportunidade de defesa.

    § 2º – A carga horária da designação consistirá apenas de um único tipo de aulas, devendo ser sempre maior ou igual à carga horária total atribuída ao titular de cargo em seu órgão de origem e quando constituída de aulas livres, deverá ocorrer em uma única unidade escolar e em uma única disciplina.

    § 3º – Quando se tratar de substituição, a carga horária total do titular de cargo substituído deverá ser assumida integralmente pelo docente designado, não podendo ser desmembrada, exceto na atribuição de classes dos anos iniciais do EF e de classes/salas de recurso da Educação Especial, em que o titular substituído encontre-se com aulas atribuídas, a título de carga suplementar em outro campo de atuação.

    § 4º – A carga horária total do docente em seu órgão de origem que for contemplado com a designação não poderá ser atribuída sequencialmente em outra designação pelo artigo 22 ou nas demais fases do processo inicial, devendo ficar bloqueada até a vigência da designação quando poderá ser imediatamente atribuída, devendo ser anulada a atribuição do docente que não comparecer à unidade escolar da designação, no primeiro dia de sua vigência.

    § 5º – O docente designado não poderá participar de atribuições de classes ou aulas durante o ano, na unidade ou na Diretoria de Ensino de exercício, sendo também vedado o aumento ou a recomposição da carga horária fixada na designação, enquanto esta perdurar.

    § 6º – Poderá ser mantida a designação, quando o docente substituído tiver mudado o motivo da substituição, desde que não haja interrupção entre seus afastamentos nem alteração de carga horária, ou quando ocorrer à vacância do cargo e desde que não cause qualquer prejuízo aos demais titulares de cargo da unidade escolar e da Diretoria de Ensino.

    Do Cadastramento

    Art. 21 – Encerrado o processo inicial, será aberto em todas as Diretorias de Ensino o cadastramento de docentes e candidatos à contratação que tenham se inscrito para o processo inicial e, não se tratando de titulares de cargo, tenham participado do processo de avaliação anual, a fim de participar do processo de atribuição do decorrer do ano.

    § 1º – Os docentes e candidatos à contratação poderão se cadastrar em outras Diretorias de Ensino de interesse, sendo que o titular de cargo apenas para atribuição a título de carga suplementar de trabalho e, os docentes não efetivos, bem como os candidatos à contratação, por campo de atuação.

    § 2º – Observadas as peculiaridades de cada região, poderá ser suprimido o cadastramento para determinada disciplina, ou para determinado tipo de qualificação docente, ou ainda para algum campo de atuação, que já se encontre com número excessivo de inscritos, ficando vedada, porém, a supressão total do cadastramento.

    § 3º – O período de cadastramento poderá ser reaberto, a qualquer tempo, no decorrer do ano, para atender a ocasionais necessidades das Diretorias de Ensino.

    § 4º – Os docentes e candidatos cadastrados nos termos deste artigo serão classificados pela Diretoria de Ensino, observadas as prioridades, diretrizes e regras presentes nesta resolução, após os inscritos da própria Diretoria de Ensino.

    Da Atribuição Durante o Ano

    Art. 22 – a atribuição de classes e aulas durante o ano farse- á em duas fases, de unidade escolar (Fase 1) e de Diretoria de Ensino (Fase 2), em conformidade ao disposto no artigo 9º desta resolução, respeitada a ordem de classificação da inscrição do processo inicial e, observados os campo de atuação, as faixas de situação funcional, bem como à ordem de prioridade dos níveis de habilitação e qualificação docentes.

    § 1º – Esgotada a possibilidade de atribuição pela ordem de classificação da inscrição do processo inicial, poderão ser atribuídas classes e aulas aos docentes e candidatos cadastrados de conformidade com o artigo anterior. dar-se-á imediatamente ao término do processo inicial, sendo oferecidas as classes e aulas remanescentes, assim como as que tenham surgido posteriormente.

    § 3º – As sessões de atribuição de classes ou aulas durante o ano deverão ser sempre divulgadas no prazo de 24 (vinte e quatro) horas na unidade escolar e de 72 (setenta e duas) horas na Diretoria de Ensino, da constatação da existência de classes e aulas disponíveis a serem oferecidas.

    § 4º – Nas sessões de atribuição de classes e aulas na unidade escolar ou na Diretoria de Ensino, o docente deverá apresentar declaração oficial e atualizada de seu horário de trabalho, inclusive com as horas de trabalho pedagógico, contendo a distribuição das aulas pelos turnos diários e pelos dias da semana.

    § 5º – Os docentes que se encontrem em situação de licença ou afastamento, a qualquer título, não poderão concorrer à atribuição de classes e/ou aulas durante o ano, exceto:

    1 – docente em situação de licença-gestante;

    2 – titular de cargo, exclusivamente para constituição obrigatória de jornada;

    3 – titular de cargo afastado junto ao convênio de municipalização, apenas para constituição obrigatória de jornada e para carga suplementar de trabalho que deverá ser efetivamente exercida na escola estadual.

    § 6º – Os docentes não efetivos que estejam atuando em determinado campo de atuação, inclusive aquele que se encontre exclusivamente com aulas de projeto ou de outras modalidades de ensino, poderão concorrer à atribuição relativa a campo de atuação diverso, desde que esteja inscrito/cadastrado e classificado neste outro campo, não sendo considerado nessa atribuição o vínculo precedente, por se configurar regime de acumulação.

    § 7º – o Diretor de Escola, ouvido previamente o Conselho de Escola, poderá decidir pela permanência do docente de qualquer categoria que se encontre com classe ou aulas em substituição, quando ocorrer novo afastamento do substituído ou na liberação da classe ou das aulas, desde que:

    1 – não implique detrimento a atendimento obrigatório de titulares de cargo ou de docentes não efetivos a que se referem os §§ 2º e 3º do artigo 2º da LC 1.010/2007 da unidade escolar;

    2 – o intervalo entre os afastamentos seja inferior a 15 (quinze) dias ou tenha ocorrido no período de recesso escolar do mês de julho.

    § 8º – Aplica-se o disposto no parágrafo anterior ao professor que venha a perder classe ou aulas livres, em situação de atendimento, pela ordem inversa da classificação, a um docente titular de cargo ou estável/celetista ou a um docente a que se referem os §§ 2º e 3º do artigo 2º da LC 1.010/2007, no caso de este docente se encontrar em licença ou afastamento a qualquer título.

    § 9º – O docente, inclusive o titular de cargo, com relação à carga suplementar, que não comparecer ou não se comunicar com a unidade escolar, no primeiro dia útil subsequente ao da atribuição, será considerado desistente e perderá a classe ou as aulas, ficando impedido de concorrer à nova atribuição no decorrer do ano.

    § 10 – o docente que faltar às aulas de uma determinada classe/série sem motivo justo, no(s) dia(s) estabelecido(s) em seu horário semanal de trabalho, por 3 (três) semanas seguidas ou por 5 (cinco) semanas interpoladas, perderá as aulas correspondentes, ficando impedido de concorrer à nova atribuição no decorrer do ano.

    § 11 – Fica expressamente vedada a atribuição de classe ou aulas a partir de 1º de dezembro do ano letivo em curso, exceto se em caráter eventual, para constituição obrigatória ou atendimento de jornada do titular de cargo, ou, ainda para atendimento à carga horária mínima aos docentes não efetivosde que tratam os §§ 2º e 3º do artigo 2º da LC 1.010/2007.

    Da Participação Obrigatória

    Art. 23 – no atendimento à constituição da jornada de trabalho do titular de cargo no decorrer do ano, não havendo aulas livres disponíveis na escola, deverá ser aplicada, na unidade escolar e, se necessário, na Diretoria de Ensino, a ordem inversa à estabelecida para a atribuição de aulas, conforme o artigo 6º desta resolução, até a fase de carga suplementar do professor efetivo.

    § 1º – na impossibilidade de atendimento na forma prevista no “caput”, deverá ser aplicada a retirada de classe ou aulas em substituição, na ordem inversa à da classificação dos docentes não efetivos.

    § 2º – Persistindo a impossibilidade do atendimento, o titular de cargo permanecerá na condição de adido e/ou cumprindo horas de permanência, devendo participar, obrigatoriamente, das atribuições na Diretoria de Ensino, para descaracterizar esta condição, assumindo toda e qualquer substituição que venha a surgir e para a qual esteja habilitado, na própria escola ou em outra unidade do mesmo município.

    Art. 24 – Os docentes não efetivos a que se referem os §§ 2º e 3º do artigo 2º da LC 1.010/2007 que estejam cumprindo a carga horária mínima de 12 horas, parcial ou totalmente com horas de permanência, deverão participar, obrigatoriamente, das sessões de atribuições durante o ano na Diretoria de Ensino, para composição da carga horária com classes e aulas livres ou em substituição.

    (PROFESSOR F APROVADO NO PROCESSO QUE ESTEJA CUMPRINDO PERMANÊNCIA DEVERÁ PARTICIPAR DE TODAS AS ATRIBUIÇÕES DE AULA NA UNIADE ESCOLAR E DIRETORIA DE ENSINO, ATÉ QUE COMPONHA A CARGA DE 20 AULAS)

    § 1º – na aplicação do disposto no “caput”, sempre que o número de aulas/classes oferecidas na sessão for menor que o necessário para atendimento a todos os docentes com horas de permanência, o melhor classificado poderá declinar da atribuição de vagas obrigatória para concorrer à atribuição opcional, desde que haja nessa fase, a atribuição de todas as aulas/classes oferecidas.

    § 2º – Aos docentes não efetivos de que tratam os §§ 2º e 3º do artigo 2º da LC 1.010/2007 aplica-se também o procedimento de retirada de classe ou de aulas, pela ordem inversa à da classificação dos docentes contratados e dos abrangidos pelo parágrafo único do artigo 25 da LC 1.093/2009, sempre que houver necessidade de atendimento no decorrer do ano, para composição da carga horária mínima de 12 (doze) horas semanais, com relação a classes e aulas livres ou em substituição, na própria unidade escolar e também na Diretoria de Ensino, se necessário.

    (ATENÇÃO: PELO TEXTO DESTE INCISO O PROFESSOR L COM CLASSIFICAÇÃO MENOR PERDERÁ SUAS AULAS SEMPRE QUE HOUVER UM PROFESSOR F NA UNIDADE ESCOLAR QUE AINDA NÃO TENHA COMPLETADO SUAS 20 AULAS)

    § 3º – na impossibilidade do atendimento previsto no parágrafo anterior, os docentes que estejam cumprindo a respectiva carga horária parcialmente ou total com horas de permanência, deverão, sem detrimento aos titulares de cargo, assumir classe ou aulas livres ou toda e qualquer substituição, inclusive a título eventual que venha a surgir na própria unidade escolar.

    Das Disposições Finais

    Art. 25 – Os recursos referentes ao processo de atribuição de classes e aulas não terão efeito suspensivo ou retroativo e deverão ser interpostos em face da autoridade que produziu o ato no prazo de 2 (dois) dias úteis após a ocorrência do fato motivador, dispondo a autoridade recorrida de igual prazo para decisão.

    Art. 26 – Caberá ao órgão setorial de Recursos Humanos da Secretaria da Educação expedir disposições complementares.

    Art. 27 – Esta resolução entra em vigor na data de sua publicação, ficando revogadas as disposições em contrário, em especial a Resolução SE nº 98, de 29.12.2009.

    Responder
    • 670. Dinah  |  06/01/2011 às 23:28

      Olá Bebel. Li a resolução acima e não encontrei nada sobre a questão da jornada integral (33 aulas) para disciplinas com número par de aulas (biologia, física e química). Você me respondeu que isso estava sendo tratado com o secretário. Agora saiu a resolução e nada. Como vai ficar a atribuição de jornada integral, nestes casos? Aguardo ansiosa, pois estou desde o ano passado pedindo uma providência sobre isso.
      Obrigada e abraços

      Edna

      Responder
      • 671. apeoesp  |  07/01/2011 às 08:53

        Prezada professora Dinah,
        Já havia concordãncia do ex-secretário em resolver a questão, mas não o fez. Precisa ser enviado projeto de lei para a Assembleia Legislativa.
        Bebel

      • 672. Dinah  |  07/01/2011 às 17:33

        E como ficaremos? Como será a nossa atribuição este ano? O que o sindicato vai fazer por nós para que não fiquemos prejudicados novamente na atricuição deste ano? Quem poderá nos ajudar????

      • 673. apeoesp  |  07/01/2011 às 18:22

        Prezada professora Dinah,
        Sua questão já foi respondida. A mudança na lei é prerrogativa do governo e deve ser aprovada pela Assembleia Legislativa.
        Bebel

      • 674. Dinah  |  11/01/2011 às 19:29

        Prezada Bebel, onde posso conseguir o email do secretário da educação e do presidente da assembléia legislativa para cobrar estas mudanças?
        Obrigada
        Edna

      • 675. apeoesp  |  12/01/2011 às 00:27

        Prezada professora Dinah,
        Sugiro procurar nos sites http://www.educacao.sp.gov.br e http://www.al.sp.gov.br.
        Bebel

  • 676. Cláudia Valéria Picco  |  03/01/2011 às 05:07

    olá, eu gostaria de pedir aos queridos colegas que falam que o sindicato é fraco q reflitam comigo.
    que a culpa por toda essa fraqueza é dos próprios professores, pois cabe a nós fortalecer o sindicato com a cooperação.
    no ano de 2010 o sindicato convocou a todos para a greve, os professores ñ se uniram para fortalecer o sindicato.Pois se todos tivessem fechado as escolas e ñ voltado enquanto as reinvidicações ñ fossem atendidas o governo ñ teria escolha e cederia. Afinal os alunos ñ poderiam ficar muito tempo sem aulas.
    porém o que ocorreu foi baixa adesao e o governo fez até desdem dizendo que a adesao foi muito baixa, vcs lembram?
    durante a greve na escola perto de casa fiquei sabendo que um professor ao ser perguntado por uma aluna se eles ñ iriao fazer greve deu a seguinte resposta:” VAMOS FAZER DEPOIS”
    ironico ñ?
    Pois bem…Sei que eu estava em todas então eu posso falar…
    Cláudia Valéria Picco

    Responder
  • 677. SHARON CARDOSO  |  03/01/2011 às 11:51

    OI
    MEU NOME É SHARON SOU CATEGORIA L E GOSTARIA QUE NOS INFORMASSEM SOBRE A NOSSA SITUAÇÃO NO ANO DE 2011 VOCES PODERIAM LUTAR MAIS POR NOS FAÇO PARTE DA APEOESP E ME VEJO ORFÃ POIS NÃO RECEBO NENHUMA INFORMAÇÃO SOBRE A NOSSA SITUAÇÃO PORQUE SEMPRE QUEM SE ESTREPA E A NOSSA CATEGORIA ?

    Responder
    • 678. apeoesp  |  03/01/2011 às 14:07

      Prezada professora Sharon,
      Creio que você não tenha lido o texto sobre a atribuição de aulas que postei no dia 22 de dezembro. Ali está explicito que estamos cobrando do juiz da 3ª Vara da Fazenda Pública uma definição clara osbre a inexibilidade de nota mínima para os professores categoria L. Também estamos realizando centenas de ações judiciais para que os professores da categoria L sejam considerados da categoria F e, portanto, adquiram estabilidade, e temos obtido êxito em grande parte delas. Também queremos que a S.E. chame os atuais concursados e promova mais concursos públicos para que possam efetivar-se. Lutamos por todos os segmentos da nossa categoria, e também pelos professores da categoria L.
      Bebel

      Responder
  • 679. carla  |  03/01/2011 às 16:54

    ola. bebel, por favor….
    já sabemos q a cat. O sera a ultima a escolher e que ficaremos 200 dias letivos sem aula em 2012. mas este ano se não pegarmos aula atribuida poderemos dar aula eventual?

    Responder
    • 680. apeoesp  |  04/01/2011 às 01:03

      Prezada professora Carla,
      Os atuais professores categoria O não poderão participar da atribuição. Terão que ficar 200 dias fora da rede sem nenhum tipo de vínculo.
      Bebel

      Responder
  • 681. Josi  |  05/01/2011 às 17:18

    Boa tarde Bebel
    Gostaria de saber a respeito da Resolução 8, que o professor categoria f que passou no concurso e não foi chamado não precisará mais fazer o processo seletivo, desde que o concurso fosse homologado,esta resolução esta valendo,pois só atingi 35 pontos na prova, mas com o meu tempo de serviço chego aos 40 pontos.
    obrigada pela atenção.

    Responder
    • 682. apeoesp  |  05/01/2011 às 18:07

      Prezada professora Josi,
      A resolução continua válida.
      Bebel

      Responder
  • 683. Clara Olga Santos  |  07/01/2011 às 01:55

    Prezada Bebel.

    Uma aluna fez-me esta pergunta. Será que você poderia responder para ela? Eu já não mais tenho esperanças…

    Clara

    Espero que o ano de 2011 seja muito melhor para todos os professores e alunos.
    gostaria de fazer-lhe uma pergunta, talvez a professora possa me ajudar.
    Andei lendo por esses dias que o governo irá aumentar 300 reais por aluno.
    Onde e como são gastos esses 1.400,00 por aluno?
    Eu não consigo entender isso, e se a professora puder me ajudar a entender, eu agradeço.
    Sinceramente tenho grandes expectativas quanto a melhoria do ensino público.
    grata e boa noite p/ a professora.
    Cleide/Meirelles

    Responder
    • 684. apeoesp  |  07/01/2011 às 16:34

      Prezada professora Clara,
      Seria preciso consultar a fonte da informação. Entretanto, quando se fala em gasto por aluno, não se está falando – como gostaríamos – de gasto direto com cada aluno e sim uma média considerando todos os gastos com a rede e o número total de alunos. Entram nessa conta, acredito, infra-estrutura, materiais pedagógicos, salários etc.
      Bebel

      Responder
  • 685. Andreia  |  07/01/2011 às 11:31

    bom dia Bebel!!!!

    sou profesora na cidade de Campinas, sou categoria O.
    fiz a prova do processo seletivo e consegui boa pontuação.
    Gostaria de saber se ainda há esperança de poder lecionar no ano de 2011, pelo fato do projeto lei que anula a quarentena nao ter sido votado????

    Grata

    Responder
    • 686. apeoesp  |  07/01/2011 às 14:58

      Prezada professora Andreia,
      Se prevalecer a regra atual, não. O problema está nas mãos do novo secretário.
      Bebel

      Responder
  • 687. Mauro da Costa  |  08/01/2011 às 01:39

    Prezada Professora Bebel em reunião com o secretário da educação no que diz respeito o concurso público vigente de Peb2, entendi que haverá nova convocação em junho para posse em 2012. Será que a convocação será para todos? Existe a possibilidade desta Escola de Formação estar atrelada ao período probatório do professor??? Existe a possibilidade de mudança neste âmbito, sem contar também com as parafernálias de exames médicos em que foram submetidos os 10 mil aprovados convocados pela SEE isso se ocorrer novamente não irá atrapalhar a posse dos futuros docentes. Gostaria de uma posição desde já agradeço!

    Responder
    • 688. apeoesp  |  08/01/2011 às 11:17

      Prezado profesor Mauro,
      Esses assuntos foram apresentados e discutidos com o secretário. Aguardamos, agora, respostas. Há reunião da diretoria em 26/01 para definir os próximos passos.
      Bebel

      Responder
  • 689. Nice Oliveira  |  08/01/2011 às 16:58

    Oi bebel tudo bem?
    Bebel preciso que responda para mim sobre a categoria f, o ano passado e esse ano não consegui a nota da prova, mas o que me intriga mais é ser eliminatória quando poderia ser classificatória sem ter nota mínima onde poderia deixar-me mais tranquila para fazer essa prova pois tenho anos de magistério, quanto a não passar na prova da entender que não estamos apta isso faz com que desanimamos, por favor responda e continue lutando para que sejamos classificados sem nota mínima pois adoro dar aulas e os meus alunos. Estou toda semana no site da Apeoesp acompanhando o seu trabalho por nós.
    Grata e boa tarde.
    08.01.2011

    Responder
    • 690. apeoesp  |  09/01/2011 às 04:11

      Prezada professora Nice,
      A sua posição coincide com a nossa. Temos que derrubar a lei 1093/09, que criou essa prova, com essas características. Estamos questionando a exigência da nota mínima para a categoria L, nos baseando nas disposições transitórias da própria lei; isto poderá abrir caminho para que deixe de ser exigida nota mínima também para o F.
      Bebel

      Responder
  • 691. maria  |  09/01/2011 às 16:30

    Prof Bebel, entrei com uma ação junto a apeoesp para mudança de categoria, visto que em 2007 estava vinculada como aluna do último ano passei a ser L, no entanto até agora não obtive nenhuma resposta, você saberia me informar quanto tempo demora para um juiz conceder uma liminar para que eu possa me tornar F.
    Obrigado.

    Responder
    • 692. apeoesp  |  09/01/2011 às 23:34

      Prezada professora Maria,
      Infelizmente, não há como prever os prazos da justiça. Variam muito de juiz para juiz.
      Nossos advogados procuram sempre a maior celeridade, com cuidado para não prejudicar a causa.
      Bebel

      Responder
  • 693. Marcos  |  10/01/2011 às 13:27

    Olá Bebel, queria agradecer a iniciativa e ação de cobrar o cumprimento do edital, espero que persistam nisso e vão até o final, pois o edital deve ser cumprido, inúmeros professores escolheram longe e não terão a oportunidade de escolher as vagas que ficarão livres, é necessário haver essa escolha definitiva, pois está no edital e defende o direito da categoria. Espero que nesse momento possa perceber uma ação do sindicato que gere essa nova escolha e que anime a categoria frente o sindicato. Muito obrigado, AGUARDO INFORMAÇÕES! Marcos

    Responder
  • 694. ADRIANA  |  11/01/2011 às 12:24

    Ola Bebel, voce ve a possibilidade de ser revertida a escolha dos OFAs, para que continue sendo nas D.Es? Bom ano p voce e familia.

    Responder
    • 695. apeoesp  |  11/01/2011 às 13:05

      Prezada professora Adriana,
      O assunto está sendo discutido com o secretário da Educação. Aguardamos respostas.
      Feliz ano novo para você e os seus.
      Bebel

      Responder
  • 696. CARINE  |  12/01/2011 às 03:14

    BOM DIA ISABEL,

    SOU EDUCADORA FÍSICA CONCURSADA, LECIONO NO INTERIOR EM AMERICANA, TRABALHO NUMA ESCOLA DE CICLO I QUE NÃO APRESENTA QUADRA COBERTA, PORTANTO, DEVIDO AO EXCESSO DE SOL FIQUEI COM MANCHAS NO ROSTO E ESTOU FAZENDO TRATAMENTO COM DERMATOLOGISTA. GOSTARIA DE SABER SE EXISTE ALGUMA CAUSA GANHA INTERMEDIADA POR ADVOGADOS DA APEOESP DESSE TIPO? PORQUE PRETENDO ENTRAR ALEGANDO INSALUBRIDADE. O QUE ACHA?

    GRATA CARINE

    Responder
    • 697. apeoesp  |  12/01/2011 às 14:13

      Prezada professora Carine,
      Sugiro que contate o departamento jurídico na sua subsede ou na sede central para obter a informação e para impetrar a ação judicial.
      Bebel

      Responder
  • 698. Alexandre  |  12/01/2011 às 18:30

    Olá Bebel , por favor me esclareça uma dúvida entrei no estado em 2008 (somente eventual ) em 2009 na lc1093/2009 estava vinculado como eventual também em 2010 peguei aula e fiquei com duas portarias a ”O” e uma tal de ”I” que nem sabia que existia agora minha dúvida meu contrato foi extinto e permaneço com a portaria categoria I ativo posso ficar como eventual devido a essa categoria que tenho ??? por favor me tire essa dúvida !!!

    Obrigado

    Responder
    • 699. apeoesp  |  12/01/2011 às 19:29

      Prezado professor Alexandre,
      Segundo informações do departamento jurídico, você poderá ser contratado como categoria I (eventual), mas não como categoria O, a não ser após cumprir o período de afastamento de 200 dias.
      Bebel

      Responder
  • 700. Alexandra  |  12/01/2011 às 22:59

    Boa noite Bebel
    sou professora da categoria f,consegui 32 pontos na prova dos ofas,mas tenho 1989 dias trabalhados, gostaria de saber se consigo os 8 pontos que faltam, pois o ano de 2010 ,os pontos eram os dias trabalhados vezes 0,005 , porque esse ano mudou.
    estou muito preocupada gostaria que você me tirasse essa dúvida.
    obrigada
    Alexandra

    Responder
    • 701. apeoesp  |  13/01/2011 às 15:52

      Prezada professora Alexandra,
      Acho que há um mal entendido. A fórmula para calcular o tempo de serviço a ser utilizado na nota da prova não mudou. No seu caso, somam 7,95 pontos. Acredito que será arredondado para completar os 40 pontos. Caso, contrário, recorra ao departamento jurídico.
      Bebel

      Responder
      • 702. Alexandra  |  13/01/2011 às 16:47

        Bebel
        Obrigado por me responder, fiquei um pouco mais tranquila e quando sai a classificação?
        Um abraço

        ALEXANDRA

      • 703. apeoesp  |  13/01/2011 às 17:27

        Prezada professora Alexandra,
        Ainda não temos essa informação.
        Bebel

  • 704. André Christian Dalpicolo  |  13/01/2011 às 11:29

    Prezada Maria Isabel,

    Gostaria de arguir-lhe sobre o posicionamento da apeosp em relação aos professores da categoria O. A secretaria da educação nos enganou em relação a resolução do problema, pois os contratos estão sendo extintos e nós não poderemos lecionar em 2011. Ou seja, ficaremos desempregados.
    Em contrapartida a isso, penso que a posição da apeoesp em relação a esta problemática é demasiadamente “blazée”.
    No útimo fax apenas transcreve que a resolução do problema – se é que haverá essa resolução – ficará para depois.
    Ora, de acordo com a matéria publicada pela folha em meados de dezembro, 10% dos professores da rede pertencem a essa fatídica categoria. Ou seja, um contingente considerável. Acredito que a posição do sindicado deve ser bem mais “presente” e cobrar a resolução definitiva.
    Os senhores ressaltam que estão na luta pelo emprego, mas a impressão que eu tenho é justamente a inversa. Parece-me que esses professores estão abandonados aos dissabores de suas próprias sortes.
    Prof. André Christian

    Responder
    • 705. apeoesp  |  13/01/2011 às 15:55

      Prezado professor André,
      Tudo o que compete à APEOESP fazer nesse caso está sendo feito. O maior problema, e temos deixado isto claro aqui, é que a imposição do afastamento de 200 dias foi feito por lei, não por decreto ou resolução da SE. Portanto, sua derrubada tem que ser feita no âmbito da Assembleia Legislativa.
      Não se pode imputar à APEOESP erros do governo, cujos desmandos temos denunciado cotidianamente.
      Bebel

      Responder
  • 706. Dinah  |  13/01/2011 às 16:48

    Prezada Bebel
    Volto a insistir sobre o caso da jornada integral de 33 aulas para disciplinas com número pares de aulas. Venho escrevendo para você desde o meio do ano passado e até agora, pelo que vi, o Sindicato não fez nada. Você me respondeu que o assunto estaria na pauta da reunião com o secretário. Entrando no site da Apeoesp, li o fax 02/2011, sobre a reunião do dia 06/01, com o secretário. Não consta nada sobre este assunto. Pelo visto não foi discutido. Tenho acompanhado o seu blog, e vejo que toda a preocupação está com os professores ACTs. Só se fala nestas categorias, direitos, concursos, provinhas, etc. E os efetivos? Estamos constantemente sendo prejudicados por mudanças na jornada, na grade curricular, no número de aulas, etc. E não vejo o sindicato dando a mesma importância a estes problemas. Só se fala nos ACTs. Estou profundamente decepcionada com o sindicato. Faz quase um ano que venho reinvindicando a jornada integral (desde a atribuição do ano passado, na qual fui prejudicada) e até agora não recebi nada de concreto. É triste ter que recorrer, individualmente, aos deputados e secretário, quando sou associada de um sindicato. Quantos professores estão na mesma situação que eu? E não tem a quem recorrer.
    Estive recentemente em uma reunião do sindicato, e percebi que professores efetivos, mais próximos à aposentadoria, como eu, não participam mais destas reuniões. Aliás, na eleição para representante de escola, não consegui me eleger. Foi aí que percebi o porque. Minha escola tem mais de 60 professores e a maioria é efetivo. Qual foi a minha surpresa ao constatar que temos menos de 30 associados a APEOESP. A maioria já caiu fora.
    Estou prestes a fazer a mesma coisa. Sou associada desde o início de minha carreira (1986) e sempre estive na luta. Agora, com esta decepção, estou seriamente pensando em fazer a mesma coisa.
    Sinceramente
    Edna

    Responder
    • 707. apeoesp  |  13/01/2011 às 17:20

      Prezada professor Dinah,
      Esta é mais uma herança do descumprimento de compromissos do secretário anterior. Chegamos a discutir uma minuta de projeto de lei que o governo encaminharia à ALESP para resolver o problema, mas não o fizeram. O novo secretário assumiu, agora, o mesmo compromisso. Vamos continuar em cima para que cumpra.
      Bebel

      Responder
  • 708. Elaine  |  13/01/2011 às 20:59

    Por favor , gostaria de informações, me formei agora em 2010(Educação Física), nunca lecionei, obtive 43 pontos,gostaria de saber em qual categoria eu me enquadro e o que é preciso para abrir sede no interior? e se vou ter q comparecer na DE?

    Responder
    • 709. apeoesp  |  19/01/2011 às 02:20

      Prezada professora Eliane,
      Sua atribuição é na DRE.
      Bebel

      Responder
  • 710. Tadeu  |  14/01/2011 às 00:58

    Olá Bebel!

    Referente a acumulo de cargos publicos: um docente com jornada completa no estado, pode acumular uma jornada docente de 30 h em outro orgão publico ?
    Desde já agradeço seus esclarecimentos.

    Sem mais,

    Atenciosamente Tadeu

    Responder
    • 711. apeoesp  |  14/01/2011 às 01:53

      Prezado professor tadeu,
      Em princípo, não, pois não haveria compatibilidade de horários. Entretanto, sugiro entrar em contato com o departamento jurídico.
      Bebel

      Responder
  • 712. tadeu  |  14/01/2011 às 01:24

    Referente a acumulo de cargos publicos: um docente com jornada completa 40 h no estado, pode acumular uma jornada docente de 30 h em outro orgão publico ?
    Desde já agradeço seus esclarecimentos.

    Sem mais,

    Atenciosamente Tadeu

    Responder
    • 713. apeoesp  |  19/01/2011 às 02:22

      Prezado professor Tadeu,
      Somente com outro cargo de docente, havendo compatibilidade de horários.
      Bebel

      Responder
  • 714. Fátima de Oliveira Santos  |  14/01/2011 às 14:19

    Pelo jeito, como sempre, não há respostas claras e satisfatórias…aliás, desta vez, não há resposta nenhuma!
    Prof.ª Fátima.

    Responder
    • 715. Eliana  |  01/11/2011 às 03:08

      Se o aumento pela prova de mérito é 25% por que o governo está pagando 22% conforme consta no hollerith para o mês de novembro ?
      Eliana

      Responder
      • 716. apeoesp  |  01/11/2011 às 12:30

        Prezada professora Eliana,
        De acordo com informação do departamento jurídico, o reajuste é de 22,5%. Isso se deve ao fato de que as tabelas de vencimento da nova lei 1143/2011 estarem construídas de modo a que entre a 1ª e a 3ª faixa a diferença seja de 22,5% e não 25% como era antes da 1143/2011. Não há ilegalidade nisso.
        Bebel

      • 717. Monica Cavicchioli de Oliveira Della  |  26/01/2012 às 18:25

        Olá Bebel…
        Tenho uma dúvida sou professora da categoria F aprovada e passei em um concurso público para um cargo administrativo( auxiliar de desenvolvimento infantil). Preciso me desligar como faço este documento há algum modelo de requerimento. Se possível vocês podem estar me enviando.Obrigada

      • 718. apeoesp  |  27/01/2012 às 02:21

        Prezada professora Monica,
        Entre em contato com o departamento jurídico pelo telefone 11.33506214.
        Bebel

  • 719. mara  |  14/01/2011 às 19:37

    Boa tarde, gostaria que me esclarecesse minha dúvida em relação aos 200 dias. Me formei em artes em 6/2010, participei da prova seletiva de 2010 e consegui atingir média. Em agosto de 2010 iniciei como eventual e em 09/2010, fui contratada pela escola de vargem gde pta como professor substituto, o contrato que assinei terminará em 8/2011. Os meus duzentos dias virá acontecer depois do contrato terminado? Eu poderei participar das atribuições? Poderei seguir como eventual até terminar o contrato? Ou esse contrato perdeu a validade?
    Por favor, help.
    Obrigada

    Responder
    • 720. apeoesp  |  15/01/2011 às 01:12

      Prezada professora Mara,
      O grande problema está justamente aí. Pela lei atual, o contrato tem que se encerrar no ano em que começou. A mudança na lei é para permitir que entre pelo ano seguinte até seu término natural.
      Se não houver solução para isso vc já deve cumprir o afastamento de 200 dias.
      Bebel

      Responder
  • 721. Profª Alexandra  |  14/01/2011 às 20:30

    Bebel
    Boa tarde, saiu no site da fundação Carlos chagas os resultados da prova dos ofas , e no meu caso acertei 34 e estou como reprovada ,sou categoria F.Como será somado os pontos dos dias trabalhados para alcançar os 40 pontos,temos que esperar a classificação para saber.

    Aguardo sua resposta obrigada
    Profª Alexandra

    Responder
    • 722. apeoesp  |  15/01/2011 às 01:23

      Prezada professora Alexandra,
      Exatamente. Mas você pode multiplicar seu tempo de serviço por 0,004 e terá o resultado.
      Bebel

      Responder
  • 723. Alexandra  |  15/01/2011 às 00:46

    Bebel
    A classificação que saiu na FCC é a nota final ou é somente a nota da prova dos ofas, pois eu sou categoria F ,acertei 34 pontos e estou como reprovada,
    me esclareça
    desde já obrigada
    Profª Alexandra

    Responder
    • 724. apeoesp  |  19/01/2011 às 03:37

      Prezada professora Alexandra,
      A SEE terá que aplicar a resolução 91/2009, considerando o tempo de serviço na composição da nota.
      Bebel

      Responder
  • 725. ADRIANA  |  16/01/2011 às 14:19

    Olá Bebel, a APEOESP, entrou com liminar para que a prova seja nas DEs?Abço

    Responder
    • 726. apeoesp  |  16/01/2011 às 15:57

      Prezada professora Adriana,
      Acho que você quis dizer atribuição nas DREs. Não entramos com ação neste sentido, pois não há base legal.
      Bebel

      Responder
  • 727. maria  |  16/01/2011 às 22:57

    Boa noite.
    Professora Bebel gostaria de esclarecimento sobre o cronograma da atribuição de aulas, pois em outro blog está havendo confusões em relação à atribuição.
    Obrigado.

    Responder
    • 728. apeoesp  |  19/01/2011 às 02:55

      Prezada professora Maria,
      A atribuição dos OFAs começa no dia 2/2 pela manhã nas unidades escolares de acordo com cronograma fixado pelas DREs.
      Bebel

      Responder
  • 729. Nivea  |  17/01/2011 às 15:50

    Oi, sou professora de português e categoria “O”, gostaria de saber como vai ficar o caso dos professores que já cumpriram o contrato em 2010, vamos ter que ficar 200 dias parados? O que podemos fazer para mudar esta situação? Não podemos ficar desempregados, estou morrendo de medo…Sei de pessoas que nem querem mais dar aulas, estão jogando seus sonhos fora…tudo isso é muito triste!!!!

    Responder
    • 730. apeoesp  |  19/01/2011 às 04:19

      Prezada professora Nívea,
      Sim, por enquanto prevalece o afastamento de 200 dias, a não ser que governo e deputados consigam uma solução.
      Bebel

      Responder
  • 731. Eliane Garcia  |  17/01/2011 às 18:44

    Gostaria de saber se o novo secretário disse se chamará os professores que passaram no último concurso e qual a previsão?

    Responder
    • 732. apeoesp  |  19/01/2011 às 04:32

      Prezada professora Eliane,
      A previsão é o mês de junho.
      Bebel

      Responder
  • 733. PAULO ROBERTO  |  17/01/2011 às 20:11

    Olá Bebel, gostaria de saber a questão da Categoria L, a resolução fala da dispensa em 2012 dos que foram admitidos após 17/07/2007 se não estiver enganado. E os professores categoria L que foram admitidos antes dessa data?
    Grato!

    Responder
    • 734. apeoesp  |  19/01/2011 às 04:40

      Prezado professor Paulo,
      A lei se refere a todos os categoria L, pois são aqueles que não estavam em efetivo exercício em 2/6/2007.
      Bebel

      Responder
  • 735. Patrick  |  18/01/2011 às 11:13

    Particularmente não ligo de fazer a prova dos OFAS, mas a Lei que impede os professores de trabalhar todos os anos é a regressão da DEMOCRACIA e o retorno da DITADURA…

    Responder
  • 736. Milena  |  18/01/2011 às 22:56

    Olá Bebel,
    sou cat “F” e em 2009 (prova vunesp) entrei para lista dos reprovados mesmo alguns membros da apeoesp da minha cidade alegando que eu estava aprovada com os 37 acertos, depois que não teve jeito me informaram que o tempo de serviço era insuficiente. Este ano na prova da FCC fiz 29 acertos bem menos que em 2009. Será que posso usar a nota de 2009 mais o meu tempo de serviço que é igual a 1.191 dias /dez 2010 e 7,049 pontos DE??? E quais os procedimentos a serem tomados caso seja possível usar a nota de 2009??
    Aguardo sua resposta e desde já muito abrigada!!

    Responder
    • 737. apeoesp  |  18/01/2011 às 23:34

      Prezada professora Milena,
      Não, esta situação é apenas para os professores categoria F que já estão dispensados da prova e fizeram novamente apenas para tentar melhorar a nota.
      Bebel

      Responder
  • 738. Clara Olga Santos  |  19/01/2011 às 01:21

    Prezados Colegas,

    Que tal tentarmos um reajuste por vias alternativas?

    Sugiro assinar a petição acontecendo no endereço abaixo:

    http://www.peticaopublica.com.br/PeticaoVer.aspx?pi=P2010N4645

    Vamos pleitear o mesmo reajuste dos Senadores! Afinal de contas, todos passaram por uma escola, tiveram um Professor em sua trajetória até chegar ao Senado… Até o Tiririca recebeu a atenção de um Educador. Em se falando dos deputados, com certeza não foi conosco que aprenderam a votar com o governo em detrimento de nossos interesses. Alckmin recebeu as Centrais Sindicais, promete reajuste salarial acima de R$ 600,00 para o funcionalismo, Os professores, pelo que parece,são algo à parte, não pertencem a esta categoria. Vamos exigir que se respeite os nossos direitos, que se respeite a Constituição do País! Bastilha neles!

    Responder
  • 739. Clara Olga Santos  |  19/01/2011 às 12:11

    Prezada
    Bebel.

    Que tal o Sindicato abraçar esta idéia da Petição Pública?

    http://www.peticaopublica.com.br/PeticaoVer.aspx?pi=P2010N4645

    Com a ajuda da CUT, CONLUTAS e outras Centrais Sindicais, que, com certeza também tem associados com filhos na Escola Pública, divulgar a petição no país inteiro?
    Também há as outras mídias “independentes”, que você avalia como importantes para a divulgação, Elas poderiam ser convidadas a participar do processo a fim de que atinjamos o número de assinaturas necessárias. Qual sua opinião sobre o assunto?

    Responder
    • 740. apeoesp  |  20/01/2011 às 09:45

      Prezada porofessora Clara,
      Todas as formaas de luta são válidas. Vamos analisar na diretoria.
      Obrigada.
      Bebel

      Responder
  • 741. Leonice Lopes do Carmo  |  21/01/2011 às 01:12

    Oi Bebel ! Sou categoria “F” passei na prova em 2010 ,mas agora estou mudando de cidade e consequentemente de diretoria , Como fica a minha situação?

    Responder
    • 742. apeoesp  |  21/01/2011 às 10:33

      Prezada professora Leonice,
      Participa da atribuição na sua nova sede e na DRE.
      Bebel

      Responder
  • 743. Rodrigo  |  21/01/2011 às 13:45

    Bom dia Bebel.
    no GDAE esta diponivel o comprovonte de inscriçao já com a nota
    para a classificaçao nesse comprovante a minha nota esta 56 que foi o que eu fiz na provinha e os dia trabalahados em outro campo separado
    pode me esclarecer se o tempo de serviço para quem é categoria “O” nao vai contar caso caia o gancho.. obrigado

    Responder
    • 744. apeoesp  |  22/01/2011 às 13:23

      Prezado professor Rodrigo,
      O tempo de serviço sempre conta para a classificação. Você precisa aguardá-la. Entretanto, se trabalhou como O em 2010, deve esperar 200 dias por um novo contrato, se a lei não for mudada.
      Bebel

      Responder
  • 745. Clara Olga Santos  |  21/01/2011 às 14:43

    Prezada Bebel.

    Prestei concurso pela primeira vez este ano. Acertei quarenta questões. Saiu no DO que passei no concurso. Que categoria sou e qual os próximos passos.

    Obrigado,

    Fábio

    Responder
    • 746. apeoesp  |  22/01/2011 às 15:25

      Prezado professor Fábio,
      Você se refere ao concurso de PEB II ou à prova dos temporários?
      Se for a prova (acredito que seja), você será categoria O e participa da atribuição de aulas na DRE a partir do dia 2 ou 3 de fevereiro.
      Bebel

      Responder
  • 747. Tadeu  |  21/01/2011 às 20:48

    Oi Bebel!

    Fui aprovado nesse concurso para professores da rede estadual de educação do estado de SP.Na escolha de vagas optei por jornada integral.É possivel reduzir a jornada na atribuição?
    Desde já agradeço por suas ponderações..

    Atenciosamente , Tadeu

    Responder
    • 748. apeoesp  |  22/01/2011 às 15:40

      Prezado professor Tadeu,
      Sim, é possível.
      Bebel

      Responder
  • 749. luiz  |  21/01/2011 às 21:09

    Ola Bel tudo bem com vc.
    me tira uma dúvida eu tirei 6 na prova de mérito sou categoria F, olhei hoje no gdae a minha pontuação esta 48,00 isso que diser que é 60% da prova dos ofas eu entendi assim .
    vc tem alguma opinião sobre isso.
    fora essa nota de classificação vai entrar o tempo de casa.
    obrigado.

    Responder
    • 750. apeoesp  |  22/01/2011 às 15:17

      Prezado professor Luiz,´
      Pela resolução 8 de 2009 você direito a utilizar a nota da prova de mérito. Aguarde a classificação, se não for considerada a nota do mérito protocole solicitação na sua escola e procure o departamento jurídico.
      No seu caso o tempo de serviço vai ser utilizado apenas na classificação, pois você ultrapassou a nota mínima.
      Bebel

      Responder
  • 751. marcia tozzi  |  22/01/2011 às 14:03

    PROFESSORA ISABEL BOM DIA!!!
    SERIA POSSIVEL MARCAR UMA REUNIÃO COM OS PROFESSORES E ESCLARECER ESSAS CATEGORIAS E OS PLANOS DA APEOESP PARA 2011????OBRIGADA

    Responder
    • 752. apeoesp  |  22/01/2011 às 14:49

      Prezada professora Márcia,
      Haverá reunião da diretoria estadual com as subsedes em 26/01, onde será definido uma calendário de atividades para o próximo período.
      Bebel

      Responder
  • 753. marcia tozzi  |  22/01/2011 às 14:05

    UM PROFESSOR QUE VEM LECIONANDO DESDE 1998 E EM 2077 Ñ ESTAVA COM VINCULO PODE ENTRAR COM AÇÃO PARA VOLTAR PARA CAT F????

    Responder
    • 754. apeoesp  |  22/01/2011 às 14:47

      Prezada professora Márcia.
      Em princípio sim, mas o caso precisa ser analisado pelo departamento jurídico.
      Bebel

      Responder
  • 755. marcia tozzi  |  22/01/2011 às 14:11

    . O professor categoria “S” É AQUELE EVENTUAL que está abrangido pela LC1010/07 – Portanto contribuinte para a LC1012/07 SPPREV.

    Um professor que tem categoria “L” lei do INSS – e categoria “S” eventual SPPREV – SABEMOS que o professor categoria “L” cumprirá a duzentena e o “S” apesar de eventual está com vínculo e não terá que cumrir a duzentena.
    A pergunta é:

    Esse professor enquanto cumpre a duzentena fica eventuando categoria “s” E no ano em que cessar a duzentena volta como L – ASSIM um ano paga INSS e outro ano paga SPPREV?
    Como fica para fins de aposentadoria?

    Responder
    • 756. apeoesp  |  22/01/2011