APEOESP contesta resultados de pesquisa do Datafolha

Folha de S. Paulo – Painel do Leitor – 20/08/2014

Datafolha
Estranha-nos que, na pesquisa Datafolha sobre o governo de SP, o maior número de citações positivas tenha sido para educação/escolas (“Com 55%, Alckmin é líder isolado em disputa inalterada”, “Poder”, 15/8). É grande a insatisfação com a escola pública paulista. Pesquisa da Apeoesp mostrou que 40% dos alunos afirmam passar de ano sem aprender. A Secretaria Estadual da Educação, que deveria se preocupar em melhorar a educação, está empenhada em conseguir na Justiça dados sobre a metodologia da nossa pesquisa, recusando a oferta de uma apresentação presencial. Seria interessante que a Folha explicitasse o método que gerou tal resultado.
MARIA IZABEL AZEVEDO NORONHA, presidenta da Apeoesp – Sindicato dos Professores do Ensino Oficial de São Paulo (São Paulo, SP)

20/08/2014 at 13:51 Deixe um comentário

Ensino médio no estado de São Paulo tem o pior nível em 6 anos

Paulo Saldaña – O Estado de S. Paulo

20 Agosto 2014 | 03h 00

Desempenho nas avaliações de Português e de Matemática do Saresp foi o mais baixo desde 2008, segundo os últimos resultados

SÃO PAULO – O desempenho em Português e Matemática dos alunos do ensino médio da rede estadual de São Paulo piorou em 2013 e é o mais baixo desde 2008, conforme avaliação do governo do Estado. No fim do ensino fundamental (9.º ano), a nota média da rede caiu em Língua Portuguesa e teve leve aumento em Matemática – mas mostrou estagnação nos últimos seis resultados. O 5.º ano do ensino fundamental, fim do primeiro ciclo, manteve a melhora.

Os resultados são da última edição do Sistema de Avaliação do Rendimento Escolar do Estado de São Paulo (Saresp), que ocorre anualmente em toda a rede. Eles mostram problemas no ciclo final do ensino fundamental e no ensino médio, apontados como gargalos da educação. Ambas as etapas estão desde 2008 no patamar baixo de proficiência – a escala ainda demarca o abaixo do básico, adequado e avançado.

No ensino médio, a nota média caiu nas duas disciplinas. Passou de 268,4 para 262,7 em Língua Portuguesa – quando o adequado é acima de 300. A nota significa que os alunos não percebem, por exemplo, que personagens emitem opiniões diferentes sobre um mesmo tema em uma tira de quadrinhos.

Em Matemática, a nota média da rede passou de 270,4 para 268,7 – considera-se 350 adequado. Nesse caso, não se consegue interpretar os dados de uma tabela simples. A distância entre a nota obtida e o considerado adequado nesta disciplina representa mais de três anos de estudo, aproximadamente.

No site. Em março deste ano, quando o Estado revelou que o ensino médio havia apresentado queda no Índice de Desenvolvimento da Educação do Estado (Idesp) entre 2012 e 2013, não era possível indicar se o aprendizado tinha piorado.

O Idesp também leva em consideração dados como aprovação e adequação entre a série e idade. A Secretaria de Estado da Educação não divulgou em março os dados do Saresp – até mesmo agora não houve, a exemplo do Idesp, divulgação oficial dos resultados. A pasta atualizou as planilhas no site oficial da secretaria estadual.

Segundo o professor da Universidade de São Paulo (USP) Ocimar Alavarse, especialista em avaliação, o que mais preocupa é que os indicadores estejam há anos em níveis tão baixos. Para ele, os índices reforçam a avaliação de que as iniciativas do governador Geraldo Alckmin (PSDB) não têm surtido efeito, além de indicar que o modelo educacional implementado há anos também precisa ser repensado.

“Esses números colocam a necessidade de rediscussão dessa política, que foi estabelecida com bonificação a professores vinculada aos dados”, disse ele. “Outros fatores pesam, como a complexidade da rede e o grande número de professores eventuais. Mas alguma coisa no modelo precisa ser revista.”

Na avaliação do 9.º ano, os estudantes da escola do Estado tiraram 226,3 em Português e 242,6 em Matemática. Para o professor Mozart Ramos Neves, diretor do Instituto Ayrton Senna, os resultados mostram uma crise do modelo de escola para os jovens. “O resultado é claramente o efeito do distanciamento entre a escola e o jovem, que se manifesta e se perpetua de forma intensa no ensino médio”, diz ele. “Temos um currículo que não dialoga com o jovem e ao mesmo tempo professores de Geografia dando aula de Química, ou o contrário.”

Boa notícia. Apesar da estagnação dos anos finais, a rede estadual de São Paulo conseguiu bons resultados no primeiro ciclo do ensino fundamental. Tanto em Língua Portuguesa quanto em Matemática.

Os dados do Saresp apresentam uma tendência de melhoria desde 2008. Em Português, a média alcançou 199,4 em 2016, ficando a 0,6 ponto do nível de aprendizado considerado adequado. Em Matemática, houve melhora, mas a etapa não saiu do básico.

Rede complexa. A Secretaria de Estado da Educação ressaltou que a interpretação do Saresp não pode ignorar a complexidade da rede. “São Paulo foi o primeiro Estado a universalizar o ensino médio. É uma rede complexa, com 5 mil escolas, que nos anos finais recebem 82% de alunos de outras redes”, explicou Ione Assumpção, da coordenadoria de Informação, Monitoramento e Avaliação da secretaria. “Há políticas como o currículo, formação de professores, que são de longo prazo. Há regiões com melhora.”

Segundo Ione, as ações da pasta são permanentemente reavaliadas em busca de melhorias. “Não podemos ignorar o sucesso no ciclo 1, estamos conseguindo alfabetizar aos 7 anos.”

20/08/2014 at 13:50 Deixe um comentário

emailmkt-pacheco

18/08/2014 at 19:10 Deixe um comentário

Convocação para a prova de promoção 2014

Diário Oficial
Estado de São Paulo/ Poder Executivo

Geraldo Alckmin – Governador Seção I

Sábado, 16 de agosto de 2014 – Paginas 63 e 64

COORDENADORIA DE GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS

Convocação

Processo de Promoção – Edital de Convocação para a Realização da Prova

A Secretária Adjunta respondendo pelo expediente da Coordenadoria de Gestão de Recursos Humanos, da Secretaria de Estado da Educação, nos termos do artigo 2º, da Lei Complementar estadual 1.097, de 27-10-2009, alterada pela Lei Complementar estadual 1.143, de 11-07-2011, regulamentada pelo Decreto estadual 55.217, de 21-12-2009, CONVOCA E INSTRUI os integrantes do Quadro do Magistério inscritos no Processo de Promoção de 2014, para a realização da prova (parte objetiva e dissertativa).

A definição dos perfis de competência e habilidades requeridos para os servidores da rede estadual, como também a bibliografia de referência para todos os campos de atuação, constam da Resolução SE 30, de 31-05-2014 retificada D.O. 03-06-2014.

Somente realizarão prova os candidatos devidamente inscritos no processo, que atendem ao disposto no Decreto estadual 55.217/2009, Disposições Transitórias – artigo 2º.

I – A PROVA

A Prova para Promoção será constituída de duas partes, sendo:

1. Primeira Parte Objetiva, composta por 60 questões, de múltipla escolha (5 alternativas), sobre formação específica por campo de atuação, avaliada de 0 (zero) a 10 (dez) pontos, e 2. Segunda Parte Dissertativa, que versará sobre formação pedagógica por campo de atuação, avaliada de 0 (zero) a 10 (dez) pontos.

3. As notas das duas partes da prova, objetiva e dissertativa, serão somadas, para obter-se a média aritmética que será considerada a nota do candidato.

4. Será considerado aprovado o candidato que:

a) Da Faixa 1 para a Faixa 2 obtiver nota igual ou superior a 6 (seis) pontos.

b) Da Faixa 3 para a Faixa 4 obtiver nota igual ou superior a 7 (sete) pontos.

5. A Prova por campo de atuação versará sobre:

5.1. Docentes: conteúdos curriculares das respectivas disciplinas, práticas didáticas e conhecimentos pedagógicos.

a) Professor de Educação Básica I: anos iniciais do Ensino Fundamental.

b) Professor de Educação Básica II e Professor II: anos finais do Ensino Fundamental e das séries do Ensino Médio, nas disciplinas:

Educação, Língua Portuguesa, Inglês, Alemão, Espanhol, Francês, Italiano, Japonês, Arte, Educação Física, Matemática, Ciências Físicas e Biológicas, Biologia, Física, Química, História, Geografia, Filosofia, Sociologia, Psicologia e Educação Especial (Deficiências: Auditiva, Física, Intelectual e Visual).

5.2. Suporte Pedagógico

a) Coordenador Pedagógico, Diretor de Escola e Supervisor de Ensino: temas da moderna gestão escolar e práticas da administração e supervisão educacionais.

b) Assistente de Diretor de Escola: as práticas didáticas e conhecimentos pedagógicos dos conteúdos curriculares, e os temas da moderna gestão escolar e práticas da administração.

II – DATA E HORÁRIO DA APLICAÇÃO DA PROVA

1. A prova será realizada nos municípios-sede das 91 (noventa e uma) Diretorias de Ensino da Secretaria da Educação, conforme segue:

1.1. Dia 24-08-2014 (domingo)

a) Período da manhã: PEB I e PEB II – Educação

Horário de apresentação: 8 horas

Fechamento dos Portões: 9 horas

Tempo de permanência mínima na sala: 2 horas

Duração das provas: 4 horas

b) Período da Tarde: Suporte Pedagógico e PEB II – Educação Especial (DA, DF, DI e DV).

Horário de apresentação: 14 horas

Fechamento dos Portões: 15 horas

Tempo de permanência mínima na sala: 2 horas

Duração das provas: 4 horas

1.2. Dia 31-08-2014 (domingo) – Para Professor de Educação Básica II e Professor II, nas disciplinas de Língua Portuguesa, Inglês, Alemão, Espanhol, Francês, Italiano, Japonês, Arte, Educação Física, Matemática, Ciências Físicas e Biológicas, Biologia, Física, Química, História, Geografia, Filosofia, Sociologia e Psicologia.

Horário de Apresentação: 13 horas

Fechamento dos portões: 14 horas

Tempo de permanência mínima na sala: 2 horas

Duração das provas: 4 horas

III – LOCAIS DE PROVAS

1. A confirmação da data, turma e as informações sobre horários e locais de Provas serão divulgadas no site da Fundação VUNESP: http://www.vunesp.com.br, sendo de inteira responsabilidade do candidato seu acompanhamento, não podendo ser alegada qualquer espécie de desconhecimento.

1.1. Nos 5 (cinco) dias que antecederem a data prevista para as provas, o candidato poderá consultar

1.1.1. O endereço eletrônico da VUNESP;

1.1.2. O Disque VUNESP, em dias úteis, das 8 às 20 horas.

1.2. Eventualmente se, por qualquer motivo, o nome do candidato não constar da Convocação, esse deverá entrar em contato com a Fundação VUNESP, por meio do Disque VUNESP:

fone (11) 3874-6300 – dias úteis – das 8 às 20 horas, para verificar o ocorrido ou dirigir-se à Diretoria de Ensino de sua inscrição, de segunda a sexta-feira, das 9 às 17h.

2. Ao candidato só será permitida a realização da prova no respectivo local, data e horário constante na consulta disponível no site http://www.vunesp.com.br da Fundação VUNESP.

2.1. O horário de início da prova será definido em cada sala de aplicação, após os devidos esclarecimentos.

2.2. Em hipótese nenhuma será realizada prova fora da data, local e horários determinados.

3. No dia da realização da prova, na hipótese de o nome do candidato não constar das listagens oficiais, a Fundação VUNESP procederá à inclusão, com o preenchimento de formulário específico, somente mediante LIMINAR expedida pela Justiça.

3.1. a inclusão será realizada de forma condicional.

3.2. Constatada a ilegalidade, a improcedência ou mesmo a inexistência da inscrição do candidato, a inclusão será automaticamente cancelada, sem direito à contestação, independentemente de qualquer formalidade, considerados nulos os atos dela correntes, inclusive a prova que o candidato tenha realizado.

4. O candidato não poderá alegar desconhecimentos acerca da data, local e horários de realização da prova como justificativa de sua ausência.

4.1. O não comparecimento à prova, independentemente do motivo alegado, caracterizará desistência do candidato.

5. O candidato deverá comparecer ao local de prova com antecedência mínima de 60 (sessenta) minutos, munido de documento de identificação e de caneta esferográfica de corpo transparente e de tinta azul ou preta, lápis 2 e borracha.

6. O candidato somente poderá retirar-se da sala de aplicação da prova depois de transcorrido o tempo mínimo de 50% da duração da respectiva prova, levando consigo somente o material fornecido para conferência da prova realizada.

IV – IDENTIFICAÇÃO

1. Somente será admitido na sala de prova o candidato que estiver portando o original de um dos seguintes documentos de identificação: Carteiras e/ou Cédulas de Identidade expedidas pelas Secretarias de Segurança Públicas, pelas Forças Armadas, pela Polícia Militar, pelo Ministério das Relações Exteriores;

Cédulas de Identidade fornecidas por Órgãos ou Conselhos de Classe que, por força de Lei Federal valem como documento de identidade, como por exemplo, as da OAB, CREA, CRM, CRC, etc.; Certificado Militar ou Reservista; Carteira de Trabalho e Previdência Social, bem como Carteira Nacional de Habilitação (com fotografia, na forma da Lei 9.503/97).

1.1. O documento a ser apresentado pelo candidato deverá estar em perfeitas condições, de forma a permitir, com clareza, sua identificação.

2. O candidato que não apresentar o documento conforme item 1 não fará a prova, sendo considerado ausente e eliminado.

3. Não serão aceitos protocolo, cópia de documentos citados no item 1, ainda que autenticada, ou quaisquer outros documentos não constantes deste Edital, inclusive carteira funcional de ordem pública ou privada.

4. Caso o candidato esteja impossibilitado de apresentar, no dia de realização da prova, documento de identidade no original, por motivo de perda, roubo ou furto, deverá ser apresentado documento que ateste o registro de ocorrência em órgão policial, expedido, no máximo 30 (trinta) dias.

O candidato poderá participar da prova, sendo, então submetido à identificação especial em formulário próprio.

V – REALIZAÇÃO DA PROVA

1. No ato da realização da prova, o candidato receberá a Folha de Respostas, o Caderno da Prova Dissertativa e o Caderno de Questões.

1.2. O candidato deverá conferir os seus dados pessoais impressos na Folha de Respostas, no Caderno de Prova Dissertativa e no Caderno de Questões, em especial seu nome, número de inscrição e número do documento de identidade.

1.3. O candidato deverá observar atentamente os termos das instruções contidas na capa dos cadernos de prova.

1.4. Em hipótese alguma, haverá substituição da Folha de Respostas ou do Caderno da Prova Dissertativa por erro do candidato.

2. A Folha de Respostas, cujo preenchimento é de responsabilidade do candidato, é o único documento válido para a correção eletrônica e deverá ser entregue, no final da prova, ao fiscal de sala, juntamente com o Caderno de Questões.

2.1. O candidato deverá transcrever as respostas para a Folha de Respostas, com caneta esferográfica de tinta azul ou preta, bem como assinar no campo apropriado.

2.2. O candidato que tenha solicitado à Fundação VUNESP fiscal transcritor deverá indicar os alvéolos a serem preenchidos pelo fiscal designado para tal finalidade.

2.3. Os prejuízos advindos de marcações feitas incorretamente na Folha de Respostas serão de inteira responsabilidade do candidato.

2.4. Não serão computadas questões não assinaladas na Folha de Respostas ou que contenham mais de uma resposta, emenda ou rasura, ainda que legível, mesmo que uma delas esteja correta.

2.5. Não deverá ser feita nenhuma marca fora do campo reservado às respostas ou à assinatura, sob pena de acarretar prejuízo ao desempenho do candidato.

3.A folha de texto definitivo será o único documento válido para a avaliação da Prova Dissertativa. A folha para rascunho será de preenchimento facultativo e não será considerada para a avaliação.

3.1. O texto da Prova Dissertativa deverá ser manuscrito, em letra legível, com caneta esferográfica de tinta azul ou preta, a fim de que, eventualmente o candidato não seja prejudicado na avaliação por parte da Banca Examinadora.

3.2. O Caderno da Prova Dissertativa, cuja produção do texto é de responsabilidade do candidato, deverá ser entregue integralmente ao final da prova, ao fiscal da sala.

3.3. Não será permitida a interferência e/ou participação de outras pessoas, salvo em caso de Candidato com Deficiência, com impossibilidade de confecção do texto. Nesse caso, o candidato será acompanhado por fiscal da Fundação VUNESP, devidamente treinado, para o qual deve ditar o texto, especificando oralmente a grafia das palavras e os sinais gráficos de pontuação.

3.4. Nenhuma folha de rascunho e/ou texto definitivo da prova dissertativa poderão ser assinadas, rubricadas ou conter, em outro local que não o apropriado, qualquer palavra e/ou marca que identifiquem o candidato, sob pena de anulação da prova.

3.5. É vedado o uso de corretor de texto, de caneta marca texto ou qualquer material que possa identificar a prova sob pena de atribuição de nota zero à parte dissertativa da prova.

3.6. Não será admitido o uso de qualquer outra folha de papel – para rascunho ou como parte ou resposta definitiva – diversa das existentes no caderno. Para tanto, o candidato deverá atentar para os espaços específicos destinados para rascunho e para a resposta definitiva, a fim de que não seja prejudicado.

3.7. Os campos reservados para as respostas definitivas serão os únicos válidos para a avaliação da prova. Os campos reservados para rascunho são de preenchimento facultativo e não serão considerados para avaliação.

4. Após o término do prazo previsto para a duração da prova, não será concedido tempo adicional para o candidato continuar respondendo questão ou procedendo à transcrição para a Folha de Respostas ou Caderno de Prova Dissertativa.

5. O gabarito das questões da prova objetiva será publicado no Diário Oficial do Estado no dia 26-08-2014 – Provas realizadas  em 24-08-2014 e no dia 02-09-2014 – Provas realizadas em 31-08-2014, podendo, também, ser consultado no site www. vunesp.com.br.

5.1 O Caderno de Questões e o Caderno da Prova Dissertativa serão disponibilizados, no endereço eletrônico da Fundação VUNESP, em 25-08-2014 – Provas realizadas em 24-08-2014 e 01-09-2014 – Provas realizadas em 31-08-2014.

VI – JULGAMENTO DAS PARTES DA PROVA

1. DA PARTE OBJETIVA

1.1. A parte objetiva será avaliada na escala de 0 (zero) a 10 (dez) pontos.

1.1.1. A nota da prova objetiva será obtida pela fórmula:

NP = (Na x 10)÷60

Onde:

NP = Nota da parte objetiva

Na = Número de acertos

2. DA PARTE DISSERTATIVA

2.1 Na correção da prova dissertativa serão analisados o conhecimento do conteúdo, a capacidade de o candidato desenvolver a questão apresentada com clareza, coerência e objetividade, a organização do texto, a técnica de redação, o domínio do léxico e a correção gramatical.

2.2. Será atribuída nota 0 (zero) à prova que:

a) apresentar nome, rubrica, assinatura, sinal, marca ou informação não pertinente ao solicitado nas questões que possa permitir a identificação do candidato;

b) apresentar sinais de uso de corretor de texto ou de caneta marca-texto;

c) estiver faltando folhas.

2.3. Será atribuída nota 0 (zero) à questão que:

a) fugir ao tema proposto;

b) estiver em branco;

c) apresentar textos sob forma não articulada verbalmente (apenas com desenhos, números e palavras soltas ou em versos) ou for escrita em língua diferente da portuguesa;

d) for escrita a lápis ou com caneta de tinta de cor diferente de azul ou preta, em sua totalidade;

e) apresentar letra ilegível e/ou incompreensível;

f) apresentar o texto definitivo fora do espaço reservado para tal;

g) apresentar a reprodução total ou parcial dos textos de apoio.

2.4. Será considerado como não-escrito o texto ou trecho de texto que:

a) estiver rasurado;

b) for ilegível ou incompreensível;

c) for escrito em língua diferente da portuguesa;

d) for escrito a lápis ou com caneta de tinta de cor diferente de azul ou preta;

e) for escrito fora do espaço destinado ao texto definitivo.

VII – OUTRAS DISPOSIÇÕES

1. Não será admitido na sala ou no local de provas o candidato que se apresentar após o horário estabelecido para o seu início.

2. Não haverá segunda chamada, seja qual for o motivo alegado para justificar o atraso ou a ausência do candidato, nem aplicação das provas fora do local, sala, turma, data e horários preestabelecidos.

3. A candidata lactante deverá levar um acompanhante, que ficará em local reservado para tal finalidade e será responsável pela guarda da criança.

3.1. No momento da amamentação, a candidata deverá ser acompanhada por uma fiscal.

3.2. Não haverá compensação do tempo de amamentação à duração das provas da candidata.

4. Excetuada a situação prevista no item 3 deste Capítulo, não será permitida a permanência de qualquer acompanhante nas dependências do local de realização das provas, podendo ocasionar inclusive a não participação do(a) candidato(a) no Concurso.

5. Não haverá prorrogação do tempo previsto para a aplicação das provas em virtude de afastamento, por qualquer motivo, de candidato da sala ou local de provas.

6. São de responsabilidade do candidato, inclusive no que diz respeito aos seus dados pessoais, a verificação e a conferência do material entregue pela Fundação VUNESP, para a realização das provas.

7. Durante as provas, não serão permitidas qualquer espécie de consulta ou comunicação entre os candidatos, nem a utilização de livros, códigos, manuais, impressos ou quaisquer anotações, utilização de outro material não fornecido pela Fundação VUNESP. O uso de telefone celular, aparelhos sonoros ou outro tipo se aparelho eletrônico, assim como protetor auricular, boné, gorro, chapéu e óculos de sol não serão permitidos.

8. O telefone celular e outros equipamentos eletrônicos em posse do candidato deverão ser desligados e lacrados antes do início da prova, utilizando embalagem plástica fornecida pela VUNESP, exclusivamente para tal fim.

8.1. No caso do aparelho celular tocar e não estivar dentro da embalagem plástica lacrada, o candidato será eliminado da avaliação sem direito a reclamação, por qualquer formalidade, considerados nulos todos os atos praticados.

8.2. A embalagem plástica deverá permanecer lacrada até a saída do candidato do local de realização das Provas.

8.3. A VUNESP e a Secretaria de Estado da Educação não se responsabilizarão por perda de documentos, objetos ou equipamentos eletrônicos no local de realização das provas, nem por danos neles causados.

9. Será eliminado da Avaliação o candidato que:

a) não comparecer à prova, conforme convocação oficial, publicada no D.O, seja qual for o motivo alegado;

b) apresentar-se fora de local, sala, turma, data e/ou do horário estabelecidos no Edital de Convocação;

c) não apresentar o documento de identificação conforme o previsto;

d) ausentar-se, durante o processo, da sala ou do local de provas sem o acompanhamento de um fiscal;

e) estiver durante a aplicação das provas, fazendo uso de calculadora e relógio com calculadora, agenda eletrônica ou similar, aparelhos sonoros, BIP, pager, walkman, gravador e/ou qualquer outro tipo de receptor e emissor de mensagens, bem como fazendo uso ou com o celular ligado;

f) for surpreendido em comunicação com outro candidato ou terceiros, verbalmente ou por escrito, bem como fazendo uso de material não permitido para a realização das provas;

g) utilizar meios ilícitos para a realização das provas;

h) não devolver ao fiscal qualquer material de aplicação das provas, fornecido pela Fundação VUNESP;

i) perturbar, de qualquer modo, a ordem dos trabalhos;

j) agir com incorreção ou descortesia para com qualquer membro da equipe encarregada da aplicação das provas;

k) retirar-se do local de prova, antes de decorrido o tempo de permanência mínima.

10. Em hipótese alguma haverá vista de prova, seja qual for o motivo alegado.

11. Após a realização da prova, se for constatado, por meio eletrônico, estatístico, visual ou grafológico, ter o candidato utilizado processos ilícitos, sua prova será anulada e ele será automaticamente eliminado do Processo.

12. Os recursos referentes à parte objetiva da Prova, para todos os campos de atuações (Suporte Pedagógico – Supervisor de Ensino, Diretor de Escola, Assistente Diretor de Escola, Coordenador Pedagógico, Professor Educação Básica I, Professor Educação Básica II e Professor II) serão recebidos, somente no site da VUNESP (www.vunesp.com.br), nos dias:

a) 26 e 27-08-2014 – Provas realizadas em 24-08-2014.

b) 02 e 03-09-2014 – provas realizadas em 31-08-2014.

13. O prazo para recurso da parte dissertativa da prova será estabelecido na publicação do resultado das provas.

18/08/2014 at 13:49 Deixe um comentário

Manifesto da APEOESP em defesa das mulheres educadoras

O Conselho Estadual de Representantes da APEOESP, em nome de todas as integrantes do Magistério Público do Estado de São Paulo, vem a público manifestar-se em defesa das mulheres educadoras pelo desrespeito da Administração estadual no caso do exame médico para ingresso em concurso público.
A exigência de comprovação de virgindade feita a uma servidora, agente escolar, para ingresso por meio de concurso da Secretaria da Educação expôs sua intimidade, o que é intolerável. Por mais que se tente justificar o ocorrido a partir de critérios médicos, não podemos aceitar que uma mulher, profissional da educação, seja tratada desta forma pelo Estado.
Queremos ser respeitadas. Queremos que nossa palavra tenha valor e que o diálogo seja a chave para a resolução de todo e qualquer problema que ocorra no âmbito das relações entre a Secretaria Estadual da Educação, demais órgãos públicos e servidores e servidoras. Jamais a imposição de exigências descabidas e vexatórias.
São Paulo, 15 de agosto de 2014.
Maria Izabel Azevedo Noronha
Presidenta da APEOESP

16/08/2014 at 15:20 Deixe um comentário

Professores aprovam ações na luta pelas suas reivindicações e nova assembleia

Reunidos em assembleia na Praça da República na tarde de sexta-feira, 15, os professores aprovaram o calendário de mobilizações do segundo semestre e uma série de ações pela valorização do magistério, para denunciar os baixos salários e as mazelas da administração do atual governador do Estado – não só com a Educação, mas também o descaso com o transporte público (denúncias de corrupção no Metrô e na CPTM), e, principalmente, com os recursos naturais, que levou São Paulo a uma das piores crises hídricas de sua história.
O eixo central da campanha salarial é a luta pelo reajuste/aumento real de 75,33% rumo ao salário mínimo do DIEESE – R$ 2.915,07 em julho – por jornada de 20 horas-aula semanais de trabalho.
No dia 25 de setembro a APEOESP realizará, às 10 horas, uma nova assembleia estadual no Vão Livre do MASP (avenida Paulista). Em seguida, às 12h30, o Sindicato participará da Marcha Mundial por Justiça Climática, juntamente com a organização SOS Clima Terra e outros setores sociais. Além dos professores, pais, alunos e representantes de outras categorias serão convidados para a marcha. Uma oportunidade para denunciar à população o descaso do governador não só com a comunidade educacional, mas também com transporte, saúde pública, com as universidades estaduais etc.
Professores aprovam ações e nova assembleia para denunciar mazelas do governo
É importante que os professores se mantenham atentos para impedir qualquer tentativa do governo de impor as mudanças no Estatuto do Magistério previstas nas minutas distribuídas pela Secretaria da Educação na Comissão Paritária (a APEOESP já encaminhou à casa dos associados uma avaliação preliminar das minutas propostas pela SEE).
O Sindicato realizará uma webconferência no dia 5 de setembro para discussão da carreira do magistério, com dispensa de ponto. As subsedes devem organizar os conselheiros e representantes para assistirem à webconferência.
Plebiscito sobre reforma política
A APEOESP participará do plebiscito que a Central Única dos Trabalhadores e outras entidades realizarão entre os dias 1º e 7 de setembro e que abrangerá questões relacionadas ao sistema político, como o financiamento público de campanhas, o aumento da representatividade das mulheres, indígenas e negros nos Parlamentos, entre outros. A população será convidada a responder à pergunta “Você é a favor de uma Constituinte exclusiva e soberana sobre o sistema político?”
O plebiscito para debater o sistema político é um dos resultados das manifestações que mobilizaram o Brasil em junho e julho de 2013, quando o aumento de R$ 0,20 nas tarifas de ônibus em São Paulo deu início a passeatas gigantescas em defesa de outras causas.
Um plebiscito é uma consulta popular para aprovar ou não uma questão. Apesar de a Constituição estabelecer que apenas o Congresso Nacional pode convocar um Plebiscito, desde o ano de 2000, os movimentos sociais organizam plebiscitos populares sobre temas diversos, permitindo que a população expresse sua vontade política e pressione os poderes públicos a atender suas reivindicações.
Para melhor esclarecer os professores sobre o plebiscito e a reforma política, a APEOESP realizará uma webconferência no dia 27 de agosto.
Perícias médicas
No dia 12 de agosto, a APEOESP reuniu-se com a Secretaria de Gestão Pública, com a presença de representantes do DPME, para tratar de casos de professores que continuam a ser reprovados em perícias, tanto para concurso quando para licenças médicas e prosseguimento de readaptação. Foi criada uma comissão conjunta entre a APEOESP e o DPME para rever todos os casos. A APEOESP defende que as gestões das perícias retornem ao DPME. Orientamos às subsedes a enviar possíveis casos, com dados completos, ao e-mail da Presidência: presiden@apeoesp.org.br.

Veja abaixo todas ações aprovadas pela assembleia como parte da campanha salarial e educacional da categoria:

 Lutar por reajuste salarial/aumento real de 75,33% rumo ao salário mínimo do DIEESE por jornada de 20 horas-aula semanais de trabalho.
 Realizar campanha de outdoors, painéis, mídias alternativas pela valorização do magistério, comparando nossos salários com a média salarial das demais profissões com formação em nível superior.
 Realizar com pais, estudantes e outros setores uma marcha estadual em torno de: qualidade da educação, falta de água nas escolas, piso salarial profissional nacional, jornada do piso, fim da violência nas escolas, situação das universidades estaduais, saúde dos professores, desvios de recursos públicos no metrô e outros órgãos estaduais e demais questões que afetam nosso cotidiano como profissionais e cidadãos.
 Divulgar panfleto e carta aberta denunciando o conjunto das mazelas do governo Alckmin.
 Realizar no dia 22 de agosto aulas sobre a situação da escola pública estadual – distribuir panfletos aos alunos.
 Realizar manifestações em frente às DREs – comunicar datas à Sede Central para cobertura pela TV APEOESP.
 APEOESP organizará e realizará o plebiscito por uma Constituinte Exclusiva para a Reforma Política.
 Realizar webconferência sobre a Reforma Política em 27 de agosto. Neste dia, discutir também a questão do clima e falta de água.
 Realizar entrega pública dos abaixo-assinados sobre as minutas de alteração do Estatuto do Magistério para o Governador, Secretário da Educação e Presidente da Assembleia Legislativa.
 Confeccionar cartaz com análise das minutas para discussão nas escolas.
 Produzir análise sobre a carreira – a partir da LC 444/85 (Estatuto do Magistério), depurada das alterações posteriores; divulgar e debater nas escolas a carreira que queremos. Discutir concepção de carreira e a recuperação dos direitos que nos foram tirados.
 Realizar webconferência sobre a carreira em 05 de setembro, com dispensa de ponto.
 Produzir documento explicitando a verdadeira escola de tempo integral do governo, expondo a realidade dessas escolas. Defender consulta aos pais e estudantes, com urnas em frente às escolas, de forma a legitimar a decisão do Conselho de Escola sobre a implantação da escola de tempo integral em cada unidade. O documento deve estabelecer a relação entre o fechamento de classes e a implantação das escolas de tempo integral, como o governo vem fazendo.
 Realizar campanha de democratização e fortalecimento dos Conselhos de Escola.
 Fazer gestões junto ao STF quanto à ação da APEOESP sobre a jornada do piso, por meio da CNTE e do escritório que cuida da causa.
 Divulgar manifesto da APEOESP em defesa das mulheres educadoras pelo desrespeito da Administração estadual no caso do exame médico para ingresso em concurso público.
 Recolocar questão da atribuição de aulas centralizada.
 Realizar discussão sobre a questão do ensino noturno.
 Reivindicar coordenador pedagógico junto aos professores dentro das unidades do sistema prisional.
 Reafirmar que o professor não deve digitar os dados escolares. Cabe ao GOE da escola providenciar esse trabalho.
 Reafirmar ingresso somente no início do ano.

16/08/2014 at 15:19 Deixe um comentário

Morre Eduardo Campos

Lamento profundamente a morte do candidato do PSB à Presidência da República, o ex-Governador de Pernambuco, Eduardo Campos. Neste momento, externo meus sentimentos à família e aos seus correligionários.
Eduardo Campos era neto do ex-Governador de Pernambuco, Miguel Arraes, um estadista que muito contribuiu com a política brasileira. Quis o destino que Campos viesse a falecer exatamente no dia em que faleceu seu avô, em 13 de agosto de 2005.
O acontecimento nos choca a todos, sobretudo pelo momento em que ocorre, quando Eduardo Campos disputava o cargo maior da República brasileira, tendo participado ainda ontem à noite da série de entrevistas que Jornal Nacional da Rede Globo realiza com os presidenciáveis.

 

13/08/2014 at 16:21 4 comentários

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