Trinta por cento dos professores paulistas aderiram à greve no primeiro dia

15/03/2012 at 03:07 61 comentários

Informações preliminares das diversas regi­ões do Estado de São Paulo dão conta de que 30% dos professores aderiram à greve neste primeiro dia de paralisação nacional. A luta continua nesta quinta e na sexta-feira, quando haverá uma grande assembleia a partir das 14 h no Palácio dos Bandeirantes.

Na tarde de quarta-feira, 14, concedi entrevista coletiva a emisso­ras de televisão para falar sobre a participação do professorado paulista na greve nacional em defesa da lei do piso e da importância de os governos estaduais e municipais cumprirem a regra.

Na oportunidad, expliquei que este movimento na­cional gira em torno da implantação do piso salarial nacional, que visa a valorização dos professores em todo o País, e da jornada que prevê 33% para atividades extraclasse. Lembrei ainda que a rede pública do Estado de São Paulo reserva o menor tempo da jornada para atividades extraclasse: apenas 17%. E que Isto tem inter­ferência na qualidade do ensino.

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A APEOESP tem direito legal de convencer os professores a aderirem à greve Professores aprovam manutenção da mobilização e nova assembleia no dia 20 de abril

61 Comentários Add your own

  • 1. Berenice gomes  |  15/03/2012 às 03:54

    30% isso é uma vergonha, a turma sabe reclamar na sala dos professores , mas na hora de ir a luta, põe o rabo entre as pernas e vai cumprir o que o patrão manda,no atual momento que estamos vivendo tinha que ser pelo menos 70 ou 80 % da classe em greve. desculpe o desabafa, cansada da hipocrisia dos colegas. abraços bebel

    Responder
  • 2. Alex Santos  |  15/03/2012 às 04:18

    Estou em greve, junto a todos indignados com este governo. Não perguntam se temos dinheiro para ir até a escola lecionar, se temos comida em casa, se temos contas atrasadas, etc.
    Será que o governo vai pagar juros dos 2 meses de salários atrasados? Será que pagará os juros de contas vencidas? será que pagará juros das férias de 2010 que não foram pagas? Até o valor miserável do vale alimentação não pagaram em março.
    Todos os categoria O (ex L) também, deveriam aderir a greve e mostrar a indignação e não ficar apenas reclamando. Mesmo lecionando a vários anos o Estado “deletou” os dados dos professores, forçando a todos refazerem o cadastro para assinar novos contratos, Isto gerou o problema atual de atraso de pagamentos. Deve ter sido premeditado, apenas para humilhar um pouco mais a categoria, que vem sendo massacrada a tempos. Professores, digam não a todas estas mazelas que estão nos impondo dia-a-dia, saiam da zona de conforto e vamos à luta!.

    Responder
  • 3. NIVALDO  |  15/03/2012 às 09:18

    Bom Dia

    Gostaria de saber onde anda os representantes da entidade em Guarulhos principalmente na Guarulhossul , estamos sabendo pelos orgãos de comuinicação, na minha U.E. ninguém foi falar sobre o movimento pois leciono numa escola no centro da cidade quando estava na periferia da cidade o movimento era bem mas divulgado e o movimento de greve era bem maior.vamos a luta contra esse governo.Na minha UE. ta tendo aula normal.

    Responder
    • 4. apeoesp  |  16/03/2012 às 02:40

      Prezado professor Nivaldo,
      Lamento que isto ocorra. Seria importante que algum representante da subsede pudesse esclarecer.
      Bebel

      Responder
  • 5. Professor Tem Direitos  |  15/03/2012 às 10:59

    B.Dia!

    EE Eurico Figueiredo – DRE Norte 2

    Período manhã: quase todos professores pararam (+/- 14)
    Período tarde: somente os que pararam do período da manhã e tem aulas a tarde

    Parabéns aos nossos RE’s que estão visitando as outras escolas no entorno.
    Sexta feira é o dia D
    Abs,
    Professor Tem Direitos

    Responder
    • 6. apeoesp  |  16/03/2012 às 02:39

      Prezado professor,
      Parabéns pela mobilização.
      Bebel

      Responder
  • 7. ANTONIO SÉRGIO FERREIRA  |  15/03/2012 às 11:24

    Olá, Bebel!!!
    Desde o momento em que começamos a nos movimentar para construir a greve, começaram também as atitudes contrárias, pelos pelegos do governo. Diretores, supervisores, coordenadores passaram a agir, seja pressionando os profs. não efetivos, ou utilizando o tempo do planejamento para dizer que a SEE já cumpre a lei do piso integralmente.
    A tal carta aberta do secretário, a não publicação da dispensa de ponto no dia 6 de março, a não publicação das notas do idesp por escola para, depois fazer uso político disso durante a greve (como fizeram em 2010), além do histórico dos muitos secretários que caíram ao enfrentarem a nossa categoria, são indícios que essa pseudo gestão está perdendo o sono com nossa mobilização.
    Até mesmo na reunião do dia 10 passado, havia em nossa subsede um conselheiro (que também é supervisor de ensino), que disse a todos que o TJ não seria “irresponsável” de permitir que a atribuição voltasse atrás com o ano letivo em curso. Vale dizer, o discurso da SEE está presente até entre os nossos “companheiros”.
    Espero que na sexta consigamos levar milhares de profs para a assembleia. Esse fantoches do psdb ainda precisam sentir a nossa capacidade de mobilização e a força da nossa luta.

    Responder
    • 8. apeoesp  |  16/03/2012 às 02:38

      Prezado professor Antonio,
      Estamos trabalhando por uma grande mobilização.
      Bebel

      Responder
  • 9. Benedith  |  15/03/2012 às 11:47

    Bebel,
    gostaria de saber se eu estando em greve a escola pode colocar eventual no meu lugar, pois vou querer repor estas aulas, inclusive pelo dinheiro.
    Como fica essa situação?

    Responder
    • 10. apeoesp  |  16/03/2012 às 02:37

      Prezada professora Benedith,
      A reposição das aulas e pagamento dos dias parados será objeto de negociação ao final da greve.
      Bebel

      Responder
      • 11. Re  |  03/04/2012 às 09:40

        Bebel, o que negociado em relação aos dias parados, ao que tudo indica, nós que paramos teremos os dias descontados.

      • 12. apeoesp  |  04/04/2012 às 01:47

        Prezada professora re,
        Estamos tentando, já para a próxima semana, reunião com o secretário para tratarmos dos assuntos de nosso interesse, inclusive este.
        Bebel

  • 13. yaracristhi  |  15/03/2012 às 12:59

    Bebel,
    Na minha escola não houve paralização. Dia normal. Ouvi comentário do tipo “cada um tem de pensar em si”, “Se eu quiser salário melhor eu mudo de profissão”, “não posso perder minha licença prêmio”. Somente 1 professor parou e a vice-diretora disse que foi desculpa para ele ficar em casa. As vezes penso se vale a pena lutar por essa categoria!

    Responder
  • 14. Giomário Nunes Torres  |  15/03/2012 às 14:13

    Eu faço parte dos 30%, único parado na escola onde trabalho. Com ou sem a ajuda dos colegas estou sempre aderindo as paralisações porque tenho consciência da importância que isso representa.

    Responder
    • 15. apeoesp  |  16/03/2012 às 02:33

      Prezado professor Giomário,
      Parabéns pela sua atitude e consciência.
      Bebel

      Responder
  • 16. O que os professores diziam antes de marcar a greve  |  15/03/2012 às 14:59

    Senhora presidenta, penso que essa greve tem potencial para crescer mais , embora ainda haja um pouco de resistência por parte de alguns professores, essa resistência tem que ser quebrada com muita explicação e paciência, mas uma hora a paciência acaba e tem que fazer valer a força do movimento para os furões de greve, não quero dizer com isso que tenhamos que bater de frente com o professor , mas que um cordão naquela escola que apresenta maior resistência iria muito bem e mostraria a unidade dos professores.
    E como se fosse uma parte do meu poema.
    (…)
    Vamos todos dar a mão
    Vamos fazer um cordão
    È o nosso piquete
    Nossa arma mais potente
    Para vencer o patrão

    Máquinas paradas
    Braços cruzados
    A patronal não pode fazer nada

    A greve é o dia
    Em que o operário
    Que sempre foi explorado
    Não quer ficar calado

    Responde em um grito pungente
    È greve , é greve, é greve, gente!
    (…)
    Benedito.

    Responder
  • 17. Marcos  |  15/03/2012 às 16:00

    APEOESP

    Em 1997 a resolução do CNE diz: Diretrizes plano nacional da carreira docente.
    V – a remuneração dos docentes contemplará níveis de titulação, sem que a atribuída aos portadores de diploma de licenciatura plena ultrapasse em mais de 50% (cinqüenta por cento) a que couber aos formados em nível médio;

    Portanto, ver a própria APEOESP afirmar que o piso é pago pelo estado é lamentável, pois o próprio CNTE do qual a APEOESP é afiliada afirma que o piso deveria ser de 1.937,26 para nível médio, e nível superior em obediência a resolução CNE/1997 deveria ser de 2.905, 89, temos então que o piso não pago pela Governo do Estado de São Paulo.
    Mesmo tomando como base o salário de 1451,00 a SEE também não paga o piso como afirma a APEOESP – 1.451,00×1.50= 2.176,89, ou seja, de um jeito ou outro não recebemos o piso mínimo, e assistimos o sindicato da categoria fazer um discurso totalmente complacente com a atual Secretaria de Educação.

    Texto: Marcos Goulart

    Responder
    • 18. apeoesp  |  16/03/2012 às 02:31

      Prezado professor Marcos,
      O senhor confunde o piso pelo qual lutamos e a carreira pela qual lutamos com a legislação em vigor. Pela legislação em vigor e o valor atual do piso, o governo de SP paga um pouco acima.
      Bebel

      Responder
  • 19. Carlos Eduardo Valim Rocha  |  15/03/2012 às 17:03

    A direção e a coordenação da E.E. “Francisco de Assis”, na Vila Palmeira (região do Campo Belo), em Campinas, SP, finge que não há greve. Hoje em HTPC vou emitir minha opinião a respeito desta atitude a favor, tão somente do sistema de educação, como está, opressor e, porque não, caloteiro, já que durante este mês de março, parte dos professores, os que pertencem a categoria “O” não receberam salário.

    Responder
  • 20. ma  |  15/03/2012 às 18:10

    Na minha sede parece q ng vai aderir, na cidade de Ipeuna…n tem como mandar representantes da Apeoesp por lá, pq até agora, ng apareceu…

    Responder
    • 21. apeoesp  |  16/03/2012 às 02:27

      Prezada professora May,
      Por favor, localize o telefone da sua subsede em http://www.apeoesp.org.br e solicite que enviem um representante.
      Bebel

      Responder
  • 22. Lucia  |  15/03/2012 às 18:58

    Olá Bebel,
    Somente alguns professores aderiram a greve, minha dúvida é : se mesmo essa greve até sexta não houver resposta, a greve irá continuar? Se isso ocorrer a mobilização terá que ser maior.

    Responder
    • 23. apeoesp  |  16/03/2012 às 02:26

      Prezada professora Lucia,
      A assembleia decidirá os próximos passos do movimento. Concordo com você: temos que ampliar a mobilização.
      Bebel

      Responder
  • 24. tais  |  15/03/2012 às 19:57

    Relação: 0035/2012 Teor do ato: Vistos. Cuida-se de ação ordinária ajuizada por TAÍS KLINK BARTOLOMEI SARNELLI E OUTROS, professores estaduais contratados pelo regime jurídico da Lei 500/74, objetivando provimento judicial declaratório de que são contribuintes da SPPrev e não do INSS, por conta do disposto nos artigos 2º, parágrafo 2º, 43 e 44, todos da Lei Complementar 1010/2007, e no artigo 1º das Disposições Transitórias da Lei Complementar 1093/2009 e, por conseguinte, condenando o Estado de São Paulo a pagar a contribuição previdencária à aludida autarquia estadual, além de não dispensar os autores, salvo nos casos de provimento do cargo por concurso público ou em virtude de conduta que possa ser apenada com dispensa e, ainda, permitir a suas inscrições e participações no “processo de avaliação anual previsto no inciso I do artigo 1º das Disposições Transitórias da Lei Complementar 1093/2009, de modo que suas notas sejam utilizadas nos processos de atribuição de aulas futuros ou, se o caso, para que a eles sejam atribuídas 12 horas aulas, no mínimo, a depender de suas situações em referido processo de avaliação”. Disseram que foram contratados pela Lei 500/74 e durante toda vida funcional, foram sendo admitidos ano após anos e que, devido ao caráter de suas contratações, não estavam em exercício no dia 02/06/2007, data em que foi publicada e entrou em vigor a Lei 1010/07. Assim, entendem que não deveria ter havido a diferenciação implementada pela Administração que os classificou com “Categoria L”, excluindo-os da SPPrev. A tutela antecipada foi deferida (fls.668). Citada, a Fazenda Pública do Estado de São Paulo contestou, alegando em preliminar, a falta de interesse de agir. No mérito, transcorreu sobre a diferenciação do professor de carreira titular e o professor contratado pela Lei 500/74, sobre o conceito legal de professor de Educação Básica PEB I e PEB II, sobre os efeitos da alteração do vínculo funcional após a criação da SPPrev e ausência de requisitos para a antecipação da tutela. No final, requereu a improcedência da ação. Houve réplica. É o relatório. Fundamento e decido. O processo comporta julgamento antecipado, nos termos do artigo 330 inciso I do Código de Processo Civil. A ação deve ser julgada improcedente. Em primeiro lugar, como bem decidiu o desembargador Francisco Vicente Rossi no julgamento da Apelação Cível 941.088.5/0-00, como os professores PEB-I e PEB-II pertencem a classes distintas, o exercício da função de PEB-II pressupõe o desligamento da função de PEB-I. Na realidade, segundo a legislação estadual, os requisitos para a ocupação de tais cargos são totalmente diferentes e, por conseguinte, as suas atribuições. Neste contexto, conforme alegado pelos próprios autores e pelos documentos que acompanharam a inicial e a contestação, não resta dúvida de que os autores não mantinham vínculo com a Administração Pública quando entrou em vigor a Lei Complementar 1010/2007. Portanto, é indiscutível, devido a inexistência de tal vínculo, por conta do disposto no artigo 2º parágrafo 2º, da referida Lei Complementar 1010/2007, a perda da qualidade dos autores de segurados do regime próprio de previdência dos servidores públicos, administrado pela SPPREV. Também, obviamente, perderam os benefícios previstos nos artigos 43 e 44 da Lei Complementar 1010/2007 e no artigo 1º das Disposições Transitórias da Lei Complementar 1093/2009. Nada obstante isso, tenho que o parágrafo 2º do artigo 2º da Lei Complementar 1010/2007 é flagrantemente inconstitucional, por ofensa ao artigo 37 inciso II e ao artigo 40 parágrafo 13º, ambos da Constituição Federal. O parágrafo 13º do artigo 40 da CF estatui expressamente que o servidor ocupante, exclusivamente, de cargo em comissão declarado em lei de livre nomeação e exoneração, bem como de outro cargo temporário ou de emprego público são segurados do regime geral de previdência social. Como o servidor admitido pela Lei 500/74 é contratado temporariamente, não há dúvida de que se sujeita ao regime geral de previdência social. Neste contexto, sob pena de inconstitucionalidade, jamais poderia o legislador ordinário estadual para os admitidos por tal lei, quando da vigência da Lei Complementar 1010/2007, torná-los “titulares de cargos efetivos”, para efeitos previdenciários, além de concedê-los certa estabilidade inerente ao servidor ocupante de cargo público efetivo, conforme se depreende dos artigos 43 e 44 da mesma lei. Na realidade, sem o reconhecimento de que são “titulares de cargos efetivos”, não haveria como, sem afronta direta ao parágrafo 13º do artigo 40, reconhecê-los como segurados do RPPS. Contudo, tal reconhecimento, por sua vez, viola frontalmente o inciso II do artigo 37 da Constituição Federal, ainda mais quando o legislador lhes dá estabilidade, a qual somente é inerente aos servidores ocupantes de cargos efetivos. Por outros termos, o legislador ordinário estadual, sem a realização de concurso para provimento de cargo efetivo, transformou os servidores admitidos temporariamente sob o regime jurídico da Lei 500/74 na vigência da Lei Complementar 1010/2007 em titulares de cargos efetivos, obviamente, no intuito de torná-los segurados do RPPS em detrimento do regime geral de previdência social, além de lhes dar alguma estabilidade, quando proibiu a dispensa imotivada deles. Ante o exposto e considerando tudo o mais que dos autos consta, julgo IMPROCEDENTE a presente ação, nos termos do artigo 269 inciso I do Código de Processo Civil, revogando a tutela antecipada concedida. Pela sucumbência, condeno os autores ao pagamento das custas, despesas processuais e honorários advocatícios, os quais fixo, eqüitativamente, em R$50,00, para cada um, nos termos do artigo 20, parágrafos 3º e 4º, do Código de Processo Civil, corrigidos a partir da publicação deste e sob a ressalva de que são beneficiários da justiça gratuita. P. R. I. Advogados(s): Maria Cristina Gallo (OAB 131397/SP), André Domingues Figaro (OAB 171101/SP)

    Responder
  • 25. tais  |  15/03/2012 às 20:02

    boa tarde bebel,este é o meu processo em que o juiz (desembargador)Francisco Vicente Rossi diz que a lei 1010/2007 é inconstitucional,estranho que ele não revogou a lei…me parece que só pra mim ela é inconstitucional…espero que me responda, ou que minha advogada peça anulação dessa sentença…

    Responder
    • 26. apeoesp  |  16/03/2012 às 02:25

      Prezada professora Taís,
      Você deve solicitar à sua advogada que entre com recurso para anulação da sentença, que a prejudica.
      Bebel

      Responder
  • 27. Lenimar Carvalho de Souza  |  15/03/2012 às 23:37

    Já li outros comentários e duvidas sobre a categoria” L”, que virou “O”, hoje dia 15/03/2012. Foi comentado que as férias proporcionais seriam paga. Eu pessoalmente até hoje não recebi. Alguns professores colegas meus que também eram “L” receberam. O que devo fazer para receber. Pois as férias é referente a 2011. Primeiro se trabalha 1 ano e depois se recebe. Trabalhei 2011 de 01 de março a 22 de dezembro. Logo as férias proporcionais tenho direito. Meu contrato de categoria “O” teve início em 02 de fevereiro de 2012.

    Responder
    • 28. apeoesp  |  16/03/2012 às 02:14

      Prezada professora Lenimar,
      Ao contrário: o governo não quer pagar as férias para os professores da ex-categoria. Consulte o boletim APEOESP Urgente 14 (www.apeoesp.org.br) e siga os procedimentos. Deve, primeiro, protocolar requerimento na escola cobrando o pagamento das férias.
      Bebel

      Responder
  • 29. Jones Freitas  |  15/03/2012 às 23:45

    Bebel os jornais estão dizendo que somente 5% estão participando da Greve, eu não acredito nisso é claro, mais uma vez a mídia do lado do Governo!!!!!Isso é revoltante. Deus irá honrar,,,esperem pra ver.

    Responder
    • 30. apeoesp  |  16/03/2012 às 02:11

      Prezado professor Jones,
      Nosso movimento é forte. Deixe que mintam.
      Bebel

      Responder
  • 31. Miriam  |  16/03/2012 às 00:23

    Quando há paralisação de um dia como devemos proceder para caracterizar como paralisação o dia, falta justificada?

    Responder
    • 32. apeoesp  |  16/03/2012 às 02:09

      Prezada professora Miriam,
      Deve se caracterizar como paralisação. Consulte o boletim APEOESP Urgente 25 (www.apeoesp.org.br).
      Bebel

      Responder
  • 33. Vilma  |  16/03/2012 às 01:52

    http://www.educacao.sp.gov.br/imprensa/nota-oficial-2

    Os dados divergem, como sempre…
    A SEE faz tudo para nos sentirmos rebaixados…

    Responder
    • 34. apeoesp  |  16/03/2012 às 02:04

      Prezada professora Vilma,
      Sabemos a força do nosso movimento. Deixe que mintam.
      Bebel

      Responder
      • 35. Henrique  |  16/03/2012 às 20:02

        Olá Vilma … vamos lançar um desafio aos nossos governantes!

        Poderia ser:

        1. quantos professores (as) o governo reune no brasil todo que estão contentes este nosso sistema educativo (condições de trabalho, salário, equipamentos, tempo de preparo das aulas sem horas extras gratuitas);

        Ou assim:

        1. quantos paes, mães e Alunos, estão contentes;

        Fica uma sugestão:

        Vamos fazer uma pesquisa independente com auditoria internacional e legalmente registrada nos foruns; “qual o índice de aprovação geral da educação”

        … me desculpem mas o número de participantes em uma greve não quer dizer diretamente que o restante esta contente, pode repesentar medo dos “poderosos” e “fortes” de uma provavel perseguição; pode representar problemas pessoais, pode representar medo de ter que pagar multas e juros de provaveis contas a pagar.

        Pode ainda ser: Acreditar na justiça, que ja deu parecer favoravel em prol da educação. E dos legisladores que ja votaram esta lei (1/3 em sala de aula e 2/3 de estudos e preparo de uma estratégia de aula), depois de discussões com gente da área, sem pensar em votos das próximas eleições, … mas pensando num BRASIL grande com uma EDUCAÇÃO compativel com esse ELE (país) ou ELA (nação)!!!

  • 36. Maria  |  16/03/2012 às 17:02

    Caros colegas da categoria O, o pagamento está provisionado para dia 19/03 em folha suplementar. Boa sorte à todos.

    Responder
  • 37. Ana  |  16/03/2012 às 19:19

    Na minha escola não houve paralisação, talvez um ou outro, que eu saiba, eu e mais um. É uma pena, tem uns que dizem: “não me interessa, estou prestes a me aposentar” e outros ” sou categoria “0” e tenho medo de perder o contrato”… eu posso me prejudicar por não ter ido trabalhar, visto que todos os outros foram para a escola?

    Responder
    • 38. apeoesp  |  18/03/2012 às 15:56

      Prezada professora Ana,
      Você tem leis que a protegem. Se houver alguma retaliação, procure o departamento jurídico na sua subsede.
      Bebel

      Responder
  • 39. Henrique  |  16/03/2012 às 20:19

    ops … CORREÇÃO:

    Olá Vilma … vamos lançar um desafio aos nossos governantes!

    Poderia ser:

    1. quantos professores (as) o governo reune no brasil todo que estão contentes este nosso sistema educativo (condições de trabalho, salário, equipamentos, tempo de preparo das aulas sem horas extras gratuitas);

    Ou assim:

    1. quantos paes, mães e Alunos, estão contentes;

    Fica uma sugestão:

    Vamos fazer uma pesquisa independente com auditoria internacional e legalmente registrada nos foruns; “qual o índice de aprovação geral da educação”

    … me desculpem mas o número de participantes em uma greve não quer dizer diretamente que o restante esta contente, pode repesentar medo dos “poderosos” e “fortes” de uma provavel perseguição; pode representar problemas pessoais, pode representar medo de ter que pagar multas e juros de provaveis contas a pagar.

    Pode ainda ser: Acreditar na justiça, que ja deu parecer favoravel em prol da educação. E dos legisladores que ja votaram esta lei (1/3 de estudos e preparo de uma estratégia de aula e 2/3 em sala de aula), depois de discussões com gente da área, sem pensar em votos das próximas eleições, … mas pensando num BRASIL grande com uma EDUCAÇÃO compativel com esse ELE (país) ou ELA (nação)!!!

    Responder
  • 40. Henrique  |  16/03/2012 às 20:21

    Olá Vilma … vamos lançar um desafio aos nossos governantes!

    Poderia ser:

    1. quantos professores (as) o governo reune no brasil todo que estão contentes este nosso sistema educativo (condições de trabalho, salário, equipamentos, tempo de preparo das aulas sem horas extras gratuitas);

    Ou assim:

    1. quantos paes, mães e Alunos, estão contentes;

    Fica uma sugestão:

    Vamos fazer uma pesquisa independente com auditoria internacional e legalmente registrada nos foruns; “qual o índice de aprovação geral da educação”

    … me desculpem mas o número de participantes em uma greve não quer dizer diretamente que o restante esta contente, pode repesentar medo dos “poderosos” e “fortes” de uma provavel perseguição; pode representar problemas pessoais, pode representar medo de ter que pagar multas e juros de provaveis contas a pagar.

    Pode ainda ser: Acreditar na justiça, que ja deu parecer favoravel em prol da educação. E dos legisladores que ja votaram esta lei (1/3 de estudos e preparo de uma estratégia de aula e 2/3 em sala de aula), depois de discussões com gente da área, sem pensar em votos das próximas eleições, … mas pensando num BRASIL grande com uma EDUCAÇÃO compativel com esse ELE (país) ou ELA (nação)!!!

    Responder
  • 41. Henrique  |  16/03/2012 às 20:30

    Oi colega Vilma … vamos lançar um desafio aos nossos governantes!

    Poderia ser:

    1. quantos professores (as) o governo reune no brasil todo que estão contentes este nosso sistema educativo (condições de trabalho, salário, equipamentos, tempo de preparo das aulas sem horas extras gratuitas);

    Ou assim:

    1. quantos paes, mães e Alunos, estão contentes;

    Fica uma sugestão:

    Vamos fazer uma pesquisa independente com auditoria internacional e legalmente registrada nos foruns; “qual o índice de aprovação geral da educação”

    … me desculpem mas o número de participantes em uma greve não quer dizer diretamente que o restante esta contente, pode repesentar medo dos “poderosos” e “fortes” de uma provavel perseguição; pode representar problemas pessoais, pode representar medo de ter que pagar multas e juros de provaveis contas a pagar.

    Pode ainda ser: Acreditar na justiça, que ja deu parecer favoravel em prol da educação. E dos legisladores que ja votaram esta lei (1/3 de estudos e preparo de uma estratégia de aula e 2/3 em sala de aula), depois de discussões com gente da área, sem pensar em votos das próximas eleições, … mas pensando num BRASIL grande com uma EDUCAÇÃO compativel com esse ELE (país) ou ELA (nação)!!!

    Responder
  • 42. Débora  |  16/03/2012 às 23:05

    AQUI À ONDE EU LECIONO NÃO ADERIRAM À GREVE. EU E UM PROFESSOR DO PEB II PERGUNTAMOS! E AÍ NINGUÉM VAI ADERIR À GREVE?????????????????????????????????
    A RESPOSTA FOI UM AR DE IRONIA E DE RISADAS POR PARTE DOS PROFESORES DO PEB I, OU SEJA EU E MAIS UM PROFESSOR CHEGAMOS À COMENTAR!!!!!!!!!!!!!!!!! NOSSA AQUI TODO MUNDO GANHA BEM, E ESTÁ TUDO BEM COM A NOSSA CLASSE .
    É POR ISSO QUE ALGUMAS COISAS NOS INTRESTESSE, É POR CAUSA DE ALGUMAS PESSOAS ASSIM…………………QUE LEVA NA BRINCADEIRA., COMO O GOVERNO DE SÃO PAULO PODE NÓS LEVAR À SÉRIOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO QUANDO NO NOSSO MEIO ESTIVER PESSOAS ASSIMMMMMMMMMMMMMM.
    OBRIGADA BEBEL PELA LUTA E À TODOS OS PROFESSORES QUE ESTÃO NA LUTA E ADERIRAM À G R E V E. E QUE DEUS ESTEJA CONOSCO NESSA BATALHA QUE NÃO É FÁCIL, MAIS UNIDOS CONCRETIZAREMOS O NOSSO OBJETIVO……………….
    F O R Ç A.

    Responder
    • 43. apeoesp  |  17/03/2012 às 12:51

      Prezada professora Débora,
      Obrigada pelo apoio. Nós, comprometidos com a melhoria da educação, continuamos lutando. Os que ironizam são os mesmos que se queixam a toda hora da situação. Temos que ter paciência, perseverança e conquistá-los, um a um, para a luta que é de todos nós.
      Bebel

      Responder
  • 44. Jacob  |  16/03/2012 às 23:44

    Que a verdade seja dita: As sub-sedes não cumpriram seu papel ,pelo menos aqui na sul-3, particularmente na minha U.E. .Bebel fique de olho naqueles que dizem estar contigo! Eu critico as vezes, mas estou sempre nas manifestações!

    Responder
    • 45. apeoesp  |  17/03/2012 às 12:57

      Prezado professor Jacob,
      De fato, concordo que a atuação foi desigual de região para região.
      Bebel

      Responder
  • 46. Prof. Clovis  |  16/03/2012 às 23:50

    Bebel, você esqueceu de colocar em votação a continuidade da greve ou não. Ah! esqueceu também de colocar em votação se a categoria aceita ou não a negociação com o governo. Na próxima assembleia reserve um tempinho na asseembleia para colsultar a categoria.Obrigado

    Responder
    • 47. apeoesp  |  17/03/2012 às 12:49

      Prezado professor Clóvis,
      Creio que você não prestou muita atenção na assembleia. Não houve proposta de continuidade da greve. Quanto a aceitar a negociação, esta foi a principal deliberação dos professores, inclusive aprovando a pauta a ser negociada.
      Bebel

      Responder
    • 48. Prof. Clovis  |  17/03/2012 às 20:31

      Prestei muita atenção na assembleia no “Palácio do Governo”

      Responder
  • 49. Prof. Clovis  |  16/03/2012 às 23:53

    Bebel, você esqueceu de colocar em votação a continuidade da greve ou não. Ah! esqueceu de colocar em votação se a categoria aceita ou não a negociação com o governo. Na próxima assembleia reserva um tempinho para consultar a categoria. Obrigado

    Responder
    • 50. apeoesp  |  17/03/2012 às 12:53

      Prezado professor Clóvis,
      Creio que você deveria prestar mais atenção ao que é deliberado na assembleia. Os professores aprovaram a negociação com o govenro e não a continuidade da greve. Aprovaram, inclusive, a pauta a ser negociada, em detalhes.
      Bebel

      Responder
  • 51. Renato  |  17/03/2012 às 00:59

    Em minha escola fomos apenas dois os mobilizados para a greve. Os professores parecem não querer acordar de seu sono dogmático profundo, preferindo comodamente fingir que não é com eles. Os gregos chamavam os “cidadãos” que não conseguiam pensar coletivamente, só pensando em si mesmos, de idiotas (é essa a palavra mesmo). Se mesmo depois do show de abusos e mentiras flagrantes propaladas pelo governo no ano passado e nesse, muitos professores Não se mobilizam, só posso imaginar o que esse governo pilantra pode aprontar num futuro próximo. Lamentável pertencer a essa categoria profissional!

    Responder
  • 52. deisi  |  17/03/2012 às 01:07

    Olá Bebel! ingressei este ano como efetiva, mas precisei tirar uma licença para cuidar do meu filho( 8anos ) que estava doente. Tenho ouvido que não poderia tirar licença , pois estou no estágio probatório. O que fazer nesta situação? o meu filho depende de mim!
    abçs
    Deise

    Responder
    • 53. apeoesp  |  17/03/2012 às 12:35

      Prezada professora Deisi,
      Você tem direito, sim, à licença. Apenas este tempo não conta para o estágio. Consulte o departamento jurídico na subsede ou pelo telefone 11.33506214.
      Bebel

      Responder
  • 54. ELISANGELA DE SANTANA  |  17/03/2012 às 03:27

    SOU PROFESSORA CATEGORIA O, SOFRI UM ACIDENTE DE TRAJETO AO TRABALHO DIA 08/03, ATESTEI DOIS DIAS SEGUIDO, FUI TRABALHAR NO DIA 14/03 E ATESTEI OS DIAS 15 E 16 DEVIDO AO ACIDENTE, NESTA SEGUNDA DIA 19/03 IREI APRESENTAR MEU ATESTADO E CONSEQUENTEMENTE IREI ADERIR A BREVE,POIS ME REVOLTO COM A FALTA DE CORAGEM DOS MEUS COLEGAS QUE SÓ RECLAMAM MAS NADA FAZEM PARA TENTAR MUDAR, POIS NA MINHA UE, PELO QUE SEI SÓ EU ADERIR A GREVE… EM BAIXO DE MUITAS CRITICAS
    PODERIA ALGUÉM INFORMA-ME SE POSSO SER PREJUDICADA E TER DIFICULDADE DE NÃO ACEITAREM MEU ATESTADO?

    GRATA!

    LISA

    Responder
    • 55. apeoesp  |  17/03/2012 às 12:31

      Prezada professora Elisangela,
      Creio que não, pois a greve é um direito constitucional. Para detalhes, consulte o departamento jurídico pelo telefone 11.33506214.
      Bebel

      Responder
  • 56. joão paulo n simões(prof. educação artística)  |  18/03/2012 às 00:20

    Eu sei que é um direito constitucional, mas eu sou categoria O, sou a escoria da classe de professores do estado de SP, o que me garante caso entre em greve, que o governo, não vai cortar meu contrato, todo mundo sabe que o governo não cumpre as leis, e desconhece qualquer tipo de conduta, ao que se trata de direitos humanos, eu mesmo estou trabalhando a uma semana doente, com febre, com uma infecção feia no braço, por q sei que a pesar de ser direito meu tirar licença saúde, eu sei que o governo pode muito bem cortar meu contrato apenas pelo fato de eu estar doente, e depois quem vai garantir meus direitos? o governo faz o que quer, não tem senso de moral e ética, estou usando minhas economias para ir trabalhar, por que o governo não me paga férias, tenho medo até do governo mandar me prender, caso fale mal dele na escola, que moral que tenho de entrar em greve, efetivos e categoria F, são professores de verdade, nós categoria O somos apenas o lixo da categoria, não temos valor algum, somos descartáveis.

    Responder
    • 57. apeoesp  |  18/03/2012 às 14:01

      Prezado professor João Paulo,
      A decisão de aderir ao movimento é uma decisão pessoal. Não podemos forçá-lo. Não podemos garantir que o governo não tome uma atitude anti-greve, mas podemos assegurar que a lei está do nosso lado e que o sindicato defenderá judicialmente e politicamente todo professor prejudicado.
      Quanto aos professores categoria O, a assembleia aprovou uma campanha contra a situação precária deste segmento.
      Bebel

      Responder
  • 58. Eliana  |  18/03/2012 às 23:26

    Bebel, boa noite!

    Sou categoria “O”, da D.E de São Vicente, recebi minhas férias no dia 28/02 mas, referente apenas a 2011, 2010 não recebi nada ainda tive um desconto de mais de R$ 500,00, este pagamento está correto?
    Muito obrigada.

    Responder
    • 59. apeoesp  |  20/03/2012 às 04:09

      Prezada professora Eliana,
      Você deve protocolar requerimento na escola para regularização do pagamento. Se for indeferido, procure o departamento jurídico na sua subsede para ajuizar ação individual.
      Bebel

      Responder
  • 60. claudineia  |  02/04/2012 às 18:57

    Olá sou CLAUDINEIA APARECIDA DO AMARAL DE ITAPETININGA, estou com problemas, na atualização de dados referente ao meu contrato. é que até dez/2012 meu contrato era PEB I , aluna do último ano, no final de 2011 o contrato foi encerrado conforme a LC 93/2009, agora em 01 de março de 2012 assinei novo contrato como PEB II licenciatura plena, mas no diário oficial meu contrato saiu como PEB I e meu pagamento também PEB I, falei com minha secretária a mesma disse que ia fazer correção de dados, mas até o momento nada.Gostaria de saber o que fazer para que meus dados seja atualizado e eu possa receber como PEB II.

    Responder
    • 61. apeoesp  |  03/04/2012 às 01:01

      Prezada professora Claudineia,
      Há dois caminhos: requerer por escrito na escola a correção dos dados ou ingressar com mandado de segurança. Procure o departamento jurídico na sua subsede.
      Bebel

      Responder

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